SlideShare uma empresa Scribd logo
ÁREAS DEGRADADAS
PROF. DRA. ADRIANA DANTAS
UERGS, CAXIAS DO SUL
DISCIPLINA: USO RACIONAL DOS RECURSOS NATURAIS
DEGRADAÇÃO AMBIENTAL
• Perda de capital natural:
• solos
• vegetação
• Biodiversidade

• Perda de funções ambientais:
•
•
•
•
•

regulação do regime hídrico
proteção do solo contra erosão
proteção do aquífero subterrâneo
proteção de margens de rios
redução da produtividade primária dos ecossistemas
DEGRADAÇÃO AMBIENTAL
• Alterações da paisagem:
•
•
•
•
•
•
•
•

alteração de relevo
alteração da fisionomia da vegetação
feições erosivas ou solo exposto
presença de resíduos
edifícios urbanos sem manutenção
equipamentos urbanos sem manutenção
grafitti
excesso de painéis publicitários, etc.

• Riscos à saúde e segurança das pessoas:
•
•
•
•
•

devido à presença de taludes instáveis
escavações subterrâneas
barragens
resíduos tóxicos
solos contaminados
ÁREAS DEGRADADAS
• Locais onde os processos naturais encontram-se
em situação desequilíbrio, impossibilitando seu uso
sustentável
• processos erosivos intensos

• Áreas da quais foram suprimidos componentes
essenciais para manutenção de suas funções
ecológicas
• cobertura vegetal
• horizontes superficiais do solo
ÁREAS DEGRADADAS
• Áreas onde há presença de substâncias perigosas
para a saúde humana ou os ecossistemas
• áreas contaminadas

• Áreas que sofreram qualquer perturbação
percebida como danosa ou indesejável
• alterações paisagísticas
• degradação do ambiente construído
ESQUEMA CONCEITUAL DE ÁREAS DEGRADADAS
DEGRADAÇÃO AMBIENTAL
• A degradação de uma área verifica-se
quando:
• a vegetação e, por consequência, a
fauna, são destruídas, removidas ou
expulsas;
• a camada de solo fértil é perdida,
removida ou coberta;
• afeta a vazão e a qualidade ambiental
dos corpos superficiais e/ou subterrâneos
d’água.
PASSIVO AMBIENTAL
• Representa os benefícios econômicos que serão renunciados
em função da preservação, recuperação e proteção do
meio ambiente.
• “É o acumulo de danos ambientais que devem ser reparados
para que seja restaurada a qualidade ambiental de um área
degradada”.
• Toma forma com o encerramento da prática
exploratória, que pode se dar:
•
•
•
•

em decorrência da exaustão da jazida;
da inviabilidade econômica da exploração;
por efeito de intervenção do poder
Afeta diretamente a qualidade de vida da população em
consequência da deterioração ambiental.
PASSIVO AMBIENTAL
EFEITO EROSIVO
• Áreas sob o domínio dos efeitos erosivos se
convertem em ambientes de deposição e viceversa, causando assoreamento;
ASSORIAMENTO
DEGRADAÇÃO DO SOLO
• “alteração das propriedades do solo que acarrete
efeitos negativos sobre uma ou várias funções do
solo, a saúde humana ou o meio ambiente”
• Degradação do solo é uma alteração de suas
propriedades:
• físicas (estrutura, compacidade, porosidade, ...)
• químicas (pH, CTC, ...)
• biológicas (diversidade de micro-organismos, ...)
AGENTES DE DEGRADAÇÃO DO SOLO

•
•
•
•
•
•
•

agricultura, pecuária e silvicultura
mineração
obras civis (rodovias, barragens etc)
urbanização
disposição de resíduos
poluição atmosférica (ex. chuva ácida)
vazamentos de substâncias químicas
AGRICULTURA
• perdas de solo de 15 a 25 t/ha/ano em SP e PR
• perdas anuais de 200 M t de solos em SP
• cerca de 7000 voçorocas no Estado de São Paulo
(500 em áreas urbanas)
• Estimativas para Goiás:
• áreas com cobertura florestal 0,03 t/ha/ano
• áreas de pasto 0,23 t/ha/ano
• áreas de cultura de ciclo curto até 51 t/ha/ano
MINERAÇÃO
• As atividades de mineração, quando não são
orientadas por técnicas menos
impactantes, ocasionam mudanças significativas no
meio ambiente.
• A área de exploração mineral, bem como suas
cercanias, podem ficar comprometidas durante as
atividades e mesmo após seu encerramento.
•
•
•
•
•
•
•
•

Principais efeitos de degradação ambiental:
focos de erosão
assoreamento de corpos d 'água,
degradação da paisagem,
poluição do ar (material em suspensão),
poluição sonora,
poluição das águas
desatinação de rejeito e material estéril em locais
inadequados.
RECUPERAÇÃO AMBIENTAL NA
MINERAÇÃO?
• Perspectiva administrativa quando o PRAD foi
implementado em sua totalidade
• Perspectiva funcional

• quando as funções ecológicas são restauradas
• quando novas funções são estabelecidas

• Perspectiva formal

• quando parâmetros preestabelecidos são atendidos

• Perspectiva administrativa
• deficiências dos PRADs

• Perspectiva formal

• permite participação pública na definição de critérios
• constatação de atendimento é auditável e reprodutível
OBRAS CIVIS
•

A indústria da construção civil
ocupa posição de destaque na
economia do Brasil;

•

grande geradora de impactos
ambientais;

•

causadoras situações de risco:
• aumento da vulnerabilidade
dos lençóis freáticos e rios
ou córregos próximos,
• danos a edificações e ruas
ou estradas vizinhas,
• perda da qualidade do ar
por meio de ruídos ou
poluição
• insalubridades decorrentes
da deposição de resíduos
• danos à população das
proximidades
• Áreas degradadas
provocadas pela construção civil
ocorrem em três momentos
distintos:
• na extração e fabricação de
materiais de construção
• na execução das obras
• na disposição dos resíduos por
ela gerados.
• Preconiza-se o
desenvolvimento de atividades
da construção civil mais
adequadas aos princípios da
construção sustentável:
• não causem tantas ações
degradantes
• adotem formas de exploração
de matéria-prima mais
conscientes e alternativas,
• utilizem materiais e processos
construtivos que objetivem a
harmonia entre o homem e o
meio;
• dando uma destinação
apropriada aos resíduos.
URBANIZAÇÃO
 O processo de expansão
urbana em áreas
conturbadas, reflexo do
inchaço populacional das
metrópoles,
 altera a dimensão espacial
das áreas afetadas
 gera problemas
socioambientais
 Altera o modo de vida da
população local nas relações
sociais e com o meio.
 Grandes empreendimentos
imobiliários gera transtornos
ambientais nos arredores das
áreas de implantação, no
subsolo e na dinâmica dos
atores que convivem com a
DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS
• Toda atividade humana é por natureza geradora de
resíduos, sejam sólidos, líquidos ou gasosos e estes
devem ser gerenciados corretamente, para minimizar os
custos e reduzir o potencial de geração de problemas
sanitários e ambientais em comunidades.
• Em função da sua natureza heterogênea, os resíduos
sólidos podem causar impactos sanitário, ambiental,
econômico e estético durante todo seu ciclo de vida e
principalmente, em sua etapa de destinação final
agredindo a atmosfera, o solo, o lençol freático e os
ecossistemas.
A proposta tomou por base três estratégias, situadas em níveis de hierarquia distintos, ilustrados na Figura 4:
(i) prevenção; (ii) desvio do resíduo da disposição em aterro; e (iii) disposição em aterro de RCC.
Para a direita e para baixo, o enfoque vai se encaminhando para as tecnologias fim-detubo, ou seja, as práticas
tornam-se menos adequadas ambientalmente.
Na parte superior está esclarecido o tipo de atividade correspondente a cada ação.
A redução na fonte inclui o reuso de produtos e a reciclagem interna. É considerada redução na fonte quando o
resíduo não entra no “fluxo dos resíduos” do sistema de limpeza urbana da cidade, ou seja, não envolve gastos
com transporte, reciclagem, tratamento ou disposição final.
POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA
VAZAMENTOS DE SUBSTÂNCIAS
QUÍMICAS
DESCARACTERIZAÇÃO DA PAISAGEM
• Se dá com a abertura da frente de lavra;
• Configura impacto de monta, quase sempre o
primeiro a ser notado nos empreendimentos;
• Gera impacto visual e alteração de ordem
geomorfológica , hidrológica, biológica, etc.
• Alteram a geomorfologia local;
• Ocasionam modificações nos processos
morfológicos vigentes
• - mudanças de direções de fluxos das águas de
escoamento superficial;
DECAPEAMENTO
ALTERAÇÃO GEOMORFOLÓGICA
PILHAS DE ESTÉREIS NO TERRENO
•
•
•
•

Liberam sedimentos, se não protegidas:
Degradam o solo sobre o qual é disposto;
Sepultam a vegetação pré-existente
As partículas podem ser transportadas a distâncias
consideráveis
SEPULTAMENTO DOS SOLOS
PROCESSOS DE DEGRADAÇÃO DO SOLO
perda de matéria orgânica
erosão laminar
erosão linear: sulcos, ravinas, voçorocas
movimentos de massa: escorregamentos, queda
de blocos
• erosão eólica
•
•
•
•
PROCESSOS DE DEGRADAÇÃO DO SOLO
• acúmulo de matéria alóctone
• • recobrimento (e.g. aterros)
• • assoreamento
• degradação física
• •compactação
• •alteração da estrutura do solo
•
•
•
•
•

degradação química
• acidificação
• salinização
• lixiviação de nutrientes
• acumulação de substâncias tóxicas
DESERTIFICAÇÃO
MAPA DA SUSCEPTIBILIDADE DO BRASIL, ELABORADO PELO MMA A PARTIR DE
TRABALHO REALIZADO PELO CENTRO DE SENSORIAMENTO REMOTO DO IBAMA

• Três categorias de susceptibilidade:
• Alta, Muito Alta e Moderada.
• As duas primeiras referem-se
respectivamente às áreas áridas e
semiáridas definidas pelo índice de aridez.
• A terceira é resultado da diferença entre a
área do Polígono das Secas e as demais
categorias.
• Total de 980.711,58 km2:
•
•
•

238.644,47 km2 são de susceptibilidade Muito Alta
384.029,71 km2 são de susceptibilidade Alta
358,037,40 km2 são moderadamente susceptíveis.
PREVENÇÃO
• Devem acompanhar as fases de instalação e operação:
• a construção de muros de contenção de rejeitos para evitar o deslocamento do
estéril pelas vertentes;
• o plantio de cercas vivas para inibir o arrasto eólico das partículas de menor
tamanho;
• o recobrimento dos montes de estéreis com vegetação rasteira;
• o fechamento das crateras abandonadas;
• acatar a legislação ambiental
• Modificar o mínimo possível a área durante a mineração.
• As áreas já conturbadas devem ser recuperadas progressivamente, sem esperar seu
abandono após a mineração.
• A área minerada deve ficar exposta o mínimo de tempo possível.
• Todo estéril deve ser depositado de maneira controlada;
• Construir terraços ou banquetas com solo compactado e coberto com vegetação
vigorosa ao pé das escavações da mineração.
• O solo pode ser amontoado em camadas de terra de até 1,5 metros de altura e de 3
a 4m de largura, com qualquer comprimento.
• O solo armazenado deve ser protegido dos raios solares e da chuva com cobertura
vegetal viva ou de palha.
CONTROLE DA SEDIMENTAÇÃO NOS CURSOS DE ÁGUA

• Instalar represas ou escavações de lagoas;
• Remover os sedimentos já depositados no leito
natural.
RECUPERAÇÃO X REABILITAÇÃO
• Recuperação do solo: processo de manejo do solo
no qual são criadas condições para que uma área
perturbada ou mesmo natural seja adequada a
novos usos
• Reabilitação do solo: forma de recuperação do
solo em que uma área perturbada é adequada a
um uso determinado e novo ou àquele de antes da
perturbação, segundo um projeto prévio

ABNT (1989), NBR 10703
REABILITAÇÃO
• Tem por intuito criar uma nova possibilidade de uso para a
área.
•
•
•
•

Parques urbanos;
Loteamentos;
Piscicultura;
Lazer.

• Justifica se a área:
• serve de depósito de lixo;
• pode abrigar animais nocivos e indesejáveis, como ratos, baratas e
aranhas;
• presta-se como espaço favorável para práticas ilícitas e delinquentes;
• o espelho d’água fornece situação propicia para criadouro de inseto
e anfíbios;
• fornece risco a pessoas e animais.
RECUPERAÇÃO DE TALUDE
• Devem ser estudadas as condições da
área, como:
• As encostas no interior da cava apresentam estabilidade
física e química;
• Espelho d'água: profundidade e se é perene ou não;
• O terreno em que está inserido o passivo.
RESTAURAÇÃO
• Consiste na recuperação da área para usos
semelhantes ou idênticos àqueles que se
processavam antes da exploração.
•
•
•
•

Áreas de Preservação Permanente;
Áreas de Reserva Legal;
Pastagens;
Lavouras.
PROJETO DE REABILITAÇÃO
• Áreas originalmente de preservação deve voltar a
ser de preservação, área de preservação
ambiental (APP) e reserva legal (RL);
• Áreas originalmente de lavouras, deve voltar a ser
lavouras;
• Um processo de conservação ordenado e
planejado permite a conservação da zona de
recarga dos aquíferos;

Margem do Lago de Itaipu
PROJETO DE REABILITAÇÃO
• Áreas urbanas devem sofrer recuperação
paisagística e orientação para lazer;
• Os condicionantes físicos e sociais relacionados a
cava podem permitir a conjugação de mais de
uma forma de uso.
NOVO USO
• A possibilidade de um novo uso requer que a área
apresente condições de:
• estabilidade física, sem processos erosivos intensos e riscos
excessivos de movimentos de terra;
• estabilidade química, não sujeita a reações químicas que
possam gerar compostos nocivos à saúde humana ou aos
ecossistemas, como ácidos provenientes de pilhas de estéril
contendo sulfetos.
• estabilidade biológica, no caso de a área ser utilizada para
finalidades de conservação ambiental.
NOVOS USOS DO SOLO EM ÁREAS RECUPERADAS

• Área de lazer
CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO
CONSERVAÇÃO AMBIENTAL
USOS MÚLTIPLOS
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADAS
• Resultado da aplicação de técnicas de manejo
visando tornar uma área degradada apta para um
novo uso produtivo o novo uso
• poderá ser igual ou diferente do uso que precedeu a ação
degradadora a conservação ambiental (uso indireto)
• poderá ser de regeneração natural (chamada atenuação
natural no caso de áreas contaminadas)

• A recuperação dos estéreis e rejeitos deve ser
considerada como parte do processo de
mineração.
RECUPERAÇÃO AMBIENTAL
• O revestimento vegetal do local minerado pode
corrigir ou diminuir os impactos provocados pela
mineração sobre os recursos hídricos, edáficos e
visuais da área;
• Normalmente, a vegetação existente no início da
mineração é eliminada no começo das atividades;
• Em certas ocasiões a recuperação de áreas
dedicadas à exploração de determinado minério é
possível.
O QUE É RECUPERAÇÃO AMBIENTAL?
• “A recuperação deverá ter por objetivo o retorno do sítio degradado a
uma forma de utilização, de acordo com um plano pré-estabelecido
para o uso do solo, visando a obtenção de uma estabilidade do meio
ambiente.” Dec. Federal 97.632/89 (Art. 3o)
• “restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre
degradada a uma condição não degradada, que pode ser diferente
de sua condição original.”) Lei Federal 9985/2000 (Art. 2º, XIII)

• "Recuperação significa que o sítio degradado será retornado a uma
forma de utilização de acordo com um plano preestabelecido para o
uso do solo. Implica também que uma condição estável será obtida em
conformidade com os valores ambientais, estéticos e sociais da
circunvizinhança. Significa, também, que o sítio degradado terá
condições mínimas de estabelecer um novo equilíbrio
dinâmico, desenvolvendo um novo solo e uma nova paisagem.“
Williams et alii (1990)
PRINCÍPIOS DA RECUPERAÇÃO
• estabilidade física
• quando os processos do meio físico estejam em equilíbrio
dinâmico, por exemplo, sem ocorrência de processos
erosivos intensos, como ravinamento, ou de movimentos de
massa, tais como escorregamentos

• estabilidade química
• quando não ocorram reações químicas capazes de emitir
uma carga poluente para o meio, como a geração de
ácidos
PROJETO DE RECUPERAÇÃO
• Deve ser elaborado por profissionais habilitados;
• Escolher os Níveis de recuperação de áreas
degradadas;
• A recuperação deve sempre que possível:
• reintegrar a área na função anterior;
• direcionar a área para novos usos.

• Procedimentos que podem ser aplicados a partir
da exaustão da jazida:
• regeneração natural;
• reabilitação;
• restauração.
OUTROS CRITÉRIOS DE RAD
• ecossistemas autossustentáveis
• sem necessidade de intervenção humana
• produtividade agrícola equivalente
• dadas práticas agrícolas similares e
condições comparáveis de solo
• conformidade com valores estéticos
• aceitabilidade social
PASSOS PARA RECUPERAÇÃO
• Elaboração do Projeto:
•
•
•
•
•

Levantamento topográfico Planialtimétrico;
Levantamento Classificação e Análise de solos;
Levantamento e Identificação da Fitofisionomia local;
Levantamento do perfil do Lençol Freático;
Definir espécies vegetais a serem implantadas.
REGENERAÇÃO NATURAL
• É a forma de recuperação menos onerosa;
• Feita com pequenas intervenções.
• Pode resultar de regime de sucessão vegetacional.
REGENERAÇÃO ARTIFICIAL
A RECUPERAÇÃO DEVE:
-.
• resultar numa paisagem estável;
- Minimizar a poluição do ar e da água

• o solo volta a ser auto-suficiente e produtivo;
• - o habitat da fauna é restabelecido.
REPOSIÇÃO DE SOLO ORGÂNICO
• Antes da reposição do solo orgânico armazenado,
a superfície do depósito de estéril a ser recuperado
deverá ser escarificada em curvas de nível a
profundidade de pelo menos 0,5 metro, para
atenuar a compactação.
• Depois da aplicação do solo orgânico, a
escarificação deverá ser repetida.
• Para o cultivo de gramíneas, a camada deve ter
de 10 a 15 cm.
• Para plantio de árvores ou arbustos, a camada
deve ser superior a 30 cm.
RECUPERAÇÃO PARA USO PRODUTIVO
RECUPERAÇÃO COM FLORESTAS
• Execução
• Incorporar os corretivos e
fertilizantes;
• Plantar gramíneas para
recobrir o solo;
• Abrir as covas;
• Misturar fertilizantes ao solo;
9Orgânicos e Químicos)
• Plantar as mudas
• Primárias; Secundárias e
Climácicas;
• Construir sistemas de
proteção contra erosões;
• Tutorar as mudas volúveis;
• Combater pragas e doenças;
PRADS – PLANOS DE RECUPERAÇÃO DE
ÁREAS DEGRADADAS
• Planejamento pré-estabelecido nos Planos de Recuperação de Áreas
Degradadas (PRADS

• fins da obtenção da licença ambiental por parte das empresas que realizarão tal
atividade.
• órgãos ambientais realizarão suas exigências, permitindo assim traçar diretrizes para
a recuperação e reabilitação do lugar.
• O intuito é de eliminar ou diminuir o passivo ambiental gerado

• Estabelecer a criação de um Planejamento Ambiental

• adequado na área explorada, desde a abertura, o fechamento e a recuperação
da lavra.

• Planos de recuperação

• considerados pelos órgãos ambientais apenas um instrumento de adequação e
controle dos empreendimentos devidamente licenciados.

• Elaboração de estratégias preventivas

• Processo de reabilitação que se pretende para as áreas degradadas.
LEGISLAÇÃO
• Os programas de monitoramento e recuperação ambiental de empreendimentos
mineiros são prerrogativas fundamentais para licenciamento da exploração.

• A recuperação das áreas degradadas, art. 225 da CF, deve ser cobrada do
empreendedor contemplado pelo licenciamento, sob pena deste, uma vez
negligenciadas, pode sofrer todas as sanções previstas no aparato jurídico.
• Artigo 225 (parágrafos 2º e 3º), da CF prevê que aquele que explorar recursos
minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com
a solução técnica exigida pelo órgão competente na forma de lei”.
• O controle supremo sobre os recursos minerais e sua exploração compete ao
Governo Federal.
• A legislação estabelece que cabe somente a União legislar sobre “jazidas, minas
e outros recursos minerais e metalurgia”art. 22, XII da C.F.).
LEGISLAÇÃO
• Na mesma linha, o art. 20, inc. IX estipula o seguinte:

• Pertencem à União os recursos minerais, o que implica que tais
recursos não podem pertencer à particulares, nem mesmo
aos estados, Distrito Federal ou municípios;
• Nas esferas estaduais e municipais é permitido, em
competência comum com a União, “registrar, acompanhar e
fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração
dos recursos naturais e minerais em seus territórios” (art. 23.
item XI).
• Cabe ao Departamento Nacional da Produção Mineral –
DNPM, a função de administrar a mineração no território
nacional através do Código de Mineração (Decreto Lei
Federal 227/67), que é uma das bases da Legislação Mineral
no Brasil.
LEGISLAÇÃO
• Ainda, a Lei n. º 6.938/81 adota o critério da responsabilidade
objetiva pelo qual: “... o poluidor é obrigado, culpa, a
indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente e
a terceiros, afetados por sua atividade;
• Nesta teoria da responsabilidade objetiva, não se cogita o
elemento de culpa;
• O empreendedor que, ao criar e operacionalizar a sua
atividade cria riscos para terceiros, fica obrigado a reparar
qualquer dano àquele causado, ainda que a sua atividade e
a sua atitude estejam isentas de culpa;

• A atividade mineradora se enquadra em todas as definições
referenciadas
COMPETÊNCIAS
• O Estado tem competências por meio de convênio com a União para
• licenciamento ambiental de empreendimentos, em parceria com o IBAMA.

• Aos municípios, por intermédio da política de desenvolvimento urbano,
cabe:

• “ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem
estar de seus habitantes” o que denota que qualquer atividade (incluindo a
mineração de argila) que esteja em desacordo com a política de ordenamento
municipal poderá ser interrompida.
• os municípios possuem a competência de legislar sobre os interesses locais,
repercutindo sobre a atividade mineradora, ainda que não lhe seja cabido
efetivamente legislar sobre ela.
• Determina, também, a coautoria dos crimes ambientais, definida para todos aqueles
que; atuaram na ação que determinou o dano, no caso de empresas, do operário
comum ao presidente; autoridades públicas que tenham, comprovadamente,
negligenciado o fato.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Eia-rima
Eia-rimaEia-rima
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Nelson Virgilio Carvalho Filho
 
Gestão de recursos hídricos
Gestão de recursos hídricosGestão de recursos hídricos
Gestão de recursos hídricos
André Fontana Weber
 
Sustentabilidade Urbana
Sustentabilidade UrbanaSustentabilidade Urbana
Sustentabilidade Urbana
Vitor Vieira Vasconcelos
 
Saneamento Básico e Saúde Pública
Saneamento Básico e Saúde PúblicaSaneamento Básico e Saúde Pública
Saneamento Básico e Saúde Pública
Isabela Espíndola
 
Manejo e conservação do solo - Terraceamento
Manejo e conservação do solo - Terraceamento Manejo e conservação do solo - Terraceamento
Manejo e conservação do solo - Terraceamento
Ediney Dias
 
Palestra Meio Ambiente
Palestra Meio AmbientePalestra Meio Ambiente
Palestra Meio Ambiente
adelsonb
 
Solos 2
Solos 2Solos 2
Unidades de Conservação - Por Renato Marchesini
Unidades de Conservação - Por Renato MarchesiniUnidades de Conservação - Por Renato Marchesini
Unidades de Conservação - Por Renato Marchesini
Renato Marchesini
 
Manejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do SoloManejo e Conservação do Solo
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e SustentabilidadeGestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Milton Henrique do Couto Neto
 
Adubação orgânica
Adubação orgânicaAdubação orgânica
Adubação orgânica
Ewerton Guilherme
 
Aula 1 leg. ambiental_claudia do valle
Aula 1 leg. ambiental_claudia do valleAula 1 leg. ambiental_claudia do valle
Aula 1 leg. ambiental_claudia do valle
Lxa Alx
 
Solos
SolosSolos
Solos
ceama
 
Solos: origem, evolução, degradação e conservação
Solos: origem, evolução, degradação e conservaçãoSolos: origem, evolução, degradação e conservação
Solos: origem, evolução, degradação e conservação
Rodrigo Pavesi
 
Slides complexo organo-mineral e formação de agregados
Slides complexo organo-mineral e formação de agregadosSlides complexo organo-mineral e formação de agregados
Slides complexo organo-mineral e formação de agregados
Guilherme Lucio Martins
 
Gestão Ambiental
Gestão AmbientalGestão Ambiental
Gestão Ambiental
Cadernos PPT
 
Aula 3
Aula 3Aula 3
Poluiçao
PoluiçaoPoluiçao
Aula 5 fundamentos de gestão e ambiental 06.09 2
Aula 5 fundamentos de gestão e ambiental 06.09 2Aula 5 fundamentos de gestão e ambiental 06.09 2
Aula 5 fundamentos de gestão e ambiental 06.09 2
Carina Marciela Mews
 

Mais procurados (20)

Eia-rima
Eia-rimaEia-rima
Eia-rima
 
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10Aula 11   introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
Aula 11 introdução tratamento de efluentes - prof. nelson (area 1) - 06.10
 
Gestão de recursos hídricos
Gestão de recursos hídricosGestão de recursos hídricos
Gestão de recursos hídricos
 
Sustentabilidade Urbana
Sustentabilidade UrbanaSustentabilidade Urbana
Sustentabilidade Urbana
 
Saneamento Básico e Saúde Pública
Saneamento Básico e Saúde PúblicaSaneamento Básico e Saúde Pública
Saneamento Básico e Saúde Pública
 
Manejo e conservação do solo - Terraceamento
Manejo e conservação do solo - Terraceamento Manejo e conservação do solo - Terraceamento
Manejo e conservação do solo - Terraceamento
 
Palestra Meio Ambiente
Palestra Meio AmbientePalestra Meio Ambiente
Palestra Meio Ambiente
 
Solos 2
Solos 2Solos 2
Solos 2
 
Unidades de Conservação - Por Renato Marchesini
Unidades de Conservação - Por Renato MarchesiniUnidades de Conservação - Por Renato Marchesini
Unidades de Conservação - Por Renato Marchesini
 
Manejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do SoloManejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do Solo
 
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e SustentabilidadeGestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
Gestão Ambiental 01 - Introdução a Gestão Ambiental e Sustentabilidade
 
Adubação orgânica
Adubação orgânicaAdubação orgânica
Adubação orgânica
 
Aula 1 leg. ambiental_claudia do valle
Aula 1 leg. ambiental_claudia do valleAula 1 leg. ambiental_claudia do valle
Aula 1 leg. ambiental_claudia do valle
 
Solos
SolosSolos
Solos
 
Solos: origem, evolução, degradação e conservação
Solos: origem, evolução, degradação e conservaçãoSolos: origem, evolução, degradação e conservação
Solos: origem, evolução, degradação e conservação
 
Slides complexo organo-mineral e formação de agregados
Slides complexo organo-mineral e formação de agregadosSlides complexo organo-mineral e formação de agregados
Slides complexo organo-mineral e formação de agregados
 
Gestão Ambiental
Gestão AmbientalGestão Ambiental
Gestão Ambiental
 
Aula 3
Aula 3Aula 3
Aula 3
 
Poluiçao
PoluiçaoPoluiçao
Poluiçao
 
Aula 5 fundamentos de gestão e ambiental 06.09 2
Aula 5 fundamentos de gestão e ambiental 06.09 2Aula 5 fundamentos de gestão e ambiental 06.09 2
Aula 5 fundamentos de gestão e ambiental 06.09 2
 

Destaque

Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Recuperação de Áreas Degradadas por MineraçãoRecuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Leandro A. Machado de Moura
 
Semana da agua
Semana da aguaSemana da agua
Prad da nascente e app do córrego do latão
Prad da nascente e app do córrego do latãoPrad da nascente e app do córrego do latão
Prad da nascente e app do córrego do latão
Danielle Rocha
 
Manual recuperação áreas degradadas
Manual recuperação áreas degradadasManual recuperação áreas degradadas
Manual recuperação áreas degradadas
Jorge Henrique Silva
 
Conservação por utilização de temperaturas
Conservação por utilização de temperaturasConservação por utilização de temperaturas
Conservação por utilização de temperaturas
UERGS
 
Mata ciliar, como agir?
Mata ciliar, como agir?Mata ciliar, como agir?
Mata ciliar, como agir?
Jonas Da Rosa
 
Definição, classificação, composição e conservação aula 2
Definição, classificação, composição e conservação aula 2Definição, classificação, composição e conservação aula 2
Definição, classificação, composição e conservação aula 2
UERGS
 
Conservação e recuperação de areas degradas
Conservação e recuperação de areas degradasConservação e recuperação de areas degradas
Conservação e recuperação de areas degradas
UERGS
 
Projetos agrossilvipastoris
Projetos agrossilvipastorisProjetos agrossilvipastoris
Projetos agrossilvipastoris
Exagro
 
Aula 5
Aula 5Aula 5
Tópicos especiais biodiesel
Tópicos especiais   biodieselTópicos especiais   biodiesel
Tópicos especiais biodiesel
UERGS
 
Urinocultura
UrinoculturaUrinocultura
Urinocultura
Érico Maciel
 
Meio ambiente – as 17 leis ambientais do
Meio ambiente – as 17 leis ambientais doMeio ambiente – as 17 leis ambientais do
Meio ambiente – as 17 leis ambientais do
UERGS
 
Minicurso áreas degradadas mata ciliar
Minicurso áreas degradadas mata ciliarMinicurso áreas degradadas mata ciliar
Minicurso áreas degradadas mata ciliar
Sebastião Nascimento
 
Princípios gerais da conservação de alimentos
Princípios gerais da conservação de alimentosPrincípios gerais da conservação de alimentos
Princípios gerais da conservação de alimentos
UERGS
 
Bioquimica de alimentos proteases
Bioquimica de alimentos   proteasesBioquimica de alimentos   proteases
Bioquimica de alimentos proteases
UERGS
 
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Mayara Leão
 
Manual de recuperação de áreas degradadas
Manual de recuperação de áreas degradadasManual de recuperação de áreas degradadas
Manual de recuperação de áreas degradadas
Diogo Brodt
 
Bioquimica da maturação das frutas
Bioquimica da maturação das frutasBioquimica da maturação das frutas
Bioquimica da maturação das frutas
UERGS
 
Resumo de micro clinica 2
Resumo de micro clinica 2Resumo de micro clinica 2
Resumo de micro clinica 2
Tamara Garcia
 

Destaque (20)

Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Recuperação de Áreas Degradadas por MineraçãoRecuperação de Áreas Degradadas por Mineração
Recuperação de Áreas Degradadas por Mineração
 
Semana da agua
Semana da aguaSemana da agua
Semana da agua
 
Prad da nascente e app do córrego do latão
Prad da nascente e app do córrego do latãoPrad da nascente e app do córrego do latão
Prad da nascente e app do córrego do latão
 
Manual recuperação áreas degradadas
Manual recuperação áreas degradadasManual recuperação áreas degradadas
Manual recuperação áreas degradadas
 
Conservação por utilização de temperaturas
Conservação por utilização de temperaturasConservação por utilização de temperaturas
Conservação por utilização de temperaturas
 
Mata ciliar, como agir?
Mata ciliar, como agir?Mata ciliar, como agir?
Mata ciliar, como agir?
 
Definição, classificação, composição e conservação aula 2
Definição, classificação, composição e conservação aula 2Definição, classificação, composição e conservação aula 2
Definição, classificação, composição e conservação aula 2
 
Conservação e recuperação de areas degradas
Conservação e recuperação de areas degradasConservação e recuperação de areas degradas
Conservação e recuperação de areas degradas
 
Projetos agrossilvipastoris
Projetos agrossilvipastorisProjetos agrossilvipastoris
Projetos agrossilvipastoris
 
Aula 5
Aula 5Aula 5
Aula 5
 
Tópicos especiais biodiesel
Tópicos especiais   biodieselTópicos especiais   biodiesel
Tópicos especiais biodiesel
 
Urinocultura
UrinoculturaUrinocultura
Urinocultura
 
Meio ambiente – as 17 leis ambientais do
Meio ambiente – as 17 leis ambientais doMeio ambiente – as 17 leis ambientais do
Meio ambiente – as 17 leis ambientais do
 
Minicurso áreas degradadas mata ciliar
Minicurso áreas degradadas mata ciliarMinicurso áreas degradadas mata ciliar
Minicurso áreas degradadas mata ciliar
 
Princípios gerais da conservação de alimentos
Princípios gerais da conservação de alimentosPrincípios gerais da conservação de alimentos
Princípios gerais da conservação de alimentos
 
Bioquimica de alimentos proteases
Bioquimica de alimentos   proteasesBioquimica de alimentos   proteases
Bioquimica de alimentos proteases
 
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
Plano de Recuperação da Área Degradada como condicionante da Implantação do H...
 
Manual de recuperação de áreas degradadas
Manual de recuperação de áreas degradadasManual de recuperação de áreas degradadas
Manual de recuperação de áreas degradadas
 
Bioquimica da maturação das frutas
Bioquimica da maturação das frutasBioquimica da maturação das frutas
Bioquimica da maturação das frutas
 
Resumo de micro clinica 2
Resumo de micro clinica 2Resumo de micro clinica 2
Resumo de micro clinica 2
 

Semelhante a Recuperação de áreas

Aula 04 - RAD.pptx
Aula  04 - RAD.pptxAula  04 - RAD.pptx
Aula 04 - RAD.pptx
LimaDeleonMartins1
 
6 impacto ambiental
6 impacto ambiental6 impacto ambiental
6 impacto ambiental
Guilherme Di Bernardi Corrêa
 
Solos cimento
Solos cimentoSolos cimento
Solos cimento
Samuel Nolasco
 
Tratamento de resíduos
Tratamento de resíduosTratamento de resíduos
Tratamento de resíduos
Maria Paredes
 
Apresentação aterro sanitário.
Apresentação aterro sanitário.Apresentação aterro sanitário.
Apresentação aterro sanitário.
Carlos Elson Cunha
 
Apostila de areas degradadas
Apostila de areas degradadasApostila de areas degradadas
Apostila de areas degradadas
Rômulo Magno
 
Apostila de areas degradadas
Apostila de areas degradadasApostila de areas degradadas
Apostila de areas degradadas
Dalvino Jose de Moura
 
Poluição e agricultura
Poluição e agriculturaPoluição e agricultura
Poluição e agricultura
Denysson Amorim
 
Recuperação de áreas degradadas aterro sanitário
Recuperação de áreas degradadas  aterro sanitárioRecuperação de áreas degradadas  aterro sanitário
Recuperação de áreas degradadas aterro sanitário
Marlos Nogueira
 
Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas
Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as EmpresasPolítica Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas
Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas
Instituto de Cidadania Empresarial do Maranhão
 
Aula 05 agentes poluidores do solo
Aula 05   agentes poluidores do soloAula 05   agentes poluidores do solo
Aula 05 agentes poluidores do solo
Proftatiane
 
Aula 05 agentes poluidores do solo
Aula 05   agentes poluidores do soloAula 05   agentes poluidores do solo
Aula 05 agentes poluidores do solo
Proftatiane
 
1 11[1]
1 11[1]1 11[1]
1 11[1]
josimar_bn
 
Seminario aterros editado
Seminario   aterros editadoSeminario   aterros editado
Seminario aterros editado
Carlos Elson Cunha
 
Poluição dos solos apresentação
Poluição dos solos apresentaçãoPoluição dos solos apresentação
Poluição dos solos apresentação
Maria Paredes
 
Riscos Geológicos de áreas degradadas - Geologia
Riscos Geológicos de áreas degradadas - GeologiaRiscos Geológicos de áreas degradadas - Geologia
Riscos Geológicos de áreas degradadas - Geologia
AndreaGama16
 
Poluição do solo geomorfologia
Poluição do solo   geomorfologiaPoluição do solo   geomorfologia
Poluição do solo geomorfologia
Rodrigo Sousa
 
Aula 9 aterro
Aula 9   aterroAula 9   aterro
Aula 9 aterro
Giovanna Ortiz
 
BURITICUPU.pdf
BURITICUPU.pdfBURITICUPU.pdf
BURITICUPU.pdf
HianaBrito1
 
Tratamento e disposição de resíduos e efluentes
Tratamento e disposição de resíduos e efluentesTratamento e disposição de resíduos e efluentes
Tratamento e disposição de resíduos e efluentes
RafaelNeves651350
 

Semelhante a Recuperação de áreas (20)

Aula 04 - RAD.pptx
Aula  04 - RAD.pptxAula  04 - RAD.pptx
Aula 04 - RAD.pptx
 
6 impacto ambiental
6 impacto ambiental6 impacto ambiental
6 impacto ambiental
 
Solos cimento
Solos cimentoSolos cimento
Solos cimento
 
Tratamento de resíduos
Tratamento de resíduosTratamento de resíduos
Tratamento de resíduos
 
Apresentação aterro sanitário.
Apresentação aterro sanitário.Apresentação aterro sanitário.
Apresentação aterro sanitário.
 
Apostila de areas degradadas
Apostila de areas degradadasApostila de areas degradadas
Apostila de areas degradadas
 
Apostila de areas degradadas
Apostila de areas degradadasApostila de areas degradadas
Apostila de areas degradadas
 
Poluição e agricultura
Poluição e agriculturaPoluição e agricultura
Poluição e agricultura
 
Recuperação de áreas degradadas aterro sanitário
Recuperação de áreas degradadas  aterro sanitárioRecuperação de áreas degradadas  aterro sanitário
Recuperação de áreas degradadas aterro sanitário
 
Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas
Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as EmpresasPolítica Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas
Política Nacional de Resíduos Sólidos: Desafios e Oportunidades para as Empresas
 
Aula 05 agentes poluidores do solo
Aula 05   agentes poluidores do soloAula 05   agentes poluidores do solo
Aula 05 agentes poluidores do solo
 
Aula 05 agentes poluidores do solo
Aula 05   agentes poluidores do soloAula 05   agentes poluidores do solo
Aula 05 agentes poluidores do solo
 
1 11[1]
1 11[1]1 11[1]
1 11[1]
 
Seminario aterros editado
Seminario   aterros editadoSeminario   aterros editado
Seminario aterros editado
 
Poluição dos solos apresentação
Poluição dos solos apresentaçãoPoluição dos solos apresentação
Poluição dos solos apresentação
 
Riscos Geológicos de áreas degradadas - Geologia
Riscos Geológicos de áreas degradadas - GeologiaRiscos Geológicos de áreas degradadas - Geologia
Riscos Geológicos de áreas degradadas - Geologia
 
Poluição do solo geomorfologia
Poluição do solo   geomorfologiaPoluição do solo   geomorfologia
Poluição do solo geomorfologia
 
Aula 9 aterro
Aula 9   aterroAula 9   aterro
Aula 9 aterro
 
BURITICUPU.pdf
BURITICUPU.pdfBURITICUPU.pdf
BURITICUPU.pdf
 
Tratamento e disposição de resíduos e efluentes
Tratamento e disposição de resíduos e efluentesTratamento e disposição de resíduos e efluentes
Tratamento e disposição de resíduos e efluentes
 

Mais de UERGS

Aula 1 - Biodiversidade e os Recursos Genéticos [Salvo automaticamente].pptx
Aula 1 - Biodiversidade e os Recursos Genéticos [Salvo automaticamente].pptxAula 1 - Biodiversidade e os Recursos Genéticos [Salvo automaticamente].pptx
Aula 1 - Biodiversidade e os Recursos Genéticos [Salvo automaticamente].pptx
UERGS
 
Nutrigenômica e nutrigenética
Nutrigenômica e nutrigenéticaNutrigenômica e nutrigenética
Nutrigenômica e nutrigenética
UERGS
 
Introdução a genetica
Introdução a geneticaIntrodução a genetica
Introdução a genetica
UERGS
 
Conservação pelo uso do frio
Conservação pelo uso do frioConservação pelo uso do frio
Conservação pelo uso do frio
UERGS
 
Controle do amadurecimento e senescência dos frutos
Controle do amadurecimento e senescência dos frutosControle do amadurecimento e senescência dos frutos
Controle do amadurecimento e senescência dos frutos
UERGS
 
Instrumentos óticos
Instrumentos óticosInstrumentos óticos
Instrumentos óticos
UERGS
 
Analise espectro eletromagnética
Analise espectro eletromagnéticaAnalise espectro eletromagnética
Analise espectro eletromagnética
UERGS
 
Bioquímica de alimentos - Carboidrases
Bioquímica de alimentos - CarboidrasesBioquímica de alimentos - Carboidrases
Bioquímica de alimentos - Carboidrases
UERGS
 
Enzimas
EnzimasEnzimas
Enzimas
UERGS
 
Segurança alimentar e ogms
Segurança alimentar e ogmsSegurança alimentar e ogms
Segurança alimentar e ogms
UERGS
 
Impacto ambiental, analise de riscos
Impacto ambiental, analise de riscosImpacto ambiental, analise de riscos
Impacto ambiental, analise de riscos
UERGS
 
Impacto ambiental dos resíduos agroindustriais
Impacto ambiental dos resíduos agroindustriaisImpacto ambiental dos resíduos agroindustriais
Impacto ambiental dos resíduos agroindustriais
UERGS
 
Resíduos agroindustriais
Resíduos agroindustriaisResíduos agroindustriais
Resíduos agroindustriais
UERGS
 
Origem, evolução e domesticação das plantas
Origem, evolução e domesticação das plantasOrigem, evolução e domesticação das plantas
Origem, evolução e domesticação das plantas
UERGS
 
Manuseio, controle e descarte de produtos biológicos
Manuseio, controle e descarte de produtos biológicosManuseio, controle e descarte de produtos biológicos
Manuseio, controle e descarte de produtos biológicos
UERGS
 
Evolução da agricultura aula 3
Evolução da agricultura aula 3Evolução da agricultura aula 3
Evolução da agricultura aula 3
UERGS
 
Fisiologia do desenvolvimento dos frutos
Fisiologia do desenvolvimento dos frutosFisiologia do desenvolvimento dos frutos
Fisiologia do desenvolvimento dos frutos
UERGS
 
Fisiologia pré e pós colheita
Fisiologia pré e pós colheitaFisiologia pré e pós colheita
Fisiologia pré e pós colheita
UERGS
 
Origem, evolução e domesticação das plantas aula 2
Origem, evolução e domesticação das plantas aula 2Origem, evolução e domesticação das plantas aula 2
Origem, evolução e domesticação das plantas aula 2
UERGS
 
Tipos de variações
Tipos de variaçõesTipos de variações
Tipos de variações
UERGS
 

Mais de UERGS (20)

Aula 1 - Biodiversidade e os Recursos Genéticos [Salvo automaticamente].pptx
Aula 1 - Biodiversidade e os Recursos Genéticos [Salvo automaticamente].pptxAula 1 - Biodiversidade e os Recursos Genéticos [Salvo automaticamente].pptx
Aula 1 - Biodiversidade e os Recursos Genéticos [Salvo automaticamente].pptx
 
Nutrigenômica e nutrigenética
Nutrigenômica e nutrigenéticaNutrigenômica e nutrigenética
Nutrigenômica e nutrigenética
 
Introdução a genetica
Introdução a geneticaIntrodução a genetica
Introdução a genetica
 
Conservação pelo uso do frio
Conservação pelo uso do frioConservação pelo uso do frio
Conservação pelo uso do frio
 
Controle do amadurecimento e senescência dos frutos
Controle do amadurecimento e senescência dos frutosControle do amadurecimento e senescência dos frutos
Controle do amadurecimento e senescência dos frutos
 
Instrumentos óticos
Instrumentos óticosInstrumentos óticos
Instrumentos óticos
 
Analise espectro eletromagnética
Analise espectro eletromagnéticaAnalise espectro eletromagnética
Analise espectro eletromagnética
 
Bioquímica de alimentos - Carboidrases
Bioquímica de alimentos - CarboidrasesBioquímica de alimentos - Carboidrases
Bioquímica de alimentos - Carboidrases
 
Enzimas
EnzimasEnzimas
Enzimas
 
Segurança alimentar e ogms
Segurança alimentar e ogmsSegurança alimentar e ogms
Segurança alimentar e ogms
 
Impacto ambiental, analise de riscos
Impacto ambiental, analise de riscosImpacto ambiental, analise de riscos
Impacto ambiental, analise de riscos
 
Impacto ambiental dos resíduos agroindustriais
Impacto ambiental dos resíduos agroindustriaisImpacto ambiental dos resíduos agroindustriais
Impacto ambiental dos resíduos agroindustriais
 
Resíduos agroindustriais
Resíduos agroindustriaisResíduos agroindustriais
Resíduos agroindustriais
 
Origem, evolução e domesticação das plantas
Origem, evolução e domesticação das plantasOrigem, evolução e domesticação das plantas
Origem, evolução e domesticação das plantas
 
Manuseio, controle e descarte de produtos biológicos
Manuseio, controle e descarte de produtos biológicosManuseio, controle e descarte de produtos biológicos
Manuseio, controle e descarte de produtos biológicos
 
Evolução da agricultura aula 3
Evolução da agricultura aula 3Evolução da agricultura aula 3
Evolução da agricultura aula 3
 
Fisiologia do desenvolvimento dos frutos
Fisiologia do desenvolvimento dos frutosFisiologia do desenvolvimento dos frutos
Fisiologia do desenvolvimento dos frutos
 
Fisiologia pré e pós colheita
Fisiologia pré e pós colheitaFisiologia pré e pós colheita
Fisiologia pré e pós colheita
 
Origem, evolução e domesticação das plantas aula 2
Origem, evolução e domesticação das plantas aula 2Origem, evolução e domesticação das plantas aula 2
Origem, evolução e domesticação das plantas aula 2
 
Tipos de variações
Tipos de variaçõesTipos de variações
Tipos de variações
 

Último

filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
SidneySilva523387
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
MatheusSousa716350
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
erssstcontato
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdfMAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
GracinhaSantos6
 
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
samucajaime015
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 

Último (20)

filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
cidadas 5° ano - ensino fundamental 2 ..
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdfMAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
MAPAS MENTAIS Conhecimentos Pedagógicos - ATUALIZADO 2024 PROF. Fernanda.pdf
 
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 

Recuperação de áreas

  • 1. ÁREAS DEGRADADAS PROF. DRA. ADRIANA DANTAS UERGS, CAXIAS DO SUL DISCIPLINA: USO RACIONAL DOS RECURSOS NATURAIS
  • 2. DEGRADAÇÃO AMBIENTAL • Perda de capital natural: • solos • vegetação • Biodiversidade • Perda de funções ambientais: • • • • • regulação do regime hídrico proteção do solo contra erosão proteção do aquífero subterrâneo proteção de margens de rios redução da produtividade primária dos ecossistemas
  • 3. DEGRADAÇÃO AMBIENTAL • Alterações da paisagem: • • • • • • • • alteração de relevo alteração da fisionomia da vegetação feições erosivas ou solo exposto presença de resíduos edifícios urbanos sem manutenção equipamentos urbanos sem manutenção grafitti excesso de painéis publicitários, etc. • Riscos à saúde e segurança das pessoas: • • • • • devido à presença de taludes instáveis escavações subterrâneas barragens resíduos tóxicos solos contaminados
  • 4. ÁREAS DEGRADADAS • Locais onde os processos naturais encontram-se em situação desequilíbrio, impossibilitando seu uso sustentável • processos erosivos intensos • Áreas da quais foram suprimidos componentes essenciais para manutenção de suas funções ecológicas • cobertura vegetal • horizontes superficiais do solo
  • 5. ÁREAS DEGRADADAS • Áreas onde há presença de substâncias perigosas para a saúde humana ou os ecossistemas • áreas contaminadas • Áreas que sofreram qualquer perturbação percebida como danosa ou indesejável • alterações paisagísticas • degradação do ambiente construído
  • 6. ESQUEMA CONCEITUAL DE ÁREAS DEGRADADAS
  • 7. DEGRADAÇÃO AMBIENTAL • A degradação de uma área verifica-se quando: • a vegetação e, por consequência, a fauna, são destruídas, removidas ou expulsas; • a camada de solo fértil é perdida, removida ou coberta; • afeta a vazão e a qualidade ambiental dos corpos superficiais e/ou subterrâneos d’água.
  • 8.
  • 9.
  • 10. PASSIVO AMBIENTAL • Representa os benefícios econômicos que serão renunciados em função da preservação, recuperação e proteção do meio ambiente. • “É o acumulo de danos ambientais que devem ser reparados para que seja restaurada a qualidade ambiental de um área degradada”. • Toma forma com o encerramento da prática exploratória, que pode se dar: • • • • em decorrência da exaustão da jazida; da inviabilidade econômica da exploração; por efeito de intervenção do poder Afeta diretamente a qualidade de vida da população em consequência da deterioração ambiental.
  • 11. PASSIVO AMBIENTAL EFEITO EROSIVO • Áreas sob o domínio dos efeitos erosivos se convertem em ambientes de deposição e viceversa, causando assoreamento;
  • 13. DEGRADAÇÃO DO SOLO • “alteração das propriedades do solo que acarrete efeitos negativos sobre uma ou várias funções do solo, a saúde humana ou o meio ambiente” • Degradação do solo é uma alteração de suas propriedades: • físicas (estrutura, compacidade, porosidade, ...) • químicas (pH, CTC, ...) • biológicas (diversidade de micro-organismos, ...)
  • 14. AGENTES DE DEGRADAÇÃO DO SOLO • • • • • • • agricultura, pecuária e silvicultura mineração obras civis (rodovias, barragens etc) urbanização disposição de resíduos poluição atmosférica (ex. chuva ácida) vazamentos de substâncias químicas
  • 15. AGRICULTURA • perdas de solo de 15 a 25 t/ha/ano em SP e PR • perdas anuais de 200 M t de solos em SP • cerca de 7000 voçorocas no Estado de São Paulo (500 em áreas urbanas) • Estimativas para Goiás: • áreas com cobertura florestal 0,03 t/ha/ano • áreas de pasto 0,23 t/ha/ano • áreas de cultura de ciclo curto até 51 t/ha/ano
  • 16. MINERAÇÃO • As atividades de mineração, quando não são orientadas por técnicas menos impactantes, ocasionam mudanças significativas no meio ambiente. • A área de exploração mineral, bem como suas cercanias, podem ficar comprometidas durante as atividades e mesmo após seu encerramento. • • • • • • • • Principais efeitos de degradação ambiental: focos de erosão assoreamento de corpos d 'água, degradação da paisagem, poluição do ar (material em suspensão), poluição sonora, poluição das águas desatinação de rejeito e material estéril em locais inadequados.
  • 17. RECUPERAÇÃO AMBIENTAL NA MINERAÇÃO? • Perspectiva administrativa quando o PRAD foi implementado em sua totalidade • Perspectiva funcional • quando as funções ecológicas são restauradas • quando novas funções são estabelecidas • Perspectiva formal • quando parâmetros preestabelecidos são atendidos • Perspectiva administrativa • deficiências dos PRADs • Perspectiva formal • permite participação pública na definição de critérios • constatação de atendimento é auditável e reprodutível
  • 18. OBRAS CIVIS • A indústria da construção civil ocupa posição de destaque na economia do Brasil; • grande geradora de impactos ambientais; • causadoras situações de risco: • aumento da vulnerabilidade dos lençóis freáticos e rios ou córregos próximos, • danos a edificações e ruas ou estradas vizinhas, • perda da qualidade do ar por meio de ruídos ou poluição • insalubridades decorrentes da deposição de resíduos • danos à população das proximidades
  • 19. • Áreas degradadas provocadas pela construção civil ocorrem em três momentos distintos: • na extração e fabricação de materiais de construção • na execução das obras • na disposição dos resíduos por ela gerados. • Preconiza-se o desenvolvimento de atividades da construção civil mais adequadas aos princípios da construção sustentável: • não causem tantas ações degradantes • adotem formas de exploração de matéria-prima mais conscientes e alternativas, • utilizem materiais e processos construtivos que objetivem a harmonia entre o homem e o meio; • dando uma destinação apropriada aos resíduos.
  • 20.
  • 21. URBANIZAÇÃO  O processo de expansão urbana em áreas conturbadas, reflexo do inchaço populacional das metrópoles,  altera a dimensão espacial das áreas afetadas  gera problemas socioambientais  Altera o modo de vida da população local nas relações sociais e com o meio.  Grandes empreendimentos imobiliários gera transtornos ambientais nos arredores das áreas de implantação, no subsolo e na dinâmica dos atores que convivem com a
  • 22.
  • 23. DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS • Toda atividade humana é por natureza geradora de resíduos, sejam sólidos, líquidos ou gasosos e estes devem ser gerenciados corretamente, para minimizar os custos e reduzir o potencial de geração de problemas sanitários e ambientais em comunidades. • Em função da sua natureza heterogênea, os resíduos sólidos podem causar impactos sanitário, ambiental, econômico e estético durante todo seu ciclo de vida e principalmente, em sua etapa de destinação final agredindo a atmosfera, o solo, o lençol freático e os ecossistemas.
  • 24.
  • 25. A proposta tomou por base três estratégias, situadas em níveis de hierarquia distintos, ilustrados na Figura 4: (i) prevenção; (ii) desvio do resíduo da disposição em aterro; e (iii) disposição em aterro de RCC. Para a direita e para baixo, o enfoque vai se encaminhando para as tecnologias fim-detubo, ou seja, as práticas tornam-se menos adequadas ambientalmente. Na parte superior está esclarecido o tipo de atividade correspondente a cada ação. A redução na fonte inclui o reuso de produtos e a reciclagem interna. É considerada redução na fonte quando o resíduo não entra no “fluxo dos resíduos” do sistema de limpeza urbana da cidade, ou seja, não envolve gastos com transporte, reciclagem, tratamento ou disposição final.
  • 28. DESCARACTERIZAÇÃO DA PAISAGEM • Se dá com a abertura da frente de lavra; • Configura impacto de monta, quase sempre o primeiro a ser notado nos empreendimentos; • Gera impacto visual e alteração de ordem geomorfológica , hidrológica, biológica, etc. • Alteram a geomorfologia local; • Ocasionam modificações nos processos morfológicos vigentes • - mudanças de direções de fluxos das águas de escoamento superficial;
  • 31. PILHAS DE ESTÉREIS NO TERRENO • • • • Liberam sedimentos, se não protegidas: Degradam o solo sobre o qual é disposto; Sepultam a vegetação pré-existente As partículas podem ser transportadas a distâncias consideráveis
  • 33. PROCESSOS DE DEGRADAÇÃO DO SOLO perda de matéria orgânica erosão laminar erosão linear: sulcos, ravinas, voçorocas movimentos de massa: escorregamentos, queda de blocos • erosão eólica • • • •
  • 34. PROCESSOS DE DEGRADAÇÃO DO SOLO • acúmulo de matéria alóctone • • recobrimento (e.g. aterros) • • assoreamento • degradação física • •compactação • •alteração da estrutura do solo • • • • • degradação química • acidificação • salinização • lixiviação de nutrientes • acumulação de substâncias tóxicas
  • 35. DESERTIFICAÇÃO MAPA DA SUSCEPTIBILIDADE DO BRASIL, ELABORADO PELO MMA A PARTIR DE TRABALHO REALIZADO PELO CENTRO DE SENSORIAMENTO REMOTO DO IBAMA • Três categorias de susceptibilidade: • Alta, Muito Alta e Moderada. • As duas primeiras referem-se respectivamente às áreas áridas e semiáridas definidas pelo índice de aridez. • A terceira é resultado da diferença entre a área do Polígono das Secas e as demais categorias. • Total de 980.711,58 km2: • • • 238.644,47 km2 são de susceptibilidade Muito Alta 384.029,71 km2 são de susceptibilidade Alta 358,037,40 km2 são moderadamente susceptíveis.
  • 36. PREVENÇÃO • Devem acompanhar as fases de instalação e operação: • a construção de muros de contenção de rejeitos para evitar o deslocamento do estéril pelas vertentes; • o plantio de cercas vivas para inibir o arrasto eólico das partículas de menor tamanho; • o recobrimento dos montes de estéreis com vegetação rasteira; • o fechamento das crateras abandonadas; • acatar a legislação ambiental • Modificar o mínimo possível a área durante a mineração. • As áreas já conturbadas devem ser recuperadas progressivamente, sem esperar seu abandono após a mineração. • A área minerada deve ficar exposta o mínimo de tempo possível. • Todo estéril deve ser depositado de maneira controlada; • Construir terraços ou banquetas com solo compactado e coberto com vegetação vigorosa ao pé das escavações da mineração. • O solo pode ser amontoado em camadas de terra de até 1,5 metros de altura e de 3 a 4m de largura, com qualquer comprimento. • O solo armazenado deve ser protegido dos raios solares e da chuva com cobertura vegetal viva ou de palha.
  • 37. CONTROLE DA SEDIMENTAÇÃO NOS CURSOS DE ÁGUA • Instalar represas ou escavações de lagoas; • Remover os sedimentos já depositados no leito natural.
  • 38. RECUPERAÇÃO X REABILITAÇÃO • Recuperação do solo: processo de manejo do solo no qual são criadas condições para que uma área perturbada ou mesmo natural seja adequada a novos usos • Reabilitação do solo: forma de recuperação do solo em que uma área perturbada é adequada a um uso determinado e novo ou àquele de antes da perturbação, segundo um projeto prévio ABNT (1989), NBR 10703
  • 39. REABILITAÇÃO • Tem por intuito criar uma nova possibilidade de uso para a área. • • • • Parques urbanos; Loteamentos; Piscicultura; Lazer. • Justifica se a área: • serve de depósito de lixo; • pode abrigar animais nocivos e indesejáveis, como ratos, baratas e aranhas; • presta-se como espaço favorável para práticas ilícitas e delinquentes; • o espelho d’água fornece situação propicia para criadouro de inseto e anfíbios; • fornece risco a pessoas e animais.
  • 40. RECUPERAÇÃO DE TALUDE • Devem ser estudadas as condições da área, como: • As encostas no interior da cava apresentam estabilidade física e química; • Espelho d'água: profundidade e se é perene ou não; • O terreno em que está inserido o passivo.
  • 41. RESTAURAÇÃO • Consiste na recuperação da área para usos semelhantes ou idênticos àqueles que se processavam antes da exploração. • • • • Áreas de Preservação Permanente; Áreas de Reserva Legal; Pastagens; Lavouras.
  • 42. PROJETO DE REABILITAÇÃO • Áreas originalmente de preservação deve voltar a ser de preservação, área de preservação ambiental (APP) e reserva legal (RL); • Áreas originalmente de lavouras, deve voltar a ser lavouras; • Um processo de conservação ordenado e planejado permite a conservação da zona de recarga dos aquíferos; Margem do Lago de Itaipu
  • 43. PROJETO DE REABILITAÇÃO • Áreas urbanas devem sofrer recuperação paisagística e orientação para lazer; • Os condicionantes físicos e sociais relacionados a cava podem permitir a conjugação de mais de uma forma de uso.
  • 44. NOVO USO • A possibilidade de um novo uso requer que a área apresente condições de: • estabilidade física, sem processos erosivos intensos e riscos excessivos de movimentos de terra; • estabilidade química, não sujeita a reações químicas que possam gerar compostos nocivos à saúde humana ou aos ecossistemas, como ácidos provenientes de pilhas de estéril contendo sulfetos. • estabilidade biológica, no caso de a área ser utilizada para finalidades de conservação ambiental.
  • 45. NOVOS USOS DO SOLO EM ÁREAS RECUPERADAS • Área de lazer
  • 49. RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADAS • Resultado da aplicação de técnicas de manejo visando tornar uma área degradada apta para um novo uso produtivo o novo uso • poderá ser igual ou diferente do uso que precedeu a ação degradadora a conservação ambiental (uso indireto) • poderá ser de regeneração natural (chamada atenuação natural no caso de áreas contaminadas) • A recuperação dos estéreis e rejeitos deve ser considerada como parte do processo de mineração.
  • 50. RECUPERAÇÃO AMBIENTAL • O revestimento vegetal do local minerado pode corrigir ou diminuir os impactos provocados pela mineração sobre os recursos hídricos, edáficos e visuais da área; • Normalmente, a vegetação existente no início da mineração é eliminada no começo das atividades; • Em certas ocasiões a recuperação de áreas dedicadas à exploração de determinado minério é possível.
  • 51. O QUE É RECUPERAÇÃO AMBIENTAL? • “A recuperação deverá ter por objetivo o retorno do sítio degradado a uma forma de utilização, de acordo com um plano pré-estabelecido para o uso do solo, visando a obtenção de uma estabilidade do meio ambiente.” Dec. Federal 97.632/89 (Art. 3o) • “restituição de um ecossistema ou de uma população silvestre degradada a uma condição não degradada, que pode ser diferente de sua condição original.”) Lei Federal 9985/2000 (Art. 2º, XIII) • "Recuperação significa que o sítio degradado será retornado a uma forma de utilização de acordo com um plano preestabelecido para o uso do solo. Implica também que uma condição estável será obtida em conformidade com os valores ambientais, estéticos e sociais da circunvizinhança. Significa, também, que o sítio degradado terá condições mínimas de estabelecer um novo equilíbrio dinâmico, desenvolvendo um novo solo e uma nova paisagem.“ Williams et alii (1990)
  • 52. PRINCÍPIOS DA RECUPERAÇÃO • estabilidade física • quando os processos do meio físico estejam em equilíbrio dinâmico, por exemplo, sem ocorrência de processos erosivos intensos, como ravinamento, ou de movimentos de massa, tais como escorregamentos • estabilidade química • quando não ocorram reações químicas capazes de emitir uma carga poluente para o meio, como a geração de ácidos
  • 53. PROJETO DE RECUPERAÇÃO • Deve ser elaborado por profissionais habilitados; • Escolher os Níveis de recuperação de áreas degradadas; • A recuperação deve sempre que possível: • reintegrar a área na função anterior; • direcionar a área para novos usos. • Procedimentos que podem ser aplicados a partir da exaustão da jazida: • regeneração natural; • reabilitação; • restauração.
  • 54. OUTROS CRITÉRIOS DE RAD • ecossistemas autossustentáveis • sem necessidade de intervenção humana • produtividade agrícola equivalente • dadas práticas agrícolas similares e condições comparáveis de solo • conformidade com valores estéticos • aceitabilidade social
  • 55.
  • 56. PASSOS PARA RECUPERAÇÃO • Elaboração do Projeto: • • • • • Levantamento topográfico Planialtimétrico; Levantamento Classificação e Análise de solos; Levantamento e Identificação da Fitofisionomia local; Levantamento do perfil do Lençol Freático; Definir espécies vegetais a serem implantadas.
  • 57. REGENERAÇÃO NATURAL • É a forma de recuperação menos onerosa; • Feita com pequenas intervenções. • Pode resultar de regime de sucessão vegetacional.
  • 59. A RECUPERAÇÃO DEVE: -. • resultar numa paisagem estável; - Minimizar a poluição do ar e da água • o solo volta a ser auto-suficiente e produtivo; • - o habitat da fauna é restabelecido.
  • 60. REPOSIÇÃO DE SOLO ORGÂNICO • Antes da reposição do solo orgânico armazenado, a superfície do depósito de estéril a ser recuperado deverá ser escarificada em curvas de nível a profundidade de pelo menos 0,5 metro, para atenuar a compactação. • Depois da aplicação do solo orgânico, a escarificação deverá ser repetida. • Para o cultivo de gramíneas, a camada deve ter de 10 a 15 cm. • Para plantio de árvores ou arbustos, a camada deve ser superior a 30 cm.
  • 62. RECUPERAÇÃO COM FLORESTAS • Execução • Incorporar os corretivos e fertilizantes; • Plantar gramíneas para recobrir o solo; • Abrir as covas; • Misturar fertilizantes ao solo; 9Orgânicos e Químicos) • Plantar as mudas • Primárias; Secundárias e Climácicas; • Construir sistemas de proteção contra erosões; • Tutorar as mudas volúveis; • Combater pragas e doenças;
  • 63. PRADS – PLANOS DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS • Planejamento pré-estabelecido nos Planos de Recuperação de Áreas Degradadas (PRADS • fins da obtenção da licença ambiental por parte das empresas que realizarão tal atividade. • órgãos ambientais realizarão suas exigências, permitindo assim traçar diretrizes para a recuperação e reabilitação do lugar. • O intuito é de eliminar ou diminuir o passivo ambiental gerado • Estabelecer a criação de um Planejamento Ambiental • adequado na área explorada, desde a abertura, o fechamento e a recuperação da lavra. • Planos de recuperação • considerados pelos órgãos ambientais apenas um instrumento de adequação e controle dos empreendimentos devidamente licenciados. • Elaboração de estratégias preventivas • Processo de reabilitação que se pretende para as áreas degradadas.
  • 64. LEGISLAÇÃO • Os programas de monitoramento e recuperação ambiental de empreendimentos mineiros são prerrogativas fundamentais para licenciamento da exploração. • A recuperação das áreas degradadas, art. 225 da CF, deve ser cobrada do empreendedor contemplado pelo licenciamento, sob pena deste, uma vez negligenciadas, pode sofrer todas as sanções previstas no aparato jurídico. • Artigo 225 (parágrafos 2º e 3º), da CF prevê que aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com a solução técnica exigida pelo órgão competente na forma de lei”. • O controle supremo sobre os recursos minerais e sua exploração compete ao Governo Federal. • A legislação estabelece que cabe somente a União legislar sobre “jazidas, minas e outros recursos minerais e metalurgia”art. 22, XII da C.F.).
  • 65. LEGISLAÇÃO • Na mesma linha, o art. 20, inc. IX estipula o seguinte: • Pertencem à União os recursos minerais, o que implica que tais recursos não podem pertencer à particulares, nem mesmo aos estados, Distrito Federal ou municípios; • Nas esferas estaduais e municipais é permitido, em competência comum com a União, “registrar, acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração dos recursos naturais e minerais em seus territórios” (art. 23. item XI). • Cabe ao Departamento Nacional da Produção Mineral – DNPM, a função de administrar a mineração no território nacional através do Código de Mineração (Decreto Lei Federal 227/67), que é uma das bases da Legislação Mineral no Brasil.
  • 66. LEGISLAÇÃO • Ainda, a Lei n. º 6.938/81 adota o critério da responsabilidade objetiva pelo qual: “... o poluidor é obrigado, culpa, a indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente e a terceiros, afetados por sua atividade; • Nesta teoria da responsabilidade objetiva, não se cogita o elemento de culpa; • O empreendedor que, ao criar e operacionalizar a sua atividade cria riscos para terceiros, fica obrigado a reparar qualquer dano àquele causado, ainda que a sua atividade e a sua atitude estejam isentas de culpa; • A atividade mineradora se enquadra em todas as definições referenciadas
  • 67. COMPETÊNCIAS • O Estado tem competências por meio de convênio com a União para • licenciamento ambiental de empreendimentos, em parceria com o IBAMA. • Aos municípios, por intermédio da política de desenvolvimento urbano, cabe: • “ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem estar de seus habitantes” o que denota que qualquer atividade (incluindo a mineração de argila) que esteja em desacordo com a política de ordenamento municipal poderá ser interrompida. • os municípios possuem a competência de legislar sobre os interesses locais, repercutindo sobre a atividade mineradora, ainda que não lhe seja cabido efetivamente legislar sobre ela. • Determina, também, a coautoria dos crimes ambientais, definida para todos aqueles que; atuaram na ação que determinou o dano, no caso de empresas, do operário comum ao presidente; autoridades públicas que tenham, comprovadamente, negligenciado o fato.