SlideShare uma empresa Scribd logo
SOLOS
Aula 1 - Introdução
Definição




O solo é definido como a coleção de corpos naturais
ocorrendo na superfície da terra, contendo matéria
viva e suportando ou sendo capaz de suportar plantas.
Os fatores de formação do solo, simplesmente
denominados de intemperismo, incluem também as
forças físicas que resultam na desintegração das
rochas, as reações químicas que alteram a composição
das rochas e dos minerais, e as forças biológicas que
resultam em uma intensificação das forças físicas e
químicas.
Definição






Os fatores de formação do solo são: O material
original, o clima, a atividade biológica dos
organismos vivos, a topografia e o tempo.
Material de original: Tem uma influência passiva
nessa formação.
O clima representado pela chuva e temperatura,
influi principalmente na distribuição variada dos
elementos solúveis e na velocidade das reações
quiímicas.
Definição






Microorganismos no solo: decompor-lhe os restos
vegetais.
Topografia ou relevo: influi pelo movimento da
água
Tempo: a formação do solo depende do espaço de
tempo de todos os fatores.
Formação do solo
Solo


O solo, contudo, pode ser visto sobre diferentes
óticas. Para um agrônomo, solo é a camada na
qual pode-se desenvolver vida vegetal. Para um
engenheiro, sob o ponto de vista da mecânica dos
solos, solo é um corpo passível de ser escavado,
sendo utilizado dessa forma como suporte para
construções ou material de construção .
A composição do solo








A proporção de cada um dos componentes do solo
pode variar de um solo para outro. E podem variar
sazonalmente com períodos de maior ou menor
precipitação. Em termos médios podem ser
encontrados na seguinte proporção:
45% de elementos minerais;
25% de ar;
25% de água;
5% de matéria orgânica.
A composição do solo






O solo é a camada mais superficial da crosta e é
composto por sais minerais dissolvidos na água
intersticial e seres vivos e rochas em decomposição
Há muita variação de terreno a terreno dos elementos
do solo, mas basicamente existem quatro camadas
principais:
A primeira camada é rica em húmus, detritos de
origem orgânica. Essa camada é chamada de camada
fértil. Ela é a melhor para o plantio, e é nessa camada
que as plantas encontram alguns sais minerais e água
para se desenvolver.
A composição do solo


A outra camada é a camada dos sais minerais.
Ela é dividida em três partes:
A

primeira parte é a do calcário. Corresponde á 7 a
10% dessa camada.
 A segunda parte é a da argila. Corresponde a 20 a
30% dessa camada.
 A última parte é a da areia. Esta camada é muito
permeável e existem espaços entre as partículas da
areia, permitindo que entre ar e água com mais
facilidade. Esta parte corresponde a 60 a 70% da
camada.
A composição do solo




A terceira camada é a das rochas parcialmente
decompostas. Depois de se decomporem
totalmente, pela ação da erosão e agentes
geológicos, essas rochas podem virar sedimentos.
A quarta camada é a de rochas que estão
inicialmente começando a se decompor. Essas
rochas podem ser chamadas de rocha matriz.
Horizonte e Perfil


Uma características comum
de todos os solos é o
desenvolvimento
em
diferentes
camadas
aproximadamente
horizontais
denominadas
horizontes.
Um
seção
vertical do solo, expondoas, é denominada perfil.
Horizonte e Perfil
Basicamente um perfil de solo apresenta os
horizontes:
O - O horizonte orgânico do solo e bastante escuro
A - Horizonte superficial, com bastante interferência
do clima e da biomassa. É o horizonte de maior
mistura mineral com húmus.
E - Horizonte eluvial, ou seja, de exportação de
material, geralmente argilas e pequenos minerais.
Por isso são geralmente mais claros que demais
horizontes.

Horizonte e Perfil
B - Horizonte de maior concentração de argilas,
minerais oriundos de horizontes superiores (e, às
vezes, de solos adjacentes). É o solo com coloração
mais forte, agregação e desenvolvimento.
C - Porção de mistura de solo pouco denso com
rochas pouco alteradas da rocha mãe. Equivale
aproximadamente ao conceito de saprólito.
R ou D - Rocha matriz não alterada. De difícil acesso
em campo.
Tipos de solo
Solos arenosos
São aqueles que tem a sua maioria dos grãos de
tamanho entre 2mm e 0,075mm, formado
principalmente por cristais de quartzo e oxido de ferro
no caso de solos de regiões tropicais. Plantas e
microorganismos vivem com mais dificuldade, devido à
pouca umidade.
Também possui argila e outros compostos em menor
percentagem. Mas como tem boa aeração não retém
água. Esse solo é permeável, Também é conhecido com
neossolo. Os grãos de areia são maiores e tem mais
espaço entre si facilitando a passagem da água.

Tipos de solo
Solos argilosos
Não são tão arejados, mas armazenam mais água. São
menos permeáveis, a água vai passando mais
lentamente, ficando, então armazenada. Alguns solos
brasileiros, mesmo tendo muita argila, apresentam
grande permeabilidade. Formam pequenos grãos
semelhantes ao pó-de-café, isso lhe dá um similar ao
arenoso. Chamado de argilossolo.
Os grão de argila são menores e bem próximos uns dos
outros, dificultando a passagem da água.

Tipos de solo
Solos siltosos
Com grande quantidade de silte, geralmente são
muito erosíveis. O silte não se agrega como a
argila e ao mesmo tempo suas partículas são muito
pequenas e leves.

Tipos de solo
Solo humífero (agricultura)
Esse solo apresenta uma quantidade maior de húmus em
relação aos outros. É um solo geralmente fértil, ou seja,
um solo onde os vegetais encontram melhores condições
para se desenvolverem. Possui cerca de 10% de húmus
em relação ao total de partículas sólidas. A presença
de húmus dá uma coloração, em geral, escura, contribui
para sua capacidade de reter água e sais minerais e
aumenta sua porosidade e aeração.
Os grãos são de tamanhos variados e diversificados; a
passagem da água ocorre de acordo com o tipo de
grão.

Tipos de solo
Solo calcário
A quantidade de calcário nesse tipo de solo é maior
que em outros solos.
Desse tipo de solo é retirado um pó branco ou
amarelado, que pode ser utilizado na fertilização
dos solos destinados à agricultura e à pecuária.


Esse solo também fornece a matéria-prima para a
fabricação de cal e do cimento.
Classificação Granulométrica
FRAÇÃO
Pedra
Cascalho
Areia
Silte

DIÂMETRO (mm)
Maior que 20
Entre 20 e 2
Entre 2 a 0.02
Entre 0.02 e 0.002
Classificação Brasileira de Solos
Os conceitos do Sistema Brasileiro de Classificação de
Solos da EMBRAPA foram baseados não só no
sistema de classificação de solos de BALDWING,
KELLOG & THORP de 1938, modificado por
THORP em 1949, como também no sistema de
classificação da FAO.
Em 1999, a EMBRAPA publicou a primeira edição,
depois revisada e ampliada em 2006.
Classificação Brasileira de Solos

14 opções

Cor

Química
Classificação Brasileira de Solos











Organossolo. Solo com horizonte hístico com espessuras de
40cm ou mais.
Gleissolo. Solos com horizonte glei (subsuperficial
acizentado, influenciado pela água) dentre os 50cm
primeiros centímetros superficiais
Plintossolo. Solo com horizonte plíntico ( plintita, ou laterita ).
Planossolo. Solos com horizonte B plânico (B textural, com
mudança abrupta), abaixo do horizonte eluvial e superficial
Espodossolo. Horizonte B espódico, abaixo do horizonte
eluvial e superficial.
Latossolo. Solos com horizonte B muito intemperizados e com
boa distribuição de argila em todo perfil.
Classificação Brasileira de Solos












Nitossolo. Solo com horizonte B nítico (com cerosidade) e
argilas 1:1
Argissolo. Solo com horizonte B textural e argilas 1:1.
Chernossolo. Solo com A chernozêmico (rico em matéria
orgânica, teores de cálcio) de espessura mínima de 10 cm.
Luvissolo. Solo com B textural rico em cátions básicos, com
argilas 2:1
Cambissolo. Solos com B incipientes (pouco expressivo), sem
A chernozêmico.
Vertissolo. Horizonte vértico (com argilas 2:1 e rachaduras)
Neossolo. Solos novos, sem horizonte B, e bastante influência
da rocha matriz.
Vídeos
Atividade
AULA – Vídeo sobre Tipos de solos
Disponível em:
http://www.potafos.org/ppiweb/vbrazil.nsf/$webindex/ar
ticle=40329570032570D0004B4E3CF5296FE2
ATIVIDADE
Após assistir os vídeos faça um breve comentário sobre os
tipos de solos apresentado nos vídeos: Plintossolo; Nitossolo
Vermelho; Neossolo Quartzarenico; Neossolo Litólico;
Latossolo Vermelho; Cambissolo Háplico; Argissolo Vermelho
Amarelo; Argissolo Vermelho Amarelo Abrupto.
Referências Bibliográfica






BERTONI, José; LOMBARDI NETO, Francisco.
Conservação do solo. 6.ed. São Paulo: Ícone, 2008.
355p. (Coleção Brasil Agrícola). ISBN 978-85-2740980-3.
Lepsh, Igo F. Formação e Conservação dos Solos.
Oficina de Textos, 2002
http://www.potafos.org/ppiweb/vbrazil.nsf/$webi
ndex/article=40329570032570D0004B4E3CF52
96FE2

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Tipos de solos
Tipos de solosTipos de solos
Tipos de solos
dela28
 
Classificação geral dos solos e solos do brasil
Classificação geral dos solos e solos do brasilClassificação geral dos solos e solos do brasil
Classificação geral dos solos e solos do brasil
Thamires Bragança
 
Manejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do SoloManejo e Conservação do Solo
A formação da terra
A formação da terraA formação da terra
A formação da terra
Professor
 
Atmosfera
AtmosferaAtmosfera
Atmosfera
Simone Peixoto
 
Pedologia
PedologiaPedologia
O relevo e as suas formas
O relevo e as suas formasO relevo e as suas formas
O relevo e as suas formas
profacacio
 
Populaçao mundial
Populaçao mundialPopulaçao mundial
Populaçao mundial
Prof.Paulo/geografia
 
Estrutura interna da terra
Estrutura interna da terraEstrutura interna da terra
Camadas da Terra
Camadas da TerraCamadas da Terra
Camadas da Terra
Ivaildo
 
Degradação do solo
Degradação do soloDegradação do solo
Degradação do solo
Ivan Araujo
 
Relevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivosRelevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivos
Professor
 
Recursos Minerais
Recursos MineraisRecursos Minerais
Recursos Minerais
Rodrigo Pavesi
 
Ciêcias- A Erosão , tipos de erosão
Ciêcias- A Erosão , tipos de erosãoCiêcias- A Erosão , tipos de erosão
Ciêcias- A Erosão , tipos de erosão
Jaicinha
 
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticosAtmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
Professor
 
Powerpoint Solo
Powerpoint   SoloPowerpoint   Solo
Powerpoint Solo
Rosa Pereira
 
Brasil – domínios morfoclimáticos
Brasil – domínios morfoclimáticosBrasil – domínios morfoclimáticos
Brasil – domínios morfoclimáticos
Professor
 
Manejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solosManejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solos
Jadson Belem de Moura
 
Climas do-brasil
Climas do-brasilClimas do-brasil
Climas do-brasil
Stéfano Silveira
 
Tipos de Rochas
Tipos de RochasTipos de Rochas
Tipos de Rochas
Márcia Dutra
 

Mais procurados (20)

Tipos de solos
Tipos de solosTipos de solos
Tipos de solos
 
Classificação geral dos solos e solos do brasil
Classificação geral dos solos e solos do brasilClassificação geral dos solos e solos do brasil
Classificação geral dos solos e solos do brasil
 
Manejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do SoloManejo e Conservação do Solo
Manejo e Conservação do Solo
 
A formação da terra
A formação da terraA formação da terra
A formação da terra
 
Atmosfera
AtmosferaAtmosfera
Atmosfera
 
Pedologia
PedologiaPedologia
Pedologia
 
O relevo e as suas formas
O relevo e as suas formasO relevo e as suas formas
O relevo e as suas formas
 
Populaçao mundial
Populaçao mundialPopulaçao mundial
Populaçao mundial
 
Estrutura interna da terra
Estrutura interna da terraEstrutura interna da terra
Estrutura interna da terra
 
Camadas da Terra
Camadas da TerraCamadas da Terra
Camadas da Terra
 
Degradação do solo
Degradação do soloDegradação do solo
Degradação do solo
 
Relevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivosRelevo agentes formadores e erosivos
Relevo agentes formadores e erosivos
 
Recursos Minerais
Recursos MineraisRecursos Minerais
Recursos Minerais
 
Ciêcias- A Erosão , tipos de erosão
Ciêcias- A Erosão , tipos de erosãoCiêcias- A Erosão , tipos de erosão
Ciêcias- A Erosão , tipos de erosão
 
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticosAtmosfera, tempo e fatores climáticos
Atmosfera, tempo e fatores climáticos
 
Powerpoint Solo
Powerpoint   SoloPowerpoint   Solo
Powerpoint Solo
 
Brasil – domínios morfoclimáticos
Brasil – domínios morfoclimáticosBrasil – domínios morfoclimáticos
Brasil – domínios morfoclimáticos
 
Manejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solosManejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solos
 
Climas do-brasil
Climas do-brasilClimas do-brasil
Climas do-brasil
 
Tipos de Rochas
Tipos de RochasTipos de Rochas
Tipos de Rochas
 

Destaque

ApresentacaoECOLOPAVI
ApresentacaoECOLOPAVIApresentacaoECOLOPAVI
ApresentacaoECOLOPAVI
Jary Maciel
 
Uso e ocupação do solo
Uso e ocupação do soloUso e ocupação do solo
Uso e ocupação do solo
Adriano Valoto de Andrade
 
Pavimentação asfáltica ES BA RJ MG
Pavimentação asfáltica ES BA RJ MGPavimentação asfáltica ES BA RJ MG
Pavimentação asfáltica ES BA RJ MG
ALX Terraplenagem Locação de Maquinas Pavimentação
 
Fundamentos de pavimentação
Fundamentos de pavimentaçãoFundamentos de pavimentação
Fundamentos de pavimentação
Janilton Cerqueira
 
BRL Engenharia e Pavimentação
BRL Engenharia e PavimentaçãoBRL Engenharia e Pavimentação
BRL Engenharia e Pavimentação
Guto Leon
 
As grandes obras de engenharia civil no mundo
As grandes obras de engenharia civil no mundoAs grandes obras de engenharia civil no mundo
As grandes obras de engenharia civil no mundo
Thiago Sidney Miranda
 
Introdução à engenharia_civil
Introdução à engenharia_civilIntrodução à engenharia_civil
Introdução à engenharia_civil
Marcelo Auler
 
ECOLOPAVI
ECOLOPAVIECOLOPAVI
ECOLOPAVI
Jary Maciel
 
Apostila de Mecânica dos Solos
Apostila de Mecânica dos SolosApostila de Mecânica dos Solos
Apostila de Mecânica dos Solos
Bruno Castilho
 
Ocupação dos solos e riscos ambientais
Ocupação dos solos e riscos ambientaisOcupação dos solos e riscos ambientais
Ocupação dos solos e riscos ambientais
Rodrigo Duarte
 
Pavimentação apresentação
Pavimentação   apresentaçãoPavimentação   apresentação
Pavimentação apresentação
halyssonmafra
 
Parcelamento do solo
Parcelamento do soloParcelamento do solo
Parcelamento do solo
Flavio Meireles
 
Apresentação Min. das Cidades
Apresentação Min. das CidadesApresentação Min. das Cidades
Apresentação Min. das Cidades
Fábio Grando
 
Patologia das fundações
Patologia das fundaçõesPatologia das fundações
Patologia das fundações
Silvana Dos Santos
 
Capilaridade nos solos
Capilaridade nos solosCapilaridade nos solos
Capilaridade nos solos
cristiansorianoc
 
Aplicação de geologia na elaboração de barragens
Aplicação de geologia na elaboração de barragensAplicação de geologia na elaboração de barragens
Aplicação de geologia na elaboração de barragens
Douglas Gozzo
 
O solo e a agricultura
O solo e a agriculturaO solo e a agricultura
O solo e a agricultura
Fernando Côrtes
 
Aulas 01 e 02 introducao engenharia civil
Aulas 01 e 02   introducao engenharia civilAulas 01 e 02   introducao engenharia civil
Aulas 01 e 02 introducao engenharia civil
Silas Rocha
 
Apresentação mecânica dos solos
Apresentação mecânica dos solosApresentação mecânica dos solos
Apresentação mecânica dos solos
engenhar
 
Pavimentação
PavimentaçãoPavimentação
Pavimentação
Augusto Magalhães
 

Destaque (20)

ApresentacaoECOLOPAVI
ApresentacaoECOLOPAVIApresentacaoECOLOPAVI
ApresentacaoECOLOPAVI
 
Uso e ocupação do solo
Uso e ocupação do soloUso e ocupação do solo
Uso e ocupação do solo
 
Pavimentação asfáltica ES BA RJ MG
Pavimentação asfáltica ES BA RJ MGPavimentação asfáltica ES BA RJ MG
Pavimentação asfáltica ES BA RJ MG
 
Fundamentos de pavimentação
Fundamentos de pavimentaçãoFundamentos de pavimentação
Fundamentos de pavimentação
 
BRL Engenharia e Pavimentação
BRL Engenharia e PavimentaçãoBRL Engenharia e Pavimentação
BRL Engenharia e Pavimentação
 
As grandes obras de engenharia civil no mundo
As grandes obras de engenharia civil no mundoAs grandes obras de engenharia civil no mundo
As grandes obras de engenharia civil no mundo
 
Introdução à engenharia_civil
Introdução à engenharia_civilIntrodução à engenharia_civil
Introdução à engenharia_civil
 
ECOLOPAVI
ECOLOPAVIECOLOPAVI
ECOLOPAVI
 
Apostila de Mecânica dos Solos
Apostila de Mecânica dos SolosApostila de Mecânica dos Solos
Apostila de Mecânica dos Solos
 
Ocupação dos solos e riscos ambientais
Ocupação dos solos e riscos ambientaisOcupação dos solos e riscos ambientais
Ocupação dos solos e riscos ambientais
 
Pavimentação apresentação
Pavimentação   apresentaçãoPavimentação   apresentação
Pavimentação apresentação
 
Parcelamento do solo
Parcelamento do soloParcelamento do solo
Parcelamento do solo
 
Apresentação Min. das Cidades
Apresentação Min. das CidadesApresentação Min. das Cidades
Apresentação Min. das Cidades
 
Patologia das fundações
Patologia das fundaçõesPatologia das fundações
Patologia das fundações
 
Capilaridade nos solos
Capilaridade nos solosCapilaridade nos solos
Capilaridade nos solos
 
Aplicação de geologia na elaboração de barragens
Aplicação de geologia na elaboração de barragensAplicação de geologia na elaboração de barragens
Aplicação de geologia na elaboração de barragens
 
O solo e a agricultura
O solo e a agriculturaO solo e a agricultura
O solo e a agricultura
 
Aulas 01 e 02 introducao engenharia civil
Aulas 01 e 02   introducao engenharia civilAulas 01 e 02   introducao engenharia civil
Aulas 01 e 02 introducao engenharia civil
 
Apresentação mecânica dos solos
Apresentação mecânica dos solosApresentação mecânica dos solos
Apresentação mecânica dos solos
 
Pavimentação
PavimentaçãoPavimentação
Pavimentação
 

Semelhante a Aula 1 solos

Solos
SolosSolos
Tipos de solo 1 c
Tipos de solo 1 cTipos de solo 1 c
Tipos de solo 1 c
Maria Teresa Iannaco Grego
 
Solo
SoloSolo
Solos
SolosSolos
Solos
Neila
 
GÊNESE DO SOLO
GÊNESE DO SOLO GÊNESE DO SOLO
GÊNESE DO SOLO
AnaClaudiaHonorio
 
antonio inacio ferraz-,Solo
antonio inacio ferraz-,Soloantonio inacio ferraz-,Solo
antonio inacio ferraz-,Solo
Antonio Inácio Ferraz
 
Solo - Pedogênese
Solo - PedogêneseSolo - Pedogênese
Solo - Pedogênese
Leandro A. Machado de Moura
 
Origem dos solos
Origem dos solosOrigem dos solos
Origem dos solos
Suely Takahashi
 
Classificaogeraldossolosesolosdobrasil 120821200540-phpapp02
Classificaogeraldossolosesolosdobrasil 120821200540-phpapp02Classificaogeraldossolosesolosdobrasil 120821200540-phpapp02
Classificaogeraldossolosesolosdobrasil 120821200540-phpapp02Bárbara Ruth
 
agricultura_principios_de_form_cons_nutri_de_solos_e_qualid_da_agua.pdf
agricultura_principios_de_form_cons_nutri_de_solos_e_qualid_da_agua.pdfagricultura_principios_de_form_cons_nutri_de_solos_e_qualid_da_agua.pdf
agricultura_principios_de_form_cons_nutri_de_solos_e_qualid_da_agua.pdf
nnat3
 
Solos E Ocupação Rural No Mundo
Solos E Ocupação Rural No MundoSolos E Ocupação Rural No Mundo
Solos E Ocupação Rural No Mundo
ProfMario De Mori
 
Tipos de-solo-6º-ano (1)
Tipos de-solo-6º-ano (1)Tipos de-solo-6º-ano (1)
Tipos de-solo-6º-ano (1)
Francieuda Oliveira
 
O estudo do solo
O estudo do  soloO estudo do  solo
O estudo do solo
Andre Rodrigues
 
Aula 5-quimica da-litosfera_1a
Aula 5-quimica da-litosfera_1aAula 5-quimica da-litosfera_1a
Aula 5-quimica da-litosfera_1a
Cezar Manzini
 
solo12345678932456945256630122654753.pptx
solo12345678932456945256630122654753.pptxsolo12345678932456945256630122654753.pptx
solo12345678932456945256630122654753.pptx
AssisTeixeira2
 
Solo - Ciências do Ambiente.ppt
Solo - Ciências do Ambiente.pptSolo - Ciências do Ambiente.ppt
Solo - Ciências do Ambiente.ppt
Gilson Nachtigall
 
Aula básica sobre pedologia e formação dos solos.pdf
Aula básica sobre pedologia e formação dos solos.pdfAula básica sobre pedologia e formação dos solos.pdf
Aula básica sobre pedologia e formação dos solos.pdf
RodrigoLuizNevesBarr
 
Origem dos solos
Origem dos solosOrigem dos solos
Origem dos solos
Adsson Luz
 
Aula origem dos solos
Aula  origem dos solosAula  origem dos solos
Aula origem dos solos
Carolina Corrêa
 
Aula 2 origem dos solos
Aula 2 origem dos solosAula 2 origem dos solos
Aula 2 origem dos solos
karolpoa
 

Semelhante a Aula 1 solos (20)

Solos
SolosSolos
Solos
 
Tipos de solo 1 c
Tipos de solo 1 cTipos de solo 1 c
Tipos de solo 1 c
 
Solo
SoloSolo
Solo
 
Solos
SolosSolos
Solos
 
GÊNESE DO SOLO
GÊNESE DO SOLO GÊNESE DO SOLO
GÊNESE DO SOLO
 
antonio inacio ferraz-,Solo
antonio inacio ferraz-,Soloantonio inacio ferraz-,Solo
antonio inacio ferraz-,Solo
 
Solo - Pedogênese
Solo - PedogêneseSolo - Pedogênese
Solo - Pedogênese
 
Origem dos solos
Origem dos solosOrigem dos solos
Origem dos solos
 
Classificaogeraldossolosesolosdobrasil 120821200540-phpapp02
Classificaogeraldossolosesolosdobrasil 120821200540-phpapp02Classificaogeraldossolosesolosdobrasil 120821200540-phpapp02
Classificaogeraldossolosesolosdobrasil 120821200540-phpapp02
 
agricultura_principios_de_form_cons_nutri_de_solos_e_qualid_da_agua.pdf
agricultura_principios_de_form_cons_nutri_de_solos_e_qualid_da_agua.pdfagricultura_principios_de_form_cons_nutri_de_solos_e_qualid_da_agua.pdf
agricultura_principios_de_form_cons_nutri_de_solos_e_qualid_da_agua.pdf
 
Solos E Ocupação Rural No Mundo
Solos E Ocupação Rural No MundoSolos E Ocupação Rural No Mundo
Solos E Ocupação Rural No Mundo
 
Tipos de-solo-6º-ano (1)
Tipos de-solo-6º-ano (1)Tipos de-solo-6º-ano (1)
Tipos de-solo-6º-ano (1)
 
O estudo do solo
O estudo do  soloO estudo do  solo
O estudo do solo
 
Aula 5-quimica da-litosfera_1a
Aula 5-quimica da-litosfera_1aAula 5-quimica da-litosfera_1a
Aula 5-quimica da-litosfera_1a
 
solo12345678932456945256630122654753.pptx
solo12345678932456945256630122654753.pptxsolo12345678932456945256630122654753.pptx
solo12345678932456945256630122654753.pptx
 
Solo - Ciências do Ambiente.ppt
Solo - Ciências do Ambiente.pptSolo - Ciências do Ambiente.ppt
Solo - Ciências do Ambiente.ppt
 
Aula básica sobre pedologia e formação dos solos.pdf
Aula básica sobre pedologia e formação dos solos.pdfAula básica sobre pedologia e formação dos solos.pdf
Aula básica sobre pedologia e formação dos solos.pdf
 
Origem dos solos
Origem dos solosOrigem dos solos
Origem dos solos
 
Aula origem dos solos
Aula  origem dos solosAula  origem dos solos
Aula origem dos solos
 
Aula 2 origem dos solos
Aula 2 origem dos solosAula 2 origem dos solos
Aula 2 origem dos solos
 

Mais de Giovanna Ortiz

Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Giovanna Ortiz
 
Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2
Giovanna Ortiz
 
Dimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagemDimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagem
Giovanna Ortiz
 
Aula 9 aterro
Aula 9   aterroAula 9   aterro
Aula 9 aterro
Giovanna Ortiz
 
Aula 8 incineração
Aula 8 incineraçãoAula 8 incineração
Aula 8 incineração
Giovanna Ortiz
 
Aula 7 co-processamento
Aula 7   co-processamentoAula 7   co-processamento
Aula 7 co-processamento
Giovanna Ortiz
 
Aula 6 compostagem
Aula 6 compostagemAula 6 compostagem
Aula 6 compostagem
Giovanna Ortiz
 
Aula 5 reciclagem
Aula 5  reciclagemAula 5  reciclagem
Aula 5 reciclagem
Giovanna Ortiz
 
Aula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdfAula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdf
Giovanna Ortiz
 
Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2
Giovanna Ortiz
 
Aula 3 gerenciamento
Aula 3 gerenciamentoAula 3 gerenciamento
Aula 3 gerenciamento
Giovanna Ortiz
 
Aula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geralAula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geral
Giovanna Ortiz
 
Aula 1 normas e legislação
Aula 1 normas e legislaçãoAula 1 normas e legislação
Aula 1 normas e legislação
Giovanna Ortiz
 
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade   roteiro para implantação de coleta seletivaAtividade   roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
Giovanna Ortiz
 
Apresentação geral do curso
Apresentação geral do cursoApresentação geral do curso
Apresentação geral do curso
Giovanna Ortiz
 
Exercícios de compensação de ausências
Exercícios de compensação de ausênciasExercícios de compensação de ausências
Exercícios de compensação de ausências
Giovanna Ortiz
 
Solos 6b
Solos 6bSolos 6b
Solos 6b
Giovanna Ortiz
 
Solos 4
Solos 4Solos 4
Solos 3p
Solos 3pSolos 3p
Solos 3p
Giovanna Ortiz
 
Solos 3
Solos 3Solos 3

Mais de Giovanna Ortiz (20)

Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
Exercícios dimensionamento limpeza publica aula 4
 
Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2Dimensionamento de um aterro sanitário2
Dimensionamento de um aterro sanitário2
 
Dimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagemDimensionamento de pátio de compostagem
Dimensionamento de pátio de compostagem
 
Aula 9 aterro
Aula 9   aterroAula 9   aterro
Aula 9 aterro
 
Aula 8 incineração
Aula 8 incineraçãoAula 8 incineração
Aula 8 incineração
 
Aula 7 co-processamento
Aula 7   co-processamentoAula 7   co-processamento
Aula 7 co-processamento
 
Aula 6 compostagem
Aula 6 compostagemAula 6 compostagem
Aula 6 compostagem
 
Aula 5 reciclagem
Aula 5  reciclagemAula 5  reciclagem
Aula 5 reciclagem
 
Aula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdfAula 4. rsu parte 1pdf
Aula 4. rsu parte 1pdf
 
Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2Aula 4 parte 2
Aula 4 parte 2
 
Aula 3 gerenciamento
Aula 3 gerenciamentoAula 3 gerenciamento
Aula 3 gerenciamento
 
Aula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geralAula 2 panorama geral
Aula 2 panorama geral
 
Aula 1 normas e legislação
Aula 1 normas e legislaçãoAula 1 normas e legislação
Aula 1 normas e legislação
 
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade   roteiro para implantação de coleta seletivaAtividade   roteiro para implantação de coleta seletiva
Atividade roteiro para implantação de coleta seletiva
 
Apresentação geral do curso
Apresentação geral do cursoApresentação geral do curso
Apresentação geral do curso
 
Exercícios de compensação de ausências
Exercícios de compensação de ausênciasExercícios de compensação de ausências
Exercícios de compensação de ausências
 
Solos 6b
Solos 6bSolos 6b
Solos 6b
 
Solos 4
Solos 4Solos 4
Solos 4
 
Solos 3p
Solos 3pSolos 3p
Solos 3p
 
Solos 3
Solos 3Solos 3
Solos 3
 

Último

Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Érika Rufo
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
YeniferGarcia36
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
PatriciaZanoli
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 

Último (20)

Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sonsAula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
Aula 1 do livro de Ciências do aluno - sons
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
000. Para rezar o terço - Junho - mês do Sagrado Coração de Jesús.pdf
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 

Aula 1 solos

  • 1. SOLOS Aula 1 - Introdução
  • 2. Definição   O solo é definido como a coleção de corpos naturais ocorrendo na superfície da terra, contendo matéria viva e suportando ou sendo capaz de suportar plantas. Os fatores de formação do solo, simplesmente denominados de intemperismo, incluem também as forças físicas que resultam na desintegração das rochas, as reações químicas que alteram a composição das rochas e dos minerais, e as forças biológicas que resultam em uma intensificação das forças físicas e químicas.
  • 3. Definição    Os fatores de formação do solo são: O material original, o clima, a atividade biológica dos organismos vivos, a topografia e o tempo. Material de original: Tem uma influência passiva nessa formação. O clima representado pela chuva e temperatura, influi principalmente na distribuição variada dos elementos solúveis e na velocidade das reações quiímicas.
  • 4. Definição    Microorganismos no solo: decompor-lhe os restos vegetais. Topografia ou relevo: influi pelo movimento da água Tempo: a formação do solo depende do espaço de tempo de todos os fatores.
  • 6. Solo  O solo, contudo, pode ser visto sobre diferentes óticas. Para um agrônomo, solo é a camada na qual pode-se desenvolver vida vegetal. Para um engenheiro, sob o ponto de vista da mecânica dos solos, solo é um corpo passível de ser escavado, sendo utilizado dessa forma como suporte para construções ou material de construção .
  • 7. A composição do solo      A proporção de cada um dos componentes do solo pode variar de um solo para outro. E podem variar sazonalmente com períodos de maior ou menor precipitação. Em termos médios podem ser encontrados na seguinte proporção: 45% de elementos minerais; 25% de ar; 25% de água; 5% de matéria orgânica.
  • 8. A composição do solo    O solo é a camada mais superficial da crosta e é composto por sais minerais dissolvidos na água intersticial e seres vivos e rochas em decomposição Há muita variação de terreno a terreno dos elementos do solo, mas basicamente existem quatro camadas principais: A primeira camada é rica em húmus, detritos de origem orgânica. Essa camada é chamada de camada fértil. Ela é a melhor para o plantio, e é nessa camada que as plantas encontram alguns sais minerais e água para se desenvolver.
  • 9. A composição do solo  A outra camada é a camada dos sais minerais. Ela é dividida em três partes: A primeira parte é a do calcário. Corresponde á 7 a 10% dessa camada.  A segunda parte é a da argila. Corresponde a 20 a 30% dessa camada.  A última parte é a da areia. Esta camada é muito permeável e existem espaços entre as partículas da areia, permitindo que entre ar e água com mais facilidade. Esta parte corresponde a 60 a 70% da camada.
  • 10. A composição do solo   A terceira camada é a das rochas parcialmente decompostas. Depois de se decomporem totalmente, pela ação da erosão e agentes geológicos, essas rochas podem virar sedimentos. A quarta camada é a de rochas que estão inicialmente começando a se decompor. Essas rochas podem ser chamadas de rocha matriz.
  • 11. Horizonte e Perfil  Uma características comum de todos os solos é o desenvolvimento em diferentes camadas aproximadamente horizontais denominadas horizontes. Um seção vertical do solo, expondoas, é denominada perfil.
  • 12. Horizonte e Perfil Basicamente um perfil de solo apresenta os horizontes: O - O horizonte orgânico do solo e bastante escuro A - Horizonte superficial, com bastante interferência do clima e da biomassa. É o horizonte de maior mistura mineral com húmus. E - Horizonte eluvial, ou seja, de exportação de material, geralmente argilas e pequenos minerais. Por isso são geralmente mais claros que demais horizontes. 
  • 13. Horizonte e Perfil B - Horizonte de maior concentração de argilas, minerais oriundos de horizontes superiores (e, às vezes, de solos adjacentes). É o solo com coloração mais forte, agregação e desenvolvimento. C - Porção de mistura de solo pouco denso com rochas pouco alteradas da rocha mãe. Equivale aproximadamente ao conceito de saprólito. R ou D - Rocha matriz não alterada. De difícil acesso em campo.
  • 14. Tipos de solo Solos arenosos São aqueles que tem a sua maioria dos grãos de tamanho entre 2mm e 0,075mm, formado principalmente por cristais de quartzo e oxido de ferro no caso de solos de regiões tropicais. Plantas e microorganismos vivem com mais dificuldade, devido à pouca umidade. Também possui argila e outros compostos em menor percentagem. Mas como tem boa aeração não retém água. Esse solo é permeável, Também é conhecido com neossolo. Os grãos de areia são maiores e tem mais espaço entre si facilitando a passagem da água. 
  • 15. Tipos de solo Solos argilosos Não são tão arejados, mas armazenam mais água. São menos permeáveis, a água vai passando mais lentamente, ficando, então armazenada. Alguns solos brasileiros, mesmo tendo muita argila, apresentam grande permeabilidade. Formam pequenos grãos semelhantes ao pó-de-café, isso lhe dá um similar ao arenoso. Chamado de argilossolo. Os grão de argila são menores e bem próximos uns dos outros, dificultando a passagem da água. 
  • 16. Tipos de solo Solos siltosos Com grande quantidade de silte, geralmente são muito erosíveis. O silte não se agrega como a argila e ao mesmo tempo suas partículas são muito pequenas e leves. 
  • 17. Tipos de solo Solo humífero (agricultura) Esse solo apresenta uma quantidade maior de húmus em relação aos outros. É um solo geralmente fértil, ou seja, um solo onde os vegetais encontram melhores condições para se desenvolverem. Possui cerca de 10% de húmus em relação ao total de partículas sólidas. A presença de húmus dá uma coloração, em geral, escura, contribui para sua capacidade de reter água e sais minerais e aumenta sua porosidade e aeração. Os grãos são de tamanhos variados e diversificados; a passagem da água ocorre de acordo com o tipo de grão. 
  • 18. Tipos de solo Solo calcário A quantidade de calcário nesse tipo de solo é maior que em outros solos. Desse tipo de solo é retirado um pó branco ou amarelado, que pode ser utilizado na fertilização dos solos destinados à agricultura e à pecuária.  Esse solo também fornece a matéria-prima para a fabricação de cal e do cimento.
  • 20. Classificação Brasileira de Solos Os conceitos do Sistema Brasileiro de Classificação de Solos da EMBRAPA foram baseados não só no sistema de classificação de solos de BALDWING, KELLOG & THORP de 1938, modificado por THORP em 1949, como também no sistema de classificação da FAO. Em 1999, a EMBRAPA publicou a primeira edição, depois revisada e ampliada em 2006.
  • 21. Classificação Brasileira de Solos 14 opções Cor Química
  • 22. Classificação Brasileira de Solos       Organossolo. Solo com horizonte hístico com espessuras de 40cm ou mais. Gleissolo. Solos com horizonte glei (subsuperficial acizentado, influenciado pela água) dentre os 50cm primeiros centímetros superficiais Plintossolo. Solo com horizonte plíntico ( plintita, ou laterita ). Planossolo. Solos com horizonte B plânico (B textural, com mudança abrupta), abaixo do horizonte eluvial e superficial Espodossolo. Horizonte B espódico, abaixo do horizonte eluvial e superficial. Latossolo. Solos com horizonte B muito intemperizados e com boa distribuição de argila em todo perfil.
  • 23. Classificação Brasileira de Solos        Nitossolo. Solo com horizonte B nítico (com cerosidade) e argilas 1:1 Argissolo. Solo com horizonte B textural e argilas 1:1. Chernossolo. Solo com A chernozêmico (rico em matéria orgânica, teores de cálcio) de espessura mínima de 10 cm. Luvissolo. Solo com B textural rico em cátions básicos, com argilas 2:1 Cambissolo. Solos com B incipientes (pouco expressivo), sem A chernozêmico. Vertissolo. Horizonte vértico (com argilas 2:1 e rachaduras) Neossolo. Solos novos, sem horizonte B, e bastante influência da rocha matriz.
  • 25. Atividade AULA – Vídeo sobre Tipos de solos Disponível em: http://www.potafos.org/ppiweb/vbrazil.nsf/$webindex/ar ticle=40329570032570D0004B4E3CF5296FE2 ATIVIDADE Após assistir os vídeos faça um breve comentário sobre os tipos de solos apresentado nos vídeos: Plintossolo; Nitossolo Vermelho; Neossolo Quartzarenico; Neossolo Litólico; Latossolo Vermelho; Cambissolo Háplico; Argissolo Vermelho Amarelo; Argissolo Vermelho Amarelo Abrupto.
  • 26. Referências Bibliográfica    BERTONI, José; LOMBARDI NETO, Francisco. Conservação do solo. 6.ed. São Paulo: Ícone, 2008. 355p. (Coleção Brasil Agrícola). ISBN 978-85-2740980-3. Lepsh, Igo F. Formação e Conservação dos Solos. Oficina de Textos, 2002 http://www.potafos.org/ppiweb/vbrazil.nsf/$webi ndex/article=40329570032570D0004B4E3CF52 96FE2