SlideShare uma empresa Scribd logo
Qualidade, Segurança e
Ambiente
Indústria Alimentar
Qualidade
 O termo qualidade está relacionado às perceções de cada indivíduo e
diversos fatores como cultura, produto ou serviço prestado.
 Existe também uma qualidade em relação a produtos e/ou serviços, há
várias definições para a mesma, como o produto estar em conformidade com
as exigências dos clientes, ter valor agregado, algo que produtos similares
não possuem, relação custo/benefício, entre outros.
Qualidade

 O controlo da qualidade, garantia da qualidade e gestão da qualidade são
conceitos relacionados com Qualidade na indústria e serviços. Estes conceitos
são usados em várias áreas, através de indicadores de qualidade e normas.
Acreditação

 O único organismo em Portugal responsável pela acreditação é o IPAC.
Nenhuma outra empresa nacional, pública ou privada, possui essa competência.

 A acreditação é assim definida como o procedimento através do qual o
organismo nacional de acreditação reconhece, formalmente, que uma entidade é
competente para efetuar atividades específicas.
Acreditação
 A acreditação é um processo mais exigente que a certificação (conceito a ser falado
posteriormente) e, por si só, já é um mecanismo de garantia de qualidade dos
resultados apresentados aos seus clientes.

 A atividade de acreditação consiste na avaliação e reconhecimento da competência
técnica de entidades para efetuar atividades específicas de avaliação da conformidade
(e.g. ensaios, calibrações, certificações e inspeções).
Acreditação
 A atividade de acreditação está sujeita a legislação comunitária que obriga a
um funcionamento harmonizado, verificado através de um sistema de
avaliação pelos pares.
Avaliação da conformidade
 A avaliação da conformidade consiste (designadamente) na realização de:
ensaios, calibrações, inspeções e certificações.

 As atividades de avaliação da conformidade visam normalmente demonstrar
que um dado, seja ele um produto, um processo ou um serviço cumpre com os
requisitos que lhe são aplicáveis.
Avaliação da conformidade
 Em alguns casos a avaliação da conformidade é legalmente exigida,
normalmente relacionada com a segurança desse produto ou serviço.

 Pode também ser uma exigência contratual ou uma garantia que um dado
produto ou serviço se adequa ao uso pretendido.
Certificação

"Certificar consiste em demonstrar a conformidade das
características de um produto, serviço ou sistema face a um
documento de referência preciso que estabeleça e quantifique os
parâmetros que devem ser verificados. O processo de certificação de
uma empresa consiste na conceção, criação, implementação e
certificação de um Sistema da Qualidade, conforme a um Modelo de
Garantia da Qualidade adequado." (IAPMEI)
Certificação
 Existem várias empresas em Portugal, devidamente acreditadas para o efeito pelo IPAC,
responsáveis pela certificação de empresas.

 A certificação é um fator positivo de valorização de uma empresa face aos seus concorrentes,
e pressupõem que os processos/atividades daquela empresa cumprem todos requisitos a que
o referencial normativo obriga, o que leva a um aumento da eficácia administrativa,
melhoria da produtividade da organização, e consequentemente, da competitividade,
promove o envolvimento de todos os colaboradores nos procedimentos da empresa e na
melhoria contínua destes, e leva em alta consideração a relação com o cliente e a sua opinião.
Sistema Português de Qualidade
 O Sistema Português da Qualidade (SPQ) é o conjunto integrado de entidades e
organizações interrelacionadas e interatuantes que, seguindo princípios, regras e
procedimentos aceites internacionalmente, congrega esforços para a dinamização da
qualidade em Portugal e assegura a coordenação dos três subsistemas – da

normalização, da qualificação e da metrologia – com vista ao desenvolvimento
sustentado do país e ao aumento da qualidade de vida da sociedade em geral (Artigo
4º do Decreto-Lei n.º 71/2012 de 21 de março).
O SPQ rege-se pelos seguintes princípios:
1.

Credibilidade e transparência - o funcionamento do SPQ baseia-se em regras e
métodos conhecidos e aceites a nível nacional ou estabelecidos por consenso
internacional, e é supervisionado por entidades representativas.

2.

Horizontalidade - o SPQ pode abranger todos os setores de atividade da sociedade.

3.

Universalidade - o SPQ pode abranger todo o tipo de atividade em qualquer setor.

4.

Transversalidade da dimensão de género - o funcionamento do SPQ visa contribuir

para a igualdade entre mulheres e homens.
O SPQ rege-se pelos seguintes princípios:
5. Coexistência - podem aderir ao SPQ todos os sistemas setoriais ou entidades
que demonstrem cumprir as exigências e regras estabelecidas.
6. Descentralização - o SPQ assenta na autonomia de atuação das entidades que o

compõem e no respeito pela unidade de doutrina e ação do Sistema no seu
conjunto.
7.

Adesão livre e voluntária - cada entidade decide sobre a sua adesão ao SPQ.
Indústria Alimentar
Qualidade Alimentar
 Qualidade alimentar é o conjunto de avaliações de aspeto, cor,
paladar,

valor

biológico,

compostos

orgânicos

desejáveis

e

compostos inorgânicos indesejáveis, representando tudo aquilo que
vale a pena ser incorporado num alimento para que o mesmo
preencha suas funções alimentares.
Higiene e limpeza na indústria alimentar
 A higiene e limpeza de todas as etapas industriais alimentares são fundamentais para a
segurança e qualidade dos alimentos. Devido à diversificação de produtos, as empresas de
alimentos, para evitar perdas económicas e problemas de saúde pública, necessitam da
implantação de programas rígidos de higienização nas suas fábricas, quase que específicos para
cada produto elaborado.
Higiene e limpeza na indústria alimentar
 Para que os programas de higiene, limpeza e sanitização tenham fortes
impactos nas indústrias alimentares é necessário que se estude a sua
viabilidade, desde a escolha do local da indústria, do projeto da sua construção
e instalação, os seus equipamentos, a seleção dos empregados, entre outros.
Higiene e limpeza na indústria alimentar
 Os procedimentos de higiene aplicam-se às empresas destinadas ao fabrico de
alimentos, aos fornecedores de matéria-prima, desde a produção da matériaprima até ao armazenamento e distribuição do produto para o comércio de
venda a retalho, chegando às mãos do consumidor.
Higiene e limpeza na indústria alimentar

N

 A aplicação dos procedimentos de higiene na indústria de alimentos visa
prevenir o ataque do produto por microrganismos, especialmente pelos de
ação patogénica, com a dupla finalidade:
• Evitar malefícios contra a saúde humana;
• Reduzir ao mínimo o risco de perdas do produto.
A higiene relacionada com os
trabalhadores
 A empresa, para assegurar uma boa qualidade do seu produto, deve fornecer
aos seus trabalhadores todas as condições necessárias de trabalho para que os
procedimentos de higiene e a sanitização sejam executados de forma eficiente.
A higiene relacionada com os
trabalhadores
 A higiene relacionada com os trabalhadores é desenvolvida através do programa
de higiene pessoal adotado pela indústria, de caráter funcional e eficiente quanto

à resolução dos problemas que surgem durante as operações. Enquanto a higiene
das fábricas e das atividades do processamento é de aspeto geral ou coletivo, esta
é nitidamente pessoal.
Higiene relacionada com o fabrico industrial
de alimentos
 Numa fábrica de produtos alimentares, em pleno trabalho, os procedimentos padrões do
programa de higiene deverão ser cumpridos estritamente, isto é, sem nenhuma concessão em
qualquer dos seus aspetos para que seja produzido um produto de boa qualidade e/ou livre de
qualquer contaminação.
Atividades Operacionais
 Todas as etapas na produção do produto alimentar são marcadas por
atividades operacionais, que estão relacionadas com o comportamento dos
trabalhadores, com as manobras exigidas pelos procedimentos de elaboração
e com as ocorrências, que surgem no decorrer das atividades, referentes aos
diversos equipamentos.
Cuidados a ter no fabrico de alimentos:
 Nas operações de limpeza, os agentes químicos ao serem utilizados devem ser aplicados de tal
forma que não contaminem a superfície dos equipamentos e/ou alimentos;
 Todos os produtos de limpeza e sanitização devem ser previamente aprovados pela área
responsável;
 Não realizar substituição dos produtos de limpeza e sanitização de maneira discriminada;
 Materiais e produtos químicos utilizados na higiene devem ser identificados e guardados num
lugar específico, fora da área de processamento;
Limpeza
 Devemos considerar todos os elementos presentes na limpeza: a água,
detergentes, agentes mecânicos, qualidade dos resíduos depositados (natureza
das sujidades), caraterísticas do material das superfícies, as técnicas para
limpeza e higiene que serão utilizadas, entre outros fatores.
HACCP
 O HACCP é uma sigla internacionalmente reconhecida para Hazard
Analysis and Critical Control Point, em português Análise de
Perigos e Controlo de Pontos Críticos.
• HA = Análise de perigos
• CCP = Pontos Críticos de Controlo
• HAZARD = Perigo
HACCP
 O sistema de Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos (HACCP) tem
como base uma metodologia preventiva, com o objetivo de poder evitar
potenciais riscos que podem causar danos aos consumidores, através da
eliminação ou redução de perigos, de forma a garantir que não estejam
colocados, à disposição do consumidor, alimentos não seguros.
Os riscos possíveis podem ser divididos em
três tipos:
 Biológicos e micro -biológicos: bolores, vírus, parasitas ou bactérias
(ex.: Salmonella);
 Químicos: como resíduos de produtos de limpeza ou pesticidas, mas
também venenos naturais como aflatoxinas em nozes;
 Físicos: objetos estranhos de qualquer espécie como cabelos,
insetos, metais ou outros.
HACCP
 O HACCP é um processo sistemático aplicado para garantir a inocuidade dos alimentos que consiste
em sete princípios:
1. Efetuar uma análise de perigos e identificar as medidas preventivas respetivas;

2. Identificar os pontos críticos de controlo (PCC’s);
3. Estabelecer limites críticos para as medidas preventivas associadas a cada PCC;
4. Estabelecer os requisitos de controlo dos PCC’s.
5. Estabelecer ações corretivas para o caso de desvio dos limites críticos;

6. Estabelecer um sistema para registo de todos os controlos;
7. Estabelecer procedimentos de verificação para verificar se o sistema está a funcionar
adequadamente;
Qualidade na indústria alimentar
 Na indústria alimentar, os sistemas de qualidade têm diversas funções que
vão desde a gestão documental até ao controlo de processos. No entanto, o
principal objetivo destes sistemas é englobar um conjunto de atividades,
que garantam o desenvolvimento e comercialização de alimentos, de acordo
com os requisitos de qualidade e segurança impostos pela legislação, pelos
clientes e pelos consumidores.
Conclusão
 No final deste trabalho pode-se concluir que a qualidade alimentar é o conjunto de avaliações
fundamentais para um correto funcionamento de uma indústria alimentar, nomeadamente a
segurança e qualidade dos seus alimentos. Para controlar a qualidade de um produto,
viabilizar os seus custos de produção e satisfazer os consumidores sem oferecer riscos à

saúde dos mesmos, deve-se cumprir cuidados rigorosos no momento de limpeza e higiene, de
acordo com os procedimentos anteriormente ditos.
 O objetivo do controlo da qualidade é então, prever e controlar a qualidade dos alimentos e o
processo que permite obter, no final, um produto com as caraterísticas esperadas.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

tecnologia alimentos
tecnologia alimentostecnologia alimentos
tecnologia alimentos
Rudy Altamirano Ruiz
 
Appcc
AppccAppcc
Aula boas praticas fabricação
Aula boas praticas fabricaçãoAula boas praticas fabricação
Aula boas praticas fabricação
Beatriz Dantas Oliveira
 
Segurança e qualidade de alimentos: a gestão na indústria
Segurança e qualidade de alimentos: a gestão na indústriaSegurança e qualidade de alimentos: a gestão na indústria
Segurança e qualidade de alimentos: a gestão na indústria
senaimais
 
Análise de Alimentos 1.pptx
Análise de Alimentos 1.pptxAnálise de Alimentos 1.pptx
Análise de Alimentos 1.pptx
JaquelineRumo
 
Análise sensorial de alimentos
Análise sensorial de alimentosAnálise sensorial de alimentos
Análise sensorial de alimentos
Roberta Juliano Ramos
 
Aula 3 fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o desenvolvimento
Aula 3 fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o desenvolvimentoAula 3 fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o desenvolvimento
Aula 3 fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o desenvolvimento
Alvaro Galdos
 
Tecnologia de vegetais
Tecnologia de vegetaisTecnologia de vegetais
Tecnologia de vegetais
Alvaro Galdos
 
Microbiologia dos alimentos fatores intrinsecos e extrinsecos net
Microbiologia dos alimentos fatores intrinsecos e extrinsecos netMicrobiologia dos alimentos fatores intrinsecos e extrinsecos net
Microbiologia dos alimentos fatores intrinsecos e extrinsecos net
Ana Paula Alves
 
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POASegurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Ministério Público de Santa Catarina
 
Aula 2-introdução-a-química-de-alimentos
Aula 2-introdução-a-química-de-alimentosAula 2-introdução-a-química-de-alimentos
Aula 2-introdução-a-química-de-alimentos
fcanico
 
Slides controle de qualidade
Slides controle de qualidadeSlides controle de qualidade
Slides controle de qualidade
Ingrid Iasmyn Amin
 
Aula 1 introdução à tecnologia de alimentos
Aula 1 introdução à tecnologia de alimentosAula 1 introdução à tecnologia de alimentos
Aula 1 introdução à tecnologia de alimentos
Alvaro Galdos
 
Aula introdução unoesc
Aula introdução unoescAula introdução unoesc
Aula introdução unoesc
Fabiana Soares
 
Definição, classificação, composição e conservação aula 2
Definição, classificação, composição e conservação aula 2Definição, classificação, composição e conservação aula 2
Definição, classificação, composição e conservação aula 2
UERGS
 
Doenças transmitidas por alimentos
Doenças transmitidas por alimentosDoenças transmitidas por alimentos
Doenças transmitidas por alimentos
Nome Sobrenome
 
Manipulação e preparo de alimentos: Microbiologia dos alimentos
Manipulação e preparo de alimentos: Microbiologia dos alimentosManipulação e preparo de alimentos: Microbiologia dos alimentos
Manipulação e preparo de alimentos: Microbiologia dos alimentos
KetlenBatista
 
Aula 01 embalagens para Alimentos
Aula 01 embalagens para AlimentosAula 01 embalagens para Alimentos
Aula 01 embalagens para Alimentos
LORRANE BRANDÃO
 
Aula de Bromatologia e Tecnologia de Alimentos sobre Ciência dos Alimentos
Aula de Bromatologia e Tecnologia de Alimentos sobre Ciência dos AlimentosAula de Bromatologia e Tecnologia de Alimentos sobre Ciência dos Alimentos
Aula de Bromatologia e Tecnologia de Alimentos sobre Ciência dos Alimentos
Jaqueline Almeida
 
Curso de manipulador de alimentos: açougue
Curso de manipulador de alimentos: açougueCurso de manipulador de alimentos: açougue
Curso de manipulador de alimentos: açougue
Fábio Baía
 

Mais procurados (20)

tecnologia alimentos
tecnologia alimentostecnologia alimentos
tecnologia alimentos
 
Appcc
AppccAppcc
Appcc
 
Aula boas praticas fabricação
Aula boas praticas fabricaçãoAula boas praticas fabricação
Aula boas praticas fabricação
 
Segurança e qualidade de alimentos: a gestão na indústria
Segurança e qualidade de alimentos: a gestão na indústriaSegurança e qualidade de alimentos: a gestão na indústria
Segurança e qualidade de alimentos: a gestão na indústria
 
Análise de Alimentos 1.pptx
Análise de Alimentos 1.pptxAnálise de Alimentos 1.pptx
Análise de Alimentos 1.pptx
 
Análise sensorial de alimentos
Análise sensorial de alimentosAnálise sensorial de alimentos
Análise sensorial de alimentos
 
Aula 3 fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o desenvolvimento
Aula 3 fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o desenvolvimentoAula 3 fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o desenvolvimento
Aula 3 fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o desenvolvimento
 
Tecnologia de vegetais
Tecnologia de vegetaisTecnologia de vegetais
Tecnologia de vegetais
 
Microbiologia dos alimentos fatores intrinsecos e extrinsecos net
Microbiologia dos alimentos fatores intrinsecos e extrinsecos netMicrobiologia dos alimentos fatores intrinsecos e extrinsecos net
Microbiologia dos alimentos fatores intrinsecos e extrinsecos net
 
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POASegurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
Segurança Alimentar de Produtos de Origem Animal – POA
 
Aula 2-introdução-a-química-de-alimentos
Aula 2-introdução-a-química-de-alimentosAula 2-introdução-a-química-de-alimentos
Aula 2-introdução-a-química-de-alimentos
 
Slides controle de qualidade
Slides controle de qualidadeSlides controle de qualidade
Slides controle de qualidade
 
Aula 1 introdução à tecnologia de alimentos
Aula 1 introdução à tecnologia de alimentosAula 1 introdução à tecnologia de alimentos
Aula 1 introdução à tecnologia de alimentos
 
Aula introdução unoesc
Aula introdução unoescAula introdução unoesc
Aula introdução unoesc
 
Definição, classificação, composição e conservação aula 2
Definição, classificação, composição e conservação aula 2Definição, classificação, composição e conservação aula 2
Definição, classificação, composição e conservação aula 2
 
Doenças transmitidas por alimentos
Doenças transmitidas por alimentosDoenças transmitidas por alimentos
Doenças transmitidas por alimentos
 
Manipulação e preparo de alimentos: Microbiologia dos alimentos
Manipulação e preparo de alimentos: Microbiologia dos alimentosManipulação e preparo de alimentos: Microbiologia dos alimentos
Manipulação e preparo de alimentos: Microbiologia dos alimentos
 
Aula 01 embalagens para Alimentos
Aula 01 embalagens para AlimentosAula 01 embalagens para Alimentos
Aula 01 embalagens para Alimentos
 
Aula de Bromatologia e Tecnologia de Alimentos sobre Ciência dos Alimentos
Aula de Bromatologia e Tecnologia de Alimentos sobre Ciência dos AlimentosAula de Bromatologia e Tecnologia de Alimentos sobre Ciência dos Alimentos
Aula de Bromatologia e Tecnologia de Alimentos sobre Ciência dos Alimentos
 
Curso de manipulador de alimentos: açougue
Curso de manipulador de alimentos: açougueCurso de manipulador de alimentos: açougue
Curso de manipulador de alimentos: açougue
 

Destaque

Segurança alimentar
Segurança alimentarSegurança alimentar
Segurança alimentar
Maria João Damas Carvalho
 
Gestão da segurança de alimentos apresentação suscinta - jan. 2010
Gestão da segurança de alimentos   apresentação suscinta - jan. 2010Gestão da segurança de alimentos   apresentação suscinta - jan. 2010
Gestão da segurança de alimentos apresentação suscinta - jan. 2010
B&R Consultoria Empresarial
 
A mensagem
A mensagemA mensagem
A mensagem
Ana Helena
 
Manual de boas práticas nos estabelecimentos de restauração e bebidas
Manual de boas práticas nos estabelecimentos de restauração e bebidasManual de boas práticas nos estabelecimentos de restauração e bebidas
Manual de boas práticas nos estabelecimentos de restauração e bebidas
Alexandre Couto
 
guia para_controlo_e_seguranca_alimentar_em_restaurantes
 guia para_controlo_e_seguranca_alimentar_em_restaurantes guia para_controlo_e_seguranca_alimentar_em_restaurantes
guia para_controlo_e_seguranca_alimentar_em_restaurantes
Paulinha Linha
 
Higiene alimentar
Higiene alimentarHigiene alimentar
Higiene alimentar
Isabel Alves
 
Regulamento básico de inspeção e sistema de qualidade de alimentos
Regulamento básico de inspeção e sistema de qualidade de alimentosRegulamento básico de inspeção e sistema de qualidade de alimentos
Regulamento básico de inspeção e sistema de qualidade de alimentos
Adoilson Amorim Carvalhedo
 
Plano De Higiene Final
Plano De Higiene FinalPlano De Higiene Final
Plano De Higiene Final
josemorais
 
Plano higienizacao
Plano higienizacaoPlano higienizacao
Plano higienizacao
Rui Poeiras
 
Projeto de Segurança Alimentar
Projeto de Segurança AlimentarProjeto de Segurança Alimentar
Projeto de Segurança Alimentar
tammygerbasi
 
Cartaz.alimentação.ambiente
Cartaz.alimentação.ambienteCartaz.alimentação.ambiente
Cartaz.alimentação.ambiente
FloripeAbreu
 
Workshop Qualidade Produtos Construcao_Nov2008_RGF(final).ppt
Workshop Qualidade Produtos Construcao_Nov2008_RGF(final).pptWorkshop Qualidade Produtos Construcao_Nov2008_RGF(final).ppt
Workshop Qualidade Produtos Construcao_Nov2008_RGF(final).ppt
Ministério de Obras Públicas
 
Qualidade do Serviço (QoS)
Qualidade do Serviço (QoS)Qualidade do Serviço (QoS)
Qualidade do Serviço (QoS)
César Augusto Pereira
 
Treinamento_Cozinha_Check_List
Treinamento_Cozinha_Check_ListTreinamento_Cozinha_Check_List
Treinamento_Cozinha_Check_List
Olegario Martins de Souza
 
A segurança do paciente como dimensão da qualidade do cuidado de saúde
A segurança do paciente como dimensão da qualidade do  cuidado de saúdeA segurança do paciente como dimensão da qualidade do  cuidado de saúde
A segurança do paciente como dimensão da qualidade do cuidado de saúde
gisorte
 
Noções economia e finanças [modo de compatibilidade]
Noções economia e finanças [modo de compatibilidade]Noções economia e finanças [modo de compatibilidade]
Noções economia e finanças [modo de compatibilidade]
Daniel Moura
 
Curso online financas nocoes introdutorias
Curso online financas nocoes introdutoriasCurso online financas nocoes introdutorias
Curso online financas nocoes introdutorias
Unichristus Centro Universitário
 
Financas
FinancasFinancas
Financas
claudia13011974
 
LATEC - UFF. PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAÚDE,SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE.
LATEC - UFF. PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAÚDE,SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE.LATEC - UFF. PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAÚDE,SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE.
LATEC - UFF. PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAÚDE,SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE.
LATEC - UFF
 
higiene-alimentar-codex-alimentarius-quali-pt
higiene-alimentar-codex-alimentarius-quali-pthigiene-alimentar-codex-alimentarius-quali-pt
higiene-alimentar-codex-alimentarius-quali-pt
Paulo Dias
 

Destaque (20)

Segurança alimentar
Segurança alimentarSegurança alimentar
Segurança alimentar
 
Gestão da segurança de alimentos apresentação suscinta - jan. 2010
Gestão da segurança de alimentos   apresentação suscinta - jan. 2010Gestão da segurança de alimentos   apresentação suscinta - jan. 2010
Gestão da segurança de alimentos apresentação suscinta - jan. 2010
 
A mensagem
A mensagemA mensagem
A mensagem
 
Manual de boas práticas nos estabelecimentos de restauração e bebidas
Manual de boas práticas nos estabelecimentos de restauração e bebidasManual de boas práticas nos estabelecimentos de restauração e bebidas
Manual de boas práticas nos estabelecimentos de restauração e bebidas
 
guia para_controlo_e_seguranca_alimentar_em_restaurantes
 guia para_controlo_e_seguranca_alimentar_em_restaurantes guia para_controlo_e_seguranca_alimentar_em_restaurantes
guia para_controlo_e_seguranca_alimentar_em_restaurantes
 
Higiene alimentar
Higiene alimentarHigiene alimentar
Higiene alimentar
 
Regulamento básico de inspeção e sistema de qualidade de alimentos
Regulamento básico de inspeção e sistema de qualidade de alimentosRegulamento básico de inspeção e sistema de qualidade de alimentos
Regulamento básico de inspeção e sistema de qualidade de alimentos
 
Plano De Higiene Final
Plano De Higiene FinalPlano De Higiene Final
Plano De Higiene Final
 
Plano higienizacao
Plano higienizacaoPlano higienizacao
Plano higienizacao
 
Projeto de Segurança Alimentar
Projeto de Segurança AlimentarProjeto de Segurança Alimentar
Projeto de Segurança Alimentar
 
Cartaz.alimentação.ambiente
Cartaz.alimentação.ambienteCartaz.alimentação.ambiente
Cartaz.alimentação.ambiente
 
Workshop Qualidade Produtos Construcao_Nov2008_RGF(final).ppt
Workshop Qualidade Produtos Construcao_Nov2008_RGF(final).pptWorkshop Qualidade Produtos Construcao_Nov2008_RGF(final).ppt
Workshop Qualidade Produtos Construcao_Nov2008_RGF(final).ppt
 
Qualidade do Serviço (QoS)
Qualidade do Serviço (QoS)Qualidade do Serviço (QoS)
Qualidade do Serviço (QoS)
 
Treinamento_Cozinha_Check_List
Treinamento_Cozinha_Check_ListTreinamento_Cozinha_Check_List
Treinamento_Cozinha_Check_List
 
A segurança do paciente como dimensão da qualidade do cuidado de saúde
A segurança do paciente como dimensão da qualidade do  cuidado de saúdeA segurança do paciente como dimensão da qualidade do  cuidado de saúde
A segurança do paciente como dimensão da qualidade do cuidado de saúde
 
Noções economia e finanças [modo de compatibilidade]
Noções economia e finanças [modo de compatibilidade]Noções economia e finanças [modo de compatibilidade]
Noções economia e finanças [modo de compatibilidade]
 
Curso online financas nocoes introdutorias
Curso online financas nocoes introdutoriasCurso online financas nocoes introdutorias
Curso online financas nocoes introdutorias
 
Financas
FinancasFinancas
Financas
 
LATEC - UFF. PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAÚDE,SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE.
LATEC - UFF. PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAÚDE,SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE.LATEC - UFF. PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAÚDE,SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE.
LATEC - UFF. PALESTRAS DE 5 MINUTOS SOBRE SAÚDE,SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE.
 
higiene-alimentar-codex-alimentarius-quali-pt
higiene-alimentar-codex-alimentarius-quali-pthigiene-alimentar-codex-alimentarius-quali-pt
higiene-alimentar-codex-alimentarius-quali-pt
 

Semelhante a Qualidade, Segurança e Ambiente

CME E CC.pdf
CME E CC.pdfCME E CC.pdf
CME E CC.pdf
ThiagoAlmeida458596
 
Validao dos processos de limpeza um olhar na praticabilidade em indstrias d...
Validao dos processos de limpeza   um olhar na praticabilidade em indstrias d...Validao dos processos de limpeza   um olhar na praticabilidade em indstrias d...
Validao dos processos de limpeza um olhar na praticabilidade em indstrias d...
matheusquimico
 
aula 1 e 2 asa 2.pptxo incremento dos serviços com qualidade
aula 1 e 2 asa 2.pptxo incremento dos serviços com qualidadeaula 1 e 2 asa 2.pptxo incremento dos serviços com qualidade
aula 1 e 2 asa 2.pptxo incremento dos serviços com qualidade
GeraldoRaimundo3
 
Apresentação QAS_Normas
Apresentação QAS_NormasApresentação QAS_Normas
Apresentação QAS_Normas
Fatima Morais
 
Garantia da qualidade em abatedouro frigorífico nathalie leite
Garantia da qualidade em abatedouro frigorífico nathalie leiteGarantia da qualidade em abatedouro frigorífico nathalie leite
Garantia da qualidade em abatedouro frigorífico nathalie leite
Nathalie Leite
 
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinicoGarantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
Bnb Percussionista
 
Sistemas de gestão da qualidade revisão
Sistemas de gestão da qualidade   revisãoSistemas de gestão da qualidade   revisão
Sistemas de gestão da qualidade revisão
filipacbrandao
 
Engenharia de qualidade
Engenharia de qualidadeEngenharia de qualidade
Engenharia de qualidade
Felipe Bezerra Cambará
 
Garantia e Controle da Qualidade no Laboratorio Clinico
Garantia e Controle da Qualidade no Laboratorio ClinicoGarantia e Controle da Qualidade no Laboratorio Clinico
Garantia e Controle da Qualidade no Laboratorio Clinico
Biomedicina SP
 
Folder Sistema DuPont de Gestão em Q&SA
Folder Sistema DuPont de Gestão em Q&SAFolder Sistema DuPont de Gestão em Q&SA
Folder Sistema DuPont de Gestão em Q&SA
Nelio Bento
 
Engenharia de qualidade
Engenharia de qualidadeEngenharia de qualidade
Engenharia de qualidade
Paulo Henrique
 
CONTROLE DE QUALIDADE - PROCEDÊNCIA - VIGILÂNCIA SANITÁRIA - FISCALIZAÇÃO - L...
CONTROLE DE QUALIDADE - PROCEDÊNCIA - VIGILÂNCIA SANITÁRIA - FISCALIZAÇÃO - L...CONTROLE DE QUALIDADE - PROCEDÊNCIA - VIGILÂNCIA SANITÁRIA - FISCALIZAÇÃO - L...
CONTROLE DE QUALIDADE - PROCEDÊNCIA - VIGILÂNCIA SANITÁRIA - FISCALIZAÇÃO - L...
GiulianeSantos2
 
9225 49880-1-pb
9225 49880-1-pb9225 49880-1-pb
9225 49880-1-pb
Roosevelt Dorea
 
Como os profissionais de Segurança de Alimentos podem se preparar para o FSMA?
Como os profissionais de Segurança de Alimentos podem se preparar para o FSMA?Como os profissionais de Segurança de Alimentos podem se preparar para o FSMA?
Como os profissionais de Segurança de Alimentos podem se preparar para o FSMA?
Erica Bergel
 
Abnt nbr iso_22000-2006
Abnt nbr iso_22000-2006Abnt nbr iso_22000-2006
Abnt nbr iso_22000-2006
Sheila Moreira Bezerra
 
Abnt nbr iso_22000-2006
Abnt nbr iso_22000-2006Abnt nbr iso_22000-2006
Abnt nbr iso_22000-2006
Veronica Martins
 
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
JlioAlmeida21
 
35 artigo sistema qualidade x controladoria
35 artigo sistema qualidade x controladoria35 artigo sistema qualidade x controladoria
35 artigo sistema qualidade x controladoria
Amanda Fraga
 
Programa de treinamento
Programa de treinamentoPrograma de treinamento
Programa de treinamento
A.W. Faber-Castell
 
Metrologia
MetrologiaMetrologia
Metrologia
wesleyschuika
 

Semelhante a Qualidade, Segurança e Ambiente (20)

CME E CC.pdf
CME E CC.pdfCME E CC.pdf
CME E CC.pdf
 
Validao dos processos de limpeza um olhar na praticabilidade em indstrias d...
Validao dos processos de limpeza   um olhar na praticabilidade em indstrias d...Validao dos processos de limpeza   um olhar na praticabilidade em indstrias d...
Validao dos processos de limpeza um olhar na praticabilidade em indstrias d...
 
aula 1 e 2 asa 2.pptxo incremento dos serviços com qualidade
aula 1 e 2 asa 2.pptxo incremento dos serviços com qualidadeaula 1 e 2 asa 2.pptxo incremento dos serviços com qualidade
aula 1 e 2 asa 2.pptxo incremento dos serviços com qualidade
 
Apresentação QAS_Normas
Apresentação QAS_NormasApresentação QAS_Normas
Apresentação QAS_Normas
 
Garantia da qualidade em abatedouro frigorífico nathalie leite
Garantia da qualidade em abatedouro frigorífico nathalie leiteGarantia da qualidade em abatedouro frigorífico nathalie leite
Garantia da qualidade em abatedouro frigorífico nathalie leite
 
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinicoGarantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
Garantia e controle_da_qualidade_no_laboratorio_clinico
 
Sistemas de gestão da qualidade revisão
Sistemas de gestão da qualidade   revisãoSistemas de gestão da qualidade   revisão
Sistemas de gestão da qualidade revisão
 
Engenharia de qualidade
Engenharia de qualidadeEngenharia de qualidade
Engenharia de qualidade
 
Garantia e Controle da Qualidade no Laboratorio Clinico
Garantia e Controle da Qualidade no Laboratorio ClinicoGarantia e Controle da Qualidade no Laboratorio Clinico
Garantia e Controle da Qualidade no Laboratorio Clinico
 
Folder Sistema DuPont de Gestão em Q&SA
Folder Sistema DuPont de Gestão em Q&SAFolder Sistema DuPont de Gestão em Q&SA
Folder Sistema DuPont de Gestão em Q&SA
 
Engenharia de qualidade
Engenharia de qualidadeEngenharia de qualidade
Engenharia de qualidade
 
CONTROLE DE QUALIDADE - PROCEDÊNCIA - VIGILÂNCIA SANITÁRIA - FISCALIZAÇÃO - L...
CONTROLE DE QUALIDADE - PROCEDÊNCIA - VIGILÂNCIA SANITÁRIA - FISCALIZAÇÃO - L...CONTROLE DE QUALIDADE - PROCEDÊNCIA - VIGILÂNCIA SANITÁRIA - FISCALIZAÇÃO - L...
CONTROLE DE QUALIDADE - PROCEDÊNCIA - VIGILÂNCIA SANITÁRIA - FISCALIZAÇÃO - L...
 
9225 49880-1-pb
9225 49880-1-pb9225 49880-1-pb
9225 49880-1-pb
 
Como os profissionais de Segurança de Alimentos podem se preparar para o FSMA?
Como os profissionais de Segurança de Alimentos podem se preparar para o FSMA?Como os profissionais de Segurança de Alimentos podem se preparar para o FSMA?
Como os profissionais de Segurança de Alimentos podem se preparar para o FSMA?
 
Abnt nbr iso_22000-2006
Abnt nbr iso_22000-2006Abnt nbr iso_22000-2006
Abnt nbr iso_22000-2006
 
Abnt nbr iso_22000-2006
Abnt nbr iso_22000-2006Abnt nbr iso_22000-2006
Abnt nbr iso_22000-2006
 
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
Processo de preparação para acreditação ona em clínica de gastroenterologia e...
 
35 artigo sistema qualidade x controladoria
35 artigo sistema qualidade x controladoria35 artigo sistema qualidade x controladoria
35 artigo sistema qualidade x controladoria
 
Programa de treinamento
Programa de treinamentoPrograma de treinamento
Programa de treinamento
 
Metrologia
MetrologiaMetrologia
Metrologia
 

Mais de Ana Helena

Luís de camões
Luís de camõesLuís de camões
Luís de camões
Ana Helena
 
Felizmente há luar
Felizmente há luarFelizmente há luar
Felizmente há luar
Ana Helena
 
Sedimentação power point
Sedimentação power  pointSedimentação power  point
Sedimentação power point
Ana Helena
 
Resíduos sólidos
Resíduos sólidosResíduos sólidos
Resíduos sólidos
Ana Helena
 
Glícidos
GlícidosGlícidos
Glícidos
Ana Helena
 
áCido nucleico
áCido nucleicoáCido nucleico
áCido nucleico
Ana Helena
 
Consumers rights
Consumers rightsConsumers rights
Consumers rights
Ana Helena
 
Desequilíbrios regionais
Desequilíbrios regionaisDesequilíbrios regionais
Desequilíbrios regionais
Ana Helena
 
Violência doméstica
Violência domésticaViolência doméstica
Violência doméstica
Ana Helena
 

Mais de Ana Helena (9)

Luís de camões
Luís de camõesLuís de camões
Luís de camões
 
Felizmente há luar
Felizmente há luarFelizmente há luar
Felizmente há luar
 
Sedimentação power point
Sedimentação power  pointSedimentação power  point
Sedimentação power point
 
Resíduos sólidos
Resíduos sólidosResíduos sólidos
Resíduos sólidos
 
Glícidos
GlícidosGlícidos
Glícidos
 
áCido nucleico
áCido nucleicoáCido nucleico
áCido nucleico
 
Consumers rights
Consumers rightsConsumers rights
Consumers rights
 
Desequilíbrios regionais
Desequilíbrios regionaisDesequilíbrios regionais
Desequilíbrios regionais
 
Violência doméstica
Violência domésticaViolência doméstica
Violência doméstica
 

Qualidade, Segurança e Ambiente

  • 2. Qualidade  O termo qualidade está relacionado às perceções de cada indivíduo e diversos fatores como cultura, produto ou serviço prestado.  Existe também uma qualidade em relação a produtos e/ou serviços, há várias definições para a mesma, como o produto estar em conformidade com as exigências dos clientes, ter valor agregado, algo que produtos similares não possuem, relação custo/benefício, entre outros.
  • 3. Qualidade  O controlo da qualidade, garantia da qualidade e gestão da qualidade são conceitos relacionados com Qualidade na indústria e serviços. Estes conceitos são usados em várias áreas, através de indicadores de qualidade e normas.
  • 4. Acreditação  O único organismo em Portugal responsável pela acreditação é o IPAC. Nenhuma outra empresa nacional, pública ou privada, possui essa competência.  A acreditação é assim definida como o procedimento através do qual o organismo nacional de acreditação reconhece, formalmente, que uma entidade é competente para efetuar atividades específicas.
  • 5. Acreditação  A acreditação é um processo mais exigente que a certificação (conceito a ser falado posteriormente) e, por si só, já é um mecanismo de garantia de qualidade dos resultados apresentados aos seus clientes.  A atividade de acreditação consiste na avaliação e reconhecimento da competência técnica de entidades para efetuar atividades específicas de avaliação da conformidade (e.g. ensaios, calibrações, certificações e inspeções).
  • 6. Acreditação  A atividade de acreditação está sujeita a legislação comunitária que obriga a um funcionamento harmonizado, verificado através de um sistema de avaliação pelos pares.
  • 7. Avaliação da conformidade  A avaliação da conformidade consiste (designadamente) na realização de: ensaios, calibrações, inspeções e certificações.  As atividades de avaliação da conformidade visam normalmente demonstrar que um dado, seja ele um produto, um processo ou um serviço cumpre com os requisitos que lhe são aplicáveis.
  • 8. Avaliação da conformidade  Em alguns casos a avaliação da conformidade é legalmente exigida, normalmente relacionada com a segurança desse produto ou serviço.  Pode também ser uma exigência contratual ou uma garantia que um dado produto ou serviço se adequa ao uso pretendido.
  • 9. Certificação "Certificar consiste em demonstrar a conformidade das características de um produto, serviço ou sistema face a um documento de referência preciso que estabeleça e quantifique os parâmetros que devem ser verificados. O processo de certificação de uma empresa consiste na conceção, criação, implementação e certificação de um Sistema da Qualidade, conforme a um Modelo de Garantia da Qualidade adequado." (IAPMEI)
  • 10. Certificação  Existem várias empresas em Portugal, devidamente acreditadas para o efeito pelo IPAC, responsáveis pela certificação de empresas.  A certificação é um fator positivo de valorização de uma empresa face aos seus concorrentes, e pressupõem que os processos/atividades daquela empresa cumprem todos requisitos a que o referencial normativo obriga, o que leva a um aumento da eficácia administrativa, melhoria da produtividade da organização, e consequentemente, da competitividade, promove o envolvimento de todos os colaboradores nos procedimentos da empresa e na melhoria contínua destes, e leva em alta consideração a relação com o cliente e a sua opinião.
  • 11. Sistema Português de Qualidade  O Sistema Português da Qualidade (SPQ) é o conjunto integrado de entidades e organizações interrelacionadas e interatuantes que, seguindo princípios, regras e procedimentos aceites internacionalmente, congrega esforços para a dinamização da qualidade em Portugal e assegura a coordenação dos três subsistemas – da normalização, da qualificação e da metrologia – com vista ao desenvolvimento sustentado do país e ao aumento da qualidade de vida da sociedade em geral (Artigo 4º do Decreto-Lei n.º 71/2012 de 21 de março).
  • 12. O SPQ rege-se pelos seguintes princípios: 1. Credibilidade e transparência - o funcionamento do SPQ baseia-se em regras e métodos conhecidos e aceites a nível nacional ou estabelecidos por consenso internacional, e é supervisionado por entidades representativas. 2. Horizontalidade - o SPQ pode abranger todos os setores de atividade da sociedade. 3. Universalidade - o SPQ pode abranger todo o tipo de atividade em qualquer setor. 4. Transversalidade da dimensão de género - o funcionamento do SPQ visa contribuir para a igualdade entre mulheres e homens.
  • 13. O SPQ rege-se pelos seguintes princípios: 5. Coexistência - podem aderir ao SPQ todos os sistemas setoriais ou entidades que demonstrem cumprir as exigências e regras estabelecidas. 6. Descentralização - o SPQ assenta na autonomia de atuação das entidades que o compõem e no respeito pela unidade de doutrina e ação do Sistema no seu conjunto. 7. Adesão livre e voluntária - cada entidade decide sobre a sua adesão ao SPQ.
  • 15. Qualidade Alimentar  Qualidade alimentar é o conjunto de avaliações de aspeto, cor, paladar, valor biológico, compostos orgânicos desejáveis e compostos inorgânicos indesejáveis, representando tudo aquilo que vale a pena ser incorporado num alimento para que o mesmo preencha suas funções alimentares.
  • 16. Higiene e limpeza na indústria alimentar  A higiene e limpeza de todas as etapas industriais alimentares são fundamentais para a segurança e qualidade dos alimentos. Devido à diversificação de produtos, as empresas de alimentos, para evitar perdas económicas e problemas de saúde pública, necessitam da implantação de programas rígidos de higienização nas suas fábricas, quase que específicos para cada produto elaborado.
  • 17. Higiene e limpeza na indústria alimentar  Para que os programas de higiene, limpeza e sanitização tenham fortes impactos nas indústrias alimentares é necessário que se estude a sua viabilidade, desde a escolha do local da indústria, do projeto da sua construção e instalação, os seus equipamentos, a seleção dos empregados, entre outros.
  • 18. Higiene e limpeza na indústria alimentar  Os procedimentos de higiene aplicam-se às empresas destinadas ao fabrico de alimentos, aos fornecedores de matéria-prima, desde a produção da matériaprima até ao armazenamento e distribuição do produto para o comércio de venda a retalho, chegando às mãos do consumidor.
  • 19. Higiene e limpeza na indústria alimentar N  A aplicação dos procedimentos de higiene na indústria de alimentos visa prevenir o ataque do produto por microrganismos, especialmente pelos de ação patogénica, com a dupla finalidade: • Evitar malefícios contra a saúde humana; • Reduzir ao mínimo o risco de perdas do produto.
  • 20. A higiene relacionada com os trabalhadores  A empresa, para assegurar uma boa qualidade do seu produto, deve fornecer aos seus trabalhadores todas as condições necessárias de trabalho para que os procedimentos de higiene e a sanitização sejam executados de forma eficiente.
  • 21. A higiene relacionada com os trabalhadores  A higiene relacionada com os trabalhadores é desenvolvida através do programa de higiene pessoal adotado pela indústria, de caráter funcional e eficiente quanto à resolução dos problemas que surgem durante as operações. Enquanto a higiene das fábricas e das atividades do processamento é de aspeto geral ou coletivo, esta é nitidamente pessoal.
  • 22. Higiene relacionada com o fabrico industrial de alimentos  Numa fábrica de produtos alimentares, em pleno trabalho, os procedimentos padrões do programa de higiene deverão ser cumpridos estritamente, isto é, sem nenhuma concessão em qualquer dos seus aspetos para que seja produzido um produto de boa qualidade e/ou livre de qualquer contaminação.
  • 23. Atividades Operacionais  Todas as etapas na produção do produto alimentar são marcadas por atividades operacionais, que estão relacionadas com o comportamento dos trabalhadores, com as manobras exigidas pelos procedimentos de elaboração e com as ocorrências, que surgem no decorrer das atividades, referentes aos diversos equipamentos.
  • 24. Cuidados a ter no fabrico de alimentos:  Nas operações de limpeza, os agentes químicos ao serem utilizados devem ser aplicados de tal forma que não contaminem a superfície dos equipamentos e/ou alimentos;  Todos os produtos de limpeza e sanitização devem ser previamente aprovados pela área responsável;  Não realizar substituição dos produtos de limpeza e sanitização de maneira discriminada;  Materiais e produtos químicos utilizados na higiene devem ser identificados e guardados num lugar específico, fora da área de processamento;
  • 25. Limpeza  Devemos considerar todos os elementos presentes na limpeza: a água, detergentes, agentes mecânicos, qualidade dos resíduos depositados (natureza das sujidades), caraterísticas do material das superfícies, as técnicas para limpeza e higiene que serão utilizadas, entre outros fatores.
  • 26. HACCP  O HACCP é uma sigla internacionalmente reconhecida para Hazard Analysis and Critical Control Point, em português Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos. • HA = Análise de perigos • CCP = Pontos Críticos de Controlo • HAZARD = Perigo
  • 27. HACCP  O sistema de Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos (HACCP) tem como base uma metodologia preventiva, com o objetivo de poder evitar potenciais riscos que podem causar danos aos consumidores, através da eliminação ou redução de perigos, de forma a garantir que não estejam colocados, à disposição do consumidor, alimentos não seguros.
  • 28. Os riscos possíveis podem ser divididos em três tipos:  Biológicos e micro -biológicos: bolores, vírus, parasitas ou bactérias (ex.: Salmonella);  Químicos: como resíduos de produtos de limpeza ou pesticidas, mas também venenos naturais como aflatoxinas em nozes;  Físicos: objetos estranhos de qualquer espécie como cabelos, insetos, metais ou outros.
  • 29. HACCP  O HACCP é um processo sistemático aplicado para garantir a inocuidade dos alimentos que consiste em sete princípios: 1. Efetuar uma análise de perigos e identificar as medidas preventivas respetivas; 2. Identificar os pontos críticos de controlo (PCC’s); 3. Estabelecer limites críticos para as medidas preventivas associadas a cada PCC; 4. Estabelecer os requisitos de controlo dos PCC’s. 5. Estabelecer ações corretivas para o caso de desvio dos limites críticos; 6. Estabelecer um sistema para registo de todos os controlos; 7. Estabelecer procedimentos de verificação para verificar se o sistema está a funcionar adequadamente;
  • 30. Qualidade na indústria alimentar  Na indústria alimentar, os sistemas de qualidade têm diversas funções que vão desde a gestão documental até ao controlo de processos. No entanto, o principal objetivo destes sistemas é englobar um conjunto de atividades, que garantam o desenvolvimento e comercialização de alimentos, de acordo com os requisitos de qualidade e segurança impostos pela legislação, pelos clientes e pelos consumidores.
  • 31. Conclusão  No final deste trabalho pode-se concluir que a qualidade alimentar é o conjunto de avaliações fundamentais para um correto funcionamento de uma indústria alimentar, nomeadamente a segurança e qualidade dos seus alimentos. Para controlar a qualidade de um produto, viabilizar os seus custos de produção e satisfazer os consumidores sem oferecer riscos à saúde dos mesmos, deve-se cumprir cuidados rigorosos no momento de limpeza e higiene, de acordo com os procedimentos anteriormente ditos.  O objetivo do controlo da qualidade é então, prever e controlar a qualidade dos alimentos e o processo que permite obter, no final, um produto com as caraterísticas esperadas.