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TEMA: O CÍRCULO VICIOSO DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO
DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO I
DOCENTE: Prof. Dr. CARLOS EDUARDO BEZERRA
EQUIPE: FRANCISCA MAGNA, KARINA SILVA, LUIS RENATO,
NOÉMIO FERNANDES, PAULO RICARDO, RODOLFO F. DE OLIVEIRA
MARGINALIZAÇÃO
DAQUELES QUE NÃO
SEGUEM O PADRÃO -
NOEMIO
GRAMÁTICA
TRADICIONAL -
RENATO
PRECONCEITO
LINGUISTICO -
MAGNA
É A FONTE DO
COMANDOS
PARAGRAMATICAIS
- RODOLFO
ATRIBUIR UMA ÚNICA
MANEIRA DE FALAR E
ESCREVER O
PORTUGUÊS - NOEMIO
LIVROS DIDÁTICOS
- RICARDO
IDEIA
REFORÇADA
PELOS
A FORMA DE
ENSINO - KARINA
QUE É A BASE
DE
OBJETIVAÇÃO
DOS
DEVIDO AO
FATO DELA
DITANDO
O QUE RESULTA
EM UMA
2
NAPOLEÃO MENDES DE ALMEIDA
“Os delinquentes da língua portuguesa fazem do princípio histórico
‘quem faz a língua é o povo’ verdadeiro motor para justificar o
desprezo de seu estudo, de sua gramática, de seu vocabulário,
esquecidos de que a falta de escola é que ocasiona a transformação,
a deterioração, o apodrecimento de uma língua. Cozinheiras, babás,
engraxates, trombadinhas, vagabundos, criminosos é que devem
figurar, segundo esses derrotistas, como verdadeiros mestres de
nossa sintaxe e legítimos defensores do nossos
vocabulário.”(ALMEIDA, 1994).
3
LUIZ ANTONIO SACCONI
“Alguns de nossos jornais e jornalistas se tornaram um problema a
mais para todos os professores de Português. Até quando?”
“Há jornalistas que, de fato, inventam a toda a hora, aprontam com
todo o mundo.”
“Os brasileiros, por exemplo, vivem mal e parcamente num país onde
os jornalistas escrevem muito mal e parcamente.”
“Essa gente ainda vai um dia inventar uma nova língua, inteligível só
para si mesmos.”
“A qualidade de nossos jornais piora (É preciso acrescentar mais?)”
(SACCONI, 2000).
4
JOSUÉ MACHADO
“Em geral, o objeto direto, que é a criança ou o animal nascente, fica
oculto: ‘Ela deu (um filho) à luz’, e já se sabe, pela natureza da
fêmea, no bom sentido, que ser ela fez ou fará vir a luz; faltará saber
apenas o sexo, o que nem sempre fica claro, nem muito, muito, muito
tempo depois.”
“Quem já viajou de ônibus ou trens de arrabalde, um e outro lotado,
mesmo no começo do dia, pode concluir sem hesitar que o cheiro de
herbívoros tratados com aveia é bem melhor que o dos pobres
carnívoros sem banho, que usam um desodorante vencido ou não o
usam. No fim do dia, então...”
(MACHADO).
5
6
CONCLUSÃO
Em suma, o preconceito linguístico sempre foi conjuntamente
associado ao preconceito social, pelo fato das vítimas destes tipos de
preconceito serem as mesmas: as pessoas com baixa condição
econômica e que muitas vezes não tem a oportunidade do acesso à
educação e, por isso, não utilizam a norma padrão da língua, mas
isso não é motivo de marginalização, pelo contrário, pois como a
língua é uma construção humana mutável e evolutiva, os seres
humanos podem a utilizar da forma que acharem melhor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Dicionário de Questões Vernáculas.
2ª ed. São Paulo: LTCE, 1994.
BAGNO, Marcos. O círculo vicioso do preconceito linguístico. In:
Preconceito Linguístico. São Paulo: Editora Loyola, 1999.
MACHADO, Josué. Manual da falta de estilo. São Paulo: Best Seller.
SACCONI, Luiz Antônio. Não erre mais! Português agradável e
descomplicado. São Paulo: Atual, 2000.
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Preconceito Linguístico

  • 1. TEMA: O CÍRCULO VICIOSO DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO I DOCENTE: Prof. Dr. CARLOS EDUARDO BEZERRA EQUIPE: FRANCISCA MAGNA, KARINA SILVA, LUIS RENATO, NOÉMIO FERNANDES, PAULO RICARDO, RODOLFO F. DE OLIVEIRA
  • 2. MARGINALIZAÇÃO DAQUELES QUE NÃO SEGUEM O PADRÃO - NOEMIO GRAMÁTICA TRADICIONAL - RENATO PRECONCEITO LINGUISTICO - MAGNA É A FONTE DO COMANDOS PARAGRAMATICAIS - RODOLFO ATRIBUIR UMA ÚNICA MANEIRA DE FALAR E ESCREVER O PORTUGUÊS - NOEMIO LIVROS DIDÁTICOS - RICARDO IDEIA REFORÇADA PELOS A FORMA DE ENSINO - KARINA QUE É A BASE DE OBJETIVAÇÃO DOS DEVIDO AO FATO DELA DITANDO O QUE RESULTA EM UMA 2
  • 3. NAPOLEÃO MENDES DE ALMEIDA “Os delinquentes da língua portuguesa fazem do princípio histórico ‘quem faz a língua é o povo’ verdadeiro motor para justificar o desprezo de seu estudo, de sua gramática, de seu vocabulário, esquecidos de que a falta de escola é que ocasiona a transformação, a deterioração, o apodrecimento de uma língua. Cozinheiras, babás, engraxates, trombadinhas, vagabundos, criminosos é que devem figurar, segundo esses derrotistas, como verdadeiros mestres de nossa sintaxe e legítimos defensores do nossos vocabulário.”(ALMEIDA, 1994). 3
  • 4. LUIZ ANTONIO SACCONI “Alguns de nossos jornais e jornalistas se tornaram um problema a mais para todos os professores de Português. Até quando?” “Há jornalistas que, de fato, inventam a toda a hora, aprontam com todo o mundo.” “Os brasileiros, por exemplo, vivem mal e parcamente num país onde os jornalistas escrevem muito mal e parcamente.” “Essa gente ainda vai um dia inventar uma nova língua, inteligível só para si mesmos.” “A qualidade de nossos jornais piora (É preciso acrescentar mais?)” (SACCONI, 2000). 4
  • 5. JOSUÉ MACHADO “Em geral, o objeto direto, que é a criança ou o animal nascente, fica oculto: ‘Ela deu (um filho) à luz’, e já se sabe, pela natureza da fêmea, no bom sentido, que ser ela fez ou fará vir a luz; faltará saber apenas o sexo, o que nem sempre fica claro, nem muito, muito, muito tempo depois.” “Quem já viajou de ônibus ou trens de arrabalde, um e outro lotado, mesmo no começo do dia, pode concluir sem hesitar que o cheiro de herbívoros tratados com aveia é bem melhor que o dos pobres carnívoros sem banho, que usam um desodorante vencido ou não o usam. No fim do dia, então...” (MACHADO). 5
  • 6. 6 CONCLUSÃO Em suma, o preconceito linguístico sempre foi conjuntamente associado ao preconceito social, pelo fato das vítimas destes tipos de preconceito serem as mesmas: as pessoas com baixa condição econômica e que muitas vezes não tem a oportunidade do acesso à educação e, por isso, não utilizam a norma padrão da língua, mas isso não é motivo de marginalização, pelo contrário, pois como a língua é uma construção humana mutável e evolutiva, os seres humanos podem a utilizar da forma que acharem melhor.
  • 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Dicionário de Questões Vernáculas. 2ª ed. São Paulo: LTCE, 1994. BAGNO, Marcos. O círculo vicioso do preconceito linguístico. In: Preconceito Linguístico. São Paulo: Editora Loyola, 1999. MACHADO, Josué. Manual da falta de estilo. São Paulo: Best Seller. SACCONI, Luiz Antônio. Não erre mais! Português agradável e descomplicado. São Paulo: Atual, 2000. 7