O documento discute o preconceito linguístico e sua relação com o preconceito social, destacando que as vítimas são frequentemente pessoas de baixa condição econômica sem acesso à educação formal. Aborda como as normas da língua são marginais e como a linguagem é uma construção mutável e evolutiva. O texto é fundamentado por opiniões de diversos autores sobre a deterioração da qualidade da língua e suas implicações na sociedade.