Marcos Bagno luta contra o preconceito linguístico, que é uma forma sutil de exclusão social. Ele desconstrói oito mitos enraizados sobre a língua portuguesa no Brasil, incluindo a ideia de que só em Portugal se fala bem o português e que as pessoas sem instrução falam tudo errado. Bagno defende que todas as variedades linguísticas são igualmente válidas e que o domínio da norma culta não leva necessariamente a ascensão social.