SlideShare uma empresa Scribd logo
A raça é um conceito que obedece
diversos parâmetros
para classificar diferentes populações
de uma mesma espécie biológica de
acordo com suas
características genéticas ou fenotípic
as; é comum falar-se das raças de
cães ou de outros animais.
A antropologia, entre os séculos XVII e XX, usou
igualmente várias classificações de grupos humanos no
que é conhecido como "raças humanas" mas, desde que
se utilizaram os métodos genéticos para estudar
populações humanas, essas classificações e o próprio
conceito de "raças humanas" deixaram de ser utilizados,
persistindo o uso do termo apenas na política, quando se
pede "igualdade racial" ou na legislação quando se fala
em "preconceito de raça", como a lei nº 12.2883 , de 20
de julho de 2010, que instituiu, no Brasil, o “Estatuto da
Igualdade Racial”. Um conceito alternativo e sinônimo é
o de "etnia".
O vocábulo raça aparecia
normalmente nos textos científicos
(como os livros de geografia
de Aroldo de Azevedo e a coleção
"História das Raças Humanas", de
Gilberto Galvão, que detalha todas
as raças, com fotografias) até
a década de 1970, quando começou a
ser questionado como racismo,
especialmente com o advento
do politicamente correto na década
de 1980.
Do ponto de vista científico, como já demonstrou o Projeto
Genoma, o conceito de raça não pode ser aplicado a seres
humanos por não existirem genes raciais na nossa espécie;
isso corrobora teses anteriores, que negavam a existência
de isolamento genético dentre as populações. Assim, para a
espécie humana "raça" corresponde a um conceito social,
não a conceito científico.
Uma pesquisa do IBGE, divulgada em 22 de julho de 2011,
revelou que a maioria dos brasileiros acredita que a cor e a
raça do indivíduo influenciam o trabalho e a vida cotidiana
das pessoas.
O termo "raça" ainda é aceito
normalmente para designar as
variedades de animais domésticos e
animais de criação como o gado
(nelore, gir e zebu).
Abaixo discutem-se os conceitos
biológicos de raça, várias definições
históricas destes conceitos e um
resumo da história e utilização das
classificações de raças humanas.
Já os egípcios classificavam os seres humanos com base na
cor de pele: vermelho- egípcios, amarela- asiáticos, branca-
populações do norte, preta- populações subsaarianas, etc.
Vários investigadores demonstraram que a distância
genética é fortemente associada à distância geográfica
entre as populações, esta associação torna-se mais forte se
tivermos em conta as migrações entre continentes ao longo
de toda a história da humanidade.
O conceito de raças
humanas foi usado pelos
regimes coloniais e
pelo apartheid (na África do
Sul), para perpetuar a
submissão dos colonizados;
atualmente, só nos Estados
Unidos se usa uma classificação
da sua população em
raças, alegadamente para
proteger os direitos
das minorias.
A definição de raças humanas é principalmente uma classificação de ordem
social, onde a cor da pele e origem social ganham, graças a uma
cultura racista, sentidos, valores e significados distintos. As diferenças
mais comuns referem-se à cor de pele, tipo de cabelo, conformação facial
e cranial, ancestralidade e, em algumas culturas, genética. O conceito de
raça humana não se confunde com o de sub-espécie e com o de
variedade, aplicados a outros seres vivos que não o homem(embora humanos
e animais estejam exatamente sobre o mesmo tipo de seleção
genética, apesar das pomposas fachadas pseudo-civilizatórias). Por seu
caráter controverso (seu impacto na identidade social e política), o conceito
de raça é questionado por alguns estudiosos como constructo social; entre
os biológos, é um conceito com certo descrédito por não se conformar a
normas taxonômicas aceites.
Algumas vezes utiliza-se o termo raça para identificar um
grupo cultural ou étnico-lingüístico, sem quaisquer relações
com um padrão biológico. Nesse caso pode-se preferir o uso
de termos como população, etnia, ou mesmo cultura.
A primeira classificação dos homens em raças foi a "Nouvelle division de la
terre par les différents espèces ou races qui l'habitent" ("Nova divisão da
terra pelas diferentes espécies ou raças que a habitam") de François
Bernier, publicada em 1684. No século XIX, vários naturalistas publicaram
estudos sobre as "raças humanas", como Georges Cuvier, James Cowles
Pritchard, Louis Agassiz, Charles Pickering e Johann Friedrich Blumenbach.
Nessa época, as "raças humanas" distinguiam-se pela cor da pele,
tipo facial (principalmente a forma dos lábios, olhos e nariz), perfil
craniano e textura e cor do cabelo, mas considerava-se também que essas
diferenças refletiam diferenças no conceito de moral e na inteligência, pois
uma caixa cranial maior e/ou mais alta representava um cérebro maior, mais
alto e por consequência maior quantidade de células cerebrais).
A necessidade de descrever os "outros" advém do contato
social entre indivíduos e entre grupos diferentes. No
entanto, a classificação de grupos traz sempre
consequências negativas, principalmente pelo facto dos
termos empregados poderem ser considerados pejorativos
pelos grupos visados (ver, por
exemplo ameríndio e hotentote). Tradicionalmente, os
seres humanos foram divididos em três ou cinco grandes
grupos de linhagem (dependendo de interpretação), mas a
denominação de cada um – pelo motivo indicado – tem
variado ao longo do tempo:
Mongoloide (raça amarela): povos do leste e sudeste asiático,
Oceania (malaios e polinésios) e continente americano
(esquimós e ameríndios).
Caucasoide (raça branca): povos de todo o continente europeu, norte
da África e parte do continente asiático (Oriente Médio e norte do
Subcontinente Indiano).
Negroide (raça negra): povos da África Subsaariana.
Os outros dois grupos de linhagem humana poderiam ser:
Australoide: sul da Índia (drávidas), negritos das Ilhas Andaman
(Oceano Índico), negritos das Filipinas, aborígenes de Papua-Nova
Guiné, aborígenes da Austrália e povos melanésios da Oceania.
Capoide: tribos Khoisan (extremo sul do continente africano).
Uma etnia ou um grupo étnico é uma comunidade humana definida
por afinidades linguísticas e culturais. Estas comunidades
geralmente reivindicam para si uma estrutura social, política e um
território.
A palavra etnia é usada muitas vezes erroneamente como
um eufemismo para raça, ou como um sinônimo para grupo
minoritário. A diferença reside no fato de que etnia compreende os
fatores culturais, como a religião, a língua, hábitos
gastronómicos, hábitos no vestuário, outras
tradições, etc., enquanto raça compreende apenas os fatores
morfológicos, como cor de pele, constituição física, estatura, traço
facial, etc.
A palavra "etnia" é derivada do grego ethnos, significando
"povo". Esse termo era tipicamente utilizado para se referir a
povos não-gregos, então também tinha conotação de
"estrangeiro". Em Israel, nos tempos bíblicos, a palavra
equivalente no hebraico do Antigo Testamento era usada para
distinguir os israelitas de todos os povos não
judeus, chamados "gentios". O mesmo sentido acompanhou o
uso da palavra grega e seus correlatos nos tempos de Jesus
e, no Novo Testamento, esta palavra é usada também para
distinguir os não cristãos em oposição aos cristãos, adquirindo
também o sentido de "pagãos".
Mesmo assim, boa parte dos textos do
Novo Testamento usam a palavra
grega ethnos para se referir aos povos
ainda não alcançados pela pregação do
Evangelho, adquirindo a conotação de
"povos-não-alcançados". A palavra deixou
de ser relacionada com o paganismo em
princípios do Século XVIII. O uso do
sentido moderno, mais próximo do
original grego, começou na metade
do Século XX, tendo se intensificado
desde então.
Língua
A língua tem sido muitas vezes utilizada como fator primário
de classificação dos grupos étnicos, embora sem dúvida não
isenta de manipulação política ou erro. É preciso destacar
também que existe grande número de línguas multiétnicas e
determinadas etnias são multilíngues.
Cultura
A delimitação cultural de um grupo
étnico, com respeito aos grupos
culturais de fronteira, se faz
dificultosa para o etnólogo, em
especial no tocante a grupos
humanos altamente comunicados
com seus grupos vizinhos. Elie
Kedourie é talvez o autor que mais
tenha aprofundado a análise das
diferenças entre etnias e culturas.
Geralmente se percebe que os grupos étnicos compartilham uma
origem comum, e exibem uma continuidade no
tempo, apresentam uma noção de história em comum e projetam
um futuro como povo. Isto se alcança através da transmissão de
geração em geração de uma linguagem comum, de
valores, tradições e, em vários casos, instituições.
Embora em várias culturas se mesclem os fatores étnicos e os
políticos, não é imprescindível que um grupo étnico conte com
instituições próprias de governo para ser considerado como tal.
A soberania portanto não é definidora da etnia, mas se admite a
necessidade de uma certa projeção social comum.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Raça, cor , cor da pele e etnia
Raça, cor , cor da pele e etniaRaça, cor , cor da pele e etnia
Raça, cor , cor da pele e etnia
Myla Sousa
 
Diversidade cultural
Diversidade culturalDiversidade cultural
Diversidade cultural
Paula Tomaz
 
Introdução à Sociologia
Introdução à SociologiaIntrodução à Sociologia
Introdução à Sociologia
Alison Nunes
 
Os Movimentos Sociais
Os Movimentos Sociais Os Movimentos Sociais
Os Movimentos Sociais
Isaquel Silva
 
Sociologia - O que é o trabalho
Sociologia - O que é o trabalho Sociologia - O que é o trabalho
Sociologia - O que é o trabalho
Jeane Santos
 
Industria Cultural e Cultura de Massa
Industria Cultural e Cultura de MassaIndustria Cultural e Cultura de Massa
Industria Cultural e Cultura de Massa
Elisama Lopes
 
Sociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula IntrodutóriaSociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula Introdutória
Paula Meyer Piagentini
 
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAISRELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
Ludmila Moura
 
Desigualdade Social
Desigualdade SocialDesigualdade Social
Desigualdade Social
Marcos Alencar
 
Sexualidade e Gênero
Sexualidade e GêneroSexualidade e Gênero
Sexualidade e Gênero
Marina Godoy
 
Racismo no Brasil
Racismo no BrasilRacismo no Brasil
Racismo no Brasil
progerio81
 
O mundo do trabalho
O mundo do trabalhoO mundo do trabalho
O mundo do trabalho
Colegio
 
Genero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Genero e sexualidade - Aula Completa de SociologiaGenero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Genero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Saulo Lucena
 
Sociologia Capítulo 18 - Cultura e Ideologia
Sociologia Capítulo 18 - Cultura e IdeologiaSociologia Capítulo 18 - Cultura e Ideologia
Sociologia Capítulo 18 - Cultura e Ideologia
Miro Santos
 
Cultura indígena
Cultura indígenaCultura indígena
Cultura indígena
Paula Naranjo
 
Cidadania
CidadaniaCidadania
INTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS
INTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOSINTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS
INTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS
Isabela Espíndola
 
Aculturacao assimilacao
Aculturacao assimilacaoAculturacao assimilacao
Aculturacao assimilacao
Suelly Francisco
 
Protagonismo juvenil
Protagonismo juvenilProtagonismo juvenil
Estratificação social
Estratificação socialEstratificação social
Estratificação social
Paulo Alexandre
 

Mais procurados (20)

Raça, cor , cor da pele e etnia
Raça, cor , cor da pele e etniaRaça, cor , cor da pele e etnia
Raça, cor , cor da pele e etnia
 
Diversidade cultural
Diversidade culturalDiversidade cultural
Diversidade cultural
 
Introdução à Sociologia
Introdução à SociologiaIntrodução à Sociologia
Introdução à Sociologia
 
Os Movimentos Sociais
Os Movimentos Sociais Os Movimentos Sociais
Os Movimentos Sociais
 
Sociologia - O que é o trabalho
Sociologia - O que é o trabalho Sociologia - O que é o trabalho
Sociologia - O que é o trabalho
 
Industria Cultural e Cultura de Massa
Industria Cultural e Cultura de MassaIndustria Cultural e Cultura de Massa
Industria Cultural e Cultura de Massa
 
Sociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula IntrodutóriaSociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula Introdutória
 
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAISRELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
 
Desigualdade Social
Desigualdade SocialDesigualdade Social
Desigualdade Social
 
Sexualidade e Gênero
Sexualidade e GêneroSexualidade e Gênero
Sexualidade e Gênero
 
Racismo no Brasil
Racismo no BrasilRacismo no Brasil
Racismo no Brasil
 
O mundo do trabalho
O mundo do trabalhoO mundo do trabalho
O mundo do trabalho
 
Genero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Genero e sexualidade - Aula Completa de SociologiaGenero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
Genero e sexualidade - Aula Completa de Sociologia
 
Sociologia Capítulo 18 - Cultura e Ideologia
Sociologia Capítulo 18 - Cultura e IdeologiaSociologia Capítulo 18 - Cultura e Ideologia
Sociologia Capítulo 18 - Cultura e Ideologia
 
Cultura indígena
Cultura indígenaCultura indígena
Cultura indígena
 
Cidadania
CidadaniaCidadania
Cidadania
 
INTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS
INTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOSINTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS
INTRODUÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS
 
Aculturacao assimilacao
Aculturacao assimilacaoAculturacao assimilacao
Aculturacao assimilacao
 
Protagonismo juvenil
Protagonismo juvenilProtagonismo juvenil
Protagonismo juvenil
 
Estratificação social
Estratificação socialEstratificação social
Estratificação social
 

Semelhante a Raça e etnia

Uma abordagem conceitual das noções de raca, racismo
Uma abordagem conceitual das noções de raca, racismoUma abordagem conceitual das noções de raca, racismo
Uma abordagem conceitual das noções de raca, racismo
Geraa Ufms
 
apresentacaomoduloii-aula_i_-_racismo,_discriminacao_e_preconceito.ppt
apresentacaomoduloii-aula_i_-_racismo,_discriminacao_e_preconceito.pptapresentacaomoduloii-aula_i_-_racismo,_discriminacao_e_preconceito.ppt
apresentacaomoduloii-aula_i_-_racismo,_discriminacao_e_preconceito.ppt
laerciojunior26
 
Racismo, discriminacao e_preconceito
Racismo, discriminacao e_preconceitoRacismo, discriminacao e_preconceito
Racismo, discriminacao e_preconceito
Giselda Mezadri de Almeida
 
Apostila raçaetnicidade
Apostila raçaetnicidadeApostila raçaetnicidade
Apostila raçaetnicidade
Valdira Valadares
 
Boletim eletronico brasil cult
Boletim eletronico brasil cultBoletim eletronico brasil cult
Boletim eletronico brasil cult
Rodrigo Silveira
 
Matrizes culturais I
Matrizes culturais IMatrizes culturais I
Matrizes culturais I
felipedacarpereira
 
Cartilha-Indigenas-1.pdf
Cartilha-Indigenas-1.pdfCartilha-Indigenas-1.pdf
Cartilha-Indigenas-1.pdf
JaquelineSouza798953
 
Diferenças entre etnia
Diferenças entre etniaDiferenças entre etnia
Diferenças entre etnia
rafaelcef3
 
temas de reflexao
temas de reflexaotemas de reflexao
temas de reflexao
ValSony
 
Breve trajetória da antropologia &
Breve trajetória  da antropologia                 &Breve trajetória  da antropologia                 &
Breve trajetória da antropologia &
Marcello Lemanski
 
história - singularidade etnico cultural
história - singularidade etnico culturalhistória - singularidade etnico cultural
história - singularidade etnico cultural
AnySantos13
 
Modulo 16 - Brasil - um país multicultural
Modulo 16 - Brasil - um país multiculturalModulo 16 - Brasil - um país multicultural
Modulo 16 - Brasil - um país multicultural
Claudio Henrique Ramos Sales
 
2 origem humana
2   origem humana2   origem humana
2 origem humana
Marilia Pimentel
 
As diferenças raciais se constituem num dos grandes dilemas que
As diferenças raciais se constituem num dos grandes dilemas queAs diferenças raciais se constituem num dos grandes dilemas que
As diferenças raciais se constituem num dos grandes dilemas que
Yasmim Rocha
 
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humanaDarwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Jean Aderaldo
 
Identidade E Cultura Trabalho
Identidade E Cultura TrabalhoIdentidade E Cultura Trabalho
Identidade E Cultura Trabalho
Emília Cabral
 
Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Etnocentrismo, racismo e preconceito.Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Fábio Fernandes
 
Racismo - slide.pdf
Racismo - slide.pdfRacismo - slide.pdf
Racismo - slide.pdf
brenoalberton
 
8o ano cultura indigena
8o ano cultura indigena8o ano cultura indigena
8o ano cultura indigena
Júlio César Anjos
 
Boletim
BoletimBoletim

Semelhante a Raça e etnia (20)

Uma abordagem conceitual das noções de raca, racismo
Uma abordagem conceitual das noções de raca, racismoUma abordagem conceitual das noções de raca, racismo
Uma abordagem conceitual das noções de raca, racismo
 
apresentacaomoduloii-aula_i_-_racismo,_discriminacao_e_preconceito.ppt
apresentacaomoduloii-aula_i_-_racismo,_discriminacao_e_preconceito.pptapresentacaomoduloii-aula_i_-_racismo,_discriminacao_e_preconceito.ppt
apresentacaomoduloii-aula_i_-_racismo,_discriminacao_e_preconceito.ppt
 
Racismo, discriminacao e_preconceito
Racismo, discriminacao e_preconceitoRacismo, discriminacao e_preconceito
Racismo, discriminacao e_preconceito
 
Apostila raçaetnicidade
Apostila raçaetnicidadeApostila raçaetnicidade
Apostila raçaetnicidade
 
Boletim eletronico brasil cult
Boletim eletronico brasil cultBoletim eletronico brasil cult
Boletim eletronico brasil cult
 
Matrizes culturais I
Matrizes culturais IMatrizes culturais I
Matrizes culturais I
 
Cartilha-Indigenas-1.pdf
Cartilha-Indigenas-1.pdfCartilha-Indigenas-1.pdf
Cartilha-Indigenas-1.pdf
 
Diferenças entre etnia
Diferenças entre etniaDiferenças entre etnia
Diferenças entre etnia
 
temas de reflexao
temas de reflexaotemas de reflexao
temas de reflexao
 
Breve trajetória da antropologia &
Breve trajetória  da antropologia                 &Breve trajetória  da antropologia                 &
Breve trajetória da antropologia &
 
história - singularidade etnico cultural
história - singularidade etnico culturalhistória - singularidade etnico cultural
história - singularidade etnico cultural
 
Modulo 16 - Brasil - um país multicultural
Modulo 16 - Brasil - um país multiculturalModulo 16 - Brasil - um país multicultural
Modulo 16 - Brasil - um país multicultural
 
2 origem humana
2   origem humana2   origem humana
2 origem humana
 
As diferenças raciais se constituem num dos grandes dilemas que
As diferenças raciais se constituem num dos grandes dilemas queAs diferenças raciais se constituem num dos grandes dilemas que
As diferenças raciais se constituem num dos grandes dilemas que
 
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humanaDarwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
Darwinismo social e Uso do Termo Raça para a sociedade humana
 
Identidade E Cultura Trabalho
Identidade E Cultura TrabalhoIdentidade E Cultura Trabalho
Identidade E Cultura Trabalho
 
Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Etnocentrismo, racismo e preconceito.Etnocentrismo, racismo e preconceito.
Etnocentrismo, racismo e preconceito.
 
Racismo - slide.pdf
Racismo - slide.pdfRacismo - slide.pdf
Racismo - slide.pdf
 
8o ano cultura indigena
8o ano cultura indigena8o ano cultura indigena
8o ano cultura indigena
 
Boletim
BoletimBoletim
Boletim
 

Mais de Rodolfo Ferreira de Oliveira

Preconceito Linguístico
Preconceito LinguísticoPreconceito Linguístico
Preconceito Linguístico
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
Um Tubarão Gigantesco do Cretáceo Inferior na Formação do Duck Creek do Texas.
Um Tubarão Gigantesco do Cretáceo Inferior na Formação do Duck Creek do Texas.Um Tubarão Gigantesco do Cretáceo Inferior na Formação do Duck Creek do Texas.
Um Tubarão Gigantesco do Cretáceo Inferior na Formação do Duck Creek do Texas.
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
O olhar imperial e a invenção da África
O olhar imperial e a invenção da ÁfricaO olhar imperial e a invenção da África
O olhar imperial e a invenção da África
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
Marie Curie
Marie CurieMarie Curie
Estrelas
EstrelasEstrelas
Fungos
FungosFungos
Café
CaféCafé
Origem e evolução do ser humano
Origem e evolução do ser humanoOrigem e evolução do ser humano
Origem e evolução do ser humano
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
Cabo Verde
Cabo VerdeCabo Verde
Conhecimento Empírico
Conhecimento EmpíricoConhecimento Empírico
Conhecimento Empírico
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
Globalização Política
Globalização PolíticaGlobalização Política
Globalização Política
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
Feitorias
FeitoriasFeitorias
O trabalho escravo no brasil
O trabalho escravo no brasilO trabalho escravo no brasil
O trabalho escravo no brasil
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
As Leis de Newton
As Leis de NewtonAs Leis de Newton
As Leis de Newton
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
A linguagem visual
A linguagem visualA linguagem visual
A linguagem visual
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
Gametogênese
GametogêneseGametogênese
Células tronco embrionárias
Células tronco embrionáriasCélulas tronco embrionárias
Células tronco embrionárias
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
Tecido Conjuntivo
Tecido ConjuntivoTecido Conjuntivo
Tecido Conjuntivo
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 
Unidade
UnidadeUnidade
Movimento uniforme
Movimento uniformeMovimento uniforme
Movimento uniforme
Rodolfo Ferreira de Oliveira
 

Mais de Rodolfo Ferreira de Oliveira (20)

Preconceito Linguístico
Preconceito LinguísticoPreconceito Linguístico
Preconceito Linguístico
 
Um Tubarão Gigantesco do Cretáceo Inferior na Formação do Duck Creek do Texas.
Um Tubarão Gigantesco do Cretáceo Inferior na Formação do Duck Creek do Texas.Um Tubarão Gigantesco do Cretáceo Inferior na Formação do Duck Creek do Texas.
Um Tubarão Gigantesco do Cretáceo Inferior na Formação do Duck Creek do Texas.
 
O olhar imperial e a invenção da África
O olhar imperial e a invenção da ÁfricaO olhar imperial e a invenção da África
O olhar imperial e a invenção da África
 
Marie Curie
Marie CurieMarie Curie
Marie Curie
 
Estrelas
EstrelasEstrelas
Estrelas
 
Fungos
FungosFungos
Fungos
 
Café
CaféCafé
Café
 
Origem e evolução do ser humano
Origem e evolução do ser humanoOrigem e evolução do ser humano
Origem e evolução do ser humano
 
Cabo Verde
Cabo VerdeCabo Verde
Cabo Verde
 
Conhecimento Empírico
Conhecimento EmpíricoConhecimento Empírico
Conhecimento Empírico
 
Globalização Política
Globalização PolíticaGlobalização Política
Globalização Política
 
Feitorias
FeitoriasFeitorias
Feitorias
 
O trabalho escravo no brasil
O trabalho escravo no brasilO trabalho escravo no brasil
O trabalho escravo no brasil
 
As Leis de Newton
As Leis de NewtonAs Leis de Newton
As Leis de Newton
 
A linguagem visual
A linguagem visualA linguagem visual
A linguagem visual
 
Gametogênese
GametogêneseGametogênese
Gametogênese
 
Células tronco embrionárias
Células tronco embrionáriasCélulas tronco embrionárias
Células tronco embrionárias
 
Tecido Conjuntivo
Tecido ConjuntivoTecido Conjuntivo
Tecido Conjuntivo
 
Unidade
UnidadeUnidade
Unidade
 
Movimento uniforme
Movimento uniformeMovimento uniforme
Movimento uniforme
 

Último

O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
jonny615148
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdfsaid edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
ThiagoRORISDASILVA1
 
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdfPROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
MiriamCamily
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
WELTONROBERTOFREITAS
 
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdfA justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
MarcoAurlioResende
 
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdfSequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
marcos oliveira
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidadeAula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
AlessandraRibas7
 
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Militao Ricardo
 
Bem -aventurados pobres de espirito.pptx
Bem -aventurados pobres de espirito.pptxBem -aventurados pobres de espirito.pptx
Bem -aventurados pobres de espirito.pptx
MarcoAurlioResende
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
FredPaixaoeSilva
 

Último (20)

O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdfsaid edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
 
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdfPROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
PROVA DE ARTE PARA IMPRESSÃO - CORRETA gabarito .pdf
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
 
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdfA justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
A justiça divina segundo o Espiritismo (V2).pdf
 
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdfSequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
Sequência Didática de Matemática MatemáticaMatemática.pdf
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidadeAula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
Aula de filosofia sobre Sexo, Gênero e sexualidade
 
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
 
Bem -aventurados pobres de espirito.pptx
Bem -aventurados pobres de espirito.pptxBem -aventurados pobres de espirito.pptx
Bem -aventurados pobres de espirito.pptx
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
 

Raça e etnia

  • 1.
  • 2. A raça é um conceito que obedece diversos parâmetros para classificar diferentes populações de uma mesma espécie biológica de acordo com suas características genéticas ou fenotípic as; é comum falar-se das raças de cães ou de outros animais.
  • 3. A antropologia, entre os séculos XVII e XX, usou igualmente várias classificações de grupos humanos no que é conhecido como "raças humanas" mas, desde que se utilizaram os métodos genéticos para estudar populações humanas, essas classificações e o próprio conceito de "raças humanas" deixaram de ser utilizados, persistindo o uso do termo apenas na política, quando se pede "igualdade racial" ou na legislação quando se fala em "preconceito de raça", como a lei nº 12.2883 , de 20 de julho de 2010, que instituiu, no Brasil, o “Estatuto da Igualdade Racial”. Um conceito alternativo e sinônimo é o de "etnia".
  • 4. O vocábulo raça aparecia normalmente nos textos científicos (como os livros de geografia de Aroldo de Azevedo e a coleção "História das Raças Humanas", de Gilberto Galvão, que detalha todas as raças, com fotografias) até a década de 1970, quando começou a ser questionado como racismo, especialmente com o advento do politicamente correto na década de 1980.
  • 5. Do ponto de vista científico, como já demonstrou o Projeto Genoma, o conceito de raça não pode ser aplicado a seres humanos por não existirem genes raciais na nossa espécie; isso corrobora teses anteriores, que negavam a existência de isolamento genético dentre as populações. Assim, para a espécie humana "raça" corresponde a um conceito social, não a conceito científico. Uma pesquisa do IBGE, divulgada em 22 de julho de 2011, revelou que a maioria dos brasileiros acredita que a cor e a raça do indivíduo influenciam o trabalho e a vida cotidiana das pessoas.
  • 6. O termo "raça" ainda é aceito normalmente para designar as variedades de animais domésticos e animais de criação como o gado (nelore, gir e zebu). Abaixo discutem-se os conceitos biológicos de raça, várias definições históricas destes conceitos e um resumo da história e utilização das classificações de raças humanas.
  • 7. Já os egípcios classificavam os seres humanos com base na cor de pele: vermelho- egípcios, amarela- asiáticos, branca- populações do norte, preta- populações subsaarianas, etc. Vários investigadores demonstraram que a distância genética é fortemente associada à distância geográfica entre as populações, esta associação torna-se mais forte se tivermos em conta as migrações entre continentes ao longo de toda a história da humanidade.
  • 8. O conceito de raças humanas foi usado pelos regimes coloniais e pelo apartheid (na África do Sul), para perpetuar a submissão dos colonizados; atualmente, só nos Estados Unidos se usa uma classificação da sua população em raças, alegadamente para proteger os direitos das minorias.
  • 9. A definição de raças humanas é principalmente uma classificação de ordem social, onde a cor da pele e origem social ganham, graças a uma cultura racista, sentidos, valores e significados distintos. As diferenças mais comuns referem-se à cor de pele, tipo de cabelo, conformação facial e cranial, ancestralidade e, em algumas culturas, genética. O conceito de raça humana não se confunde com o de sub-espécie e com o de variedade, aplicados a outros seres vivos que não o homem(embora humanos e animais estejam exatamente sobre o mesmo tipo de seleção genética, apesar das pomposas fachadas pseudo-civilizatórias). Por seu caráter controverso (seu impacto na identidade social e política), o conceito de raça é questionado por alguns estudiosos como constructo social; entre os biológos, é um conceito com certo descrédito por não se conformar a normas taxonômicas aceites.
  • 10. Algumas vezes utiliza-se o termo raça para identificar um grupo cultural ou étnico-lingüístico, sem quaisquer relações com um padrão biológico. Nesse caso pode-se preferir o uso de termos como população, etnia, ou mesmo cultura.
  • 11. A primeira classificação dos homens em raças foi a "Nouvelle division de la terre par les différents espèces ou races qui l'habitent" ("Nova divisão da terra pelas diferentes espécies ou raças que a habitam") de François Bernier, publicada em 1684. No século XIX, vários naturalistas publicaram estudos sobre as "raças humanas", como Georges Cuvier, James Cowles Pritchard, Louis Agassiz, Charles Pickering e Johann Friedrich Blumenbach. Nessa época, as "raças humanas" distinguiam-se pela cor da pele, tipo facial (principalmente a forma dos lábios, olhos e nariz), perfil craniano e textura e cor do cabelo, mas considerava-se também que essas diferenças refletiam diferenças no conceito de moral e na inteligência, pois uma caixa cranial maior e/ou mais alta representava um cérebro maior, mais alto e por consequência maior quantidade de células cerebrais).
  • 12. A necessidade de descrever os "outros" advém do contato social entre indivíduos e entre grupos diferentes. No entanto, a classificação de grupos traz sempre consequências negativas, principalmente pelo facto dos termos empregados poderem ser considerados pejorativos pelos grupos visados (ver, por exemplo ameríndio e hotentote). Tradicionalmente, os seres humanos foram divididos em três ou cinco grandes grupos de linhagem (dependendo de interpretação), mas a denominação de cada um – pelo motivo indicado – tem variado ao longo do tempo:
  • 13. Mongoloide (raça amarela): povos do leste e sudeste asiático, Oceania (malaios e polinésios) e continente americano (esquimós e ameríndios). Caucasoide (raça branca): povos de todo o continente europeu, norte da África e parte do continente asiático (Oriente Médio e norte do Subcontinente Indiano). Negroide (raça negra): povos da África Subsaariana. Os outros dois grupos de linhagem humana poderiam ser: Australoide: sul da Índia (drávidas), negritos das Ilhas Andaman (Oceano Índico), negritos das Filipinas, aborígenes de Papua-Nova Guiné, aborígenes da Austrália e povos melanésios da Oceania. Capoide: tribos Khoisan (extremo sul do continente africano).
  • 14. Uma etnia ou um grupo étnico é uma comunidade humana definida por afinidades linguísticas e culturais. Estas comunidades geralmente reivindicam para si uma estrutura social, política e um território. A palavra etnia é usada muitas vezes erroneamente como um eufemismo para raça, ou como um sinônimo para grupo minoritário. A diferença reside no fato de que etnia compreende os fatores culturais, como a religião, a língua, hábitos gastronómicos, hábitos no vestuário, outras tradições, etc., enquanto raça compreende apenas os fatores morfológicos, como cor de pele, constituição física, estatura, traço facial, etc.
  • 15. A palavra "etnia" é derivada do grego ethnos, significando "povo". Esse termo era tipicamente utilizado para se referir a povos não-gregos, então também tinha conotação de "estrangeiro". Em Israel, nos tempos bíblicos, a palavra equivalente no hebraico do Antigo Testamento era usada para distinguir os israelitas de todos os povos não judeus, chamados "gentios". O mesmo sentido acompanhou o uso da palavra grega e seus correlatos nos tempos de Jesus e, no Novo Testamento, esta palavra é usada também para distinguir os não cristãos em oposição aos cristãos, adquirindo também o sentido de "pagãos".
  • 16. Mesmo assim, boa parte dos textos do Novo Testamento usam a palavra grega ethnos para se referir aos povos ainda não alcançados pela pregação do Evangelho, adquirindo a conotação de "povos-não-alcançados". A palavra deixou de ser relacionada com o paganismo em princípios do Século XVIII. O uso do sentido moderno, mais próximo do original grego, começou na metade do Século XX, tendo se intensificado desde então.
  • 17. Língua A língua tem sido muitas vezes utilizada como fator primário de classificação dos grupos étnicos, embora sem dúvida não isenta de manipulação política ou erro. É preciso destacar também que existe grande número de línguas multiétnicas e determinadas etnias são multilíngues.
  • 18. Cultura A delimitação cultural de um grupo étnico, com respeito aos grupos culturais de fronteira, se faz dificultosa para o etnólogo, em especial no tocante a grupos humanos altamente comunicados com seus grupos vizinhos. Elie Kedourie é talvez o autor que mais tenha aprofundado a análise das diferenças entre etnias e culturas.
  • 19. Geralmente se percebe que os grupos étnicos compartilham uma origem comum, e exibem uma continuidade no tempo, apresentam uma noção de história em comum e projetam um futuro como povo. Isto se alcança através da transmissão de geração em geração de uma linguagem comum, de valores, tradições e, em vários casos, instituições. Embora em várias culturas se mesclem os fatores étnicos e os políticos, não é imprescindível que um grupo étnico conte com instituições próprias de governo para ser considerado como tal. A soberania portanto não é definidora da etnia, mas se admite a necessidade de uma certa projeção social comum.