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O Pré-Modernismo 
1902
Vanguardas Européias 
Localização: Não constitui uma escola literária, mas um período de transição para o modernismo. 
Naturalismo 
Parnasianismo 
Simbolismo 
1902 
Os Sertões Canaã 
1922 
Semana de Arte Moderna 
Modernismo 
Realismo 
Romantismo 
Pré- Modernismo 
Vanguardas Europeias
RUPTURA COM O PASSADO – Os autores adotaram inovações que rejeitavam a velha literatura. 
REGIONALISMO – A realidade rural brasileira é exposta sem os traços idealizadores do Romantismo. A miséria do homem do campo é apresentada de forma chocante. 
LITERATURA-DENÚNCIA – Os livros são em tom de denúncia da realidade brasileira. O Brasil oficial é substituído por um Brasil não oficial (sertão nordestino, caboclos interioranos, realidade dos subúrbios). 
CONTEMPORANEIDADE – A literatura retrata fatos políticos, situação econômica e social contemporâneos, diminuindo a distância entre realidade e ficção. 
PONTOS COMUNS NA ESCRITA PRÉ-MODERNISTA
Contexto Histórico 
O momento histórico brasileiro interferiu na produção literária, marcando a transição dos valores éticos do século XIX para uma nova realidade que se desenhava, essencialmente pautada por uma série de conflitos . 
Pontos de conflito no Brasil pré-modernista. 
Língua Portuguesa - 3ª Série A literatura Pré-modernista
Posse de Venceslau Brás na presidência 
Política do café com leite 
 Greve operária em 1917 
 Fundação do PCB e PC do B 
em 1922 
Grevistas descem a ladeira do Carmo em São Paulo, em 1917 
Guerra de Canudos (1896-1897) 
 Marginalização dos negros recém-libertados 
 Substituição da mão de obra escrava pela de imigrantes 
 Greves operárias em São Paulo, Recife e Rio de Janeiro 
Marechal Hermes da Fonseca assume, em 1910, o governo e decreta intervenção em vários estados. 
 Guerra do Contestado em 1912 
 Greves operárias em São Paulo 
Primeira Guerra Mundial (1914- 1918) 
Contexto histórico
Continuação do contexto da época 
e o cangaço no Nordeste 
O fanatismo religioso 
do Padre Cícero 
Antônio Conselheiro 
e
Principais autores 
Euclides da Cunha 
Monteiro Lobato 
Lima Barreto 
Graça Aranha 
Augusto dos Anjos
Euclides da Cunha (1866/1909) 
Trabalhou como engenheiro civil no meio militar. Escreveu Os Sertões, pois testemunhou a Guerra de Canudos como correspondente jornalístico. 
Positivista, florianista e determinista. 
Foi o primeiro escritor brasileiro a diagnosticar o subdesenvolvimento do país, diagnosticando os 2 Brasis (litoral e sertão). 
Obras principais: Os Sertões, Peru versus Bolívia, Castro Alves e seu tempo, Entre os seringais, Contrastes e confrontos.
“Os dois brasis” 
Rural 
Em busca da modernidade 
Civilizado 
Industrializado 
Anacrônico 
Brutalizado 
Agrário 
URBANO 
X 
Fanático
Os sertões é um livro brasileiro, escrito por Euclides da Cunha e publicado em 1902. Trata da Guerra de Canudos (1896- 1897), no interior da Bahia. Euclides da Cunha presenciou uma parte desta guerra como correspondente do jornal O Estado de S. Paulo. Pertence, ao mesmo tempo, à prosa científica e à prosa artística. Pode ser entendido como um obra de Sociologia, Geografia, História ou crítica humana. 
É dividido em três partes. 1ª parte: A Terra 2ª parte: O homem 3ª parte: A luta
- A Terra 
* Análise das condições da terra do sertão(geológicas e geográficas), do clima e do seu principal problema (a seca e o deserto) 
“Realmente, entre os agentes determinantes da seca se intercalam, de modo apreciável, a estrutura e conformação do solo. (...) O martírio do homem , ali, é o reflexo de tortura maior, mais ampla, abrangendo a economia geral da vida. Nasce o martírio secular da Terra...” (Os Sertões)
 O homem * O homem como produto do meio. Descrição do tipo sertanejo, suas características, mentalidade e costumes. O jesuíta, o vaqueiro e o bandeirante foram os primeiros habitantes brancos que migraram para a região. Deram origem aos tipos populares que compõem o sertão: o beato, o cangaceiro e o jagunço. “ Vivendo em um meio adverso, o sertanejo é, antes de tudo, um forte, um Hércules-Quasímodo, feio, com aparência débil e preguiçosa, como uma simplicidade a um tempo adorável e ridícula,crédulo, eivado de misticismo, mas quando surge um incidente tranfigura- se.”
Constituída da narrativa das quatro expedições do Exército enviadas para sufocar a rebelião de Canudos, que reunia "os bandidos do sertão": jagunços (das regiões do Rio São Francisco) e cangaceiros (denominação no Norte e Nordeste). Havia cerca de 20.000 habitantes no arraial, na maioria ex-trabalhadores dos latifúndios da região. 
A luta 
“Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a História, resistiu até ao esgotamento completo. [...] Caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.”
A guerra de Canudos 
(1896-1897) 
 Rebelião de cunho religioso (contra o casamento civil), antirrepublicana (contra impostos e “imoralidades” da República) e em favor de maior igualdade social, liderada pelo beato Antônio Conselheiro. => Situação do NE: fome, seca, violência, desemprego, abandono das autoridades 
 Conflito irrompe no sertão da Bahia e os combatentes são seguidores de Antônio Conselheiro, Jagunços e sertanejos sem emprego.
A guerra de Canudos (1896-1897) 
 Arraial de Canudos é fundado em 1893, às margens do Rio Vaza Barris por Antônio Conselheiro. 
 A comunidade atraiu pessoas carentes por lá haver trabalho e acesso à terra, sem a exploração dos fazendeiros. 
Um desentendimento com um lugarejo vizinho foi o pretexto para intervenção militar, enviada em novembro de 1896. 100 praças são derrotados pelos jagunços.
Vista Geral de Canudos 
Fotos Flávio de Barros,1897 
 Canudos foi abatido após 4 expedições militares, a última com quase 5 mil homens. 
 Antônio Conselheiro, morto em 22 de setembro de 1897, teve seu corpo exumado e sua cabeça decepada. 
No final, 300 mulheres, velhos e crianças foram aprisionados. 
A guerra de Canudos (1896-1897)
Fotos Flávio de Barros,1897 
A guerra de Canudos (1896-1897) 
Mulheres e crianças – Prisioneiros de guerra 
O corpo de Antônio 
Conselheiro
GRAÇA ARANHA 
Canaã: Romance de tese (ou romance-ensaio), centrado no debate ideológico entre dois imigrantes alemães, Milkau e Lentz, recém chegados ao Espírito Santo. Há uma discussão sobre o futuro da sociedade brasileira, discussão esta centrada nas ideias de clima e de raça. A linguagem da obra tem certos acentos impressionistas. 
(1868-1931)
Brasil: Terra de Canaã 
Com a abolição da escravatura o Brasil passou a importar mão-de-obra estrangeira. Surgem os conflitos de adaptação e questões raciais. 
Graça Aranha: Canaã
Lima Barreto 
Romances principais: 
•Recordações do Escrivão Isaías Caminha 
•Triste Fim de Policarpo Quaresma 
•Clara dos Anjos 
• Mestiço humilde 
• Nasceu e morreu no Rio de Janeiro 
• Funcionário público e jornalista 
• Envolveu-se no alcoolismo 
• Duas vezes recolhido ao hospício 
(1881-1922)
O Brasil da Marginalização Urbana 
O negro 
O funcionário público 
Os alcoólatras 
Lima Barreto 
Subúrbio
Lima Barreto 
TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA 
Projeto nacionalista/cultural 
Projeto agrícola 
Projeto político 
“...Iria morrer, quem sabe se naquela noite mesmo? E que tinha ele feito de sua vida? Nada. Levara toda ela atrás da miragem de estudar a pátria, por amá-la e querê-la muito, no intuito de contribuir para a sua felicidade e prosperidade.”
Monteiro Lobato 
• Escritor polêmico. 
• Criticava o atraso do país, mas se colocou, num determinado momento contra o Modernismo. 
• Criticado por preconceito. 
•Escreveu literatura infantil e literatura “para adulto”. 
“Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê.” 
"Um país se faz com homens e livros" 
Colaborou com a imprensa paulista e carioca, investiu no ferro e no petróleo, foi perseguido pela ditadura do Estado Novo. 
Era apaixonado por pintura, fotografia e artes plásticas. 
(1882-1948)
A Literatura de Monteiro Lobato 
Literatura (adulta): Urupês, Cidades mortas, Negrinha. 
I- estrutura do conto e de linguagem presa ao modelo realista tradicional. II- registro da zona cafeicultura decadente do interior paulista (Cidades mortas). III- criação da figura do caboclo brasileiro (o caipira) – Jeca Tatu.
Jeca Tatu era um pobre caboclo que morava no mato, numa casinha de sapé. Vivia na maior pobreza, em companhia da mulher, muito magra e feia, e de vários filhinhos pálidos e tristes.
“Jeca Tatu não é assim, ele está assim” A frase do escritor José Bento Monteiro Lobato sobre um dos seus mais populares personagens, mostra que a sua obra vai além das populares histórias infantis do Sítio do Pica-pau Amarelo. O trabalho de Lobato olha para várias questões sociais brasileiras, dentre elas o problema de saúde pública no país. Com Jeca Tatu, Lobato fala sobre uma doença tropical, até então totalmente negligenciada: o amarelão. 
Linguagem simples e marcada pela oralidade, denunciando problemas nacionais, como a decadência das cidades do vale do Paraíba após o deslocamento da produção de café.
"Varia a pele, a condição, mas a alma da criança é a mesma - na princesa e na mendiga. E para ambas é a boneca o supremo enlevo. Dá a natureza dois momentos divinos à vida da mulher: o momento da boneca - preparatório, e o momento dos filhos - definitivo. Depois disso, está extinta a mulher."
"De escrever para marmanjos já estou enjoado. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo." 
LITERATURA INFANTIL 
Monteiro Lobato recebeu muitas cartas de seus leitores e muitas eram dos pequenos leitores, que mencionavam o quanto era fácil ler seus livros. O humor também era muito importante. Lobato tinha uma maneira envolvente de contar as histórias e transportava as crianças para outros mundos.
Augusto dos Anjos 
• Poesia da solidão e da decomposição humano-psicológica. 
(1884-1914) 
 Autor de um único livro, Eu (1912), Augusto dos Anjos teve influência simbolista, naturalista e parnasiana. 
 Seus principais temas foram a decomposição, o sofrimento, a morte, a podridão e a metafísica. 
A metafísica (do grego antigo [metà] = depois de, além de; e [physis] = natureza ou física) é uma das disciplinas fundamentais da filosofia.
Arthur Schopenhauer viveu de 1788 a 1860. falava da relação entre sonhos e realidade. Para ele, seria impossível distinguir as duas condições. A vida seria um sonho muito longo, interrompido durante a noite por outros sonhos curtos. O filósofo ainda discutia o porquê de todo ser humano ter a vontade de continuar vivendo. Outro tema polêmico levantado por Schopenhauer é o sexo. Em suas obras, deixa claro que o amor é apenas um truque da natureza na tentativa de preservar a espécie humana. Sua obra ainda observa outros pontos como a negação da vontade de viver. 
“A mais rica biblioteca, quando desorganizada, não é tão proveitosa quanto uma bastante modesta, mas bem ordenada. Da mesma maneira, uma grande quantidade de conhecimentos, quando não foi elaborada por um pensamento próprio, tem muito menos valor do que uma quantidade bem mais limitada, que, no entanto, foi devidamente assimilada”.
Versos Íntimos 
Vês?! Ninguém assistiu ao formidável Enterro de tua última quimera. Somente a Ingratidão - esta pantera - Foi tua companheira inseparável! 
Acostuma-te à lama que te espera! O Homem, que, nesta terra miserável, Mora, entre feras, sente inevitável Necessidade de também ser fera. 
Toma um fósforo. Acende teu cigarro! O beijo, amigo, é a véspera do escarro, A mão que afaga é a mesma que apedreja. 
Se a alguém causa inda pena a tua chaga, Apedreja essa mão vil que te afaga, Escarra nessa boca que te beija!
SONETO 
Agregado infeliz de sangue e cal, 
Fruto rubro de carne agonizante, 
Filho da grande força fecundante 
De minha brônzea trama neuronial, 
Que poder embriológico fatal 
Destruiu, com a sinergia de um gigante, 
Em tua morfogênese de infante 
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Porção de minha plásmica substância, 
Em que lugar irás passar a infância, 
Tragicamente anônimo, a feder?! 
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Na noumenalidade do NÃO SER! 
Ao meu primeiro filho nascido morto com 7 meses incompletos. 2 fevereiro 1911 
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Que é adepto do panteísmo (pensador panteísta).
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- As árvores, meu filho, não têm alma! E esta árvore me serve de empecilho... É preciso cortá-la, pois, meu filho, Para que eu tenha uma velhice calma! - Meu pai, por que sua ira não se acalma?! Não vê que em tudo existe o mesmo brilho?! Deus pôs almas nos cedros... no junquilho... Esta árvore, meu pai, possui minha'alma!... - Disse - e ajoelhou-se, numa rogativa: "Não mate a árvore, pai, para que eu viva!" E quando a árvore, olhando a pátria serra, Caiu aos golpes do machado bronco, O moço triste se abraçou com o tronco E nunca mais se levantou da terra!
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O pré modernismo

  • 2. Vanguardas Européias Localização: Não constitui uma escola literária, mas um período de transição para o modernismo. Naturalismo Parnasianismo Simbolismo 1902 Os Sertões Canaã 1922 Semana de Arte Moderna Modernismo Realismo Romantismo Pré- Modernismo Vanguardas Europeias
  • 3. RUPTURA COM O PASSADO – Os autores adotaram inovações que rejeitavam a velha literatura. REGIONALISMO – A realidade rural brasileira é exposta sem os traços idealizadores do Romantismo. A miséria do homem do campo é apresentada de forma chocante. LITERATURA-DENÚNCIA – Os livros são em tom de denúncia da realidade brasileira. O Brasil oficial é substituído por um Brasil não oficial (sertão nordestino, caboclos interioranos, realidade dos subúrbios). CONTEMPORANEIDADE – A literatura retrata fatos políticos, situação econômica e social contemporâneos, diminuindo a distância entre realidade e ficção. PONTOS COMUNS NA ESCRITA PRÉ-MODERNISTA
  • 4. Contexto Histórico O momento histórico brasileiro interferiu na produção literária, marcando a transição dos valores éticos do século XIX para uma nova realidade que se desenhava, essencialmente pautada por uma série de conflitos . Pontos de conflito no Brasil pré-modernista. Língua Portuguesa - 3ª Série A literatura Pré-modernista
  • 5. Posse de Venceslau Brás na presidência Política do café com leite  Greve operária em 1917  Fundação do PCB e PC do B em 1922 Grevistas descem a ladeira do Carmo em São Paulo, em 1917 Guerra de Canudos (1896-1897)  Marginalização dos negros recém-libertados  Substituição da mão de obra escrava pela de imigrantes  Greves operárias em São Paulo, Recife e Rio de Janeiro Marechal Hermes da Fonseca assume, em 1910, o governo e decreta intervenção em vários estados.  Guerra do Contestado em 1912  Greves operárias em São Paulo Primeira Guerra Mundial (1914- 1918) Contexto histórico
  • 6. Continuação do contexto da época e o cangaço no Nordeste O fanatismo religioso do Padre Cícero Antônio Conselheiro e
  • 7. Principais autores Euclides da Cunha Monteiro Lobato Lima Barreto Graça Aranha Augusto dos Anjos
  • 8. Euclides da Cunha (1866/1909) Trabalhou como engenheiro civil no meio militar. Escreveu Os Sertões, pois testemunhou a Guerra de Canudos como correspondente jornalístico. Positivista, florianista e determinista. Foi o primeiro escritor brasileiro a diagnosticar o subdesenvolvimento do país, diagnosticando os 2 Brasis (litoral e sertão). Obras principais: Os Sertões, Peru versus Bolívia, Castro Alves e seu tempo, Entre os seringais, Contrastes e confrontos.
  • 9. “Os dois brasis” Rural Em busca da modernidade Civilizado Industrializado Anacrônico Brutalizado Agrário URBANO X Fanático
  • 10. Os sertões é um livro brasileiro, escrito por Euclides da Cunha e publicado em 1902. Trata da Guerra de Canudos (1896- 1897), no interior da Bahia. Euclides da Cunha presenciou uma parte desta guerra como correspondente do jornal O Estado de S. Paulo. Pertence, ao mesmo tempo, à prosa científica e à prosa artística. Pode ser entendido como um obra de Sociologia, Geografia, História ou crítica humana. É dividido em três partes. 1ª parte: A Terra 2ª parte: O homem 3ª parte: A luta
  • 11. - A Terra * Análise das condições da terra do sertão(geológicas e geográficas), do clima e do seu principal problema (a seca e o deserto) “Realmente, entre os agentes determinantes da seca se intercalam, de modo apreciável, a estrutura e conformação do solo. (...) O martírio do homem , ali, é o reflexo de tortura maior, mais ampla, abrangendo a economia geral da vida. Nasce o martírio secular da Terra...” (Os Sertões)
  • 12.  O homem * O homem como produto do meio. Descrição do tipo sertanejo, suas características, mentalidade e costumes. O jesuíta, o vaqueiro e o bandeirante foram os primeiros habitantes brancos que migraram para a região. Deram origem aos tipos populares que compõem o sertão: o beato, o cangaceiro e o jagunço. “ Vivendo em um meio adverso, o sertanejo é, antes de tudo, um forte, um Hércules-Quasímodo, feio, com aparência débil e preguiçosa, como uma simplicidade a um tempo adorável e ridícula,crédulo, eivado de misticismo, mas quando surge um incidente tranfigura- se.”
  • 13. Constituída da narrativa das quatro expedições do Exército enviadas para sufocar a rebelião de Canudos, que reunia "os bandidos do sertão": jagunços (das regiões do Rio São Francisco) e cangaceiros (denominação no Norte e Nordeste). Havia cerca de 20.000 habitantes no arraial, na maioria ex-trabalhadores dos latifúndios da região. A luta “Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a História, resistiu até ao esgotamento completo. [...] Caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.”
  • 14. A guerra de Canudos (1896-1897)  Rebelião de cunho religioso (contra o casamento civil), antirrepublicana (contra impostos e “imoralidades” da República) e em favor de maior igualdade social, liderada pelo beato Antônio Conselheiro. => Situação do NE: fome, seca, violência, desemprego, abandono das autoridades  Conflito irrompe no sertão da Bahia e os combatentes são seguidores de Antônio Conselheiro, Jagunços e sertanejos sem emprego.
  • 15.
  • 16. A guerra de Canudos (1896-1897)  Arraial de Canudos é fundado em 1893, às margens do Rio Vaza Barris por Antônio Conselheiro.  A comunidade atraiu pessoas carentes por lá haver trabalho e acesso à terra, sem a exploração dos fazendeiros. Um desentendimento com um lugarejo vizinho foi o pretexto para intervenção militar, enviada em novembro de 1896. 100 praças são derrotados pelos jagunços.
  • 17. Vista Geral de Canudos Fotos Flávio de Barros,1897  Canudos foi abatido após 4 expedições militares, a última com quase 5 mil homens.  Antônio Conselheiro, morto em 22 de setembro de 1897, teve seu corpo exumado e sua cabeça decepada. No final, 300 mulheres, velhos e crianças foram aprisionados. A guerra de Canudos (1896-1897)
  • 18. Fotos Flávio de Barros,1897 A guerra de Canudos (1896-1897) Mulheres e crianças – Prisioneiros de guerra O corpo de Antônio Conselheiro
  • 19. GRAÇA ARANHA Canaã: Romance de tese (ou romance-ensaio), centrado no debate ideológico entre dois imigrantes alemães, Milkau e Lentz, recém chegados ao Espírito Santo. Há uma discussão sobre o futuro da sociedade brasileira, discussão esta centrada nas ideias de clima e de raça. A linguagem da obra tem certos acentos impressionistas. (1868-1931)
  • 20. Brasil: Terra de Canaã Com a abolição da escravatura o Brasil passou a importar mão-de-obra estrangeira. Surgem os conflitos de adaptação e questões raciais. Graça Aranha: Canaã
  • 21. Lima Barreto Romances principais: •Recordações do Escrivão Isaías Caminha •Triste Fim de Policarpo Quaresma •Clara dos Anjos • Mestiço humilde • Nasceu e morreu no Rio de Janeiro • Funcionário público e jornalista • Envolveu-se no alcoolismo • Duas vezes recolhido ao hospício (1881-1922)
  • 22. O Brasil da Marginalização Urbana O negro O funcionário público Os alcoólatras Lima Barreto Subúrbio
  • 23. Lima Barreto TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA Projeto nacionalista/cultural Projeto agrícola Projeto político “...Iria morrer, quem sabe se naquela noite mesmo? E que tinha ele feito de sua vida? Nada. Levara toda ela atrás da miragem de estudar a pátria, por amá-la e querê-la muito, no intuito de contribuir para a sua felicidade e prosperidade.”
  • 24. Monteiro Lobato • Escritor polêmico. • Criticava o atraso do país, mas se colocou, num determinado momento contra o Modernismo. • Criticado por preconceito. •Escreveu literatura infantil e literatura “para adulto”. “Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê.” "Um país se faz com homens e livros" Colaborou com a imprensa paulista e carioca, investiu no ferro e no petróleo, foi perseguido pela ditadura do Estado Novo. Era apaixonado por pintura, fotografia e artes plásticas. (1882-1948)
  • 25. A Literatura de Monteiro Lobato Literatura (adulta): Urupês, Cidades mortas, Negrinha. I- estrutura do conto e de linguagem presa ao modelo realista tradicional. II- registro da zona cafeicultura decadente do interior paulista (Cidades mortas). III- criação da figura do caboclo brasileiro (o caipira) – Jeca Tatu.
  • 26. Jeca Tatu era um pobre caboclo que morava no mato, numa casinha de sapé. Vivia na maior pobreza, em companhia da mulher, muito magra e feia, e de vários filhinhos pálidos e tristes.
  • 27. “Jeca Tatu não é assim, ele está assim” A frase do escritor José Bento Monteiro Lobato sobre um dos seus mais populares personagens, mostra que a sua obra vai além das populares histórias infantis do Sítio do Pica-pau Amarelo. O trabalho de Lobato olha para várias questões sociais brasileiras, dentre elas o problema de saúde pública no país. Com Jeca Tatu, Lobato fala sobre uma doença tropical, até então totalmente negligenciada: o amarelão. Linguagem simples e marcada pela oralidade, denunciando problemas nacionais, como a decadência das cidades do vale do Paraíba após o deslocamento da produção de café.
  • 28. "Varia a pele, a condição, mas a alma da criança é a mesma - na princesa e na mendiga. E para ambas é a boneca o supremo enlevo. Dá a natureza dois momentos divinos à vida da mulher: o momento da boneca - preparatório, e o momento dos filhos - definitivo. Depois disso, está extinta a mulher."
  • 29. "De escrever para marmanjos já estou enjoado. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo." LITERATURA INFANTIL Monteiro Lobato recebeu muitas cartas de seus leitores e muitas eram dos pequenos leitores, que mencionavam o quanto era fácil ler seus livros. O humor também era muito importante. Lobato tinha uma maneira envolvente de contar as histórias e transportava as crianças para outros mundos.
  • 30. Augusto dos Anjos • Poesia da solidão e da decomposição humano-psicológica. (1884-1914)  Autor de um único livro, Eu (1912), Augusto dos Anjos teve influência simbolista, naturalista e parnasiana.  Seus principais temas foram a decomposição, o sofrimento, a morte, a podridão e a metafísica. A metafísica (do grego antigo [metà] = depois de, além de; e [physis] = natureza ou física) é uma das disciplinas fundamentais da filosofia.
  • 31. Arthur Schopenhauer viveu de 1788 a 1860. falava da relação entre sonhos e realidade. Para ele, seria impossível distinguir as duas condições. A vida seria um sonho muito longo, interrompido durante a noite por outros sonhos curtos. O filósofo ainda discutia o porquê de todo ser humano ter a vontade de continuar vivendo. Outro tema polêmico levantado por Schopenhauer é o sexo. Em suas obras, deixa claro que o amor é apenas um truque da natureza na tentativa de preservar a espécie humana. Sua obra ainda observa outros pontos como a negação da vontade de viver. “A mais rica biblioteca, quando desorganizada, não é tão proveitosa quanto uma bastante modesta, mas bem ordenada. Da mesma maneira, uma grande quantidade de conhecimentos, quando não foi elaborada por um pensamento próprio, tem muito menos valor do que uma quantidade bem mais limitada, que, no entanto, foi devidamente assimilada”.
  • 32. Versos Íntimos Vês?! Ninguém assistiu ao formidável Enterro de tua última quimera. Somente a Ingratidão - esta pantera - Foi tua companheira inseparável! Acostuma-te à lama que te espera! O Homem, que, nesta terra miserável, Mora, entre feras, sente inevitável Necessidade de também ser fera. Toma um fósforo. Acende teu cigarro! O beijo, amigo, é a véspera do escarro, A mão que afaga é a mesma que apedreja. Se a alguém causa inda pena a tua chaga, Apedreja essa mão vil que te afaga, Escarra nessa boca que te beija!
  • 33. SONETO Agregado infeliz de sangue e cal, Fruto rubro de carne agonizante, Filho da grande força fecundante De minha brônzea trama neuronial, Que poder embriológico fatal Destruiu, com a sinergia de um gigante, Em tua morfogênese de infante A minha morfogênese ancestral?! Porção de minha plásmica substância, Em que lugar irás passar a infância, Tragicamente anônimo, a feder?! Ah! Possas tu dormir, feto esquecido, Panteisticamente dissolvido Na noumenalidade do NÃO SER! Ao meu primeiro filho nascido morto com 7 meses incompletos. 2 fevereiro 1911 Noumenalidade: referente a númeno, a realidade tal como existe em si mesma, de forma independente da perspectiva necessariamente parcial em que se dá todo o conhecimento humano Que é adepto do panteísmo (pensador panteísta).
  • 34. A árvore da serra - As árvores, meu filho, não têm alma! E esta árvore me serve de empecilho... É preciso cortá-la, pois, meu filho, Para que eu tenha uma velhice calma! - Meu pai, por que sua ira não se acalma?! Não vê que em tudo existe o mesmo brilho?! Deus pôs almas nos cedros... no junquilho... Esta árvore, meu pai, possui minha'alma!... - Disse - e ajoelhou-se, numa rogativa: "Não mate a árvore, pai, para que eu viva!" E quando a árvore, olhando a pátria serra, Caiu aos golpes do machado bronco, O moço triste se abraçou com o tronco E nunca mais se levantou da terra!