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Tipos: urbana, regional, indianista e histórica;
Índio como herói;
Idealização da nação;
Passado histórico glorioso;
Interesses da elite;
Adequação ao novo público leitor;
Linguagem "brasileira".
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PROSA O primeiro romance brasileiro – O
filho do pescador, de Teixeira e
Souza – foi publicado em 1843,
entretanto não conquistou muita
popularidade, pois apresentava
uma trama bastante confusa. Foi
com A Moreninha (1844), de
Joaquim Manuel de Macedo, que
surgiu o verdadeiro romance
romântico brasileiro.
P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
A PROSA ESTÁ COMPREENDIDA
EM QUATRO CATEGORIAS:
Prosa social-urbana – ambientada nas cidades;
Prosa histórica - incorpora figuras históricas ou até lendárias,
situando-as em seu tempo e espaço reais.
Prosa Indianista (que também é histórica) – tem como
protagonista o índio – focalizado também, como na poesia,
em uma perspectiva heroica;
Prosa Regionalista – necessidade de valorizar culturalmente
todo os espaços do Brasil.
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JOSÉ DE ALENCAR
Mais que um escritor romântico, José de Alencar tentou
construir as bases de uma literatura tipicamente brasileira.
Com longas metáforas e seu modo de escrever peculiar,
Alencar critica o Rio de Janeiro imperial e os costumes da
sociedade brasileira. Suas críticas à sociedade da segunda
metade do século XIX renderam ao autor diversas críticas
negativas na época.
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MANUEL ANTÔNIO DE ALMEIDA
De junho de 1852 a julho de 1853 publicou,
anonimamente, os folhetins que compõem as
"Memórias de um Sargento de Milícias", reunidas
em livro entre 1854-55, em dois volumes, com o
pseudônimo de "Um Brasileiro". Na 3ª edição, em
1863 - já póstuma - apareceu seu nome
verdadeiro.
Seu romance fez sucesso pelo humor imparcial e
amoral, o estilo coloquial e, principalmente, por
seu grande talento como narrador.
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BERNARDO GUIMARÃES
15/8/1825, OURO PRETO (MG) 10/3/1884, OURO PRETO (MG).
Em 1875, publicou o romance que melhor
o situaria na campanha abolicionista e viria
a ser a mais popular das suas obras:
"A escrava Isaura".
Vale ressaltar que – apesar de todas as críticas literárias
com relação à obra- a vitalidade de sua narrativa, o
torna um sucesso, já duas vezes adaptado para as
novelas de televisão. Uma delas, exibida em vários
países do mundo, fez tamanho sucesso na China, que
tornou a atriz Lucélia Santos (que fez o papel de Isaura)
uma celebridade naquele país.
Capa da edição
francesa
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I. Romance Romântico UrbanoP R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
Ambientado no Rio de
Janeiro, com temática
envolvendo amor e
dinheiro. Destaque
dado às personagens
femininas.
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O Filho do Pescador
(1843)
Teixeira de Sousa
Antecedente:
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Marco Inicial:
A Moreninha
(1844)
Joaquim M. de Macedo
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Joaquim Manuel de Macedo
O moço loiro, A luneta mágica,
As mulheres de mantilha.
Também escreveu várias comédias e dramas.
Escreveu aproximadamente 20 romances:
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Famoso por seu
único romance:
Memórias de um
sargento de milícias
(1854-1855).
Manuel Antônio de Almeida
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José de Alencar
Principais romances:
Senhora e Lucíola.
Os outros:
A viuvinha, Diva, A pata
da gazela, Sonhos d’ouro,
Encarnação
Principal romancista romântico.
Enquadra-se tanto dentro do romance
urbano como no romance regionalista.
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II . Romance Romântico IndianistaP R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
O índio como
protagonista,
idealizado; a
paisagem
selvática;
a linguagem e os costumes indígenas; o
confronto entre as civilizações indígena e
europeia
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O guarani: o índio
goitacá Peri
protegendo e
salvando sua amada
Ceci, uma branca...
Iracema: a índia
tabajara e seu
devotado amor por
Martim, um guerreiro
branco...
Ubirajara: os feitos e
os afetos de Jaguarê,
índio araguaia, no
período pré-
cabalino...
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III. Romance Romântico HistóricoP R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
painel de época,
remontando aos
primórdios de nossa
formação sócio-cultural.
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a exploração, em tom de comédia, da histórica
rivalidade entre os brasileiros de Olinda e os
portugueses do Recife, por volta de 1710.
Guerra dos mascates:
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A reconstituição do período colonial da
Bahia seiscentista.
As minas de prata:
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II. Romance Romântico Regionalista
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Romance regionalista:
tentativa de caracterização do
que, na época, eram as grandes
regiões do país:
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Bernardo Guimarães
Iniciador do romance romântico
sertanista (regionalista) com
O ermitão de Muquém (1866).
Autor de uns dez romances,
sendo mais famosos:
O seminarista, O garimpeiro
e A escrava Isaura.
P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
Franklin Távora
O Cabeleira, Cangaceiro célebre, precursor de Lampião.
Polêmico , critica o
regionalismo de
Alencar e sustenta
que o Norte/Nordeste
têm melhores
condições de produzir
uma autêntica
literatura brasileira.
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Seu romance mais
conhecido é
O Cabeleira (1876).
Misto de reconstituição
histórica e regionalismo,
conta a vida de
José Gomes
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Norte (O sertanejo);
Sul (O gaúcho);
Centro (O tronco do ipê; Til).
A paisagem local; os habitantes: tipos, costumes,
atividades, estruturas sociais e linguagem.
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Visconde de Taunay
Embora romântico
pela trama amorosa, o
romance apresenta
caráter realista pela
precisão, detalhismo e
verossimilhança nas
descrições.
P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
Inocência (1872).
É a história
comovente e
dramática de
Cirino e Inocência,
passada nos sertões do Mato Grosso.
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Aspectos temáticos
Sofrimento – A caminhada do sertanejo em busca de seus objetivos
através de longas distâncias, sendo que no percurso, existe a
dificuldade do abrigo.
Simplicidade – É claramente observada através do comportamento
e diálogos entre as personagens típicas.
Contradições – Comprava-se entre o jeito de ser do sertão e a
forma avançada da Europa (Pereira e Meyer).
Amor impossível – Um amor tão puro e verdadeiro que por falta de
condições de existência preferiu a morte, ou pelo menos, foram
levados a ela.
Honra – Pereira para manter a honra familiar, sacrificava sua
própria filha, já que sua palavra estava acima de tudo.
Beleza – É retratada através da paisagem do sertão e da jovem
Inocência.
Escravidão – é representada por Maria Conga e outros.P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A

Romantismo prosa

  • 1.
    P R OF . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 2.
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  • 3.
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  • 4.
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  • 5.
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  • 6.
    Tipos: urbana, regional,indianista e histórica; Índio como herói; Idealização da nação; Passado histórico glorioso; Interesses da elite; Adequação ao novo público leitor; Linguagem "brasileira". P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 7.
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  • 8.
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  • 9.
    PROSA O primeiroromance brasileiro – O filho do pescador, de Teixeira e Souza – foi publicado em 1843, entretanto não conquistou muita popularidade, pois apresentava uma trama bastante confusa. Foi com A Moreninha (1844), de Joaquim Manuel de Macedo, que surgiu o verdadeiro romance romântico brasileiro. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 10.
    A PROSA ESTÁCOMPREENDIDA EM QUATRO CATEGORIAS: Prosa social-urbana – ambientada nas cidades; Prosa histórica - incorpora figuras históricas ou até lendárias, situando-as em seu tempo e espaço reais. Prosa Indianista (que também é histórica) – tem como protagonista o índio – focalizado também, como na poesia, em uma perspectiva heroica; Prosa Regionalista – necessidade de valorizar culturalmente todo os espaços do Brasil. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 11.
    JOSÉ DE ALENCAR Maisque um escritor romântico, José de Alencar tentou construir as bases de uma literatura tipicamente brasileira. Com longas metáforas e seu modo de escrever peculiar, Alencar critica o Rio de Janeiro imperial e os costumes da sociedade brasileira. Suas críticas à sociedade da segunda metade do século XIX renderam ao autor diversas críticas negativas na época. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 12.
    MANUEL ANTÔNIO DEALMEIDA De junho de 1852 a julho de 1853 publicou, anonimamente, os folhetins que compõem as "Memórias de um Sargento de Milícias", reunidas em livro entre 1854-55, em dois volumes, com o pseudônimo de "Um Brasileiro". Na 3ª edição, em 1863 - já póstuma - apareceu seu nome verdadeiro. Seu romance fez sucesso pelo humor imparcial e amoral, o estilo coloquial e, principalmente, por seu grande talento como narrador. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 13.
    BERNARDO GUIMARÃES 15/8/1825, OUROPRETO (MG) 10/3/1884, OURO PRETO (MG). Em 1875, publicou o romance que melhor o situaria na campanha abolicionista e viria a ser a mais popular das suas obras: "A escrava Isaura". Vale ressaltar que – apesar de todas as críticas literárias com relação à obra- a vitalidade de sua narrativa, o torna um sucesso, já duas vezes adaptado para as novelas de televisão. Uma delas, exibida em vários países do mundo, fez tamanho sucesso na China, que tornou a atriz Lucélia Santos (que fez o papel de Isaura) uma celebridade naquele país. Capa da edição francesa P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 14.
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  • 15.
    I. Romance RomânticoUrbanoP R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 16.
    Ambientado no Riode Janeiro, com temática envolvendo amor e dinheiro. Destaque dado às personagens femininas. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 17.
    O Filho doPescador (1843) Teixeira de Sousa Antecedente: P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 18.
    Marco Inicial: A Moreninha (1844) JoaquimM. de Macedo P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 19.
    Joaquim Manuel deMacedo O moço loiro, A luneta mágica, As mulheres de mantilha. Também escreveu várias comédias e dramas. Escreveu aproximadamente 20 romances: P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 20.
    Famoso por seu únicoromance: Memórias de um sargento de milícias (1854-1855). Manuel Antônio de Almeida P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 21.
    José de Alencar Principaisromances: Senhora e Lucíola. Os outros: A viuvinha, Diva, A pata da gazela, Sonhos d’ouro, Encarnação Principal romancista romântico. Enquadra-se tanto dentro do romance urbano como no romance regionalista. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 22.
    II . RomanceRomântico IndianistaP R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 23.
    O índio como protagonista, idealizado;a paisagem selvática; a linguagem e os costumes indígenas; o confronto entre as civilizações indígena e europeia P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 24.
    O guarani: oíndio goitacá Peri protegendo e salvando sua amada Ceci, uma branca... Iracema: a índia tabajara e seu devotado amor por Martim, um guerreiro branco... Ubirajara: os feitos e os afetos de Jaguarê, índio araguaia, no período pré- cabalino... P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 25.
    III. Romance RomânticoHistóricoP R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 26.
    painel de época, remontandoaos primórdios de nossa formação sócio-cultural. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 27.
    a exploração, emtom de comédia, da histórica rivalidade entre os brasileiros de Olinda e os portugueses do Recife, por volta de 1710. Guerra dos mascates: P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 28.
    A reconstituição doperíodo colonial da Bahia seiscentista. As minas de prata: P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 29.
    II. Romance RomânticoRegionalista P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 30.
    Romance regionalista: tentativa decaracterização do que, na época, eram as grandes regiões do país: P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 31.
    Bernardo Guimarães Iniciador doromance romântico sertanista (regionalista) com O ermitão de Muquém (1866). Autor de uns dez romances, sendo mais famosos: O seminarista, O garimpeiro e A escrava Isaura. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 32.
    Franklin Távora O Cabeleira,Cangaceiro célebre, precursor de Lampião. Polêmico , critica o regionalismo de Alencar e sustenta que o Norte/Nordeste têm melhores condições de produzir uma autêntica literatura brasileira. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 33.
    Seu romance mais conhecidoé O Cabeleira (1876). Misto de reconstituição histórica e regionalismo, conta a vida de José Gomes P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 34.
    Norte (O sertanejo); Sul(O gaúcho); Centro (O tronco do ipê; Til). A paisagem local; os habitantes: tipos, costumes, atividades, estruturas sociais e linguagem. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 35.
    Visconde de Taunay Emboraromântico pela trama amorosa, o romance apresenta caráter realista pela precisão, detalhismo e verossimilhança nas descrições. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 36.
    Inocência (1872). É ahistória comovente e dramática de Cirino e Inocência, passada nos sertões do Mato Grosso. P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A
  • 37.
    Aspectos temáticos Sofrimento –A caminhada do sertanejo em busca de seus objetivos através de longas distâncias, sendo que no percurso, existe a dificuldade do abrigo. Simplicidade – É claramente observada através do comportamento e diálogos entre as personagens típicas. Contradições – Comprava-se entre o jeito de ser do sertão e a forma avançada da Europa (Pereira e Meyer). Amor impossível – Um amor tão puro e verdadeiro que por falta de condições de existência preferiu a morte, ou pelo menos, foram levados a ela. Honra – Pereira para manter a honra familiar, sacrificava sua própria filha, já que sua palavra estava acima de tudo. Beleza – É retratada através da paisagem do sertão e da jovem Inocência. Escravidão – é representada por Maria Conga e outros.P R O F . J O S É A N T O N I O F E R R E I R A D A S I L V A