A segunda fase do modernismo (1930-1945) no Brasil é marcada pela prosa, destacando obras regionalistas e a resposta a crises sociais e políticas, como a ditadura de Getúlio Vargas e a II Guerra Mundial. Escritores dessa geração, como José Américo de Almeida e Graciliano Ramos, abordaram temas como a seca e a opressão em suas obras, enquanto a poesia tornou-se mais introspectiva e subjetiva, refletindo a fragilidade do eu. A literatura do período apresenta uma preocupação com questões sociais, políticas e existenciais, em contraste com a fase anterior mais combativa.