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O Imperialismo na África:
• A industrialização europeia se acentuou
principalmente após as inovações técnicas
provenientes da 2ª fase da Revolução
Industrial, causando o Imperialismo ou
Neocolonialismo.
O imperialismo na áfrica
• O Imperialismo aconteceu por causa:
• 1º - Da busca por mercados consumidores
(para os produtos industrializados);
• 2º- Da exploração de matéria-prima (para
produção de mercadorias nas indústrias).
O imperialismo na áfrica
• O domínio da África e da Ásia, exercido pelos
países industrializados duas formas principais:
• 1ª- a dominação política e econômica direta
(os próprios europeus governavam);
• 2ª- a dominação política e econômica indireta
(as elites nativas governavam).
O imperialismo na áfrica
• O imperialismo europeu foi extremamente
desastroso e prejudicial para os povos nativos
da África, Ásia e Oceania, pois causou o
subdesenvolvimento e desigualdades sociais
vividas até os dias de hoje em muitos países
desses continentes.
• Um dos discursos ideológicos que “deram
legitimidade” ao processo de domínio e
exploração dos europeus sobre asiáticos e
africanos foi o evolucionismo social. Essa
teoria classificava as sociedades em três
etapas evolutivas:
• 1ª- Bárbara ( os africanos);
• 2ª- Primitiva ( os asiáticos);
• 3ª- Civilizada.
• Os europeus se consideravam integrantes da
3ª etapa (civilizada) e classificavam os
asiáticos como primitivos e os africanos como
bárbaros.
• Portanto, restaria ao colonizador europeu a
“missão civilizadora”, para que asiáticos e
africanos fossem dominados e adotassem na
marra “a verdadeira cultura civilizada”.
O Fardo do Homem Branco:
• Quando os europeus invadiram os territórios
da África, forçaram os nativos a realizar
trabalhos pesados, nas minas e grandes
plantações, em troca de baixos salários. Além
disso, os europeus não respeitavam os
hábitos, costumes e cultura dos nativos,
obrigando-os a adotar sua língua, seus
costumes e sua religião.
O imperialismo na áfrica
• Até 1870, o interior da África permanecia
desconhecido dos europeus e era governado
por seus próprios reis, rainhas e chefes de
clãs; a partir dessa época a situação começou
a mudar rapidamente.
• A busca por tesouros fabulosos e a visão da
natureza desafiadora e ainda intocada,
estimulou aventureiros transformados em
heróis pela imprensa europeia e norte-
americana. Os governos europeus voltaram
seus interesses para o continente africano.
• Foram organizadas as primeiras missões
religiosas e expedições exploradoras para esse
continente.
• Entre eles, destacou-se o médico e
missionário escocês David Livingstone que, de
1849 até sua morte, em 1873, fez várias
expedições à África Central convertendo
nativos e curando doentes.
David Livingstone – Missionário Escocês:
O imperialismo na áfrica
• Já o jornalista Henry Morton Stanley não tinha
a mesma preocupação humanitária. Suas
expedições à África central, de leste a oeste,
entre 1874 e 1878, revelaram o sistema de
navegação da bacia do Congo – informação
valiosa que, ele vendeu para o rei Leopoldo II,
da Bélgica. O rei usou essa informação para
dominar a região.
O Congo Belga:
• A população nativa, submetida ao trabalho
forçado para entregar marfim e borracha aos
colonizadores belgas, quase foi exterminada.
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
• Quando os congoleses não cumpriam as
ordens dos belgas ou não cumpriam as cotas
de fornecimento de marfim ou de borracha
eram punidos com: assassinatos, amputações,
estupros e saques.
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
• Cerca de 8 a 10 milhões de pessoas,
aproximadamente metade da população
congolesa foi exterminada.
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
• Diante da grande pressão internacional, o
parlamento belga decidiu intervir e tomou do
rei Leopoldo II, o “Estado Livre do Congo” em
1908. A região foi renomeada de Congo Belga
e, em comparação com os anos de terror sob
os desmandos de Leopoldo II, diminuiu
bastante a brutalidade.
O imperialismo na áfrica
Menina do Congo exposta em zoológico
na Bélgica:
• Existem alguns livros que abordam a história
dos zoológicos humanos, a maioria em língua
inglesa e francesa.
Colonização da África do Sul:
• A partir do século XVII, fazendeiros
holandeses foram viver na região sul da África
do Sul. Usavam mão-de-obra escrava da
região. No começo do século XIX, os britânicos
dominaram a região, forçando os holandeses
a migrarem para o interior.
O imperialismo na áfrica
• No interior da África do Sul, os fazendeiros
holandeses fundaram duas repúblicas livres:
Orange e Transvaal. Enquanto isso, os ingleses
se concentraram em suas colônias na região
litorânea do sul da África (Colônia do Cabo).
O imperialismo na áfrica
• A partir de 1850 , os bôeres encontram minas
de ouro e diamantes em suas repúblicas. A
partir daí, os estrangeiros (principalmente
súditos britânicos) partiram para o interior
para explorar estas minas em territórios
dominados pelos bôeres. Porém, muitos
destes estrangeiros foram impedidos de
praticar a mineração nestas terras holandesas.
Minas da África do Sul:
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
• O governo britânico passou então a apoiar os
ingleses que se dirigiam à região mineradora,
provocando revolta nos bôeres. Em represália,
no final de 1899, os bôeres passaram a atacar
as colônias britânicas, dando início à guerra.
O imperialismo na áfrica
A guerra dos Bôeres:
Fazendeiros Bôeres:
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
• Com um exército maior e com armas mais
avançadas, os ingleses derrotaram os
holandeses.
• A Guerra terminou em 31 de maio de 1902,
com a derrota dos bôeres e a assinatura do
Tratado de Paz de Vereeniging.
O imperialismo na áfrica
Consequências:
• As repúblicas bôeres do Transvaal e Orange
foram anexadas às colônias britânicas do Cabo
e Natal. Em 1910, formou-se a União Sul-
Africana.
• Aumento do imperialismo britânico na região
sul da África.
O imperialismo na áfrica
• Embora derrotados, os bôeres receberam
uma indenização de três milhões de libras dos
ingleses para reconstruir as áreas arrasadas
pela guerra. Além disso, pelo tratado de paz,
conquistaram o direito de usar a língua
holandesa nas escolas, tribunais e órgãos
públicos em geral.
O imperialismo na áfrica
• A colonização francesa na África se confirmou
no final do século XIX e no início do século XX,
porém, em 1664 os franceses chegam no
Senegal e exploram a região. Desde 1830 a
França já exercia grande influência na Argélia,
e também na Tunísia desde 1881. Em 1844, o
Marrocos foi parcialmente submetido ao
controle francês e, em 1854, foi a vez do
Senegal.
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
• Partindo desses pontos, a França avançou
para o interior do continente, conquistando a
Guiné, o Gabão, uma parte dos territórios do
Congo e do Sudão. Em 1910, esses territórios
formavam a África Ocidental Francesa.
O imperialismo na áfrica
• Depois da Conferência de Berlim (1894-1895)
os franceses que criaram o seu Ministério das
Colônias em 1894, dividiram os seus
territórios em três partes: África Ocidental
Francesa, África Equatorial Francesa e Ilhas
Francesas.
O imperialismo na áfrica
Imperialismo Inglês:
• O projeto colonial inglês, definido na
expressão “do Cairo ao Cabo”, era unificar
numa única colônia todos os territórios
compreendidos entre a colônia do Cabo (Sul
da África) e o Egito (Norte da África).
• Os britânicos realizaram sua incursão
imperialista promovendo a conquista do Egito
e a construção do Canal de Suez. Do ponto de
vista econômico, o Canal de Suez permitia a
integração entre os grandes centros
industriais europeus e as colônias asiáticas
através da ligação entre o mar Mediterrâneo e
Vermelho.
O Canal de Suez:
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
• Logo após o domínio do Egito, o Sudão
também foi incorporado. Os ingleses também
conquistaram a Rodésia, Uganda, Zanzibar,
Quênia, África Oriental Inglesa, Serra Leoa,
Costa do Ouro, Nigéria, Gâmbia.
O imperialismo na áfrica
• A colonização inglesa no Sul do continente
africano foi iniciada por Cecil Rodhes, que
explorava as reservas de ouro e diamantes
encontradas nessa região. Em 1888, a
companhia dirigida por Cecil Rodhes iniciou a
conquista da Rodésia.
• Entre 1888 e 1891, o Quênia, a Somália e
Uganda foram incorporados ao império
britânico. Em 1899, os ingleses tornaram o
Sudão da França e o Transvaal dos bôeres,
população de origem holandesa que lá estava
desde o século XVIII.
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Os países europeus disputam a
África:
• Mas as pretensões coloniais inglesas esbarraram
em um empecilho – a Alemanha, que reclamava
para si o território de Zanzibar. Além dessa
colônia, a Alemanha havia conquistado, entre
1884 e 1885, os territórios de Camarões, Togo e
Namíbia (Sudoeste africano).
Não podemos esquecer Portugal, que havia
muito tempo tinha colonizado a costa de Angola
e Moçambique, Guiné-Bissau e as ilhas de Cabo
Verde.
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
• A região central do continente africano era
disputada por vários países europeus. Para
decidir a questão, foi organizado um con-
gresso internacional em Berlim. Foi a
denominada Conferência de Berlim (1884-
1885).
Divisão da África:
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
• O congresso reconheceu a soberania belga sobre
o Congo, garantindo liberdade de comércio para
todos os países presentes no congresso. A
ocupação desse território foi uma das mais
sangrentas da história do colonialismo europeu.
A população local foi escravizada, milhares de
pessoas morreram de fome, pelos trabalhos
forçados, pelas doenças trazidas pelos brancos e
pelos massacres coletivos promovidos contra as
aldeias que se rebelavam.
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
O imperialismo na áfrica
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Tribo Zulu:
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Guerra Zulu:
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• O filme O Elo Perdido (Man to Man) de 2005,
conta a história de um antropólogo escocês
chamado Jaime Dodd, que viaja para a África
e captura um casal de pigmeus,
chamados Toko e Likola, e os leva ao Reino
Unido a fim de serem estudados.
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XIX e nos estudos empreendidos para
classificar as "raças humanas".
O imperialismo na áfrica
• Em alguns livros de Tarzan, o autor Edgar Rice
Burroughs transparece em dados momentos
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O imperialismo na áfrica

  • 1. O Imperialismo na África:
  • 2. • A industrialização europeia se acentuou principalmente após as inovações técnicas provenientes da 2ª fase da Revolução Industrial, causando o Imperialismo ou Neocolonialismo.
  • 4. • O Imperialismo aconteceu por causa: • 1º - Da busca por mercados consumidores (para os produtos industrializados); • 2º- Da exploração de matéria-prima (para produção de mercadorias nas indústrias).
  • 6. • O domínio da África e da Ásia, exercido pelos países industrializados duas formas principais: • 1ª- a dominação política e econômica direta (os próprios europeus governavam); • 2ª- a dominação política e econômica indireta (as elites nativas governavam).
  • 8. • O imperialismo europeu foi extremamente desastroso e prejudicial para os povos nativos da África, Ásia e Oceania, pois causou o subdesenvolvimento e desigualdades sociais vividas até os dias de hoje em muitos países desses continentes.
  • 9. • Um dos discursos ideológicos que “deram legitimidade” ao processo de domínio e exploração dos europeus sobre asiáticos e africanos foi o evolucionismo social. Essa teoria classificava as sociedades em três etapas evolutivas:
  • 10. • 1ª- Bárbara ( os africanos); • 2ª- Primitiva ( os asiáticos); • 3ª- Civilizada. • Os europeus se consideravam integrantes da 3ª etapa (civilizada) e classificavam os asiáticos como primitivos e os africanos como bárbaros.
  • 11. • Portanto, restaria ao colonizador europeu a “missão civilizadora”, para que asiáticos e africanos fossem dominados e adotassem na marra “a verdadeira cultura civilizada”.
  • 12. O Fardo do Homem Branco:
  • 13. • Quando os europeus invadiram os territórios da África, forçaram os nativos a realizar trabalhos pesados, nas minas e grandes plantações, em troca de baixos salários. Além disso, os europeus não respeitavam os hábitos, costumes e cultura dos nativos, obrigando-os a adotar sua língua, seus costumes e sua religião.
  • 15. • Até 1870, o interior da África permanecia desconhecido dos europeus e era governado por seus próprios reis, rainhas e chefes de clãs; a partir dessa época a situação começou a mudar rapidamente.
  • 16. • A busca por tesouros fabulosos e a visão da natureza desafiadora e ainda intocada, estimulou aventureiros transformados em heróis pela imprensa europeia e norte- americana. Os governos europeus voltaram seus interesses para o continente africano.
  • 17. • Foram organizadas as primeiras missões religiosas e expedições exploradoras para esse continente. • Entre eles, destacou-se o médico e missionário escocês David Livingstone que, de 1849 até sua morte, em 1873, fez várias expedições à África Central convertendo nativos e curando doentes.
  • 18. David Livingstone – Missionário Escocês:
  • 20. • Já o jornalista Henry Morton Stanley não tinha a mesma preocupação humanitária. Suas expedições à África central, de leste a oeste, entre 1874 e 1878, revelaram o sistema de navegação da bacia do Congo – informação valiosa que, ele vendeu para o rei Leopoldo II, da Bélgica. O rei usou essa informação para dominar a região.
  • 22. • A população nativa, submetida ao trabalho forçado para entregar marfim e borracha aos colonizadores belgas, quase foi exterminada.
  • 29. • Quando os congoleses não cumpriam as ordens dos belgas ou não cumpriam as cotas de fornecimento de marfim ou de borracha eram punidos com: assassinatos, amputações, estupros e saques.
  • 32. • Cerca de 8 a 10 milhões de pessoas, aproximadamente metade da população congolesa foi exterminada.
  • 36. • Diante da grande pressão internacional, o parlamento belga decidiu intervir e tomou do rei Leopoldo II, o “Estado Livre do Congo” em 1908. A região foi renomeada de Congo Belga e, em comparação com os anos de terror sob os desmandos de Leopoldo II, diminuiu bastante a brutalidade.
  • 38. Menina do Congo exposta em zoológico na Bélgica:
  • 39. • Existem alguns livros que abordam a história dos zoológicos humanos, a maioria em língua inglesa e francesa.
  • 41. • A partir do século XVII, fazendeiros holandeses foram viver na região sul da África do Sul. Usavam mão-de-obra escrava da região. No começo do século XIX, os britânicos dominaram a região, forçando os holandeses a migrarem para o interior.
  • 43. • No interior da África do Sul, os fazendeiros holandeses fundaram duas repúblicas livres: Orange e Transvaal. Enquanto isso, os ingleses se concentraram em suas colônias na região litorânea do sul da África (Colônia do Cabo).
  • 45. • A partir de 1850 , os bôeres encontram minas de ouro e diamantes em suas repúblicas. A partir daí, os estrangeiros (principalmente súditos britânicos) partiram para o interior para explorar estas minas em territórios dominados pelos bôeres. Porém, muitos destes estrangeiros foram impedidos de praticar a mineração nestas terras holandesas.
  • 46. Minas da África do Sul:
  • 49. • O governo britânico passou então a apoiar os ingleses que se dirigiam à região mineradora, provocando revolta nos bôeres. Em represália, no final de 1899, os bôeres passaram a atacar as colônias britânicas, dando início à guerra.
  • 51. A guerra dos Bôeres:
  • 57. • Com um exército maior e com armas mais avançadas, os ingleses derrotaram os holandeses. • A Guerra terminou em 31 de maio de 1902, com a derrota dos bôeres e a assinatura do Tratado de Paz de Vereeniging.
  • 59. Consequências: • As repúblicas bôeres do Transvaal e Orange foram anexadas às colônias britânicas do Cabo e Natal. Em 1910, formou-se a União Sul- Africana. • Aumento do imperialismo britânico na região sul da África.
  • 61. • Embora derrotados, os bôeres receberam uma indenização de três milhões de libras dos ingleses para reconstruir as áreas arrasadas pela guerra. Além disso, pelo tratado de paz, conquistaram o direito de usar a língua holandesa nas escolas, tribunais e órgãos públicos em geral.
  • 63. • A colonização francesa na África se confirmou no final do século XIX e no início do século XX, porém, em 1664 os franceses chegam no Senegal e exploram a região. Desde 1830 a França já exercia grande influência na Argélia, e também na Tunísia desde 1881. Em 1844, o Marrocos foi parcialmente submetido ao controle francês e, em 1854, foi a vez do Senegal.
  • 66. • Partindo desses pontos, a França avançou para o interior do continente, conquistando a Guiné, o Gabão, uma parte dos territórios do Congo e do Sudão. Em 1910, esses territórios formavam a África Ocidental Francesa.
  • 68. • Depois da Conferência de Berlim (1894-1895) os franceses que criaram o seu Ministério das Colônias em 1894, dividiram os seus territórios em três partes: África Ocidental Francesa, África Equatorial Francesa e Ilhas Francesas.
  • 71. • O projeto colonial inglês, definido na expressão “do Cairo ao Cabo”, era unificar numa única colônia todos os territórios compreendidos entre a colônia do Cabo (Sul da África) e o Egito (Norte da África).
  • 72. • Os britânicos realizaram sua incursão imperialista promovendo a conquista do Egito e a construção do Canal de Suez. Do ponto de vista econômico, o Canal de Suez permitia a integração entre os grandes centros industriais europeus e as colônias asiáticas através da ligação entre o mar Mediterrâneo e Vermelho.
  • 73. O Canal de Suez:
  • 76. • Logo após o domínio do Egito, o Sudão também foi incorporado. Os ingleses também conquistaram a Rodésia, Uganda, Zanzibar, Quênia, África Oriental Inglesa, Serra Leoa, Costa do Ouro, Nigéria, Gâmbia.
  • 78. • A colonização inglesa no Sul do continente africano foi iniciada por Cecil Rodhes, que explorava as reservas de ouro e diamantes encontradas nessa região. Em 1888, a companhia dirigida por Cecil Rodhes iniciou a conquista da Rodésia.
  • 79. • Entre 1888 e 1891, o Quênia, a Somália e Uganda foram incorporados ao império britânico. Em 1899, os ingleses tornaram o Sudão da França e o Transvaal dos bôeres, população de origem holandesa que lá estava desde o século XVIII.
  • 81. Os países europeus disputam a África:
  • 82. • Mas as pretensões coloniais inglesas esbarraram em um empecilho – a Alemanha, que reclamava para si o território de Zanzibar. Além dessa colônia, a Alemanha havia conquistado, entre 1884 e 1885, os territórios de Camarões, Togo e Namíbia (Sudoeste africano). Não podemos esquecer Portugal, que havia muito tempo tinha colonizado a costa de Angola e Moçambique, Guiné-Bissau e as ilhas de Cabo Verde.
  • 87. • A região central do continente africano era disputada por vários países europeus. Para decidir a questão, foi organizado um con- gresso internacional em Berlim. Foi a denominada Conferência de Berlim (1884- 1885).
  • 93. • O congresso reconheceu a soberania belga sobre o Congo, garantindo liberdade de comércio para todos os países presentes no congresso. A ocupação desse território foi uma das mais sangrentas da história do colonialismo europeu. A população local foi escravizada, milhares de pessoas morreram de fome, pelos trabalhos forçados, pelas doenças trazidas pelos brancos e pelos massacres coletivos promovidos contra as aldeias que se rebelavam.
  • 108. • O filme O Elo Perdido (Man to Man) de 2005, conta a história de um antropólogo escocês chamado Jaime Dodd, que viaja para a África e captura um casal de pigmeus, chamados Toko e Likola, e os leva ao Reino Unido a fim de serem estudados.
  • 109. • Dodd acredita que aqueles pigmeus seriam o "elo perdido" entre os macacos e o ser humano. • O filme se baseou nas teorias raciais do século XIX e nos estudos empreendidos para classificar as "raças humanas".
  • 111. • Em alguns livros de Tarzan, o autor Edgar Rice Burroughs transparece em dados momentos reflexos da teoria racial do começo do século XX, na fala de alguns personagens.
  • 113. Tarzan e os “Selvagens”: