Colonização séc. XV Colonização séc. XIX Aboliçao da escravidão e Imigração Imperialismo séc. XIX Primeira Guerra Mundial Revolução Russa Guerra Fria Ditadura Militar MTV (1980)
Sistema que mantém sob domínio, inclusive econômico, as possessões de um determinado Estado,ou seja,  Colonialismo é a política de exercer o controle ou a autoridade sobre um território ocupado e administrado por um grupo de indivíduos com poder militar, ou por representantes do governo de um país ao qual esse território não pertencia, contra a vontade dos seus habitantes que, muitas vezes, são desapossados de parte dos seus bens (como terra arável ou de pastagem) e de eventuais direitos políticos que detinham . 01
  A partir do séc. XV passou a ser utilizada por nações européias – principalmente França, Inglaterra, Holanda, Portugal e Espanha –, que formaram vastos impérios coloniais na África, na Ásia e nas Américas.
À exceção de Brasil, colonizado por portugueses, Guianas e algumas áreas das Antilhas (colonizadas por franceses, holandeses e ingleses), todas as regiões da América Latina permaneceram sob domínio da Espanha por mais de 300 anos.
 
O comércio livre não impediu a expansão do colonialismo na África e na Ásia, abundantes em matérias-primas e mercados para os produtos europeus. Além disso, os europeus obtinham lucros investindo em fábricas, minas, plantações e estradas construídas nas chamadas regiões atrasadas.
  Roma formou o maior império colonial da Antiguidade. Iniciou sua expansão ultramarina por volta de 264 a.C. No apogeu, o império estendia-se do norte da Inglaterra ao Mar Vermelho e ao Golfo Pérsico. O império ruiu em 476 d.C.
Os ingleses e os franceses ocuparam igualmente regiões do Canadá. A Holanda, a Inglaterra e a França reclamaram partes do território que se transformaria nos EUA. A Inglaterra acabou fundando 13 colônias nesta região. Em 1624, os holandeses fundaram a Nova Holanda, que abrangia partes dos atuais estados de Connecticut, Delaware, Nova Jersey e Nova York. A Inglaterra tomou a Nova Holanda em 1664. De 1689 a 1763, ingleses e franceses travaram quatro guerras na América do Norte.  Desembarque de colonos puritanos em Massachusetts, na América do Norte.
A última delas terminou com a vitória da Inglaterra, que conquistou a maior parte das possessões francesas na América do Norte. No final do séc. XVII e durante o séc .  Este mapa indica as áreas sob domínio colonial europeu nos séculos XIX e XX.
Obrigado pela colaboração de Todos! Amanda, Matheus, Mellina e Rodrigo  3º A
Colonização Século XIX 02
Professora: Maria Patrícia  3° Colegial Grupo:  Andressa Camila Cleonice Francine Jéssika Maysa  Pedro
Tema: Diferenças entre o colonialismo do século XVI e o XIX
Colonização é o ato de colonizar, ou seja, quando pessoas de um determinado país ou região vão para uma outra região (desabitada ou com nativos) para habitar ou explorar. No processo de colonização, ocorre a influência ou transferência cultural dos colonizadores para os colonizados e vice-versa.
Expansão do comercio marítimo  XV e XVI Durante os séculos XV e XVI, desenvolveu-se a  EXPANSÃO  marítima e comercial. Eram cobiçadas por Reis, pessoas ligadas à burocracia e a burguesia, e tinham por objetivo o acumulo de riquezas.  O comércio marítimo era monopolizado pelos Italianos, principalmente de Gênova e Veneza, seus  principais  portos são: Constantinopla, Trípoli, Alexandria e Túnis, localizados no Mar mediterrâneo.
A expansão comercial – marítima resultou no descobrimento de novas rotas para chegar ao oriente pelo oceano atlântico. As causas da expansão comercial – marítima foi o comércio com o oriente, necessidade de novos mercados, crise econômica da Europa, formação dos estados nacionais, falta de metais preciosos e propagação da fé cristã.  Com a tomada do porto de Constantinopla, pelos Turcos Otomanos piorou o comércio com o oriente, levando aos navegadores buscar alternativas de novas rotas para  chegar  às Índias, sem passar pelo Mar mediterrâneo.
Pioneirismo Português   Portugal foi o pioneiro na expansão marítima – comercial, devido à centralização do poder nas mãos dos reis durante a dinastia de Avis, fundação da Escola de Sagre, conhecimentos da arte das navegações (bússola, astrolábio...) e sua localização privilegiada.
Produtos comercializados na época Os principais produtos comercializados eram: Porcelana, tecidos de seda, perfumes, marfim, ouro e especiarias, sendo revendidos no continente europeu.
Processo das grandes navegações No ano de 1900, o navegante Pedro Álvares Cabral anunciou a descoberta do Brasil. Com isso, os processos de exploração da América e a transferência do eixo econômico mundial européia. Ao longo do século XVI, outras nações, como Holanda, França e Inglaterra questionaram o monopólio ibérico realizando invasões ao continente americano e praticando a pirataria. Em meados do século XVI, portugueses e espanhóis haviam fixado, depois de muitas viagens de exploração, as grandes linhas do continente da América: Ao sul, ambas as costas até o estreito de Magalhães; ao norte, a do Atlântico até Labrador e a do pacífico até a Califórnia.
A expansão marítima européia iniciou uma fase de crescente interdependência mundial, em proveito das nações colonizadoras que dominaram o mundo política, econômica e culturalmente até 1914. A partir do século XVIII e sobretudo XIX, Ásia Oriental (exceto Japão) e a Oceania ficara submetidas aos interesses políticos e econômicos do ocidente. O atlântico e o pacífico predominam desde então no comércio mundial. Na Europa,  0 fluxo do ouro e da  prata da América, do século XV  e influenciou poderosamente as transformações econômicas, sociais e políticas das quais a burguesia foi a principal beneficiária.
Mapa 1
Mapa 2
Mapa 3  Mapa 3
Mapa 4 Mapa 4
Obrigado (a) pela atenção !
“ Transição, abolição e imigração “ TEMA: aprofundamento em abolição. 03
Introdução : Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
Processo de abolição da escravatura no Brasil: Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.  Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.
A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.
Imigração no Brasil: Podemos considerar o início da imigração no  Brasil  a data de 1530, pois a partir deste momento os portugueses vieram para o nosso país para dar início ao plantio de cana-de-açúcar. Porém, a imigração intensificou-se a partir de 1818, com a chegada dos primeiros imigrantes não-portugueses, que vieram para cá durante a regência de D. João VI. Devido ao enorme tamanho do território brasileiro e ao desenvolvimento das plantações de café, a imigração teve uma grande importância para o desenvolvimento do país, no século XIX.  Em busca de oportunidades na terra nova, para cá vieram os suíços, que chegaram em 1819 e se instalaram no Rio de Janeiro (Nova Friburgo), os alemães, que vieram logo depois, em 1824, e foram para o Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau, Joinville e Brusque), os eslavos, originários da  Ucrânia  e  Polônia , habitando o Paraná, os turcos e os árabes, que se concentraram na Amazônia, os italianos de  Veneza ,  Gênova , Calábria, e Lombardia, que em sua maior parte vieram para São Paulo, os japoneses, entre outros. O maior número de imigrantes no Brasil são os portugueses, que vieram em grande número desde o período da  Independência do Brasil .  
Após a  abolição da escravatura  (1888), o governo brasileiro incentivou a entrada de imigrantes europeus em nosso território. Com a necessidade de mão-de-obra qualificada, para substituir os escravos, milhares de italianos e alemães chegaram para trabalhar nas fazendas de café do interior de São Paulo, nas indústrias e na zona rural do sul do país.  No ano de 1908, começou a imigração japonesa com a chegada ao Brasil do navio Kasato Maru, trazendo do Japão 165 famílias de imigrantes japoneses. Estes também buscavam os empregos nas fazendas de café do oeste paulista.
Todos estes povos vieram e se fixaram no território brasileiro com os mais variados ramos de negócio, como por exemplo, o ramo cafeeiro, as atividades artesanais, a policultura, a atividade madeireira, a produção de borracha, a vinicultura, etc. 
Conclusão : O processo imigratório foi de extrema importância erísticas dos quatro cantos do mundo. Basta pararmos para pensar nas influências trazidas pelos imigrantes, que teremos um leque enorme de resultados: o idioma português, a culinária italiana, as técnicas agrícolas alemãs, as batidas musicais  africanas  e muito mais. Graças a todos eles, temos um país de múltiplas cores e sabores. Um povo lindo com uma cultura diversificada e de grande valor histórico.
Poema
Créditos Finais: GRUPO: Andressa, Beatriz, Larissa, Marielle, Monize, Vivian. PROFESSORA: Maria Patricia
Grupo: Camila Marafon  Eidelipe Rodrigues Leonardo Miguel Helga Teixeira Natália Zanini  Rodrigo Valverde  Thais Luppi IMPERIALISMO (séc. XIX) E PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL  04
IMPERIALISMO Segundo o dicionário Michaelis, a palavra “imperialismo” significa “expansão ou tendência para a expansão do poder político e econômico de uma nação ou Estado sobre outro”. Desta forma, podemos concluir que imperialismo é a execução de uma influência social, política, econômica e cultural demasiadamente grande de um país sobre o outro.  O imperialismo foi algo marcante no final do século XIX, época em que os avanços tecnológicos gerados pela  Revolução Industrial  resultaram em um grande aumento de produção. Como conseqüência disto, surgiu a necessidade de se expandir o mercado consumidor desses produtos, e mais, surgiu a necessidade de se obter mais matérias-primas.
Diante destas necessidades, as grandes potências industriais da época começaram a exercer atitudes imperialistas. Assim, partiram para regiões da África, Ásia e Oceania com o fim de obter mais mercados consumidores, matérias-primas e mão-de-obra barata, ou seja, queriam o lucro. Desta forma, países industrializados como Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha, França, etc., começaram a formar grandes impérios econômicos.  O pretexto usado pelos países imperialistas era o de estarem levando a ciência e o progresso para os povos explorados. A ganância e a louca disputa por mais dinheiro e poder resultaram em diversos conflitos, desencadeando significativas rivalidades entre as potências imperialistas, fato que foi o principal motivo da Primeira Guerra Mundial.
•   No final do  século XIX  e começo do  século XX , a economia mundial viveu grandes mudanças. A tecnologia da  Revolução Industrial  aumentou ainda mais a produção, o que gerou uma grande necessidade de mercado consumidor para esses produtos e uma nova corrida por matérias primas. A concepção de neo-imperialismo foi realizada por economistas ingleses e franceses no início do  século XIX . Este conceito constituiu-se em duas características fundamentais: o investimento de capital externo e a propriedade econômica monopolista. “Um país imperialista era um país que dominava economicamente o outro”, e desse modo a capitalização das nações imperialistas gradativamente se ampliava, assim como a "absorção" dos países dominados pelos  monopólios ,  mão-de-obra  barata e abundancie  mercados  consumidores, levavam ao ciclo do novo colonialismo, que é o produto da expansão constante do imperialismo. Assim, no final do  século XIX  e o começo do  século XX , os países imperialistas se lançaram numa corrida pela conquista global, o que desencadeou rivalidade entre os mesmos e concretizou o principal motivo da  Primeira Guerra Mundial , dando princípio à “nova era imperialista”.
LIBERALISMO E IMPERIALISMO . O primeiro estudo sistemático do  imperialismo   surgiu em 1902 com "Imperialismo", do autor inglês  John Hudson , para quem o fenômeno se devia à acumulação de capital excedente que devia ser exportado. Seriam motivações importantes do expansionismo a busca de novas fontes de matérias-primas e de mercados. A originalidade da obra de Hobson consiste em atribuir ao imperialismo raízes econômicas, o que forneceu as bases para a interpretação marxista. Para o economista Joseph Schumpeter, que em sua obra mais conhecida, " Capitalismo, Socialismo and Democracy " (1942), conclui que o capitalismo acabaria por esgotar-se e dar lugar a alguma forma de controle centralizado da economia, e que a política imperialista não tem relação com a natureza do  capitalismo , que é pacifista em essência. O  expansionismo  se deve a um impulso atávico de luta, remanescente em estruturas e camadas sociais pré-capitalistas, que dependem para sua sobrevivência de guerras e conquistas.
O IMPERIALISMO DO SÉCULO XIX: Os principais países que adotaram a pratica do imperialismo foram : •   Reino Unido  •   França •   Bélgica •   Itália •   Alemanha •   Portugal •   Espanha  •  Japão  •  Rússia  •   Estados Unidos  •   Império Otomano
A decadência do colonialismo gerou disputa entre as nações imperialistas européias por novos mercados, criando instabilidade e conflitos desde o final do século XIX que se agravaram no final da primeira década do século XX. O assassinato do arquiduque  Francisco Ferdinando  (herdeiro do império Austro-Húngaro) por nacionalistas sérvios fez com que fosse posto em prática o sistema de alianças militares estratégicas entre as nações européias. O Império austro-húngaro e sua aliada  Alemanha  declararam guerra à  Sérvia . Do outro lado a Rússia, aliada da Sérvia, declarou guerra à Alemanha. A França, por sua vez tinha aliança com a Rússia e entrou na guerra após a Alemanha invadir a Bélgica com intenção de tomar territórios franceses. Após a invasão da Bélgica a Inglaterra também entrou na guerra e convocou os países da comunidade britânica e posteriormente os EUA entraram para ajudar os franceses e ingleses . O  Nacionalismo  dominante nos países envolvidos e alimentado pelas aristocracias influenciou no crescimento do militarismo e de uma corrida armamentista que criou condições ideais para que um conflito em larga escala eclodisse em  1914 .
CONCLUSÃO
Como conclusão, pode-se afirmar que os colonialistas, só se interessavam pelo lucro que eles obtinham através do trabalho que os habitantes das colônias prestavam para eles. Não se importavam com as condições de trabalho e tão pouco se os nativos iriam ou não sobreviver a esta forma de exploração desumana e capitalista.  Foi somente no século XX que as colônias conseguiram sua independência, porém herdaram dos europeus uma série de conflitos e países marcados pela exploração subdesenvolvimento e dificuldades políticas.
História Geral e do Brasil 05
O Imperialismo Europeu IMPERIALISMO 1 Estabelecimento de novas colônias por parte de países europeus; 2 Necessidade de novos mercados para escoar a produção industrial e  buscar matérias-primas; 3 Relação com a industrialização; 4 Influência do nacionalismo europeu; 5 Princípio da “missão civilizadora”; 6 Neocolonialismo; 7 Áreas:  África e Ásia.
O Imperialismo Europeu A EXPANSÃO DO IMPERIALISMO EUROPEU NO SÉCULO XIX Os  Estados Unidos  receberam o maior número de imigrantes no século XIX, coincidindo com a época da expansão daquele país, mas outras áreas, como Argentina e Brasil, também receberam um grande número de europeus, no grande fluxo migratório daquele período. No mapa, o fluxo migratório em milhões de pessoas (1835-1914).
O Imperialismo Europeu A PARTILHA DA ÁFRICA Os europeus acreditavam que deveriam “civilizar as raças inferiores”; Conferência de Berlim (1884-1885): partilha da África pelos países  europeus; 1876: 10,8% do território africano estava dominado por europeus; 1900: 90,4% do território sob domínio europeu.
O Imperialismo Europeu O IMPERIALISMO NA ÁFRICA O IMPÉRIO COLONIAL BRITÂNICO NO ÍNDICO E NA ÁFRICA
O Imperialismo Europeu O JAPÃO A entrada do  Japão  no grupo dos países imperialistas foi por pressão dos  Estados Unidos  e do  Reino Unido  de tempos. Sob muita pressão dos  estadunidenses , o  Japão  governado formalmente por um  monarca , mas quem tinha plenos poderes era o  comandante das Forças Militares Japonesas , o  Xogun , decidiu abrir alguns portos para os países ocidentais. Isso causou uma revolta por vários motivos na ilha, conhecido como  Restauração Meiji , onde restaurava plenamente os poderes do  Imperador , que fez o  Japão  dar um salto no desenvolvimento industrial e economico do país. Isso fez com que a concorrência entre  Reino Unido ,  França ,  Rússia  e os  Estados Unidos  ficasse mais acirrada e incluísse o  Japão  na disputa imperialista. A EXPANSÃO JAPONESA (1875-1918)
O Imperialismo Europeu A primeira Guerra Mundial e o Imperialismo A primeira Guerra Mundial foi um conflito armado de proporções até então impensados, não apenas porque abrangeu um número muito grande de países, cujos, os investimentos na produção bélica monopolisaram-lhe por quatro anos na vida econômica. A disputa entre os países mais ricos (Inglaterra, França e Alemanha) por terras na Ásia e África para exploração de suas riquezas, geraram problemas entre esses países. Cada um queria mais, para mostrar a força da nação. Esse imperialismo intenso, levou a primeira guerra mundial que causou 60 milhões de mortos, as grandes nações ficaram falidas com o alto custo da guerra e o país que se tornou a grande potência foi os EUA, que estava em ascensão e ofereceu apoio econômico aos países abalados.
O Imperialismo Europeu Agradecemos a Participação de TODOS. Evandro  /  Evelyn  /  Gabriela  /  Raphael
Primeira Guerra Mundial 06
Revolução Russa 07
Guerra Fria 08
Ditadura Militar 09
MTV (1980) 10
 

Trabalho de História

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    Colonização séc. XVColonização séc. XIX Aboliçao da escravidão e Imigração Imperialismo séc. XIX Primeira Guerra Mundial Revolução Russa Guerra Fria Ditadura Militar MTV (1980)
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    Sistema que mantémsob domínio, inclusive econômico, as possessões de um determinado Estado,ou seja, Colonialismo é a política de exercer o controle ou a autoridade sobre um território ocupado e administrado por um grupo de indivíduos com poder militar, ou por representantes do governo de um país ao qual esse território não pertencia, contra a vontade dos seus habitantes que, muitas vezes, são desapossados de parte dos seus bens (como terra arável ou de pastagem) e de eventuais direitos políticos que detinham . 01
  • 4.
    Apartir do séc. XV passou a ser utilizada por nações européias – principalmente França, Inglaterra, Holanda, Portugal e Espanha –, que formaram vastos impérios coloniais na África, na Ásia e nas Américas.
  • 5.
    À exceção deBrasil, colonizado por portugueses, Guianas e algumas áreas das Antilhas (colonizadas por franceses, holandeses e ingleses), todas as regiões da América Latina permaneceram sob domínio da Espanha por mais de 300 anos.
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    O comércio livrenão impediu a expansão do colonialismo na África e na Ásia, abundantes em matérias-primas e mercados para os produtos europeus. Além disso, os europeus obtinham lucros investindo em fábricas, minas, plantações e estradas construídas nas chamadas regiões atrasadas.
  • 8.
      Roma formouo maior império colonial da Antiguidade. Iniciou sua expansão ultramarina por volta de 264 a.C. No apogeu, o império estendia-se do norte da Inglaterra ao Mar Vermelho e ao Golfo Pérsico. O império ruiu em 476 d.C.
  • 9.
    Os ingleses eos franceses ocuparam igualmente regiões do Canadá. A Holanda, a Inglaterra e a França reclamaram partes do território que se transformaria nos EUA. A Inglaterra acabou fundando 13 colônias nesta região. Em 1624, os holandeses fundaram a Nova Holanda, que abrangia partes dos atuais estados de Connecticut, Delaware, Nova Jersey e Nova York. A Inglaterra tomou a Nova Holanda em 1664. De 1689 a 1763, ingleses e franceses travaram quatro guerras na América do Norte. Desembarque de colonos puritanos em Massachusetts, na América do Norte.
  • 10.
    A última delasterminou com a vitória da Inglaterra, que conquistou a maior parte das possessões francesas na América do Norte. No final do séc. XVII e durante o séc . Este mapa indica as áreas sob domínio colonial europeu nos séculos XIX e XX.
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    Obrigado pela colaboraçãode Todos! Amanda, Matheus, Mellina e Rodrigo 3º A
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    Professora: Maria Patrícia 3° Colegial Grupo: Andressa Camila Cleonice Francine Jéssika Maysa Pedro
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    Tema: Diferenças entreo colonialismo do século XVI e o XIX
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    Colonização é oato de colonizar, ou seja, quando pessoas de um determinado país ou região vão para uma outra região (desabitada ou com nativos) para habitar ou explorar. No processo de colonização, ocorre a influência ou transferência cultural dos colonizadores para os colonizados e vice-versa.
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    Expansão do comerciomarítimo XV e XVI Durante os séculos XV e XVI, desenvolveu-se a EXPANSÃO marítima e comercial. Eram cobiçadas por Reis, pessoas ligadas à burocracia e a burguesia, e tinham por objetivo o acumulo de riquezas. O comércio marítimo era monopolizado pelos Italianos, principalmente de Gênova e Veneza, seus principais portos são: Constantinopla, Trípoli, Alexandria e Túnis, localizados no Mar mediterrâneo.
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    A expansão comercial– marítima resultou no descobrimento de novas rotas para chegar ao oriente pelo oceano atlântico. As causas da expansão comercial – marítima foi o comércio com o oriente, necessidade de novos mercados, crise econômica da Europa, formação dos estados nacionais, falta de metais preciosos e propagação da fé cristã. Com a tomada do porto de Constantinopla, pelos Turcos Otomanos piorou o comércio com o oriente, levando aos navegadores buscar alternativas de novas rotas para chegar às Índias, sem passar pelo Mar mediterrâneo.
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    Pioneirismo Português Portugal foi o pioneiro na expansão marítima – comercial, devido à centralização do poder nas mãos dos reis durante a dinastia de Avis, fundação da Escola de Sagre, conhecimentos da arte das navegações (bússola, astrolábio...) e sua localização privilegiada.
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    Produtos comercializados naépoca Os principais produtos comercializados eram: Porcelana, tecidos de seda, perfumes, marfim, ouro e especiarias, sendo revendidos no continente europeu.
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    Processo das grandesnavegações No ano de 1900, o navegante Pedro Álvares Cabral anunciou a descoberta do Brasil. Com isso, os processos de exploração da América e a transferência do eixo econômico mundial européia. Ao longo do século XVI, outras nações, como Holanda, França e Inglaterra questionaram o monopólio ibérico realizando invasões ao continente americano e praticando a pirataria. Em meados do século XVI, portugueses e espanhóis haviam fixado, depois de muitas viagens de exploração, as grandes linhas do continente da América: Ao sul, ambas as costas até o estreito de Magalhães; ao norte, a do Atlântico até Labrador e a do pacífico até a Califórnia.
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    A expansão marítimaeuropéia iniciou uma fase de crescente interdependência mundial, em proveito das nações colonizadoras que dominaram o mundo política, econômica e culturalmente até 1914. A partir do século XVIII e sobretudo XIX, Ásia Oriental (exceto Japão) e a Oceania ficara submetidas aos interesses políticos e econômicos do ocidente. O atlântico e o pacífico predominam desde então no comércio mundial. Na Europa, 0 fluxo do ouro e da prata da América, do século XV e influenciou poderosamente as transformações econômicas, sociais e políticas das quais a burguesia foi a principal beneficiária.
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    Mapa 3 Mapa 3
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    “ Transição, aboliçãoe imigração “ TEMA: aprofundamento em abolição. 03
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    Introdução : Naépoca em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
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    Processo de aboliçãoda escravatura no Brasil: Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana. Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.
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    A partir de1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
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    Em 1885, foiaprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.
  • 32.
    Imigração no Brasil:Podemos considerar o início da imigração no Brasil a data de 1530, pois a partir deste momento os portugueses vieram para o nosso país para dar início ao plantio de cana-de-açúcar. Porém, a imigração intensificou-se a partir de 1818, com a chegada dos primeiros imigrantes não-portugueses, que vieram para cá durante a regência de D. João VI. Devido ao enorme tamanho do território brasileiro e ao desenvolvimento das plantações de café, a imigração teve uma grande importância para o desenvolvimento do país, no século XIX. Em busca de oportunidades na terra nova, para cá vieram os suíços, que chegaram em 1819 e se instalaram no Rio de Janeiro (Nova Friburgo), os alemães, que vieram logo depois, em 1824, e foram para o Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau, Joinville e Brusque), os eslavos, originários da Ucrânia e Polônia , habitando o Paraná, os turcos e os árabes, que se concentraram na Amazônia, os italianos de Veneza , Gênova , Calábria, e Lombardia, que em sua maior parte vieram para São Paulo, os japoneses, entre outros. O maior número de imigrantes no Brasil são os portugueses, que vieram em grande número desde o período da Independência do Brasil .  
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    Após a abolição da escravatura (1888), o governo brasileiro incentivou a entrada de imigrantes europeus em nosso território. Com a necessidade de mão-de-obra qualificada, para substituir os escravos, milhares de italianos e alemães chegaram para trabalhar nas fazendas de café do interior de São Paulo, nas indústrias e na zona rural do sul do país.  No ano de 1908, começou a imigração japonesa com a chegada ao Brasil do navio Kasato Maru, trazendo do Japão 165 famílias de imigrantes japoneses. Estes também buscavam os empregos nas fazendas de café do oeste paulista.
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    Todos estes povosvieram e se fixaram no território brasileiro com os mais variados ramos de negócio, como por exemplo, o ramo cafeeiro, as atividades artesanais, a policultura, a atividade madeireira, a produção de borracha, a vinicultura, etc. 
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    Conclusão : Oprocesso imigratório foi de extrema importância erísticas dos quatro cantos do mundo. Basta pararmos para pensar nas influências trazidas pelos imigrantes, que teremos um leque enorme de resultados: o idioma português, a culinária italiana, as técnicas agrícolas alemãs, as batidas musicais africanas e muito mais. Graças a todos eles, temos um país de múltiplas cores e sabores. Um povo lindo com uma cultura diversificada e de grande valor histórico.
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    Créditos Finais: GRUPO:Andressa, Beatriz, Larissa, Marielle, Monize, Vivian. PROFESSORA: Maria Patricia
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    Grupo: Camila Marafon Eidelipe Rodrigues Leonardo Miguel Helga Teixeira Natália Zanini Rodrigo Valverde Thais Luppi IMPERIALISMO (séc. XIX) E PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL 04
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    IMPERIALISMO Segundo odicionário Michaelis, a palavra “imperialismo” significa “expansão ou tendência para a expansão do poder político e econômico de uma nação ou Estado sobre outro”. Desta forma, podemos concluir que imperialismo é a execução de uma influência social, política, econômica e cultural demasiadamente grande de um país sobre o outro. O imperialismo foi algo marcante no final do século XIX, época em que os avanços tecnológicos gerados pela Revolução Industrial resultaram em um grande aumento de produção. Como conseqüência disto, surgiu a necessidade de se expandir o mercado consumidor desses produtos, e mais, surgiu a necessidade de se obter mais matérias-primas.
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    Diante destas necessidades,as grandes potências industriais da época começaram a exercer atitudes imperialistas. Assim, partiram para regiões da África, Ásia e Oceania com o fim de obter mais mercados consumidores, matérias-primas e mão-de-obra barata, ou seja, queriam o lucro. Desta forma, países industrializados como Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha, França, etc., começaram a formar grandes impérios econômicos. O pretexto usado pelos países imperialistas era o de estarem levando a ciência e o progresso para os povos explorados. A ganância e a louca disputa por mais dinheiro e poder resultaram em diversos conflitos, desencadeando significativas rivalidades entre as potências imperialistas, fato que foi o principal motivo da Primeira Guerra Mundial.
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    No final do  século XIX  e começo do  século XX , a economia mundial viveu grandes mudanças. A tecnologia da  Revolução Industrial  aumentou ainda mais a produção, o que gerou uma grande necessidade de mercado consumidor para esses produtos e uma nova corrida por matérias primas. A concepção de neo-imperialismo foi realizada por economistas ingleses e franceses no início do  século XIX . Este conceito constituiu-se em duas características fundamentais: o investimento de capital externo e a propriedade econômica monopolista. “Um país imperialista era um país que dominava economicamente o outro”, e desse modo a capitalização das nações imperialistas gradativamente se ampliava, assim como a "absorção" dos países dominados pelos  monopólios ,  mão-de-obra  barata e abundancie  mercados  consumidores, levavam ao ciclo do novo colonialismo, que é o produto da expansão constante do imperialismo. Assim, no final do  século XIX  e o começo do  século XX , os países imperialistas se lançaram numa corrida pela conquista global, o que desencadeou rivalidade entre os mesmos e concretizou o principal motivo da  Primeira Guerra Mundial , dando princípio à “nova era imperialista”.
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    LIBERALISMO E IMPERIALISMO. O primeiro estudo sistemático do imperialismo surgiu em 1902 com "Imperialismo", do autor inglês  John Hudson , para quem o fenômeno se devia à acumulação de capital excedente que devia ser exportado. Seriam motivações importantes do expansionismo a busca de novas fontes de matérias-primas e de mercados. A originalidade da obra de Hobson consiste em atribuir ao imperialismo raízes econômicas, o que forneceu as bases para a interpretação marxista. Para o economista Joseph Schumpeter, que em sua obra mais conhecida, " Capitalismo, Socialismo and Democracy " (1942), conclui que o capitalismo acabaria por esgotar-se e dar lugar a alguma forma de controle centralizado da economia, e que a política imperialista não tem relação com a natureza do capitalismo , que é pacifista em essência. O expansionismo se deve a um impulso atávico de luta, remanescente em estruturas e camadas sociais pré-capitalistas, que dependem para sua sobrevivência de guerras e conquistas.
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    O IMPERIALISMO DOSÉCULO XIX: Os principais países que adotaram a pratica do imperialismo foram : • Reino Unido • França • Bélgica • Itália • Alemanha • Portugal • Espanha • Japão • Rússia • Estados Unidos • Império Otomano
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    A decadência docolonialismo gerou disputa entre as nações imperialistas européias por novos mercados, criando instabilidade e conflitos desde o final do século XIX que se agravaram no final da primeira década do século XX. O assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando (herdeiro do império Austro-Húngaro) por nacionalistas sérvios fez com que fosse posto em prática o sistema de alianças militares estratégicas entre as nações européias. O Império austro-húngaro e sua aliada Alemanha declararam guerra à Sérvia . Do outro lado a Rússia, aliada da Sérvia, declarou guerra à Alemanha. A França, por sua vez tinha aliança com a Rússia e entrou na guerra após a Alemanha invadir a Bélgica com intenção de tomar territórios franceses. Após a invasão da Bélgica a Inglaterra também entrou na guerra e convocou os países da comunidade britânica e posteriormente os EUA entraram para ajudar os franceses e ingleses . O Nacionalismo dominante nos países envolvidos e alimentado pelas aristocracias influenciou no crescimento do militarismo e de uma corrida armamentista que criou condições ideais para que um conflito em larga escala eclodisse em 1914 .
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    Como conclusão, pode-seafirmar que os colonialistas, só se interessavam pelo lucro que eles obtinham através do trabalho que os habitantes das colônias prestavam para eles. Não se importavam com as condições de trabalho e tão pouco se os nativos iriam ou não sobreviver a esta forma de exploração desumana e capitalista. Foi somente no século XX que as colônias conseguiram sua independência, porém herdaram dos europeus uma série de conflitos e países marcados pela exploração subdesenvolvimento e dificuldades políticas.
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    História Geral edo Brasil 05
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    O Imperialismo EuropeuIMPERIALISMO 1 Estabelecimento de novas colônias por parte de países europeus; 2 Necessidade de novos mercados para escoar a produção industrial e buscar matérias-primas; 3 Relação com a industrialização; 4 Influência do nacionalismo europeu; 5 Princípio da “missão civilizadora”; 6 Neocolonialismo; 7 Áreas: África e Ásia.
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    O Imperialismo EuropeuA EXPANSÃO DO IMPERIALISMO EUROPEU NO SÉCULO XIX Os Estados Unidos receberam o maior número de imigrantes no século XIX, coincidindo com a época da expansão daquele país, mas outras áreas, como Argentina e Brasil, também receberam um grande número de europeus, no grande fluxo migratório daquele período. No mapa, o fluxo migratório em milhões de pessoas (1835-1914).
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    O Imperialismo EuropeuA PARTILHA DA ÁFRICA Os europeus acreditavam que deveriam “civilizar as raças inferiores”; Conferência de Berlim (1884-1885): partilha da África pelos países europeus; 1876: 10,8% do território africano estava dominado por europeus; 1900: 90,4% do território sob domínio europeu.
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    O Imperialismo EuropeuO IMPERIALISMO NA ÁFRICA O IMPÉRIO COLONIAL BRITÂNICO NO ÍNDICO E NA ÁFRICA
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    O Imperialismo EuropeuO JAPÃO A entrada do Japão no grupo dos países imperialistas foi por pressão dos Estados Unidos e do Reino Unido de tempos. Sob muita pressão dos estadunidenses , o Japão governado formalmente por um monarca , mas quem tinha plenos poderes era o comandante das Forças Militares Japonesas , o Xogun , decidiu abrir alguns portos para os países ocidentais. Isso causou uma revolta por vários motivos na ilha, conhecido como Restauração Meiji , onde restaurava plenamente os poderes do Imperador , que fez o Japão dar um salto no desenvolvimento industrial e economico do país. Isso fez com que a concorrência entre Reino Unido , França , Rússia e os Estados Unidos ficasse mais acirrada e incluísse o Japão na disputa imperialista. A EXPANSÃO JAPONESA (1875-1918)
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    O Imperialismo EuropeuA primeira Guerra Mundial e o Imperialismo A primeira Guerra Mundial foi um conflito armado de proporções até então impensados, não apenas porque abrangeu um número muito grande de países, cujos, os investimentos na produção bélica monopolisaram-lhe por quatro anos na vida econômica. A disputa entre os países mais ricos (Inglaterra, França e Alemanha) por terras na Ásia e África para exploração de suas riquezas, geraram problemas entre esses países. Cada um queria mais, para mostrar a força da nação. Esse imperialismo intenso, levou a primeira guerra mundial que causou 60 milhões de mortos, as grandes nações ficaram falidas com o alto custo da guerra e o país que se tornou a grande potência foi os EUA, que estava em ascensão e ofereceu apoio econômico aos países abalados.
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    O Imperialismo EuropeuAgradecemos a Participação de TODOS. Evandro / Evelyn / Gabriela / Raphael
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