MARKETING HOSPITALAR

A função do marketing hospitalar é avaliar a maneira como o hospital pode
melhor adaptar seus recursos e seus objetivos às oportunidades do mercado e
necessidades da comunidade.

Antigamente a inovação de serviços na área de saúde era sempre voltada para
o médico, e nunca era focada na satisfação plena do usuário. Este conceito
está se modificando, e hoje os serviços são mais direcionados para satisfazer
as carências do paciente, inclusive àquelas de ordem psicossocial, cultural ou
até de conforto.

Desse modo, o marketing hospitalar não estará criando necessidades no
paciente. Estará, sim, trabalhando para a satisfação dos seus desejos e
necessidades, aspecto fundamental para o crescimento das organizações.

Além de tratar as fragilidades humanas, o hospital deve também ampliar a
satisfação dos seus pacientes. Dessa maneira, a sutura, o gesso, a intervenção
cirúrgica e até mesmo o próprio restaurante podem ser aliadas a um tratamento
diferenciado, fruto das decisões mercadológicas.

Como exemplo, podemos citar que há instituições hospitalares com instalações
tão aconchegantes quanto as de um hotel, visando o conforto do paciente e do
acompanhante. Outro exemplo são as organizações hospitalares que
combinam as orientações alimentares do profissional de Nutrição com o talento
do Chef de Cozinha. Usam cores nos ambientes internos, em substituição ao
branco tradicional. Ouvem sugestões dos pacientes e acompanhantes em
pesquisas periódicas. Tudo isso como uma forma de melhor atender o
paciente, facilitando a sua recuperação.

Mudanças no atendimento e tratamento dos pacientes, bem como, instalações
que oferecem conforto e tranquilidade podem ser responsáveis por encantar os
pacientes. Então, a questão financeira não é o maior desafio do marketing
hospitalar. Devemos ter sempre em mente que a satisfação do paciente é um
componente fundamental nesta relação de custo benefício.

Talvez o maior desafio do marketing hospitalar seja trabalhar incansavelmente
para que a imagem projetada pela organização de saúde seja coerente com a
sua identidade.

O marketing hospitalar, portanto, pode constituir-se uma ferramenta importante
para o desenvolvimento das organizações hospitalares, para estabelecer e
manter um relacionamento saudável com os seus públicos. Seus efeitos,
entretanto, não são instantâneos, por tratar-se de um componente do
planejamento estratégico e por não existir uma fórmula pronta para o seu
sucesso.




       Av. Visconde de Albuquerque, 603 - Madalena - Recife - PE CEP: 50610-090
                   Fone: (81) 3227-1699 | www.berconsultoria.com.br
Assim como o corpo humano, as instituições hospitalares são organismos vivos
e complexos onde cada setor é fundamental para a vitalidade da organização.
Devemos lembrar que o Marketing não é apenas responsabilidade de um setor
da empresa e sim de todos os que trabalham na instituição em prol do
paciente.

Operadoras e a Indústria farmacêutica já possuem uma boa bagagem de
profissionalização e governança, mas hoje, principalmente em clínicas,
podemos perceber um movimento grande pela mudança da Gestão Familiar
para a Gestão Profissional.

E voltando a questão principal, o Marketing vem ao encontro a essa
profissionalização. Mas o que podemos perceber é um pouco de confusão no
trabalho do marketing em relação ao público-alvo, quando relacionado à saúde.

Podemos afirmar que o paciente é o principal alvo a ser explorado pelo
marketing, seja na fidelização ou na captação. Na fidelização podemos citar
algumas práticas que agregam valor no atendimento ao paciente, que deve ser
tratado como cliente desde o momento que ele faz o 1º contato com a clínica
ou hospital, seja por telefone, e-mail, site ou outro canal de comunicação.




       Av. Visconde de Albuquerque, 603 - Madalena - Recife - PE CEP: 50610-090
                   Fone: (81) 3227-1699 | www.berconsultoria.com.br

Marketing hospitalar

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    MARKETING HOSPITALAR A funçãodo marketing hospitalar é avaliar a maneira como o hospital pode melhor adaptar seus recursos e seus objetivos às oportunidades do mercado e necessidades da comunidade. Antigamente a inovação de serviços na área de saúde era sempre voltada para o médico, e nunca era focada na satisfação plena do usuário. Este conceito está se modificando, e hoje os serviços são mais direcionados para satisfazer as carências do paciente, inclusive àquelas de ordem psicossocial, cultural ou até de conforto. Desse modo, o marketing hospitalar não estará criando necessidades no paciente. Estará, sim, trabalhando para a satisfação dos seus desejos e necessidades, aspecto fundamental para o crescimento das organizações. Além de tratar as fragilidades humanas, o hospital deve também ampliar a satisfação dos seus pacientes. Dessa maneira, a sutura, o gesso, a intervenção cirúrgica e até mesmo o próprio restaurante podem ser aliadas a um tratamento diferenciado, fruto das decisões mercadológicas. Como exemplo, podemos citar que há instituições hospitalares com instalações tão aconchegantes quanto as de um hotel, visando o conforto do paciente e do acompanhante. Outro exemplo são as organizações hospitalares que combinam as orientações alimentares do profissional de Nutrição com o talento do Chef de Cozinha. Usam cores nos ambientes internos, em substituição ao branco tradicional. Ouvem sugestões dos pacientes e acompanhantes em pesquisas periódicas. Tudo isso como uma forma de melhor atender o paciente, facilitando a sua recuperação. Mudanças no atendimento e tratamento dos pacientes, bem como, instalações que oferecem conforto e tranquilidade podem ser responsáveis por encantar os pacientes. Então, a questão financeira não é o maior desafio do marketing hospitalar. Devemos ter sempre em mente que a satisfação do paciente é um componente fundamental nesta relação de custo benefício. Talvez o maior desafio do marketing hospitalar seja trabalhar incansavelmente para que a imagem projetada pela organização de saúde seja coerente com a sua identidade. O marketing hospitalar, portanto, pode constituir-se uma ferramenta importante para o desenvolvimento das organizações hospitalares, para estabelecer e manter um relacionamento saudável com os seus públicos. Seus efeitos, entretanto, não são instantâneos, por tratar-se de um componente do planejamento estratégico e por não existir uma fórmula pronta para o seu sucesso. Av. Visconde de Albuquerque, 603 - Madalena - Recife - PE CEP: 50610-090 Fone: (81) 3227-1699 | www.berconsultoria.com.br
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    Assim como ocorpo humano, as instituições hospitalares são organismos vivos e complexos onde cada setor é fundamental para a vitalidade da organização. Devemos lembrar que o Marketing não é apenas responsabilidade de um setor da empresa e sim de todos os que trabalham na instituição em prol do paciente. Operadoras e a Indústria farmacêutica já possuem uma boa bagagem de profissionalização e governança, mas hoje, principalmente em clínicas, podemos perceber um movimento grande pela mudança da Gestão Familiar para a Gestão Profissional. E voltando a questão principal, o Marketing vem ao encontro a essa profissionalização. Mas o que podemos perceber é um pouco de confusão no trabalho do marketing em relação ao público-alvo, quando relacionado à saúde. Podemos afirmar que o paciente é o principal alvo a ser explorado pelo marketing, seja na fidelização ou na captação. Na fidelização podemos citar algumas práticas que agregam valor no atendimento ao paciente, que deve ser tratado como cliente desde o momento que ele faz o 1º contato com a clínica ou hospital, seja por telefone, e-mail, site ou outro canal de comunicação. Av. Visconde de Albuquerque, 603 - Madalena - Recife - PE CEP: 50610-090 Fone: (81) 3227-1699 | www.berconsultoria.com.br