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PORTUGAL
As Unidades de Saúde Familiar

(USF)

organização, funcionamento e

modelos de remuneração dos
profissionais
_______________________________

Henrique Botelho

M o n t r e a l ,

1 8

d e

O u t u b r o

d e

2 0 1 3
A necessidade da mudança
– factores internos determinantes da Reforma de 2005
1983 – 1996
•

Reflexão

•

Amadurecimento

•

Busca / construção duma
identidade, dum perfil
profissional e dum modelo
de organização

•

Estrutura piramidal e de comandocontrole da administração. Défice
de autonomia.

•

“Normalização”
das distintas
realidades e dos profissionais

•

Enormes assimetrias (Dimensão /
Recursos
/
Instalações
/
Equipamentos / SI)

•

“Atomização”
profissões)

•

Falta de espaço para a Inovação /
Criatividade / Desenvolvimento

•

Não reconhecimento do mérito /
Nivelamento “por baixo”

•

Desmotivação
Abandono

(profissionais

/

Burn-out

e

/
Um CS é, e se não é deveria ser,
um serviço de proximidade.
pequeno na dimensão,
leve na estrutura,
simples na organização,
afável na relação que estabelece com os
utilizadores,
fácil no contacto.
(Henrique Botelho, 2001)
Reforma da APS (2005)
– Princípios fundamentais
“ruptura com a forma tradicional de conceber, transformar,
organizar, gerir e prestar cuidados de saúde nos serviços
públicos do país”.
(Relatório Acontecimento Extraordinário, 2009)

A nova organização começou por se constituir em torno duma
rede constituída por pequenas equipas multiprofissionais,
descentralizadas, voluntárias e dotadas de considerável grau
de autonomia contratualizada com caracter estrutural
permanente orientadas para a prestação de cuidados de saúde
familiar .
A Inovação Organizacional (2006 – 2009 …)
A reforma dos cuidados de saúde primários é, em primeiro lugar, a
criação de contextos organizacionais favoráveis à mudança de
comportamentos.
UAG

Conselho
Comunidade

DE

Liderança
CC

Governação
Clínica

UCSF

USF

UCC

UCSP

USF

UCC

USF

CS

CS

USF

USF

USP

URAP

USF
Unidades de Saúde Familiar (USF)
– Definição
As USF são as unidades elementares de prestação de
cuidados de saúde, individuais e familiares, que assentam
em equipas multiprofissionais, constituídas por médicos,
por enfermeiros e por pessoal administrativo e que
podem ser organizadas em três modelos de
desenvolvimento: A, B e C.
Missão
As USF têm por missão a prestação de cuidados de saúde
personalizados à população inscrita de uma determinada área
geográfica, garantindo a acessibilidade, a globalidade, a qualidade e a
continuidade dos mesmos.
Unidades de Saúde Familiar (USF)

– Características Inovadoras - I
Trabalho em equipa = “chave mestra”

• Candidatura voluntária *
• “Equipas que se escolhem”
• Pequenas equipas multiprofissionais auto-organizadas –
(5 a 9 médicos; 5 a 9 enfermeiros; 4 a 7 secretários clinicos)
total: 15 a 25 elementos

• Ponderação das listas de utentes.
• Intersubsituição
• Autonomía organizativa, funcional e técnica

Adaptado de Ramos V /Botelho H
Unidades de Saúde Familiar (USF)

– Instrumentos e Compromissos

• Regulamento Interno
• Plano de Acção Anual
• Carta de Qualidade (Manuais de Boas Práticas e
de Procedimentos)
• Indicadores de Monitorização e Avaliação de
Desempenho
• Carta de Compromisso
Unidades de Saúde Familiar (USF)

– Características Inovadoras - II
Trabalho em equipa = “chave mestra”

• Contratualização de uma carteira básica de serviços

• Plano de Acção com objectivos e metas contratualizados
anualmente.
• Critérios explícitos de Avaliação / prestação de contas.
• Sistema retributivo sensível à carga de trabalho e ao
desempenho (acessibilidade, qualidade, eficiência e
outcomes) – p4p
• Auto-regulação
Adaptado de Ramos V /Botelho H
Unidades de Saúde Familiar (USF)

– Carteira Básica de Serviços
• Saúde infantil (RN, Criança, Adolescente)

• Saúde da mulher (PF, vigilância Gravidez)
• Saúde geral de Adultos e na melhor idade
• Doenças Crónicas (Diabetes, HTA, DPOC, …)

• Doença Aguda (no próprio dia)
• Cuidados de Enfermagem
• Atendimento no Domicílio (médico, enfermagem)

• Vacinação
• Compromisso para Docência
Adaptado de Ramos V /Botelho H
Unidades de Saúde Familiar (USF)

– Ferramentas essenciais para a sua governação
SISTEMA DE INFORMAÇÂO

• Gestão Clínica
• Monitorização de Resultados

• Avaliação de Desempenho
• Comunicação – Redes (interna e externas - PDS)
CONTRATUALIZAÇÂO

• “Inteligente”

• Negociação de metas ambiciosas mas simultáneamente
realistas e informadas por evidências
Unidades de Saúde Familiar (USF)

– Ponderação das listas de utentes - I
Estudo preliminar (S. Epidemiologia FMUP) mostra a
importância para os ponderadores:
• Composição etária
• Género

• Tx desemprego
• Índice per Capita (IpC)

• Concentração Urbana
• Distância a outros serviços de saúde – alternativos
e/ou complementares.
Unidades de Saúde Familiar (USF)

– Ponderação das listas de utentes - II
Ponderação pela estrutura etária:
Grupo etário

Coef. Ponderação

[0 – 4 anos]

x 1,5

[65 – 74 anos]

x 2,0

>= 75 anos

x 2,5

Lista Padrão 1.550 utentes = 1.917 UP (Unidade Ponderada)
Unidades de Saúde Familiar (USF)

– Modelos USF
MODELO

Modelo A

Modelo B

patamares de autonomia, graus de partilha de risco e
compensação retributiva
• Corresponde a uma fase de aprendizagem e de aperfeiçoamento
do trabalho em equipa de saúde familiar.
• Remunerações aplicáveis às respectivas carreiras profissionais do
sector público.
• Possibilidade de contratualizar uma ou mais carteira adicional.
• Contratualizar o cumprimento de metas, que se traduz em
incentivos institucionais a reverter para a USF.
• Indicado para equipas com maior amadurecimento
organizacional
• nível de contratualização de desempenho mais exigente.
• participação no processo de acreditação das USF, num período
máximo de três anos
• Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho para
todos os profissionais, (remuneração base, suplementos e
compensações pelo desempenho).
Unidades de Saúde Familiar (USF)

- Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho
MÉDICOS – I
Componente Fixa
-Salário Base correspondente à remuneração da respectiva categoria e
escalão (35h DE)

Componente Variável
a) O suplemento associado ao aumento das UP da lista (mensal e
individual)
b) O suplemento da realização de cuidados domiciliários (mensal e
individual)
c) A compensação associada ao desenvolvimento das actividades
específicas (grupo)
d) A compensação associada à eventual carteira adicional de serviços.
Unidades de Saúde Familiar (USF)

- Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho
MÉDICOS - II
Compensação associada às actividades específicas dos médicos
Vigilância a utentes vulneráveis e de risco, segundo as orientações
técnicas da Direcção -Geral da Saúde:
a) A vigilância, em planeamento familiar, de uma mulher em idade fértil,
por ano - 1 UC;
b) A vigilância de uma gravidez — 8 UC;
c) A vigilância de uma criança, no primeiro ano de vida, por ano — 7 UC;
d) A vigilância de uma criança, no segundo ano de vida, por ano — 3 UC;
e) A vigilância de uma pessoa diabética, por ano — 4 UC;
f) A vigilância de uma pessoa hipertensa, por ano — 5 UC.
Unidades de Saúde Familiar (USF)

- Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho
MÉDICOS - III
Cálculo:
55 UP = 1 UC (Unidade Contratualizada)
1 UC = 130 euros
Limites: 20 UC / Médico;
9 UC para lista (2.412 UP = 1.950 utentes-padrão)
20 domicílios / mês ( x 30 euros)
* Podem ainda acrescer:
Orientador de formação: 220 UP (= 4 UC)
Coordenador USF = 7 UC
Unidades de Saúde Familiar (USF)

- Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho
ENFERMEIROS
Componente Fixa
-Salário Base correspondente à remuneração da respectiva
categoria e escalão (40h)

Componente Variável
a) Suplemento associado ao aumento das UP da lista (mensal e
grupo)
b) Atribuição de incentivos financeiros (anuais e em grupo)
b) A compensação associada à eventual carteira adicional de
serviços.
c
Unidades de Saúde Familiar (USF)

- Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho
ENFERMEIROS - II
Cálculo:
55 UP = 1 UC (Unidade Contratualizada)
1 UC = 100 euros

Limites = 9 UC para lista (2.412 UP = 1.950 utentes-padrão)
Unidades de Saúde Familiar (USF)

- Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho
SECRETÁRIOS CLÍNICOS - I
Componente Fixa
-Salário Base correspondente à remuneração da respectiva
categoria e escalão (40h)
Componente Variável
a) Suplemento associado ao aumento das UP da lista (mensal e
grupo)
b) Atribuição de incentivos financeiros (anuais e em grupo)
b) A compensação associada à eventual carteira adicional de
serviços.
Unidades de Saúde Familiar (USF)

- Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho
SECRETÁRIOS CLÍNICOS - II
Cálculo:
Lista mínima 2.474 UP = 2.000 utentes-padrão
71 UP = 1 UC (Unidade Contratualizada)

1 UC = 60 euros
Limites = 9 UC para lista
Indicadores Base
– Exemplos
Indicadores Base
– Exemplos
Contratualização
Meta

Área

Acesso
4

N.º S.I.

3.12
3.15
4.18
4.30

5.2
5.1M
Desempenho
Assistencial
8

5.4M
5.10Mi
6.1M1
6.1M2
6.12
6.9M

Qualidade
Percepcionada

Desempenho
Económico

-

7.6
7.7

Indicador

Percentagem de consultas ao utente pelo seu próprio médico de
família
Taxa de utilização global de consultas
Taxa de visitas domiciliárias médicas por 1.000 inscritos
Taxa de visitas domiciliárias de enfermagem por 1.000 inscritos
Percentagem de mulheres entre os 25 e 64 anos com colpocitologia
actualizada (uma em cada 3 anos)
Percentagem de mulheres entre os 50 e os 69 anos com registo de
mamografia nos últimos 2 anos
Percentagem de diabéticos com pelo menos duas HbA1C registadas
nos últimos 12 meses, desde que abranjam os dois semestres
Percentagem de hipertensos c/ registo de pressão arterial em cada
semestre
Percentagem de crianças com PNV actualizado aos 2 anos
Percentagem de crianças com PNV actualizado aos 6 anos
Percentagem de primeiras consultas na vida efectuadas até aos 28
dias
Percentagem de primeiras consultas de gravidez no primeiro
trimestre

Percentagem de utilizadores satisfeitos/muito satisfeitos (aplicação
de inquérito --- score final)

Custo médio facturado (PVP) para medicamentos por utilizador SNS
Custo médio com meios complementares de diagnósticos e
terapêutica facturado em PVP por utilizador SNS

2010

Meta
Atingido 2011
2010
Valor

Valor
Ref.ª
85
75
30
145
60
70
90
95
98
97
75
80

A definir a
nível
nacional

a)
a)
Área

N.º SI
3.22 M

I
5.2 M
4.22M
II

6.4
4.33
6.13

III

4.34 M
4.9 M

4.10M
IV

5.13
M2
6.1M1
6.19M

V

6.16
5.7
5.13M1

VI

Indicador
Taxa de utilização de consultas de enfermagem em
planeamento familiar
Percentagem de mulheres entre os 25 -49 anos
vigiadas na USF com colpocitologia actualizada
Percentagem de grávidas com 6 ou mais consultas de
enfermagem em saúde materna
Percentagem de grávidas com revisão de puerpério
efectuada
Percentagem de visitas domiciliárias realizadas a
puérperas vigiadas na USF durante a gravidez
Percentagem de diagnósticos precoces (TSHPKU)
realizados até ao 7.º dia de vida do recém -nascido
Percentagem de visitas domiciliárias realizadas a
recém-nascidos até aos 15 dias de vida
Percentagem de crianças com 6 ou mais consultas
médicas de vigilância de saúde infantil dos 0 aos 11
meses
Percentagem de crianças com 3 ou mais consultas
médicas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23
meses
Percentagem de inscritos (2 anos) com peso e altura
registado nos últimos 12 meses
Percentagem de crianças com 2 anos com PNV
actualizado
Percentagem de diabéticos abrangidos pela consulta
de enfermagem
Percentagem de casos com registo de gestão do
regime terapêutico
Percentagem de diabéticos com pelo menos um
exame dos pés registado no ano
Percentagem de hipertensos com pelo menos um
registo de IMC nos últimos 12 meses

Meta
2010

Valor
atingido
2010

Meta
2011

Valor
Ref.ª

50
80
80
80
80
99
80
80

80
95
98
90
90
90
85

5.10 M

Percentagem de hipertensos com registo de pressão
arterial em cada semestre

95

6.2 M

Percentagem de hipertensos com vacina antitetânica
actualizada

95
alguns

RESULTADOS
E se em 2012, todas as UCSP tivessem o desempenho das USF modelo B??
E se em 2012, todas as UCSP tivessem o desempenho das USF modelo B??
E se em 2012, todas as UCSP tivessem o desempenho das USF modelo B??
E se em 2012, todas as UCSP tivessem o desempenho das USF modelo B??
As Unidades de Saúde Familiar (USF) : organização, funcionamento e modelos de remuneração dos profissionais
reformas da liderança
(em continuidade)
… reformas que substituam o
comando-controlo autoritário e o
laissez-faire descomprometido do
estado, por uma liderança com base
na negociação participativa e
inclusiva exigida pela complexidade
dos
sistemas
de
saúde
contemporâneos
USF – Organizações positivas e democráticas
(Rego e Pina e Cunha, 2009)

Liberdade com
Responsabilidade

Estruturas mínimas

Regras simples
Discriminação
positiva e
contratualização

Compromisso de resultados

Para as pessoas e por pessoas

Partilha de valores

Time – Plano de Acão
Quality - Melhoria continua
Money – Sistema retributivo ligado ao desempenho
Das organizações hierárquicas às organizações centradas em
redes do conhecimento

Hierárquico

Matricial

Rede do
Conhecimento

António Rodrigues ©

A informação, o conhecimento e a comunicação são os principais
ingredientes da novas organizações inteligentes da saúde
As Unidades de Saúde Familiar (USF) : organização, funcionamento e modelos de remuneração dos profissionais
USF VALONGO
Prémio Saúde Sustentável 2013
As Unidades de Saúde Familiar (USF) : organização, funcionamento e modelos de remuneração dos profissionais
Responsabilidade partilhada…
governantes, profissionais, cidadãos, …

Obrigado pela vossa atenção
hmbotelho@gmail.com
http://www.fsns,pt

http://www.usf-an.pt

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  • 1. PORTUGAL As Unidades de Saúde Familiar (USF) organização, funcionamento e modelos de remuneração dos profissionais _______________________________ Henrique Botelho M o n t r e a l , 1 8 d e O u t u b r o d e 2 0 1 3
  • 2. A necessidade da mudança – factores internos determinantes da Reforma de 2005 1983 – 1996 • Reflexão • Amadurecimento • Busca / construção duma identidade, dum perfil profissional e dum modelo de organização • Estrutura piramidal e de comandocontrole da administração. Défice de autonomia. • “Normalização” das distintas realidades e dos profissionais • Enormes assimetrias (Dimensão / Recursos / Instalações / Equipamentos / SI) • “Atomização” profissões) • Falta de espaço para a Inovação / Criatividade / Desenvolvimento • Não reconhecimento do mérito / Nivelamento “por baixo” • Desmotivação Abandono (profissionais / Burn-out e /
  • 3. Um CS é, e se não é deveria ser, um serviço de proximidade. pequeno na dimensão, leve na estrutura, simples na organização, afável na relação que estabelece com os utilizadores, fácil no contacto. (Henrique Botelho, 2001)
  • 4. Reforma da APS (2005) – Princípios fundamentais “ruptura com a forma tradicional de conceber, transformar, organizar, gerir e prestar cuidados de saúde nos serviços públicos do país”. (Relatório Acontecimento Extraordinário, 2009) A nova organização começou por se constituir em torno duma rede constituída por pequenas equipas multiprofissionais, descentralizadas, voluntárias e dotadas de considerável grau de autonomia contratualizada com caracter estrutural permanente orientadas para a prestação de cuidados de saúde familiar .
  • 5. A Inovação Organizacional (2006 – 2009 …) A reforma dos cuidados de saúde primários é, em primeiro lugar, a criação de contextos organizacionais favoráveis à mudança de comportamentos. UAG Conselho Comunidade DE Liderança CC Governação Clínica UCSF USF UCC UCSP USF UCC USF CS CS USF USF USP URAP USF
  • 6. Unidades de Saúde Familiar (USF) – Definição As USF são as unidades elementares de prestação de cuidados de saúde, individuais e familiares, que assentam em equipas multiprofissionais, constituídas por médicos, por enfermeiros e por pessoal administrativo e que podem ser organizadas em três modelos de desenvolvimento: A, B e C. Missão As USF têm por missão a prestação de cuidados de saúde personalizados à população inscrita de uma determinada área geográfica, garantindo a acessibilidade, a globalidade, a qualidade e a continuidade dos mesmos.
  • 7. Unidades de Saúde Familiar (USF) – Características Inovadoras - I Trabalho em equipa = “chave mestra” • Candidatura voluntária * • “Equipas que se escolhem” • Pequenas equipas multiprofissionais auto-organizadas – (5 a 9 médicos; 5 a 9 enfermeiros; 4 a 7 secretários clinicos) total: 15 a 25 elementos • Ponderação das listas de utentes. • Intersubsituição • Autonomía organizativa, funcional e técnica Adaptado de Ramos V /Botelho H
  • 8. Unidades de Saúde Familiar (USF) – Instrumentos e Compromissos • Regulamento Interno • Plano de Acção Anual • Carta de Qualidade (Manuais de Boas Práticas e de Procedimentos) • Indicadores de Monitorização e Avaliação de Desempenho • Carta de Compromisso
  • 9. Unidades de Saúde Familiar (USF) – Características Inovadoras - II Trabalho em equipa = “chave mestra” • Contratualização de uma carteira básica de serviços • Plano de Acção com objectivos e metas contratualizados anualmente. • Critérios explícitos de Avaliação / prestação de contas. • Sistema retributivo sensível à carga de trabalho e ao desempenho (acessibilidade, qualidade, eficiência e outcomes) – p4p • Auto-regulação Adaptado de Ramos V /Botelho H
  • 10. Unidades de Saúde Familiar (USF) – Carteira Básica de Serviços • Saúde infantil (RN, Criança, Adolescente) • Saúde da mulher (PF, vigilância Gravidez) • Saúde geral de Adultos e na melhor idade • Doenças Crónicas (Diabetes, HTA, DPOC, …) • Doença Aguda (no próprio dia) • Cuidados de Enfermagem • Atendimento no Domicílio (médico, enfermagem) • Vacinação • Compromisso para Docência Adaptado de Ramos V /Botelho H
  • 11. Unidades de Saúde Familiar (USF) – Ferramentas essenciais para a sua governação SISTEMA DE INFORMAÇÂO • Gestão Clínica • Monitorização de Resultados • Avaliação de Desempenho • Comunicação – Redes (interna e externas - PDS) CONTRATUALIZAÇÂO • “Inteligente” • Negociação de metas ambiciosas mas simultáneamente realistas e informadas por evidências
  • 12. Unidades de Saúde Familiar (USF) – Ponderação das listas de utentes - I Estudo preliminar (S. Epidemiologia FMUP) mostra a importância para os ponderadores: • Composição etária • Género • Tx desemprego • Índice per Capita (IpC) • Concentração Urbana • Distância a outros serviços de saúde – alternativos e/ou complementares.
  • 13. Unidades de Saúde Familiar (USF) – Ponderação das listas de utentes - II Ponderação pela estrutura etária: Grupo etário Coef. Ponderação [0 – 4 anos] x 1,5 [65 – 74 anos] x 2,0 >= 75 anos x 2,5 Lista Padrão 1.550 utentes = 1.917 UP (Unidade Ponderada)
  • 14. Unidades de Saúde Familiar (USF) – Modelos USF MODELO Modelo A Modelo B patamares de autonomia, graus de partilha de risco e compensação retributiva • Corresponde a uma fase de aprendizagem e de aperfeiçoamento do trabalho em equipa de saúde familiar. • Remunerações aplicáveis às respectivas carreiras profissionais do sector público. • Possibilidade de contratualizar uma ou mais carteira adicional. • Contratualizar o cumprimento de metas, que se traduz em incentivos institucionais a reverter para a USF. • Indicado para equipas com maior amadurecimento organizacional • nível de contratualização de desempenho mais exigente. • participação no processo de acreditação das USF, num período máximo de três anos • Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho para todos os profissionais, (remuneração base, suplementos e compensações pelo desempenho).
  • 15. Unidades de Saúde Familiar (USF) - Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho MÉDICOS – I Componente Fixa -Salário Base correspondente à remuneração da respectiva categoria e escalão (35h DE) Componente Variável a) O suplemento associado ao aumento das UP da lista (mensal e individual) b) O suplemento da realização de cuidados domiciliários (mensal e individual) c) A compensação associada ao desenvolvimento das actividades específicas (grupo) d) A compensação associada à eventual carteira adicional de serviços.
  • 16. Unidades de Saúde Familiar (USF) - Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho MÉDICOS - II Compensação associada às actividades específicas dos médicos Vigilância a utentes vulneráveis e de risco, segundo as orientações técnicas da Direcção -Geral da Saúde: a) A vigilância, em planeamento familiar, de uma mulher em idade fértil, por ano - 1 UC; b) A vigilância de uma gravidez — 8 UC; c) A vigilância de uma criança, no primeiro ano de vida, por ano — 7 UC; d) A vigilância de uma criança, no segundo ano de vida, por ano — 3 UC; e) A vigilância de uma pessoa diabética, por ano — 4 UC; f) A vigilância de uma pessoa hipertensa, por ano — 5 UC.
  • 17. Unidades de Saúde Familiar (USF) - Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho MÉDICOS - III Cálculo: 55 UP = 1 UC (Unidade Contratualizada) 1 UC = 130 euros Limites: 20 UC / Médico; 9 UC para lista (2.412 UP = 1.950 utentes-padrão) 20 domicílios / mês ( x 30 euros) * Podem ainda acrescer: Orientador de formação: 220 UP (= 4 UC) Coordenador USF = 7 UC
  • 18. Unidades de Saúde Familiar (USF) - Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho ENFERMEIROS Componente Fixa -Salário Base correspondente à remuneração da respectiva categoria e escalão (40h) Componente Variável a) Suplemento associado ao aumento das UP da lista (mensal e grupo) b) Atribuição de incentivos financeiros (anuais e em grupo) b) A compensação associada à eventual carteira adicional de serviços. c
  • 19. Unidades de Saúde Familiar (USF) - Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho ENFERMEIROS - II Cálculo: 55 UP = 1 UC (Unidade Contratualizada) 1 UC = 100 euros Limites = 9 UC para lista (2.412 UP = 1.950 utentes-padrão)
  • 20. Unidades de Saúde Familiar (USF) - Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho SECRETÁRIOS CLÍNICOS - I Componente Fixa -Salário Base correspondente à remuneração da respectiva categoria e escalão (40h) Componente Variável a) Suplemento associado ao aumento das UP da lista (mensal e grupo) b) Atribuição de incentivos financeiros (anuais e em grupo) b) A compensação associada à eventual carteira adicional de serviços.
  • 21. Unidades de Saúde Familiar (USF) - Regime retributivo especial misto sensível ao desempenho SECRETÁRIOS CLÍNICOS - II Cálculo: Lista mínima 2.474 UP = 2.000 utentes-padrão 71 UP = 1 UC (Unidade Contratualizada) 1 UC = 60 euros Limites = 9 UC para lista
  • 24. Contratualização Meta Área Acesso 4 N.º S.I. 3.12 3.15 4.18 4.30 5.2 5.1M Desempenho Assistencial 8 5.4M 5.10Mi 6.1M1 6.1M2 6.12 6.9M Qualidade Percepcionada Desempenho Económico - 7.6 7.7 Indicador Percentagem de consultas ao utente pelo seu próprio médico de família Taxa de utilização global de consultas Taxa de visitas domiciliárias médicas por 1.000 inscritos Taxa de visitas domiciliárias de enfermagem por 1.000 inscritos Percentagem de mulheres entre os 25 e 64 anos com colpocitologia actualizada (uma em cada 3 anos) Percentagem de mulheres entre os 50 e os 69 anos com registo de mamografia nos últimos 2 anos Percentagem de diabéticos com pelo menos duas HbA1C registadas nos últimos 12 meses, desde que abranjam os dois semestres Percentagem de hipertensos c/ registo de pressão arterial em cada semestre Percentagem de crianças com PNV actualizado aos 2 anos Percentagem de crianças com PNV actualizado aos 6 anos Percentagem de primeiras consultas na vida efectuadas até aos 28 dias Percentagem de primeiras consultas de gravidez no primeiro trimestre Percentagem de utilizadores satisfeitos/muito satisfeitos (aplicação de inquérito --- score final) Custo médio facturado (PVP) para medicamentos por utilizador SNS Custo médio com meios complementares de diagnósticos e terapêutica facturado em PVP por utilizador SNS 2010 Meta Atingido 2011 2010 Valor Valor Ref.ª 85 75 30 145 60 70 90 95 98 97 75 80 A definir a nível nacional a) a)
  • 25. Área N.º SI 3.22 M I 5.2 M 4.22M II 6.4 4.33 6.13 III 4.34 M 4.9 M 4.10M IV 5.13 M2 6.1M1 6.19M V 6.16 5.7 5.13M1 VI Indicador Taxa de utilização de consultas de enfermagem em planeamento familiar Percentagem de mulheres entre os 25 -49 anos vigiadas na USF com colpocitologia actualizada Percentagem de grávidas com 6 ou mais consultas de enfermagem em saúde materna Percentagem de grávidas com revisão de puerpério efectuada Percentagem de visitas domiciliárias realizadas a puérperas vigiadas na USF durante a gravidez Percentagem de diagnósticos precoces (TSHPKU) realizados até ao 7.º dia de vida do recém -nascido Percentagem de visitas domiciliárias realizadas a recém-nascidos até aos 15 dias de vida Percentagem de crianças com 6 ou mais consultas médicas de vigilância de saúde infantil dos 0 aos 11 meses Percentagem de crianças com 3 ou mais consultas médicas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23 meses Percentagem de inscritos (2 anos) com peso e altura registado nos últimos 12 meses Percentagem de crianças com 2 anos com PNV actualizado Percentagem de diabéticos abrangidos pela consulta de enfermagem Percentagem de casos com registo de gestão do regime terapêutico Percentagem de diabéticos com pelo menos um exame dos pés registado no ano Percentagem de hipertensos com pelo menos um registo de IMC nos últimos 12 meses Meta 2010 Valor atingido 2010 Meta 2011 Valor Ref.ª 50 80 80 80 80 99 80 80 80 95 98 90 90 90 85 5.10 M Percentagem de hipertensos com registo de pressão arterial em cada semestre 95 6.2 M Percentagem de hipertensos com vacina antitetânica actualizada 95
  • 27. E se em 2012, todas as UCSP tivessem o desempenho das USF modelo B??
  • 28. E se em 2012, todas as UCSP tivessem o desempenho das USF modelo B??
  • 29. E se em 2012, todas as UCSP tivessem o desempenho das USF modelo B??
  • 30. E se em 2012, todas as UCSP tivessem o desempenho das USF modelo B??
  • 32. reformas da liderança (em continuidade) … reformas que substituam o comando-controlo autoritário e o laissez-faire descomprometido do estado, por uma liderança com base na negociação participativa e inclusiva exigida pela complexidade dos sistemas de saúde contemporâneos
  • 33. USF – Organizações positivas e democráticas (Rego e Pina e Cunha, 2009) Liberdade com Responsabilidade Estruturas mínimas Regras simples Discriminação positiva e contratualização Compromisso de resultados Para as pessoas e por pessoas Partilha de valores Time – Plano de Acão Quality - Melhoria continua Money – Sistema retributivo ligado ao desempenho
  • 34. Das organizações hierárquicas às organizações centradas em redes do conhecimento Hierárquico Matricial Rede do Conhecimento António Rodrigues © A informação, o conhecimento e a comunicação são os principais ingredientes da novas organizações inteligentes da saúde
  • 39. Responsabilidade partilhada… governantes, profissionais, cidadãos, … Obrigado pela vossa atenção hmbotelho@gmail.com http://www.fsns,pt http://www.usf-an.pt http://www.observaport.org/