SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 39
Baixar para ler offline
1
PREFEITURA
DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
SUBSECRETARIA DE ENSINO
COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO
rriieennttaaççõõeess ppaarraa
pprrooffiissssiioonnaaiiss ddaa
dduuccaaççããoo nnffaannttiill
Gerência de Educação Infantil
Julho de 2010
2
3
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
EDUARDO PAES
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
CLAUDIA COSTIN
SUBSECRETARIA DE ENSINO
REGINA HELENA DINIZ BOMENY
COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO
MARIA DE NAZARETH MACHADO DE BARROS VASCONCELLOS
GERÊNCIA DE PROJETOS ESPECIAIS – EDUCAÇÃO INFANTIL
EDUARDO DE PÁDUA NAZAR
4
5
COORDENAÇÃO TÉCNICO PEDAGÓGICA
MARIA SOCORRO RAMOS DE SOUZA
MARIA DE FÁTIMA CUNHA
GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL
SIMONE DE JESUS SOUZA
ELIZABETH RAMOS FERREIRA
ADRIANA BARBOSA SOARES
ANA CRISTINA CORREA FERNANDES
ANDRÉA RELVA DA F. G. ENDLICH
EDINA MARIA DE OLIVEIRA RANGEL
ELAINE SUELY ANDRADE DOS PASSOS
ELISABETH FERNANDES MARTINI
FABIOLA FARIAS BAPTISTA DA CUNHA
MÁRCIA DE OLIVEIRA GOMES GIL
MARIA CLARA VITAL PAVÃO BRILHANTE
VIRGÍNIA CECÍLIA LOUZADA LAUNÉ
VIVIANE LONTRA TEIXEIRA
XÊNIA FRÓES DA MOTTA
CONSULTORIA
ELIANA MARIA BAHIA BHERING
Faculdade de Educação
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ
CRIAÇÃO DE CAPA E PROJETO GRÁFICO
Gerência de Educação Infantil
6
7
SUMÁRIO
Apresentação ................................................................... 09
Cuidados Pessoais ............................................................. 11
Cuidados com o ambiente ...................................................... 15
Cuidados com a criança ........................................................ 21
De mãos dadas com a comunidade ............................................ 27
Anexo “Primeiros cuidados” ................................................... 31
Imagens que ilustram o material ............................................. 39
8
9
Orientações para Profissionais da
Educação Infantil
Apresentação
com enorme satisfação que organizamos estas orientações para
você, profissional de Educação Infantil, que atua com crianças da
faixa etária de creche.
Este material foi elaborado pela Coordenadoria de Educação, através da
Gerência de Educação Infantil, e demais Coordenadorias da Secretaria Municipal
de Educação e contou com a parceria da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa
Civil, Secretaria Municipal de Assistência Social, UNICEF, comissão de Diretores
de Creche e Gerências de Educação das Coordenadorias Regionais de Educação.
Um olhar que busca aprimorar o atendimento oferecido nas instituições
municipais às crianças, refletindo sobre os procedimentos dos que lá atuam. Foi
elaborado especialmente para você que cotidianamente cuida e educa as crianças
desta cidade, zelando pelo seu bem-estar e seu desenvolvimento físico, motor,
emocional, intelectual, moral e social. Você, que se preocupa com a ampliação de
suas experiências, procurando estimular o seu interesse pelo processo do
conhecimento do ser humano, da natureza, da sociedade e assim o faz entendendo
que todos estes aspectos são indispensáveis e
indissociáveis.
Consideramos que as relações interpessoais
são o ponto central do trabalho realizado nas
nossas instituições. Elas se estabelecem de
diferentes formas: pelo olhar, pelo diálogo, pelo
É
10
toque... O toque acalenta, conforta, transmite alegria e cria elos entre você e o
outro. O toque diz muito... Ele diz: “que saudade”, “gosto muito de você”, “que bom
que você está aqui”, “pode confiar em mim”, “você está seguro comigo”, “eu cuido
do seu bem-estar”...
No entanto, as intenções passadas por este contato devem ser precedidas
por ações. Ao entender que a prática educativa é permeada por diversos aspectos
como saúde, higiene, segurança e prevenção, estas ações precisam ser
incorporadas à rotina do profissional da educação infantil. Acreditamos num
trabalho criterioso, responsável, que esteja centrado em alguns procedimentos
básicos que não interferem na criatividade e especificidade do fazer de cada
instituição. Temos certeza de que muitas delas já fazem parte do dia a dia da sua
creche. Acreditamos que este documento contribuirá para ratificar e/ou
enriquecer as práticas de toda a comunidade que lida diretamente com as crianças.
Vamos falar sobre cuidados pessoais, cuidados com o ambiente e cuidados com a
criança:
11
CUIDADOS PESSOAIS
ossas roupas não servem apenas para cobrir e proteger o corpo.
De modo geral, servem também como símbolo de identidade,
cultura e origem. Expressamo-nos através do que vestimos e dos
adornos que escolhemos. Porém, ao lidarmos com crianças, todo cuidado é pouco.
Cada detalhe, como um brinco de tarraxa ou um cinto com fivela, pode gerar
acidentes graves, colocando em risco a integridade física do adulto e da criança.
N
“Por ser ainda criança, também seu
olhar é jovem. E por ser criança,
ela tem a fantasia como
instrumento para explicar o mundo.
E com desmedo da liberdade,
guiada pela espontaneidade, ela
invade tudo que seu olhar alcança
sem duvidar de seu entendimento.”
Manoel de Barros
12
Portanto, é imprescindível que os profissionais1
que lidam com as crianças estejam
atentos às seguintes orientações:
Roupa – é importantíssimo que a roupa usada para trabalhar com as
crianças esteja limpa e só seja vestida quando no interior da creche. Seu uso
deve ser restrito ao ambiente da creche, vetado ao trajeto casa-creche-
casa, visando assim prevenir infecções. Cada roupa ou uniforme deve ser
usada por, no máximo, um dia, mesmo que aparentemente limpa, e trocada ao
longo do dia, em caso de imprevistos. A roupa ideal é aquela que cobre o corpo
e mantém o conforto, ou seja, calça e camisa confortáveis, que permitam o
movimento e deixem a pele respirar. Calça de cotton, tactel, camiseta de meia
manga de malha ou cotton são excelentes opções.
Sapatos – devem ser limpos, fechados, confortáveis, rasteiros,
antiderrapantes e de uso exclusivo às áreas da creche, sempre acompanhados
por meias limpas. No caso do berçário, devem ser retirados (deixando só a
meia) ou cobertos com sapatilhas próprias. Hoje, existem meias de adulto
com antiderrapante.
Acessórios e adornos – brincos, piercings, colares, anéis, cintos,
relógios de pulso etc. devem ser retirados e guardados em local fora do
alcance das crianças.
Nenhum objeto que caiba em um copinho de
café pode estar ao alcance das crianças. Logo, atenção
redobrada aos botões, miçangas, lantejoulas e outras
miudezas. Evite a exposição das crianças a estes objetos.
Lavagem das mãos – deve fazer parte da
rotina, especialmente entre as atividades, em local próprio para isso, sempre
1
Estas orientações são adequadas também aos profissionais que atuam na cozinha e que seguem também as
diretrizes específicas do Instituto Annes Dias.
13
do cotovelo até a ponta dos dedos, espalhando o sabão com movimentos
circulares, lavando bem os espaços entre os dedos, os polegares, as palmas e
dorsos das mãos e antebraços. Não se esqueça de limpar embaixo das unhas
com escovinha macia! Deixe o sabão agir, enxaguando em seguida. Seque as
mãos com papel toalha descartável.
Em caráter obrigatório, a lavagem deve ser feita:
ao chegar à creche,
 antes e ao final de cada refeição,
 antes e ao final de cada troca de fraldas ou auxílio na
higiene da criança,
 antes e ao final da sua própria higiene,
 e ao final de qualquer situação onde haja manipulação de
dejetos (fezes, vômito, urina, suor, secreções nasais etc.) de
crianças ou adultos.
A toalha usada para enxugar as mãos deve ser descartável; o uso de álcool gel
após a lavagem das mãos é também uma boa forma de proteção para o educador e
a criança.
Cabelos – no caso de cabelos longos, usá-los presos (rabo, trança ou
coque) por presilhas seguras, sem objetos pequenos ou pontas que possam se
desprender. A rede é, sem dúvida, a opção mais segura.
Unhas – sempre curtas e preferencialmente sem esmaltes, pois
facilitam a manutenção da sua limpeza.
Higiene bucal – a boca deve estar sempre limpa e os dentes bem
escovados utilizando pasta de dente, dando bom exemplo às crianças e
Você sabia...
Que a cutícula serve como uma grande aliada à sua proteção?
Ela serve como uma barreira natural à entrada de germes. Evite
tirá-las em excesso e mantenha as mãos sempre hidratadas.
14
Você sabia...
Que os serviços de saúde oferecem tratamento para quem deseja
parar de fumar?
companheiros de trabalho. Use o fio dental regularmente entre os dentes e a
gengiva. A higiene bucal é fundamental para o bem-estar de todos.
Cheiros – perfumes e cremes não devem ser usados, em especial
aqueles que têm cheiro forte e ativo, pois podem desencadear ou agravar
quadros alérgicos. Cigarros são expressamente proibidos na área da creche2
,
pois causam danos à saúde de todos.
Barba – deve ser curta e aparada diariamente e os que a usam, devem
apresentá-la bem cuidada e limpa.
Óculos – quando necessários, devem ser usados com cordão de
segurança.
Luvas – são grandes aliadas em prol da higiene e da segurança,
inclusive para proteger ferimentos, mesmo que superficiais,
evitando infecções. As luvas podem ajudar muito,
desde que sejam macias, descartáveis e que não
machuquem as crianças nem os adultos. O uso da luva é
recomendado nos casos de lesões eventuais, para se proteger de sangue, pus,
catarro, diarreia, lesões de pele e outros. Cada luva deve ser utilizada apenas
uma vez e descartada após o uso.
2
Lei Municipal nº2771 de 19 de abril de 1999.
15
CUIDADOS COM O AMBIENTE
ossas crianças ainda são pequenas e não têm a clara noção dos
perigos que o ambiente pode oferecer. Por esta razão, precisamos
atentar especialmente para a prevenção de acidentes, reduzindo os
riscos de acidentes. Não se trata de superproteger, mas sim de
cuidar educando e educar cuidando, possibilitando a criança exercer a sua
autonomia com segurança.
Tomadas / Fiação – é ideal que estejam acima do alcance das crianças
e, quando não for possível, que sejam resguardadas por protetores
apropriados e estejam ocultas por mobiliário. Atenção ainda aos aparelhos
conectados a elas. Além do risco de choques elétricos, eles oferecem o risco
de quedas do próprio objeto e de tropeços para crianças e adultos. Assegure-
se de que estejam em local firme e, tanto o aparelho quanto o fio, fora do
alcance das crianças.
N
“Mas cismamos em determinar o
caminho para ser por elas (crianças)
seguido, sem reconhecer que elas
pensam, investem, contemplam e
poderão traçá-lo.”
Manoel de Barros
16
Sempre que possível, o mobiliário deve ser fixado na parede.
Fios, cordas – qualquer fio ou corda deve estar fora do alcance das
crianças, pois há o risco de enforcamento e, quando utilizados em atividades,
a supervisão deve ser feita durante toda a execução das mesmas.
Cortinas – devem ser evitadas. Acumulam poeira e podem desprender-
se. Quando indispensáveis, precisam ser frequentemente lavadas. As
persianas plásticas são de fácil limpeza.
Sacos plásticos - apesar de fazerem parte do cotidiano e dos
pertences da criança, exigem de nós total atenção, pois podem causar
sufocamento.
Murais – são importantes veículos de
comunicação, porém é preciso prestar atenção às
miudezas que nele são fixadas. Alfinetes,
grampos, tachinhas, imãs pequenos etc. não
devem ser usados, nem mesmo em murais altos.
Recomendamos o uso de fitas adesivas sempre.
Portas oferecem riscos e requerem
cuidado no manejo:
*Portas que separam espaços de acesso exclusivo de adultos devem
estar sempre trancadas. Os trincos das portas devem estar fora do alcance
das crianças.
*Há boas opções de protetores de borracha para as portas, assim
como ganchos, que protegem a criança de batidas bruscas. Atenção para que
sejam colocados também fora do alcance das crianças.
* O sistema de meia porta reduz a necessidade do abrir e fechar,
pois favorece a visibilidade, a ventilação e delimita o espaço.
* Atenção redobrada às chaves. O ideal é mantê-las em um
claviculário, longe do alcance das crianças.
17
Desinfecção do fraldário e da banheira - deve ser feita
sistematicamente a cada troca de fralda com solução adequada – um litro de
água e um copinho de água sanitária ou álcool a 70%. Além da desinfecção, é
importante forrar o trocador com papel descartável a cada troca de fraldas.
Sono das crianças:
* Em caso de berços, os lençóis precisam estar bem ajustados ao
colchão, evitando que o rosto do bebê possa ser encoberto.
* Mantenha o colchão do berço na graduação mais baixa possível,
evitando quedas.
* Cada criança deverá ter seu próprio
lençol que será utilizado sempre que
necessário e, quando retirado, deverá ser
guardado em um saco protetor.
* Os berços poderão ser usados por mais
de uma criança, porém em horários diferenciados, desde que a troca de
lençóis seja respeitada.
* Roupas de cama precisam ser lavadas na maior frequência possível. O
correto é que sejam lavadas diariamente e trocadas sempre que houver
necessidade.
* Tanto berços como colchonetes devem manter uma distância de,
aproximadamente, 90 cm entre eles, permitindo a passagem de um adulto.
* No caso de colchonetes, deite as crianças no mesmo sentido, evitando
que rostos e pés se encontrem.
* Dê preferência aos colchonetes de 10 cm de espessura, pelo menos,
feitos de espuma resistente , evitando a proximidade da criança com o chão,
18
* Os colchonetes precisam ser higienizados diariamente. Use para isto a
solução adequada - um litro de água e um copinho de água sanitária ou álcool
a 70%.
* Ao guardar os colchonetes, retire e guarde os lençóis em local
apropriado. Você poderá empilhá-los, sem esquecer que precisarão ser
higienizados antes do próximo uso.
* Procure forrar o chão com alguma superfície lavável antes de estender
os colchonetes. Isto facilitará a higienização dos mesmos.
* A supervisão do adulto é obrigatória em todos os momentos do dia, com
especial atenção à hora do sono das crianças.
* Atenção redobrada para objetos que possam ser utilizados como
degraus, inclusive dentro do berço. Evite o uso destes objetos sem
supervisão dos adultos. Portanto, mantenha-os fora do alcance das crianças.
Tendo em vista que os brinquedos precisam
estar na sala frequentada pela criança, deve ser parte da
rotina diária a atenção à limpeza dos mesmos, assim como
à limpeza de chupetas, mamadeiras etc. Você pode usar a
mesma fórmula de desinfecção usada no fraldário.
Durante este momento, cada item deve ser criteriosamente vistoriado, para
detectar avarias que comprometam a segurança da criança. Efetuar a limpeza
de materiais pessoais, mamadeiras e chupetas todas as vezes que forem
utilizadas; brinquedos, tecidos, fantoches etc. devem ser lavados, no mínimo,
semanalmente.
Carrinhos que trazem os bebês às creches e, portanto circulam na
rua, não podem adentrar o espaço do berçário.
Ralos precisam estar sempre fechados e limpos.
19
Lixeiras devem ser pequenas, para que o lixo seja rapidamente
descartado. Devem ser lavadas constantemente e mantidas longe do alcance
das crianças.
Aparelhos de ar-condicionado e ventiladores retêm e expelem muita
poeira e necessitam ser constantemente limpos. Atenção especial ao filtro do
ar condicionado. O ambiente arejado e com luz natural é
sempre mais saudável. Procure variar bastante os
espaços que as crianças ocupam durante o dia, fazendo
diferentes propostas: ora abrindo as janelas para
entrar ar fresco, ora ligando os ventiladores e/ou
aparelhos de ar condicionado. Se o calor for intenso, permaneça com o
aparelho de ar ligado, mas leve as crianças para tomar ar em área externa
quando for conveniente e mais fresco.
A iluminação natural é sempre mais adequada para todos. Além do
Banho de Sol diário, antes das 10h e após as 16h, é importantíssimo colocar
no planejamento momentos em que a criança desenvolva atividades ao ar livre.
Sons
* a música precisa estar sempre a favor do trabalho pedagógico.
Entretanto, o som não deve estar tão alto que não permita às crianças
falarem e ouvirem umas às outras. A seleção musical deve ser adequada à
faixa etária.
* especialmente nos momentos de repouso e alimentação das crianças,
procure sempre evitar o som alto e dispersivo e/ou ruídos estridentes.
* procure sempre se dirigir às crianças com voz calma e acolhedora,
transmitindo segurança e proteção.
Redes de proteção nas janelas e vãos da creche tornam o espaço
mais seguro, mas precisam ser constantemente limpos e revisados (rede e
ganchos).
20
Odores - Produtos com cheiros fortes, por exemplo, os de limpeza,
devem ser usados quando as crianças não estiverem presentes.
Deixar ao alcance das crianças apenas aquilo que elas podem manusear
sem riscos. Tenha o máximo de vigilância com tesouras, vassouras, produtos
de limpeza (estes devem ser guardados fora da sala das crianças e fora do
alcance delas) etc. Faça uma análise criteriosa dos livros e brinquedos que
serão disponibilizados.
As cerâmicas da creche (paredes e pisos) exigem manutenção
constante em caso de rachaduras e quebras.
Todas as quinas devem ser abauladas ou revestidas com material
protetor.
Pisos antiderrapantes diminuem o
risco de quedas para crianças e adultos se, por
acaso, o piso de sua creche escorrega, evite
sempre a passagem por áreas úmidas e em
manutenção.
O piso ideal para o berçário é o anti-
impacto.
Objetos pessoais (pentes, sabonetes, toalha, escova de dente etc.)
devem ser guardados em compartimentos individuais e fechados. Devem estar
sempre limpos e identificados.
Procure selecionar brinquedos e materiais apropriados e seguros para
cada grupo. Atenção às partes que possam soltar. Retire aqueles que estão
quebrados.
Recomenda-se cuidado redobrado com a presença de plantas no
espaço frequentado pela criança. Algumas contêm espinhos e outras podem
causar mal à saúde, quando ingeridas ou ao simples toque. Procure
informações sobre as melhores opções junto às instituições competentes.
21
Cuidados COM A CRIANÇA
ovimento é uma das palavras que melhor define a explosão de
descobertas que acontece no mundo infantil, na fase de zero
aos três anos e onze meses. É principalmente através dele que a
criança se comunica e se relaciona com o mundo. Cada novidade é um desafio a ser
explorado, sem receios, sem medos. Mas ela precisa de segurança e proteção em
todos os momentos do dia. Esta atitude saudável requer de nós incentivo e
atenção. No contato com a criança, o educador precisa estar sempre vigilante.
Crianças não podem ficar desacompanhadas nunca, nem quando estão
dormindo. Precisamos estar presentes, atentos e observando-as
constantemente para detectar qualquer evento, tal como um engasgo
inesperado ou uma febre repentina para podermos agir em tempo hábil.
M
“Mas não será fácil ser criança... Há
ilimitadas coisas para suspeitar e
muitas para adivinhar. As cores
trocam de nuances, as nuvens se
movem sempre, os sons trocam de
tons, o dia se faz noite, as estrelas
dormem com a luz do sol, as chuvas
caem do nada, a curiosidade pela
língua dos animais, o trajeto
incontrolável do tempo e o vazio vão
até o muito longe.”
Manoel de Barros
22
Precisamos compreender que é normal a criança pequena morder.
Apesar de ser parte do desenvolvimento, os adultos precisam estabelecer
limites claros, impedindo, de forma calma, paciente e sempre que possível,
que elas aconteçam. Conversar muito com a criança para que ela perceba que,
é através do diálogo que melhor resolvemos nossos conflitos.
No exercício das suas funções com as crianças, não dirija a sua
atenção para outras atividades como, por exemplo, conversando com outras
pessoas ou falando ao celular. Estas ações dificultam ou impossibilitam a
atenção à criança, colocando em risco a sua segurança.
Observar, junto com outro educador, as condições em que as crianças
chegam e registrar sempre possíveis anormalidades, alertando os pais
imediatamente.
Registrar quaisquer situações que ocorram com as crianças na creche
em agenda, para ciência dos pais.
Uma atitude que demonstra o nosso respeito pela criança é sempre
pedirmos licença para tocarmos o seu corpo, explicando o objetivo de cada
gesto.
As crianças têm maior necessidade de beber água que o adulto, uma
vez que têm maior percentual de água corporal. Portanto, devemos sempre
oferecer água para elas. Devemos também criar recursos para que as maiores
se sirvam com autonomia, incentivando-as sempre, pois no meio das
brincadeiras, dificilmente elas se lembram de parar para beber água.
Higiene do nariz – utilizar lenços descartáveis, pois a prática da
higiene nasal evita o surgimento de doenças. Aproveite
para ensiná-las a cuidar de si, disponibilizando lenços de
papel quando solicitado por elas, mas supervisione bem
23
estas ações, sem esquecer que, em seguida, é preciso lavar as mãos.
Nunca utilizar sabonete, xampu, remédios, de uma criança em outra.
Mamadeiras e chupetas são exclusivamente de uso individual. Todo o material
deve estar marcado com o nome de cada criança. As escovas de dente devem
dispor de protetores que impeçam o contato de uma com a outra e devem ser
guardadas separadamente.
O momento da refeição é importante para a criação de hábitos
saudáveis, entre eles o de comer sentado à mesinha ou à cadeirinha.
Durante a refeição, cada criança deve comer somente de seu prato,
utilizando talheres e copos individuais e previamente higienizados.
Os alimentos devem ser servidos em temperatura adequada para a
criança. A prática de o adulto soprar o alimento
deve ser abolida, por conta da vasta disseminação
de micro-organismos. Caso seja necessário,
incentive a própria criança a soprar sua comida. O
ideal é ensinar à criança a esperar um pouquinho
até que o alimento esteja na temperatura ideal
para ser ingerida.
Nunca adiar a troca de fraldas, que deverá ser realizada de acordo
com a necessidade individual da criança e nunca em horários predeterminados.
Higienizar as partes íntimas das crianças da frente para trás com
algodão umedecido em água e, quando houver necessidade, lavá-las com sabão.
Você sabia...
Que a troca de escova de dente é recomendável sempre que
as cerdas estão desalinhadas?
24
Os lenços de papel umedecidos são uma opção, porém contém conservantes que
podem provocar assaduras.
A higiene oral deve fazer parte da rotina. Vale à pena buscar
parcerias com os serviços de saúde para obter esclarecimentos sobre o método
adequado a cada grupamento.
Banho - O banho é um ato de afeto, que deve ser feito com calma. É
um momento precioso, onde um adulto interage individualmente com uma
criança. Este momento deve ser de muita conversa, de olho no olho, de
brincadeiras com a água:
* Antes de começar o banho, deixe todos os objetos à mão;
* Não utilize esponjas;
* Dê preferência ao sabonete líquido;
* Deve-se ter sempre uma mão segurando a criança;
* Sempre verifique a temperatura da água do banho com a face
interna do antebraço, para evitar queimaduras nas crianças.
* Não use talco, pois pode provocar alergias e sufocamento.
* Banheira é a principal causa de afogamento em crianças pequenas.
NUNCA DEIXE A CRIANÇA SOZINHA, NEM POR “UM SEGUNDO”!
ACIDENTES OCORREM RAPIDAMENTE!
* O banho de chuveiro para as crianças maiores deve ser protegido
por material antiderrapante que deve ser mantido sempre limpo, para evitar
o acúmulo de germes.
Ao final, enxugar bem entre os dedos dos pés e das mãos, assim como
as dobrinhas, evitando as assaduras.
O sono é indispensável para o desenvolvimento das crianças. Porém a
sua necessidade muda de criança para criança e de acordo com a idade delas.
O sono da tarde tem características próprias, portanto não devemos recriar
um ambiente noturno, completamente escuro e totalmente silencioso. A criança
25
precisa conviver com os barulhos naturais do ambiente. Sugere-se apenas
quebrar a luminosidade e diminuir o ritmo de toda a creche para que as
crianças sintam-se convidas a descansar, a relaxar.
A relação afetuosa entre todos da creche contribui para o
desenvolvimento da criança. Porém, em bebês, o beijo deve ser substituído por
outras formas de estímulo e carinho.
.
26
27
DE MÃOS DADAS COM A COMUNIDADE
parceria com a comunidade é imprescindível para o trabalho
educativo. Procure criar espaço de trocas, parcerias e
esclarecimentos sobre:
Prevenção e tratamento de doenças e infestações.
A importância da manutenção de unhas limpas e curtas, também para
os adultos em constante contato com crianças.
Muitos familiares demonstram o seu afeto através de “bitoquinhas”
(beijinhos na boca) nas crianças, hábito que devemos desestimular.
A promoção de hábitos saudáveis na alimentação, evitando o consumo
excessivo de guloseimas tais como salgadinhos, refrigerantes, balas, chicletes,
doces, frituras, principalmente nos horários de entrada e saída da creche, pois
oferecemos um cardápio rico e diversificado para todos nestes horários.
O incentivo ao uso da agenda é fundamental. Além de estreitar os
vínculos entre a instituição e a família, legitima as orientações e solicitações de
ambas as partes e faz com que os momentos de chegada e saída transcorram
mais tranquilos e atinjam verdadeiramente seu objetivo que é a acolhida
afetuosa.
A
“Uso a palavra para compor os meus silêncios.
Não gosto das palavras
fatigadas de informar.
Dou mais respeito
às que vivem de barriga no chão
tipo água pedra sapo.
Entendo bem o sotaque das águas.”
Manoel de Barros
28
Estabelecer acordos com a comunidade relativos aos procedimentos
na hora da entrada e saída da creche.
É preciso manter diálogos criando a consciência de cada responsável
em não mandar o filho doente à creche. As doenças infectocontagiosas devem
ser prontamente informadas à direção. Trabalhar com a comunidade escolar
assuntos relativos à medicação, contágios, contaminação e bons hábitos de
saúde.
É necessário o afastamento da criança quando esta apresentar
qualquer problema de saúde, evitando riscos com relação ao conjunto de
crianças que frequentam a creche. Além disso, a criança doente necessita de
cuidados especiais, repouso e acolhimento dos responsáveis, em um ambiente
mais tranquilo e apropriado à sua recuperação.
É necessário que os responsáveis saibam da importância de
providenciarem para que os horários de medicação não coincidam com os
horários em que a criança está na creche.
Quando é imprescindível, a primeira opção é que a família sempre
indique alguém (por escrito, na agenda da criança) que possa comparecer à
creche no horário correto e ministrar o medicamento. Pode ser uma tia, avó ou
outra pessoa de confiança dos responsáveis.
No caso de não haver nenhuma possibilidade de indicação de uma
pessoa, a direção da creche administrará os medicamentos de via oral. Para que
isto aconteça, cabe às famílias:
* Apresentação de receita médica com data atual, onde deverá estar
escrito, pelo(a) médico(a), o nome da criança, o nome do remédio e a dosagem
indicada. A cópia da receita deve permanecer na creche.
* Registro, na agenda, das orientações quanto à medicação (horário,
dosagem, cuidados com a conservação do medicamento...), com a assinatura do
responsável.
29
* Na entrega do remédio, atentar para o prazo de validade.
* A embalagem deve estar identificada com nome e sobrenome da criança e
respectiva turma.
*Verificação, ao final do dia, se os remédios estão sendo devolvidos.
É essencial uma articulação da instituição educativa com as unidades
de saúde da região. Estas parcerias auxiliam e reforçam o trabalho
desenvolvido pelos educadores, objetivando ampliar ainda mais o acesso da
comunidade aos bens de saúde e educação. Articule-se com seus parceiros!
30
31
32
33
PRIMEIROS CUIDADOS
Nossa ação é sempre na busca de prevenção aos acidentes e situações que
possam provocar riscos às crianças. Mas precisamos também conhecer o que fazer
para auxiliá-las caso algo inesperado aconteça. Vejamos algumas condutas
essenciais ao bem estar da criança em algumas situações de risco:
 Engasgo e aspiração de corpo estranho:
Corpo estranho é qualquer objeto ou substância que entra no corpo humano
indevidamente. Pode ser através da ingestão ou colocado pelas próprias crianças
nas cavidades (nariz, ouvido) do corpo, e apresenta maior risco quando é aspirado
para o pulmão.
Qualquer objeto pode tornar-se um corpo estranho no sistema respiratório, e a
maior suspeita de que o acidente ocorreu é o engasgo. Isto acontece quando a
criança está comendo ou com um objeto na boca, principalmente objetos com
pequenas peças. Esta é uma das razões pelas quais não os recomendamos nas
instituições de Educação Infantil.
Estas situações ocorrem mais frequentemente na faixa etária de um a três anos
de idade. É preciso ter atenção especial na oferta de alimentos. A criança pequena
ainda não controla adequadamente a mastigação e a deglutição, tornando o engasgo
mais frequente . Por esta razão, a oferta de alguns alimentos como amendoim,
milho, pipoca, apresentam maior risco para a aspiração.
Algumas recomendações são importantes para evitar aspiração de corpo estranho
na alimentação:
 Ofereça alimentos em pedaços pequenos, de acordo com cada faixa etária.
Ensine as crianças a mastigar bem os alimentos.
 Evite alimentos como sementes, amendoim, balas duras e outros que possam
favorecer o engasgo.
34
 A criança deve alimentar-se sempre sentada. Não ofereça alimentos
enquanto elas correm, andam ou brincam.
*Como reconhecer o engasgo?
Tosse persistente, chiado no peito, falta de ar súbito, rouquidão, lábio e unhas
arroxeadas, são sinais sugestivos de que pode ter ocorrido aspiração de corpo
estranho.
* O que fazer?
Técnica de desobstrução das vias aéreas;
Crianças menores de um ano:
Segure a criança com a cabeça mais baixa, apoiada em um dos braços, sobre a
perna. Mantenha as vias aéreas livres.
Dê cinco percussões com a mão nas costas (entre as escápulas). Após, vire a
criança de barriga para cima e dê cinco compressões no tórax. Repita estas
manobras até que a criança consiga expelir o corpo estranho. (vide figura).
Se você conseguir visualizar o corpo estranho na boca da criança, retire-o com
cuidado. Não coloque o dedo na boca às cegas, pois pode empurrar o corpo
estranho para regiões mais baixas das vias aéreas e piorar o quadro de obstrução
35
Maiores de um ano:
Manobra de Heimlich
Posicione-se por trás da criança e aplique pressão abaixo das costelas, com
sentido para cima, até que o corpo estranho seja deslocado das vias aéreas para a
boca e expelido. Não comprima as costelas. (vide figura)
 Queimaduras
Todas as queimaduras devem ser tratadas imediatamente. Em muitos casos elas
são dolorosas e deixam sequelas.
A queimadura por líquido quente é a principal causa em crianças menores de cinco
anos, logo, a prevenção é a medida mais eficaz.
 Preparo do banho: a temperatura ideal para o banho do bebê deve ser
testado com a face interna do antebraço do educador, antes de coloca-lo na
banheira. A criança maior não deve regular a temperatura do chuveiro ou da
água da banheira sozinha.
 Não esquente as mamadeiras no forno de micro-ondas, pois há riscos graves
de queimaduras da boca e da garganta. Verifique a temperatura dos
alimentos antes de oferecê-los.
36
 Tomadas e fios desencapados representam risco de choque elétrico.
 Cozinha não é lugar de criança.
 Álcool e outros combustíveis devem estar longe do alcance das crianças.
Primeiros cuidados:
Até que se tenha atendimento médico, algumas medidas são importantes:
 Retire as roupas que cobrem a área queimada. Se a roupa estiver grudada,
lave a região com água limpa até que o tecido possa ser retirado
delicadamente sem aumentar a lesão.
 Coloque na área queimada água limpa e fria, porém não gelada, para aliviar a
dor. Esta vai limpar aferida, diminuir a dor e reduzir a formação do edema
posteriormente.
 Envolva a região em pano limpo e procure atendimento médico.
 Não use gelo nas queimaduras, não fure as bolhas, não coloque qualquer
substância em cima da queimadura sem orientação médica, pois pode
favorecer infecção.
 No caso de queimadura elétrica, desligue o interruptor, remova a criança do
condutor, verifique os sinais vitais (respiração, pulsos), resfrie as lesões
com água fria e encaminhe ao serviço médico.
QUEDAS
 As quedas são as principais causa de atendimento de crianças de 0 a 9 anos
de idade nas unidades de saúde.
 Cair faz parte do desenvolvimento da criança, porém medidas de prevenção
são importantes para evitar acidentes graves.
37
 A supervisão de um adulto é essencial, pois a maioria das quedas está
associada à ausência de um cuidador.
 Ao atender uma criança mantenha-se calmo para passar tranquilidade para
ela.
 Observe a altura de onde a criança caiu, a região do corpo que recebeu o
impacto da queda, o local aonde a criança caiu e como a criança está
reagindo.
 Sonolência, desorientação, estrabismo, pupilas de tamanhos desiguais, saída
de líquido ou sangue pelo nariz ou ouvido, vômitos, são sinais de gravidade,
necessitando entrar em contato com serviço médico para remoção da
criança.
CONVULSÃO INFANTIL
 As convulsões são um transtorno neurológico súbito e transitório. Convulsão
pode ser um sinal de várias doenças.
 A causa mais comum de convulsão entre crianças de 6 meses a 5 anos é a
febril. Esta geralmente dura poucos minutos e cessa sem necessidade de
medicamentos específicos.
No momento da convulsão, a criança pode apresentar-se de várias maneiras:
 Olhar alheio ao meio, virada de olhos, movimentação de mãos e pés, piscar
de olhos, tremores, lábios e extremidades arroxeadas, entre outros.
Após a convulsão a criança pode voltar ao normal rapidamente ou ficar
sonolenta.
38
Como a crise convulsiva costuma ser um momento muito estressante para quem
está observando, a pessoa que vai atender a criança deve manter-se calma.
Medidas de proteção para a criança devem ser realizadas no momento da crise:
 Deitar a criança evitando quedas e traumas
 Afrouxar as roupas
 Observar a respiração
 Proteger a cabeça da criança com a mão, roupa ou travesseiro.
 Lateralizar a cabeça para evitar que a criança aspire saliva ou vômito.
 Limpar as secreções que se acumulam na boca para facilitar a respiração,
porém não coloque o dedo dento da boca da criança, pois esta pode feri-lo.
 Não ofereça nada pela boca (líquidos, remédios) no momento da crise.
Entre em contato com um serviço de emergência para posterior atendimento e
orientação.
OS ACIDENTES MAIS FREQUENTES DE ACORDO COM A IDADE
 0 A 1 ano – quedas (trocador, cama, colo), asfixia, aspiração de corpo
estranho, intoxicação, queimaduras.
 2 a 4 anos – quedas, asfixia, sufocação, afogamento, choque elétrico,
intoxicações.
Saiba mais: Crianças e Adolescentes Seguros. Guia Completo para Prevenção de
Acidentes e Violências. Sociedade Brasileira de Pediatria. Coordenadores:
Renata D. Waksman, Regina M. C. Gikas e Wilson Maciel. Editora: Publifolha,
2005.
39
IMAGENS QUE ILUSTRAM O MATERIAL
Pesquisadas em 04.06.2010
http://reysdennys.blogspot.com/2008/09/provrbios-sobre-
gua.html
http://midiasuesb.blogspot.com/2010_02_01_archive.html
http://www.duasasas.com/wp-
content/uploads/2009/04/maos2.jpg
hhttp://nossomundinhoperfeito.blogspot.com/2009/08/copos-
descartaveis-podem-causar-cancer.html
http://enfermagembrasileira.blogspot.com/2007_06_01_archive.
html
http://www.imoveisdemetrio.com.br/casa%20colorir%20desenho%
20para%20colorir%20de%20casa.png
http://entrejobs.blogspot.com/2009/12/um-pouco-de-geometria-
e-fita-adesiva.html
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/bem-estar-
sono/imagens/sono.jpg
http://solidariedadeined.blogspot.com/2008/01/recolha-de-
brinquedos.html
http://1.bp.blogspot.com/_jboPha_vt4U/SZQfavIkQdI/AAAAAA
AAA_w/fGZsWkS6r1A/s400/sol.jpg
http://babyrus3.blogspot.com/2009/05/os-primeiros-passos.html
http://2.bp.blogspot.com/_JKhIwJV7ijw/S78qoZ3nWJI/AAAAA
AAAAn4/sCbsQeAI2e0/s400/crian%C3%A7as+ao+redor+do+mun
do.jpg
http://wwwmeublogmeu.blogspot.com/2009_04_01_archive.html
http://culturadigital.br/groups/
www.sbp.com.br
www.sbp.com.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Planejamento na educação infantil
Planejamento na educação infantilPlanejamento na educação infantil
Planejamento na educação infantillucavao2010
 
Palestra:O Professor Educador
Palestra:O Professor EducadorPalestra:O Professor Educador
Palestra:O Professor EducadorJulio Machado
 
Palestra sobre educação inclusiva
Palestra sobre educação inclusivaPalestra sobre educação inclusiva
Palestra sobre educação inclusivaBárbara Delpretto
 
Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.
Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.
Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.Juliana Madna
 
Planificação - um exemplo
Planificação - um exemploPlanificação - um exemplo
Planificação - um exemplokicasmail
 
Cartilha inclusao escolar
Cartilha inclusao escolarCartilha inclusao escolar
Cartilha inclusao escolarSA Asperger
 
Slides Sextas inclusivas- práticas pedagógicas
Slides Sextas inclusivas- práticas pedagógicasSlides Sextas inclusivas- práticas pedagógicas
Slides Sextas inclusivas- práticas pedagógicasMarily Oliveira
 
ALTAS HABILIDADES - SUPERDOTAÇÃO
  ALTAS HABILIDADES - SUPERDOTAÇÃO  ALTAS HABILIDADES - SUPERDOTAÇÃO
ALTAS HABILIDADES - SUPERDOTAÇÃOmarciarejane
 
Integração e inclusão 2 formas de olhar
Integração e inclusão    2 formas de olharIntegração e inclusão    2 formas de olhar
Integração e inclusão 2 formas de olharisamota
 
Palestra EC46 - Limites em casa e na escola
Palestra   EC46 - Limites em casa e na escolaPalestra   EC46 - Limites em casa e na escola
Palestra EC46 - Limites em casa e na escolaAnaí Peña
 

Mais procurados (20)

Ensino Especial
Ensino EspecialEnsino Especial
Ensino Especial
 
Planejamento na educação infantil
Planejamento na educação infantilPlanejamento na educação infantil
Planejamento na educação infantil
 
pei-i.pdf
pei-i.pdfpei-i.pdf
pei-i.pdf
 
Palestra:O Professor Educador
Palestra:O Professor EducadorPalestra:O Professor Educador
Palestra:O Professor Educador
 
Inclusão
InclusãoInclusão
Inclusão
 
Curso cuidador infantil
Curso cuidador infantilCurso cuidador infantil
Curso cuidador infantil
 
Educação inclusiva
Educação inclusivaEducação inclusiva
Educação inclusiva
 
inclusão escolar
inclusão escolarinclusão escolar
inclusão escolar
 
Como ocorre o desenvolvimento na primeira infância? - Adriana Friedmann
Como ocorre o desenvolvimento na primeira infância? - Adriana FriedmannComo ocorre o desenvolvimento na primeira infância? - Adriana Friedmann
Como ocorre o desenvolvimento na primeira infância? - Adriana Friedmann
 
Palestra sobre educação inclusiva
Palestra sobre educação inclusivaPalestra sobre educação inclusiva
Palestra sobre educação inclusiva
 
Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.
Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.
Educação, Família, Comunidade: A inclusão Escolar.
 
Planificação - um exemplo
Planificação - um exemploPlanificação - um exemplo
Planificação - um exemplo
 
Cartilha inclusao escolar
Cartilha inclusao escolarCartilha inclusao escolar
Cartilha inclusao escolar
 
Ppp iv encontro
Ppp   iv encontroPpp   iv encontro
Ppp iv encontro
 
Slides Sextas inclusivas- práticas pedagógicas
Slides Sextas inclusivas- práticas pedagógicasSlides Sextas inclusivas- práticas pedagógicas
Slides Sextas inclusivas- práticas pedagógicas
 
Ética Profissional do Psicopedagogo
Ética Profissional do PsicopedagogoÉtica Profissional do Psicopedagogo
Ética Profissional do Psicopedagogo
 
Habilidades sociais
Habilidades sociaisHabilidades sociais
Habilidades sociais
 
ALTAS HABILIDADES - SUPERDOTAÇÃO
  ALTAS HABILIDADES - SUPERDOTAÇÃO  ALTAS HABILIDADES - SUPERDOTAÇÃO
ALTAS HABILIDADES - SUPERDOTAÇÃO
 
Integração e inclusão 2 formas de olhar
Integração e inclusão    2 formas de olharIntegração e inclusão    2 formas de olhar
Integração e inclusão 2 formas de olhar
 
Palestra EC46 - Limites em casa e na escola
Palestra   EC46 - Limites em casa e na escolaPalestra   EC46 - Limites em casa e na escola
Palestra EC46 - Limites em casa e na escola
 

Destaque

Registo ocorrencias creche
Registo ocorrencias crecheRegisto ocorrencias creche
Registo ocorrencias crecheGuida Sousa
 
LEI DE PROTEÇÃO AO PROFESSOR‏
LEI DE PROTEÇÃO AO PROFESSOR‏LEI DE PROTEÇÃO AO PROFESSOR‏
LEI DE PROTEÇÃO AO PROFESSOR‏Italo Malta
 
Orientações Curriculares Para A Educação Infantil Final
Orientações Curriculares Para A Educação Infantil FinalOrientações Curriculares Para A Educação Infantil Final
Orientações Curriculares Para A Educação Infantil FinalMaria Galdino
 
Como Montar uma Creche - Apostila Sebrae
Como Montar uma Creche - Apostila SebraeComo Montar uma Creche - Apostila Sebrae
Como Montar uma Creche - Apostila SebraeCreche Segura
 
Orientações Gerais da Educação Infantil
Orientações Gerais da Educação InfantilOrientações Gerais da Educação Infantil
Orientações Gerais da Educação InfantilNayara Alves
 
Caderno atencao pre_natal_baixo_risco
Caderno atencao pre_natal_baixo_riscoCaderno atencao pre_natal_baixo_risco
Caderno atencao pre_natal_baixo_riscopaulinhavelten
 
Caderno Ministério da Saúde - Saúde da Criança 2012
Caderno Ministério da  Saúde - Saúde da Criança 2012Caderno Ministério da  Saúde - Saúde da Criança 2012
Caderno Ministério da Saúde - Saúde da Criança 2012Letícia Spina Tapia
 
ORIENTAÇÕES DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL
ORIENTAÇÕES DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTILORIENTAÇÕES DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL
ORIENTAÇÕES DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTILCreche Segura
 
Cartilha de Medicamentos
Cartilha de MedicamentosCartilha de Medicamentos
Cartilha de MedicamentosNESSUBVISA
 
Resumo pré natal de baixo risco parte 2
Resumo pré natal de baixo risco parte 2Resumo pré natal de baixo risco parte 2
Resumo pré natal de baixo risco parte 2Auro Gonçalves
 
Cotidiano Na Educacao Infantil
Cotidiano Na Educacao InfantilCotidiano Na Educacao Infantil
Cotidiano Na Educacao InfantilConectada
 
Manual ms pré natal de baixo risco
Manual ms   pré natal de baixo riscoManual ms   pré natal de baixo risco
Manual ms pré natal de baixo riscoCocota Medicina
 
Conhecimentos básicos em enfermagem
Conhecimentos básicos em enfermagemConhecimentos básicos em enfermagem
Conhecimentos básicos em enfermagemVirginia Scalia
 
Referencial curricular nacional para ed. infantil vol 1
Referencial curricular nacional para ed. infantil vol 1Referencial curricular nacional para ed. infantil vol 1
Referencial curricular nacional para ed. infantil vol 1Maria Galdino
 
Consulta de enfermagem em puericultura segundo a visão materna
Consulta de enfermagem em puericultura segundo a visão maternaConsulta de enfermagem em puericultura segundo a visão materna
Consulta de enfermagem em puericultura segundo a visão maternaAtaide M Ferreira
 
Caderno de Atenção Básica: Saúde da Criança, 2012
Caderno de Atenção Básica: Saúde da Criança, 2012Caderno de Atenção Básica: Saúde da Criança, 2012
Caderno de Atenção Básica: Saúde da Criança, 2012Letícia Spina Tapia
 

Destaque (20)

Registo ocorrencias creche
Registo ocorrencias crecheRegisto ocorrencias creche
Registo ocorrencias creche
 
Registo de ocorrencias
Registo de ocorrenciasRegisto de ocorrencias
Registo de ocorrencias
 
Registros em livro e ocorrencia
Registros em livro e ocorrenciaRegistros em livro e ocorrencia
Registros em livro e ocorrencia
 
LEI DE PROTEÇÃO AO PROFESSOR‏
LEI DE PROTEÇÃO AO PROFESSOR‏LEI DE PROTEÇÃO AO PROFESSOR‏
LEI DE PROTEÇÃO AO PROFESSOR‏
 
Orientações Curriculares Para A Educação Infantil Final
Orientações Curriculares Para A Educação Infantil FinalOrientações Curriculares Para A Educação Infantil Final
Orientações Curriculares Para A Educação Infantil Final
 
Como Montar uma Creche - Apostila Sebrae
Como Montar uma Creche - Apostila SebraeComo Montar uma Creche - Apostila Sebrae
Como Montar uma Creche - Apostila Sebrae
 
Orientações Gerais da Educação Infantil
Orientações Gerais da Educação InfantilOrientações Gerais da Educação Infantil
Orientações Gerais da Educação Infantil
 
Caderno atencao pre_natal_baixo_risco
Caderno atencao pre_natal_baixo_riscoCaderno atencao pre_natal_baixo_risco
Caderno atencao pre_natal_baixo_risco
 
Caderno Ministério da Saúde - Saúde da Criança 2012
Caderno Ministério da  Saúde - Saúde da Criança 2012Caderno Ministério da  Saúde - Saúde da Criança 2012
Caderno Ministério da Saúde - Saúde da Criança 2012
 
ORIENTAÇÕES DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL
ORIENTAÇÕES DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTILORIENTAÇÕES DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL
ORIENTAÇÕES DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL
 
Cartilha de Medicamentos
Cartilha de MedicamentosCartilha de Medicamentos
Cartilha de Medicamentos
 
Resumo pré natal de baixo risco parte 2
Resumo pré natal de baixo risco parte 2Resumo pré natal de baixo risco parte 2
Resumo pré natal de baixo risco parte 2
 
Cotidiano Na Educacao Infantil
Cotidiano Na Educacao InfantilCotidiano Na Educacao Infantil
Cotidiano Na Educacao Infantil
 
Manual ms pré natal de baixo risco
Manual ms   pré natal de baixo riscoManual ms   pré natal de baixo risco
Manual ms pré natal de baixo risco
 
Conhecimentos básicos em enfermagem
Conhecimentos básicos em enfermagemConhecimentos básicos em enfermagem
Conhecimentos básicos em enfermagem
 
Referencial curricular nacional para ed. infantil vol 1
Referencial curricular nacional para ed. infantil vol 1Referencial curricular nacional para ed. infantil vol 1
Referencial curricular nacional para ed. infantil vol 1
 
Modelo Ficha Ocorrencia Cadastral
Modelo Ficha Ocorrencia CadastralModelo Ficha Ocorrencia Cadastral
Modelo Ficha Ocorrencia Cadastral
 
Consulta de enfermagem em puericultura segundo a visão materna
Consulta de enfermagem em puericultura segundo a visão maternaConsulta de enfermagem em puericultura segundo a visão materna
Consulta de enfermagem em puericultura segundo a visão materna
 
Caderno de Atenção Básica: Saúde da Criança, 2012
Caderno de Atenção Básica: Saúde da Criança, 2012Caderno de Atenção Básica: Saúde da Criança, 2012
Caderno de Atenção Básica: Saúde da Criança, 2012
 
Apresentação Dra. Athene Maria Mauro e Equipe - Área Técnica Saúde da Criança...
Apresentação Dra. Athene Maria Mauro e Equipe - Área Técnica Saúde da Criança...Apresentação Dra. Athene Maria Mauro e Equipe - Área Técnica Saúde da Criança...
Apresentação Dra. Athene Maria Mauro e Equipe - Área Técnica Saúde da Criança...
 

Semelhante a Orientações para cuidados com crianças em creches

Vale a pena crescer em segurança
Vale a pena crescer em segurançaVale a pena crescer em segurança
Vale a pena crescer em segurançaAna Morais
 
Manual de boas práticas 3 capitulos
Manual de boas práticas   3 capitulosManual de boas práticas   3 capitulos
Manual de boas práticas 3 capitulossemecti
 
PREVENCAO ACIDENTES NO DIA A DIA DA FAMILIA
PREVENCAO ACIDENTES NO DIA A DIA DA FAMILIAPREVENCAO ACIDENTES NO DIA A DIA DA FAMILIA
PREVENCAO ACIDENTES NO DIA A DIA DA FAMILIANeriiCosta
 
Formação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalFormação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalRosana Santos
 
A Higiene da Criança
A Higiene da CriançaA Higiene da Criança
A Higiene da CriançaAna Lagos
 
Ana maria rasteiro reflexão ft ufcd 3273 corrigida pela mediadora
Ana maria rasteiro reflexão ft ufcd 3273 corrigida pela mediadoraAna maria rasteiro reflexão ft ufcd 3273 corrigida pela mediadora
Ana maria rasteiro reflexão ft ufcd 3273 corrigida pela mediadorarasteiro
 
Apresenta 130812114427-phpapp01-converted[1]
Apresenta 130812114427-phpapp01-converted[1]Apresenta 130812114427-phpapp01-converted[1]
Apresenta 130812114427-phpapp01-converted[1]Carla Caruso, PhD
 
Prevencaodeacidentescomcriancasnolar
PrevencaodeacidentescomcriancasnolarPrevencaodeacidentescomcriancasnolar
PrevencaodeacidentescomcriancasnolarLuis Araujo
 
Educação Ambiental Infantil
Educação Ambiental InfantilEducação Ambiental Infantil
Educação Ambiental Infantilmpaffetti
 
Higiene pessoal e social
Higiene pessoal e socialHigiene pessoal e social
Higiene pessoal e socialNocasBastos
 
aula 8 criança hospitalizada.pptx
aula 8 criança hospitalizada.pptxaula 8 criança hospitalizada.pptx
aula 8 criança hospitalizada.pptxLarissaMachado97
 

Semelhante a Orientações para cuidados com crianças em creches (20)

Vale a pena crescer em segurança
Vale a pena crescer em segurançaVale a pena crescer em segurança
Vale a pena crescer em segurança
 
Manual de boas práticas 3 capitulos
Manual de boas práticas   3 capitulosManual de boas práticas   3 capitulos
Manual de boas práticas 3 capitulos
 
Higiene
HigieneHigiene
Higiene
 
PREVENCAO ACIDENTES NO DIA A DIA DA FAMILIA
PREVENCAO ACIDENTES NO DIA A DIA DA FAMILIAPREVENCAO ACIDENTES NO DIA A DIA DA FAMILIA
PREVENCAO ACIDENTES NO DIA A DIA DA FAMILIA
 
Formação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores EducacionalFormação para Cuidadores Educacional
Formação para Cuidadores Educacional
 
Maria helena 2
Maria helena 2Maria helena 2
Maria helena 2
 
A Higiene da Criança
A Higiene da CriançaA Higiene da Criança
A Higiene da Criança
 
folder
 folder folder
folder
 
Ana maria rasteiro reflexão ft ufcd 3273 corrigida pela mediadora
Ana maria rasteiro reflexão ft ufcd 3273 corrigida pela mediadoraAna maria rasteiro reflexão ft ufcd 3273 corrigida pela mediadora
Ana maria rasteiro reflexão ft ufcd 3273 corrigida pela mediadora
 
Pira6curso
Pira6curso Pira6curso
Pira6curso
 
Projeto saude na escola
Projeto saude na escolaProjeto saude na escola
Projeto saude na escola
 
Projeto pronto
Projeto prontoProjeto pronto
Projeto pronto
 
Apresenta 130812114427-phpapp01-converted[1]
Apresenta 130812114427-phpapp01-converted[1]Apresenta 130812114427-phpapp01-converted[1]
Apresenta 130812114427-phpapp01-converted[1]
 
Prevencaodeacidentescomcriancasnolar
PrevencaodeacidentescomcriancasnolarPrevencaodeacidentescomcriancasnolar
Prevencaodeacidentescomcriancasnolar
 
Projeto Dengue
Projeto Dengue Projeto Dengue
Projeto Dengue
 
Educação Ambiental Infantil
Educação Ambiental InfantilEducação Ambiental Infantil
Educação Ambiental Infantil
 
Higiene pessoal e social
Higiene pessoal e socialHigiene pessoal e social
Higiene pessoal e social
 
Como estimular o seu bebê
Como estimular o seu bebêComo estimular o seu bebê
Como estimular o seu bebê
 
aula 8 criança hospitalizada.pptx
aula 8 criança hospitalizada.pptxaula 8 criança hospitalizada.pptx
aula 8 criança hospitalizada.pptx
 
Módulo i novo
Módulo i novoMódulo i novo
Módulo i novo
 

Mais de Creche Segura

Números importantes e de emergência para escolas
Números importantes e de emergência para escolasNúmeros importantes e de emergência para escolas
Números importantes e de emergência para escolasCreche Segura
 
Cartilha Shantala - Unimed
Cartilha Shantala - UnimedCartilha Shantala - Unimed
Cartilha Shantala - UnimedCreche Segura
 
Shantala - a arte de dar e receber amor
Shantala - a arte de dar e receber amorShantala - a arte de dar e receber amor
Shantala - a arte de dar e receber amorCreche Segura
 
Guia Prático de Vacinas 2016/2017
Guia Prático de Vacinas 2016/2017Guia Prático de Vacinas 2016/2017
Guia Prático de Vacinas 2016/2017Creche Segura
 
Como atender o engasgo de uma criança
Como atender o engasgo de uma criançaComo atender o engasgo de uma criança
Como atender o engasgo de uma criançaCreche Segura
 
Cartilha sobre o sistema respiratório e a asma
Cartilha sobre o sistema respiratório e a asmaCartilha sobre o sistema respiratório e a asma
Cartilha sobre o sistema respiratório e a asmaCreche Segura
 
Criança em idade escolar com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
Criança em idade escolar com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)Criança em idade escolar com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
Criança em idade escolar com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)Creche Segura
 
Alimentando o bebe com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
Alimentando o bebe com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)Alimentando o bebe com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
Alimentando o bebe com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)Creche Segura
 
MANUAL DE CONTAGEM DE CARBOIDRATOS PARA PESSOAS COM DIABETES
MANUAL DE CONTAGEM DE CARBOIDRATOS PARA PESSOAS COM DIABETESMANUAL DE CONTAGEM DE CARBOIDRATOS PARA PESSOAS COM DIABETES
MANUAL DE CONTAGEM DE CARBOIDRATOS PARA PESSOAS COM DIABETESCreche Segura
 
Um pacote educativo para informar sobre diabetes nas escolas
Um pacote educativo para informar sobre diabetes nas escolasUm pacote educativo para informar sobre diabetes nas escolas
Um pacote educativo para informar sobre diabetes nas escolasCreche Segura
 
Higiene e seguranca na escola - 2009
Higiene e seguranca na escola - 2009Higiene e seguranca na escola - 2009
Higiene e seguranca na escola - 2009Creche Segura
 
Cartilha como montar uma creche - Sebrae
Cartilha como montar uma creche - SebraeCartilha como montar uma creche - Sebrae
Cartilha como montar uma creche - SebraeCreche Segura
 
Atenção a saúde do recém nascido volume 1
Atenção a saúde do recém nascido volume 1Atenção a saúde do recém nascido volume 1
Atenção a saúde do recém nascido volume 1Creche Segura
 
ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS DIRECIONADAS À PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE EM ESCOL...
ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS DIRECIONADAS À PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE EM ESCOL...ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS DIRECIONADAS À PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE EM ESCOL...
ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS DIRECIONADAS À PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE EM ESCOL...Creche Segura
 
O CONTROLE DE DENGUE A PARTIR DA ESCOLA
O CONTROLE DE DENGUE A PARTIR DA ESCOLAO CONTROLE DE DENGUE A PARTIR DA ESCOLA
O CONTROLE DE DENGUE A PARTIR DA ESCOLACreche Segura
 
Novas Diretrizes American Heart Association - 2015
Novas Diretrizes American Heart Association - 2015Novas Diretrizes American Heart Association - 2015
Novas Diretrizes American Heart Association - 2015Creche Segura
 
Livro comida que cuida 2 - o prazer na mesa e na vida de quem tem diabetes
Livro comida que cuida 2 - o prazer na mesa e na vida de quem tem diabetesLivro comida que cuida 2 - o prazer na mesa e na vida de quem tem diabetes
Livro comida que cuida 2 - o prazer na mesa e na vida de quem tem diabetesCreche Segura
 
Manual de nutricao sociedade brasileira de diabetes
Manual de nutricao sociedade brasileira de diabetesManual de nutricao sociedade brasileira de diabetes
Manual de nutricao sociedade brasileira de diabetesCreche Segura
 
Manual da criança com diabetes
Manual da criança com diabetesManual da criança com diabetes
Manual da criança com diabetesCreche Segura
 
Cardápios Saudáveis
Cardápios SaudáveisCardápios Saudáveis
Cardápios SaudáveisCreche Segura
 

Mais de Creche Segura (20)

Números importantes e de emergência para escolas
Números importantes e de emergência para escolasNúmeros importantes e de emergência para escolas
Números importantes e de emergência para escolas
 
Cartilha Shantala - Unimed
Cartilha Shantala - UnimedCartilha Shantala - Unimed
Cartilha Shantala - Unimed
 
Shantala - a arte de dar e receber amor
Shantala - a arte de dar e receber amorShantala - a arte de dar e receber amor
Shantala - a arte de dar e receber amor
 
Guia Prático de Vacinas 2016/2017
Guia Prático de Vacinas 2016/2017Guia Prático de Vacinas 2016/2017
Guia Prático de Vacinas 2016/2017
 
Como atender o engasgo de uma criança
Como atender o engasgo de uma criançaComo atender o engasgo de uma criança
Como atender o engasgo de uma criança
 
Cartilha sobre o sistema respiratório e a asma
Cartilha sobre o sistema respiratório e a asmaCartilha sobre o sistema respiratório e a asma
Cartilha sobre o sistema respiratório e a asma
 
Criança em idade escolar com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
Criança em idade escolar com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)Criança em idade escolar com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
Criança em idade escolar com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
 
Alimentando o bebe com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
Alimentando o bebe com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)Alimentando o bebe com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
Alimentando o bebe com fissura labial ou fenda palatina (espanhol)
 
MANUAL DE CONTAGEM DE CARBOIDRATOS PARA PESSOAS COM DIABETES
MANUAL DE CONTAGEM DE CARBOIDRATOS PARA PESSOAS COM DIABETESMANUAL DE CONTAGEM DE CARBOIDRATOS PARA PESSOAS COM DIABETES
MANUAL DE CONTAGEM DE CARBOIDRATOS PARA PESSOAS COM DIABETES
 
Um pacote educativo para informar sobre diabetes nas escolas
Um pacote educativo para informar sobre diabetes nas escolasUm pacote educativo para informar sobre diabetes nas escolas
Um pacote educativo para informar sobre diabetes nas escolas
 
Higiene e seguranca na escola - 2009
Higiene e seguranca na escola - 2009Higiene e seguranca na escola - 2009
Higiene e seguranca na escola - 2009
 
Cartilha como montar uma creche - Sebrae
Cartilha como montar uma creche - SebraeCartilha como montar uma creche - Sebrae
Cartilha como montar uma creche - Sebrae
 
Atenção a saúde do recém nascido volume 1
Atenção a saúde do recém nascido volume 1Atenção a saúde do recém nascido volume 1
Atenção a saúde do recém nascido volume 1
 
ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS DIRECIONADAS À PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE EM ESCOL...
ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS DIRECIONADAS À PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE EM ESCOL...ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS DIRECIONADAS À PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE EM ESCOL...
ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS DIRECIONADAS À PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE EM ESCOL...
 
O CONTROLE DE DENGUE A PARTIR DA ESCOLA
O CONTROLE DE DENGUE A PARTIR DA ESCOLAO CONTROLE DE DENGUE A PARTIR DA ESCOLA
O CONTROLE DE DENGUE A PARTIR DA ESCOLA
 
Novas Diretrizes American Heart Association - 2015
Novas Diretrizes American Heart Association - 2015Novas Diretrizes American Heart Association - 2015
Novas Diretrizes American Heart Association - 2015
 
Livro comida que cuida 2 - o prazer na mesa e na vida de quem tem diabetes
Livro comida que cuida 2 - o prazer na mesa e na vida de quem tem diabetesLivro comida que cuida 2 - o prazer na mesa e na vida de quem tem diabetes
Livro comida que cuida 2 - o prazer na mesa e na vida de quem tem diabetes
 
Manual de nutricao sociedade brasileira de diabetes
Manual de nutricao sociedade brasileira de diabetesManual de nutricao sociedade brasileira de diabetes
Manual de nutricao sociedade brasileira de diabetes
 
Manual da criança com diabetes
Manual da criança com diabetesManual da criança com diabetes
Manual da criança com diabetes
 
Cardápios Saudáveis
Cardápios SaudáveisCardápios Saudáveis
Cardápios Saudáveis
 

Último

HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdfSandra Pratas
 
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do BrasilMary Alvarenga
 
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptxSlides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e Américawilson778875
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...MANUELJESUSVENTURASA
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfRafaela Vieira
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...azulassessoria9
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfceajajacu
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMHenrique Pontes
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfAula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfaulasgege
 

Último (20)

HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdfHORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
HORA DO CONTO_BECRE D. CARLOS I_2023_24pdf
 
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
19 de abril - Dia dos Povos Indígenas do Brasil
 
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptxSlides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
Slides Lição 2, Betel, Ordenança para participar da Ceia do Senhor, 2Tr24.pptx
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e América
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdfPARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
PARC 2024 Cadastro de estudante, turma e enturmação - BAHIA (2).pdf
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdfAula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
Aula - 1º Ano - Ciência, Pesquisa e Sociologia.pdf
 

Orientações para cuidados com crianças em creches

  • 1. 1 PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO rriieennttaaççõõeess ppaarraa pprrooffiissssiioonnaaiiss ddaa dduuccaaççããoo nnffaannttiill Gerência de Educação Infantil Julho de 2010
  • 2. 2
  • 3. 3 PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO EDUARDO PAES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CLAUDIA COSTIN SUBSECRETARIA DE ENSINO REGINA HELENA DINIZ BOMENY COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO MARIA DE NAZARETH MACHADO DE BARROS VASCONCELLOS GERÊNCIA DE PROJETOS ESPECIAIS – EDUCAÇÃO INFANTIL EDUARDO DE PÁDUA NAZAR
  • 4. 4
  • 5. 5 COORDENAÇÃO TÉCNICO PEDAGÓGICA MARIA SOCORRO RAMOS DE SOUZA MARIA DE FÁTIMA CUNHA GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO INFANTIL SIMONE DE JESUS SOUZA ELIZABETH RAMOS FERREIRA ADRIANA BARBOSA SOARES ANA CRISTINA CORREA FERNANDES ANDRÉA RELVA DA F. G. ENDLICH EDINA MARIA DE OLIVEIRA RANGEL ELAINE SUELY ANDRADE DOS PASSOS ELISABETH FERNANDES MARTINI FABIOLA FARIAS BAPTISTA DA CUNHA MÁRCIA DE OLIVEIRA GOMES GIL MARIA CLARA VITAL PAVÃO BRILHANTE VIRGÍNIA CECÍLIA LOUZADA LAUNÉ VIVIANE LONTRA TEIXEIRA XÊNIA FRÓES DA MOTTA CONSULTORIA ELIANA MARIA BAHIA BHERING Faculdade de Educação Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ CRIAÇÃO DE CAPA E PROJETO GRÁFICO Gerência de Educação Infantil
  • 6. 6
  • 7. 7 SUMÁRIO Apresentação ................................................................... 09 Cuidados Pessoais ............................................................. 11 Cuidados com o ambiente ...................................................... 15 Cuidados com a criança ........................................................ 21 De mãos dadas com a comunidade ............................................ 27 Anexo “Primeiros cuidados” ................................................... 31 Imagens que ilustram o material ............................................. 39
  • 8. 8
  • 9. 9 Orientações para Profissionais da Educação Infantil Apresentação com enorme satisfação que organizamos estas orientações para você, profissional de Educação Infantil, que atua com crianças da faixa etária de creche. Este material foi elaborado pela Coordenadoria de Educação, através da Gerência de Educação Infantil, e demais Coordenadorias da Secretaria Municipal de Educação e contou com a parceria da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil, Secretaria Municipal de Assistência Social, UNICEF, comissão de Diretores de Creche e Gerências de Educação das Coordenadorias Regionais de Educação. Um olhar que busca aprimorar o atendimento oferecido nas instituições municipais às crianças, refletindo sobre os procedimentos dos que lá atuam. Foi elaborado especialmente para você que cotidianamente cuida e educa as crianças desta cidade, zelando pelo seu bem-estar e seu desenvolvimento físico, motor, emocional, intelectual, moral e social. Você, que se preocupa com a ampliação de suas experiências, procurando estimular o seu interesse pelo processo do conhecimento do ser humano, da natureza, da sociedade e assim o faz entendendo que todos estes aspectos são indispensáveis e indissociáveis. Consideramos que as relações interpessoais são o ponto central do trabalho realizado nas nossas instituições. Elas se estabelecem de diferentes formas: pelo olhar, pelo diálogo, pelo É
  • 10. 10 toque... O toque acalenta, conforta, transmite alegria e cria elos entre você e o outro. O toque diz muito... Ele diz: “que saudade”, “gosto muito de você”, “que bom que você está aqui”, “pode confiar em mim”, “você está seguro comigo”, “eu cuido do seu bem-estar”... No entanto, as intenções passadas por este contato devem ser precedidas por ações. Ao entender que a prática educativa é permeada por diversos aspectos como saúde, higiene, segurança e prevenção, estas ações precisam ser incorporadas à rotina do profissional da educação infantil. Acreditamos num trabalho criterioso, responsável, que esteja centrado em alguns procedimentos básicos que não interferem na criatividade e especificidade do fazer de cada instituição. Temos certeza de que muitas delas já fazem parte do dia a dia da sua creche. Acreditamos que este documento contribuirá para ratificar e/ou enriquecer as práticas de toda a comunidade que lida diretamente com as crianças. Vamos falar sobre cuidados pessoais, cuidados com o ambiente e cuidados com a criança:
  • 11. 11 CUIDADOS PESSOAIS ossas roupas não servem apenas para cobrir e proteger o corpo. De modo geral, servem também como símbolo de identidade, cultura e origem. Expressamo-nos através do que vestimos e dos adornos que escolhemos. Porém, ao lidarmos com crianças, todo cuidado é pouco. Cada detalhe, como um brinco de tarraxa ou um cinto com fivela, pode gerar acidentes graves, colocando em risco a integridade física do adulto e da criança. N “Por ser ainda criança, também seu olhar é jovem. E por ser criança, ela tem a fantasia como instrumento para explicar o mundo. E com desmedo da liberdade, guiada pela espontaneidade, ela invade tudo que seu olhar alcança sem duvidar de seu entendimento.” Manoel de Barros
  • 12. 12 Portanto, é imprescindível que os profissionais1 que lidam com as crianças estejam atentos às seguintes orientações: Roupa – é importantíssimo que a roupa usada para trabalhar com as crianças esteja limpa e só seja vestida quando no interior da creche. Seu uso deve ser restrito ao ambiente da creche, vetado ao trajeto casa-creche- casa, visando assim prevenir infecções. Cada roupa ou uniforme deve ser usada por, no máximo, um dia, mesmo que aparentemente limpa, e trocada ao longo do dia, em caso de imprevistos. A roupa ideal é aquela que cobre o corpo e mantém o conforto, ou seja, calça e camisa confortáveis, que permitam o movimento e deixem a pele respirar. Calça de cotton, tactel, camiseta de meia manga de malha ou cotton são excelentes opções. Sapatos – devem ser limpos, fechados, confortáveis, rasteiros, antiderrapantes e de uso exclusivo às áreas da creche, sempre acompanhados por meias limpas. No caso do berçário, devem ser retirados (deixando só a meia) ou cobertos com sapatilhas próprias. Hoje, existem meias de adulto com antiderrapante. Acessórios e adornos – brincos, piercings, colares, anéis, cintos, relógios de pulso etc. devem ser retirados e guardados em local fora do alcance das crianças. Nenhum objeto que caiba em um copinho de café pode estar ao alcance das crianças. Logo, atenção redobrada aos botões, miçangas, lantejoulas e outras miudezas. Evite a exposição das crianças a estes objetos. Lavagem das mãos – deve fazer parte da rotina, especialmente entre as atividades, em local próprio para isso, sempre 1 Estas orientações são adequadas também aos profissionais que atuam na cozinha e que seguem também as diretrizes específicas do Instituto Annes Dias.
  • 13. 13 do cotovelo até a ponta dos dedos, espalhando o sabão com movimentos circulares, lavando bem os espaços entre os dedos, os polegares, as palmas e dorsos das mãos e antebraços. Não se esqueça de limpar embaixo das unhas com escovinha macia! Deixe o sabão agir, enxaguando em seguida. Seque as mãos com papel toalha descartável. Em caráter obrigatório, a lavagem deve ser feita: ao chegar à creche,  antes e ao final de cada refeição,  antes e ao final de cada troca de fraldas ou auxílio na higiene da criança,  antes e ao final da sua própria higiene,  e ao final de qualquer situação onde haja manipulação de dejetos (fezes, vômito, urina, suor, secreções nasais etc.) de crianças ou adultos. A toalha usada para enxugar as mãos deve ser descartável; o uso de álcool gel após a lavagem das mãos é também uma boa forma de proteção para o educador e a criança. Cabelos – no caso de cabelos longos, usá-los presos (rabo, trança ou coque) por presilhas seguras, sem objetos pequenos ou pontas que possam se desprender. A rede é, sem dúvida, a opção mais segura. Unhas – sempre curtas e preferencialmente sem esmaltes, pois facilitam a manutenção da sua limpeza. Higiene bucal – a boca deve estar sempre limpa e os dentes bem escovados utilizando pasta de dente, dando bom exemplo às crianças e Você sabia... Que a cutícula serve como uma grande aliada à sua proteção? Ela serve como uma barreira natural à entrada de germes. Evite tirá-las em excesso e mantenha as mãos sempre hidratadas.
  • 14. 14 Você sabia... Que os serviços de saúde oferecem tratamento para quem deseja parar de fumar? companheiros de trabalho. Use o fio dental regularmente entre os dentes e a gengiva. A higiene bucal é fundamental para o bem-estar de todos. Cheiros – perfumes e cremes não devem ser usados, em especial aqueles que têm cheiro forte e ativo, pois podem desencadear ou agravar quadros alérgicos. Cigarros são expressamente proibidos na área da creche2 , pois causam danos à saúde de todos. Barba – deve ser curta e aparada diariamente e os que a usam, devem apresentá-la bem cuidada e limpa. Óculos – quando necessários, devem ser usados com cordão de segurança. Luvas – são grandes aliadas em prol da higiene e da segurança, inclusive para proteger ferimentos, mesmo que superficiais, evitando infecções. As luvas podem ajudar muito, desde que sejam macias, descartáveis e que não machuquem as crianças nem os adultos. O uso da luva é recomendado nos casos de lesões eventuais, para se proteger de sangue, pus, catarro, diarreia, lesões de pele e outros. Cada luva deve ser utilizada apenas uma vez e descartada após o uso. 2 Lei Municipal nº2771 de 19 de abril de 1999.
  • 15. 15 CUIDADOS COM O AMBIENTE ossas crianças ainda são pequenas e não têm a clara noção dos perigos que o ambiente pode oferecer. Por esta razão, precisamos atentar especialmente para a prevenção de acidentes, reduzindo os riscos de acidentes. Não se trata de superproteger, mas sim de cuidar educando e educar cuidando, possibilitando a criança exercer a sua autonomia com segurança. Tomadas / Fiação – é ideal que estejam acima do alcance das crianças e, quando não for possível, que sejam resguardadas por protetores apropriados e estejam ocultas por mobiliário. Atenção ainda aos aparelhos conectados a elas. Além do risco de choques elétricos, eles oferecem o risco de quedas do próprio objeto e de tropeços para crianças e adultos. Assegure- se de que estejam em local firme e, tanto o aparelho quanto o fio, fora do alcance das crianças. N “Mas cismamos em determinar o caminho para ser por elas (crianças) seguido, sem reconhecer que elas pensam, investem, contemplam e poderão traçá-lo.” Manoel de Barros
  • 16. 16 Sempre que possível, o mobiliário deve ser fixado na parede. Fios, cordas – qualquer fio ou corda deve estar fora do alcance das crianças, pois há o risco de enforcamento e, quando utilizados em atividades, a supervisão deve ser feita durante toda a execução das mesmas. Cortinas – devem ser evitadas. Acumulam poeira e podem desprender- se. Quando indispensáveis, precisam ser frequentemente lavadas. As persianas plásticas são de fácil limpeza. Sacos plásticos - apesar de fazerem parte do cotidiano e dos pertences da criança, exigem de nós total atenção, pois podem causar sufocamento. Murais – são importantes veículos de comunicação, porém é preciso prestar atenção às miudezas que nele são fixadas. Alfinetes, grampos, tachinhas, imãs pequenos etc. não devem ser usados, nem mesmo em murais altos. Recomendamos o uso de fitas adesivas sempre. Portas oferecem riscos e requerem cuidado no manejo: *Portas que separam espaços de acesso exclusivo de adultos devem estar sempre trancadas. Os trincos das portas devem estar fora do alcance das crianças. *Há boas opções de protetores de borracha para as portas, assim como ganchos, que protegem a criança de batidas bruscas. Atenção para que sejam colocados também fora do alcance das crianças. * O sistema de meia porta reduz a necessidade do abrir e fechar, pois favorece a visibilidade, a ventilação e delimita o espaço. * Atenção redobrada às chaves. O ideal é mantê-las em um claviculário, longe do alcance das crianças.
  • 17. 17 Desinfecção do fraldário e da banheira - deve ser feita sistematicamente a cada troca de fralda com solução adequada – um litro de água e um copinho de água sanitária ou álcool a 70%. Além da desinfecção, é importante forrar o trocador com papel descartável a cada troca de fraldas. Sono das crianças: * Em caso de berços, os lençóis precisam estar bem ajustados ao colchão, evitando que o rosto do bebê possa ser encoberto. * Mantenha o colchão do berço na graduação mais baixa possível, evitando quedas. * Cada criança deverá ter seu próprio lençol que será utilizado sempre que necessário e, quando retirado, deverá ser guardado em um saco protetor. * Os berços poderão ser usados por mais de uma criança, porém em horários diferenciados, desde que a troca de lençóis seja respeitada. * Roupas de cama precisam ser lavadas na maior frequência possível. O correto é que sejam lavadas diariamente e trocadas sempre que houver necessidade. * Tanto berços como colchonetes devem manter uma distância de, aproximadamente, 90 cm entre eles, permitindo a passagem de um adulto. * No caso de colchonetes, deite as crianças no mesmo sentido, evitando que rostos e pés se encontrem. * Dê preferência aos colchonetes de 10 cm de espessura, pelo menos, feitos de espuma resistente , evitando a proximidade da criança com o chão,
  • 18. 18 * Os colchonetes precisam ser higienizados diariamente. Use para isto a solução adequada - um litro de água e um copinho de água sanitária ou álcool a 70%. * Ao guardar os colchonetes, retire e guarde os lençóis em local apropriado. Você poderá empilhá-los, sem esquecer que precisarão ser higienizados antes do próximo uso. * Procure forrar o chão com alguma superfície lavável antes de estender os colchonetes. Isto facilitará a higienização dos mesmos. * A supervisão do adulto é obrigatória em todos os momentos do dia, com especial atenção à hora do sono das crianças. * Atenção redobrada para objetos que possam ser utilizados como degraus, inclusive dentro do berço. Evite o uso destes objetos sem supervisão dos adultos. Portanto, mantenha-os fora do alcance das crianças. Tendo em vista que os brinquedos precisam estar na sala frequentada pela criança, deve ser parte da rotina diária a atenção à limpeza dos mesmos, assim como à limpeza de chupetas, mamadeiras etc. Você pode usar a mesma fórmula de desinfecção usada no fraldário. Durante este momento, cada item deve ser criteriosamente vistoriado, para detectar avarias que comprometam a segurança da criança. Efetuar a limpeza de materiais pessoais, mamadeiras e chupetas todas as vezes que forem utilizadas; brinquedos, tecidos, fantoches etc. devem ser lavados, no mínimo, semanalmente. Carrinhos que trazem os bebês às creches e, portanto circulam na rua, não podem adentrar o espaço do berçário. Ralos precisam estar sempre fechados e limpos.
  • 19. 19 Lixeiras devem ser pequenas, para que o lixo seja rapidamente descartado. Devem ser lavadas constantemente e mantidas longe do alcance das crianças. Aparelhos de ar-condicionado e ventiladores retêm e expelem muita poeira e necessitam ser constantemente limpos. Atenção especial ao filtro do ar condicionado. O ambiente arejado e com luz natural é sempre mais saudável. Procure variar bastante os espaços que as crianças ocupam durante o dia, fazendo diferentes propostas: ora abrindo as janelas para entrar ar fresco, ora ligando os ventiladores e/ou aparelhos de ar condicionado. Se o calor for intenso, permaneça com o aparelho de ar ligado, mas leve as crianças para tomar ar em área externa quando for conveniente e mais fresco. A iluminação natural é sempre mais adequada para todos. Além do Banho de Sol diário, antes das 10h e após as 16h, é importantíssimo colocar no planejamento momentos em que a criança desenvolva atividades ao ar livre. Sons * a música precisa estar sempre a favor do trabalho pedagógico. Entretanto, o som não deve estar tão alto que não permita às crianças falarem e ouvirem umas às outras. A seleção musical deve ser adequada à faixa etária. * especialmente nos momentos de repouso e alimentação das crianças, procure sempre evitar o som alto e dispersivo e/ou ruídos estridentes. * procure sempre se dirigir às crianças com voz calma e acolhedora, transmitindo segurança e proteção. Redes de proteção nas janelas e vãos da creche tornam o espaço mais seguro, mas precisam ser constantemente limpos e revisados (rede e ganchos).
  • 20. 20 Odores - Produtos com cheiros fortes, por exemplo, os de limpeza, devem ser usados quando as crianças não estiverem presentes. Deixar ao alcance das crianças apenas aquilo que elas podem manusear sem riscos. Tenha o máximo de vigilância com tesouras, vassouras, produtos de limpeza (estes devem ser guardados fora da sala das crianças e fora do alcance delas) etc. Faça uma análise criteriosa dos livros e brinquedos que serão disponibilizados. As cerâmicas da creche (paredes e pisos) exigem manutenção constante em caso de rachaduras e quebras. Todas as quinas devem ser abauladas ou revestidas com material protetor. Pisos antiderrapantes diminuem o risco de quedas para crianças e adultos se, por acaso, o piso de sua creche escorrega, evite sempre a passagem por áreas úmidas e em manutenção. O piso ideal para o berçário é o anti- impacto. Objetos pessoais (pentes, sabonetes, toalha, escova de dente etc.) devem ser guardados em compartimentos individuais e fechados. Devem estar sempre limpos e identificados. Procure selecionar brinquedos e materiais apropriados e seguros para cada grupo. Atenção às partes que possam soltar. Retire aqueles que estão quebrados. Recomenda-se cuidado redobrado com a presença de plantas no espaço frequentado pela criança. Algumas contêm espinhos e outras podem causar mal à saúde, quando ingeridas ou ao simples toque. Procure informações sobre as melhores opções junto às instituições competentes.
  • 21. 21 Cuidados COM A CRIANÇA ovimento é uma das palavras que melhor define a explosão de descobertas que acontece no mundo infantil, na fase de zero aos três anos e onze meses. É principalmente através dele que a criança se comunica e se relaciona com o mundo. Cada novidade é um desafio a ser explorado, sem receios, sem medos. Mas ela precisa de segurança e proteção em todos os momentos do dia. Esta atitude saudável requer de nós incentivo e atenção. No contato com a criança, o educador precisa estar sempre vigilante. Crianças não podem ficar desacompanhadas nunca, nem quando estão dormindo. Precisamos estar presentes, atentos e observando-as constantemente para detectar qualquer evento, tal como um engasgo inesperado ou uma febre repentina para podermos agir em tempo hábil. M “Mas não será fácil ser criança... Há ilimitadas coisas para suspeitar e muitas para adivinhar. As cores trocam de nuances, as nuvens se movem sempre, os sons trocam de tons, o dia se faz noite, as estrelas dormem com a luz do sol, as chuvas caem do nada, a curiosidade pela língua dos animais, o trajeto incontrolável do tempo e o vazio vão até o muito longe.” Manoel de Barros
  • 22. 22 Precisamos compreender que é normal a criança pequena morder. Apesar de ser parte do desenvolvimento, os adultos precisam estabelecer limites claros, impedindo, de forma calma, paciente e sempre que possível, que elas aconteçam. Conversar muito com a criança para que ela perceba que, é através do diálogo que melhor resolvemos nossos conflitos. No exercício das suas funções com as crianças, não dirija a sua atenção para outras atividades como, por exemplo, conversando com outras pessoas ou falando ao celular. Estas ações dificultam ou impossibilitam a atenção à criança, colocando em risco a sua segurança. Observar, junto com outro educador, as condições em que as crianças chegam e registrar sempre possíveis anormalidades, alertando os pais imediatamente. Registrar quaisquer situações que ocorram com as crianças na creche em agenda, para ciência dos pais. Uma atitude que demonstra o nosso respeito pela criança é sempre pedirmos licença para tocarmos o seu corpo, explicando o objetivo de cada gesto. As crianças têm maior necessidade de beber água que o adulto, uma vez que têm maior percentual de água corporal. Portanto, devemos sempre oferecer água para elas. Devemos também criar recursos para que as maiores se sirvam com autonomia, incentivando-as sempre, pois no meio das brincadeiras, dificilmente elas se lembram de parar para beber água. Higiene do nariz – utilizar lenços descartáveis, pois a prática da higiene nasal evita o surgimento de doenças. Aproveite para ensiná-las a cuidar de si, disponibilizando lenços de papel quando solicitado por elas, mas supervisione bem
  • 23. 23 estas ações, sem esquecer que, em seguida, é preciso lavar as mãos. Nunca utilizar sabonete, xampu, remédios, de uma criança em outra. Mamadeiras e chupetas são exclusivamente de uso individual. Todo o material deve estar marcado com o nome de cada criança. As escovas de dente devem dispor de protetores que impeçam o contato de uma com a outra e devem ser guardadas separadamente. O momento da refeição é importante para a criação de hábitos saudáveis, entre eles o de comer sentado à mesinha ou à cadeirinha. Durante a refeição, cada criança deve comer somente de seu prato, utilizando talheres e copos individuais e previamente higienizados. Os alimentos devem ser servidos em temperatura adequada para a criança. A prática de o adulto soprar o alimento deve ser abolida, por conta da vasta disseminação de micro-organismos. Caso seja necessário, incentive a própria criança a soprar sua comida. O ideal é ensinar à criança a esperar um pouquinho até que o alimento esteja na temperatura ideal para ser ingerida. Nunca adiar a troca de fraldas, que deverá ser realizada de acordo com a necessidade individual da criança e nunca em horários predeterminados. Higienizar as partes íntimas das crianças da frente para trás com algodão umedecido em água e, quando houver necessidade, lavá-las com sabão. Você sabia... Que a troca de escova de dente é recomendável sempre que as cerdas estão desalinhadas?
  • 24. 24 Os lenços de papel umedecidos são uma opção, porém contém conservantes que podem provocar assaduras. A higiene oral deve fazer parte da rotina. Vale à pena buscar parcerias com os serviços de saúde para obter esclarecimentos sobre o método adequado a cada grupamento. Banho - O banho é um ato de afeto, que deve ser feito com calma. É um momento precioso, onde um adulto interage individualmente com uma criança. Este momento deve ser de muita conversa, de olho no olho, de brincadeiras com a água: * Antes de começar o banho, deixe todos os objetos à mão; * Não utilize esponjas; * Dê preferência ao sabonete líquido; * Deve-se ter sempre uma mão segurando a criança; * Sempre verifique a temperatura da água do banho com a face interna do antebraço, para evitar queimaduras nas crianças. * Não use talco, pois pode provocar alergias e sufocamento. * Banheira é a principal causa de afogamento em crianças pequenas. NUNCA DEIXE A CRIANÇA SOZINHA, NEM POR “UM SEGUNDO”! ACIDENTES OCORREM RAPIDAMENTE! * O banho de chuveiro para as crianças maiores deve ser protegido por material antiderrapante que deve ser mantido sempre limpo, para evitar o acúmulo de germes. Ao final, enxugar bem entre os dedos dos pés e das mãos, assim como as dobrinhas, evitando as assaduras. O sono é indispensável para o desenvolvimento das crianças. Porém a sua necessidade muda de criança para criança e de acordo com a idade delas. O sono da tarde tem características próprias, portanto não devemos recriar um ambiente noturno, completamente escuro e totalmente silencioso. A criança
  • 25. 25 precisa conviver com os barulhos naturais do ambiente. Sugere-se apenas quebrar a luminosidade e diminuir o ritmo de toda a creche para que as crianças sintam-se convidas a descansar, a relaxar. A relação afetuosa entre todos da creche contribui para o desenvolvimento da criança. Porém, em bebês, o beijo deve ser substituído por outras formas de estímulo e carinho. .
  • 26. 26
  • 27. 27 DE MÃOS DADAS COM A COMUNIDADE parceria com a comunidade é imprescindível para o trabalho educativo. Procure criar espaço de trocas, parcerias e esclarecimentos sobre: Prevenção e tratamento de doenças e infestações. A importância da manutenção de unhas limpas e curtas, também para os adultos em constante contato com crianças. Muitos familiares demonstram o seu afeto através de “bitoquinhas” (beijinhos na boca) nas crianças, hábito que devemos desestimular. A promoção de hábitos saudáveis na alimentação, evitando o consumo excessivo de guloseimas tais como salgadinhos, refrigerantes, balas, chicletes, doces, frituras, principalmente nos horários de entrada e saída da creche, pois oferecemos um cardápio rico e diversificado para todos nestes horários. O incentivo ao uso da agenda é fundamental. Além de estreitar os vínculos entre a instituição e a família, legitima as orientações e solicitações de ambas as partes e faz com que os momentos de chegada e saída transcorram mais tranquilos e atinjam verdadeiramente seu objetivo que é a acolhida afetuosa. A “Uso a palavra para compor os meus silêncios. Não gosto das palavras fatigadas de informar. Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo. Entendo bem o sotaque das águas.” Manoel de Barros
  • 28. 28 Estabelecer acordos com a comunidade relativos aos procedimentos na hora da entrada e saída da creche. É preciso manter diálogos criando a consciência de cada responsável em não mandar o filho doente à creche. As doenças infectocontagiosas devem ser prontamente informadas à direção. Trabalhar com a comunidade escolar assuntos relativos à medicação, contágios, contaminação e bons hábitos de saúde. É necessário o afastamento da criança quando esta apresentar qualquer problema de saúde, evitando riscos com relação ao conjunto de crianças que frequentam a creche. Além disso, a criança doente necessita de cuidados especiais, repouso e acolhimento dos responsáveis, em um ambiente mais tranquilo e apropriado à sua recuperação. É necessário que os responsáveis saibam da importância de providenciarem para que os horários de medicação não coincidam com os horários em que a criança está na creche. Quando é imprescindível, a primeira opção é que a família sempre indique alguém (por escrito, na agenda da criança) que possa comparecer à creche no horário correto e ministrar o medicamento. Pode ser uma tia, avó ou outra pessoa de confiança dos responsáveis. No caso de não haver nenhuma possibilidade de indicação de uma pessoa, a direção da creche administrará os medicamentos de via oral. Para que isto aconteça, cabe às famílias: * Apresentação de receita médica com data atual, onde deverá estar escrito, pelo(a) médico(a), o nome da criança, o nome do remédio e a dosagem indicada. A cópia da receita deve permanecer na creche. * Registro, na agenda, das orientações quanto à medicação (horário, dosagem, cuidados com a conservação do medicamento...), com a assinatura do responsável.
  • 29. 29 * Na entrega do remédio, atentar para o prazo de validade. * A embalagem deve estar identificada com nome e sobrenome da criança e respectiva turma. *Verificação, ao final do dia, se os remédios estão sendo devolvidos. É essencial uma articulação da instituição educativa com as unidades de saúde da região. Estas parcerias auxiliam e reforçam o trabalho desenvolvido pelos educadores, objetivando ampliar ainda mais o acesso da comunidade aos bens de saúde e educação. Articule-se com seus parceiros!
  • 30. 30
  • 31. 31
  • 32. 32
  • 33. 33 PRIMEIROS CUIDADOS Nossa ação é sempre na busca de prevenção aos acidentes e situações que possam provocar riscos às crianças. Mas precisamos também conhecer o que fazer para auxiliá-las caso algo inesperado aconteça. Vejamos algumas condutas essenciais ao bem estar da criança em algumas situações de risco:  Engasgo e aspiração de corpo estranho: Corpo estranho é qualquer objeto ou substância que entra no corpo humano indevidamente. Pode ser através da ingestão ou colocado pelas próprias crianças nas cavidades (nariz, ouvido) do corpo, e apresenta maior risco quando é aspirado para o pulmão. Qualquer objeto pode tornar-se um corpo estranho no sistema respiratório, e a maior suspeita de que o acidente ocorreu é o engasgo. Isto acontece quando a criança está comendo ou com um objeto na boca, principalmente objetos com pequenas peças. Esta é uma das razões pelas quais não os recomendamos nas instituições de Educação Infantil. Estas situações ocorrem mais frequentemente na faixa etária de um a três anos de idade. É preciso ter atenção especial na oferta de alimentos. A criança pequena ainda não controla adequadamente a mastigação e a deglutição, tornando o engasgo mais frequente . Por esta razão, a oferta de alguns alimentos como amendoim, milho, pipoca, apresentam maior risco para a aspiração. Algumas recomendações são importantes para evitar aspiração de corpo estranho na alimentação:  Ofereça alimentos em pedaços pequenos, de acordo com cada faixa etária. Ensine as crianças a mastigar bem os alimentos.  Evite alimentos como sementes, amendoim, balas duras e outros que possam favorecer o engasgo.
  • 34. 34  A criança deve alimentar-se sempre sentada. Não ofereça alimentos enquanto elas correm, andam ou brincam. *Como reconhecer o engasgo? Tosse persistente, chiado no peito, falta de ar súbito, rouquidão, lábio e unhas arroxeadas, são sinais sugestivos de que pode ter ocorrido aspiração de corpo estranho. * O que fazer? Técnica de desobstrução das vias aéreas; Crianças menores de um ano: Segure a criança com a cabeça mais baixa, apoiada em um dos braços, sobre a perna. Mantenha as vias aéreas livres. Dê cinco percussões com a mão nas costas (entre as escápulas). Após, vire a criança de barriga para cima e dê cinco compressões no tórax. Repita estas manobras até que a criança consiga expelir o corpo estranho. (vide figura). Se você conseguir visualizar o corpo estranho na boca da criança, retire-o com cuidado. Não coloque o dedo na boca às cegas, pois pode empurrar o corpo estranho para regiões mais baixas das vias aéreas e piorar o quadro de obstrução
  • 35. 35 Maiores de um ano: Manobra de Heimlich Posicione-se por trás da criança e aplique pressão abaixo das costelas, com sentido para cima, até que o corpo estranho seja deslocado das vias aéreas para a boca e expelido. Não comprima as costelas. (vide figura)  Queimaduras Todas as queimaduras devem ser tratadas imediatamente. Em muitos casos elas são dolorosas e deixam sequelas. A queimadura por líquido quente é a principal causa em crianças menores de cinco anos, logo, a prevenção é a medida mais eficaz.  Preparo do banho: a temperatura ideal para o banho do bebê deve ser testado com a face interna do antebraço do educador, antes de coloca-lo na banheira. A criança maior não deve regular a temperatura do chuveiro ou da água da banheira sozinha.  Não esquente as mamadeiras no forno de micro-ondas, pois há riscos graves de queimaduras da boca e da garganta. Verifique a temperatura dos alimentos antes de oferecê-los.
  • 36. 36  Tomadas e fios desencapados representam risco de choque elétrico.  Cozinha não é lugar de criança.  Álcool e outros combustíveis devem estar longe do alcance das crianças. Primeiros cuidados: Até que se tenha atendimento médico, algumas medidas são importantes:  Retire as roupas que cobrem a área queimada. Se a roupa estiver grudada, lave a região com água limpa até que o tecido possa ser retirado delicadamente sem aumentar a lesão.  Coloque na área queimada água limpa e fria, porém não gelada, para aliviar a dor. Esta vai limpar aferida, diminuir a dor e reduzir a formação do edema posteriormente.  Envolva a região em pano limpo e procure atendimento médico.  Não use gelo nas queimaduras, não fure as bolhas, não coloque qualquer substância em cima da queimadura sem orientação médica, pois pode favorecer infecção.  No caso de queimadura elétrica, desligue o interruptor, remova a criança do condutor, verifique os sinais vitais (respiração, pulsos), resfrie as lesões com água fria e encaminhe ao serviço médico. QUEDAS  As quedas são as principais causa de atendimento de crianças de 0 a 9 anos de idade nas unidades de saúde.  Cair faz parte do desenvolvimento da criança, porém medidas de prevenção são importantes para evitar acidentes graves.
  • 37. 37  A supervisão de um adulto é essencial, pois a maioria das quedas está associada à ausência de um cuidador.  Ao atender uma criança mantenha-se calmo para passar tranquilidade para ela.  Observe a altura de onde a criança caiu, a região do corpo que recebeu o impacto da queda, o local aonde a criança caiu e como a criança está reagindo.  Sonolência, desorientação, estrabismo, pupilas de tamanhos desiguais, saída de líquido ou sangue pelo nariz ou ouvido, vômitos, são sinais de gravidade, necessitando entrar em contato com serviço médico para remoção da criança. CONVULSÃO INFANTIL  As convulsões são um transtorno neurológico súbito e transitório. Convulsão pode ser um sinal de várias doenças.  A causa mais comum de convulsão entre crianças de 6 meses a 5 anos é a febril. Esta geralmente dura poucos minutos e cessa sem necessidade de medicamentos específicos. No momento da convulsão, a criança pode apresentar-se de várias maneiras:  Olhar alheio ao meio, virada de olhos, movimentação de mãos e pés, piscar de olhos, tremores, lábios e extremidades arroxeadas, entre outros. Após a convulsão a criança pode voltar ao normal rapidamente ou ficar sonolenta.
  • 38. 38 Como a crise convulsiva costuma ser um momento muito estressante para quem está observando, a pessoa que vai atender a criança deve manter-se calma. Medidas de proteção para a criança devem ser realizadas no momento da crise:  Deitar a criança evitando quedas e traumas  Afrouxar as roupas  Observar a respiração  Proteger a cabeça da criança com a mão, roupa ou travesseiro.  Lateralizar a cabeça para evitar que a criança aspire saliva ou vômito.  Limpar as secreções que se acumulam na boca para facilitar a respiração, porém não coloque o dedo dento da boca da criança, pois esta pode feri-lo.  Não ofereça nada pela boca (líquidos, remédios) no momento da crise. Entre em contato com um serviço de emergência para posterior atendimento e orientação. OS ACIDENTES MAIS FREQUENTES DE ACORDO COM A IDADE  0 A 1 ano – quedas (trocador, cama, colo), asfixia, aspiração de corpo estranho, intoxicação, queimaduras.  2 a 4 anos – quedas, asfixia, sufocação, afogamento, choque elétrico, intoxicações. Saiba mais: Crianças e Adolescentes Seguros. Guia Completo para Prevenção de Acidentes e Violências. Sociedade Brasileira de Pediatria. Coordenadores: Renata D. Waksman, Regina M. C. Gikas e Wilson Maciel. Editora: Publifolha, 2005.
  • 39. 39 IMAGENS QUE ILUSTRAM O MATERIAL Pesquisadas em 04.06.2010 http://reysdennys.blogspot.com/2008/09/provrbios-sobre- gua.html http://midiasuesb.blogspot.com/2010_02_01_archive.html http://www.duasasas.com/wp- content/uploads/2009/04/maos2.jpg hhttp://nossomundinhoperfeito.blogspot.com/2009/08/copos- descartaveis-podem-causar-cancer.html http://enfermagembrasileira.blogspot.com/2007_06_01_archive. html http://www.imoveisdemetrio.com.br/casa%20colorir%20desenho% 20para%20colorir%20de%20casa.png http://entrejobs.blogspot.com/2009/12/um-pouco-de-geometria- e-fita-adesiva.html http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/bem-estar- sono/imagens/sono.jpg http://solidariedadeined.blogspot.com/2008/01/recolha-de- brinquedos.html http://1.bp.blogspot.com/_jboPha_vt4U/SZQfavIkQdI/AAAAAA AAA_w/fGZsWkS6r1A/s400/sol.jpg http://babyrus3.blogspot.com/2009/05/os-primeiros-passos.html http://2.bp.blogspot.com/_JKhIwJV7ijw/S78qoZ3nWJI/AAAAA AAAAn4/sCbsQeAI2e0/s400/crian%C3%A7as+ao+redor+do+mun do.jpg http://wwwmeublogmeu.blogspot.com/2009_04_01_archive.html http://culturadigital.br/groups/ www.sbp.com.br www.sbp.com.br