A retórica, originada na Grécia antiga, tornou-se crucial na prática democrática, permitindo que cidadãos dominassem a arte de persuadir e argumentar. Os sofistas, incluindo Protagoras e Górgias, promoviam a teoria dos pontos de vista, contrastando com a filosofia tradicional que se baseava em dicotomias. Com o tempo, o desprezo pela retórica foi reforçado por correntes como o cristianismo e o positivismo, embora estudos contemporâneos a tenham reabilitado, enfatizando a interação entre orador e auditório na construção de argumentações.