SlideShare uma empresa Scribd logo
ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOÃO CRUZ
Assunto: Movimento Literário da Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil.
Tema: A Chegada da Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil.
Alunos e números: Gabriel dos Santos Oliveira nº 10
Gabriel Nunes Rosa nº 12
Henrique da Mota Ribeiro nº 14
Ítalo Delavechia do Carmo nº16
Letícia Gabrielly Glimm Chaves nº 40
Ronaldo Corrêa de Mesquita nº33
Série: 1º ano do Ensino Médio B
Professora: Maria Piedade Teodoro da Silva
Disciplina: Língua Portuguesa
Jacareí, 11 de novembro de 2013
I. INTRODUÇÃO
Esta pesquisa consiste em coletar informações sobre “A Literatura Informática e Jesuítica no Brasil “.O
objetivo então , apresentar o que é Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil, qual é a sua origem e a
sua finalidade e quais são suas características, com intuito de atingir os seguintes objetivos: buscar
explicar como e quando a Literatura Informativa e Jesuítica surgiu no Brasil, além de quem representou
o movimento e para quem foi apresentado.
A Literatura Informativa e Jesuítica surgiu no Brasil durante o Século XVI (ano de 1500), na época das
Grandes Navegações, em que o Brasil foi colonizado pelos portugueses. A Carta de El rei D. Manuel é
o primeiro de uma série de textos sobre o Brasil. São obras escritas quase sempre sem intenções
artísticas, mas de especial importância por registrarem as condições de vida e a mentalidade dos
primeiros colonizadores e habitantes da terra. A esses textos juntamente com textos de cunho
religiosos, como, poemas e peças teatrais, se convencionou chamar “Literatura Informativa sobre o
Brasil e Jesuítica”.
Grande parte de todos os escritos informativos descrevem o Brasil, pois retratam a riqueza da fauna e
da flora e sobre os índios e sua cultura. Esses documentos foram elaborados a partir de diários de
bordo, roteiros de navegação, Cartas a Coroa e crônicas históricas, são registros de grande importância
história, mas pouco relevantes como obras literárias.
A carta a El- Rei D. Manuel sobre a descoberta do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, membro da
esquadra de Pedro Álvares Cabral, é um dos primeiros textos escritos em terras brasileiras que relatam
acontecimentos e também o encontro com os índios; como é um dos poucos documentos que existem,
já que quase todas se perderam em um incêndio em Lisboa, Portugal, em 1755, consequência de um
terremoto a Carta de Caminha é o mais conhecido apontamento que sobreviveu ao tempo.
II. INFORMAÇÕES E ENSINAMENTOS RELIGIOSOS INAUGURAM A LITERATURA
BRASILEIRA
1. Literatura Informativa
A literatura informativa, reflexo que é das Grandes Navegações, empenha-se em fazer um
levantamento da “terra nova”, sua flora, sua fauna, sua gente. Daí ser uma literatura descritiva e, como
tal, de valor literário relativo. Seu valor histórico, no entanto, deve ser valorizado, pois esses
documentos são a única fonte de informação sobre o Brasil do século XVI. A seguir, se apresenta
alguns fragmentos representativos do documento considerado pela crítica como a “Certidão de
Nascimento do Brasil”:
O primeiro trecho da Carta se relaciona à descrição dos índios, suas características físicas. Nesse
trecho, descreve alguns indígenas e como se comportavam:
[...] Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem moças e bem gentes com
cabelos muito pretos compridos pelas espáduas, e suas vergonhas tão altas, tão
cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as muito bem olharmos não
tínhamos nenhuma vergonha.[...] (MAIA, 2003).
O segundo trecho também descreve alguns indígenas: seu comportamento e características:
[...] E daí houvemos vista d’homens, que andaram pela praia, de 7 ou 8,segundo
os navios pequenos disseram, por chegarem primeiro .A feição deles é serem
pardos, maneira d’ avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem
feitos .Andam nus, sem nenhuma cobertura, nem estimam nenhuma cousa cobriu
nem mostrar suas vergonhas .E estão acerca disso com tanta inocência como têm
em mostrar o rosto[...] (MAIA, 2003).
O terceiro trecho relata o comportamento dos portugueses ao chegarem ao Brasil:
[...] O capitão, quando eles veiam ,estavam assentado em uma cadeira e uma
alcatila aos pés por estiado, e bem vestido, comum colar d’ ouro mui grande ao
pescoço. Um deles, porém, pôs o olho no colar do capitão e começou d’ acenar
com a mão para a terra e depois para o colar,como que nos dizia que havia em
terra ouro. E também viu um castiçal de prata e assim mesmo acenava para a
terra e então para o cortical, como que havia também prata. [...] (MAIA, 2003).
O quarto trecho relata o comportamento e características de mulheres indígenas:
[...] E uma daquelas moças era toda tinta, de fundo a cima, daquela tintura, a
qual, certo, era tão bem feita e tão redonda a sua vergonha, que ela não tinha, tão
graciosa, que a muitas mulheres de nossa terra, vendo-lhes tais feições, fizera
vergonha, por não terem a sua como ela [...] (MAIA, 2003).
O quinto trecho relata o que os portugueses achavam sobre o que achavam sobre as riquezas do Brasil:
[...] Nela até agora não pudemos saber que haja ouro ,nem prata ,nem nenhuma
cousa de metal, nem de ferro; nem vimos .A terra ,porém ,em si ,é de muito bons
ares, assim frios e temperados como os d’ Antre Doiro e Minho ,porque nesse
tempo ´d’ agora assim os achávamos como os de lá. Águas são muitas, infindas.
E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar,dar-se-á nela tudo por
bem das águas que tem.Mas o melhor fruto que nela se pode fazer me parece que
será salvar esta gente.E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em
ela deve lançar [...] (MAIA, 2003).
2. Literatura Jesuítica
O melhor da produção literária do Quinhentismo surge na metade do século XVI, com a chegada dos
padres jesuítas no Brasil. Os textos desses religiosos, com fortes traços na cultura medieval,
representam manifestações de uma literatura mais organizada, seja pela cultura dos membros da
Companhia de Jesus, seja pelo cultivo de gêneros como a poesia e o teatro. É uma literatura
pedagógica, voltada à catequese, principalmente, por meio da produção escrita de José de Anchieta
nascido na ilha Tenerife Arquipélago das Canárias em 1534, que veio para o Brasil em 1553. Faleceu
no litoral do Espírito Santo.
Anchieta mostrou a primeira gramática do tupi-guarani; produziu poesias com o verso medieval, textos
para teatro, também de natureza, misturando a moral religiosa católica aos costumes indígenas.
Anchieta escreveu poemas de caráter religioso e com a estrutura clássica (verso de cinco ou sete
sílabas). Seus poemas eram fáceis de serem contados em cerimônias da Igreja. ”Trata – se de uma
poesia essencialmente indígenas, de conteúdo simples, direito e sem complexidade”. Com o objetivo de
catequizar os índios, Anchieta escreveu vários textos em língua tupi.
A seguir temos um exemplar da poesia religiosa de Anchieta.
Santa Inês
Cordeirinha
linda,
como folga o
povo
porque vossa
vinda
lhe dá lume
novo!
Cordeirinha
santa,
de Jesus querida,
Vossa santa vinda
o diabo espanta
Por isso vos
canta,
com prazer, o
povo,
porque vossa
vinda
lhe dá lume novo.
Nossa culpa
escura
fugirá depressa,
pois vossa cabeça
vem com luz tão
pura.
Vossa formosura
honra é do povo,
porque vossa
vinda
lhe dá lume novo.
Virginal cabeça
pola fé cortada
com vossa
chegada,
já ninguém
pereça.
Vinde mui
depressa
ajudar o povo,
pois com vossa
vinda
lhe dais lume
novo.
Vós sois,
cordeirinha,
de Iesu formoso,
mas o vosso
esposo
já vos fez rainha,
Também
padeirinha
sois de nosso
povo,
pois, com vossa
vinda,
lhe dais lume
novo. (MAIA,
2003).
III. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A chegada dos portugueses, no Brasil, pode ser comparada com outras descobertas históricas para a
humanidade, como a chegada do homem à lua: de um lado, uma grande descoberta e outras
culturas,costumes e de outro um grande passo para a ciência e para a humanidade.
O fragmento a ser representado abaixo, mostro o estranhamento entre os indígenas e os portugueses, e
compara com a primeira vez que o homem pisou à lua.
Abril De 1961. “A Terra É Azul” !. Essa Frase, Dita Pelo Astronauta Russo
Yúri Gagárin, Soou Como Uma Revelação. Jamais Havíamos Imaginado Morar
Num Planeta Azul. O Azul, De Alguma Forma, Nos Dava Nossa Identidade:
Terráqueos.
Julho De 1969. O Astronauta Norte-Americano Armstrong Prepara-Se Para
Pisar No Solo Lunar. Milhões De Pessoas Acompanhar Pela Tevê A Fantástica
Aventura. Antes De Por O Pé Na Lua, O Astronauta Diz Uma Frase Histórica:
“UM Pequeno Passo Para O Homem E Um Gigantesco Salto Para A
Humanidade”. E, Antes De Voltar Para O Planeta Azul, Ele Deixou No Solo
Lunar Esta Inscrição: “VINHEMOS Em Paz Em Nome De Toda A
Humanidade”. Ao Escrever “TODA A Humanidade”, Ele Esquecia A Velha
Competição Entre Russos E Norte-Americanos. Aquele Era Um Momento De
União Das Forças Humanas Para Superar Os Limites Do Mundo Conhecido.
A Emoção Desses Momentos Talvez Possa Ser Comparado Ao Espanto E Ao
Êxtase Vividos Pelos Espanhóis Ao Descobrirem A América E Pelos
Portugueses Ao Chegarem Ao Brasil Em 1500.
Você Já Imaginou? O Contato Com Os Nativos Nus, De Língua E Costumes
Estranhos, As Belezas Naturais, Os Animais, As Plantas E Os Frutos
Exóticos,Os Mistérios Da Terra Descoberta, A Possibilidade De Encontrar
Riquezas Tudo Isso Encantou E Assombrou Os Primeiros Europeus Que
Estiveram Em Nosso Continente. (CEREJA & MAGALHÃES, 2010)
Apesar desse episódio, a herança religiosa dos jesuítas ainda se encontra
manifesta em vários setores da nossa sociedade. Muitas escolas tradicionais do
país, bem como várias instituições de ensino superior espalhadas nos mais
diversos pontos do território brasileiro, ainda são administradas por setores
dirigentes da Igreja Católica. Somente no século XIX, foi que as escolas laicas
passaram a ganhar maior espaço no cenário educacional brasileiro. (Disponível
em http://www.mundoeducacao.com/ >Acesso em 20 de novembro de 2013).
IV. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BOSI, Alfredo, História Consista da Literatura Brasileira. São Paulo: Pensamento - Cultrix, 1994
CEREJA, Willian Roberto, Português - Linguagens 1. São Paulo: Saraiva, 2010.
MAIA, João, Português Maia, São Paulo: Ática: 2003
BARRETO, Português – Ser Protagonista. São Paulo: Edições SM, 2010
TERRA, Ernani. NICOLA, José de. Língua, Literatura e Redação. São Paulo: Scipione, 1997
Enciclopédia Wikipedia. Disponível em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_informa%C3%A7%C3%A3o >Acesso em 20 de novembro
de 2013
Revista online Mundo Educação. Disponível em http://www.mundoeducacao.com/ >Acesso em 20 de
novembro de 2013.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

1D - Literatura informativa e jesuitica
1D - Literatura informativa e jesuitica1D - Literatura informativa e jesuitica
1D - Literatura informativa e jesuitica
Gabriel Alves
 
Literatura informativa e jesuitica
Literatura informativa e jesuiticaLiteratura informativa e jesuitica
Literatura informativa e jesuitica
Jonathan Xavier
 
Quinhentismo
Quinhentismo Quinhentismo
Quinhentismo
Cláudia Heloísa
 
Escolas Literárias - Quinhentismo
Escolas Literárias - QuinhentismoEscolas Literárias - Quinhentismo
Escolas Literárias - Quinhentismo
Lara Lídia
 
Literatura de informação
Literatura de informaçãoLiteratura de informação
Literatura de informação
Elizabeth Vicente da Silva
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Dimas Junior
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Aula 1 quinhentismo
Aula 1  quinhentismoAula 1  quinhentismo
Aula 1 quinhentismo
LIRIANY CORREIA COSTA
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Andriane Cursino
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Josi Motta
 
Literatura de Informação e Jesuítica
Literatura de Informação e JesuíticaLiteratura de Informação e Jesuítica
Literatura de Informação e Jesuítica
CrisBiagio
 
Autores do Quinhentismo
Autores do QuinhentismoAutores do Quinhentismo
Autores do Quinhentismo
Karina Moreira
 
Literatura jesuítica
Literatura jesuíticaLiteratura jesuítica
Literatura jesuítica
Universidad Nacional de Misiones
 
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi xviii)
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi   xviii)Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi   xviii)
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi xviii)
Márcio Hilário
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Ana Paula Brisolar
 
Eubiose 16 out-2013 brasilia misterios de sua fundacao
Eubiose 16 out-2013 brasilia misterios de sua fundacaoEubiose 16 out-2013 brasilia misterios de sua fundacao
Eubiose 16 out-2013 brasilia misterios de sua fundacao
Numeric Contadores
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Izabel Antunes
 
Quinhentismo brasileiro
Quinhentismo brasileiroQuinhentismo brasileiro
Quinhentismo brasileiro
Gabriella Lima
 
Brasil: Cinco Séculos de História vol. 1 - Parte 1
Brasil: Cinco Séculos de História vol. 1 -  Parte 1Brasil: Cinco Séculos de História vol. 1 -  Parte 1
Brasil: Cinco Séculos de História vol. 1 - Parte 1
Gabriela Rezende Freire
 
Quinhentismo no Brasil
Quinhentismo no BrasilQuinhentismo no Brasil
Quinhentismo no Brasil
Lana Delly Nascimento
 

Mais procurados (20)

1D - Literatura informativa e jesuitica
1D - Literatura informativa e jesuitica1D - Literatura informativa e jesuitica
1D - Literatura informativa e jesuitica
 
Literatura informativa e jesuitica
Literatura informativa e jesuiticaLiteratura informativa e jesuitica
Literatura informativa e jesuitica
 
Quinhentismo
Quinhentismo Quinhentismo
Quinhentismo
 
Escolas Literárias - Quinhentismo
Escolas Literárias - QuinhentismoEscolas Literárias - Quinhentismo
Escolas Literárias - Quinhentismo
 
Literatura de informação
Literatura de informaçãoLiteratura de informação
Literatura de informação
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Aula 1 quinhentismo
Aula 1  quinhentismoAula 1  quinhentismo
Aula 1 quinhentismo
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Literatura de Informação e Jesuítica
Literatura de Informação e JesuíticaLiteratura de Informação e Jesuítica
Literatura de Informação e Jesuítica
 
Autores do Quinhentismo
Autores do QuinhentismoAutores do Quinhentismo
Autores do Quinhentismo
 
Literatura jesuítica
Literatura jesuíticaLiteratura jesuítica
Literatura jesuítica
 
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi xviii)
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi   xviii)Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi   xviii)
Primeiras manifestações literárias no Brasil (séc. xvi xviii)
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Eubiose 16 out-2013 brasilia misterios de sua fundacao
Eubiose 16 out-2013 brasilia misterios de sua fundacaoEubiose 16 out-2013 brasilia misterios de sua fundacao
Eubiose 16 out-2013 brasilia misterios de sua fundacao
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Quinhentismo brasileiro
Quinhentismo brasileiroQuinhentismo brasileiro
Quinhentismo brasileiro
 
Brasil: Cinco Séculos de História vol. 1 - Parte 1
Brasil: Cinco Séculos de História vol. 1 -  Parte 1Brasil: Cinco Séculos de História vol. 1 -  Parte 1
Brasil: Cinco Séculos de História vol. 1 - Parte 1
 
Quinhentismo no Brasil
Quinhentismo no BrasilQuinhentismo no Brasil
Quinhentismo no Brasil
 

Destaque

REALISMO E NATURALISMO
REALISMO E NATURALISMOREALISMO E NATURALISMO
Iracema de alencar
Iracema de alencarIracema de alencar
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Italo Delavechia
 
A hora da_estrela
A hora da_estrelaA hora da_estrela
Classe gramatical 2014
Classe gramatical 2014Classe gramatical 2014
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Diferenças entre cartum charge e tira
Diferenças entre cartum charge e tiraDiferenças entre cartum charge e tira
Diferenças entre cartum charge e tira
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 

Destaque (7)

REALISMO E NATURALISMO
REALISMO E NATURALISMOREALISMO E NATURALISMO
REALISMO E NATURALISMO
 
Iracema de alencar
Iracema de alencarIracema de alencar
Iracema de alencar
 
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
 
A hora da_estrela
A hora da_estrelaA hora da_estrela
A hora da_estrela
 
Classe gramatical 2014
Classe gramatical 2014Classe gramatical 2014
Classe gramatical 2014
 
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
 
Diferenças entre cartum charge e tira
Diferenças entre cartum charge e tiraDiferenças entre cartum charge e tira
Diferenças entre cartum charge e tira
 

Semelhante a LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA

Quinhentismo.ppt
Quinhentismo.pptQuinhentismo.ppt
Quinhentismo.ppt
JuniorPereira834478
 
Quinhentismo 140730131250-phpapp01 (1)
Quinhentismo 140730131250-phpapp01 (1)Quinhentismo 140730131250-phpapp01 (1)
Quinhentismo 140730131250-phpapp01 (1)
PRISCILA LIMA
 
PêRo Vaz De Caminha Escreveu Um Texto Que é Considerado
PêRo Vaz De Caminha Escreveu Um Texto Que é ConsideradoPêRo Vaz De Caminha Escreveu Um Texto Que é Considerado
PêRo Vaz De Caminha Escreveu Um Texto Que é Considerado
guestc974ab
 
Quinhentismo..ppt
Quinhentismo..pptQuinhentismo..ppt
Quinhentismo..ppt
RICKzn
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
Estampa Cia
 
Quinhentismo i
Quinhentismo iQuinhentismo i
Quinhentismo i
Nádia França
 
88888888888888888888888888888663342.pptx
88888888888888888888888888888663342.pptx88888888888888888888888888888663342.pptx
88888888888888888888888888888663342.pptx
LEANDROSPANHOL1
 
Lista de exercícios sobre o Quinhentismo
Lista de exercícios sobre o QuinhentismoLista de exercícios sobre o Quinhentismo
Lista de exercícios sobre o Quinhentismo
Paula Meyer Piagentini
 
O Quinhentismo
O QuinhentismoO Quinhentismo
O Quinhentismo
hsjval
 
LITERATURA BRASILEIRA QUINHENTISMO.pdf
LITERATURA BRASILEIRA QUINHENTISMO.pdfLITERATURA BRASILEIRA QUINHENTISMO.pdf
LITERATURA BRASILEIRA QUINHENTISMO.pdf
JoannaCavalcante1
 
Apresentação i fcina_cronistas
Apresentação i fcina_cronistasApresentação i fcina_cronistas
Apresentação i fcina_cronistas
PortuguesIFSC
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
colveromachado
 
quinhentismo no brasil.pptx
quinhentismo no brasil.pptxquinhentismo no brasil.pptx
quinhentismo no brasil.pptx
Maria192272
 
Cronistas do descobrimento
Cronistas do descobrimentoCronistas do descobrimento
Cronistas do descobrimento
Laboratório de Informática
 
Cronistas do Descobrimento
Cronistas do DescobrimentoCronistas do Descobrimento
Cronistas do Descobrimento
Laboratório de Informática
 
Jornalismo literário no brasil
Jornalismo literário no brasilJornalismo literário no brasil
Jornalismo literário no brasil
1960RobertoNicolato
 
Origens da literatura brasileira.ppt
Origens da literatura brasileira.pptOrigens da literatura brasileira.ppt
Origens da literatura brasileira.ppt
MichellyMadalena1
 
origens-da-literatura-brasileira 201.ppt
origens-da-literatura-brasileira 201.pptorigens-da-literatura-brasileira 201.ppt
origens-da-literatura-brasileira 201.ppt
MarcosAndr619069
 
Literaturadeinformao 100813150537-phpapp02
Literaturadeinformao 100813150537-phpapp02Literaturadeinformao 100813150537-phpapp02
Literaturadeinformao 100813150537-phpapp02
lukinha01
 
Lit.informativa
Lit.informativaLit.informativa
Lit.informativa
Quezia Neves
 

Semelhante a LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA (20)

Quinhentismo.ppt
Quinhentismo.pptQuinhentismo.ppt
Quinhentismo.ppt
 
Quinhentismo 140730131250-phpapp01 (1)
Quinhentismo 140730131250-phpapp01 (1)Quinhentismo 140730131250-phpapp01 (1)
Quinhentismo 140730131250-phpapp01 (1)
 
PêRo Vaz De Caminha Escreveu Um Texto Que é Considerado
PêRo Vaz De Caminha Escreveu Um Texto Que é ConsideradoPêRo Vaz De Caminha Escreveu Um Texto Que é Considerado
PêRo Vaz De Caminha Escreveu Um Texto Que é Considerado
 
Quinhentismo..ppt
Quinhentismo..pptQuinhentismo..ppt
Quinhentismo..ppt
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Quinhentismo i
Quinhentismo iQuinhentismo i
Quinhentismo i
 
88888888888888888888888888888663342.pptx
88888888888888888888888888888663342.pptx88888888888888888888888888888663342.pptx
88888888888888888888888888888663342.pptx
 
Lista de exercícios sobre o Quinhentismo
Lista de exercícios sobre o QuinhentismoLista de exercícios sobre o Quinhentismo
Lista de exercícios sobre o Quinhentismo
 
O Quinhentismo
O QuinhentismoO Quinhentismo
O Quinhentismo
 
LITERATURA BRASILEIRA QUINHENTISMO.pdf
LITERATURA BRASILEIRA QUINHENTISMO.pdfLITERATURA BRASILEIRA QUINHENTISMO.pdf
LITERATURA BRASILEIRA QUINHENTISMO.pdf
 
Apresentação i fcina_cronistas
Apresentação i fcina_cronistasApresentação i fcina_cronistas
Apresentação i fcina_cronistas
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
quinhentismo no brasil.pptx
quinhentismo no brasil.pptxquinhentismo no brasil.pptx
quinhentismo no brasil.pptx
 
Cronistas do descobrimento
Cronistas do descobrimentoCronistas do descobrimento
Cronistas do descobrimento
 
Cronistas do Descobrimento
Cronistas do DescobrimentoCronistas do Descobrimento
Cronistas do Descobrimento
 
Jornalismo literário no brasil
Jornalismo literário no brasilJornalismo literário no brasil
Jornalismo literário no brasil
 
Origens da literatura brasileira.ppt
Origens da literatura brasileira.pptOrigens da literatura brasileira.ppt
Origens da literatura brasileira.ppt
 
origens-da-literatura-brasileira 201.ppt
origens-da-literatura-brasileira 201.pptorigens-da-literatura-brasileira 201.ppt
origens-da-literatura-brasileira 201.ppt
 
Literaturadeinformao 100813150537-phpapp02
Literaturadeinformao 100813150537-phpapp02Literaturadeinformao 100813150537-phpapp02
Literaturadeinformao 100813150537-phpapp02
 
Lit.informativa
Lit.informativaLit.informativa
Lit.informativa
 

Último

Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 

Último (20)

Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 

LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA

  • 1. ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOÃO CRUZ Assunto: Movimento Literário da Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil. Tema: A Chegada da Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil. Alunos e números: Gabriel dos Santos Oliveira nº 10 Gabriel Nunes Rosa nº 12 Henrique da Mota Ribeiro nº 14 Ítalo Delavechia do Carmo nº16 Letícia Gabrielly Glimm Chaves nº 40 Ronaldo Corrêa de Mesquita nº33 Série: 1º ano do Ensino Médio B Professora: Maria Piedade Teodoro da Silva Disciplina: Língua Portuguesa Jacareí, 11 de novembro de 2013
  • 2. I. INTRODUÇÃO Esta pesquisa consiste em coletar informações sobre “A Literatura Informática e Jesuítica no Brasil “.O objetivo então , apresentar o que é Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil, qual é a sua origem e a sua finalidade e quais são suas características, com intuito de atingir os seguintes objetivos: buscar explicar como e quando a Literatura Informativa e Jesuítica surgiu no Brasil, além de quem representou o movimento e para quem foi apresentado. A Literatura Informativa e Jesuítica surgiu no Brasil durante o Século XVI (ano de 1500), na época das Grandes Navegações, em que o Brasil foi colonizado pelos portugueses. A Carta de El rei D. Manuel é o primeiro de uma série de textos sobre o Brasil. São obras escritas quase sempre sem intenções artísticas, mas de especial importância por registrarem as condições de vida e a mentalidade dos primeiros colonizadores e habitantes da terra. A esses textos juntamente com textos de cunho religiosos, como, poemas e peças teatrais, se convencionou chamar “Literatura Informativa sobre o Brasil e Jesuítica”. Grande parte de todos os escritos informativos descrevem o Brasil, pois retratam a riqueza da fauna e da flora e sobre os índios e sua cultura. Esses documentos foram elaborados a partir de diários de bordo, roteiros de navegação, Cartas a Coroa e crônicas históricas, são registros de grande importância história, mas pouco relevantes como obras literárias. A carta a El- Rei D. Manuel sobre a descoberta do Brasil, de Pero Vaz de Caminha, membro da esquadra de Pedro Álvares Cabral, é um dos primeiros textos escritos em terras brasileiras que relatam acontecimentos e também o encontro com os índios; como é um dos poucos documentos que existem, já que quase todas se perderam em um incêndio em Lisboa, Portugal, em 1755, consequência de um terremoto a Carta de Caminha é o mais conhecido apontamento que sobreviveu ao tempo.
  • 3. II. INFORMAÇÕES E ENSINAMENTOS RELIGIOSOS INAUGURAM A LITERATURA BRASILEIRA 1. Literatura Informativa A literatura informativa, reflexo que é das Grandes Navegações, empenha-se em fazer um levantamento da “terra nova”, sua flora, sua fauna, sua gente. Daí ser uma literatura descritiva e, como tal, de valor literário relativo. Seu valor histórico, no entanto, deve ser valorizado, pois esses documentos são a única fonte de informação sobre o Brasil do século XVI. A seguir, se apresenta alguns fragmentos representativos do documento considerado pela crítica como a “Certidão de Nascimento do Brasil”: O primeiro trecho da Carta se relaciona à descrição dos índios, suas características físicas. Nesse trecho, descreve alguns indígenas e como se comportavam: [...] Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem moças e bem gentes com cabelos muito pretos compridos pelas espáduas, e suas vergonhas tão altas, tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as muito bem olharmos não tínhamos nenhuma vergonha.[...] (MAIA, 2003). O segundo trecho também descreve alguns indígenas: seu comportamento e características: [...] E daí houvemos vista d’homens, que andaram pela praia, de 7 ou 8,segundo os navios pequenos disseram, por chegarem primeiro .A feição deles é serem pardos, maneira d’ avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos .Andam nus, sem nenhuma cobertura, nem estimam nenhuma cousa cobriu nem mostrar suas vergonhas .E estão acerca disso com tanta inocência como têm em mostrar o rosto[...] (MAIA, 2003).
  • 4. O terceiro trecho relata o comportamento dos portugueses ao chegarem ao Brasil: [...] O capitão, quando eles veiam ,estavam assentado em uma cadeira e uma alcatila aos pés por estiado, e bem vestido, comum colar d’ ouro mui grande ao pescoço. Um deles, porém, pôs o olho no colar do capitão e começou d’ acenar com a mão para a terra e depois para o colar,como que nos dizia que havia em terra ouro. E também viu um castiçal de prata e assim mesmo acenava para a terra e então para o cortical, como que havia também prata. [...] (MAIA, 2003). O quarto trecho relata o comportamento e características de mulheres indígenas: [...] E uma daquelas moças era toda tinta, de fundo a cima, daquela tintura, a qual, certo, era tão bem feita e tão redonda a sua vergonha, que ela não tinha, tão graciosa, que a muitas mulheres de nossa terra, vendo-lhes tais feições, fizera vergonha, por não terem a sua como ela [...] (MAIA, 2003). O quinto trecho relata o que os portugueses achavam sobre o que achavam sobre as riquezas do Brasil: [...] Nela até agora não pudemos saber que haja ouro ,nem prata ,nem nenhuma cousa de metal, nem de ferro; nem vimos .A terra ,porém ,em si ,é de muito bons ares, assim frios e temperados como os d’ Antre Doiro e Minho ,porque nesse tempo ´d’ agora assim os achávamos como os de lá. Águas são muitas, infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar,dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem.Mas o melhor fruto que nela se pode fazer me parece que será salvar esta gente.E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar [...] (MAIA, 2003).
  • 5. 2. Literatura Jesuítica O melhor da produção literária do Quinhentismo surge na metade do século XVI, com a chegada dos padres jesuítas no Brasil. Os textos desses religiosos, com fortes traços na cultura medieval, representam manifestações de uma literatura mais organizada, seja pela cultura dos membros da Companhia de Jesus, seja pelo cultivo de gêneros como a poesia e o teatro. É uma literatura pedagógica, voltada à catequese, principalmente, por meio da produção escrita de José de Anchieta nascido na ilha Tenerife Arquipélago das Canárias em 1534, que veio para o Brasil em 1553. Faleceu no litoral do Espírito Santo. Anchieta mostrou a primeira gramática do tupi-guarani; produziu poesias com o verso medieval, textos para teatro, também de natureza, misturando a moral religiosa católica aos costumes indígenas. Anchieta escreveu poemas de caráter religioso e com a estrutura clássica (verso de cinco ou sete sílabas). Seus poemas eram fáceis de serem contados em cerimônias da Igreja. ”Trata – se de uma poesia essencialmente indígenas, de conteúdo simples, direito e sem complexidade”. Com o objetivo de catequizar os índios, Anchieta escreveu vários textos em língua tupi. A seguir temos um exemplar da poesia religiosa de Anchieta. Santa Inês Cordeirinha linda, como folga o povo porque vossa vinda lhe dá lume novo! Cordeirinha santa, de Jesus querida, Vossa santa vinda o diabo espanta Por isso vos canta, com prazer, o povo, porque vossa vinda lhe dá lume novo. Nossa culpa
  • 6. escura fugirá depressa, pois vossa cabeça vem com luz tão pura. Vossa formosura honra é do povo, porque vossa vinda lhe dá lume novo. Virginal cabeça pola fé cortada com vossa chegada, já ninguém pereça. Vinde mui depressa ajudar o povo, pois com vossa vinda lhe dais lume novo. Vós sois, cordeirinha, de Iesu formoso, mas o vosso esposo já vos fez rainha, Também padeirinha sois de nosso povo, pois, com vossa vinda, lhe dais lume novo. (MAIA, 2003).
  • 7. III. CONSIDERAÇÕES FINAIS A chegada dos portugueses, no Brasil, pode ser comparada com outras descobertas históricas para a humanidade, como a chegada do homem à lua: de um lado, uma grande descoberta e outras culturas,costumes e de outro um grande passo para a ciência e para a humanidade. O fragmento a ser representado abaixo, mostro o estranhamento entre os indígenas e os portugueses, e compara com a primeira vez que o homem pisou à lua. Abril De 1961. “A Terra É Azul” !. Essa Frase, Dita Pelo Astronauta Russo Yúri Gagárin, Soou Como Uma Revelação. Jamais Havíamos Imaginado Morar Num Planeta Azul. O Azul, De Alguma Forma, Nos Dava Nossa Identidade: Terráqueos. Julho De 1969. O Astronauta Norte-Americano Armstrong Prepara-Se Para Pisar No Solo Lunar. Milhões De Pessoas Acompanhar Pela Tevê A Fantástica Aventura. Antes De Por O Pé Na Lua, O Astronauta Diz Uma Frase Histórica: “UM Pequeno Passo Para O Homem E Um Gigantesco Salto Para A Humanidade”. E, Antes De Voltar Para O Planeta Azul, Ele Deixou No Solo Lunar Esta Inscrição: “VINHEMOS Em Paz Em Nome De Toda A Humanidade”. Ao Escrever “TODA A Humanidade”, Ele Esquecia A Velha Competição Entre Russos E Norte-Americanos. Aquele Era Um Momento De União Das Forças Humanas Para Superar Os Limites Do Mundo Conhecido. A Emoção Desses Momentos Talvez Possa Ser Comparado Ao Espanto E Ao Êxtase Vividos Pelos Espanhóis Ao Descobrirem A América E Pelos Portugueses Ao Chegarem Ao Brasil Em 1500. Você Já Imaginou? O Contato Com Os Nativos Nus, De Língua E Costumes Estranhos, As Belezas Naturais, Os Animais, As Plantas E Os Frutos Exóticos,Os Mistérios Da Terra Descoberta, A Possibilidade De Encontrar Riquezas Tudo Isso Encantou E Assombrou Os Primeiros Europeus Que Estiveram Em Nosso Continente. (CEREJA & MAGALHÃES, 2010)
  • 8. Apesar desse episódio, a herança religiosa dos jesuítas ainda se encontra manifesta em vários setores da nossa sociedade. Muitas escolas tradicionais do país, bem como várias instituições de ensino superior espalhadas nos mais diversos pontos do território brasileiro, ainda são administradas por setores dirigentes da Igreja Católica. Somente no século XIX, foi que as escolas laicas passaram a ganhar maior espaço no cenário educacional brasileiro. (Disponível em http://www.mundoeducacao.com/ >Acesso em 20 de novembro de 2013).
  • 9. IV. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BOSI, Alfredo, História Consista da Literatura Brasileira. São Paulo: Pensamento - Cultrix, 1994 CEREJA, Willian Roberto, Português - Linguagens 1. São Paulo: Saraiva, 2010. MAIA, João, Português Maia, São Paulo: Ática: 2003 BARRETO, Português – Ser Protagonista. São Paulo: Edições SM, 2010 TERRA, Ernani. NICOLA, José de. Língua, Literatura e Redação. São Paulo: Scipione, 1997 Enciclopédia Wikipedia. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_informa%C3%A7%C3%A3o >Acesso em 20 de novembro de 2013 Revista online Mundo Educação. Disponível em http://www.mundoeducacao.com/ >Acesso em 20 de novembro de 2013.