SlideShare uma empresa Scribd logo
O mundo de cavaleiros destemidos, de 
virgens ingênuas e frágeis, e o ideal de uma vida 
primitiva, distante da civilização, tudo isso 
terminara. A segunda metade do século XIX 
presencia profundas modificações no modo de 
pensar e agir das pessoas. No plano das idéias, 
surgem inúmeras correntes científicas, que 
procuram explicar fenômenos sociais, naturais e 
psicológicos à luz de teorias materialistas. No plano 
da ação, vive-se a segunda etapa da Revolução 
Industrial, cujas contradições sociais começam a 
aparecer.
A arte e a literatura refletem essas mudanças. 
Em lugar do egocentrismo romântico, verifica-se um 
enorme interesse em descrever, analisar e até em 
criticar a realidade. A visão subjetiva e parcial da 
realidade é substituída pela visão que procura ser 
objetiva, fiel, sem distorções. Em lugar de fugir à 
realidade, os realistas procuram apontar suas falhas 
como forma de estimular a mudança das instituições e 
dos comportamentos humanos. Em lugar de heróis, 
surgem pessoas comuns, cheias de problemas e 
limitações como qualquer um de nós.
Na Europa, esses movimentos tiveram 
início, respectivamente, com a publicação do 
romance realista Madame Bovary (1857), de 
Gustave Flaubert e do romance naturalista 
Thérèse Raquin (1867), de Émile Zola. 
No Brasil, esses movimentos tiveram 
início, respectivamente, com a publicação do 
romance realista Memórias póstumas de Brás 
Cubas (1881), de Machado de Assis e do 
romance naturalista O Mulato (1881), de Aluísio 
Azevedo
O estilo realista fixa-se na realidade do 
homem em sociedade, cercado de problemas 
cotidianos e rotineiros. O foco de atenção é a 
estrutura social, descrita em todas as suas 
peculiaridades, identificando interesses, 
valores e mudanças. A preocupação em 
conhecer a sociedade, revelar seu 
funcionamento e os conflitos que ela gera torna 
a produção artística e literária analítica, 
desconfiada e desmistificadora.
Características da linguagem da prosa realista 
© Objetivismo 
© Precisão do tempo e espaço 
© Narrativa lenta 
© Tipos concretos não idealizados 
© Introspecção psicológica 
© Desmistificação do amor romântico 
© Universalismo 
© Contemporaneidade 
© Valoriza a família (triângulo amoroso) 
© de observação 
© Casamento como arranjo conveniente 
© O protagonista é “anti-herói” 
© Os valores entram em crise perante o mundo degradado 
© Crítica aos valores e às instituições decadentes da 
sociedade burguesa
Realismo Romantismo 
Objetivismo Subjetivismo 
Descrição e adjetivação objetivas, 
tentando captar o real como ele é 
Descrições e adjetivação 
idealizantes 
Mulher não idealizada Mulher idealizada 
Amor e outros sentimentos 
subordinados aos interesses 
sociais. 
Amor sublime e puro, acima 
de qualquer interesse 
Herói problemático, cheio de 
fraquezas, manias e incertezas 
Herói íntegro 
Narrativa lenta, acompanhando o 
tempo psicológico 
Narrativa de ação e 
aventura 
Personagens trabalhadas 
psicologicamente 
Personagens planas 
Universalismo Individualismo, culto do eu
O estilo naturalista, baseado em teorias 
científicas da época (Positivismo, Determinismo, 
Darwinismo), irá aprofundar alguns aspectos do 
Realismo, focalizando o homem como produto de 
leis físicas e sociais. O romance naturalista é 
marcado pela análise social a partir de grupos 
marginalizados em que o homem se torna produto 
do meio. Denunciou a hipocrisia e a degradação 
dos seres humanos, a decadência das instituições 
e as lutas sociais. O homem nessa perspectiva é 
caracterizado como animal cujo destino é 
determinado pela hereditariedade e pelo meio em 
que vive. Impossibilitado de direcionar sua vida, 
fica a mercê das influências sociais que o cercam.
Característica da linguagem da prosa naturalista 
¨Determinismo do meio e do momento 
¨Determinismo do instinto 
¨Determinismo da hereditariedade 
¨Determinismo patológico 
¨Crítica social 
¨Exatidão nas descrições 
¨Apelo à minúcia 
¨Linguagem simples e coloquial 
¨Descrição e narrativa lentas 
¨Impessoalidade 
¨Zoomorfismo
Realismo Naturalismo 
Origem na França (1857) Origem na França (1867) 
Romance documental Romance experimental 
Acumula documentos, 
fotografa a realidade 
Imagina experiência que 
remetem a conclusões 
Arte desinteressada, 
impassibilidade 
Arte engajada, de denúncia 
Seleciona temas Detém-se nos aspectos mais 
degradantes 
Reproduz a realidade 
exterior, bem como a interior, 
análise psicológica 
Centra-se nos aspectos 
exteriores: atos, gestos, 
ambientes 
Volta-se para a psicologia do 
indivíduo 
Prefere a biologia, a 
patologia, centra-se no social
Retrata as classes 
dominantes, a alta burguesia 
urbana. 
Espelha as camadas 
inferiores, o proletariado, 
os marginais. 
É indireto na interpretação: o 
leitor tira as suas conclusões. 
É direto na interpretação: 
expõe conclusões, cabendo 
ao leitor aceitá-las ou 
discuti-las. 
Grande preocupação com o 
estilo. 
O estilo é relegado a 
segundo plano: no primeiro, a 
denúncia.
Representantes e Obras 
+ Machado de Assis 
Memórias póstumas de Brás Cubas 
Quincas Borba 
Dom Casmurro 
Esaú e Jacó 
Memorial de Aires
+Aluísio Azevedo 
O Mulato 
Casa de Pensão 
O Cortiço 
+Raul Pompéia 
O Ateneu 
Canções sem Metro

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O Realismo
O RealismoO Realismo
O Realismo
MissBlackBerryBush
 
Humanismo
HumanismoHumanismo
Humanismo
Claudia Lazarini
 
Machado de assis obras
Machado de assis   obrasMachado de assis   obras
Machado de assis obras
Flavio Maia Custodio
 
Realismo e Naturalismo - Literatura
Realismo e Naturalismo - LiteraturaRealismo e Naturalismo - Literatura
Realismo e Naturalismo - Literatura
Cynthia Funchal
 
Literatura brasileira resumo
Literatura brasileira resumoLiteratura brasileira resumo
Literatura brasileira resumo
Ana Lúcia Moura Neves
 
Romantismo no Brasil - 1ª geração
Romantismo no Brasil - 1ª geraçãoRomantismo no Brasil - 1ª geração
Romantismo no Brasil - 1ª geração
Quezia Neves
 
Literatura
LiteraturaLiteratura
Literatura
guesta35ddeb6
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
Valeria Nunes
 
O Realismo no Brasil
O Realismo no BrasilO Realismo no Brasil
O Realismo no Brasil
Israel Ferreira
 
Parnasianismo'
Parnasianismo'Parnasianismo'
Realismo no brasil
Realismo no brasilRealismo no brasil
Realismo no brasil
Karoline Tavares
 
Literatura: Romantismo - Prosa
Literatura: Romantismo - ProsaLiteratura: Romantismo - Prosa
Literatura: Romantismo - Prosa
NAPNE
 
artigo e numeral (1).ppt
artigo e numeral (1).pptartigo e numeral (1).ppt
artigo e numeral (1).ppt
leandrolieo1
 
Naturalismo brasileiro e português
Naturalismo brasileiro e portuguêsNaturalismo brasileiro e português
Naturalismo brasileiro e português
Colégio Santa Luzia
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
guest4f8ac9b
 
Literatura
LiteraturaLiteratura
O contexto do Realismo
O contexto do Realismo O contexto do Realismo
O contexto do Realismo
Cláudia Heloísa
 
Realismo em portugal
Realismo em portugalRealismo em portugal
Realismo em portugal
Wallinhas Souza
 
Romantismo prosa
Romantismo prosaRomantismo prosa
Romantismo prosa
Lucélia Rodrigues
 
O que é Literatura?
O que é Literatura?O que é Literatura?
O que é Literatura?
Faell Vasconcelos
 

Mais procurados (20)

O Realismo
O RealismoO Realismo
O Realismo
 
Humanismo
HumanismoHumanismo
Humanismo
 
Machado de assis obras
Machado de assis   obrasMachado de assis   obras
Machado de assis obras
 
Realismo e Naturalismo - Literatura
Realismo e Naturalismo - LiteraturaRealismo e Naturalismo - Literatura
Realismo e Naturalismo - Literatura
 
Literatura brasileira resumo
Literatura brasileira resumoLiteratura brasileira resumo
Literatura brasileira resumo
 
Romantismo no Brasil - 1ª geração
Romantismo no Brasil - 1ª geraçãoRomantismo no Brasil - 1ª geração
Romantismo no Brasil - 1ª geração
 
Literatura
LiteraturaLiteratura
Literatura
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
 
O Realismo no Brasil
O Realismo no BrasilO Realismo no Brasil
O Realismo no Brasil
 
Parnasianismo'
Parnasianismo'Parnasianismo'
Parnasianismo'
 
Realismo no brasil
Realismo no brasilRealismo no brasil
Realismo no brasil
 
Literatura: Romantismo - Prosa
Literatura: Romantismo - ProsaLiteratura: Romantismo - Prosa
Literatura: Romantismo - Prosa
 
artigo e numeral (1).ppt
artigo e numeral (1).pptartigo e numeral (1).ppt
artigo e numeral (1).ppt
 
Naturalismo brasileiro e português
Naturalismo brasileiro e portuguêsNaturalismo brasileiro e português
Naturalismo brasileiro e português
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
 
Literatura
LiteraturaLiteratura
Literatura
 
O contexto do Realismo
O contexto do Realismo O contexto do Realismo
O contexto do Realismo
 
Realismo em portugal
Realismo em portugalRealismo em portugal
Realismo em portugal
 
Romantismo prosa
Romantismo prosaRomantismo prosa
Romantismo prosa
 
O que é Literatura?
O que é Literatura?O que é Literatura?
O que é Literatura?
 

Destaque

LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA
LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA
LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA
Italo Delavechia
 
Iracema de alencar
Iracema de alencarIracema de alencar
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Italo Delavechia
 
A hora da_estrela
A hora da_estrelaA hora da_estrela
Classe gramatical 2014
Classe gramatical 2014Classe gramatical 2014
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Diferenças entre cartum charge e tira
Diferenças entre cartum charge e tiraDiferenças entre cartum charge e tira
Diferenças entre cartum charge e tira
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 

Destaque (7)

LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA
LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA
LITERATURA INFORMATIVA E JESUÍTICA
 
Iracema de alencar
Iracema de alencarIracema de alencar
Iracema de alencar
 
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
Gestão da Qualidade - Histórico, conceitos, princípios e estratégias.
 
A hora da_estrela
A hora da_estrelaA hora da_estrela
A hora da_estrela
 
Classe gramatical 2014
Classe gramatical 2014Classe gramatical 2014
Classe gramatical 2014
 
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
Caderno número 2 dp língua portuguesa 9º ano 2015
 
Diferenças entre cartum charge e tira
Diferenças entre cartum charge e tiraDiferenças entre cartum charge e tira
Diferenças entre cartum charge e tira
 

Semelhante a REALISMO E NATURALISMO

Romantismo,realismo
Romantismo,realismoRomantismo,realismo
Romantismo,realismo
Isabella Silva
 
Romantismo,realismo
Romantismo,realismoRomantismo,realismo
Romantismo,realismo
Isabella Silva
 
Romantismo,realismo
Romantismo,realismoRomantismo,realismo
Romantismo,realismo
Isabella Silva
 
Segundo leila
Segundo leilaSegundo leila
Segundo leila
Monica Silva
 
O Realismo E O Simbolismo
O Realismo E O SimbolismoO Realismo E O Simbolismo
O Realismo E O Simbolismo
Beatriz Dias
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo (3)
Realismo (3)Realismo (3)
Realismo 2 ano
Realismo 2 anoRealismo 2 ano
Realismo 2 ano
Marilene dos Santos
 
Realismo e naturalismo
Realismo e naturalismoRealismo e naturalismo
Realismo e naturalismo
Renato Rodrigues
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
Arieli Bis Sobbis
 
Trabalho portugues realismo naturalismo
Trabalho portugues realismo naturalismoTrabalho portugues realismo naturalismo
Trabalho portugues realismo naturalismo
LuizBraz9
 
Prova de literatura
Prova de literaturaProva de literatura
Prova de literatura
Isabella Silva
 
Realismo narturalismo 2016
Realismo narturalismo 2016Realismo narturalismo 2016
Realismo narturalismo 2016
Josi Motta
 
Naturalismo( apostila)
Naturalismo( apostila)Naturalismo( apostila)
Naturalismo( apostila)
sandra polliane
 
Os maias
Os maiasOs maias
Os maias
Pedro Matos
 
realismoenaturalismo.pdf
realismoenaturalismo.pdfrealismoenaturalismo.pdf
realismoenaturalismo.pdf
ShirleiCristinadosRe
 
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Dafne Beatriz Santos
 
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
ANDRESSASILVADESOUSA
 
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
AliceEmanuelladeOliv
 
realismo-naturalismo resumo slides.ppt
realismo-naturalismo resumo slides.pptrealismo-naturalismo resumo slides.ppt
realismo-naturalismo resumo slides.ppt
Carlos100coliCoimbra
 

Semelhante a REALISMO E NATURALISMO (20)

Romantismo,realismo
Romantismo,realismoRomantismo,realismo
Romantismo,realismo
 
Romantismo,realismo
Romantismo,realismoRomantismo,realismo
Romantismo,realismo
 
Romantismo,realismo
Romantismo,realismoRomantismo,realismo
Romantismo,realismo
 
Segundo leila
Segundo leilaSegundo leila
Segundo leila
 
O Realismo E O Simbolismo
O Realismo E O SimbolismoO Realismo E O Simbolismo
O Realismo E O Simbolismo
 
Realismo
RealismoRealismo
Realismo
 
Realismo (3)
Realismo (3)Realismo (3)
Realismo (3)
 
Realismo 2 ano
Realismo 2 anoRealismo 2 ano
Realismo 2 ano
 
Realismo e naturalismo
Realismo e naturalismoRealismo e naturalismo
Realismo e naturalismo
 
Romantismo
RomantismoRomantismo
Romantismo
 
Trabalho portugues realismo naturalismo
Trabalho portugues realismo naturalismoTrabalho portugues realismo naturalismo
Trabalho portugues realismo naturalismo
 
Prova de literatura
Prova de literaturaProva de literatura
Prova de literatura
 
Realismo narturalismo 2016
Realismo narturalismo 2016Realismo narturalismo 2016
Realismo narturalismo 2016
 
Naturalismo( apostila)
Naturalismo( apostila)Naturalismo( apostila)
Naturalismo( apostila)
 
Os maias
Os maiasOs maias
Os maias
 
realismoenaturalismo.pdf
realismoenaturalismo.pdfrealismoenaturalismo.pdf
realismoenaturalismo.pdf
 
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
Movimento Literário Realismo: Realismo, movimento literário compromissado em ...
 
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie (1).ppt
 
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.pptrealismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
realismo-naturalismo-2c2aa-sc3a9rie.ppt
 
realismo-naturalismo resumo slides.ppt
realismo-naturalismo resumo slides.pptrealismo-naturalismo resumo slides.ppt
realismo-naturalismo resumo slides.ppt
 

Mais de Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP

Prova sobre o conto A cartomante de Machado de Assis 2015
Prova sobre o conto A cartomante de Machado de Assis 2015Prova sobre o conto A cartomante de Machado de Assis 2015
Prova sobre o conto A cartomante de Machado de Assis 2015
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
O retrato real da sociedade burguesa no século XIX pela percepção do Movimen...
O retrato real da sociedade burguesa  no século XIX pela percepção do Movimen...O retrato real da sociedade burguesa  no século XIX pela percepção do Movimen...
O retrato real da sociedade burguesa no século XIX pela percepção do Movimen...
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
A máscara da ópera em dom casmurro
A máscara da ópera em dom casmurroA máscara da ópera em dom casmurro
A máscara da ópera em dom casmurro
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Sintaxe do periodo simples
Sintaxe do periodo simplesSintaxe do periodo simples
Orações subordinadas adverbiais 2014
Orações subordinadas adverbiais 2014Orações subordinadas adverbiais 2014
Orações subordinadas adverbiais 2014
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Orações subordinadas adjetivas 2014
Orações subordinadas adjetivas 2014Orações subordinadas adjetivas 2014
Orações subordinadas adjetivas 2014
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Orações subordinadas adjetivas 2014
Orações subordinadas adjetivas 2014Orações subordinadas adjetivas 2014
Orações subordinadas adjetivas 2014
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Orações subordinadas substantivas 2014
Orações subordinadas substantivas 2014Orações subordinadas substantivas 2014
Orações subordinadas substantivas 2014
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Gentileza gera gentileza (1)
Gentileza gera gentileza  (1)Gentileza gera gentileza  (1)
Gentileza gera gentileza (1)
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Movimento literário Trovadorismo 1º ano D 2013
Movimento literário Trovadorismo 1º ano D 2013Movimento literário Trovadorismo 1º ano D 2013
Movimento literário Trovadorismo 1º ano D 2013
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Movimento Literário Barroco do 1º ANO D
Movimento Literário Barroco do 1º ANO DMovimento Literário Barroco do 1º ANO D
Movimento Literário Barroco do 1º ANO D
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Movimento Literário Classicismo em Portugal 1º ano D 2013
Movimento Literário Classicismo em Portugal 1º ano D 2013Movimento Literário Classicismo em Portugal 1º ano D 2013
Movimento Literário Classicismo em Portugal 1º ano D 2013
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil 1º B 2013
Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil 1º B 2013Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil 1º B 2013
Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil 1º B 2013
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Movimento Literário Trovadorismo 1º ano A 2013
Movimento Literário Trovadorismo 1º ano A 2013Movimento Literário Trovadorismo 1º ano A 2013
Movimento Literário Trovadorismo 1º ano A 2013
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Apresentação concepções defendidas pela seesp
Apresentação concepções defendidas pela seespApresentação concepções defendidas pela seesp
Apresentação concepções defendidas pela seesp
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Teoria literária 2013
Teoria literária 2013Teoria literária 2013
O passarinho engaiolado de ruben alves
O passarinho engaiolado de ruben alvesO passarinho engaiolado de ruben alves
O passarinho engaiolado de ruben alves
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 
Os Lusíadas Luis Vaz de Camões
Os Lusíadas  Luis Vaz de  Camões Os Lusíadas  Luis Vaz de  Camões
Os Lusíadas Luis Vaz de Camões
Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP
 

Mais de Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP (20)

Prova sobre o conto A cartomante de Machado de Assis 2015
Prova sobre o conto A cartomante de Machado de Assis 2015Prova sobre o conto A cartomante de Machado de Assis 2015
Prova sobre o conto A cartomante de Machado de Assis 2015
 
O retrato real da sociedade burguesa no século XIX pela percepção do Movimen...
O retrato real da sociedade burguesa  no século XIX pela percepção do Movimen...O retrato real da sociedade burguesa  no século XIX pela percepção do Movimen...
O retrato real da sociedade burguesa no século XIX pela percepção do Movimen...
 
A máscara da ópera em dom casmurro
A máscara da ópera em dom casmurroA máscara da ópera em dom casmurro
A máscara da ópera em dom casmurro
 
Sintaxe do periodo simples
Sintaxe do periodo simplesSintaxe do periodo simples
Sintaxe do periodo simples
 
Orações subordinadas adverbiais 2014
Orações subordinadas adverbiais 2014Orações subordinadas adverbiais 2014
Orações subordinadas adverbiais 2014
 
Orações subordinadas adjetivas 2014
Orações subordinadas adjetivas 2014Orações subordinadas adjetivas 2014
Orações subordinadas adjetivas 2014
 
Orações subordinadas adjetivas 2014
Orações subordinadas adjetivas 2014Orações subordinadas adjetivas 2014
Orações subordinadas adjetivas 2014
 
Orações subordinadas substantivas 2014
Orações subordinadas substantivas 2014Orações subordinadas substantivas 2014
Orações subordinadas substantivas 2014
 
Gentileza gera gentileza (1)
Gentileza gera gentileza  (1)Gentileza gera gentileza  (1)
Gentileza gera gentileza (1)
 
Movimento literário Trovadorismo 1º ano D 2013
Movimento literário Trovadorismo 1º ano D 2013Movimento literário Trovadorismo 1º ano D 2013
Movimento literário Trovadorismo 1º ano D 2013
 
Movimento Literário Barroco do 1º ANO D
Movimento Literário Barroco do 1º ANO DMovimento Literário Barroco do 1º ANO D
Movimento Literário Barroco do 1º ANO D
 
Movimento Literário Classicismo em Portugal 1º ano D 2013
Movimento Literário Classicismo em Portugal 1º ano D 2013Movimento Literário Classicismo em Portugal 1º ano D 2013
Movimento Literário Classicismo em Portugal 1º ano D 2013
 
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano A 2013
 
Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil 1º B 2013
Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil 1º B 2013Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil 1º B 2013
Literatura Informativa e Jesuítica no Brasil 1º B 2013
 
Movimento Literário Trovadorismo 1º ano A 2013
Movimento Literário Trovadorismo 1º ano A 2013Movimento Literário Trovadorismo 1º ano A 2013
Movimento Literário Trovadorismo 1º ano A 2013
 
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
Movimento Literário Humanismo em Portugal 1º ano B 2013
 
Apresentação concepções defendidas pela seesp
Apresentação concepções defendidas pela seespApresentação concepções defendidas pela seesp
Apresentação concepções defendidas pela seesp
 
Teoria literária 2013
Teoria literária 2013Teoria literária 2013
Teoria literária 2013
 
O passarinho engaiolado de ruben alves
O passarinho engaiolado de ruben alvesO passarinho engaiolado de ruben alves
O passarinho engaiolado de ruben alves
 
Os Lusíadas Luis Vaz de Camões
Os Lusíadas  Luis Vaz de  Camões Os Lusíadas  Luis Vaz de  Camões
Os Lusíadas Luis Vaz de Camões
 

Último

As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
HelenStefany
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
BiancaCristina75
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 

Último (20)

As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf eplanejamento maternal 2 atualizado.pdf e
planejamento maternal 2 atualizado.pdf e
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 

REALISMO E NATURALISMO

  • 1.
  • 2. O mundo de cavaleiros destemidos, de virgens ingênuas e frágeis, e o ideal de uma vida primitiva, distante da civilização, tudo isso terminara. A segunda metade do século XIX presencia profundas modificações no modo de pensar e agir das pessoas. No plano das idéias, surgem inúmeras correntes científicas, que procuram explicar fenômenos sociais, naturais e psicológicos à luz de teorias materialistas. No plano da ação, vive-se a segunda etapa da Revolução Industrial, cujas contradições sociais começam a aparecer.
  • 3. A arte e a literatura refletem essas mudanças. Em lugar do egocentrismo romântico, verifica-se um enorme interesse em descrever, analisar e até em criticar a realidade. A visão subjetiva e parcial da realidade é substituída pela visão que procura ser objetiva, fiel, sem distorções. Em lugar de fugir à realidade, os realistas procuram apontar suas falhas como forma de estimular a mudança das instituições e dos comportamentos humanos. Em lugar de heróis, surgem pessoas comuns, cheias de problemas e limitações como qualquer um de nós.
  • 4. Na Europa, esses movimentos tiveram início, respectivamente, com a publicação do romance realista Madame Bovary (1857), de Gustave Flaubert e do romance naturalista Thérèse Raquin (1867), de Émile Zola. No Brasil, esses movimentos tiveram início, respectivamente, com a publicação do romance realista Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), de Machado de Assis e do romance naturalista O Mulato (1881), de Aluísio Azevedo
  • 5. O estilo realista fixa-se na realidade do homem em sociedade, cercado de problemas cotidianos e rotineiros. O foco de atenção é a estrutura social, descrita em todas as suas peculiaridades, identificando interesses, valores e mudanças. A preocupação em conhecer a sociedade, revelar seu funcionamento e os conflitos que ela gera torna a produção artística e literária analítica, desconfiada e desmistificadora.
  • 6. Características da linguagem da prosa realista © Objetivismo © Precisão do tempo e espaço © Narrativa lenta © Tipos concretos não idealizados © Introspecção psicológica © Desmistificação do amor romântico © Universalismo © Contemporaneidade © Valoriza a família (triângulo amoroso) © de observação © Casamento como arranjo conveniente © O protagonista é “anti-herói” © Os valores entram em crise perante o mundo degradado © Crítica aos valores e às instituições decadentes da sociedade burguesa
  • 7. Realismo Romantismo Objetivismo Subjetivismo Descrição e adjetivação objetivas, tentando captar o real como ele é Descrições e adjetivação idealizantes Mulher não idealizada Mulher idealizada Amor e outros sentimentos subordinados aos interesses sociais. Amor sublime e puro, acima de qualquer interesse Herói problemático, cheio de fraquezas, manias e incertezas Herói íntegro Narrativa lenta, acompanhando o tempo psicológico Narrativa de ação e aventura Personagens trabalhadas psicologicamente Personagens planas Universalismo Individualismo, culto do eu
  • 8. O estilo naturalista, baseado em teorias científicas da época (Positivismo, Determinismo, Darwinismo), irá aprofundar alguns aspectos do Realismo, focalizando o homem como produto de leis físicas e sociais. O romance naturalista é marcado pela análise social a partir de grupos marginalizados em que o homem se torna produto do meio. Denunciou a hipocrisia e a degradação dos seres humanos, a decadência das instituições e as lutas sociais. O homem nessa perspectiva é caracterizado como animal cujo destino é determinado pela hereditariedade e pelo meio em que vive. Impossibilitado de direcionar sua vida, fica a mercê das influências sociais que o cercam.
  • 9. Característica da linguagem da prosa naturalista ¨Determinismo do meio e do momento ¨Determinismo do instinto ¨Determinismo da hereditariedade ¨Determinismo patológico ¨Crítica social ¨Exatidão nas descrições ¨Apelo à minúcia ¨Linguagem simples e coloquial ¨Descrição e narrativa lentas ¨Impessoalidade ¨Zoomorfismo
  • 10. Realismo Naturalismo Origem na França (1857) Origem na França (1867) Romance documental Romance experimental Acumula documentos, fotografa a realidade Imagina experiência que remetem a conclusões Arte desinteressada, impassibilidade Arte engajada, de denúncia Seleciona temas Detém-se nos aspectos mais degradantes Reproduz a realidade exterior, bem como a interior, análise psicológica Centra-se nos aspectos exteriores: atos, gestos, ambientes Volta-se para a psicologia do indivíduo Prefere a biologia, a patologia, centra-se no social
  • 11. Retrata as classes dominantes, a alta burguesia urbana. Espelha as camadas inferiores, o proletariado, os marginais. É indireto na interpretação: o leitor tira as suas conclusões. É direto na interpretação: expõe conclusões, cabendo ao leitor aceitá-las ou discuti-las. Grande preocupação com o estilo. O estilo é relegado a segundo plano: no primeiro, a denúncia.
  • 12. Representantes e Obras + Machado de Assis Memórias póstumas de Brás Cubas Quincas Borba Dom Casmurro Esaú e Jacó Memorial de Aires
  • 13. +Aluísio Azevedo O Mulato Casa de Pensão O Cortiço +Raul Pompéia O Ateneu Canções sem Metro