HISTÓRIA NA PALMA DA MÃO: PROPOSTAS DE 
INTEGRAÇÃO CURRICULAR DE DISPOSITIVOS MÓVEIS 
PARA APRENDER HISTÓRIA 
Sónia Cruz | soniacruz@braga.ucp.pt 
5.12.2014 | Faculdade de Ciências Sociais| UCP | Braga 
II Seminário Internacional de Educação Patrimonial – Contributos 
para a construção de uma consciência patrimonial
15:00h 15:05h 15:07h 15:10h 15:20h 
Literacia 
Histórica 
A importância da 
História no currículo 
vs 
Recursos 
Digitais 
Mobile Learning 
Educar para o Património 
Aprender História 
no século XXI 
- desafios prof. vs. 
alunos 
sumário 
2 Propostas
A importância da História no currículo 
 É através da História que o aluno constrói uma visão global e organizada 
de uma sociedade complexa, plural e em permanente mudança. 
 A história deve servir como instrumento de consciencialização dos 
Homens para a tarefa de construir um mundo melhor e uma sociedade 
mais justa. 
 Esta construção do pensamento histórico é progressiva e gradualmente 
contextualizada, em função das experiências vividas.
Concretização pedagógico-didática 
 A transmissão e a utilização do saber histórico exige o entendimento e 
domínio de ferramentas conceptuais inerentes à própria construção do 
conhecimento em História: 
 a natureza e as formas de utilização das fontes históricas, 
 o tratamento do tempo e do espaço, 
 a integração dos atores e das suas decisões em contextos específicos, 
 a comparação entre contextos espaciais e temporais diversos, 
 a comunicação do saber histórico.
É exequível construir a literacia 
histórica com base em recursos 
digitais?
As crianças ficam sentadas a ver 
TV o dia todo. Por que não lêem 
um livro? 
As crianças ficam sentadas todo o dia 
a jogar. Por que não vêem TV um 
pouco? 
As crianças ficam sentadas o dia 
todo a ler desde que a maldita 
imprensa foi inventada. Por que 
não saem um pouco para brincar 
na rua? 
As maioria das minhas crianças 
morreu. Se tivessem ficado cá dentro 
a brincar com esta pedra… 
Hoje em dia 1960 
1520 40, 000 AC
Para pensar… 
Os alunos com que trabalhamos fazem parte da ‘net generation’ e são 
autênticos nativos digitais (Prensky, 2001). 
A constante evolução da sociedade e a ubiquidade da aprendizagem exigem 
que todos os educadores se comprometam com esta realidade e que a 
assumam para a sua prática educativa (Alexander, 2006). 
Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
Fenómeno exclusivo do séc. XXI? 
Séc. XIX 
Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
As escolas não podem ignorar/ficar à margem desta realidade. 
A frequentar o ensino 
superior… 
A frequentar a escolaridade 
obrigatória… 
Figura 1: Nativos digitais vs Imigrantes Digitais (Prensky, 2001)
Se: 
Então: 
Vivemos numa sociedade diferente daquela em que nascemos, 
 Precisamos de perceber e preparar os alunos para viver 
num mundo em constante mudança. 
Trabalhamos numa escola diferente daquela que frequentámos… 
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Desafios: Horizon Report 
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M-Learning: o que é? 
O conceito mobile pode reportar-se tanto às tecnologias 
móveis, como à mobilidade do aprendente e também à 
mobilidade dos conteúdos. 
‘a mobilidade não deve ser apenas entendida em termos do 
movimento espacial, mas também em termos de transformações 
temporais e derrube de fronteiras, alargando os horizontes da 
aprendizagem e do acesso à informação’ 
(Moura, 2010, p. 8). 
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“Mobile learning should be restricted to learning on devices which a lady 
can carry in her handbag or a gentleman can carry in his pocket. 
I therefore define mobile learning as the provision of education and 
training on PDAs/handhelds, smartphones and mobile phones”. 
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Keegan (2005, p. 3) 
Mobile Learning
História na palma da mão: como?
…utilizando o que trazemos 
nos bolsos, na mala…
Na escola… 
que atividades 
propor para 
educar para o 
Património 
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EDUCAR PARA O PATRIMÓNIO 
COM DISPOSITIVOS MÓVEIS 
QR Code 
Geocaching
Como funciona um QR Code? 
1. Telemóvel 
com 
aplicação** 
instalada 
para ler 
códigos QR 
2. Apontar o visor para o 
código QR 
** Aceda à Playstore (Android) ou Apple Store 
(iOS), procure e instale o QR Reader 
Modo de funcionamento de leitura de QR Code 
3. Ler a 
informaçã 
o obtida 
pelo 
scanner 
feito 
http://reader.kaywa.com/pt
Dispositivos móveis + QR Codes 
Proposta 1: 
CONHECER O LUGAR ONDE VIVO 
Disciplinas [Ex.]: História | Geografia | Português | Ciências 
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Planificação da atividade 
Fazer o levantamento dos recursos móveis dos seus alunos (é bom 
saber com o que podemos contar!); 
Pensar num itinerário exequível do ponto de vista prático e 
assinalar a Partida/Chegada (GoogleEarth); 
Assinalar os pontos de interesse (P.I.) pertinentes; 
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Planificação da atividade 
Para cada P.I. criar informação (ou rentabilizar outra 
disponível na Web) (para que possa ser lida por dispositivos 
móveis); 
fornecer um conjunto de instruções aos alunos para que em 
cada P.I. realizem um desafio (ex. registo fotográfico, 
ilustração, etc…). 
Pensar/Dinamizar tarefas colaborativas para os P.I. estabelecidos. 
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Planificação da atividade 
Afixar (antes da visita) nos P.I. escolhidos os códigos QR para 
aceder à informação relevante de carácter histórico sobre o 
património que estão a observar no terreno e conhecer a o 
desafio proposto. 
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Processo de criação: 
3. Criação QR Code (Kaywa) 
4. Imprimir e afixar os QR Code (Kaywa) 
5. Telemóvel para: 
ler QR Codes 
registar fotografias … 
http://qrcode.kaywa.com/
Processo de criação: 
P C 
1. Itinerário – Google Earth 
2. Criação de conteúdo Google Sites 
2. 1 Rentabilização de websites já criados
Trabalho do aluno: 
 Após a realização da visita de estudo e produção, in loco, de diferentes 
materiais organiza-se em sala de aula o material do grupo, acertam-se 
pormenores e estuda-se um meio de partilha e divulgação do 
conhecimento produzido. 
Ex. Criação de um e-book partilhado nos espaços 
online de órgãos de poder local como a Junta de 
Freguesia, Câmara Municipal, etc…
Geocaching: o que é? 
O geocaching é uma atividade: 
- que se realiza ao ar livre; 
- tem por objetivo descobrir a 
‘cache’. 
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O que é o Geocaching? 
Passo 1: Os jogadores tem que localizar as geocaches escondidas por outros 
jogadores em locais especiais. Aí deve registar na folha de registo como 
prova de que esteve lá! 
Passo 2: Depois de encontrar a Cache, pode fazer o registo da cache na 
Web: 
 encontrada (found it); 
 não encontrada (didn’t find it); 
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Como funciona o Geocaching? 
Com um dispositivo de GPS que permite registar as 
coordenadas e encontrar a cache.
Como jogar? 
Para ser um Geocacher deve: 
fazer o registo no site www.geocaching.com: 
no site clicar em “procurar e esconder caches”: 
Procurar por código postal; 
Procurar por nome da cache; 
Procurar por código da cache ou pelo utilizador. 
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Como jogar? 
dependendo da 
procura, ex: procura 
no mapa (search 
with Google Maps), 
clicar no ícone da 
cache a procurar; 
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tirar as coordenadas para o 
gps; 
começar a procura, seguir 
as indicações do gps até ao 
ponto 0 (gz - groundzero);
Como jogar? 
encontrada a caixa, fazer o registo com nome do utilizador, 
data e comentários ou outros (no local); 
voltar a colocar a cache no mesmo sítio (ser discreto!); 
fazer o registo no site (pode incluir comentários, histórias ou 
fotos). 
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Geocaching na escola 
O professor pode promover uma visita de estudo em geocaching. 
1. Com recurso ao googlemaps criar um itinerário 
registando os pontos de interesse para a visita, 
2. Esconder as caches, 
3. Registar as coordenadas; 
4. No dia, por intermédio de um dispositivo de GPS, os 
alunos partem à descoberta através das coordenadas. 
www.geocaching.com 
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Geocaching 
Optar por utilizar um geotour já criado 
Mapa 1: ‘Da Oliveira à Penha II’ 
www.geocaching.com 
Para encontrar esta cache torna-se necessário visitar 15 locais (pontos privilegiados numa visita de estudo a esta
Geocaching na escola: porquê? 
 Por se apresentar como um jogo, um desafio, desperta 
o interesse dos jovens e, inclusivamente, pode 
potenciar 
“que alunos com níveis baixos de motivação ou alunos 
que se sintam desligados dos conteúdos estudados na escola 
descubram que a informação e os conhecimentos adquiridos na 
sala de aula são úteis em vários campos da sua vida diária”. 
(MTL+Q Project, 2012, p. 39) 
Motiva
Geocaching na escola: porquê? 
Fomenta a 
aprendizagem 
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Geocaching na escola: porquê? 
Promove o contacto 
com o exterior 
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Geocaching na escola: porquê? 
É divertido 
Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
Em síntese 
• Estes ambientes emergentes exigem: 
– aos professores, criatividade na produção de diferentes recursos educativos. 
– aos alunos, a capacidade de trabalhar em colaboração e de se responsabilizar pela 
condução do seu processo de aprendizagem. 
experiências interativas/dinâmicas que se revestem de 
significado para professores e alunos. 
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Novas formas de aprender… 
… e novas formas de brincar! 
Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
Que desafio para os professores? 
1. Criar situações de aprendizagem em que o 
aluno aprende usando as tecnologias, 
incluindo as tecnologias móveis 
Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
Que desafio para os professores? 
2. Sair da Zona de conforto 
Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
Que desafio para os professores? 
“Sage on the stage” 
(“O sábio no palco”) 
3. Correr riscos 
“Guide on the side 
(“O guia lado a lado”) 
Ruth Small (2005)
Conclusão 
“A tecnologia faz parte do dia-a-dia das gerações mais novas que estão 
familiarizadas com diferentes tipos de ecrãs que é preciso levar em 
conta e potenciar também na escola” 
(Moura, 2009: 12). 
Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
Obrigada! 
Sónia Cruz 
FACIS | Universidade Católica Portuguesa, Braga 
soniacruz@braga.ucp.pt 
soniacruz/slideshare.net 
facebook.com/soniacatarinacruz 
linkedin.com/in/soniacruz

História na palma da mão

  • 1.
    HISTÓRIA NA PALMADA MÃO: PROPOSTAS DE INTEGRAÇÃO CURRICULAR DE DISPOSITIVOS MÓVEIS PARA APRENDER HISTÓRIA Sónia Cruz | soniacruz@braga.ucp.pt 5.12.2014 | Faculdade de Ciências Sociais| UCP | Braga II Seminário Internacional de Educação Patrimonial – Contributos para a construção de uma consciência patrimonial
  • 2.
    15:00h 15:05h 15:07h15:10h 15:20h Literacia Histórica A importância da História no currículo vs Recursos Digitais Mobile Learning Educar para o Património Aprender História no século XXI - desafios prof. vs. alunos sumário 2 Propostas
  • 3.
    A importância daHistória no currículo  É através da História que o aluno constrói uma visão global e organizada de uma sociedade complexa, plural e em permanente mudança.  A história deve servir como instrumento de consciencialização dos Homens para a tarefa de construir um mundo melhor e uma sociedade mais justa.  Esta construção do pensamento histórico é progressiva e gradualmente contextualizada, em função das experiências vividas.
  • 4.
    Concretização pedagógico-didática A transmissão e a utilização do saber histórico exige o entendimento e domínio de ferramentas conceptuais inerentes à própria construção do conhecimento em História:  a natureza e as formas de utilização das fontes históricas,  o tratamento do tempo e do espaço,  a integração dos atores e das suas decisões em contextos específicos,  a comparação entre contextos espaciais e temporais diversos,  a comunicação do saber histórico.
  • 5.
    É exequível construira literacia histórica com base em recursos digitais?
  • 6.
    As crianças ficamsentadas a ver TV o dia todo. Por que não lêem um livro? As crianças ficam sentadas todo o dia a jogar. Por que não vêem TV um pouco? As crianças ficam sentadas o dia todo a ler desde que a maldita imprensa foi inventada. Por que não saem um pouco para brincar na rua? As maioria das minhas crianças morreu. Se tivessem ficado cá dentro a brincar com esta pedra… Hoje em dia 1960 1520 40, 000 AC
  • 7.
    Para pensar… Osalunos com que trabalhamos fazem parte da ‘net generation’ e são autênticos nativos digitais (Prensky, 2001). A constante evolução da sociedade e a ubiquidade da aprendizagem exigem que todos os educadores se comprometam com esta realidade e que a assumam para a sua prática educativa (Alexander, 2006). Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 8.
    Universidade Católica Portuguesa| FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 9.
    Fenómeno exclusivo doséc. XXI? Séc. XIX Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 10.
    As escolas nãopodem ignorar/ficar à margem desta realidade. A frequentar o ensino superior… A frequentar a escolaridade obrigatória… Figura 1: Nativos digitais vs Imigrantes Digitais (Prensky, 2001)
  • 11.
    Se: Então: Vivemosnuma sociedade diferente daquela em que nascemos,  Precisamos de perceber e preparar os alunos para viver num mundo em constante mudança. Trabalhamos numa escola diferente daquela que frequentámos… Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 12.
    Desafios: Horizon Report Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 13.
    M-Learning: o queé? O conceito mobile pode reportar-se tanto às tecnologias móveis, como à mobilidade do aprendente e também à mobilidade dos conteúdos. ‘a mobilidade não deve ser apenas entendida em termos do movimento espacial, mas também em termos de transformações temporais e derrube de fronteiras, alargando os horizontes da aprendizagem e do acesso à informação’ (Moura, 2010, p. 8). Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 14.
    “Mobile learning shouldbe restricted to learning on devices which a lady can carry in her handbag or a gentleman can carry in his pocket. I therefore define mobile learning as the provision of education and training on PDAs/handhelds, smartphones and mobile phones”. Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt Keegan (2005, p. 3) Mobile Learning
  • 15.
    História na palmada mão: como?
  • 16.
    …utilizando o quetrazemos nos bolsos, na mala…
  • 17.
    Na escola… queatividades propor para educar para o Património Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 18.
    EDUCAR PARA OPATRIMÓNIO COM DISPOSITIVOS MÓVEIS QR Code Geocaching
  • 19.
    Como funciona umQR Code? 1. Telemóvel com aplicação** instalada para ler códigos QR 2. Apontar o visor para o código QR ** Aceda à Playstore (Android) ou Apple Store (iOS), procure e instale o QR Reader Modo de funcionamento de leitura de QR Code 3. Ler a informaçã o obtida pelo scanner feito http://reader.kaywa.com/pt
  • 20.
    Dispositivos móveis +QR Codes Proposta 1: CONHECER O LUGAR ONDE VIVO Disciplinas [Ex.]: História | Geografia | Português | Ciências Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 21.
    Planificação da atividade Fazer o levantamento dos recursos móveis dos seus alunos (é bom saber com o que podemos contar!); Pensar num itinerário exequível do ponto de vista prático e assinalar a Partida/Chegada (GoogleEarth); Assinalar os pontos de interesse (P.I.) pertinentes; Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 22.
    Planificação da atividade Para cada P.I. criar informação (ou rentabilizar outra disponível na Web) (para que possa ser lida por dispositivos móveis); fornecer um conjunto de instruções aos alunos para que em cada P.I. realizem um desafio (ex. registo fotográfico, ilustração, etc…). Pensar/Dinamizar tarefas colaborativas para os P.I. estabelecidos. Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 23.
    Planificação da atividade Afixar (antes da visita) nos P.I. escolhidos os códigos QR para aceder à informação relevante de carácter histórico sobre o património que estão a observar no terreno e conhecer a o desafio proposto. Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 24.
    Processo de criação: 3. Criação QR Code (Kaywa) 4. Imprimir e afixar os QR Code (Kaywa) 5. Telemóvel para: ler QR Codes registar fotografias … http://qrcode.kaywa.com/
  • 25.
    Processo de criação: P C 1. Itinerário – Google Earth 2. Criação de conteúdo Google Sites 2. 1 Rentabilização de websites já criados
  • 26.
    Trabalho do aluno:  Após a realização da visita de estudo e produção, in loco, de diferentes materiais organiza-se em sala de aula o material do grupo, acertam-se pormenores e estuda-se um meio de partilha e divulgação do conhecimento produzido. Ex. Criação de um e-book partilhado nos espaços online de órgãos de poder local como a Junta de Freguesia, Câmara Municipal, etc…
  • 27.
    Geocaching: o queé? O geocaching é uma atividade: - que se realiza ao ar livre; - tem por objetivo descobrir a ‘cache’. Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 28.
    O que éo Geocaching? Passo 1: Os jogadores tem que localizar as geocaches escondidas por outros jogadores em locais especiais. Aí deve registar na folha de registo como prova de que esteve lá! Passo 2: Depois de encontrar a Cache, pode fazer o registo da cache na Web:  encontrada (found it);  não encontrada (didn’t find it); Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 29.
    Como funciona oGeocaching? Com um dispositivo de GPS que permite registar as coordenadas e encontrar a cache.
  • 30.
    Como jogar? Paraser um Geocacher deve: fazer o registo no site www.geocaching.com: no site clicar em “procurar e esconder caches”: Procurar por código postal; Procurar por nome da cache; Procurar por código da cache ou pelo utilizador. Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 32.
    Como jogar? dependendoda procura, ex: procura no mapa (search with Google Maps), clicar no ícone da cache a procurar; Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 33.
    tirar as coordenadaspara o gps; começar a procura, seguir as indicações do gps até ao ponto 0 (gz - groundzero);
  • 34.
    Como jogar? encontradaa caixa, fazer o registo com nome do utilizador, data e comentários ou outros (no local); voltar a colocar a cache no mesmo sítio (ser discreto!); fazer o registo no site (pode incluir comentários, histórias ou fotos). Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 35.
    Geocaching na escola O professor pode promover uma visita de estudo em geocaching. 1. Com recurso ao googlemaps criar um itinerário registando os pontos de interesse para a visita, 2. Esconder as caches, 3. Registar as coordenadas; 4. No dia, por intermédio de um dispositivo de GPS, os alunos partem à descoberta através das coordenadas. www.geocaching.com Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 36.
    Geocaching Optar porutilizar um geotour já criado Mapa 1: ‘Da Oliveira à Penha II’ www.geocaching.com Para encontrar esta cache torna-se necessário visitar 15 locais (pontos privilegiados numa visita de estudo a esta
  • 37.
    Geocaching na escola:porquê?  Por se apresentar como um jogo, um desafio, desperta o interesse dos jovens e, inclusivamente, pode potenciar “que alunos com níveis baixos de motivação ou alunos que se sintam desligados dos conteúdos estudados na escola descubram que a informação e os conhecimentos adquiridos na sala de aula são úteis em vários campos da sua vida diária”. (MTL+Q Project, 2012, p. 39) Motiva
  • 38.
    Geocaching na escola:porquê? Fomenta a aprendizagem Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 39.
    Geocaching na escola:porquê? Promove o contacto com o exterior Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 40.
    Geocaching na escola:porquê? É divertido Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 41.
    Em síntese •Estes ambientes emergentes exigem: – aos professores, criatividade na produção de diferentes recursos educativos. – aos alunos, a capacidade de trabalhar em colaboração e de se responsabilizar pela condução do seu processo de aprendizagem. experiências interativas/dinâmicas que se revestem de significado para professores e alunos. Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 42.
    Novas formas deaprender… … e novas formas de brincar! Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 43.
    Que desafio paraos professores? 1. Criar situações de aprendizagem em que o aluno aprende usando as tecnologias, incluindo as tecnologias móveis Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 44.
    Que desafio paraos professores? 2. Sair da Zona de conforto Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 45.
    Que desafio paraos professores? “Sage on the stage” (“O sábio no palco”) 3. Correr riscos “Guide on the side (“O guia lado a lado”) Ruth Small (2005)
  • 46.
    Conclusão “A tecnologiafaz parte do dia-a-dia das gerações mais novas que estão familiarizadas com diferentes tipos de ecrãs que é preciso levar em conta e potenciar também na escola” (Moura, 2009: 12). Universidade Católica Portuguesa | FACIS – Braga | soniacruz@braga.ucp.pt
  • 47.
    Obrigada! Sónia Cruz FACIS | Universidade Católica Portuguesa, Braga soniacruz@braga.ucp.pt soniacruz/slideshare.net facebook.com/soniacatarinacruz linkedin.com/in/soniacruz