Paula
Ribeiro

Eva
Costa

Maria
Costa

Sónia
Cruz

CRIAR, ORGANIZAR E
PARTILHAR CONTEÚDO EM
REDE.
VANTAGENS DO PEARLTREES
EM CONTEXTO EDUCATIVO

Universidade Católica Portuguesa | Braga
PEARLTREES EM CONTEXTO EDUCATIVO

Avaliação
formadora

Avaliação
formativa

Universidade Católica Portuguesa | Braga

Recursos
educativos
online

Avaliação
diagnóstica
PEARLTREES: O QUE É?
Personal Learning Environment
Attwell e Costa (2009), consideram que o aluno toma parte ativa do
processo de aprendizagem, no que se refere à aquisição e construção
do conhecimento.
Cada aluno tem o seu ritmo, as
suas
preferências,
a
sua
autonomia e controlo nos
possíveis múltiplos contextos de
concretização.

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PEARLTREES: O QUE É?
Personal Learning Environment
Schaffert & Hilzensauer (2008) referem que, nestes ambientes, os
alunos deixam de ser consumidores gastronómicos e passam a
consumidores pró-ativos que se reconfiguram segundo princípios
ativos que lhes permitem ser criadores de conteúdos.
Novas oportunidades de aprendizagem
envolvimento criados (Professor/Alunos)

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–

comunidade

e
PEARLTREES: O QUE É?
Personal Learning Environment

Attwell e Costa (2008) referem que os PLE destacam-se na
importância que estes têm na aprendizagem informal, no
desenvolvimento da autonomia e responsabilidade do aluno no
processo de aprendizagem.

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PEARLTREES: PARA QUE SERVE?

● Pearltrees é umlocal na web para:




recolher
organizar
partilhar

tudo oque quiser na web.

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PEARLTREES: USO EDUCATIVO
Partilha de bookmarks - os professores disponibilizam
informação selecionada, supostamente credível e
cientificamente válida, estando a “canalizar” o estudo
dos alunos para os aspetos fulcrais.

Trata-se de potenciar o acesso à informação e de
incorrer em situações “que não só permitam afunilar a
pesquisa, como orientar a seleção da informação que
os alunos têm de fazer”
Ana Carvalho (2007).
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PEARLTREES: USO EDUCATIVO
Contexto autónomo de trabalho – a leitura que se faz do
mapa mental criado pelo aluno revela a forma como este vê
os conteúdos associados.

As “árvores” por eles criadas
transparecem a forma de pensar
do aluno.

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PEARLTREES: USO EDUCATIVO
O aluno é levado a pensar sobre a sua própria forma de
pensar, incorrendo em tarefas metacognitivas.

Ressaltam
operações
mentais
que
possibilitam a orientação e o controlo da
produção de significados, processos e
produtos do próprio pensamento.
Resnick & Klopfer(2007)

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PEARLTREES : O QUE AVALIAR/ COMO
AVALIAR
• O professor deve promover atividades inovadoras que vão de
encontro aos interesses dos alunos e onde estes sejam
chamados a fazer parte do seu processo de avaliação.
• Para tal, os alunos devem ser chamados a trabalhar em grupo,
a partilhar opiniões, a debater, a argumentar, a participar em
projetos e atividades do seu interesse a fim de se
apropriarem das aprendizagens curricularmente estabelecidas
ao mesmo tempo que reconhecem os seus progressos e
dificuldades.
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PEARLTREES : O QUE AVALIAR/ COMO
AVALIAR

Simultaneamente, devem ser convocados para fazerem
parte da elaboração dos critérios de avaliação com que
serão avaliados e autoavaliarem-se periodicamente.

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PEARLTREES: Um exemplo na prática

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PEARLTREES
Conclusão
O Pearltrees é uma ferramenta que contribui para a
organização de um profícuo ambiente pessoal de
aprendizagem e que propicia a criação de diversos cenários
de aprendizagem na rede, quer de modo autónomo, quer na
vertente colaborativa da aprendizagem.

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PEARLTREES
A avaliação deve ser encarada como um processo natural e
necessário, quer para o professor quer para o aluno.
Deve ser conduzido pelo próprio aluno e ser um instrumento de
gestão e construção de aprendizagens estimulando a participação
ativa no processo de ensino-aprendizagem, apontando para a
autoavaliação e a autorregulação das aprendizagens.
Para tal, os professores devem organizar e praticar o ensino de
forma significativa utilizando os recursos educativos da Web e
promovendo uma avaliação formativa e formadora, para que os
alunos possam criar valor na Sociedade do Conhecimento e da
Informação.
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Muito obrigada!
Paula Ribeiro
ribeiropaula@gmail.com

Maria Alcide
alcidedc@gmail.com

Eva Costa
c.evapaula@gmail.com

Sónia Cruz
Universidade Católica Portuguesa | Braga

soniacruz@braga.ucp.pt

CRIAR, ORGANIZAR E PARTILHAR CONTEÚDO EM REDE. VANTAGENS DO PEARLTREES EM CONTEXTO EDUCATIVO

  • 1.
    Paula Ribeiro Eva Costa Maria Costa Sónia Cruz CRIAR, ORGANIZAR E PARTILHARCONTEÚDO EM REDE. VANTAGENS DO PEARLTREES EM CONTEXTO EDUCATIVO Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 2.
    PEARLTREES EM CONTEXTOEDUCATIVO Avaliação formadora Avaliação formativa Universidade Católica Portuguesa | Braga Recursos educativos online Avaliação diagnóstica
  • 3.
    PEARLTREES: O QUEÉ? Personal Learning Environment Attwell e Costa (2009), consideram que o aluno toma parte ativa do processo de aprendizagem, no que se refere à aquisição e construção do conhecimento. Cada aluno tem o seu ritmo, as suas preferências, a sua autonomia e controlo nos possíveis múltiplos contextos de concretização. Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 4.
    PEARLTREES: O QUEÉ? Personal Learning Environment Schaffert & Hilzensauer (2008) referem que, nestes ambientes, os alunos deixam de ser consumidores gastronómicos e passam a consumidores pró-ativos que se reconfiguram segundo princípios ativos que lhes permitem ser criadores de conteúdos. Novas oportunidades de aprendizagem envolvimento criados (Professor/Alunos) Universidade Católica Portuguesa | Braga – comunidade e
  • 5.
    PEARLTREES: O QUEÉ? Personal Learning Environment Attwell e Costa (2008) referem que os PLE destacam-se na importância que estes têm na aprendizagem informal, no desenvolvimento da autonomia e responsabilidade do aluno no processo de aprendizagem. Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 6.
    PEARLTREES: PARA QUESERVE? ● Pearltrees é umlocal na web para:    recolher organizar partilhar tudo oque quiser na web. Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 7.
    PEARLTREES: USO EDUCATIVO Partilhade bookmarks - os professores disponibilizam informação selecionada, supostamente credível e cientificamente válida, estando a “canalizar” o estudo dos alunos para os aspetos fulcrais. Trata-se de potenciar o acesso à informação e de incorrer em situações “que não só permitam afunilar a pesquisa, como orientar a seleção da informação que os alunos têm de fazer” Ana Carvalho (2007). Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 8.
    PEARLTREES: USO EDUCATIVO Contextoautónomo de trabalho – a leitura que se faz do mapa mental criado pelo aluno revela a forma como este vê os conteúdos associados. As “árvores” por eles criadas transparecem a forma de pensar do aluno. Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 9.
    PEARLTREES: USO EDUCATIVO Oaluno é levado a pensar sobre a sua própria forma de pensar, incorrendo em tarefas metacognitivas. Ressaltam operações mentais que possibilitam a orientação e o controlo da produção de significados, processos e produtos do próprio pensamento. Resnick & Klopfer(2007) Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 10.
    PEARLTREES : OQUE AVALIAR/ COMO AVALIAR • O professor deve promover atividades inovadoras que vão de encontro aos interesses dos alunos e onde estes sejam chamados a fazer parte do seu processo de avaliação. • Para tal, os alunos devem ser chamados a trabalhar em grupo, a partilhar opiniões, a debater, a argumentar, a participar em projetos e atividades do seu interesse a fim de se apropriarem das aprendizagens curricularmente estabelecidas ao mesmo tempo que reconhecem os seus progressos e dificuldades. Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 11.
    PEARLTREES : OQUE AVALIAR/ COMO AVALIAR Simultaneamente, devem ser convocados para fazerem parte da elaboração dos critérios de avaliação com que serão avaliados e autoavaliarem-se periodicamente. Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 12.
    PEARLTREES: Um exemplona prática Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 13.
    PEARLTREES Conclusão O Pearltrees éuma ferramenta que contribui para a organização de um profícuo ambiente pessoal de aprendizagem e que propicia a criação de diversos cenários de aprendizagem na rede, quer de modo autónomo, quer na vertente colaborativa da aprendizagem. Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 14.
    PEARLTREES A avaliação deveser encarada como um processo natural e necessário, quer para o professor quer para o aluno. Deve ser conduzido pelo próprio aluno e ser um instrumento de gestão e construção de aprendizagens estimulando a participação ativa no processo de ensino-aprendizagem, apontando para a autoavaliação e a autorregulação das aprendizagens. Para tal, os professores devem organizar e praticar o ensino de forma significativa utilizando os recursos educativos da Web e promovendo uma avaliação formativa e formadora, para que os alunos possam criar valor na Sociedade do Conhecimento e da Informação. Universidade Católica Portuguesa | Braga
  • 15.
    Muito obrigada! Paula Ribeiro ribeiropaula@gmail.com MariaAlcide alcidedc@gmail.com Eva Costa c.evapaula@gmail.com Sónia Cruz Universidade Católica Portuguesa | Braga soniacruz@braga.ucp.pt