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Equipas Multidisciplinares
na Saúde
UFCD :6561 trabalho em equipas multidisciplinares:
Mediadora:Drª Cláudia Lameiras
Coordenadora : Drª Susana Carvalho
Mediadora: Joana Nobre
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Temas abordados:
• O Conceito de Equipa
Multidisciplinar;
• O Seu Funcionamento;
• O Contexto na Saúde;
• O Papel deste Profissional
Adicionar um rodapé 2
Conceito de Equipa Multidisciplinar
• “Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós juntos” Warren Bennis
• Todos nós pertencemos a grupos, como por exemplo ao grupo da nossa família, ao nosso grupo de amigos, ou mesmo a equipas, como por
exemplo alguma equipa de desporto, equipa de trabalho, etc.,
• Grupo/Equipa: em ambas as situações temos de conviver com os outros, com as suas características, os seus objetivos, as suas vontades e
pontos de vista. Temos de saber respeitá-los e exigir respeito.
• Independentemente de escolhermos as pessoas com quem nos vamos relacionar ou não, devemos reconhecer que o velho ditado:
• “ Várias cabeças juntas pensam melhor que uma”, é verdadeiro.
• Como TAS será nosso futuro trabalhar em equipa em que teremos sempre de interagir com outros profissionais , com competências iguais ou
diferentes das nossas.
• Conhecer a importância desta dinâmica, trabalho, as suas potencialidades e benefícios, para nós e para os utentes, é de interesse primordial,
para que percebamos o nosso papel, a sua relevância e como devemos agir, de forma a dedicarmo-nos e contribuirmos para o sucesso da
nossa equipa.
Adicionar um rodapé 3
Definição:
• “ O Trabalho em equipa é a atividade sincronizada e coordenada de diversos profissionais, de categorias
diferentes para cumprir um objetivo comum, sendo que o produto final (equipa) é diferente da soma das
partes, ou seja, o trabalho desenvolvido por cada trabalhador isoladamente é diferente daquele realizado
pela equipa” (Loff, 1994)
Adicionar um rodapé 4
O Seu Funcionamento:
• Numa equipa para se tornarem realmente eficazes e produtivas segundo Robbins (2001) é necessário um desenvolvimento
e maturação , que ocorre a partir de estádios de desenvolvimento:
• Formação- Fase de dúvida acerca dos objetivos do grupo e definição de regras comportamentais, que termina quando
todos os elementos da equipa se identificam realmente como tal;
• Adaptação-Fase de conflitos entre o sentimento de pertença ao grupo e os limites a individualidade de cada um, é nesta
altura que se define o líder e suas características;
Adicionar um rodapé 5
• Normalização- Busca pela maturidade, em que o grupo começa a demonstrar coesão e identidade grupal;
• Desempenho – Os elementos da equipa passam a empenhar-se mais no desenvolvimento da atividade para o
qual a equipa foi formada, visto que já conseguiram estabelecer uma boa relação entre eles;
• Transferência – Existem diversas razões para a desagregação de grupos, havendo nessa altura a necessidade de
uma restruturação da equipa.
.Todas estas fases são importantes e a sua superação indispensável ao sucesso das equipas multidisciplinares:
Adicionar um rodapé 6
Contexto na Saúde:
• Segundo Campo (1992) a origem das equipas multidisciplinares nos serviços de saúde prende-se com 3 questões
primordiais:
• Quebra da divisão do processo de trabalho em parcelas bem definidas, compondo segmentos estanques por cada categoria
profissional. Ou seja , não existir uma delineação tão restrita do trabalho de cada profissional de saúde, tentando-se que
todos se ajudem mutuamente;
• Possibilidade de responsabilizar as equipas por um conjunto de problemas e pelo planeamento e execução de ações capazes
de resolvê-los;
• Possibilidade de vir a facilitar a ultrapassagem de inércia, das complicações e do desinteresse burocrático que caracterizam
os serviços públicos de saúde atualmente:
• Sendo assim, a criação de equipas multidisciplinares de saúde acaba por ser uma forma de resolução de diversos problemas
comuns, onde cada elemento poderá contribuir com os seus conhecimentos e habilidades, de forma a complementar os
conhecimentos e habilidades dos outros (Hall e Weaver, 2001)
Adicionar um rodapé 7
“ Cada membro da equipa deve estar familiarizado com o trabalho dos outros, com os diversos conceitos que o envolvem,
para que em momentos de necessidade possa assumir parcialmente os seus papéis, dominando as suas áreas de
competências e compartilhando responsabilidades. “ (Hall e Weaver, 2001)
• As características de uma equipa de saúde de sucesso pretendem-se:
• Todos os elementos da equipa conheçam de forma clara as regras, normas e valores da equipa;
• Que os elementos da equipa tenham funções independentes, igualitárias e cooperativas;
• Que os resultados das tomadas de decisões em equipa sejam benéficos para os utentes, e não se resumam a um contributo
apenas dos conhecimentos de cada um.
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O Papel deste Profissional:
• Fazer parte de uma equipa multidisciplinar de saúde pode não ser fácil, visto que tem de se ter em conta as necessidades
dos utentes do serviço, as exigências da própria instituição, assim como a ambição e características de cada elemento da
equipa.
• Ou seja , nunca nos podemos esquecer que o trabalho a executar seja em equipa, esta é constituída por diferentes pessoas,
com os seus valores, os seus passados e os seus conhecimentos.
• “ o trabalho em saúde é marcado pelas relações interpessoais entre os profissionais e usuários. Caracteriza-se por ser
um trabalho reflexivo e dependente do recrutamento de saberes distintos: Científico, técnico, derivado de experiências
de trabalho e sociais e valores ético-políticos”
• ( Depresbiteris, 2011)
Adicionar um rodapé 9
• As nossas competências não podem ser confundidas com o simples “desempenho” de tarefas, mas todo o
investimento que esta por trás, e que permitem esse desempenho com qualidade.
• Competência subentendem saberes teóricos, juntamente com as qualidades e habilidades necessárias a
executar as tarefas pretendidas. Ou seja , adquirirmos as competências necessárias para desempenhar a
profissão de TAS.
• Trabalho elaborado por:
• Rute Pancha nº25
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  • 1. Equipas Multidisciplinares na Saúde UFCD :6561 trabalho em equipas multidisciplinares: Mediadora:Drª Cláudia Lameiras Coordenadora : Drª Susana Carvalho Mediadora: Joana Nobre Adicionar um rodapé 1
  • 2. Temas abordados: • O Conceito de Equipa Multidisciplinar; • O Seu Funcionamento; • O Contexto na Saúde; • O Papel deste Profissional Adicionar um rodapé 2
  • 3. Conceito de Equipa Multidisciplinar • “Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós juntos” Warren Bennis • Todos nós pertencemos a grupos, como por exemplo ao grupo da nossa família, ao nosso grupo de amigos, ou mesmo a equipas, como por exemplo alguma equipa de desporto, equipa de trabalho, etc., • Grupo/Equipa: em ambas as situações temos de conviver com os outros, com as suas características, os seus objetivos, as suas vontades e pontos de vista. Temos de saber respeitá-los e exigir respeito. • Independentemente de escolhermos as pessoas com quem nos vamos relacionar ou não, devemos reconhecer que o velho ditado: • “ Várias cabeças juntas pensam melhor que uma”, é verdadeiro. • Como TAS será nosso futuro trabalhar em equipa em que teremos sempre de interagir com outros profissionais , com competências iguais ou diferentes das nossas. • Conhecer a importância desta dinâmica, trabalho, as suas potencialidades e benefícios, para nós e para os utentes, é de interesse primordial, para que percebamos o nosso papel, a sua relevância e como devemos agir, de forma a dedicarmo-nos e contribuirmos para o sucesso da nossa equipa. Adicionar um rodapé 3
  • 4. Definição: • “ O Trabalho em equipa é a atividade sincronizada e coordenada de diversos profissionais, de categorias diferentes para cumprir um objetivo comum, sendo que o produto final (equipa) é diferente da soma das partes, ou seja, o trabalho desenvolvido por cada trabalhador isoladamente é diferente daquele realizado pela equipa” (Loff, 1994) Adicionar um rodapé 4
  • 5. O Seu Funcionamento: • Numa equipa para se tornarem realmente eficazes e produtivas segundo Robbins (2001) é necessário um desenvolvimento e maturação , que ocorre a partir de estádios de desenvolvimento: • Formação- Fase de dúvida acerca dos objetivos do grupo e definição de regras comportamentais, que termina quando todos os elementos da equipa se identificam realmente como tal; • Adaptação-Fase de conflitos entre o sentimento de pertença ao grupo e os limites a individualidade de cada um, é nesta altura que se define o líder e suas características; Adicionar um rodapé 5
  • 6. • Normalização- Busca pela maturidade, em que o grupo começa a demonstrar coesão e identidade grupal; • Desempenho – Os elementos da equipa passam a empenhar-se mais no desenvolvimento da atividade para o qual a equipa foi formada, visto que já conseguiram estabelecer uma boa relação entre eles; • Transferência – Existem diversas razões para a desagregação de grupos, havendo nessa altura a necessidade de uma restruturação da equipa. .Todas estas fases são importantes e a sua superação indispensável ao sucesso das equipas multidisciplinares: Adicionar um rodapé 6
  • 7. Contexto na Saúde: • Segundo Campo (1992) a origem das equipas multidisciplinares nos serviços de saúde prende-se com 3 questões primordiais: • Quebra da divisão do processo de trabalho em parcelas bem definidas, compondo segmentos estanques por cada categoria profissional. Ou seja , não existir uma delineação tão restrita do trabalho de cada profissional de saúde, tentando-se que todos se ajudem mutuamente; • Possibilidade de responsabilizar as equipas por um conjunto de problemas e pelo planeamento e execução de ações capazes de resolvê-los; • Possibilidade de vir a facilitar a ultrapassagem de inércia, das complicações e do desinteresse burocrático que caracterizam os serviços públicos de saúde atualmente: • Sendo assim, a criação de equipas multidisciplinares de saúde acaba por ser uma forma de resolução de diversos problemas comuns, onde cada elemento poderá contribuir com os seus conhecimentos e habilidades, de forma a complementar os conhecimentos e habilidades dos outros (Hall e Weaver, 2001) Adicionar um rodapé 7
  • 8. “ Cada membro da equipa deve estar familiarizado com o trabalho dos outros, com os diversos conceitos que o envolvem, para que em momentos de necessidade possa assumir parcialmente os seus papéis, dominando as suas áreas de competências e compartilhando responsabilidades. “ (Hall e Weaver, 2001) • As características de uma equipa de saúde de sucesso pretendem-se: • Todos os elementos da equipa conheçam de forma clara as regras, normas e valores da equipa; • Que os elementos da equipa tenham funções independentes, igualitárias e cooperativas; • Que os resultados das tomadas de decisões em equipa sejam benéficos para os utentes, e não se resumam a um contributo apenas dos conhecimentos de cada um. Adicionar um rodapé 8
  • 9. O Papel deste Profissional: • Fazer parte de uma equipa multidisciplinar de saúde pode não ser fácil, visto que tem de se ter em conta as necessidades dos utentes do serviço, as exigências da própria instituição, assim como a ambição e características de cada elemento da equipa. • Ou seja , nunca nos podemos esquecer que o trabalho a executar seja em equipa, esta é constituída por diferentes pessoas, com os seus valores, os seus passados e os seus conhecimentos. • “ o trabalho em saúde é marcado pelas relações interpessoais entre os profissionais e usuários. Caracteriza-se por ser um trabalho reflexivo e dependente do recrutamento de saberes distintos: Científico, técnico, derivado de experiências de trabalho e sociais e valores ético-políticos” • ( Depresbiteris, 2011) Adicionar um rodapé 9
  • 10. • As nossas competências não podem ser confundidas com o simples “desempenho” de tarefas, mas todo o investimento que esta por trás, e que permitem esse desempenho com qualidade. • Competência subentendem saberes teóricos, juntamente com as qualidades e habilidades necessárias a executar as tarefas pretendidas. Ou seja , adquirirmos as competências necessárias para desempenhar a profissão de TAS. • Trabalho elaborado por: • Rute Pancha nº25 Adicionar um rodapé 10