O documento discute as relações entre pós-modernismo, pós-colonialismo e conhecimento emancipatório. A perspectiva pós-colonial parte da ideia de que as estruturas de poder e saber são mais visíveis a partir das margens, e busca reinventar a emancipação social aprendendo com o Sul. O autor argumenta que o capitalismo e o colonialismo são mutuamente constituídos na modernidade ocidental, e que o desafio é pensar a emancipação sem teorias universais ou determinismos históricos.