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Distribuição Física Prof. Felippi Perez
Bibliografia Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição Antonio Galvão Novaes Elsevier  3ª edição 2007 Logística e o Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Paulo Roberto Bertaglia Saraiva  4ª edição 2006
Definição É um dos processos da logística responsável pela administração dos materiais a partir da saída do produto da linha de produção até a entrega no destino final.
Distribuidor  “Entregador” O distribuidor, somente retira o material do ponto de produção e entrega ao consumidor final, cobrando um determinado frete por esse transporte.
Distribuidor “Comprador” O distribuidor adquiri a opção de comprar os produtos em  grandes quantidades diretamente da fabrica e revende aos consumidores, ganhando assim um percentual de lucro sobre essas vendas, neste caso é o consumidor final que paga ao distribuidor.
Terceirização
Logística x Marketing Na pratica, a distribuição de produtos é analisada sob diferente perspectiva funcional pelos técnicos da Logística, de um lado, e pelo pessoal de marketing e vendas,   de outro.
Canais de Distribuição Os Canais de Distribuição são conjuntos de organizações interdependentes envolvidos no processo de tornar o produto ou serviço disponível para uso ou consumo.
Tipos de Canais de Distribuição Canais Verticais
Tipos de Canais de Distribuição Canais Verticais A responsabilidade é transferida de um segmento da cadeia para o segmento seguinte. Não é possível que um segmento “corte caminho” e cheque direto ao produtor.
Tipos de Canais de Distribuição Canais Híbridos
Tipos de Canais de Distribuição Canais Híbridos Algumas funções são executadas em paralelo entre os integrantes da Cadeia. Esses integrantes tem contato direto com os consumidores finais do produto, acompanhando as tendências mercadológicas com maior facilidade. Porém em alguns casos ocorre a duplicidade de atuação e esses integrantes concorrem entre si.
Tipos de Canais de Distribuição Canais Múltiplos
Tipos de Canais de Distribuição Canais Múltiplos Algumas empresas optam por utilizar mais de um canal de distribuição, melhorando assim sua competitividade, porém essa escolha é prejudicial a medida em que os preços praticados não podem ser controlados e somente alguns canais podem dar especificações técnicas sobre o produto, além do que um elemento do canal, pode interferir em outro canal.
Colocando em Prática Partindo do principio que você trabalha em uma manufatura, defina um produto e aponte as vantagens e desvantagens de utilizar os canais Verticais, Híbridos e Múltiplos para realizar a distribuição.
Objetivos dos Canais de Distribuição 1. Garantir a rápida disponibilidade do produto nos segmentos do mercado identificado como prioritários 2.   Intensificar ao máximo o potencial de vendas do produto em questão.
Objetivos dos Canais de Distribuição 3. Buscar a cooperação entre os participantes da cadeia no que se refere aos fatores relevantes relacionados com a distribuição. 4. Garantir o nível de serviço preestabelecido pelos parceiros da cadeia.
Objetivos dos Canais de Distribuição 5. Garantir um fluxo de informações rápido e preciso entre os elementos participantes. 6.   Buscar, de forma, integrada e permanente a redução de custos  .
Funções dos Canais de Distribuição Os canais de distribuição desempenham quatro funções básicas:
Funções dos Canais de Distribuição Indução da Demanda- as empresas devem gerar ou induzir a demanda para seus produtos e serviços. Satisfação da Demanda – Apôs induzir o consumo, as empresas devem comercializar os produtos para satisfazer essa demanda. Serviços de Pós-Venda- Depois devem oferecer serviços de pós venda na medida da necessidade dos consumidores. Troca de Informações- Realizado pelo Feedback dos consumidores, através do serviço de pós venda.
Colocando em Prática Utilizando o exemplo das Casas Bahia, descreva como ela faz atualmente para: Induzir a Demanda, Satisfazer a Demanda, oferecer serviços de pós venda e trocar informações com os consumidores. Ainda utilizando o exemplo das Casas Bahia, descreva se na distribuição de seus produtos, os objetivos de uma cadeia de distribuição ficam bem definidos, apresentando exemplos.
Propriedades dos Canais de Distribuição Extensão A Extensão de um canal de distribuição esta ligada ao número de níveis intermediários, desde a manufatura até ao consumidor final. Por exemplo, a Avon que comercializa seus produtos através de vendedoras de porta em porta, sendo assim o produto sai da fabrica e vai diretamente ao consumidor final, esse é o nível zero.
Propriedades dos Canais de Distribuição Amplitude Também chamada de largura do canal, é definida pela quantidade de empresas que atuam na distribuição, são observados 3 tipos de amplitudes: Distribuição Exclusiva (Amplitude Unitária)- Apenas uma empresa atua sozinha ou  em determinada região.
Propriedades dos Canais de Distribuição 2.  Distribuição Seletiva (Amplitude Múltipla Controlada)- Mais de uma empresa atuam em determinada região, porém é controlado pelo fabricante.
Propriedades dos Canais de Distribuição 3.  Distribuição Intensiva (Amplitude Múltipla Aberta)- O fabricante tenta disponibilizar seus produtos na maior número de pontos de vendas possíveis.
Definindo os Canais de Distribuição Ao se montar, ou reestruturar, uma cadeia de suprimentos, em sua totalidade ou parcialmente, uma das questões estratégicas que se coloca é sobre o melhor canal de distribuição ou melhor combinação de canais que torna a empresa mas competitiva no mercado.
Etapas para definição do Canal de Distribuição 1ª- Identificação do Segmento de Clientes A intenção é agrupar os segmentos de clientes semelhantes dentro de canais específicos. Em muitos casos esse agrupamento de clientes já acontece pelas praticas de mercado.
Etapas para definição do Canal de Distribuição 2ª- Identificação e Priorização das Funções. Apôs definir os canais, a empresa deve identificar quais as funções devem ser associadas a ele. Informações Sobre o Produto Customização do Produto Qualidade do Produto Tamanho do Lote Variedade Disponibilidade Pós-Venda Logística
Etapas para definição do Canal de Distribuição 3ª- Benchmarking Observar as praticas do mercado e filtrar de acordo com suas necessidades Apôs a definição das funções pertinentes ao canal posteriormente escolhido, é importante realizar uma análise das praticas do mercado, a fim de, saber a satisfação dos clientes.
Etapas para definição do Canal de Distribuição 4ª- Revisão do Projeto Deve ser levado em conta os objetivos gerais e específicos da empresa, para assim, consolidar com as informações adquiridas nas etapas 2 e 3. Ou seja, deve-se verificar se as funções determinadas estão de acordo com os requisitos desejados pelos consumidores .
Etapas para definição do Canal de Distribuição 5ª- Custos e Benefícios Os custos e os benefícios são avaliados, para saber se realmente atendem as necessidades da empresa.
Etapas para definição do Canal de Distribuição 6ª Integração entre as atividades O projeto de distribuição deve estar integrado entre os diversos produtos que a empresa oferece, para que não ocorra concorrências pelos recursos da distribuição.
Colocando em Prática Monte um plano de distribuição de medicamentos, saindo de Cotia e entregando em São Paulo, seguindo as etapas estudadas anteriormente.
Distribuição Física “  Levar os produtos certos para os lugares certos, no momento certo e com o nível de serviço desejado, pelo menor custo possível.” Para tanto iremos adotar sistemas de distribuição que utilizam-se de diversos modais de transportes, individualmente ou em conjuntos.
Modalidades de Transportes na Distribuição Rodoviário Ferroviário Aquaviário Aéreo Dutoviário
Componentes do Sistema de Distribuição Instalações Fixas Estoque de Produtos Veículos Informações Diversas Hardware e software diversos Custos pessoal
Componentes do Sistema de Distribuição São os espaços destinados a armazenagem, movimentação e manuseio do material, até que este possa ser entregue aos clientes. Instalações Fixas Estoques De Produtos Os estoques são formados pelo material em depósito na fabrica, nos centros de distribuição, nos distribuidores, varejistas, atacadistas e nos veículos de transporte entre eles.
Componentes do Sistema de Distribuição Veículos São necessários para conduzir o material para os mais diversos lugares. Informações Variadas Para operar um sistema de distribuição é necessário dispor de informações variadas .
Componentes do Sistema de Distribuição Software e hardware Hoje grande parte das operações são controladas, planejadas e programadas por softwares, que necessitam dos Hardwares (Computadores), para funcionar. Custos Normalmente os fretes são cobrados pela distância e quantidade do material .
Componentes do Sistema de Distribuição Pessoal Para que o sistema de distribuição funcione é necessário ter pessoal treinado e capacitado para realizar as funções. Com a sofisticação dos equipamentos e do tratamento das informações, torna-se necessário reciclar o elemento humano em todos os níveis.
Sistema de Distribuição “Um p/ um” Distribuição “um p/ um” ocorre quando um veiculo é totalmente carregado no deposito do fabricante ou em um CD, com lotação completa e transporta carga de um ponto a outro, podendo ser outro CD, lojas ou outra instalação qualquer.
Elementos Básicos A distribuição “um para um” é influenciada por 14 fatores, quando encarada sob o ponto de vista logístico: Distância entre o ponto de origem e o ponto de destino; Velocidade Operacional; Tempo de Carga e Descarga; Tempo porta a porta; Quantidade ou volume do carregamento; Disponibilidade da carga de retorno;
Elementos Básicos 7. Densidade da Carga; 8. Dimensões e Morfologia das unidades transportadas; 9. Valor Unitário; 10. Acondicionamento; 11. Grau de Fragilidade; 12. Grau de Periculosidade; 13. Compatibilidade entre produtos de naturezas diversas; 14. Custo Total
Custos na Distribuição “um para um” A distribuição “um para um” apresenta fortes economias de escala, onde quanto maior a quantidade do produto transportado, menor o valor acrescido com o transporte, por unidade do produto.
Sistema de Distribuição “Um p/ Muitos” Distribuição “um para muitos” ocorre quando um veiculo é carregado com mercadorias destinadas a diversas lojas, CDs, clientes, etc e executa um roteiro de entregas predeterminado.
Elementos Básicos A distribuição “um para muitos” é influenciada por 15 fatores, quando encarada sob o ponto de vista logístico: Zonas ou bolsões de entregas Distância Velocidade Tempo de parada Tempo de ciclo Freqüência Quantidade de Mercadoria Densidade
Elementos Básicos 9 . Dimensões e Morfologia 10 . Valor Unitário 11.  Acondicionamento 12 . Fragilidade 13 . Periculosidade 14 . Compatibilidade 15 . Custo Global
Custos na Distribuição “um para muitos” A distribuição “um para muitos”, não trabalha com economia de escala, pois tem um limitador fundamental, que é o tempo para realização das entregas, então o veiculo deve ser dimensionado para atender um roteiro dentro dos prazos estabelecidos.
Roteirização de Veículos A Roteirização deve partir de 3 princípios: Decisões, Objetivos e Restrições. Decisões de quais e quantos são os clientes á serem visitados, quantidade de veículos,. Motoristas, ajudantes, etc. Como objetivos principais, o processo de roteirização visa proporcionar de maneira eficaz a distribuição de produtos, elevando o nível e serviço e ao mesmo tempo mantendo os custos operacionais mais baixos possíveis. Todo essa processo deve obedecer a certas restrições.
Roteirização de Veículos  “  Em primeiro lugar, deve completar as rotas com os recursos disponíveis, mas cumprindo totalmente os compromissos assumidos com os clientes. Em segundo lugar, deve-se respeitar os limites de tempo impostos pela fornada de trabalho dos motoristas e ajudantes. Finalmente, devem ser respeitadas as restrições de trânsito, no que se refere ás velocidades máximas, horários de carga e descarga, tamanho máximo dos veículos, etc.”
Roteirização de Veículos Métodos de Construção de Roteiro Métodos de melhoria do Roteiro
Métodos de Construção de Roteiro Acréscimo de Pontos Esse método de construção parte de um ou dois pontos e vão formando um roteiro através do acréscimo de pontos adicionais. A sistemática é ir ligando cada ponto ao seu vizinho mais próximo. Elege-se um deles como ponto inicial e se procura, dentre os demais pontos, aquele que estiver mais perto do primeiro. Toma-se o segundo ponto e faz-se o mesmo procedimento. Inserção do ponto mais distante Procura-se iniciar o roteiro buscando o ponto mais distante possível, a seguir busca-se o ponto mais distante do roteiro parcial determinado anteriormente, e assim segue-se sucessivamente até que o ultimo ponto esteja inserido no roteiro.
Métodos de melhoria do Roteiro 2 opt O processo consiste em retirar determinados portos de ligação, chamados de nós, afim de reduzir o tempo das entregas, as combinações vão sendo realizadas até que não reste mais opções de melhoria.
Métodos de melhoria do Roteiro 3 OPT Esse método visa reduzir o tempo do roteiro, melhorando as rota já definida.
Roteirização com Restrições Existem 2 principais métodos para roteirização com restrições: Método de Varredura Método de Clarke e Wright
Método de Varredura É um método fácil de se usar e de computação rápida, porém é menos preciso que o de Clark e Wright. Deve seguir a seguinte seqüência de procedimentos: Tomando o deposito como centro, definir um eixo passando por ele. Gire o eixo em torno do CD, no sentido horário ou anti horário. Verificar se o cliente pode ser incluído no roteiro: O tempo de atendimento do novo cliente excede a jornada de trabalho A quantidade de mercadoria excede a capacidade do veiculo. 4.   Se o cliente não pode ser incluído no roteiro, fechamos o roteiro e iniciamos outro.
Ilustração Método de Varredura
Método de Clarke e Wright Esse método tem sido muito utilizado, principalmente nos softwares de roteirização, isso por que, permite incorporar, de forma eficiente, diversos tipos de restrições. O método de Clarke e Wright segue os seguintes procedimentos : Combinam-se os pontos de entrega, dois a dois, buscando o melhor ganho. Ordenam-se as combinações de forma decrescente Começamos com a combinação que apresentar o maior ganho Á partir daí traçamos o roteiro, sempre que aparecerem restrições de tempo ou quantidade, iniciamos um novo roteiro.
Ilustração Método Clarke e Wright
Distribuição Física FIM Prof. Felippi Perez E-mail: felippi@keepers.com.br [email_address] Blog:  http://logisticananet.blogspot.com

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Distribuição

  • 2. Bibliografia Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição Antonio Galvão Novaes Elsevier 3ª edição 2007 Logística e o Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Paulo Roberto Bertaglia Saraiva 4ª edição 2006
  • 3. Definição É um dos processos da logística responsável pela administração dos materiais a partir da saída do produto da linha de produção até a entrega no destino final.
  • 4. Distribuidor “Entregador” O distribuidor, somente retira o material do ponto de produção e entrega ao consumidor final, cobrando um determinado frete por esse transporte.
  • 5. Distribuidor “Comprador” O distribuidor adquiri a opção de comprar os produtos em grandes quantidades diretamente da fabrica e revende aos consumidores, ganhando assim um percentual de lucro sobre essas vendas, neste caso é o consumidor final que paga ao distribuidor.
  • 7. Logística x Marketing Na pratica, a distribuição de produtos é analisada sob diferente perspectiva funcional pelos técnicos da Logística, de um lado, e pelo pessoal de marketing e vendas, de outro.
  • 8. Canais de Distribuição Os Canais de Distribuição são conjuntos de organizações interdependentes envolvidos no processo de tornar o produto ou serviço disponível para uso ou consumo.
  • 9. Tipos de Canais de Distribuição Canais Verticais
  • 10. Tipos de Canais de Distribuição Canais Verticais A responsabilidade é transferida de um segmento da cadeia para o segmento seguinte. Não é possível que um segmento “corte caminho” e cheque direto ao produtor.
  • 11. Tipos de Canais de Distribuição Canais Híbridos
  • 12. Tipos de Canais de Distribuição Canais Híbridos Algumas funções são executadas em paralelo entre os integrantes da Cadeia. Esses integrantes tem contato direto com os consumidores finais do produto, acompanhando as tendências mercadológicas com maior facilidade. Porém em alguns casos ocorre a duplicidade de atuação e esses integrantes concorrem entre si.
  • 13. Tipos de Canais de Distribuição Canais Múltiplos
  • 14. Tipos de Canais de Distribuição Canais Múltiplos Algumas empresas optam por utilizar mais de um canal de distribuição, melhorando assim sua competitividade, porém essa escolha é prejudicial a medida em que os preços praticados não podem ser controlados e somente alguns canais podem dar especificações técnicas sobre o produto, além do que um elemento do canal, pode interferir em outro canal.
  • 15. Colocando em Prática Partindo do principio que você trabalha em uma manufatura, defina um produto e aponte as vantagens e desvantagens de utilizar os canais Verticais, Híbridos e Múltiplos para realizar a distribuição.
  • 16. Objetivos dos Canais de Distribuição 1. Garantir a rápida disponibilidade do produto nos segmentos do mercado identificado como prioritários 2. Intensificar ao máximo o potencial de vendas do produto em questão.
  • 17. Objetivos dos Canais de Distribuição 3. Buscar a cooperação entre os participantes da cadeia no que se refere aos fatores relevantes relacionados com a distribuição. 4. Garantir o nível de serviço preestabelecido pelos parceiros da cadeia.
  • 18. Objetivos dos Canais de Distribuição 5. Garantir um fluxo de informações rápido e preciso entre os elementos participantes. 6. Buscar, de forma, integrada e permanente a redução de custos .
  • 19. Funções dos Canais de Distribuição Os canais de distribuição desempenham quatro funções básicas:
  • 20. Funções dos Canais de Distribuição Indução da Demanda- as empresas devem gerar ou induzir a demanda para seus produtos e serviços. Satisfação da Demanda – Apôs induzir o consumo, as empresas devem comercializar os produtos para satisfazer essa demanda. Serviços de Pós-Venda- Depois devem oferecer serviços de pós venda na medida da necessidade dos consumidores. Troca de Informações- Realizado pelo Feedback dos consumidores, através do serviço de pós venda.
  • 21. Colocando em Prática Utilizando o exemplo das Casas Bahia, descreva como ela faz atualmente para: Induzir a Demanda, Satisfazer a Demanda, oferecer serviços de pós venda e trocar informações com os consumidores. Ainda utilizando o exemplo das Casas Bahia, descreva se na distribuição de seus produtos, os objetivos de uma cadeia de distribuição ficam bem definidos, apresentando exemplos.
  • 22. Propriedades dos Canais de Distribuição Extensão A Extensão de um canal de distribuição esta ligada ao número de níveis intermediários, desde a manufatura até ao consumidor final. Por exemplo, a Avon que comercializa seus produtos através de vendedoras de porta em porta, sendo assim o produto sai da fabrica e vai diretamente ao consumidor final, esse é o nível zero.
  • 23. Propriedades dos Canais de Distribuição Amplitude Também chamada de largura do canal, é definida pela quantidade de empresas que atuam na distribuição, são observados 3 tipos de amplitudes: Distribuição Exclusiva (Amplitude Unitária)- Apenas uma empresa atua sozinha ou em determinada região.
  • 24. Propriedades dos Canais de Distribuição 2. Distribuição Seletiva (Amplitude Múltipla Controlada)- Mais de uma empresa atuam em determinada região, porém é controlado pelo fabricante.
  • 25. Propriedades dos Canais de Distribuição 3. Distribuição Intensiva (Amplitude Múltipla Aberta)- O fabricante tenta disponibilizar seus produtos na maior número de pontos de vendas possíveis.
  • 26. Definindo os Canais de Distribuição Ao se montar, ou reestruturar, uma cadeia de suprimentos, em sua totalidade ou parcialmente, uma das questões estratégicas que se coloca é sobre o melhor canal de distribuição ou melhor combinação de canais que torna a empresa mas competitiva no mercado.
  • 27. Etapas para definição do Canal de Distribuição 1ª- Identificação do Segmento de Clientes A intenção é agrupar os segmentos de clientes semelhantes dentro de canais específicos. Em muitos casos esse agrupamento de clientes já acontece pelas praticas de mercado.
  • 28. Etapas para definição do Canal de Distribuição 2ª- Identificação e Priorização das Funções. Apôs definir os canais, a empresa deve identificar quais as funções devem ser associadas a ele. Informações Sobre o Produto Customização do Produto Qualidade do Produto Tamanho do Lote Variedade Disponibilidade Pós-Venda Logística
  • 29. Etapas para definição do Canal de Distribuição 3ª- Benchmarking Observar as praticas do mercado e filtrar de acordo com suas necessidades Apôs a definição das funções pertinentes ao canal posteriormente escolhido, é importante realizar uma análise das praticas do mercado, a fim de, saber a satisfação dos clientes.
  • 30. Etapas para definição do Canal de Distribuição 4ª- Revisão do Projeto Deve ser levado em conta os objetivos gerais e específicos da empresa, para assim, consolidar com as informações adquiridas nas etapas 2 e 3. Ou seja, deve-se verificar se as funções determinadas estão de acordo com os requisitos desejados pelos consumidores .
  • 31. Etapas para definição do Canal de Distribuição 5ª- Custos e Benefícios Os custos e os benefícios são avaliados, para saber se realmente atendem as necessidades da empresa.
  • 32. Etapas para definição do Canal de Distribuição 6ª Integração entre as atividades O projeto de distribuição deve estar integrado entre os diversos produtos que a empresa oferece, para que não ocorra concorrências pelos recursos da distribuição.
  • 33. Colocando em Prática Monte um plano de distribuição de medicamentos, saindo de Cotia e entregando em São Paulo, seguindo as etapas estudadas anteriormente.
  • 34. Distribuição Física “ Levar os produtos certos para os lugares certos, no momento certo e com o nível de serviço desejado, pelo menor custo possível.” Para tanto iremos adotar sistemas de distribuição que utilizam-se de diversos modais de transportes, individualmente ou em conjuntos.
  • 35. Modalidades de Transportes na Distribuição Rodoviário Ferroviário Aquaviário Aéreo Dutoviário
  • 36. Componentes do Sistema de Distribuição Instalações Fixas Estoque de Produtos Veículos Informações Diversas Hardware e software diversos Custos pessoal
  • 37. Componentes do Sistema de Distribuição São os espaços destinados a armazenagem, movimentação e manuseio do material, até que este possa ser entregue aos clientes. Instalações Fixas Estoques De Produtos Os estoques são formados pelo material em depósito na fabrica, nos centros de distribuição, nos distribuidores, varejistas, atacadistas e nos veículos de transporte entre eles.
  • 38. Componentes do Sistema de Distribuição Veículos São necessários para conduzir o material para os mais diversos lugares. Informações Variadas Para operar um sistema de distribuição é necessário dispor de informações variadas .
  • 39. Componentes do Sistema de Distribuição Software e hardware Hoje grande parte das operações são controladas, planejadas e programadas por softwares, que necessitam dos Hardwares (Computadores), para funcionar. Custos Normalmente os fretes são cobrados pela distância e quantidade do material .
  • 40. Componentes do Sistema de Distribuição Pessoal Para que o sistema de distribuição funcione é necessário ter pessoal treinado e capacitado para realizar as funções. Com a sofisticação dos equipamentos e do tratamento das informações, torna-se necessário reciclar o elemento humano em todos os níveis.
  • 41. Sistema de Distribuição “Um p/ um” Distribuição “um p/ um” ocorre quando um veiculo é totalmente carregado no deposito do fabricante ou em um CD, com lotação completa e transporta carga de um ponto a outro, podendo ser outro CD, lojas ou outra instalação qualquer.
  • 42. Elementos Básicos A distribuição “um para um” é influenciada por 14 fatores, quando encarada sob o ponto de vista logístico: Distância entre o ponto de origem e o ponto de destino; Velocidade Operacional; Tempo de Carga e Descarga; Tempo porta a porta; Quantidade ou volume do carregamento; Disponibilidade da carga de retorno;
  • 43. Elementos Básicos 7. Densidade da Carga; 8. Dimensões e Morfologia das unidades transportadas; 9. Valor Unitário; 10. Acondicionamento; 11. Grau de Fragilidade; 12. Grau de Periculosidade; 13. Compatibilidade entre produtos de naturezas diversas; 14. Custo Total
  • 44. Custos na Distribuição “um para um” A distribuição “um para um” apresenta fortes economias de escala, onde quanto maior a quantidade do produto transportado, menor o valor acrescido com o transporte, por unidade do produto.
  • 45. Sistema de Distribuição “Um p/ Muitos” Distribuição “um para muitos” ocorre quando um veiculo é carregado com mercadorias destinadas a diversas lojas, CDs, clientes, etc e executa um roteiro de entregas predeterminado.
  • 46. Elementos Básicos A distribuição “um para muitos” é influenciada por 15 fatores, quando encarada sob o ponto de vista logístico: Zonas ou bolsões de entregas Distância Velocidade Tempo de parada Tempo de ciclo Freqüência Quantidade de Mercadoria Densidade
  • 47. Elementos Básicos 9 . Dimensões e Morfologia 10 . Valor Unitário 11. Acondicionamento 12 . Fragilidade 13 . Periculosidade 14 . Compatibilidade 15 . Custo Global
  • 48. Custos na Distribuição “um para muitos” A distribuição “um para muitos”, não trabalha com economia de escala, pois tem um limitador fundamental, que é o tempo para realização das entregas, então o veiculo deve ser dimensionado para atender um roteiro dentro dos prazos estabelecidos.
  • 49. Roteirização de Veículos A Roteirização deve partir de 3 princípios: Decisões, Objetivos e Restrições. Decisões de quais e quantos são os clientes á serem visitados, quantidade de veículos,. Motoristas, ajudantes, etc. Como objetivos principais, o processo de roteirização visa proporcionar de maneira eficaz a distribuição de produtos, elevando o nível e serviço e ao mesmo tempo mantendo os custos operacionais mais baixos possíveis. Todo essa processo deve obedecer a certas restrições.
  • 50. Roteirização de Veículos “ Em primeiro lugar, deve completar as rotas com os recursos disponíveis, mas cumprindo totalmente os compromissos assumidos com os clientes. Em segundo lugar, deve-se respeitar os limites de tempo impostos pela fornada de trabalho dos motoristas e ajudantes. Finalmente, devem ser respeitadas as restrições de trânsito, no que se refere ás velocidades máximas, horários de carga e descarga, tamanho máximo dos veículos, etc.”
  • 51. Roteirização de Veículos Métodos de Construção de Roteiro Métodos de melhoria do Roteiro
  • 52. Métodos de Construção de Roteiro Acréscimo de Pontos Esse método de construção parte de um ou dois pontos e vão formando um roteiro através do acréscimo de pontos adicionais. A sistemática é ir ligando cada ponto ao seu vizinho mais próximo. Elege-se um deles como ponto inicial e se procura, dentre os demais pontos, aquele que estiver mais perto do primeiro. Toma-se o segundo ponto e faz-se o mesmo procedimento. Inserção do ponto mais distante Procura-se iniciar o roteiro buscando o ponto mais distante possível, a seguir busca-se o ponto mais distante do roteiro parcial determinado anteriormente, e assim segue-se sucessivamente até que o ultimo ponto esteja inserido no roteiro.
  • 53. Métodos de melhoria do Roteiro 2 opt O processo consiste em retirar determinados portos de ligação, chamados de nós, afim de reduzir o tempo das entregas, as combinações vão sendo realizadas até que não reste mais opções de melhoria.
  • 54. Métodos de melhoria do Roteiro 3 OPT Esse método visa reduzir o tempo do roteiro, melhorando as rota já definida.
  • 55. Roteirização com Restrições Existem 2 principais métodos para roteirização com restrições: Método de Varredura Método de Clarke e Wright
  • 56. Método de Varredura É um método fácil de se usar e de computação rápida, porém é menos preciso que o de Clark e Wright. Deve seguir a seguinte seqüência de procedimentos: Tomando o deposito como centro, definir um eixo passando por ele. Gire o eixo em torno do CD, no sentido horário ou anti horário. Verificar se o cliente pode ser incluído no roteiro: O tempo de atendimento do novo cliente excede a jornada de trabalho A quantidade de mercadoria excede a capacidade do veiculo. 4. Se o cliente não pode ser incluído no roteiro, fechamos o roteiro e iniciamos outro.
  • 58. Método de Clarke e Wright Esse método tem sido muito utilizado, principalmente nos softwares de roteirização, isso por que, permite incorporar, de forma eficiente, diversos tipos de restrições. O método de Clarke e Wright segue os seguintes procedimentos : Combinam-se os pontos de entrega, dois a dois, buscando o melhor ganho. Ordenam-se as combinações de forma decrescente Começamos com a combinação que apresentar o maior ganho Á partir daí traçamos o roteiro, sempre que aparecerem restrições de tempo ou quantidade, iniciamos um novo roteiro.
  • 60. Distribuição Física FIM Prof. Felippi Perez E-mail: felippi@keepers.com.br [email_address] Blog: http://logisticananet.blogspot.com