O documento discute a avaliação escolar como um instrumento que legitima o fracasso e atua como controle das condutas educacionais e sociais. A avaliação deve ser repensada para apoiar a aprendizagem, promover o desenvolvimento individual e se tornar um processo democrático e colaborativo. Propõe-se que as práticas avaliativas sejam transformadas em um projeto coletivo que priorize a qualidade do ensino para todos.