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Conceitos
Cultura afro-brasileira.Cultura afro-brasileira.
O que é Raça?
• O conceito de raça sofreu várias
alterações no tempo e na história.
• Por exemplo: Hitler acreditou na
existência da raça judia e tentou
eliminá-los; pois atribui valor,
hierarquizando características que
são culturais. Este nazista dizia:
• “Nós, arianos, somos uma
raça superior; os outros,
os judeus, são uma raça
inferior.”
Muitos acreditaram e
foram os seus
seguidores,
recentemente, no
holocausto eliminaram
mais de 6 milhões de
judeus nos campos de
concentração durante a
Segunda Guerra Mundial.
• Atualmente, é consensual a idéia na
ciência que não existe raças
embasando-se características físicas.
Isto é, não existem “espécies humanas”
mas uma única espécie. Assim, as
diferenças culturais, lingüísticas,
costumes e de posição social não
podem ser entendidas como sinônimos
de raça, mas são importantes e nos
possibilitam conceituar o termo etnia.
O que é Etnia?
• Comunidade humana
definida por
afinidades lingüísticas
e culturais e
semelhanças
genéticas.
• Estas comunidades
geralmente
reivindicam para si
uma estrutura social,
política e um território.
• O termo etnia inclui, implicitamente,
as noções de diferença e
alteridade. Assim, é só através do
contraste com um “Outro”, numa
situação específica, que o grupo –
e seus membros – se distinguem e
conseguem construir uma
identidade própria, isto é, a sua
identidade étnica.
• Todavia, notamos ser
comum em sociedades
estratificadas não haver a
identificação étnica em todos
campos da vida, seja no
político ou na produção do
conhecimento dos grupos
majoritários, desta forma,
esta identificação parece ser
importante apenas aos
grupos étnico politicamente
minoritários, tanto se elas
são minoria demográfica, ou
parcela da sociedade que
não detém o poder.
O que é
Etnicidade?• As categorias etnia e
Etnicidade são
entendidas como
conceitos relacionais
e situacionais, que
se constroem dentro
de um contexto
específico de
convivência étnica.
• Em relação à população negra, etnia, grupo
étnico e Etnicidade remetem-se a construções
sócio-históricas que surgem e são estimuladas
pelas relações de exclusão e inclusão, que têm
como base o racismo e como resultado as
discriminações, sejam elas no mercado de
trabalho, em salários diferenciados, na exclusão
da política, ou outros.
• Poderemos citar como exemplo a inserção da
comunidade nipônica, árabe, mulçumana e
tantas outras que aqui no Brasil possuem
estereótipos benéficos, mas que em outros
países sofrem dificuldades de inclusão.
• No que diz respeito aos negros no Brasil, é
difícil falar em grupo étnico, uma vez que a
população negra do País, como resultado de
complexos processos históricos, sociais e
culturais, está muito diversificada.
• Partimos do pressuposto de que a Etnicidade
contemporânea não constitui mais o resultado
de uma herança tradicional, e sim uma resposta
a necessidades de organização e articulação
social.
• Neste sentido, tendo em vista o processo de inclusão
social dos diversos grupos étnicos, até poderíamos
dizer que o Brasil é um paraíso racial, se não
houvesse exclusão étnico-racial das populações
negras e indígenas. Esses são cruelmente excluídos
e isso faz com que os mesmos se organizem para
reivindicar seus direitos humanos, num movimento
que podemos denominar de Etnicidade positivas,
fazendo com que o Estado brasileiro reconheça suas
necessidades e especificidades culturais.
• Todavia, o Brasil só
se reconheceu como
um Estado racista
em 19 de dezembro
de 2001, quando o
então, Presidente
Fernando Henrique
Cardoso, lança o
Plano Nacional de
Direitos Humanos.
• “Nos arrepender nesta geração, nem
tanto pelas más ações de pessoas más,
mas pelo silêncio assustador de pessoas
boas”.
Martin Luther King
Referencias:
Nila Michele Bastos SantosNila Michele Bastos Santos
Historiadora, Psicopedagoga, Professora da Rede Municipal e
Privada de São Luis –Ma.
Professora Da Faculdade Santa Fé
Email: nilamichele@yahoo.com.br
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  • 2. O que é Raça? • O conceito de raça sofreu várias alterações no tempo e na história. • Por exemplo: Hitler acreditou na existência da raça judia e tentou eliminá-los; pois atribui valor, hierarquizando características que são culturais. Este nazista dizia:
  • 3. • “Nós, arianos, somos uma raça superior; os outros, os judeus, são uma raça inferior.” Muitos acreditaram e foram os seus seguidores, recentemente, no holocausto eliminaram mais de 6 milhões de judeus nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.
  • 4. • Atualmente, é consensual a idéia na ciência que não existe raças embasando-se características físicas. Isto é, não existem “espécies humanas” mas uma única espécie. Assim, as diferenças culturais, lingüísticas, costumes e de posição social não podem ser entendidas como sinônimos de raça, mas são importantes e nos possibilitam conceituar o termo etnia.
  • 5. O que é Etnia? • Comunidade humana definida por afinidades lingüísticas e culturais e semelhanças genéticas. • Estas comunidades geralmente reivindicam para si uma estrutura social, política e um território.
  • 6. • O termo etnia inclui, implicitamente, as noções de diferença e alteridade. Assim, é só através do contraste com um “Outro”, numa situação específica, que o grupo – e seus membros – se distinguem e conseguem construir uma identidade própria, isto é, a sua identidade étnica.
  • 7. • Todavia, notamos ser comum em sociedades estratificadas não haver a identificação étnica em todos campos da vida, seja no político ou na produção do conhecimento dos grupos majoritários, desta forma, esta identificação parece ser importante apenas aos grupos étnico politicamente minoritários, tanto se elas são minoria demográfica, ou parcela da sociedade que não detém o poder.
  • 8. O que é Etnicidade?• As categorias etnia e Etnicidade são entendidas como conceitos relacionais e situacionais, que se constroem dentro de um contexto específico de convivência étnica.
  • 9. • Em relação à população negra, etnia, grupo étnico e Etnicidade remetem-se a construções sócio-históricas que surgem e são estimuladas pelas relações de exclusão e inclusão, que têm como base o racismo e como resultado as discriminações, sejam elas no mercado de trabalho, em salários diferenciados, na exclusão da política, ou outros.
  • 10. • Poderemos citar como exemplo a inserção da comunidade nipônica, árabe, mulçumana e tantas outras que aqui no Brasil possuem estereótipos benéficos, mas que em outros países sofrem dificuldades de inclusão. • No que diz respeito aos negros no Brasil, é difícil falar em grupo étnico, uma vez que a população negra do País, como resultado de complexos processos históricos, sociais e culturais, está muito diversificada. • Partimos do pressuposto de que a Etnicidade contemporânea não constitui mais o resultado de uma herança tradicional, e sim uma resposta a necessidades de organização e articulação social.
  • 11. • Neste sentido, tendo em vista o processo de inclusão social dos diversos grupos étnicos, até poderíamos dizer que o Brasil é um paraíso racial, se não houvesse exclusão étnico-racial das populações negras e indígenas. Esses são cruelmente excluídos e isso faz com que os mesmos se organizem para reivindicar seus direitos humanos, num movimento que podemos denominar de Etnicidade positivas, fazendo com que o Estado brasileiro reconheça suas necessidades e especificidades culturais.
  • 12. • Todavia, o Brasil só se reconheceu como um Estado racista em 19 de dezembro de 2001, quando o então, Presidente Fernando Henrique Cardoso, lança o Plano Nacional de Direitos Humanos.
  • 13. • “Nos arrepender nesta geração, nem tanto pelas más ações de pessoas más, mas pelo silêncio assustador de pessoas boas”. Martin Luther King
  • 15. Nila Michele Bastos SantosNila Michele Bastos Santos Historiadora, Psicopedagoga, Professora da Rede Municipal e Privada de São Luis –Ma. Professora Da Faculdade Santa Fé Email: nilamichele@yahoo.com.br Montagem e Apresentação: