SlideShare uma empresa Scribd logo
HISTÓRIA
Correção cap.14 e TD
ISABEL AGUIAR
8EF MANHÃ
DIONÍSIO TORRES
AFRICANOS NO BRASIL
HAVIA ESCRAVIDÃO NO BRASIL ANTES DOS EUROPEUS ?
Segunda a professora Leila Hernandez, sim. Nas sociedades tradicionais africanas, o
principal motivo que levava a escravidão era.
A GUERRA ENTRE DIFERENTES POVOS.
Os vencedores aprisionavam, vendiam e escravizavam os que
perdiam
MOTIVOS DA ESCRAVIDÃO ENTRE AS TRIBOS AFRICANAS:
A fome: trabalhavam em troca de comida
A punição judicial: um criminoso era condenado à escravidão
A penhora humana: a pessoa se oferecia como garantia de um
Empréstimo.
CARACTERÍSTICAS DA ESCRAVIDÃO AFRICANA
Trabalhos exaustivos
Trabalhar no exército do governo
Trabalhar para seu dono por um tempo de
2 à 4 anos.
Leila Hernandez
GUERRA, ESCRAVIDÃO E TRÁFICO ATLÂNTICO
Havia guerras para conseguirem pessoas
para serem vendidas
As guerras podem ter sido a consequência
mais grave da chegada do europeu na África
ESCRAVIDÃO NO BRASIL - SÉC. XVI
Nordeste brasileiro - produção de açúcar
Mercadores portugueses + reis africanos = negociar pessoas
O comércio de escravizados da África para o Brasil durou 350 anos
Trocavam os africanos por: tecido, pólvora, armas de fogo
Revendiam os africanos no Brasil - acumularam fortunas
QUANTOS ERAM E DE ONDE FORAM TRAZIDOS?
Segundo David Eltis, 12,5 milhões de escravizados
deixaram a costa da África
Entre 1500 e 1867
Dos 12,5 milhões , 4,9 milhões vieram para o Brasil.
Os africanos contribuíram para a nossa cultura.
DE QUE LUGARES DA ÁFRICA FORAM TRAZIDOS OS ESCRAVIZADOS?
A maioria - sul do Equador (portos de Benguela, Luanda e Cabinda)
Outros da Costa da Mina (portos de Lagos, Ajudá e São Jorge da Mina)
Uma minoria - do porto de Moçambique
COMO OS AFRICANOS ERAM CHAMADOS NO BRASIL?
Eram chamados pelo nome dos portos onde eram desembarcados
Ex: Um africano de etnia bacongo era chamado de Cabinda por conta do nome do
porto onde ele embarcou.
Ex: Africanos desembarcados na Costa da Mina , eram chamados de mina.
A TRAVESSIA PELO OCEANO ATLÂNTICO E A VENDA DE
ESCRAVOS
• Navios negreiros traziam
homens , mulheres e
crianças
• A viagem da África ao
Brasil durava de 30 a 45
dias.
• Condições péssimas
de viagem: pouca comida e
de má qualidade
• Cada escravizado
recebia um copo de água a cada dois dias
• Alguns bebiam água do mar e adoeciam.
• Chegavam ao litoral confusos e cansados sem saber onde estavam
• Eram examinados, avaliados e comprados em : Rj, Salvador, Recife e São Luis
• Um homem adulto valia o dobro de uma mulher e três vezes mais que um
idoso e ou uma criança
• Podiam ser vendidos, alugados e leiloados para pagar as dívidas do dono
• Não tinham direito ao próprio nome
A TRAVESSIA PELO OCEANO ATLÂNTICO E A VENDA DE
ESCRAVOS
O TRABALHO
• Trabalhavam de 12 a 15 horas por dia
• Começavam entre 4 e 5 horas da manhã e iam até o anoitecer
• Domingos e feriados de manhã, eles consertavam cercas, estradas e outros
serviços.
• Homens: agricultores, carpinteiros, ferreiros, carregador, pescador...
• Mulheres: cultivar a terra, cuidar d doentes, colher e moer cana, lavar, passar, fazer
partos, vender doces e salgados...
• Havia afrodescendentes libertos pois conseguiam a carta de alforria, obtida após
longos anos de trabalho.
• A cultura africana mudou nosso modo de viver
A ALIMENTAÇÃO
• Uma cuida de feijão, uma porção de farinha de mandioca ou milho
Rapadura e charque , de vez em quando
• Alimentação pobre em proteína que gerava doenças e envelhecimento precoce
• Muitos com 35 ou 40 anos eram descritos como pessoas de 60 anos.
A VIOLÊNCIA
• Eram vigiados por feitores
• Castigados por qualquer coisa. Ex: fazer pausa para
descansar ou se distrair
• Eram usados : palmatória (para golpear as mãos e
causar inchaço e dor), gargalheiras (colocada no
pescoço para dificultar os movimentos)e máscara
de flandres (impedia a pessoa de se alimentar)
Anjinho
Tronco Correntes Máscara de flandres
A VIOLÊNCIA
Feridas
Depois de levarem chicotadas, alguns escravos
ainda sofriam mais essa punição: tinham as
feridas esfregadas com sal, suco de limão ou
qualquer outra substância que causasse
extrema dor além de garantir que as cicatrizes
fossem acentuadas.
Correntes no pescoço
Como você já deve ter
visto em registros, era
comum usar grandes e
pesadas correntes de ferro
que prendiam os escravos
pelo pescoço com o objetivo
de evitar fugas. Esse método
era usado principalmente
durante o transporte entre
regiões e causava dor,
desconforto e sufocamento.
Chicote
A NEGRA ANASTÁCIA
Cena da novela Liberdade Liberdade
• Viveu no século XVII em Minas Gerais
• Negra de olhos azuis, altiva e bonita
• Por despertar ciúmes na mulher de seu senhor, foi obrigada a usar a máscara de
flandres
• Por conta dos maus tratos morreu ainda jovem
• Em 1968, na Igreja do Rosário - RJ - Anastácia foi
homenageada e descrita como santa por conta de milagres atribuídos a ela.
• Não se sabe se ela existiu realmente, não há provas de sua existência
A RESISTÊNCIA
• Causas: maus tratos, trabalho pesado, castigos, disciplina rigorosa, o não
cumprimento da palavra do senhor quando juntavam dinheiro para comprar a alforria.
• Resistiam praticando religiões de origem africana
A RESISTÊNCIA
• Jogavam Capoeira
• Faziam festas: congado, reisado, jongo e irmandades
(culto aos santos, decorar a igreja, assistência de ordem material e espiritual.
• Desobediência, fazendo corpo mole no trabalho
• Quebrando ferramentas, incendiando plantações
• Suicídio, agressão aos feitores e senhores
• Fugas e quilombos
Capoeira
A RESISTÊNCIA: QUILOMBOS
• Uma das principais formas de luta contra a escravidão
• Existiu por toda a América escravista
• Quilombo de Palmares foi o mais duradouro no Brasil
Iniciou em 1597 com 40 escravizados que fugiram de um engenho do litoral de Alagoas.
• Por conta da quantidade de palmeiras, chamou-se PALMARES
• Com a invasão dos holandeses no Nordeste, aumentaram as fugas e a população dos
quilombos.
• Palmares chegou a ter 15 mil habitantes.
• Em Palmares não havia só africanos, havia também brancos pobres e indígenas expulsos
de suas terras pelos colonos.
• Os palmarinos viviam em liberdade e em mocambos (povoados)
• Plantavam milho, feijão, mandioca, batata-doce
• Criavam porcos e galinhas
• Caçavam cotias, raposas, tatus
• Confeccionavam objetos de cerâmica,
palha trançada e madeira
• Faziam vasos, enxadas, pás e pilões
• A produção era dividida
• As sobras eram guardadas para épocas de guerra,
• Colheita ou festa ou trocadas nas
vilas vizinhas ( Porto Calvo, Sirinhém e Alagoas )
A RESISTÊNCIA: A GUERRA
• O quilombo dos Palmares era detestado pelos senhores de engenho porque
abrigava fugitivos e afrontava a ordem escravista.
• Foram enviadas várias expedições para destruir o quilombo de Palmares
• As primeiras expedições foram derrotas
• Zumbi se destacou entre os habitantes de Palmares (nasceu no quilombo)
• A guerra se prolongou por décadas
• Em 1690, Domingos Jorge Velho foi enviado para destruir Palmares
• Superioridade militar + abertura de novos caminhos + maior conhecimento
da Serra da Barriga= fim de Palmares
• Em 6 de fevereiro de 1694, a "capital" de Palmares foi incendiada
• Mocambos foram destruídos
• Zumbi escapou ferido e resistiu
por vários meses Zumbi
• foi traído por um de seus homens de
confiança e
foi morto em 20 de novembro de 1695
Zumbi , pintura de Antonio Parreiras
Acervo do Museu Antonio Parreiras,
Niterói
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
• O dia da morte de Zumbi (20/11/1695) serviu para refletir com profundidade
sobre o RACISMO no Brasil
• Encontrar novas formas de superar o RACISMO
REMANESCENTES DOS QUILOMBOS
• Ainda hoje no Brasil existem povoados habitados por remanescentes de
quilombos.
• São mais de 80 mil pessoas vivendo de forma parecida com seus antepassados
• Em algumas comunidades ainda conservam termos africanos.
• A Constituição de 1988, reconheceu a propriedade definitiva das terras
ocupadas por comunidades quilombolas.
ARTIGO 68 DA CONSTITUIÇÃO DE 1988
"AOS REMANESCENTES DAS COMUNIDADES DOS QUILOMBOS QUE ESTÃO
OCUPANDO SUAS TERRAS É RECONHECIDA A PROPRIEDADE DEFINITIVA, DEVENDO
OS ESTADOS EMITIR-LHES OS TÍTULOS RESPECTIVOS"
•
Até agora foram concedidos poucos títulos de propriedade pois há dificuldade
em documentar a posso de área de forma juridicamente aceita.
• Muitas dessas terras são cobiçadas por fazendeiros e algumas estão localizadas
em áreas de mananciais e reservas de extração vegetal e mineral.
• Muitos habitantes dos quilombos travam uma luta árdua para provar que são
descendentes de escravizados e que as terras em que vivem lhes pertence.
PARA REFLETIR!
AFRICANOS NO BRASIL

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Indígenas na américa
Indígenas na américaIndígenas na américa
Indígenas na américa
harlissoncarvalho
 
A Escravidão no Brasil colonial
A Escravidão no Brasil colonialA Escravidão no Brasil colonial
A Escravidão no Brasil colonial
Alex Ferreira dos Santos
 
Escravidão no Brasil
Escravidão no BrasilEscravidão no Brasil
Escravidão no Brasil
bastianbe
 
Conjuração Mineira e Baiana
Conjuração Mineira e BaianaConjuração Mineira e Baiana
Conjuração Mineira e Baiana
Aulas de História
 
13 colônias inglesas
13 colônias inglesas13 colônias inglesas
13 colônias inglesas
harlissoncarvalho
 
A origem do homem
A origem do homemA origem do homem
A origem do homem
Janayna Lira
 
Astecas maias e incas
Astecas maias e incasAstecas maias e incas
Astecas maias e incas
Fabiana Tonsis
 
Neocolonialismo geral2
Neocolonialismo geral2Neocolonialismo geral2
Neocolonialismo geral2
Kéliton Ferreira
 
Revolução Francesa e Era Napoleonica
Revolução Francesa e Era NapoleonicaRevolução Francesa e Era Napoleonica
Revolução Francesa e Era Napoleonica
Isabel Aguiar
 
Pré História - Ensino Médio
Pré História - Ensino MédioPré História - Ensino Médio
Pré História - Ensino Médio
Diego Bian Filo Moreira
 
1° ano EM - Hebreus, fenícios e Persas
1° ano EM - Hebreus, fenícios e Persas1° ano EM - Hebreus, fenícios e Persas
1° ano EM - Hebreus, fenícios e Persas
Daniel Alves Bronstrup
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
Fabiana Tonsis
 
Ciclo do ouro
Ciclo do ouroCiclo do ouro
Povos pré colombianos
Povos pré colombianosPovos pré colombianos
Povos pré colombianos
Nila Michele Bastos Santos
 
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
Nefer19
 
A Era Vargas (1930 1945)-aulão
A Era Vargas (1930 1945)-aulãoA Era Vargas (1930 1945)-aulão
A Era Vargas (1930 1945)-aulão
Rodrigo Luiz
 
Primeira República
Primeira RepúblicaPrimeira República
Primeira República
isameucci
 
Primeira guerra mundial
Primeira guerra mundialPrimeira guerra mundial
Primeira guerra mundial
Janaína Tavares
 
Povos indigenas no Brasil.
Povos indigenas no Brasil.Povos indigenas no Brasil.
Povos indigenas no Brasil.
Jose Ribamar Santos
 
Povoamento do América
Povoamento do AméricaPovoamento do América
Povoamento do América
Patrícia Costa Grigório
 

Mais procurados (20)

Indígenas na américa
Indígenas na américaIndígenas na américa
Indígenas na américa
 
A Escravidão no Brasil colonial
A Escravidão no Brasil colonialA Escravidão no Brasil colonial
A Escravidão no Brasil colonial
 
Escravidão no Brasil
Escravidão no BrasilEscravidão no Brasil
Escravidão no Brasil
 
Conjuração Mineira e Baiana
Conjuração Mineira e BaianaConjuração Mineira e Baiana
Conjuração Mineira e Baiana
 
13 colônias inglesas
13 colônias inglesas13 colônias inglesas
13 colônias inglesas
 
A origem do homem
A origem do homemA origem do homem
A origem do homem
 
Astecas maias e incas
Astecas maias e incasAstecas maias e incas
Astecas maias e incas
 
Neocolonialismo geral2
Neocolonialismo geral2Neocolonialismo geral2
Neocolonialismo geral2
 
Revolução Francesa e Era Napoleonica
Revolução Francesa e Era NapoleonicaRevolução Francesa e Era Napoleonica
Revolução Francesa e Era Napoleonica
 
Pré História - Ensino Médio
Pré História - Ensino MédioPré História - Ensino Médio
Pré História - Ensino Médio
 
1° ano EM - Hebreus, fenícios e Persas
1° ano EM - Hebreus, fenícios e Persas1° ano EM - Hebreus, fenícios e Persas
1° ano EM - Hebreus, fenícios e Persas
 
Período regencial
Período regencialPeríodo regencial
Período regencial
 
Ciclo do ouro
Ciclo do ouroCiclo do ouro
Ciclo do ouro
 
Povos pré colombianos
Povos pré colombianosPovos pré colombianos
Povos pré colombianos
 
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2018)
 
A Era Vargas (1930 1945)-aulão
A Era Vargas (1930 1945)-aulãoA Era Vargas (1930 1945)-aulão
A Era Vargas (1930 1945)-aulão
 
Primeira República
Primeira RepúblicaPrimeira República
Primeira República
 
Primeira guerra mundial
Primeira guerra mundialPrimeira guerra mundial
Primeira guerra mundial
 
Povos indigenas no Brasil.
Povos indigenas no Brasil.Povos indigenas no Brasil.
Povos indigenas no Brasil.
 
Povoamento do América
Povoamento do AméricaPovoamento do América
Povoamento do América
 

Destaque

ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASILABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
Isabel Aguiar
 
REGÊNCIA NO BRASIL
REGÊNCIA NO BRASILREGÊNCIA NO BRASIL
REGÊNCIA NO BRASIL
Isabel Aguiar
 
SEGUNDO REINADO E GUERRA DO PARAGUAI
SEGUNDO REINADO E GUERRA DO PARAGUAISEGUNDO REINADO E GUERRA DO PARAGUAI
SEGUNDO REINADO E GUERRA DO PARAGUAI
Isabel Aguiar
 
O REINADO DE D. PEDRO I
O REINADO DE D. PEDRO IO REINADO DE D. PEDRO I
O REINADO DE D. PEDRO I
Isabel Aguiar
 
EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL
EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO BRASILEMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL
EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL
Isabel Aguiar
 
A SOCIEDADE MINERADORA NO BRASIL COLONIAL
A SOCIEDADE MINERADORA NO BRASIL COLONIALA SOCIEDADE MINERADORA NO BRASIL COLONIAL
A SOCIEDADE MINERADORA NO BRASIL COLONIAL
Isabel Aguiar
 
EUA E EUROPA NO SÉCULO XIX
EUA E EUROPA NO SÉCULO  XIXEUA E EUROPA NO SÉCULO  XIX
EUA E EUROPA NO SÉCULO XIX
Isabel Aguiar
 
Acordo de convivencia
Acordo de convivenciaAcordo de convivencia
Acordo de convivencia
Isabel Aguiar
 
QUIZ DE HISTÓRIA
QUIZ DE HISTÓRIAQUIZ DE HISTÓRIA
QUIZ DE HISTÓRIA
Isabel Aguiar
 
Quiz Historia
Quiz Historia Quiz Historia
Quiz Historia
Isabel Aguiar
 
INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA
INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA
INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA
Isabel Aguiar
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro   BrasileiraCultura Afro   Brasileira
Cultura Afro Brasileira
martinsramon
 
Slide imigração e fim trafico negreiro
Slide imigração e fim trafico negreiro Slide imigração e fim trafico negreiro
Slide imigração e fim trafico negreiro
Isabel Aguiar
 
GUERRA DO PARAGUAI 1864-1870
GUERRA DO PARAGUAI 1864-1870GUERRA DO PARAGUAI 1864-1870
GUERRA DO PARAGUAI 1864-1870
Isabel Aguiar
 
A EUROPA NO SÉCULO XIX
A EUROPA NO SÉCULO XIXA EUROPA NO SÉCULO XIX
A EUROPA NO SÉCULO XIX
Isabel Aguiar
 
SEGUNDO REINADO 1840-1889
SEGUNDO REINADO 1840-1889SEGUNDO REINADO 1840-1889
SEGUNDO REINADO 1840-1889
Isabel Aguiar
 
Slide pedro 6 ano pre historia
Slide pedro 6 ano pre historiaSlide pedro 6 ano pre historia
Slide pedro 6 ano pre historia
Isabel Aguiar
 
Slide pre historia ester torres 6 ano
Slide pre historia ester torres 6 anoSlide pre historia ester torres 6 ano
Slide pre historia ester torres 6 ano
Isabel Aguiar
 
SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
SEGUNDA GUERRA MUNDIALSEGUNDA GUERRA MUNDIAL
SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Isabel Aguiar
 

Destaque (20)

ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASILABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
 
REGÊNCIA NO BRASIL
REGÊNCIA NO BRASILREGÊNCIA NO BRASIL
REGÊNCIA NO BRASIL
 
SEGUNDO REINADO E GUERRA DO PARAGUAI
SEGUNDO REINADO E GUERRA DO PARAGUAISEGUNDO REINADO E GUERRA DO PARAGUAI
SEGUNDO REINADO E GUERRA DO PARAGUAI
 
O REINADO DE D. PEDRO I
O REINADO DE D. PEDRO IO REINADO DE D. PEDRO I
O REINADO DE D. PEDRO I
 
EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL
EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO BRASILEMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL
EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL
 
A SOCIEDADE MINERADORA NO BRASIL COLONIAL
A SOCIEDADE MINERADORA NO BRASIL COLONIALA SOCIEDADE MINERADORA NO BRASIL COLONIAL
A SOCIEDADE MINERADORA NO BRASIL COLONIAL
 
EUA E EUROPA NO SÉCULO XIX
EUA E EUROPA NO SÉCULO  XIXEUA E EUROPA NO SÉCULO  XIX
EUA E EUROPA NO SÉCULO XIX
 
Acordo de convivencia
Acordo de convivenciaAcordo de convivencia
Acordo de convivencia
 
QUIZ DE HISTÓRIA
QUIZ DE HISTÓRIAQUIZ DE HISTÓRIA
QUIZ DE HISTÓRIA
 
Quiz Historia
Quiz Historia Quiz Historia
Quiz Historia
 
INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA
INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA
INDEPENDÊNCIAS NA AMÉRICA
 
Cultura Afro Brasileira
Cultura Afro   BrasileiraCultura Afro   Brasileira
Cultura Afro Brasileira
 
Slide imigração e fim trafico negreiro
Slide imigração e fim trafico negreiro Slide imigração e fim trafico negreiro
Slide imigração e fim trafico negreiro
 
GUERRA DO PARAGUAI 1864-1870
GUERRA DO PARAGUAI 1864-1870GUERRA DO PARAGUAI 1864-1870
GUERRA DO PARAGUAI 1864-1870
 
A EUROPA NO SÉCULO XIX
A EUROPA NO SÉCULO XIXA EUROPA NO SÉCULO XIX
A EUROPA NO SÉCULO XIX
 
SEGUNDO REINADO 1840-1889
SEGUNDO REINADO 1840-1889SEGUNDO REINADO 1840-1889
SEGUNDO REINADO 1840-1889
 
Slide pedro 6 ano pre historia
Slide pedro 6 ano pre historiaSlide pedro 6 ano pre historia
Slide pedro 6 ano pre historia
 
Slide pre historia ester torres 6 ano
Slide pre historia ester torres 6 anoSlide pre historia ester torres 6 ano
Slide pre historia ester torres 6 ano
 
Roma antiga
Roma antigaRoma antiga
Roma antiga
 
SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
SEGUNDA GUERRA MUNDIALSEGUNDA GUERRA MUNDIAL
SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
 

Semelhante a AFRICANOS NO BRASIL

Escravidão africana no brasil
Escravidão africana no brasilEscravidão africana no brasil
Escravidão africana no brasil
Professor: Ellington Alexandre
 
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil coloniaEscravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
GabrielDominguesRoch
 
Escravidão / Resistência
Escravidão / ResistênciaEscravidão / Resistência
Escravidão / Resistência
Joemille Leal
 
Africanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistênciaAfricanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistência
Eliphas Rodrigues
 
Africanos no Brasil - dominação e resistência
Africanos no Brasil - dominação e resistênciaAfricanos no Brasil - dominação e resistência
Africanos no Brasil - dominação e resistência
Carlos Zaranza
 
Escravos
EscravosEscravos
Escravos
Lane94
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
Nelia Salles Nantes
 
lei 10.639.ppt
lei 10.639.pptlei 10.639.ppt
lei 10.639.ppt
AndreSs39
 
Escravidão: Outras Histórias
Escravidão: Outras HistóriasEscravidão: Outras Histórias
Escravidão: Outras Histórias
Carlos Glufke
 
O negro na formação da sociedade brasileira
O negro na formação da sociedade brasileiraO negro na formação da sociedade brasileira
O negro na formação da sociedade brasileira
Dandara Lima
 
Revista de historia
Revista de historiaRevista de historia
Revista de historia
blogsala2a
 
Livreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidiano
Livreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidianoLivreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidiano
Livreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidiano
PIBID - Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência
 
A Sociedade Guaporeana
A Sociedade GuaporeanaA Sociedade Guaporeana
A Sociedade Guaporeana
Governo do Estado de Rondônia
 
Escravidão no brasil
Escravidão no brasilEscravidão no brasil
Escravidão no brasil
Professora Natália de Oliveira
 
Igreja e Escravidão no Brasil
Igreja e Escravidão no BrasilIgreja e Escravidão no Brasil
Igreja e Escravidão no Brasil
Rodrigo F Menegatti
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
Nelia Salles Nantes
 
Escravidão africana (introdução)
Escravidão africana (introdução)Escravidão africana (introdução)
Escravidão africana (introdução)
Dismael Sagás
 
Africanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistênciaAfricanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistência
Edvaldo S. Júnior
 
A História dos Africanos na América portuguesa
A História dos Africanos na América portuguesaA História dos Africanos na América portuguesa
A História dos Africanos na América portuguesa
GabrielaLares3
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
Nelia Salles Nantes
 

Semelhante a AFRICANOS NO BRASIL (20)

Escravidão africana no brasil
Escravidão africana no brasilEscravidão africana no brasil
Escravidão africana no brasil
 
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil coloniaEscravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
 
Escravidão / Resistência
Escravidão / ResistênciaEscravidão / Resistência
Escravidão / Resistência
 
Africanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistênciaAfricanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistência
 
Africanos no Brasil - dominação e resistência
Africanos no Brasil - dominação e resistênciaAfricanos no Brasil - dominação e resistência
Africanos no Brasil - dominação e resistência
 
Escravos
EscravosEscravos
Escravos
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
 
lei 10.639.ppt
lei 10.639.pptlei 10.639.ppt
lei 10.639.ppt
 
Escravidão: Outras Histórias
Escravidão: Outras HistóriasEscravidão: Outras Histórias
Escravidão: Outras Histórias
 
O negro na formação da sociedade brasileira
O negro na formação da sociedade brasileiraO negro na formação da sociedade brasileira
O negro na formação da sociedade brasileira
 
Revista de historia
Revista de historiaRevista de historia
Revista de historia
 
Livreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidiano
Livreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidianoLivreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidiano
Livreto O escravo negro no Brasil Colonial: tráfico e cotidiano
 
A Sociedade Guaporeana
A Sociedade GuaporeanaA Sociedade Guaporeana
A Sociedade Guaporeana
 
Escravidão no brasil
Escravidão no brasilEscravidão no brasil
Escravidão no brasil
 
Igreja e Escravidão no Brasil
Igreja e Escravidão no BrasilIgreja e Escravidão no Brasil
Igreja e Escravidão no Brasil
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
 
Escravidão africana (introdução)
Escravidão africana (introdução)Escravidão africana (introdução)
Escravidão africana (introdução)
 
Africanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistênciaAfricanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistência
 
A História dos Africanos na América portuguesa
A História dos Africanos na América portuguesaA História dos Africanos na América portuguesa
A História dos Africanos na América portuguesa
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
 

Mais de Isabel Aguiar

Astecas, Maias, Incas e Tupis
Astecas, Maias, Incas e TupisAstecas, Maias, Incas e Tupis
Astecas, Maias, Incas e Tupis
Isabel Aguiar
 
A GUERRA FRIA
A GUERRA FRIAA GUERRA FRIA
A GUERRA FRIA
Isabel Aguiar
 
Guerra Fria
Guerra FriaGuerra Fria
Guerra Fria
Isabel Aguiar
 
A marcha da colonização da América Portuguesa
A marcha da colonização da América PortuguesaA marcha da colonização da América Portuguesa
A marcha da colonização da América Portuguesa
Isabel Aguiar
 
Eua séc XIX
Eua séc XIXEua séc XIX
Eua séc XIX
Isabel Aguiar
 
INDEPENDÊNCIA DO HAITI E AMÉRICA ESPANHOLA
INDEPENDÊNCIA DO HAITI E AMÉRICA ESPANHOLAINDEPENDÊNCIA DO HAITI E AMÉRICA ESPANHOLA
INDEPENDÊNCIA DO HAITI E AMÉRICA ESPANHOLA
Isabel Aguiar
 
INDEPENDÊNCIA DOS EUA
INDEPENDÊNCIA DOS EUAINDEPENDÊNCIA DOS EUA
INDEPENDÊNCIA DOS EUA
Isabel Aguiar
 
ILUMINISMO SÉCULO XVIII
ILUMINISMO SÉCULO XVIIIILUMINISMO SÉCULO XVIII
ILUMINISMO SÉCULO XVIII
Isabel Aguiar
 
QUESTÕES DE HISTÓRIA - BRASIL IMPÉRIO
QUESTÕES DE HISTÓRIA - BRASIL IMPÉRIOQUESTÕES DE HISTÓRIA - BRASIL IMPÉRIO
QUESTÕES DE HISTÓRIA - BRASIL IMPÉRIO
Isabel Aguiar
 
Rebelioes regenciais blog
Rebelioes regenciais blogRebelioes regenciais blog
Rebelioes regenciais blog
Isabel Aguiar
 
Brasil colonial
Brasil colonial Brasil colonial
Brasil colonial
Isabel Aguiar
 

Mais de Isabel Aguiar (11)

Astecas, Maias, Incas e Tupis
Astecas, Maias, Incas e TupisAstecas, Maias, Incas e Tupis
Astecas, Maias, Incas e Tupis
 
A GUERRA FRIA
A GUERRA FRIAA GUERRA FRIA
A GUERRA FRIA
 
Guerra Fria
Guerra FriaGuerra Fria
Guerra Fria
 
A marcha da colonização da América Portuguesa
A marcha da colonização da América PortuguesaA marcha da colonização da América Portuguesa
A marcha da colonização da América Portuguesa
 
Eua séc XIX
Eua séc XIXEua séc XIX
Eua séc XIX
 
INDEPENDÊNCIA DO HAITI E AMÉRICA ESPANHOLA
INDEPENDÊNCIA DO HAITI E AMÉRICA ESPANHOLAINDEPENDÊNCIA DO HAITI E AMÉRICA ESPANHOLA
INDEPENDÊNCIA DO HAITI E AMÉRICA ESPANHOLA
 
INDEPENDÊNCIA DOS EUA
INDEPENDÊNCIA DOS EUAINDEPENDÊNCIA DOS EUA
INDEPENDÊNCIA DOS EUA
 
ILUMINISMO SÉCULO XVIII
ILUMINISMO SÉCULO XVIIIILUMINISMO SÉCULO XVIII
ILUMINISMO SÉCULO XVIII
 
QUESTÕES DE HISTÓRIA - BRASIL IMPÉRIO
QUESTÕES DE HISTÓRIA - BRASIL IMPÉRIOQUESTÕES DE HISTÓRIA - BRASIL IMPÉRIO
QUESTÕES DE HISTÓRIA - BRASIL IMPÉRIO
 
Rebelioes regenciais blog
Rebelioes regenciais blogRebelioes regenciais blog
Rebelioes regenciais blog
 
Brasil colonial
Brasil colonial Brasil colonial
Brasil colonial
 

Último

Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Falcão Brasil
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
Manuais Formação
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Falcão Brasil
 
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LEDPlano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
luggio9854
 
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
Estuda.com
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 

Último (20)

Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Elogio da Saudade .
Elogio da Saudade                          .Elogio da Saudade                          .
Elogio da Saudade .
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
 
Festa dos Finalistas .
Festa dos Finalistas                    .Festa dos Finalistas                    .
Festa dos Finalistas .
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
 
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LEDPlano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
Plano_Aula_01_Introdução_com_Circuito_Piscar_LED
 
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 

AFRICANOS NO BRASIL

  • 1. HISTÓRIA Correção cap.14 e TD ISABEL AGUIAR 8EF MANHÃ DIONÍSIO TORRES AFRICANOS NO BRASIL
  • 2. HAVIA ESCRAVIDÃO NO BRASIL ANTES DOS EUROPEUS ? Segunda a professora Leila Hernandez, sim. Nas sociedades tradicionais africanas, o principal motivo que levava a escravidão era. A GUERRA ENTRE DIFERENTES POVOS. Os vencedores aprisionavam, vendiam e escravizavam os que perdiam MOTIVOS DA ESCRAVIDÃO ENTRE AS TRIBOS AFRICANAS: A fome: trabalhavam em troca de comida A punição judicial: um criminoso era condenado à escravidão A penhora humana: a pessoa se oferecia como garantia de um Empréstimo. CARACTERÍSTICAS DA ESCRAVIDÃO AFRICANA Trabalhos exaustivos Trabalhar no exército do governo Trabalhar para seu dono por um tempo de 2 à 4 anos. Leila Hernandez
  • 3. GUERRA, ESCRAVIDÃO E TRÁFICO ATLÂNTICO Havia guerras para conseguirem pessoas para serem vendidas As guerras podem ter sido a consequência mais grave da chegada do europeu na África ESCRAVIDÃO NO BRASIL - SÉC. XVI Nordeste brasileiro - produção de açúcar Mercadores portugueses + reis africanos = negociar pessoas O comércio de escravizados da África para o Brasil durou 350 anos Trocavam os africanos por: tecido, pólvora, armas de fogo Revendiam os africanos no Brasil - acumularam fortunas
  • 4. QUANTOS ERAM E DE ONDE FORAM TRAZIDOS? Segundo David Eltis, 12,5 milhões de escravizados deixaram a costa da África Entre 1500 e 1867 Dos 12,5 milhões , 4,9 milhões vieram para o Brasil. Os africanos contribuíram para a nossa cultura. DE QUE LUGARES DA ÁFRICA FORAM TRAZIDOS OS ESCRAVIZADOS? A maioria - sul do Equador (portos de Benguela, Luanda e Cabinda) Outros da Costa da Mina (portos de Lagos, Ajudá e São Jorge da Mina) Uma minoria - do porto de Moçambique COMO OS AFRICANOS ERAM CHAMADOS NO BRASIL? Eram chamados pelo nome dos portos onde eram desembarcados Ex: Um africano de etnia bacongo era chamado de Cabinda por conta do nome do porto onde ele embarcou. Ex: Africanos desembarcados na Costa da Mina , eram chamados de mina.
  • 5. A TRAVESSIA PELO OCEANO ATLÂNTICO E A VENDA DE ESCRAVOS
  • 6. • Navios negreiros traziam homens , mulheres e crianças • A viagem da África ao Brasil durava de 30 a 45 dias. • Condições péssimas de viagem: pouca comida e de má qualidade • Cada escravizado recebia um copo de água a cada dois dias • Alguns bebiam água do mar e adoeciam. • Chegavam ao litoral confusos e cansados sem saber onde estavam • Eram examinados, avaliados e comprados em : Rj, Salvador, Recife e São Luis • Um homem adulto valia o dobro de uma mulher e três vezes mais que um idoso e ou uma criança • Podiam ser vendidos, alugados e leiloados para pagar as dívidas do dono • Não tinham direito ao próprio nome A TRAVESSIA PELO OCEANO ATLÂNTICO E A VENDA DE ESCRAVOS
  • 7. O TRABALHO • Trabalhavam de 12 a 15 horas por dia • Começavam entre 4 e 5 horas da manhã e iam até o anoitecer • Domingos e feriados de manhã, eles consertavam cercas, estradas e outros serviços. • Homens: agricultores, carpinteiros, ferreiros, carregador, pescador... • Mulheres: cultivar a terra, cuidar d doentes, colher e moer cana, lavar, passar, fazer partos, vender doces e salgados... • Havia afrodescendentes libertos pois conseguiam a carta de alforria, obtida após longos anos de trabalho. • A cultura africana mudou nosso modo de viver
  • 8. A ALIMENTAÇÃO • Uma cuida de feijão, uma porção de farinha de mandioca ou milho Rapadura e charque , de vez em quando • Alimentação pobre em proteína que gerava doenças e envelhecimento precoce • Muitos com 35 ou 40 anos eram descritos como pessoas de 60 anos.
  • 9. A VIOLÊNCIA • Eram vigiados por feitores • Castigados por qualquer coisa. Ex: fazer pausa para descansar ou se distrair • Eram usados : palmatória (para golpear as mãos e causar inchaço e dor), gargalheiras (colocada no pescoço para dificultar os movimentos)e máscara de flandres (impedia a pessoa de se alimentar) Anjinho Tronco Correntes Máscara de flandres
  • 10. A VIOLÊNCIA Feridas Depois de levarem chicotadas, alguns escravos ainda sofriam mais essa punição: tinham as feridas esfregadas com sal, suco de limão ou qualquer outra substância que causasse extrema dor além de garantir que as cicatrizes fossem acentuadas. Correntes no pescoço Como você já deve ter visto em registros, era comum usar grandes e pesadas correntes de ferro que prendiam os escravos pelo pescoço com o objetivo de evitar fugas. Esse método era usado principalmente durante o transporte entre regiões e causava dor, desconforto e sufocamento. Chicote
  • 11. A NEGRA ANASTÁCIA Cena da novela Liberdade Liberdade • Viveu no século XVII em Minas Gerais • Negra de olhos azuis, altiva e bonita • Por despertar ciúmes na mulher de seu senhor, foi obrigada a usar a máscara de flandres • Por conta dos maus tratos morreu ainda jovem • Em 1968, na Igreja do Rosário - RJ - Anastácia foi homenageada e descrita como santa por conta de milagres atribuídos a ela. • Não se sabe se ela existiu realmente, não há provas de sua existência
  • 12. A RESISTÊNCIA • Causas: maus tratos, trabalho pesado, castigos, disciplina rigorosa, o não cumprimento da palavra do senhor quando juntavam dinheiro para comprar a alforria. • Resistiam praticando religiões de origem africana
  • 13. A RESISTÊNCIA • Jogavam Capoeira • Faziam festas: congado, reisado, jongo e irmandades (culto aos santos, decorar a igreja, assistência de ordem material e espiritual. • Desobediência, fazendo corpo mole no trabalho • Quebrando ferramentas, incendiando plantações • Suicídio, agressão aos feitores e senhores • Fugas e quilombos Capoeira
  • 14. A RESISTÊNCIA: QUILOMBOS • Uma das principais formas de luta contra a escravidão • Existiu por toda a América escravista • Quilombo de Palmares foi o mais duradouro no Brasil Iniciou em 1597 com 40 escravizados que fugiram de um engenho do litoral de Alagoas. • Por conta da quantidade de palmeiras, chamou-se PALMARES • Com a invasão dos holandeses no Nordeste, aumentaram as fugas e a população dos quilombos. • Palmares chegou a ter 15 mil habitantes. • Em Palmares não havia só africanos, havia também brancos pobres e indígenas expulsos de suas terras pelos colonos. • Os palmarinos viviam em liberdade e em mocambos (povoados) • Plantavam milho, feijão, mandioca, batata-doce • Criavam porcos e galinhas • Caçavam cotias, raposas, tatus • Confeccionavam objetos de cerâmica, palha trançada e madeira • Faziam vasos, enxadas, pás e pilões • A produção era dividida • As sobras eram guardadas para épocas de guerra, • Colheita ou festa ou trocadas nas vilas vizinhas ( Porto Calvo, Sirinhém e Alagoas )
  • 15. A RESISTÊNCIA: A GUERRA • O quilombo dos Palmares era detestado pelos senhores de engenho porque abrigava fugitivos e afrontava a ordem escravista. • Foram enviadas várias expedições para destruir o quilombo de Palmares • As primeiras expedições foram derrotas • Zumbi se destacou entre os habitantes de Palmares (nasceu no quilombo) • A guerra se prolongou por décadas • Em 1690, Domingos Jorge Velho foi enviado para destruir Palmares • Superioridade militar + abertura de novos caminhos + maior conhecimento da Serra da Barriga= fim de Palmares • Em 6 de fevereiro de 1694, a "capital" de Palmares foi incendiada • Mocambos foram destruídos • Zumbi escapou ferido e resistiu por vários meses Zumbi • foi traído por um de seus homens de confiança e foi morto em 20 de novembro de 1695 Zumbi , pintura de Antonio Parreiras Acervo do Museu Antonio Parreiras, Niterói
  • 16. DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA • O dia da morte de Zumbi (20/11/1695) serviu para refletir com profundidade sobre o RACISMO no Brasil • Encontrar novas formas de superar o RACISMO
  • 17. REMANESCENTES DOS QUILOMBOS • Ainda hoje no Brasil existem povoados habitados por remanescentes de quilombos. • São mais de 80 mil pessoas vivendo de forma parecida com seus antepassados • Em algumas comunidades ainda conservam termos africanos. • A Constituição de 1988, reconheceu a propriedade definitiva das terras ocupadas por comunidades quilombolas. ARTIGO 68 DA CONSTITUIÇÃO DE 1988 "AOS REMANESCENTES DAS COMUNIDADES DOS QUILOMBOS QUE ESTÃO OCUPANDO SUAS TERRAS É RECONHECIDA A PROPRIEDADE DEFINITIVA, DEVENDO OS ESTADOS EMITIR-LHES OS TÍTULOS RESPECTIVOS" • Até agora foram concedidos poucos títulos de propriedade pois há dificuldade em documentar a posso de área de forma juridicamente aceita. • Muitas dessas terras são cobiçadas por fazendeiros e algumas estão localizadas em áreas de mananciais e reservas de extração vegetal e mineral. • Muitos habitantes dos quilombos travam uma luta árdua para provar que são descendentes de escravizados e que as terras em que vivem lhes pertence.