SlideShare uma empresa Scribd logo
ESCOLA ESTADUAL “JOSÉ ALVES RIBEIRO”


  A ESCRAVIDÃO AFRICANA
    NO BRASIL COLONIAL



                   Profª. Fatima Ap. de Freitas
CONTEXTO HISTÓRICO
• Ao longo de mais de trezentos anos (1559-
  1888), os escravos negros foram responsáveis
  pela produção de boa parte das riquezas no
  Brasil, no qual milhões de africanos foram
  tirados de suas terras para uma viagem na
  qual aproximadamente a metade morria de
  fome, doenças e maus-tratos, ou, já em terras
  americanas de banzo .
O Comércio de Escravos Negros
• Na África, os escravos eram adquiridos por
  traficantes a preços baixos e revendido a preços
  altos na América.
• O tabaco, a aguardente, ouro, marfim, tecidos,
  cavalos, armas e outros produtos serviam de
  moeda de troca.
• Quando chegavam à América portuguesa, os
  escravos eram colocados à venda em mercados.
• Ficavam a mostra em exposição sendo tratados
  como mercadorias.
A captura dos escravos
• No início, os comerciantes
  portugueses capturavam os
  africanos.
• Mais tarde os chefes africanos
  passaram a organizar as
  incursões ao interior, atacando
  aldeias, preparando
  emboscadas para conseguirem
  cativos para venderem nas
  feitorias no litoral para esperar
  o embarque.
ROTAS DOS ESCRAVOS PARA O BRASIL
• Não existe um número exato, mas estima-se
  que entre 1531 a 1855 cerca de 4 milhões de
  africanos desembarcaram no Brasil.
• A travessia para o Recife durava em média 35
  dias, para a Bahia 40 dias e para o Rio de
  Janeiro 60 dias.
• Em razão das péssimas condições de viagem,
  inclusive acorrentados nos porões dos navios,
  o índice de mortalidade era alto, por isso os
  navios que transportavam os negros ficaram
  conhecidos como tumbeiros.
Transporte: navios negreiros
ORIGEM DOS ESCRAVOS
• A maioria dos africanos trazidos à colônia
  portuguesa como escravos pertencia a dois
  grandes grupos étnicos:
01. os bantos , originários de Angola, Moçambique
  e Congo, e que se tornaram mais numerosos no
  centro-sul e no Nordeste;
02. os sudaneses , provenientes da Guiné, da
  Nigéria e da Costa do Ouro, e que foram levados
  principalmente para a região da Bahia.
Os escravos que vinham para o Brasil
  eram de várias etnias. Vejamos:
O DIA-A-DIA DOS ESCRAVOS
• Moravam em habitações coletivas, as senzalas coberta
  com sapé e feita de madeira e barro, quase sempre
  sem privacidade.
• Os escravos começavam o trabalho ao raiar o dia e só
  paravam ao escurecer.
• Seu principal alimento era a mandioca.
• Os escravos viviam e trabalhavam vigiados por
  capatazes e feitores.
• Quando fugiam, eram perseguidos pelos capitães-do-
  mato, que recebiam certa quantia por cada escravo
  que era capturado e devolvido ao senhor.
Os castigos físicos

Os principais castigos físicos sofridos pelos escravos
  eram:
o Tronco – Os escravos ficavam presos imobilizados por
  horas e as vezes dias, o que provocava inchaço das
  pernas, formigamento e forte dores;
o Bacalhau – Espécie de chicote de couro cru, que
  rasgava a pele; muitas vezes os feitores passavam sal
  nos ferimentos, tornando a dor ainda maior;
o Vira-mundo – Instrumento de ferro que prendia mãos
  e pés;
o Gargalheira – Colar de ferro com várias hastes em
  forma de gancho.
INSTRUMENTOS DE TORTURA
ANÚNCIOS DE ESCRAVOS
DISTINÇÕES ENTRE OS ESCRAVOS
 Boçais: escravos recém chegados da África, que
  desconheciam a língua portuguesa e o trabalho na
  colônia, eram mais baratos.
 Ladinos: entendia a língua portuguesa e já havia
  aprendido a rotina de trabalho, eram mais caros.
 Negros do eito: trabalhavam nas lavouras em média 15
  horas por dia, viviam sob a fiscalização do feitor, e
  quando desobedeciam eram castigados em público
  para servir de exemplo aos outros.
 Negros de ganho: realizavam trabalhos temporários
  nas cidades em troca de pagamento, que era revertido
  parcial ou totalmente aos seus donos.
• Devido o excesso de trabalho, a má
  alimentação, as péssimas condições de higiene e
  os castigos físicos que sofriam deterioravam
  rapidamente a saúde dos escravos.
• A vida útil do escravo era de 5 a 10 anos de
  trabalho.
• Já os escravos domésticos, escolhidos entre os
  mais bonitos, dóceis e confiáveis, recebiam
  roupas melhores, alimentação mais adequada e
  certos cuidados, viviam mais tempo.
Os escravos trabalhavam...
A RESISTÊNCIA
• As principais formas eram:
1. Empreendiam fugas para os quilombos;
2. Adoeciam (banzo);
3. Suicídio;
4. As mulheres provocavam abortos;
5. Assassinavam feitores, patrões.
6. Colocavam fogo no canavial;
7. Quebravam máquinas do engenho, etc.
OS QUILOMBOS
 Grande parte do escravos negros fugitivos reuniram-se em
 comunidades chamadas de quilombos.
 A maior parte dos quilombos organizaram-se no Nordeste
 (Sergipe, Alagoas e Bahia).
 Os habitantes do quilombos eram chamados de
 quilombolas.
 Dentre os quilombos mais conhecidos, destacam-se os da
 Serra da Barriga, região situada entre os atuais estados de
 Alagoas e Pernambuco.
 Eram cerca de dez quilombos, unidos sob o nome de
 Palmares, que resistiram durante quase todo o século XVII
 aos ataques do governo e dos senhores de escravos.
 Palmares chegou a ter entre 20 mil e 30 mil habitantes e seu
 líder mais importante foi Zumbi.
• Cultivavam milho, feijão, cana-de-açúcar,
  mandioca e realizavam comércio com os povoados
  próximos.
• Palmares representava uma ameaça para os
  senhores de engenho e juntamente com o governo
  contrataram Domingos Jorge Velho, um
  bandeirante paulista para atacar e destruir o
  quilombo em 1692.
• Os quilombolas resistiram bravamente, mas diante
  de 6 mil homens, foram derrotados.
• Zumbi conseguiu fugir, mas foi morto em 1695,
  cortaram-lhe a cabeça que foi exposta em praça
  pública, na cidade do Recife.
Localização do Quilombo de Palmares
Domingos Jorge Velho
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
• A memória de Zumbi permaneceu viva como símbolo
  de resistência negra à violência da escravidão.
• O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado
  atualmente como o Dia da Consciência Negra.
• Do passado ao presente a luta contínua dos
  movimentos negros tem lhes propiciado algumas
  conquistas sociais, entre elas citamos:
 o reconhecimento do direito dos descendentes de
  quilombolas às terras dos antigos quilombos.
 A definição do racismo como crime inafiançável e
  imprescritível (punição penal)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• Novo Olhar – História = Marco Pellegrini
• História Global – Gilberto Cotrin
• História – projeto Araribá
• História e Vida Integrada _ Nelson Piletti e
  Claudino Piletti
• WWW. Wikipédia.com.br
• www.infoescola.com
OBRIGADA PELA ATENÇÃO E ATÉ A
         PRÓXIMA!!!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
Douglas Barraqui
 
República velha
República velhaRepública velha
República velha
Elaine Bogo Pavani
 
Primeira República
Primeira RepúblicaPrimeira República
Primeira República
isameucci
 
AFRICANOS NO BRASIL
AFRICANOS NO BRASILAFRICANOS NO BRASIL
AFRICANOS NO BRASIL
Isabel Aguiar
 
A economia açucareira no brasil
A economia açucareira no brasilA economia açucareira no brasil
A economia açucareira no brasil
Rogerio Alves
 
Brasil colonial sociedade açucareira
Brasil colonial sociedade açucareiraBrasil colonial sociedade açucareira
Brasil colonial sociedade açucareira
Nívia Sales
 
Para que estudar História
Para que estudar HistóriaPara que estudar História
Para que estudar História
Liz Prates
 
Primeira guerra mundial
Primeira guerra mundialPrimeira guerra mundial
Primeira guerra mundial
Fatima Freitas
 
Colonizacao espanhola-america
Colonizacao espanhola-americaColonizacao espanhola-america
Colonizacao espanhola-america
Marcos Oliveira
 
Formação do povo brasileiro
Formação do povo brasileiroFormação do povo brasileiro
Formação do povo brasileiro
feraps
 
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
Nefer19
 
REINOS AFRICANOS
REINOS AFRICANOSREINOS AFRICANOS
REINOS AFRICANOS
ElvisJohnR
 
3º ano era vargas
3º ano   era vargas3º ano   era vargas
3º ano era vargas
Daniel Alves Bronstrup
 
História, fontes e historiadores
História, fontes e historiadoresHistória, fontes e historiadores
História, fontes e historiadores
Ivanilton Junior
 
Abolição da escravatura no Brasil.pptx
Abolição da escravatura no Brasil.pptxAbolição da escravatura no Brasil.pptx
Abolição da escravatura no Brasil.pptx
ANDRÉA FERREIRA
 
Brasil imperial
Brasil imperialBrasil imperial
Brasil imperial
Vivihistoria
 
3º ano - Ditadura Militar e Redemocratização
3º ano - Ditadura Militar e Redemocratização3º ano - Ditadura Militar e Redemocratização
3º ano - Ditadura Militar e Redemocratização
Daniel Alves Bronstrup
 
Proclamação da república
Proclamação da repúblicaProclamação da república
Proclamação da república
Fabiana Tonsis
 
Pré História
Pré   História Pré   História
Pré História
Fatima Freitas
 
1 os primeiros povos da america
1 os primeiros povos da america1 os primeiros povos da america
1 os primeiros povos da america
Paulo Alexandre
 

Mais procurados (20)

América portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasilAmérica portuguesa a colonização do brasil
América portuguesa a colonização do brasil
 
República velha
República velhaRepública velha
República velha
 
Primeira República
Primeira RepúblicaPrimeira República
Primeira República
 
AFRICANOS NO BRASIL
AFRICANOS NO BRASILAFRICANOS NO BRASIL
AFRICANOS NO BRASIL
 
A economia açucareira no brasil
A economia açucareira no brasilA economia açucareira no brasil
A economia açucareira no brasil
 
Brasil colonial sociedade açucareira
Brasil colonial sociedade açucareiraBrasil colonial sociedade açucareira
Brasil colonial sociedade açucareira
 
Para que estudar História
Para que estudar HistóriaPara que estudar História
Para que estudar História
 
Primeira guerra mundial
Primeira guerra mundialPrimeira guerra mundial
Primeira guerra mundial
 
Colonizacao espanhola-america
Colonizacao espanhola-americaColonizacao espanhola-america
Colonizacao espanhola-america
 
Formação do povo brasileiro
Formação do povo brasileiroFormação do povo brasileiro
Formação do povo brasileiro
 
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
As origens do ser humano - 6º Ano (2017)
 
REINOS AFRICANOS
REINOS AFRICANOSREINOS AFRICANOS
REINOS AFRICANOS
 
3º ano era vargas
3º ano   era vargas3º ano   era vargas
3º ano era vargas
 
História, fontes e historiadores
História, fontes e historiadoresHistória, fontes e historiadores
História, fontes e historiadores
 
Abolição da escravatura no Brasil.pptx
Abolição da escravatura no Brasil.pptxAbolição da escravatura no Brasil.pptx
Abolição da escravatura no Brasil.pptx
 
Brasil imperial
Brasil imperialBrasil imperial
Brasil imperial
 
3º ano - Ditadura Militar e Redemocratização
3º ano - Ditadura Militar e Redemocratização3º ano - Ditadura Militar e Redemocratização
3º ano - Ditadura Militar e Redemocratização
 
Proclamação da república
Proclamação da repúblicaProclamação da república
Proclamação da república
 
Pré História
Pré   História Pré   História
Pré História
 
1 os primeiros povos da america
1 os primeiros povos da america1 os primeiros povos da america
1 os primeiros povos da america
 

Destaque

Africanos no brasil dominação e resistência
Africanos no brasil dominação e resistênciaAfricanos no brasil dominação e resistência
Africanos no brasil dominação e resistência
Graciley Borges
 
Africanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistênciaAfricanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistência
Edvaldo S. Júnior
 
Dia da consciência negra
Dia da consciência negraDia da consciência negra
Dia da consciência negra
ginaufal
 
Escravidão e Resistência
Escravidão e ResistênciaEscravidão e Resistência
Escravidão e Resistência
Profª Bruna Morrana
 
dia da consciência negra
dia da consciência negradia da consciência negra
dia da consciência negra
thiagorobertroque
 
Dia da consciência negra
Dia da consciência negraDia da consciência negra
Dia da consciência negra
Marcelo Fernandes
 
Dia da Consciencia Negra
Dia da Consciencia NegraDia da Consciencia Negra
Dia da Consciencia Negra
Fabio Rogerio Nepomuceno
 
Dia Da Consciência Negra
Dia Da Consciência NegraDia Da Consciência Negra
Dia Da Consciência Negra
Paulo Medeiros
 
Consciencia Negra1
Consciencia Negra1Consciencia Negra1
Consciencia Negra1
emacon
 
A Consciência Negra
A Consciência NegraA Consciência Negra
A Consciência Negra
mgsfcte
 
Consciencia negra
Consciencia negraConsciencia negra
Consciencia negra
Estado do RS
 
Dia Da Consciência Negra
Dia Da Consciência NegraDia Da Consciência Negra
Dia Da Consciência Negra
Paulo Medeiros
 

Destaque (12)

Africanos no brasil dominação e resistência
Africanos no brasil dominação e resistênciaAfricanos no brasil dominação e resistência
Africanos no brasil dominação e resistência
 
Africanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistênciaAfricanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistência
 
Dia da consciência negra
Dia da consciência negraDia da consciência negra
Dia da consciência negra
 
Escravidão e Resistência
Escravidão e ResistênciaEscravidão e Resistência
Escravidão e Resistência
 
dia da consciência negra
dia da consciência negradia da consciência negra
dia da consciência negra
 
Dia da consciência negra
Dia da consciência negraDia da consciência negra
Dia da consciência negra
 
Dia da Consciencia Negra
Dia da Consciencia NegraDia da Consciencia Negra
Dia da Consciencia Negra
 
Dia Da Consciência Negra
Dia Da Consciência NegraDia Da Consciência Negra
Dia Da Consciência Negra
 
Consciencia Negra1
Consciencia Negra1Consciencia Negra1
Consciencia Negra1
 
A Consciência Negra
A Consciência NegraA Consciência Negra
A Consciência Negra
 
Consciencia negra
Consciencia negraConsciencia negra
Consciencia negra
 
Dia Da Consciência Negra
Dia Da Consciência NegraDia Da Consciência Negra
Dia Da Consciência Negra
 

Semelhante a Escravidão africana no brasil

Escravidão africana no brasil
Escravidão africana no brasilEscravidão africana no brasil
Escravidão africana no brasil
Professor: Ellington Alexandre
 
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil coloniaEscravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
GabrielDominguesRoch
 
lei 10.639.ppt
lei 10.639.pptlei 10.639.ppt
lei 10.639.ppt
AndreSs39
 
Igreja e Escravidão no Brasil
Igreja e Escravidão no BrasilIgreja e Escravidão no Brasil
Igreja e Escravidão no Brasil
Rodrigo F Menegatti
 
Escravidão africana (introdução)
Escravidão africana (introdução)Escravidão africana (introdução)
Escravidão africana (introdução)
Dismael Sagás
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
Nelia Salles Nantes
 
A Escravidão no Brasil Colonial
A Escravidão no Brasil ColonialA Escravidão no Brasil Colonial
A Escravidão no Brasil Colonial
Phronesis
 
Escravos
EscravosEscravos
Escravos
Lane94
 
Escravidão no Brasil
Escravidão no BrasilEscravidão no Brasil
Escravidão no Brasil
mhbsilva
 
Escravidão no Brasil
Escravidão no BrasilEscravidão no Brasil
Escravidão no Brasil
mhbsilva
 
Africanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistênciaAfricanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistência
Eliphas Rodrigues
 
Escravidão: Outras Histórias
Escravidão: Outras HistóriasEscravidão: Outras Histórias
Escravidão: Outras Histórias
Carlos Glufke
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
Nelia Salles Nantes
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
Nelia Salles Nantes
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
historiando
 
Os negros no Brasil colônia
Os negros no Brasil colôniaOs negros no Brasil colônia
Os negros no Brasil colônia
Nelia Salles Nantes
 
Os Escravos Africanos nas Minas Gerais
Os Escravos Africanos nas Minas GeraisOs Escravos Africanos nas Minas Gerais
Os Escravos Africanos nas Minas Gerais
Bruce Portes
 
Escravidão no brasil
Escravidão no brasilEscravidão no brasil
Escravidão no brasil
Professora Natália de Oliveira
 
SLIDES_AULA_ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL.pptx
SLIDES_AULA_ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL.pptxSLIDES_AULA_ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL.pptx
SLIDES_AULA_ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL.pptx
JULIOCARVALHO47
 
Escravidão no brasil
Escravidão no brasilEscravidão no brasil
Escravidão no brasil
Kingston8GB
 

Semelhante a Escravidão africana no brasil (20)

Escravidão africana no brasil
Escravidão africana no brasilEscravidão africana no brasil
Escravidão africana no brasil
 
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil coloniaEscravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
Escravidão Africana no brasil escravidão brasil colonia
 
lei 10.639.ppt
lei 10.639.pptlei 10.639.ppt
lei 10.639.ppt
 
Igreja e Escravidão no Brasil
Igreja e Escravidão no BrasilIgreja e Escravidão no Brasil
Igreja e Escravidão no Brasil
 
Escravidão africana (introdução)
Escravidão africana (introdução)Escravidão africana (introdução)
Escravidão africana (introdução)
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
 
A Escravidão no Brasil Colonial
A Escravidão no Brasil ColonialA Escravidão no Brasil Colonial
A Escravidão no Brasil Colonial
 
Escravos
EscravosEscravos
Escravos
 
Escravidão no Brasil
Escravidão no BrasilEscravidão no Brasil
Escravidão no Brasil
 
Escravidão no Brasil
Escravidão no BrasilEscravidão no Brasil
Escravidão no Brasil
 
Africanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistênciaAfricanos no brasil: dominação e resistência
Africanos no brasil: dominação e resistência
 
Escravidão: Outras Histórias
Escravidão: Outras HistóriasEscravidão: Outras Histórias
Escravidão: Outras Histórias
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
 
Os negros no brasil colônia
Os negros no brasil colôniaOs negros no brasil colônia
Os negros no brasil colônia
 
Os negros no Brasil colônia
Os negros no Brasil colôniaOs negros no Brasil colônia
Os negros no Brasil colônia
 
Os Escravos Africanos nas Minas Gerais
Os Escravos Africanos nas Minas GeraisOs Escravos Africanos nas Minas Gerais
Os Escravos Africanos nas Minas Gerais
 
Escravidão no brasil
Escravidão no brasilEscravidão no brasil
Escravidão no brasil
 
SLIDES_AULA_ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL.pptx
SLIDES_AULA_ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL.pptxSLIDES_AULA_ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL.pptx
SLIDES_AULA_ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL.pptx
 
Escravidão no brasil
Escravidão no brasilEscravidão no brasil
Escravidão no brasil
 

Mais de Fatima Freitas

Mato grosso do sul
Mato grosso do sulMato grosso do sul
Mato grosso do sul
Fatima Freitas
 
Problemas ambientais urbanos
Problemas ambientais urbanosProblemas ambientais urbanos
Problemas ambientais urbanos
Fatima Freitas
 
Rio + 20
Rio + 20Rio + 20
Rio + 20
Fatima Freitas
 
Guerra da coreia
Guerra da coreiaGuerra da coreia
Guerra da coreia
Fatima Freitas
 
Revolução chinesa
Revolução chinesaRevolução chinesa
Revolução chinesa
Fatima Freitas
 
Oriente médio
Oriente médioOriente médio
Oriente médio
Fatima Freitas
 
Relevo brasileiro
Relevo brasileiroRelevo brasileiro
Relevo brasileiro
Fatima Freitas
 
Clima do brasil
Clima do brasilClima do brasil
Clima do brasil
Fatima Freitas
 
A era napoleônica
A era napoleônicaA era napoleônica
A era napoleônica
Fatima Freitas
 
áGuas oceanicas e mares
áGuas oceanicas e maresáGuas oceanicas e mares
áGuas oceanicas e mares
Fatima Freitas
 
Problemas ambientais
Problemas ambientaisProblemas ambientais
Problemas ambientais
Fatima Freitas
 
Paisagens naturais do planeta
Paisagens naturais do planetaPaisagens naturais do planeta
Paisagens naturais do planeta
Fatima Freitas
 
As paisagens vegetais do brasil
As paisagens vegetais do brasilAs paisagens vegetais do brasil
As paisagens vegetais do brasil
Fatima Freitas
 
Iluminismo e despotismo esclarecido
Iluminismo e despotismo esclarecido  Iluminismo e despotismo esclarecido
Iluminismo e despotismo esclarecido
Fatima Freitas
 
Slides a revolução industrial 2º. ano
Slides a revolução industrial   2º. anoSlides a revolução industrial   2º. ano
Slides a revolução industrial 2º. ano
Fatima Freitas
 
Antiguidade oriental mesopotâmia 1
Antiguidade oriental   mesopotâmia 1Antiguidade oriental   mesopotâmia 1
Antiguidade oriental mesopotâmia 1
Fatima Freitas
 
Revolução inglesa
Revolução inglesaRevolução inglesa
Revolução inglesa
Fatima Freitas
 
Independência dos eua
Independência dos euaIndependência dos eua
Independência dos eua
Fatima Freitas
 
Indígenas do brasil
Indígenas do brasilIndígenas do brasil
Indígenas do brasil
Fatima Freitas
 
A escravidão no brasil colônia
A escravidão no brasil colôniaA escravidão no brasil colônia
A escravidão no brasil colônia
Fatima Freitas
 

Mais de Fatima Freitas (20)

Mato grosso do sul
Mato grosso do sulMato grosso do sul
Mato grosso do sul
 
Problemas ambientais urbanos
Problemas ambientais urbanosProblemas ambientais urbanos
Problemas ambientais urbanos
 
Rio + 20
Rio + 20Rio + 20
Rio + 20
 
Guerra da coreia
Guerra da coreiaGuerra da coreia
Guerra da coreia
 
Revolução chinesa
Revolução chinesaRevolução chinesa
Revolução chinesa
 
Oriente médio
Oriente médioOriente médio
Oriente médio
 
Relevo brasileiro
Relevo brasileiroRelevo brasileiro
Relevo brasileiro
 
Clima do brasil
Clima do brasilClima do brasil
Clima do brasil
 
A era napoleônica
A era napoleônicaA era napoleônica
A era napoleônica
 
áGuas oceanicas e mares
áGuas oceanicas e maresáGuas oceanicas e mares
áGuas oceanicas e mares
 
Problemas ambientais
Problemas ambientaisProblemas ambientais
Problemas ambientais
 
Paisagens naturais do planeta
Paisagens naturais do planetaPaisagens naturais do planeta
Paisagens naturais do planeta
 
As paisagens vegetais do brasil
As paisagens vegetais do brasilAs paisagens vegetais do brasil
As paisagens vegetais do brasil
 
Iluminismo e despotismo esclarecido
Iluminismo e despotismo esclarecido  Iluminismo e despotismo esclarecido
Iluminismo e despotismo esclarecido
 
Slides a revolução industrial 2º. ano
Slides a revolução industrial   2º. anoSlides a revolução industrial   2º. ano
Slides a revolução industrial 2º. ano
 
Antiguidade oriental mesopotâmia 1
Antiguidade oriental   mesopotâmia 1Antiguidade oriental   mesopotâmia 1
Antiguidade oriental mesopotâmia 1
 
Revolução inglesa
Revolução inglesaRevolução inglesa
Revolução inglesa
 
Independência dos eua
Independência dos euaIndependência dos eua
Independência dos eua
 
Indígenas do brasil
Indígenas do brasilIndígenas do brasil
Indígenas do brasil
 
A escravidão no brasil colônia
A escravidão no brasil colôniaA escravidão no brasil colônia
A escravidão no brasil colônia
 

Último

Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
PatriciaZanoli
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert EinsteinA Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
WelberMerlinCardoso
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
LEANDROSPANHOL1
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 

Último (20)

Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
2020_09_17 - Biomas Mundiais [Salvo automaticamente].pptx
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert EinsteinA Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 

Escravidão africana no brasil

  • 1. ESCOLA ESTADUAL “JOSÉ ALVES RIBEIRO” A ESCRAVIDÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL Profª. Fatima Ap. de Freitas
  • 2.
  • 3. CONTEXTO HISTÓRICO • Ao longo de mais de trezentos anos (1559- 1888), os escravos negros foram responsáveis pela produção de boa parte das riquezas no Brasil, no qual milhões de africanos foram tirados de suas terras para uma viagem na qual aproximadamente a metade morria de fome, doenças e maus-tratos, ou, já em terras americanas de banzo .
  • 4.
  • 5. O Comércio de Escravos Negros • Na África, os escravos eram adquiridos por traficantes a preços baixos e revendido a preços altos na América. • O tabaco, a aguardente, ouro, marfim, tecidos, cavalos, armas e outros produtos serviam de moeda de troca. • Quando chegavam à América portuguesa, os escravos eram colocados à venda em mercados. • Ficavam a mostra em exposição sendo tratados como mercadorias.
  • 6. A captura dos escravos • No início, os comerciantes portugueses capturavam os africanos. • Mais tarde os chefes africanos passaram a organizar as incursões ao interior, atacando aldeias, preparando emboscadas para conseguirem cativos para venderem nas feitorias no litoral para esperar o embarque.
  • 7. ROTAS DOS ESCRAVOS PARA O BRASIL
  • 8. • Não existe um número exato, mas estima-se que entre 1531 a 1855 cerca de 4 milhões de africanos desembarcaram no Brasil. • A travessia para o Recife durava em média 35 dias, para a Bahia 40 dias e para o Rio de Janeiro 60 dias. • Em razão das péssimas condições de viagem, inclusive acorrentados nos porões dos navios, o índice de mortalidade era alto, por isso os navios que transportavam os negros ficaram conhecidos como tumbeiros.
  • 10.
  • 11. ORIGEM DOS ESCRAVOS • A maioria dos africanos trazidos à colônia portuguesa como escravos pertencia a dois grandes grupos étnicos: 01. os bantos , originários de Angola, Moçambique e Congo, e que se tornaram mais numerosos no centro-sul e no Nordeste; 02. os sudaneses , provenientes da Guiné, da Nigéria e da Costa do Ouro, e que foram levados principalmente para a região da Bahia.
  • 12.
  • 13. Os escravos que vinham para o Brasil eram de várias etnias. Vejamos:
  • 14. O DIA-A-DIA DOS ESCRAVOS • Moravam em habitações coletivas, as senzalas coberta com sapé e feita de madeira e barro, quase sempre sem privacidade. • Os escravos começavam o trabalho ao raiar o dia e só paravam ao escurecer. • Seu principal alimento era a mandioca. • Os escravos viviam e trabalhavam vigiados por capatazes e feitores. • Quando fugiam, eram perseguidos pelos capitães-do- mato, que recebiam certa quantia por cada escravo que era capturado e devolvido ao senhor.
  • 15.
  • 16.
  • 17. Os castigos físicos Os principais castigos físicos sofridos pelos escravos eram: o Tronco – Os escravos ficavam presos imobilizados por horas e as vezes dias, o que provocava inchaço das pernas, formigamento e forte dores; o Bacalhau – Espécie de chicote de couro cru, que rasgava a pele; muitas vezes os feitores passavam sal nos ferimentos, tornando a dor ainda maior; o Vira-mundo – Instrumento de ferro que prendia mãos e pés; o Gargalheira – Colar de ferro com várias hastes em forma de gancho.
  • 19.
  • 20.
  • 22.
  • 23. DISTINÇÕES ENTRE OS ESCRAVOS  Boçais: escravos recém chegados da África, que desconheciam a língua portuguesa e o trabalho na colônia, eram mais baratos.  Ladinos: entendia a língua portuguesa e já havia aprendido a rotina de trabalho, eram mais caros.  Negros do eito: trabalhavam nas lavouras em média 15 horas por dia, viviam sob a fiscalização do feitor, e quando desobedeciam eram castigados em público para servir de exemplo aos outros.  Negros de ganho: realizavam trabalhos temporários nas cidades em troca de pagamento, que era revertido parcial ou totalmente aos seus donos.
  • 24. • Devido o excesso de trabalho, a má alimentação, as péssimas condições de higiene e os castigos físicos que sofriam deterioravam rapidamente a saúde dos escravos. • A vida útil do escravo era de 5 a 10 anos de trabalho. • Já os escravos domésticos, escolhidos entre os mais bonitos, dóceis e confiáveis, recebiam roupas melhores, alimentação mais adequada e certos cuidados, viviam mais tempo.
  • 26.
  • 27.
  • 28. A RESISTÊNCIA • As principais formas eram: 1. Empreendiam fugas para os quilombos; 2. Adoeciam (banzo); 3. Suicídio; 4. As mulheres provocavam abortos; 5. Assassinavam feitores, patrões. 6. Colocavam fogo no canavial; 7. Quebravam máquinas do engenho, etc.
  • 29.
  • 30. OS QUILOMBOS  Grande parte do escravos negros fugitivos reuniram-se em comunidades chamadas de quilombos.  A maior parte dos quilombos organizaram-se no Nordeste (Sergipe, Alagoas e Bahia).  Os habitantes do quilombos eram chamados de quilombolas.  Dentre os quilombos mais conhecidos, destacam-se os da Serra da Barriga, região situada entre os atuais estados de Alagoas e Pernambuco.  Eram cerca de dez quilombos, unidos sob o nome de Palmares, que resistiram durante quase todo o século XVII aos ataques do governo e dos senhores de escravos.  Palmares chegou a ter entre 20 mil e 30 mil habitantes e seu líder mais importante foi Zumbi.
  • 31. • Cultivavam milho, feijão, cana-de-açúcar, mandioca e realizavam comércio com os povoados próximos. • Palmares representava uma ameaça para os senhores de engenho e juntamente com o governo contrataram Domingos Jorge Velho, um bandeirante paulista para atacar e destruir o quilombo em 1692. • Os quilombolas resistiram bravamente, mas diante de 6 mil homens, foram derrotados. • Zumbi conseguiu fugir, mas foi morto em 1695, cortaram-lhe a cabeça que foi exposta em praça pública, na cidade do Recife.
  • 34. DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA • A memória de Zumbi permaneceu viva como símbolo de resistência negra à violência da escravidão. • O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado atualmente como o Dia da Consciência Negra. • Do passado ao presente a luta contínua dos movimentos negros tem lhes propiciado algumas conquistas sociais, entre elas citamos:  o reconhecimento do direito dos descendentes de quilombolas às terras dos antigos quilombos.  A definição do racismo como crime inafiançável e imprescritível (punição penal)
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • Novo Olhar – História = Marco Pellegrini • História Global – Gilberto Cotrin • História – projeto Araribá • História e Vida Integrada _ Nelson Piletti e Claudino Piletti • WWW. Wikipédia.com.br • www.infoescola.com
  • 39. OBRIGADA PELA ATENÇÃO E ATÉ A PRÓXIMA!!!