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A Doutrina de Cristo
A Rejeição das Teorias Kenóticas
Wayne Gruden faz cinco argumentos
argumentos contra as teorias:
1)Nenhum mestre reconhecido dos primeiros
primeiros 1800 anos da história da igreja,
igreja, incluindo os que falavam grego
grego desde o nascimento, pensava que
pensava que “esvaziou-se”, significando que
significando que o Filho de Deus
abandonara alguns de seus atributos.
atributos.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
A Rejeição das Teorias Kenóticas
2)Devemos reconhecer que o texto não
não afirma que Cristo “esvaziou-se de
de alguns de seus poderes” ou “esvaziou-se
“esvaziou-se de atributos divinos” ou algo
ou algo parecido
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
A Rejeição das Teorias Kenóticas
3)Nesse “esvaziamento”, Jesus não deixou
deixou alguns de seus atributos, mas antes
mas antes “assumindo a forma de servo”,
servo”, isto é, passou a viver como homem.
homem. O contexto interpreta o esvaziar-se
esvaziar-se como equivalente a “humilhar-
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
A Rejeição das Teorias Kenóticas
4)O quarto motivo está no propósito de Paulo
de Paulo nesse contexto. Ele pretende
pretende convencer os filipenses a serem
serem humildes e a colocar os interesses dos
interesses dos outros em primeiro lugar e
lugar e coloca o exemplo de Cristo para que
para que eles pudessem imitá-lo. Assim, a
Assim, a interpretação real é Jesus deixando a
deixando a condição e privilégio que possuía
possuía no céu para se tornar um homem,
homem, abdicando da glória para tornar-se
tornar-se pobre para que nós fôssemos ricos
fôssemos ricos (Jo 17.5; 2 Co 8.9)
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
A Rejeição das Teorias Kenóticas
5)Essa teoria deve ser rejeitada por causa do
causa do contexto mais amplo do ensino do
ensino do NT e o ensino doutrinário de toda
doutrinário de toda a Bíblia. Se tivesse
tivesse acontecido um esvaziamento dos
esvaziamento dos atributos divinos de Jesus
de Jesus Cristo, tal incrível fato teria sido
teria sido ensinado repetidas vezes nos
nos textos sagrados em vez de aceitar uma
aceitar uma hermenêutica duvidosa acerca
duvidosa acerca de uma única palavra de
palavra de uma epístola.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
Recapitulando o hino da “Kenosis”
Filipenses 2 é famoso por causa da
passagem sobre o auto-esvaziamento de
esvaziamento de Jesus, ou Sua humilhação
humilhação e posterior exaltação (vide 2.6-
(vide 2.6-11).
O mundo antigo mofava da humildade; a
humildade; a doutrina cristã, porém,
porém, exaltava-a como uma virtude
virtude
O trecho subtende claramente a
preexistência de Cristo antes da encarnação
encarnação
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
Recapitulando o hino da “Kenosis”
Porém, do que Cristo se esvaziara?
esvaziara?
De conformidade com a teoria da Kenosis,
Kenosis, Ele se esvaziou de atributos
atributos divinos metafísicos (mas não dos
não dos morais)
Todavia, cremos que Cristo se esvaziou
esvaziou exclusivamente do exercício
exercício independente daqueles atributos
atributos (Jo 5.19), ou, simplesmente, da
simplesmente, da glória externa de Sua
de Sua deidade.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
Recapitulando o hino da “Kenosis”
Pode-se entender esse “esvaziar”, segundo o
segundo o vers. 7 que não se refira à
à encarnação sob nenhuma hipótese, mas ao
hipótese, mas ao fato que Jesus expirou na
expirou na cruz.
Um paralelismo sinônimo com a referência à
referência à morte de Jesus, no verso
verso seguinte.
Paulo estaria aludindo ao texto de Isaías
Isaías 53.12: “porquanto derramou
[esvaziou!] a sua alma [frequentemente
[frequentemente equivale ao pron. refl. “se”]
refl. “se”] na morte...”
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
A União Hipostática
A união do divino e do humano em Jesus
em Jesus foi chamada, pelos teólogos da
teólogos da Igreja, de “hipostática”.
“hipostática”.
Gr. “Hipóstasis” = união de naturezas
naturezas independentes e distintas.
distintas.
Essa união ocorreu apenas uma vez na
vez na história, no ato da encarnação do
encarnação do Verbo.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Hipóstasis
A - A União Hipostática em Jesus
A encarnação do Verbo deu-se numa
numa condição miraculosa, a qual
qual denominamos “mistério da
encarnação”.
Sendo Deus, assumiu uma forma
forma humana por obra e graça do E.S.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Hipóstasis
B – A Relação entre as duas Naturezas no
Homem Jesus
Jesus chegou à vida adulta com duas
duas naturezas: uma divina, onipotente e
onipotente e auto-suficiente e outra humana
humana (Lc 2.40). Havia harmonia em suas
em suas naturezas desde a concepção. Nem
concepção. Nem alternância e nem alteração
alteração em nenhum momento
Ambas as naturezas eram distintas: uma não
uma não interferia ou influenciava a outra. Ele
outra. Ele não era super-humano e nem semi-
nem semi-deus. Jesus era Pleno
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Hipóstasis
C – A Revelação das Duas Naturezas
A existência hipostática em Jesus não é
não é declarada diretamente nas Escrituras,
Escrituras, mas revelada ao longo de seu
seu ministério terreno.
Foi reconhecido como divindade (Mt. 8.27)
8.27)
Duas Naturezas Plenas (Jo 11.33,34)
Preexistia antes de Abraão (Jo 8.58)
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Hipóstasis
3.1 O Início da Discussão
Por volta do Séc. IV, Vários pontos de vistas
de vistas teológicos colocavam em risco a
risco a crença bíblica das duas naturezas de
naturezas de Jesus.
Fixação de uma posição doutrinária oficial
oficial como paradigma ortodoxo
No final do séc. IV, haviam duas famosas
famosas escolas teológicas: Alexandria (Egito)
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
Os Alexandrinos
Em Alexandria, sob influência da filosofia
filosofia grega, dava-se mais ênfase aos
aos aspectos divinos de Jesus
No ato da encarnação as duas naturezas se
naturezas se fundiram em uma só natureza, a
natureza, a divina,
Todavia, nenhuma era plena. E Jesus possuia
Jesus possuia apenas uma natureza
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
Os Antioquenos
Havia distinção entre as naturezas de Jesus
Jesus
Após a encarnação, Jesus manteve as duas
duas naturezas
Eram distintas e cooperavam entre si
Grande ênfase na distinção levou-os a
a concepção de “dois cristos”
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
“Fiéis aos Santos Pais, todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se
deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito
quanto à divindade, e perfeito quanto à humanidade; verdadeiramente Deus e
verdadeiramente homem, constando de alma racional e de corpo,
consubstancial com o Pai, segundo a divindade, e consubstancial a nós,
segundo a humanidade; em tudo semelhante a nós, excetuando o pecado;
gerado segundo a divindade pelo Pai antes de todos os séculos, e nestes
últimos dias, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, nascido
da Virgem Maria, mãe de Deus; um e só mesmo Cristo, Filho, Senhor,
Unigênito, que se deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis,
imutáveis, indivisíveis, inseparáveis; a distinção de naturezas de modo algum é
anulada pela união, antes é preservada a propriedade de cada natureza,
concorrendo para formar uma só pessoa e em uma subsistência; não separado
nem dividido em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho, o Unigênito, Verbo
de Deus, o Senhor Jesus Cristo, conforme os profetas desde o princípio acerca
dele testemunharam, e o mesmo Senhor Jesus nos ensinou, e o Credo dos
Santos Pais nos transmitiu”.
O Credo de Calcedônia 451 d.C.
A Cristologia de Calcedônia: Hypostasis
Natureza humana
sem pecado
Natureza
plenamente divina
Uma natureza não anula a outra
3.2 A Solução a Respeito das Duas Naturezas
de Jesus
Mesmo após a Confissão de Fé as duas
duas escolas teológicas continuavam o
continuavam o debate.
Em 527 d.C. a Igreja estava dividida por tais
dividida por tais questões doutrinárias
doutrinárias
O Imperador Justiniano I validou as decisões
decisões do Concílio de Calcedônia
Ocorreu um novo Concílio em 553 em
em Constantinopla.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
3.2 A Solução a Respeito das Duas
Naturezas de Jesus
Presidiu o Concílio Leôncio de
Bizâncio, teólogo
Este conseguiu solucionar o
problema através do princípio de
de “enipostásia”
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
3.2 A Solução a Respeito das Duas Naturezas de Jesus
Ele iniciou seu argumento: “Uma natureza deve ter sua
deve ter sua própria pessoa? – pode haver duas
naturezas e uma só pessoa? O Verbo, o Filho de Deus, é
o sujeito da encarnação. Essa única personalidade Jesus,
é Deus Filho. Ele tem duas naturezas e não duas
personalidades. Duas naturezas não devem incluir duas
pessoas? Não! Ainda que a natureza humana não possa
existir sem uma hipóstase (pessoa), ela, contudo não
precisa Ter sua própria hipóstase.. Ela pode ser
hipostatizada”.
Segundo Leôncio, a natureza humana de Jesus foi
Jesus foi “personalizada” na pessoa divina de Jesus
Jesus
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
3.2 A Solução a Respeito das Duas
Naturezas de Jesus
Na encarnação não houve fusão, mas
mas uma união de duas naturezas em uma
em uma só pessoa, Jesus
Apesar da distinção entre as duas
naturezas não havia alternância entre elas
entre elas
Jesus é a pessoa das duas naturezas
naturezas
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
O Adocionismo
Heresia de Paulo de Samosata, bispo de Antioquia (260
Antioquia (260 d.C). Jesus sendo homem nascido da
nascido da Virgem, foi cheio do Espírito Santo, sendo
Santo, sendo adotado por Deus como seu Filho por
Filho por causa de sua conduta. Sua natureza divina era
natureza divina era uma dádiva de Deus. Tal heresia
heresia retrata mais um homem tornando-se Deus que
Deus que de Deus tornando-se homem.
No Sínodo de Antioquia de 268 d.C. o bispo foi
foi excomungado da Igreja
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – Heresias Acerca das Duas Naturezas de Jesus
O Apolinarismo
O teólogo Apolinário, bispo de Laodicéia, 361 d.C., na Ásia
d.C., na Ásia Menor, passou a ensinar na Igreja que no
que no momento da encarnação, Jesus havia adquirido um
adquirido um corpo, mas não uma mente ou espírito humano,
espírito humano, e que a mente e o espírito de Cristo
Cristo provinham de sua natureza divina de Filho de Deus. A
de Deus. A mente de Jesus era divina e não humana.
humana.
Ao ser questionado ele não soube explicar à Igreja como Jesus
Igreja como Jesus poderia sentir dor, fome, sede, medo, etc.
medo, etc. características próprias de um espírito humano. Em
humano. Em 381 d.C., foi excomungado e tido por herege
por herege
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – Heresias Acerca das Duas Naturezas de Jesus
O Nestorianismo
Nestório, bispo de Constantinopla. Ele não entendia como
entendia como Jesus podia ter duas naturezas e ser uma
ser uma pessoa. Para ele, cada natureza deveria ter sua
ter sua pessoa. Jesus seria duas pessoas distintas, humana e
distintas, humana e divina e se alternavam em suas
suas naturezas; isto é, às vezes Jesus era Deus e, em outro
e, em outro momento, era homem.
O Concílio de Éfeso de 431 d.C. condenou essa heresia e
heresia e exilou Nestório no deserto da África do Norte,
do Norte, onde faleceu.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – Heresias Acerca das Duas Naturezas de Jesus
O Eutiquianismo (Monofisismo)
Eutíquio foi abade do mosteiro de Constantinopla,
Constantinopla, influente pregador e ensinador na
ensinador na primeira metade do séc. V. Para ele na
Para ele na encarnação não houve uma união, mas sim
união, mas sim uma fusão das duas naturezas de Jesus,
naturezas de Jesus, um homem com uma carne
carne deificada.
O Concílio de Calcedônia rejeitou essa heresia.
heresia.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – Heresias Acerca das Duas Naturezas de Jesus
“Permanecendo o que era, tornou-se o que não era.”
Em outras palavras, enquanto Jesus permanecia o
que era (ou seja, plenamente divino), ele também se
tornou o que não fora antes (ou seja, também
plenamente humano). Jesus não deixou nada de sua
divindade quando se tornou homem, mas assumiu a
humanidade que antes não lhe pertencia.
Wayne Grudem
Resumo Sobre a Divindade e
Humanidade de Cristo
A Obra Perfeita
Da natureza divina para a
natureza humana
Ainda que a natureza
humana de Jesus não
tenha mudado em seu
caráter essencial, porque
ela foi unida à natureza
divina na pessoa única
de Cristo, a natureza
humana de Jesus
obteve:
Dignidade
para ser
cultuada
Incapacidade
de pecar
A Obra Perfeita
A natureza humana
para a natureza
divina
A natureza humana
de Jesus lhe deu:
A capacidade de
experimentar o
sofrimento e a
morte.
A capacidade de
ser nosso sacrifício
substitutivo.
Nem todos reconheceram Jesus
como o Messias e por esse motivo
não somente O rejeitaram como
também O mataram.
UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA
O principal propósito da vinda de
Jesus a este mundo foi o de salvar a
humanidade da condenação da
morte eterna provocada pela
desobediência de Adão (Jo 3.16)
UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA
A Identidade de Jesus
1.1 O Messias
Início ministerial eufórico
Multidões o seguiam à toda hora
Alvo: curas e homilias
Sua pregação: vibrante, profunda e direta
UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA
A Identidade de Jesus
1.1 O Messias
Haveria um sinal de identificação do
do salvador? (Mt. 16.1)
O único sinal seria sua morte e ressurreição
UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA
A Identidade de Jesus
1.1 O Messias
Na visão dos judeus ele viria de um lugar
um lugar seria desconhecido (Jo 7.27)
7.27)
Ou de Belém, segundo as profecias
profecias
Jesus era de Nazaré da Galiléia (Jo 7.41)
7.41)
A confusão de André e Natanael (Jo 1.46)
(Jo 1.46)
Desconheciam que Cristo nascera em
em Belém e fora criado em Nazaré
UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA
A Identidade de Jesus
1.2 O Profeta
Qual era a concepção do povo a seu
respeito? (Mt. 16.14)
Mesmo que houvesse dificuldades de
de reconhecê-Lo como Messias, o povo
povo aceitava-O como Profeta da Galiléia (Jo
Galiléia (Jo 6.14)
Era visto semelhantemente aos profetas
profetas veterotestamentários
Sua função era rejeitada devido a sua origem
sua origem (Jo 7.52)
Jonas fora um profeta da galiléia (2 Reis
Reis 14.25)
UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA
A Identidade de Jesus
1.3 Um Ser Superior
Superior a tudo e a todos
“Quem, pois, te fazes ser?” (Jo 8.53)
Superior a Abraão, Jacó
Tal reivindicação era blasfema e injuriosa
injuriosa segundo os judeus
Como poderia alguém ser superior a todos os
todos os heróis da fé do passado?
“Eis aqui quem maior que o templo” (Mt. 12.6)
(Mt. 12.6)
Igualou-se à Divindade -Jo 10.30; 14.9
14.9
Que Messias teria a audácia de igualar-se a
igualar-se a Jeová??
UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA
A Identidade de Jesus
1.4 Deus
Jesus – apenas um profeta
Mortal x identidade divina
Havia unicamente um só Deus
O apedrejamento para os blasfemos
Justino Mártir (Séc. II d.C.) “Trífon, o judeu,
judeu, disse a respeito das esperanças
esperanças messiânicas de Israel: Todos
Todos sabemos que o Cristo será um homem,
homem, nascido de homem”
A teologia judaica do passado e do presente
presente não atribui uma natureza divina ao
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ATÉ A PRÓXIMA AULA
UNIDADE IV
O Cristo na Terra A Expiação do Verbo
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  • 1.
  • 2. A Doutrina de Cristo
  • 3. A Rejeição das Teorias Kenóticas Wayne Gruden faz cinco argumentos argumentos contra as teorias: 1)Nenhum mestre reconhecido dos primeiros primeiros 1800 anos da história da igreja, igreja, incluindo os que falavam grego grego desde o nascimento, pensava que pensava que “esvaziou-se”, significando que significando que o Filho de Deus abandonara alguns de seus atributos. atributos. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 4. A Rejeição das Teorias Kenóticas 2)Devemos reconhecer que o texto não não afirma que Cristo “esvaziou-se de de alguns de seus poderes” ou “esvaziou-se “esvaziou-se de atributos divinos” ou algo ou algo parecido UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 5. A Rejeição das Teorias Kenóticas 3)Nesse “esvaziamento”, Jesus não deixou deixou alguns de seus atributos, mas antes mas antes “assumindo a forma de servo”, servo”, isto é, passou a viver como homem. homem. O contexto interpreta o esvaziar-se esvaziar-se como equivalente a “humilhar- UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 6. A Rejeição das Teorias Kenóticas 4)O quarto motivo está no propósito de Paulo de Paulo nesse contexto. Ele pretende pretende convencer os filipenses a serem serem humildes e a colocar os interesses dos interesses dos outros em primeiro lugar e lugar e coloca o exemplo de Cristo para que para que eles pudessem imitá-lo. Assim, a Assim, a interpretação real é Jesus deixando a deixando a condição e privilégio que possuía possuía no céu para se tornar um homem, homem, abdicando da glória para tornar-se tornar-se pobre para que nós fôssemos ricos fôssemos ricos (Jo 17.5; 2 Co 8.9) UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 7. A Rejeição das Teorias Kenóticas 5)Essa teoria deve ser rejeitada por causa do causa do contexto mais amplo do ensino do ensino do NT e o ensino doutrinário de toda doutrinário de toda a Bíblia. Se tivesse tivesse acontecido um esvaziamento dos esvaziamento dos atributos divinos de Jesus de Jesus Cristo, tal incrível fato teria sido teria sido ensinado repetidas vezes nos nos textos sagrados em vez de aceitar uma aceitar uma hermenêutica duvidosa acerca duvidosa acerca de uma única palavra de palavra de uma epístola. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 8. Recapitulando o hino da “Kenosis” Filipenses 2 é famoso por causa da passagem sobre o auto-esvaziamento de esvaziamento de Jesus, ou Sua humilhação humilhação e posterior exaltação (vide 2.6- (vide 2.6-11). O mundo antigo mofava da humildade; a humildade; a doutrina cristã, porém, porém, exaltava-a como uma virtude virtude O trecho subtende claramente a preexistência de Cristo antes da encarnação encarnação UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 9. Recapitulando o hino da “Kenosis” Porém, do que Cristo se esvaziara? esvaziara? De conformidade com a teoria da Kenosis, Kenosis, Ele se esvaziou de atributos atributos divinos metafísicos (mas não dos não dos morais) Todavia, cremos que Cristo se esvaziou esvaziou exclusivamente do exercício exercício independente daqueles atributos atributos (Jo 5.19), ou, simplesmente, da simplesmente, da glória externa de Sua de Sua deidade. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 10. Recapitulando o hino da “Kenosis” Pode-se entender esse “esvaziar”, segundo o segundo o vers. 7 que não se refira à à encarnação sob nenhuma hipótese, mas ao hipótese, mas ao fato que Jesus expirou na expirou na cruz. Um paralelismo sinônimo com a referência à referência à morte de Jesus, no verso verso seguinte. Paulo estaria aludindo ao texto de Isaías Isaías 53.12: “porquanto derramou [esvaziou!] a sua alma [frequentemente [frequentemente equivale ao pron. refl. “se”] refl. “se”] na morte...” UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 11. A União Hipostática A união do divino e do humano em Jesus em Jesus foi chamada, pelos teólogos da teólogos da Igreja, de “hipostática”. “hipostática”. Gr. “Hipóstasis” = união de naturezas naturezas independentes e distintas. distintas. Essa união ocorreu apenas uma vez na vez na história, no ato da encarnação do encarnação do Verbo. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Hipóstasis
  • 12. A - A União Hipostática em Jesus A encarnação do Verbo deu-se numa numa condição miraculosa, a qual qual denominamos “mistério da encarnação”. Sendo Deus, assumiu uma forma forma humana por obra e graça do E.S. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Hipóstasis
  • 13. B – A Relação entre as duas Naturezas no Homem Jesus Jesus chegou à vida adulta com duas duas naturezas: uma divina, onipotente e onipotente e auto-suficiente e outra humana humana (Lc 2.40). Havia harmonia em suas em suas naturezas desde a concepção. Nem concepção. Nem alternância e nem alteração alteração em nenhum momento Ambas as naturezas eram distintas: uma não uma não interferia ou influenciava a outra. Ele outra. Ele não era super-humano e nem semi- nem semi-deus. Jesus era Pleno UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Hipóstasis
  • 14. C – A Revelação das Duas Naturezas A existência hipostática em Jesus não é não é declarada diretamente nas Escrituras, Escrituras, mas revelada ao longo de seu seu ministério terreno. Foi reconhecido como divindade (Mt. 8.27) 8.27) Duas Naturezas Plenas (Jo 11.33,34) Preexistia antes de Abraão (Jo 8.58) UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Hipóstasis
  • 15. 3.1 O Início da Discussão Por volta do Séc. IV, Vários pontos de vistas de vistas teológicos colocavam em risco a risco a crença bíblica das duas naturezas de naturezas de Jesus. Fixação de uma posição doutrinária oficial oficial como paradigma ortodoxo No final do séc. IV, haviam duas famosas famosas escolas teológicas: Alexandria (Egito) UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
  • 16. Os Alexandrinos Em Alexandria, sob influência da filosofia filosofia grega, dava-se mais ênfase aos aos aspectos divinos de Jesus No ato da encarnação as duas naturezas se naturezas se fundiram em uma só natureza, a natureza, a divina, Todavia, nenhuma era plena. E Jesus possuia Jesus possuia apenas uma natureza UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
  • 17. Os Antioquenos Havia distinção entre as naturezas de Jesus Jesus Após a encarnação, Jesus manteve as duas duas naturezas Eram distintas e cooperavam entre si Grande ênfase na distinção levou-os a a concepção de “dois cristos” UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
  • 18. “Fiéis aos Santos Pais, todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à divindade, e perfeito quanto à humanidade; verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e de corpo, consubstancial com o Pai, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; em tudo semelhante a nós, excetuando o pecado; gerado segundo a divindade pelo Pai antes de todos os séculos, e nestes últimos dias, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, nascido da Virgem Maria, mãe de Deus; um e só mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis, inseparáveis; a distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, antes é preservada a propriedade de cada natureza, concorrendo para formar uma só pessoa e em uma subsistência; não separado nem dividido em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho, o Unigênito, Verbo de Deus, o Senhor Jesus Cristo, conforme os profetas desde o princípio acerca dele testemunharam, e o mesmo Senhor Jesus nos ensinou, e o Credo dos Santos Pais nos transmitiu”. O Credo de Calcedônia 451 d.C.
  • 19. A Cristologia de Calcedônia: Hypostasis Natureza humana sem pecado Natureza plenamente divina Uma natureza não anula a outra
  • 20. 3.2 A Solução a Respeito das Duas Naturezas de Jesus Mesmo após a Confissão de Fé as duas duas escolas teológicas continuavam o continuavam o debate. Em 527 d.C. a Igreja estava dividida por tais dividida por tais questões doutrinárias doutrinárias O Imperador Justiniano I validou as decisões decisões do Concílio de Calcedônia Ocorreu um novo Concílio em 553 em em Constantinopla. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
  • 21. 3.2 A Solução a Respeito das Duas Naturezas de Jesus Presidiu o Concílio Leôncio de Bizâncio, teólogo Este conseguiu solucionar o problema através do princípio de de “enipostásia” UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
  • 22. 3.2 A Solução a Respeito das Duas Naturezas de Jesus Ele iniciou seu argumento: “Uma natureza deve ter sua deve ter sua própria pessoa? – pode haver duas naturezas e uma só pessoa? O Verbo, o Filho de Deus, é o sujeito da encarnação. Essa única personalidade Jesus, é Deus Filho. Ele tem duas naturezas e não duas personalidades. Duas naturezas não devem incluir duas pessoas? Não! Ainda que a natureza humana não possa existir sem uma hipóstase (pessoa), ela, contudo não precisa Ter sua própria hipóstase.. Ela pode ser hipostatizada”. Segundo Leôncio, a natureza humana de Jesus foi Jesus foi “personalizada” na pessoa divina de Jesus Jesus UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
  • 23. 3.2 A Solução a Respeito das Duas Naturezas de Jesus Na encarnação não houve fusão, mas mas uma união de duas naturezas em uma em uma só pessoa, Jesus Apesar da distinção entre as duas naturezas não havia alternância entre elas entre elas Jesus é a pessoa das duas naturezas naturezas UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus
  • 24. O Adocionismo Heresia de Paulo de Samosata, bispo de Antioquia (260 Antioquia (260 d.C). Jesus sendo homem nascido da nascido da Virgem, foi cheio do Espírito Santo, sendo Santo, sendo adotado por Deus como seu Filho por Filho por causa de sua conduta. Sua natureza divina era natureza divina era uma dádiva de Deus. Tal heresia heresia retrata mais um homem tornando-se Deus que Deus que de Deus tornando-se homem. No Sínodo de Antioquia de 268 d.C. o bispo foi foi excomungado da Igreja UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – Heresias Acerca das Duas Naturezas de Jesus
  • 25. O Apolinarismo O teólogo Apolinário, bispo de Laodicéia, 361 d.C., na Ásia d.C., na Ásia Menor, passou a ensinar na Igreja que no que no momento da encarnação, Jesus havia adquirido um adquirido um corpo, mas não uma mente ou espírito humano, espírito humano, e que a mente e o espírito de Cristo Cristo provinham de sua natureza divina de Filho de Deus. A de Deus. A mente de Jesus era divina e não humana. humana. Ao ser questionado ele não soube explicar à Igreja como Jesus Igreja como Jesus poderia sentir dor, fome, sede, medo, etc. medo, etc. características próprias de um espírito humano. Em humano. Em 381 d.C., foi excomungado e tido por herege por herege UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – Heresias Acerca das Duas Naturezas de Jesus
  • 26. O Nestorianismo Nestório, bispo de Constantinopla. Ele não entendia como entendia como Jesus podia ter duas naturezas e ser uma ser uma pessoa. Para ele, cada natureza deveria ter sua ter sua pessoa. Jesus seria duas pessoas distintas, humana e distintas, humana e divina e se alternavam em suas suas naturezas; isto é, às vezes Jesus era Deus e, em outro e, em outro momento, era homem. O Concílio de Éfeso de 431 d.C. condenou essa heresia e heresia e exilou Nestório no deserto da África do Norte, do Norte, onde faleceu. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – Heresias Acerca das Duas Naturezas de Jesus
  • 27. O Eutiquianismo (Monofisismo) Eutíquio foi abade do mosteiro de Constantinopla, Constantinopla, influente pregador e ensinador na ensinador na primeira metade do séc. V. Para ele na Para ele na encarnação não houve uma união, mas sim união, mas sim uma fusão das duas naturezas de Jesus, naturezas de Jesus, um homem com uma carne carne deificada. O Concílio de Calcedônia rejeitou essa heresia. heresia. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – Heresias Acerca das Duas Naturezas de Jesus
  • 28. “Permanecendo o que era, tornou-se o que não era.” Em outras palavras, enquanto Jesus permanecia o que era (ou seja, plenamente divino), ele também se tornou o que não fora antes (ou seja, também plenamente humano). Jesus não deixou nada de sua divindade quando se tornou homem, mas assumiu a humanidade que antes não lhe pertencia. Wayne Grudem Resumo Sobre a Divindade e Humanidade de Cristo
  • 29. A Obra Perfeita Da natureza divina para a natureza humana Ainda que a natureza humana de Jesus não tenha mudado em seu caráter essencial, porque ela foi unida à natureza divina na pessoa única de Cristo, a natureza humana de Jesus obteve: Dignidade para ser cultuada Incapacidade de pecar
  • 30. A Obra Perfeita A natureza humana para a natureza divina A natureza humana de Jesus lhe deu: A capacidade de experimentar o sofrimento e a morte. A capacidade de ser nosso sacrifício substitutivo.
  • 31. Nem todos reconheceram Jesus como o Messias e por esse motivo não somente O rejeitaram como também O mataram. UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA O principal propósito da vinda de Jesus a este mundo foi o de salvar a humanidade da condenação da morte eterna provocada pela desobediência de Adão (Jo 3.16)
  • 32. UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA A Identidade de Jesus 1.1 O Messias Início ministerial eufórico Multidões o seguiam à toda hora Alvo: curas e homilias Sua pregação: vibrante, profunda e direta
  • 33. UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA A Identidade de Jesus 1.1 O Messias Haveria um sinal de identificação do do salvador? (Mt. 16.1) O único sinal seria sua morte e ressurreição
  • 34. UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA A Identidade de Jesus 1.1 O Messias Na visão dos judeus ele viria de um lugar um lugar seria desconhecido (Jo 7.27) 7.27) Ou de Belém, segundo as profecias profecias Jesus era de Nazaré da Galiléia (Jo 7.41) 7.41) A confusão de André e Natanael (Jo 1.46) (Jo 1.46) Desconheciam que Cristo nascera em em Belém e fora criado em Nazaré
  • 35. UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA A Identidade de Jesus 1.2 O Profeta Qual era a concepção do povo a seu respeito? (Mt. 16.14) Mesmo que houvesse dificuldades de de reconhecê-Lo como Messias, o povo povo aceitava-O como Profeta da Galiléia (Jo Galiléia (Jo 6.14) Era visto semelhantemente aos profetas profetas veterotestamentários Sua função era rejeitada devido a sua origem sua origem (Jo 7.52) Jonas fora um profeta da galiléia (2 Reis Reis 14.25)
  • 36. UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA A Identidade de Jesus 1.3 Um Ser Superior Superior a tudo e a todos “Quem, pois, te fazes ser?” (Jo 8.53) Superior a Abraão, Jacó Tal reivindicação era blasfema e injuriosa injuriosa segundo os judeus Como poderia alguém ser superior a todos os todos os heróis da fé do passado? “Eis aqui quem maior que o templo” (Mt. 12.6) (Mt. 12.6) Igualou-se à Divindade -Jo 10.30; 14.9 14.9 Que Messias teria a audácia de igualar-se a igualar-se a Jeová??
  • 37. UNIDADE IV – O CRISTO NA TERRA A Identidade de Jesus 1.4 Deus Jesus – apenas um profeta Mortal x identidade divina Havia unicamente um só Deus O apedrejamento para os blasfemos Justino Mártir (Séc. II d.C.) “Trífon, o judeu, judeu, disse a respeito das esperanças esperanças messiânicas de Israel: Todos Todos sabemos que o Cristo será um homem, homem, nascido de homem” A teologia judaica do passado e do presente presente não atribui uma natureza divina ao divina ao Messias
  • 38. ATÉ A PRÓXIMA AULA UNIDADE IV O Cristo na Terra A Expiação do Verbo de Deus A Identidade de Jesus A Descida de Jesus ao Hades