O documento discute a rejeição das teorias kenóticas sobre a natureza de Cristo, apresentando cinco argumentos que defendem que Jesus não esvaziou seus atributos divinos, mas assumiu a forma humana. Além disso, aborda a união hipostática entre as duas naturezas de Cristo, destacando heresias históricas e a necessidade de reconhecê-lo como plenamente divino e plenamente humano. Por fim, enfatiza o propósito da vinda de Jesus ao mundo como salvador da humanidade.