MACAPÁ – AP
2022
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“A adoção é preparada para os que creem, e não a
fé é preparada para os que serão adotados.”
Jacob Arminius
MACAPÁ -AP
2022
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SEMINÁRIO TEOLÓGICO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS
PROJETO PEDAGÓGICO CURSO LIVRE DE
BACHAREL EM TEOLOGIA
Projeto Pedagógico elaborado do Curso Livre
Bacharel em Teologia do Seminário Teológico das
Assembleias de Deus – SETAD.
MACAPÁ – AP
2022
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LISTA DE SIGLAS
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
AD – Assembleia de Deus
AC – Atividade Complementar
AV – Avaliação de Disciplina
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CEPRES – Centro de Estudos de Religiões, Religiosidades e Políticas Públicas
CF – Constituição Federal
CNE – Conselho Nacional de Educação
DCNs – Diretrizes Curriculares Nacionais
EaD – Educação à Distância
EBD – Escola Bíblica Dominical
EETAD – Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus
IBAD – Instituto Bíblico das Assembleias de Deus
IETC – Instituição de Ensino Teológico Confessional
LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
MCP – Macapá
MEC – Ministério da Educação
NBR – Norma Brasileira
NDE – Núcleo Docente Estruturante
NET – Núcleo de Educação Teológica
PPC – Projeto Pedagógico de Curso
SETAD – Seminário Teológico da Assembleia de Deus
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso
TICs – Tecnologias de Informação e Comunicação
UNIFAP – Universidade Federal do Amapá
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Cremos...
Em um só Deus, que é Santo, Criador de todas as coisas, soberano, eterno, subsistente em
três Pessoas: o Pai, O Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12,29).
Na inspiração divina e plenária da Bíblia, bem como na sua infalibilidade e Inerrância,
como única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristãos (2 Tm 3.14-17).
Como dizem as Escrituras, na concepção virginal de Jesus, como obra exclusiva do Espírito
Santo (Is 7.14; At 1.9; Rm 8.34).
Que o pecado degenerou o homem e, como consequência, destituiu-o da glória de Deus e
que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo o podem
restaurar a Deus (Rm 3.23; At 3.19).
Na salvação presente, imediata, completa e perfeita e na justificação do homem recebidas
gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo (At 10.43; Rm 3.24-
26; 10.13; Hb 5.9; 7.25).
No batismo bíblico efetuado por imersão do Corpo inteiro uma só vez em águas, em nome
do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt
28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12).
No Espírito Santo como a terceira Pessoa da Trindade, genuíno Deus, eterno, onipotente,
onipresente e onisciente (Jo 16.13,14).
Na segunda vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. A primeira, invisível ao
mundo, para arrebatar a sua Igreja da terra, antes da grande tribulação; a segunda, visível
ecorporal,comsuaIgrejaglorificada,parareinarsobreomundodurantemilanos(Zc14.5;
I Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-54; Jd 14; Ap 20.4).
No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15).
Na vida eterna de gozo, de justiça e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os
infiéis (Ap 20.11-15).
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SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO
2 DADOS INSTITUCIONAIS E CONTEXTUALIZAÇÃO DO SETAD
2.1 DADOS DA INSTITUIÇÃO............................................................................................
2.2 DADOS DA MANTENEDORA........................................................................................
2.3 DADOS DOS DIRIGENTES DO SETAD-MACAPÁ.......................................................
2.4 MISSÃO E VALORES DO SETAD-MACAPÁ................................................................
2.5 OBJETIVOS DO SETAD-MACAPÁ................................................................................
2.6 BREVE HISTÓRICO DO SETAD NO AMAPÁ.............................................................
2.6.1 Atuação Acadêmica na Graduação Livre..........................................................
3 O ENSINO PRESENCIAL E SEMIPRESENCIAL
3.1 MISSÃO, VISÃO E VALORES DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO TEOLÓGICA............
3.2 OBJETIVOS, METAS E AÇÕES.......................................................................................
3.3 INSERÇÃO ESTADUAL DOS NÚCLEOS DE TEOLOGIA...........................................
4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA DO SETAD
4.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E DE GESTÃO....................................................
4.1.1 Diretoria...............................................................................................................
4.1.2 Mídias e Tecnologias..........................................................................................
4.1.3 Operações Acadêmicas.......................................................................................
4.1.4 Coordenação Pedagógica.....................................................................................
4.1.5 Biblioteca.............................................................................................................
4.1.6 Apoio aos Núcleos Teológicos.............................................................................
4.2 EQUIPE ACADÊMICA.....................................................................................................
4.2.1 Núcleo Docente Estruturante...............................................................................
4.2.2 Corpo Docente.....................................................................................................
4.2.3 Coordenação de Curso........................................................................................
4.3 ATENDIMENTO AOS DISCENTES...............................................................................
4.3.1 Suportes e Canais de Atendimento ao Aluno.....................................................
5 INFRAESTRUTURA FÍSICA E TECNOLÓGICA DO SETAD-MACAPÁ
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5.1 REDES E EQUIPAMENTOS DO SETAD-MACAPÁ......................................................
5.1.1 Estúdio de Gravação de Videoaulas...................................................................
5.2 PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO....................................
5.3 INFRAESTRUTURA ADMINISTRATIVA E DE APOIO PEDAGÓGICO DO
SETAD-MACAPÁ.........................................................................................................
6 POLÍTICAS DE INCENTIVO À PRODUÇÃO ACADÊMICA
7 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO
7.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA......................................
7.2 FUNDAMENTOS BÁSICOS DO CURSO LIVRES DE TEOLOGIA..............................
7.2.1 Legais.....................................................................................................................
7.2.2 Filosóficos...............................................................................................................
7.2.3 Epistemológicos...................................................................................................
7.2.4 Metodológicos.......................................................................................................
7.3 OBJETIVOS DO CURSO...................................................................................................
7.3.1 Objetivo Geral.......................................................................................................
7.3.2 Objetivos Específicos..........................................................................................
7.4 PERFIL DO EGRESSO DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA.........................................
8 CONCEPÇÃO E ORGANIZAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR
8.1 MATRIZ CURRICULAR...................................................................................................
8.1.1 Quadro 1 – Matriz Curricular Distribuída por Semestre/Bimestre...................
8.1.2 Quadro 2 – Disciplinas Optativas da Matriz Curricular....................................
8.1.3 Quadro 3 – Resumo da Carga Horária Total e Mínima....................................
8.1.4 Quadro 4 – Disciplinas Por Eixos de Formação e Núcleos Temáticos..............
8.2 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA...................................................................................
8.3 ESTRATÉGIA DE INTERDISCIPLINARIDADE...........................................................
8.4 ESTRUTURA CURRICULAR..........................................................................................
8.4.1 Critérios de Aprovação – Notas e Frequência....................................................
8.4.2 Avaliação e Atividade Acadêmica Presencial.....................................................
8.4.3 Atividades de Enriquecimento Curricular........................................................
8.4.4 Atividades Complementares.............................................................................
8.4.5 Estágio Curricular Supervisionado......................................................................
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9 O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
9.1 REGULAMENTO...............................................................................................................
9.1.1 Da Identidade........................................................................................................
9.1.2 Da Orientação.......................................................................................................
9.1.3 Do Projeto.............................................................................................................
9.1.4 Da Elaboração do Texto...................................................................................
9.1.5 Da Apresentação...................................................................................................
9.1.6 Dos Critérios de Avaliação..................................................................................
10 NORMATIZAÇÃO OFICIAL PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO – TCC – ARTIGO CIENTÍFICO
10.1 PROPÓSITO E ESTRUTURA DO TCC..........................................................................
10.1.1 Da Estrutura do Artigo Científico.....................................................................
10.1.2 Do(s) Autor(es)...................................................................................................
10.1.3 Prazo de Entrega................................................................................................
10.1.4 Considerações.....................................................................................................
10.2 ORIENTAÇÃO GERAL PARA FORMAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO................
10.2.1 Dos Elementos Obrigatórios...........................................................................
10.3 ATUALIZAÇÃO DAS REGRAS PARA O RESUMO DO ARTIGO ABNT NBR
6028:2021.....................................................................................................................
10.3.1 Título..................................................................................................................
10.3.2 Inclusão de Novos Conceitos.............................................................................
10.3.3 Resumo................................................................................................................
10.3.4 Novo Texto.........................................................................................................
10.3.5 Palavras-chave...................................................................................................
10.4 REGRAS PARA A INTRODUÇÃO................................................................................
10.5 REGRAS PARA O DESENVOLVIMENTO (REFERENCIAL TEÓRICO) ..................
10.5.1 Quanto à Linguagem Científica.......................................................................
10.6 REGRAS PARA RESULTADOS E DISCUSSÃO DA PESQUISA..............................
10.6.1 Resultados...........................................................................................................
10.6.2 Discussão............................................................................................................
10.7 REGRAS PARA CONSIDERAÇÕES FINAIS..............................................................
10.8 REGRAS PARA CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS.........................................................
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10.8.1 Citações Diretas com Até 3 Linhas....................................................................
10.8.2 Citações Diretas com Mais de 3 Linhas.............................................................
10.8.3 Citação com Dois Autores.................................................................................
10.8.4 Citação com Três Autores..................................................................................
10.8.5 Citação com Quatro Autores ou Mais.............................................................
10.8.6 Citações Indiretas................................................................................................
10.8.7 Citações de Uma Citação....................................................................................
10.9 REGRAS PARA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................
10.9.1 Livro Inteiro........................................................................................................
10.9.2 Dicionário..........................................................................................................
10.9.3 Obra Apresentada em Revista Especializada.....................................................
10.9.4 Bíblias..................................................................................................................
10.9.5 Monografias, Teses e Dissertações.....................................................................
10.10NOVAS NORMAS ABNT: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER..........................
10.10.1 Dica nº 1............................................................................................................
10.10.2 Dica nº 2...........................................................................................................
10.10.3 Dica nº 3............................................................................................................
10.10.4 Dica nº 4............................................................................................................
10.11ORDENAÇÕES DAS REFERÊNCIAS............................................................................
10.12MODELOS ESTRUTURAIS DO ARTIGO.....................................................................
10.12.1 Capa..................................................................................................................
10.12.2 Folha de Rosto.................................................................................................
10.12.3 Folha de Aprovação.........................................................................................
10.12.4 Resumo Atualizado (ABNT NBR 6028:2021) ................................................
10.12.5 Estrutura do Desenvolvimento........................................................................
10.12.6 Lista de Referências.........................................................................................
11 DOS NÚCLEOS DE TEOLOGIA
12 CONCLUSÃO
13 REFERÊNCIAS
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1 APRESENTAÇÃO
O presente Projeto Pedagógico tem por finalidade apresentar as diretrizes gerais do
Curso Livre de Bacharel em Teologia, modalidade Presencial e Semipresencial, do Seminário
Teológico da Assembleias de Deus – A Pioneira (SETAD-MACAPÁ).
O Curso visa a formação do(a) Bacharel em Teologia e seu currículo pauta-se segundo
princípios e ideais defendidos pela Mantenedora, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus – A
Pioneira. Desta forma, consolida-se com profundidade na corrente de pensamento teológico
que faz oposição ao Calvinismo, o Arminianismo (característica tradicional das igrejas de
tradição pentecostal de confissão arminiana).
O Projeto Pedagógico do Curso Livre de Bacharel em Teologia, modalidades Presencial
e Semipresencial, do SETAD, objetiva principalmente a formação ministerial do Teólogo(a),
não deixando de considerar, sua formação acadêmica, a base humanista, engajamento
comunitário, social, espiritual e intelectual e que seja protagonista de transformação, na busca
de uma sociedade mais justa e fraterna.
Os discentes, além do cumprimento da carga curricular obrigatória e optativa, deverão
cumprir atividades de estágio curricular obrigatório, trabalho de conclusão de curso e atividades
complementares, para obterem o título de Bacharel em Teologia. Assim, o projeto pedagógico,
em consonância com o perfil teológico confessional centra-se no currículo como objeto de
aprendizagem e análises empíricas e epistemológicas, com o apoio do docente facilitador deste
processo.
Reitera-se a flexibilidade desde PPC, no decorrer do desenvolvimento do Curso de
Graduação em Teologia do SETAD, caso haja a necessidade de atualização da proposta
pedagógica inicial. Se assim ocorrer, firma-se o compromisso de revisão e atualização por um
núcleo docente estruturante (NDE) desta instituição de ensino teológico de perspectiva
pentecostal.
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2 DADOS INSTITUCIONAIS E CONTEXTUALIZAÇÃO DO SETAD
2.1 DADOS DA INSTITUIÇÃO
Nome: Seminário Teológico da Assembleia de Deus.
Sigla: SETAD
Endereço: Rua Tiradentes, 532, Central, CEP: 68900-098, Macapá-Amapá.
Telefone: (96) 98426-2572
E-mail: setadoficial@gmail.com
2.2 DADOS DA MANTENEDORA
Razão Social: Igreja Evangélica Assembleia de Deus – A Pioneira.
CNPJ: 05.989.975/0001-08
Data de Abertura: 08 de abril de 1976
Tipo: Matriz
Natureza Jurídica: 399-9 – Associação Privada
Atividade Principal: 94.01-0-00 – Atividades de organizações religiosas ou filosóficas
Endereço: Rua Tiradentes, nº 532, Central, CEP: 68900-098, Macapá, Amapá, Brasil.
Telefone: (96) 99113-4832
2.3 DADOS DOS DIRIGENTES DO SETAD-MACAPÁ
Pr. Dr. Oton Miranda de Alencar – Reitor
Pr. Dr. Iaci Pelaes – Vice Reitor
Pr. Esp. Rodrigo de Lima Junior – Diretor Executivo
Pra. Esp. Irenilda Monção Oliveira Lima – Diretora Administrativa e Acadêmica
Pr. Esp. Weverton Gleison Mendes Costa – Diretor e Coordenador Pedagógico
Jaqueline Silva – Secretária
Cemira Higino – Secretária
2.4 MISSÃO E VALORES DO SETAD-MACAPÁ
A missão oferece um direcionamento para a atuação deste curso no âmbito da sociedade
em que está inserido. O papel que o curso tem, por intermédio dos conteúdos, recursos e
11
metodologias próprios da área de atuação, é o de “educar o ser humano, criado à imagem de
Deus, para o exercício pleno da cidadania, em ambiente de fé cristã arminiana e pentecostal”.
Os valores defendidos do SETAD, são a dignidade do ser humano, o pluralismo
democrático, a transparência e responsabilidades nas relações institucionais e comunitárias, o
respeito à individualidade e diversidade de ideias, o espírito de equipe e criatividade, a
ortodoxia cristã evangélica pentecostal, e o compromisso com o meio ambiente.
O Seminário Teológico da Assembleia de Deus valoriza o trabalho do ensino baseado
no “amor”. Obedecendo ao que está escrito em 1 Coríntios 16.14: “todas as vossas coisas sejam
feitas com amor”. A obra do Senhor Jesus deve ser pautada em amor, o maior valor e dom
supremo, segundo as Escrituras. (TEIXEIRA; TEIXEIRA; 2021, p. 22)
2.5 OBJETIVOS DO SETAD-MACAPÁ
O Seminário Teológico da Assembleia de Deus tem como objetivo geral a preparação
de obreiros, missionários, evangelistas, pastores e demais membros do corpo de Cristo, bem
como aos leigos, através de acréscimo do conhecimento teológico, para a atuação na práxis
ministerial, missionária e social considerando o atendimento espiritual coletivo e individual,
regidos pela ótica da expansão do reino de Deus, com anuência da confessionalidade de sua
mantenedora.
2.6 BREVE HISTÓRICO DO SETAD NO AMAPÁ
Segundo Teixeira e Teixeira (2021), o Seminário Teológico da Assembleia de Deus –
SETAD – Macapá, está situado na capital do Estado do Amapá, Macapá, na região Norte do
Brasil. Localizado no centro da cidade. Suas atividades, conhecidas como a “primeira fase”
iniciaram-se no dia vinte e nove de novembro de 1999, inicialmente apenas com os cursos
básico e médio em Teologia.
O SETAD é uma instituição teológica já conhecida em todo o Brasil na denominação
das Assembleias de Deus. Tendo como principal característica a autonomia de suas escolas
teológicas fundadas nos Estados da Federação, obedecendo o regimento doutrinário e
convenções adotados pelas Igrejas mantenedoras.
No Amapá, os pioneiros do SETAD foram o pastor Dr. Oton Miranda de Alencar, pastor
José Marques Ferreira e o apóstolo Orley Miranda de Alencar e seus apoiadores. O material
12
didático utilizado era fornecido pelos mantenedores: pastores Samuel Câmara e Jacilene
Ferreira, esposa do primeiro diretor do SETAD–Macapá. A Igreja Local que implantou o
Seminário Teológico foi a Assembleia de Deus, a Pioneira. (TEIXEIRA; TEIXEIRA, 2021).
A ideia de fundar uma escola teológica era necessário porque em terras tucujus ainda
não existia tal estudo, fazendo com que os obreiros que buscavam estudar a Palavra de Deus se
deslocassem para outras regiões e estados. Os moldes adotados em Belém do Pará foram os
pilares para a fundação do SETAD em Macapá.
Antes do SETAD ser implantado nas Assembleias de Deus – a Pioneira, já se tinha a
Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus (EETAD), cujo sistema de ensino é
diferenciado, oferecendo aulas por intermédio de tutoria e material didático impresso; e ensino
modular. Serviu de inspiração para o SETAD em Macapá, mas este preferiu o uso de aulas
presenciais.
As primeiras turmas do novo seminário teológico eram compostas por obreiros, e a
finalidade dos estudos era a capacitação ministerial dos mesmos. Buscava-se assim, o
crescimento do curso e do cristão através de estudos e do preparo intelectual bíblico-teológico
para o desenvolvimento da obra ministerial. (TEIXEIRA; TEIXEIRA, 2021).
Em meados dos anos de 1999, no prédio do Templo Central, da AD – A Pioneira, se
davam os primeiros estudos, mesmo tendo poucos recursos metodológicos e pouca mão de obra
docente.
O primeiro corpo docente e o diretório do SETAD – Macapá foram: Rev. Oton Miranda
de Alencar, pastor José Marques, pastor Miguel Roberto, pastor José Segundo (in memorian),
pastor Kleyzer Alencar, pastora Kátia Cabeça, pastor Eraldo Costa, missionária Meriane
(docente e secretária), irmã Iracema Santos (secretária) e o pastor Ronildo Baldo.
Os professores disponíveis da época já eram devidamente capacitados e habilitados no
estudo da Palavra de Deus, boa parte já eram formados nos cursos de teologia ofertados em
Belém do Pará. Outros, buscando melhor aprendizado e qualificação teológica tiveram que
estudar em outros estados e cidades do Brasil.
De acordo com Teixeira e Teixeira (2021) com a precariedade de espaço para lecionar
os cursos, o SETAD – Macapá usufruía de apenas uma sala de aula para acomodar toda a
demanda necessária para o funcionamento do mesmo.
O SETAD – Macapá foi criado pela necessidade da oferta teológica embasado nas
doutrinas existentes nas Sagradas Escrituras, das quais as Assembleias de Deus fazem usufruto.
13
Desta forma, qualificando e ensinando aos obreiros e futuros aspirantes ao sacro ministério da
importância de se conhecer a Palavra e saber manuseá-la na seara do Senhor Jesus.
Durante um período, o SETAD manteve-se fechado para novas turmas, isso aconteceu
em detrimento de uma parceria fechada entre a Assembleia de Deus – A Pioneira e a Assembleia
de Deus – Ministério do Avivamento. Essa parceria trazia a ideia de fundação de uma faculdade
teológica que ofertasse cursos de graduação em Teologia e Filosofia, não segundo o ensino
confessional, mas embasados nos marcos legais reconhecidos pelo Ministério da Educação
(MEC).
Na segunda fase do SETAD – Macapá, esteve à frente o pastor Rodrigo Lima Júnior,
que cursou o Médio em Teologia pelo próprio SETAD, e graduou-se em Bacharel em Teologia
pelo Instituto Bíblico das Assembleias de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba, São Paulo. Em
seu regresso à capital amapaense, graduou-se em Pedagogia no intuito de buscar melhor
qualificação para a docência teológica frente ao SETAD. (TEIXEIRA; TEIXEIRA, 2021).
Ressalta-se que haviam aproximadamente 90% pastores da denominação pentecostal
sem nenhuma formação teológica. Hoje, esta porcentagem está em 60%. A procura por uma
qualificação em teologia tem sido constante, na atualidade. Além do curso livre de Bacharel em
Teologia, o SETAD – Macapá oferece o curso de Nível Médio em Teologia e outros mais.
Desde os anos de 2013, o SETAD- Macapá, tem o pastor Rodrigo Lima Júnior como
Diretor Executivo, e sua equipe era composta por: pastora Irene Lima (Diretora
Administrativa); pastor Wilson Melo (Diretor Acadêmico); pastor Osmar Gonçalves (Diretor
Acadêmico); pastora Alessandra Gonçalves (Secretária); pastor João Barroso (Diretor
Pedagógico); pastora Elice Nobre (Diretora Pedagógica). Atualmente, o pastor Weverton Costa
é o Diretor Acadêmico e Coordenador Pedagógico.
2.6.1 Atuação Acadêmica na Graduação Livre
Hoje, o Seminário Teológico da Assembleia de Deus (SETAD-MCP), oferece 01 curso
de Graduação Livre (Bacharelado) na área de Teologia. O projeto é expandir para novos cursos,
especialmente em pós-graduação livre na área de teologia.
Como reconhecimento da qualidade de ensino oferecido aos alunos, o Seminário
Teológico, em 2018, através do apoio de seu atual diretor pedagógico, conseguiu parceria com
a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) para a realização de Cursos de Extensão, através
do Centro de Estudos de Religiões, Religiosidades e Políticas Públicas (CEPRES), um grupo
de pesquisa voltado para as áreas de História, Sociologia e Ciências da Religião, cujo mesmo é
14
representado pelo seu diretor geral, o Profº. Dr. Marcos Vinicius de Freitas Reis, atual Diretor
do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da UNIFAP.
Para que esta parceria se tornasse promissora, em novembro de 2019, foi realizada nas
dependências do SETAD a primeira Mesa Redonda com o tema (In)Tolerância Religiosa, um
projeto de extensão na Disciplina de “Epístolas Paulinas”, e cujos colaboradores foram
acadêmicos da turma 2017-2019; contando com participação especial de diversas autoridades
religiosas convidadas e representantes de vários segmentos que se fazem presentes na
religiosidade macapaense. O SETAD, se prontificou em integrar em seu currículo a disciplina
de “Sociologia da Religião” em caráter de OPTATIVA, atendendo assim, a um pedido formal
do Centro de Estudos e Religiões, Religiosidades e Políticas Públicas (CEPRES-UNIFAP) à
Coordenação Pedagógica do SETAD.
No intuito de promover uma formação teológica de qualidade e com excelência docente
e pedagógica, o SETAD–Macapá também desenvolve atividades de extensão e de
responsabilidade social, criando assim, relações sólidas com seus discentes, docentes,
comunidade evangélica e sociedade civil em geral. Esse comprometimento no desenvolvimento
ministerial e espiritual do discente, e não somente no intelectual, faz com que o SETAD,
procure parcerias com as igrejas co-irmãs para as práticas de Estágio Supervisionado e
atividades extracurriculares; além de incentivar e abrir Núcleos de Teologia nas congregações
das Assembleias de Deus – A Pioneira, que oferecem cursos de nível Médio em Teologia.
Mesmo que o curso teológico de graduação ofertado seja de caráter confessional, na
qualidade de Curso Livre, o SETAD, tem lançado mão de uma educação participante e dialógica
entre seus docentes, a fim de promover o conhecimento científico religioso e epistemológico
de acordo com as linhas de pesquisa e investigação que cada docente executa em sua jornada
de aprendizagem na área da Teologia.
Reforça-se ainda, a formação cidadã e ética inerente ao projeto do curso de Bacharel em
Teologia reforçado pelas diretrizes pedagógicas e estimuladas pela instituição em defesa do
meio ambiente, do patrimônio cultural denominacional e da produção científica.
No intuito de levar à sociedade Amapaense o conhecimento de Deus e fazê-lo
conhecido, o SETAD tem, em certa medida, levado o ensino teológico diretamente à sociedade
não evangélica por meio de ações missionárias, evangelísticas e Mostras Teológicas que
objetivam o valor histórico, dogmático, ético e conceitual.
15
3 O ENSINO PRESENCIAL E SEMIPRESENCIAL
O Ensino Presencial é o principal meio utilizado pelo SETAD-MCP. Sua primeira
vantagem é a questão social do aprendizado em sala de aula. O discente de um curso presencial,
além de usufruir da proximidade com os docentes, também tem a oportunidade de interagir com
os demais colegas de classe, realizando e desenvolvendo as relações interpessoais valiosas no
presente e benéficas no futuro.
O ensino presencial produz motivação, pois esta é intrínseca, ela é individual e pode-se
desenvolver este lado no discente. O engajamento é um compromisso funcional e emocional
catalisado e que deve ser estimulado pelo docente na busca das potencialidades e desempenhos
melhores dos acadêmicos.
O SETAD-MCP, tomou por medida, utilizar o ensino semipresencial (ensino remoto) a
partir do surgimento de sua necessidade emergencial com a finalidade de não paralisar as
atividades acadêmicas. Tal medida foi essencial devido as demandas exigidas e obrigatórias
dos protocolos de saúde municipal e estadual, para combater os efeitos perigosos ocasionados
pela pandemia da Sarx-Cov-19, surgida no ano de 2019 na China, e chegando ao mundo já em
2020. Com isso, o ensino remoto é uma alternativa que combina características do ensino
presencial com o EaD (Educação à Distância). Neste caso, as aulas são online, e os alunos
podem interagir com os professores em tempo real, através das videoaulas e chats (bate-papo).
Para a maioria das disciplinas ofertadas no curso de graduação em Teologia, será usado
o ensino presencial; já o ensino semipresencial ou remoto tem tornado-se, cada vez mais, uma
alternativa, na hipótese de o docente não puder executar suas atividades presencialmente ou
devido a outros fatores. Reitera-se, portanto que, as disciplinas de caráter OPTATIVAS, serão
ofertadas 100% Online; neste caso, os materiais de estudo disponibilizados serão de inteira
responsabilidade do docente e digitalizados.
São várias as plataformas que podem ser usadas para uso da educação semipresencial e
online: destacam-se o Google Meet; Lives (Facebook); Zoom Meet; YouTube; etc. Dentre essas
plataformas de ensino online, pode-se também ser utilizadas as ferramentas de arquivos e
consultas de materiais didáticos disponíveis pelos docentes: Google Forms; Onedrive; Google
Drive; Padlet.com, e-mails; etc.
A equipe de profissionais que compõem o Núcleo de Ensino Teológico (NET) do
SETAD-MCP preocupa-se em acompanhar as profundas transformações da sociedade
contemporânea, em particular, as que afetam os ideais cristãos considerados de suma
16
importância para a cultura e identidade evangélica brasileira. Dessa forma, sente-se preparada
para oferecer uma formação de excelência no curso ofertado na modalidade presencial e
semipresencial; preocupando-se, sobretudo, com o desenvolvimento das competências
ministeriais exigidas no ambiente missionário e no campo da Seara do Mestre, para dar voz e
entendimento às demandas complexas da alma e do espírito questionador do ser humano.
A Direção do SETAD–Macapá tem acompanhado e investido na ampliação e
modernização da infraestrutura física e melhorias tecnológicas, visando oferecer condições de
trabalho adequadas ao corpo docente e capacitar, de forma progressiva, o seu quadro de
colaboradores.
3.1 MISSÃO, VISÃO E VALORES DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO TEOLÓGICA
O Núcleo de Educação Teológica tem em vista garantir a manutenção do Projeto
Pedagógico de Curso da Instituição, com foco na formação teológica confessional de seus
alunos, na sua Missão nos seus Valores, estendendo a toda a comunidade cristã e assembleiana
sua tradição, inovação e excelência por intermédio de suas atividades.
A missão oferece um direcionamento para a atuação deste curso no âmbito da sociedade
evangélica em que está inserido. Portanto, a missão do Núcleo de Educação Teológica é formar,
apoiar e desenvolver obreiros e pesquisadores teológicos no Amapá por meio de ações
gerenciais e pedagógicas na modalidade presencial e semipresencial, utilizando metodologias
e estratégias que visam à excelência dos serviços prestados como Instituição de Ensino
Teológico Confessional.
A visão é ser modelo educacional de desenvolvimento espiritual, social e intelectual, e
tornar-se referência na área de ensino teológico, cuja dedicação é às ciências divinas e humanas,
comprometida com a responsabilidade socio-espiritual, mantendo as características e o teor
confessional de sua Mantenedora.
Os valores é desenvolver todas as atividades a partir de princípios éticos-judaicos-
cristãos, respeitando a dignidade do ser humano, enquanto criatura de Deus; o pluralismo
democrático, enquanto representante educacional de uma Instituição Religiosa de
Reconhecimento Estadual; transparência e responsabilidade nas relações institucionais e
comunitárias com suas lideranças hierárquicas e Eclesiásticas; o respeito à individualidade e
diversidade de ideias (campo intelecto-empírico-epistemológico da teologia); o espírito de
humildade e amor; além do compromisso com o meio ambiente, a sociedade e a Igreja de Cristo.
17
3.2 OBJETIVOS, METAS E AÇÕES
Na busca da disseminação dos conceitos teológicos que primam pela excelência da
Palavra de Deus, numa perspectiva confessional arminiana e pentecostal, o Núcleo de Educação
Teológica destaca aqui, os objetivos, suas metas e ações a serem tomadas como projetos desta
Instituição a curto, médio e longo prazos:
OBJETIVO 1
Disseminar o Projeto
Pedagógico de Curso (PPC)
fundamentado na Formação do
cristão, em todas as suas
dimensões (humana, intelectual,
sócio-política e espiritual), tendo
como foco, a formação teológica
para fins ministeriais.
METAS
a) Consolidação do Núcleo de Educação Teológica;
b) Expansão da oferta de vagas, com a instalação de polos
(Núcleos) de apoio presencial em diversas regiões do
Estado do Amapá.
AÇÕES
a) Abrir novas turmas de bacharéis em Teologia, bem como
de turmas de nível Médio para atender às demandas
ministeriais da Assembleia de Deus – A Pioneira, bem
como de igrejas co-irmãs em outras partes do Estado;
b) Acompanhar, apresentar e tirar dúvidas de todos os
Núcleos em reuniões online ou em visitas oficiais da
Diretoria.
OBJETIVO 2
Buscar constantemente a
melhoria da aprendizagem e da
formação teológica e doutrinal
de seus acadêmicos.
METAS
a) Organização do PPC baseado na Formação do sujeito
para o campo missionário e ministerial;
b) Ampliação da oferta de disciplinas para maior amplitude
teológica curricular;
c) Troca de experiências com instituições congêneres, que
tenham os mesmos objetivo, por meio da proposição de
projetos, convênios, parcerias e outras ações dessa natureza.
AÇÕES
a) Ministrar aulas ao vivo para todas as Disciplinas de
caráter Optativo e outros cursos de extensão, caso seja
necessário;
b) Compor como atividade complementar palestras de
cunho Teológico e de temas transversais relevantes para a
área da pesquisa religiosa e fenomenológica;
c) Apresentar programas para os professores e profissionais
da educação teológica como: oficinas de TIC’s
(Tecnologias da Informação e Comunicação).
OBJETIVO 3
Oferecer um ensino de
qualidade mediante a formação
de obreiros cidadãos que
contribuam para uma igreja e
sociedade mais justa, solidária,
missionária e ética segundo os
padrões cristãos aceitos pela
ortodoxia pentecostal.
METAS
a) Planejamento, coordenação, orientação, supervisão e
avaliação do ensino teológico de graduação do SETAD-
Macapá.
AÇÕES
a) Estimular aos bacharelandos o desenvolvimento de
projetos sociais para atender às igrejas locais;
b) Construir com os discentes através do projeto integrador
trabalhos que reflitam as atividades que possam ser
desenvolvidas futuramente no campo missionário e
eclesiástico.
c) Proposição de políticas acadêmicas em consonância com
a legislação vigente (assédio moral; preconceito; racismo
religioso; intolerância religiosa; etc.);
18
OBJETIVO 4
Acompanhar, supervisionar,
qualificar e avaliar
permanentemente o ensino de
graduação teológica,
reduzindo os índices de
inadimplência e de evasão
dos cursos.
METAS
a) Aprimoramento quanto aos princípios, valores e
diretrizes que regem o Curso de Bacharel Livre em
Teologia em termos de ética e comprometimento com
a formação e responsabilidade social;
b) Melhoria constante do processo de participação da
avaliação institucional;
c) Fortalecimento do projeto pedagógico do curso em
consonância com as Diretrizes Doutrinárias e Demais
órgãos oficiais da Assembleia de Deus – A Pioneira;
d) Acompanhamento, organização e consolidação do
modelo de seleção para novos docentes.
AÇÕES a) Atender os alunos que solicitam cancelamento de
cursos;
b) Realizar o controle mensal de inadimplência e atuar
junto ao aluno para não acumular mais de três
mensalidades;
c) Propor ao aluno fazer seu planejamento financeiro
com a ajuda da Instituição Teológica.
OBJETIVO 5
consolidar a qualidade e
expandir a oferta de novos
cursos livres de pós-
graduação na área da
Teologia (latu-sensu) na
modalidade semipresencial e
online.
METAS
Planejamento e organização dos cursos de
Especialização.
AÇÕES
Abrir pelo menos dois cursos de pós-graduação nos
próximos dois anos.
3.3 INSERÇÃO ESTADUAL DOS NÚCLEOS DE TEOLOGIA
O Seminário Teológico da Assembleia de Deus vem há bastante tempo aprimorando a
ideia de sua expansão para todos os municípios do Estado do Amapá. Entretanto, para que este
ideal e projeto seja concretizado, inúmeras discussões e análises são ponderadas. Ressalta-se as
dificuldades logísticas e parcerias para os deslocamentos dos docentes, quantitativo mínimo de
inscritos para abertura de turmas, níveis dos cursos a ser ofertados, etc.
Já houve aberturas de Núcleos de Teologia em Ferreira Gomes, Porto Grande, Pedra
Branca do Amapari, Curiaú. Contudo, tais núcleos não tiveram uma continuidade esperada.
Mas o SETAD, é confiante que novas oportunidades surjam e possa levar o melhor do ensino
teológico confessional para os quatro cantos do Amapá. Outras questões são pontuadas no
capítulo 11.
19
4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA DO SETAD
A gestão é um dos fatores essenciais para o pleno desenvolvimento de projetos
pedagógicos com foco na formação integral do aluno. É por meio da gestão pedagógica que se
dá o acompanhamento contínuo e a avaliação do dia a dia dos cursos, das atividades
desenvolvidas por professores e acadêmicos, a fim de promover o contínuo aprimoramento da
proposta curricular.
Para tanto, a educação teológica de caráter confessional, em sua implementação exige
uma organização de suporte administrativo e tecnológico que possibilite a mediação pedagógica
e garanta as condições mínimas necessárias ao desenvolvimento do curso. Para tanto, o
SETAD-Macapá é composto por uma equipe de profissionais com ampla experiência
acadêmica, que trabalha de forma sistêmica e colaborativa com a Direção Acadêmica,
Coordenação Pedagógica, Corpo Docente e Discentes.
4.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E DE GESTÃO
Organograma da Gestão do SETAD
4.1.1 Diretoria
A Direção do SETAD é responsável por todas as ações desenvolvidas pelo Núcleo de
Educação Teológica, incluindo o planejamento, a gestão de pessoal e o acompanhamento dos
demais setores institucionais a ele interligados.
4.1.2 Mídias e Tecnologias
A Diretoria Executiva é responsável pela escolha das tecnologias e mídias a serem
utilizadas nas atividades e nos cursos oferecidos pelo SETAD-Macapá, levando em
consideração a participação da Coordenação Pedagógica e Corpo Docente.
REITORIA
DO
SETAD
Direção Executiva
Direção
Administrativa
Secretaria
Administrativa
Direção Acadêmica Secretaria Acadêmica
Direção Pedagógica
Coordenação
Pedagógica
Vice Reitoria
20
4.1.3 Operações Acadêmicas
A Secretaria Administrativa e Acadêmica são os setores responsáveis por todos os
processos, registros e controles acadêmicos, e pelo relacionamento com os alunos e Núcleos
Teológicos. Além dessas atividades, é responsável pela matrícula e exclusões, apoio à
confecção de documentos e ofícios, recebimento e guarda de documentos dos alunos, confecção
de certificados, e controle administrativo de turmas-cursos.
4.1.4 Coordenação Pedagógica
A Coordenação Pedagógica é responsável pelo desenvolvimento das matrizes
curriculares, assim como pelos planos de ensino que integram os cursos ofertados. O setor é
responsável pelo planejamento, desenvolvimento, avaliação, implementação e
acompanhamento do material pedagógico do SETAD-Macapá, referente aos cursos de Nível
Médio, assim como pelo desenvolvimento do ensino prático e dos estágios curriculares.
4.1.5 Biblioteca
O setor de apoio didático tem se dedicado em projetos e recolhimento de recursos para
fins de compras de materiais impressos como livros teológicos, dicionários, comentários e
outros. Além de que, o SETAD-Macapá disponibiliza aos acadêmicos um vasto material
bibliográfico em mídia (PDF) que pode subsidiar o ensino e a aprendizagem dos alunos de
Teologia.
4.1.6 Apoio aos Núcleos Teológicos
A Direção Acadêmica é responsável pelo contato inicial com os polos de apoio
presencial para turmas de bacharel e de nível Médio. É responsável pela verificação detalhada
da infraestrutura das instalações dos núcleos de teologia para que, dessa maneira, seja possível
firmar a parceria entre as partes interessadas no ensino. Além disso, existe o contato contínuo
com os gestores de cada Núcleo teológico afim de auditar a parte administrativa dos serviços
prestados, acompanhando todas as demandas de material de apoio, didático e docência.
4.2 EQUIPE ACADÊMICA
A equipe acadêmica dos cursos de bacharel em Teologia é composta por profissionais
vinculados à docência teológica e que desempenham diferentes funções relacionadas à
elaboração e desenvolvimento do projeto pedagógico do curso.
21
4.2.1 Núcleo Docente Estruturante
O NDE deverá satisfazer as diretrizes elencadas a seguir: o Núcleo será composto por
membros do corpo docente do curso. Estes membros devem seguir determinados critérios:
• Todos devem possuir titulação mínima em curso de latu sensu;
• 100% dos membros do núcleo deverá possuir graduação em Teologia;
• 40% do grupo deve estar atuando na docência teológica há pelo menos três anos.
O NDE cumpre importante papel no desenvolvimento da proposta pedagógica do curso
livre de Bacharel em Teologia e Especialização (a ser implantado). Compete aos integrantes do
NDE participar do processo de concepção e elaboração do Projeto Pedagógico de Curso (PPC)
e de sua contínua atualização.
São atribuições do NDE:
a) Promover reflexão e propor diretrizes e normas para o regime didático-
pedagógico do Curso, respeitada a política acadêmica aprovada pelos órgãos
superiores desta IETC e de sua Mantenedora;
b) Construir e acompanhar o desenvolvimento do Projeto Pedagógico de Curso
(PPC), definindo concepções e fundamentos;
c) Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Estatutárias e Regimentais outorgados
pela Mantenedora;
d) Zelar pela regularidade e qualidade de ensino ministrado pelo Curso, através de
acompanhamento junto Coordenação Pedagógica;
e) Acompanhar os resultados no ensino e aprendizagem constantes do PPC;
f) Promover a interdisciplinaridade, zelando pela sua integração curricular entre as
diferentes atividades de ensino constantes no currículo;
g) Promover a integração horizontal e vertical do Curso, respeitando os eixos
estabelecidos pelo PPC;
h) Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação (com reconhecimento junto ao
MEC), necessidades de aprofundamento teológico e afinadas com as políticas
públicas relativas à área de conhecimento do Curso;
i) Promover a reflexão e, periodicamente, a atualização do PPC do Curso,
conduzindo o processo de reformas curriculares para aprovação pelos órgãos
competentes;
j) Revisar as ementas e os conteúdos programáticos;
22
k) Determinar a alteração da bibliografia;
l) Colaborar na elaboração e recomendar a aquisição de obras indicadas como
referências bibliográficas e demais equipamentos pedagógicos necessários,
conforme o PPC;
m)Analisar e avaliar os Planos de Ensino e as respectivas compatibilidades com as
ementas dos componentes curriculares;
n) Propor alteração fundamentada da carga horária do currículo do Curso ou de
seus componentes, isoladamente;
o) Indicar cursos a serem ofertados em nível de atividade complementar;
p) Realizar outras atividades indicadas ou recomendadas pelo Diretor/Coordenador
do Curso.
O NDE do Curso de Bacharel em Teologia deve se reunir, ordinariamente, mediante
convocação realizada por seu presidente, 2 (duas) vezes ao longo do semestre. Quando
convocado pelo presidente ou a pedido da maioria de seus membros, o Colegiado pode reunir-
se em caráter extraordinário. Os atos praticados durante as reuniões devem ser registrados em
ata, cuja lavratura e arquivo são de natureza obrigatória.
4.2.2 Corpo Docente
O corpo docente do curso de Bacharel Livre em Teologia é composto por professores
com titulação latu sensu e strictu sensu. Caracterizam-se por terem sólida formação acadêmica
e ampla experiência no ensino teológico de nível superior. Todos possuem amplos
conhecimentos sobre os aspectos pedagógicos inerentes à formação de professores,
contribuindo assim para a efetiva articulação entre os aspectos teóricos e práticos do Curso.
Tão importante quanto a formação acadêmica, titulação e domínio dos conteúdos, são
as qualidades espirituais e competências didáticas do professor que se tornam fundamentais
para o desenvolvimento de estratégias metodológicas inovadoras e criativas. Seguindo os
princípios defendidos pela ortodoxia da Assembleia de Deus – A Pioneira, todo o corpo docente
é constituído de pastores e pastoras, cuja maioria é vinculada à Mantenedora deste Seminário
Teológico.
O docente não é apenas responsável pela necessária transmissão de conteúdos e
informações, mas é, sobretudo, o facilitador e mediador das situações de aprendizagens de
concepções teológicas, espirituais, sociológicas, humanísticas, culturais e religiosas. Para isso,
é preciso que este tenha uma postura ativa e sensível de modo a conduzir, com maestria, os
23
processos de ensino orientados por metodologias ativas que convoquem os alunos a aprender a
aprender, e não apenas em reproduzir conhecimentos.
4.2.3 Coordenação de Curso
O Coordenador de Curso desempenha papel estratégico pois têm como
responsabilidades o planejamento, a organização, o acompanhamento e a avaliação de todos os
processos do curso sob sua gestão. Ou seja, ele é um gestor pedagógico do respectivo curso
(graduação ou especialização).
4.3 ATENDIMENTO AOS DISCENTES
Como estímulo à promoção de um relacionamento transparente e de diálogo permanente
entre a comunidade acadêmica, a Secretaria do SETAD, disponibilizará diferentes canais e
ferramentas que possibilitem aos alunos, troca de mensagens, divulgação de informações e
compartilhamento de experiências e conhecimentos.
4.3.1 Suportes e Canais de Atendimento ao Aluno
Os suportes tecnológicos que garantem as condições necessárias ao desenvolvimento
das atividades pedagógicas tanto presencial quanto online serão disponibilizados pela
Secretaria ou mesmo pelo docente da disciplina a ser ensinada. Ex: e-mails, mensagens via
WhatsApp.
As orientações, comentários, dúvidas e sugestões de ordem geral sobre o curso ou
disciplina em que está matriculado devem ter como tempo de resposta o prazo máximo de 48
horas.
24
5 INFRAESTRUTURA FÍSICA E TECNOLÓGICA DO SETAD-MACAPÁ
5.1 REDES E EQUIPAMENTOS DO SETAD-MCP
O desenvolvimento das atividades semipresencial e online pode ser feito pelos
aplicativos GOOGLE MEET; ZOOM MEET e outros que o docente ou Direção do SETAD
acharem necessários. Tal medida adotada por este seminário teológico tornou-se necessária e
essencial após a situação internacional de problema de saúde pública ocasionada pelo
surgimento da maior pandemia do século XXI, a COVID-19. Esta doença infecciosa é causada
pelo coronavírus ou SARX-COV-2. E no Brasil a situação chegou a ser alarmante, atingindo
média diária de mais de 3 mil mortes por dia. Por este motivo, e obedecendo a legislação vigente
dos órgãos sanitários tanto nacionais, estaduais e municipal, algumas aulas foram ofertadas
online e continuarão sendo ofertadas, como por exemplo, as disciplinas “optativas” que serão
ministradas seguindo esse protocolo de ensino.
Das aulas presenciais, caso o acadêmico queira o material didático lecionado ou gravado
em videoaulas, poderá adquirir o acesso gratuito às postagens disponíveis no canal oficial do
Setad (Setad A Pioneira), no YouTube, acessando o link do canal e inscrevendo-se no mesmo:
https://www.youtube.com/channel/UCKAPwiECGAeIpGAxRdLtQFQ.
Todos os materiais didáticos produzidos pelos professores autores das disciplinas,
devem ser acessíveis, incluindo os de complementação à aprendizagem dos alunos (apostilas).
Devem ser impressos ou disponibilizados em mídia PDF, e encaminhados à Biblioteca Virtual
de Teologia do SETAD-Macapá.
A Secretaria do SETAD-Macapá disponibiliza um computador com impressora para o
provimento dos materiais didáticos aos alunos e aos docentes, conforme solicitação à mesma.
Também pode-se ter acesso à documentações e transmissões online através da rede de internet
via WI-FI instalada para o serviço da Secretaria e Administração do Setad em geral.
5.1.1 Estúdio de Gravação de Videoaulas
A própria Sala de Aula pode tornar-se um estúdio de gravação presencial afim de que
os alunos que estejam impossibilitados de acesso presencial, possam usufruir do conteúdo
ministrado de maneira online.
25
Para aquisição desse material didático é preciso protocolar junto à secretaria do Setad,
a justificativa da ausência. Sobre as frequências e faltas serão analisados no item 7.3.1: Critérios
de Aprovação – Notas e Frequência.
5.2 PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO
A distribuição de conteúdo é realizada de forma digital e gratuita ao discente, com
possiblidades de leitura em dispositivos multiplataforma. O material didático é fornecido ao
discente em três formatos:
• PDF (Portable Document Format) para download e impressão;
• Vídeos (acessíveis em plataformas online e disponíveis para download);
• Impressos (cabe ao discente o custeio desse tipo de material didático).
Como já mencionado, a autoria e desenvolvimento de todos os materiais didáticos são
de responsabilidade do professor autor, incluindo a gravação das videoaulas e indicação de
materiais complementares para leitura e pesquisa elencados no Plano de Ensino.
Para tanto, os docentes devem contar com o apoio técnico da Diretoria Acadêmica e
Pedagógica para a produção dos conteúdos tanto em videoaulas quanto em apostilas impressas.
O material didático deve ser encaminhado à Secretaria o quanto antes, para sua produção e
distribuição.
5.3 INFRAESTRUTURA ADMINISTRATIVA E DE APOIO PEDAGÓGICO DO SETAD-
MACAPÁ
O Seminário Teológico da Assembleia de Deus – A Pioneira, está localizado na Rua
Tiradentes, n. 532, Centro, Macapá – AP. Dispõe de parte do espaço do Primeiro Andar, no
Prédio Administrativo do Templo Central da Assembleia de Deus – A Pioneira, para o
desenvolvimento de suas atividades, divididos entre os seguintes setores: acadêmico e
pedagógico e secretaria.
As atividades administrativas e pedagógicas são desenvolvidas em uma sala de trabalho
coletivo, com mobília própria, espaço para encontros individuais com discentes; sistema de
internet e de copiadoras, além de dois computadores (Coordenação Pedagógica e Secretaria
Administrativa), duas salas de aulas com central de ar, Datashow e quadro branco.
26
6 POLÍTICAS DE INCENTIVO À PRODUÇÃO ACADÊMICA
Acreditamos que o estímulo à produção do conhecimento científico deve ocorrer entre
os que já possuem uma graduação de curso superior com reconhecimento junto ao Ministério
da Educação (MEC). Este procedimento visa o investimento do acadêmico na pesquisa
teológica, e na área da Ciência da Religião, para o enriquecimento do conhecimento bíblico em
larga profundidade. Também o incentivo tenciona promover o desenvolvimento do corpo
docente em suas respectivas linhas de pesquisa.
Acreditamos, igualmente, que os estudantes de teologia que vivenciam diferentes
experiências acadêmicas, por exemplo: participação em projetos de pesquisa, de extensão,
seminários, apresentação e publicação de trabalhos em eventos científicos, etc., tornam-se
profissionais melhores preparados para atuarem no campo evangelizador.
Para efeitos de incentivo à produção docente, considera-se produção científica trabalhos
publicados em revistas indexadas, livros e/ou capítulos de livros submetidos a um Conselho
Editorial ou em evento de natureza teológica e religiosa.
Não menos importante, a produção acadêmica também pode ser direcionada aos demais
discentes, na qualidade de produções textuais (Livros; Revistas de comentários da EBD; e
outros.) que têm seu direcionamento na educação cristã e bíblica favoráveis ao desenvolvimento
intelectual do cristão em sua vida prática tanto na esfera da sociedade como um todo quanto na
esfera da sociedade cristã que compõe o corpo de Cristo.
Este grupo então, é qualificado “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o
desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à
unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da
estatura da plenitude de Cristo, para que não sejamos mais como meninos, agitados de um lado
para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela
astúcia com que induzem ao erro.” (Efésios 4.12-14). Concomitantemente, a finalidade da
produção acadêmica dos discentes que não tencionam elevar o conhecimento epistemológico
de maneira científica na esfera secular, é do aperfeiçoamento da comunidade cristã em geral,
visando a capacitação de líderes e liderados demonstrando com isso, o chamado ministerial
para a docência da Palavra de Deus.
27
7 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO
7.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA
Curso Graduação Livre em Teologia
Habilitação Bacharelado
Modalidade Ensino Presencial e Semipresencial
Turno de funcionamento Matutino (Sábados), Noturno (outros dias)
Nº de vagas oferecidas 100
Tempo de Integralização Máxima 8 semestres
Tempo de Integralização Mínima 4 semestres
Forma de Ingresso
Processo Seletivo Universal e outras formas
de seleção à critério do SETAD.
Carga Horária Total 2.340
A relevância social do ensino, ministerial, religiosa, intelectual, pesquisa e extensão do
Seminário Teológico da Assembleia de Deus – Macapá, vem progredindo e se desenvolve no
Estado do Amapá, em consonância com as peculiaridades locais de seus núcleos de apoio.
Torna-se, portanto, de interesse desta Instituição de Ensino Teológico Confessional (IETC) a
expansão da oferta de vagas, com a instalação de núcleos de apoio presencial em diversos
municípios do Estado do Amapá, por meio da consolidação da qualidade e expansão de oferta
de novos cursos de Teologia na modalidade semipresencial.
A Teologia como área específica de conhecimento, pode ser considerada como uma das
mais antigas formas de sistematização do saber humano. No ano de 1220 a Universidade de
Paris tornou-se o grande centro de ensino teológico cristão e ao final do século XIII e durante
o século XIV foi o maior centro de ensino de toda a cristandade, particularmente em Teologia.
Na Itália, a primeira universidade erigida em corporação organizada foi a Bolonha. Começou
com a Faculdade de Direito e em 1352 adicionou-se a Faculdade de Teologia.
Vários países europeus, tais como a Alemanha, Espanha, Bélgica, Holanda, entre outros,
bem como nos Estados Unidos da América, a Teologia encontra-se inserida nas universidades
e oferecendo significativas contribuições para o avanço do conhecimento sobre as organizações
religiosas, sobre os modos de articulação entre os seres humanos em organizações sustentadas
pelas mais diferenciadas concepções e distintas experiências religiosas.
28
Assim, a Teologia tem contribuído de forma decisiva na formação e capacitação de
pessoas para o desempenho do serviço religioso, e na educação superior reconhecida por órgãos
governamentais da Educação Nacional, a capacitação de pessoas para as áreas de pesquisa e
docentes aptos ao ensino religioso nos diferentes níveis educacionais e para a compreensão do
ser humano, não apenas na relação com o Sagrado, mas também na elucidação dos modos pelos
quais as representações do Sagrado interferem nas relações interpessoais, na construção de
projetos de vida e na relação do ser humano com os acontecimentos mais significativos do
cotidiano.
Desse modo, no SETAD-MACAPÁ, o Reitor do Seminário Teológico da Assembleia
de Deus juntamente com os Diretores, no uso das atribuições legais, resolve homologar o Curso
Livre Bacharelado em Teologia, com carga horária total de 2.310 h/relógio, com integralização
mínima de 4 semestres e máxima de 8.
O curso livre de Teologia do SETAD, iniciou suas atividades já em meados de 2016,
atendendo aos objetivos estabelecidos no programa de expansão teológica da Assembleia de
Deus – A Pioneira, aos seus líderes religiosos e demais obreiros para o ingresso e qualificação
ao exercício do sacro ministério pastoral e missionário.
A primeira matriz curricular fora concebida pelos primeiros diretores sem a anuência de
um PPC, pois somente a partir do ano de 2021, o referido documento ainda estava em fase de
elaboração pela equipe comanda pelo novo Coordenador Pedagógico atendendo ao processo de
reestruturação e inovação do Setad – Macapá.
Essas ações foram planejadas garantindo o ensino crítico, reflexivo, criativo e
confessional com a finalidade de proporcionar a formação do bacharel em Teologia, a priori,
para uma carreira na qual o(a) Teólogo(a) seja preocupado com a proposta evangelizadora na
obra do Senhor, evidenciado o chamado missionário, evangelístico e pastoral; a posteriori, não
menos importante, o conhecimento da Lei de Deus e sua aplicabilidade na vida prática cristã.
7.2 FUNDAMENTOS BÁSICOS DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA
7.2.1 Legais
Os cursos livres têm como Base Legal o Decreto Presidencial Nº 5.154, de 23 de julho
de 2004, Art. 1º e 3º. A Constituição Federal em seu Artigo 205-CF, “Caput”, prevê que a
educação é direito de todos e será incentivada pela sociedade. Tal prática é defendida também
pelo Art. 206 da CF que prevê que o ensino será ministrado com base em alguns princípios e
29
em seu inciso II: “a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar pensamentos, a arte e
o saber”.
A Lei nº 9394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) passou a
integrar a modalidade de Educação Profissional (onde pode inserir-se os cursos livres de
Teologia). Educação Profissional, é a modalidade de educação não-formal de duração variável,
destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se,
qualificar-se e atualizar-se para o trabalho.
Conforme a LDB nº 9394/96 e o Decreto nº 5.154/04 citam que os cursos chamados
“Livres” não necessitam de prévia autorização para funcionamento nem de posterior
reconhecimento do Conselho de Educação competente.
A Carta Magna da Igreja registra em 2 Timóteo 2.15 para todo cristão e obreiro, esta
recomendação do Apóstolo Paulo: “procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que
não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”; e segue em 2 Tm 3.
16,17: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para
corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente
instruído para toda boa obra”.
Não existem legislação específica que regulamente estes cursos, por isto, os cursos
livres não são passíveis de regulação por parte do Ministério da Educação. Desta forma,
também, não há exigência de escolaridade anterior. Para o SETAD, a exigência do ensino médio
secular ou o curso médio em teologia tem o intuito de facilitar ao aluno a compreensão
sistemática do teor teológico mais profundo exigido no nível avançado e bacharel em Teologia.
A categoria Curso Livre atende a população com objetivo de oferecer profissionalização
rápida para diversas áreas de atuação no mercado de trabalho, ex: Informática, Atendimento,
Secretariado, Webdesign, Segurança, Idiomas, Culinária, Corte & Costura, Estética, Beleza,
Teologia, etc.
Livre significa que não existe a obrigatoriedade de: carga horária podendo variar entre
algumas horas ou vários meses de duração, disciplinas, tempo de duração e diploma anterior.
Desse modo, a oferta desses cursos não depende de atos autorizados por parte do MEC, quais
sejam: credenciamento institucional, autorização e reconhecimento de curso.
As escolas que oferecem este tipo de curso têm direito de emitir certificado ao aluno em
conformidade com a legislação em vigor já citados anteriormente. Lembrando que Curso livre
não tem vínculo nem reconhecimento pelo MEC/CAPES.
30
Esses Certificados têm validade legal para diversos fins. Entretanto, algumas
Instituições de Ensino Superior de Teologia chanceladas pelo MEC, realizavam a conhecida
“convalidação”, validação e chancela desses certificados através de Curso de integralização de
Créditos.
O Parecer CNE/CES nº 60/2014 institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs)
do curso de graduação em Teologia (bacharelado). Esta foi uma luta travada por todas as
instituições de ensino que possuem reconhecimento do Ministério da Educação. Este parecer,
aprovado em 12 de março de 2014, aguardava homologação, que foi publicada no dia 08 de
setembro de 2016 no Diário Oficial da União (D.O.U.).
Em 2017, foram revogados os efeitos do Parecer CNE/CES nº 63/2004, que dispõe sobre
a regulamentação e reconhecimento civil de cursos teológicos livres. Com isso, não serão mais
permitidos o aproveitamento de estudos e a convalidação de títulos de cursos livres de Teologia.
7.2.2 Filosóficos
O Curso Livre de Teologia tem como fundamentos principais o cultivo da ciência da
religião cristã e dos valores éticos, espirituais para que se possa desvendar para o ser humano o
verdadeiro sentido da vida dentro de uma filosofia de humanismo transcendente.
Na vertente do conhecimento importar conhecer as raízes cristãs da cultura humana; e
na vertente da ética considerar na construção da identidade institucional o enfoque
transcendental na dinâmica das relações sociais e humanas.
Desta forma, o SETAD vem solidificar sua matriz curricular com a integração dos
conhecimentos teóricos e práticos, cujo valor social e espiritual se espelham nos sujeitos
partícipes da construção qualitativa e no exercício da cidadania ao participarem da melhoria de
vida da sociedade amapaense, tomando como parâmetro o papel das igrejas evangélicas e das
comunidades de base missionária.
A filosofia adotada por esta IETC deve unir ensino, pesquisa e extensão buscando
vincular suas ações às necessidades da comunidade evangélica e, principalmente promovendo
o fortalecimento institucional pondo em relevo a força integradora e transformadora da fé cristã,
como fundamento de novas formas de integração entre pensamento e ação e entre fé e vida
espiritual.
Nesse pressuposto considera fundamental a valorização dos alunos e dos professores,
seja na promoção do ensino da pesquisa e da extensão seja no reconhecimento de suas
capacidades e de seu valor humano e eclesiástico.
31
Existem, pois, motivos para o estudo e o fazer teológico no mundo contemporâneo, que
cada vez mais é caracterizado por uma cultura antropocêntrica que busca a verdade do homem,
a sua história, seu destino a partir da própria imagem humana. Contudo, tratar do homem requer,
evidentemente, o conhecimento de Deus enquanto sujeito que se revela ao homem.
7.2.3 Epistemológicos
O conhecimento de Deus é o objeto da Teologia e como ciência da fé, a Teologia é um
modo qualificado de compreender a vida buscando indagar os nexos e as causas dos
acontecimentos e iluminando, dessa forma o seu significado.
Nesse sentido a Teologia deve estar em contínua busca sempre articulada com os
diferentes contextos sociais como tentativa de dar respostas aos questionamentos da realidade
sócio-histórica.
Com efeito, três grandes papéis estão postos para a Teologia:
1) O primeiro desses papéis será traduzir a revelação para que seja compreendida
e posta a serviço da resolução dos problemas identificados na história humana;
2) O segundo para que a tradução desta revelação se torne compreensível deve a
Teologia utilizar-se de todos os meios e possibilidades humanas que estejam ao
seu alcance, daí a importância do seu estudo e da valorização das diferentes
mediações empregadas pela reflexão teológica;
3) O terceiro para responder as questões do contexto sócio-histórico a Teologia
deve compreender o percurso histórico e trabalhar no sentido de conscientizar
as pessoas do momento histórico, bem como, buscar novos desafios da ciência
para as novas indagações do ser humano. Sempre retornando ao cerne da
proposta do cristianismo puro e genuíno.
Desta forma o estudo sistematizado da Teologia ganha relevância no contexto
acadêmico, pelo cunho científico do conhecimento e outros instrumentos que as ciências
humanas e sociais desenvolveram e desenvolvem como frutos da inteligência humana criada à
imagem e semelhança de Deus.
32
7.2.4 Metodológicos
A exemplo de qualquer curso acadêmico, a teologia exige competência e metodologia.
O método é responsável pela transparência e objetividade do processo ensino-aprendizagem,
levando o docente a atingir os resultados por ele propostos, de forma positiva. O termo
“método” remonta à Grécia antiga, methodos (methà + odon), que significa “o caminho para se
chegar a um fim”. Este legado chega até nós, quando então utilizamos o “método” como um
caminho a ser percorrido para se atingir a um fim (SANTOS; CANDELORO, 2006, p.69).
Aplicado à Teologia como uma Ciência humana, o método torna-se o caminho por meio
do qual se pretende realizar o ensino-aprendizagem. Como a Teologia se divide em diversas
áreas, é natural que cada disciplina ou área de estudo possua seu método adequado. Em
proporções distintas, entram em questão os seguintes componentes: a dialética docente, o
trabalho de assimilação do discente (pessoal e/ou em grupo), enriquecimento por meio de outras
leituras, síntese e extrapolação. (LIBÂNEO; MURAD, 2007, p.237).
Ao se considerar o fundamento epistemológico da Teologia, uma vez que o processo
ensino-aprendizagem perpassa pelas disciplinas exegéticas, históricas, sistemáticas e práticas,
se consolida o método teológico que se torna em si complexo. Desta forma, considerando que
vários são os elementos abordados pela teologia e que não existe nenhuma abordagem absoluta
que possa fazer tudo o que ela exige, o correto é a adoção de uma abertura para todo método
que, por meio de tentativas e erros, seja capaz de investigar as realidades a que os mesmos se
referem (BRAATEN; JENSON, 2002, p.38).
O SETAD-MCP tem plena consciência de que o método da teologia deve auxiliar a ler
o mundo de forma realista, discernindo os sinais que contrastam entre o mundo assim como ele
é e como deveria ser (BRAATEN; JENSON, 2002). Seguindo este caminho, a aprendizagem
com a finalidade de conhecer, compreender e transformar o mundo em que se vive pode ser
buscado na possibilidade dialética entre as ciências humanas que derivam da Filosofia e a
Teologia. Pois, entende-se que a ciência propõe a argumentação e a reflexão baseada nos
experimentos. A argumentação científica e a reflexão focalizada na substância divina serão a
base da reflexão teológica que por sua vez torna-se em reflexão ideológica sobre a vivência da
fé.
Na busca da compreensão da fé de si e do outro, o caminho é o saber teológico, e como
este saber se construiu ao longo das épocas históricas e conforme seu processo de
desenvolvimento. A reflexão teológica fez com que a reflexão científica se aprofundasse mais
em seu campo de concentração; e uma vez encontrando respostas paras as indagações humanas,
33
esta fez com que a Teologia se reencontrasse na busca de reflexões e respostas para um
pareamento mais apologético em defesa de sua genuinidade epistemológica de caráter
dogmático.
É indiscutível que a participação ativa dos alunos no processo ensino-aprendizagem não
possa prescindir da atuação do professor, afinal é ele que coordena todo o processo; é o
responsável pelo planejamento, supervisão das atividades e avaliação do aluno; faz parte deste
o papel orientador-facilitador na busca de fontes, escolha de métodos e seleção de informações
relevantes, sendo também tarefa sua ensinar e sistematizar os dados, a interpretá-los e relatá-
los. Entretanto, o SETAD-MCP parte do pressuposto que a finalidade do processo de ensino-
aprendizagem “não é a transmissão de conteúdos prontos, mas, sim, a formação de sujeitos
autônomos, capazes de compreender a realidade que os cerca e de agir sobre ela”. (ANDRÉ,
2008, p.21).
Nessa perspectiva, esta IETC adota como linha metodológica, uma atuação crítico-
reflexiva e interrelacional, com a participação ativa dos alunos, esforçando-se em proporcionar-
lhes um ensino-aprendizagem de modo a que sejam capazes de refletir sobre a realidade
cotidiana, aprendendo a conviver e a trabalhar com o outro; a ouvir e se fazer ouvir, expressando
ideias e opiniões próprias e acolhendo pensamentos e opiniões divergentes (ANDRÉ, 2008).
Essa linha de atuação será o fio condutor de todos os eixos temáticos, permeando a construção
do conhecimento em todas as disciplinas, por meio do diálogo permanente entre concepções
teóricas, a realidade religiosa e sociocultural.
7.3 OBJETIVOS DO CURSO
Os objetivos do curso livre de bacharelado em Teologia do Seminário Teológico da
Assembleia de Deus – a Pioneira visa formar teólogos numa proposta científica com viés
arminiano, em sintonia com a confessionalidade de sua mantenedora. A nova matriz otimiza o
tempo de formação, preservando sua qualificação, e oportuniza a continuidade dos estudos
acadêmicos em nível de pós-graduação livre.
Portanto, o Curso Livre de Bacharel em Teologia tem por objetivo geral formar Bacharel
em Teologia, com clareza de seu papel socio-espiritual dentro da cultura cristã e evangélica,
com capacidade de se inserir em diversas realidades com sensibilidade para interpretar o divino
e sua relação com a humanidade; com visão da contribuição que a aprendizagem da Teologia
pode oferecer à formação dos indivíduos para o exercício de sua fé cristã e cidadania;
34
assegurando que o conhecimento teológico confessional pode e deve ser acessível a todos; com
consciência de seu papel na superação dos preconceitos, orientado sob a Palavra de Deus, que
inclui a todos, mas objetiva a transformação do indivíduo interna e exteriormente.
Sendo a confessionalidade fundada no conceito de revelação das Sagradas Escrituras, a
relevância do texto e das ciências voltadas para a sua interpretação, os conteúdos teológicos ao
longo da história eclesiástica, a dinâmica da igreja cristã, e o aprofundamento na cultura geral
constituem as linhas mestras do fazer pedagógico do Curso Livre de Teologia do Seminário
Teológico da Assembleia de Deus. A proposta curricular contempla o conteúdo cognoscível da
maioria dos institutos e seminários teológicos de linha arminiana, em sintonia com a tradição
evangélica e pentecostal da fé.
A Teologia tem argumentado ao longo da história em intercâmbio dialógico e
epistemológico com as ciências Humanas e Sociais. Sendo, pois, o ensino teológico de caráter
livre e confessional, o objeto de estudo deste seminário, não se aplica em seu bojo teórico a
totalidade daquilo que principia as DCNs do Curso de Graduação em Teologia. Neste sentido,
o Bacharel, futuro pesquisador da religião e de seus fenômenos, pauta-se nos conhecimentos
necessários para o exercício de sua profissão através das seguintes competências e habilidades;
Das Competências:
a. Promover a integração teórico-prática, articulando de forma interdisciplinar as
interfaces existentes nas diferentes áreas das ciências humanas, da Teologia e de
outros campos do saber;
b. Considerar as questões contemporâneas sobre temas ligados aos princípios éticos e
morais de ação para a cidadania do cristão evangélico;
c. Desenvolver conhecimento científico no campo da Teologia e na área das ciências
humanas com finalidade de promover o avanço do Evangelho a todos os setores da
sociedade civil amapaense e demais regiões.
Das Habilidades:
a. Atingir conhecimento relevante da respectiva Tradição religiosa, tanto dos textos e
narrativas fundantes, como do desenvolvimento histórico da respectiva Tradição e
das diferentes interpretações e correntes teológicas que se dão no interior de seu
campo;
35
b. Com o domínio de instrumentos analíticos, interpretar narrativas, textos históricos e
tradições em seu contexto, assim como sua hermenêutica;
c. Produzir espírito crítico e pensamento reflexivo;
d. Possuir senso de reflexão crítica e de cooperação que permita o desenvolvimento do
saber teológico e das práticas religiosas dentro de sua própria tradição;
e. Tornar-se profissional e obreiro crítico e participativo, fazer uso adequado dos
conceitos teológicos aliados às situações do cotidiano (prática pastoral, prática
missionária, desenvolvimento pessoal e espiritual);
f. Articular o saber especificamente teológico com os saberes das outras ciências, de
forma interdisciplinar;
g. Ser proativo na promoção do diálogo, do respeito e da colaboração evangelizadora
através da reflexão da teologia comparada e apologética;
h. Ter consciência das implicações éticas do seu exercício ministerial e da sua
responsabilidade social, moral e espiritual;
i. Implementar projetos em organizações da sociedade visando o conhecimento de
Deus e sua doutrina.
7.3.1 Objetivo Geral
Formar Bacharel em Teologia, para intervir de forma crítica e qualificada, com
fundamentação teórico-metodológica e posicionamento ético, cristão e político numa
perspectiva doutrinária confessional, capaz de promover o exercício pleno da formação
ministerial e intelectual dentro da cultura cristã e evangélica, evidenciando a Seara do Senhor
Jesus como agente de transformação da sociedade no conjunto das relações sociais e nos
desafios contemporâneos a que a Igreja de Cristo está situada.
7.3.2 Objetivos Específicos
• Atuar no processo de desenvolvimento da sociedade e contribuir para o bem estar e
qualidade de vida de seus cidadãos;
• Formar e preparar líderes religiosos tanto para as necessidades espirituais do ser
humano como para as questões que envolvem a práxis teológica, a fim de promover
o pleno exercício da cidadania com capacidade crítica e criativa.
• Atuar de forma competente, pautados nos valores e princípios ético-cristãos,
articulando estes saberes com os conhecimentos de sua formação acadêmica;
36
• Tornar-se empreendedor e participativo nas questões culturais e sociais de sua
denominação religiosa, buscando a inclusão social, o respeito à pessoa e à dignidade
humana segundo o modelo de Cristo;
• Atuar comprometido com a pesquisa e autoaperfeiçoamento, a fim de contribuir para
a melhoria do desenvolvimento do saber teológico confessional;
• Saber atuar em equipe; expressar e construir de modo sensível, técnico e criativo,
novos contextos de pensamento e ação no trabalho evangelizador, interdisciplinar,
multidisciplinar e dogmático da religião cristã evangélica pentecostal.
• Agir comprometido com as transformações político-econômico-sociais que
valorizam a essência do Evangelho de Jesus Cristo, adequando a prática teológica às
contínuas exigências do mundo cristão na contemporaneidade.
7.4 PERFIL DO EGRESSO DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA
O Bacharel deve ser capaz de elaborar os conteúdos de sua fé para interagir com pessoas
de sua comunidade e da sociedade em geral, conhecendo suficientemente o universo religioso
e confessional para dialogar e cooperar em vista do bem de todas as pessoas. Para isto,
requerem-se algumas competências e habilidades:
− Capacidade para refletir teologicamente sobre problemas pessoais, espirituais e
sociais na busca de respostas e convicções;
− Habilidade para a leitura dos textos essenciais da sua fé, com domínio suficiente
das línguas correspondentes para sua interpretação adequada;
− Habilidade para desenvolver o senso crítico e participar da construção da
cidadania no âmbito de sua responsabilidade;
− Habilidade para promover a integração e a promoção de pessoas vulneráveis e de
risco para uma sociedade de justiça e paz;
− Habilidade para desenvolver projetos de cunho missiológico a fim de promover a
práxis evangelizadora de sua confissão de fé;
− Capacidade para situar-se frente à corrente teológica confessional e também,
interagir com as diferentes correntes teológicas e de pensamento na perspectiva
apologética de sua confissão de fé.
37
8 CONCEPÇÃO E ORGANIZAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR
Atendendo o que preceitua como objetivo principal da Igreja Evangélica Assembleia de
Deus, A Pioneira; isto é, o de formar cristãos aptos para o exercício ministerial e evangelístico
na perspectiva das missões locais e transculturais, o curso tem como finalidade formar bacharel
em Teologia habilitado a atuar em diversos seguimentos da obra evangelizadora e docência da
Palavra de Deus. Seguindo essa linha os conteúdos curriculares do Curso Livre de Graduação
em Teologia estão organizados em quatro eixos temáticos complementares entre si, os quais
citamos a seguir:
a. Eixo de formação fundamental;
b. Eixo de formação interdisciplinar;
c. Eixo de formação técnico-prática;
d. Eixo de formação complementar.
Para cada eixo será indicado um conjunto de conteúdos básicos que podem ser
oferecidos em diversas atividades didáticas, como nas disciplinas, em oficinas, nas atividades,
discussões temáticas, bem como em seminários.
O eixo de formação fundamental contém conteúdos de formação básica que
caracterizam o curso livre de bacharel em Teologia, no qual serão ministradas disciplinas
relacionadas aos estudos de:
a) Narrativas e textos sagrados que podem ser tidos como fontes da Teologia,
segundo a ortodoxia cristã evangélica;
b) Línguas das fontes da Teologia;
c) Normas ou regras de interpretação das referidas fontes;
d) Desenvolvimento da Igreja no processo histórico da Humanidade;
e) Método dos temas e das correntes teológicas construídas ao longo da história
até a contemporaneidade;
f) Natureza da Dogmática Pentecostal.
38
O eixo de formação interdisciplinar oferece conteúdo de formação ética e humanística,
com disciplinas baseadas em conhecimentos das humanidades como filosofia e ciências sociais,
com foco na ética e nas questões da sociedade contemporânea, em especial nas questões ligadas
aos temas da teologia contemporânea, da antropologia e de outras áreas do conhecimento ou
campos do saber, conforme o projeto de formação definido pelo Seminário Teológico da
Assembleia de Deus.
O eixo de formação teórico-prática contempla conteúdos de domínios conexos que são
importantes para a construção do perfil e das competências pretendidas de acordo com o projeto
de formação e objetivos definidos por esta IETC.
O eixo de formação complementar possibilita ao aluno reconhecer e testar habilidades,
conhecimentos e competências, inclusive fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de
estudos e atividades extras, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, nas ações de
extensão junto à comunidade evangélica e em geral.
Dessa maneira, a estrutura curricular foi organizada para promover a articulação
dinâmica entre ensino e labor ministerial, prática e teoria, ambiente acadêmico e convívio
comunitário, o básico ao avançado estudo, de modo a assegurar ao longo do Curso a formação
de caráter ético-humanista, cívico-moral, e principalmente lapidação do caráter espiritual,
aliados aos preceitos da confessionalidade, modelo padrão do ensino teológico deste Seminário.
Obs: Na busca de uma dimensão missionária mais concreta voltada para os projetos
sociais e ministeriais da mantenedora, a Missiologia está intrinsecamente aliada ao Estágio
Supervisionado; uma vez que o Estágio Supervisionado obrigatório faz parte de atividades
complementares (AC’s), este estará regido pela teoria e conteúdo programático da Missiologia.
39
8.1 MATRIZ CURRICULAR
8.1.1 QUADRO 1 – Matriz Curricular Distribuída por Semestre/Bimestre
SEM. BIM. CÓD. MATRIZ CURRICULAR – ANO 01
CH
TEÓRICA
CH
PRÁTICA
CH
TOTAL
I
I
TS01
TS02
TS03
TP01
Teologia Sist. I: Teontologia
Teologia Sist. II: Angelologia
Teologia Sist. III: Introdução Bíblica
Metodologia do Trabalho Científico
60
60
60
60
-
-
-
-
60
60
60
60
II
TB01
TB02
TB03
TB04
Pentateuco
Livros Históricos
Livros Poéticos
Livros Proféticos
60
60
60
60
-
-
-
-
60
60
60
60
TOTAL 480 - 480
SEM. BIM. CÓD. MATRIZ CURRICULAR – ANO 01
CH
TEÓRICA
CH
PRÁTICA
CH
TOTAL
II
III
TH01
TE01
TE02
TS04
Geografia Bíblica
Hebraico Bíblico
Grego Bíblico
Teologia Sist. IV: Antropologia Bíblica
60
60
60
60
-
-
-
-
60
60
60
60
IV
TS05
TH02
TB05
TB06
Teologia Sist. V: Hamartiologia
História da Igreja
Evangelhos e Atos
Epístolas Paulinas
60
60
60
60
-
-
-
-
60
60
60
60
TOTAL 480 - 480
SEM. BIM. CÓD. MATRIZ CURRICULAR – ANO 02
CH
TEÓRICA
CH
PRÁTICA
CH
TOTAL
III
I
TS06
TS07
TS08
TE03
Teologia Sist. VI: Cristologia
Teologia Sist. VII: Soterologia
Teologia Sist. VIII: Pneumagiologia
Hermenêutica Bíblica e Exegese
60
60
60
60
-
-
-
-
60
60
60
60
II
TE04
TB07
CR01
TP06
Homilética
Epístolas Gerais
Filosofia da Religião
TCC 1 – Projeto
60
60
60
60
-
-
-
-
60
60
60
60
TOTAL 480 - 480
40
SEM. BIM. CÓD. MATRIZ CURRICULAR – ANO 02
CH
TEÓRICA
CH
PRÁTICA
CH
TOTAL
IV
III
TP02
TS09
TS10
TP03
Psicologia Pastoral
Teologia Sist. IX: Eclesiologia
Teologia Sist. X: Escatologia
Direito Eclesiástico
60
60
60
60
-
-
-
-
60
60
60
60
IV
TP07
FI01
TH03
-
TCC 2 - Redação
Antropologia Filosófica
Teologia Contemporânea
Missiologia e Estágio Supervisionado
60
60
60
-
-
-
-
180
60
60
60
180
TOTAL 420 180 600
8.1.2 QUADRO 2 – Disciplinas Optativas da Matriz Curricular
CÓD. OPTATIVAS
CH
TEÓRICA
CH
PRÁTICA
CH
TOTAL
TP04
TP05
TH04
TE05
TE06
CR02
Teologia Pastoral
Ética Pastoral
Arqueologia Bíblica
Teologia do Antigo Testamento
Teologia do Novo Testamento
Sociologia da Religião
30
30
30
30
30
30
-
-
-
-
-
-
30
30
30
30
30
30
TOTAL 180 - 180
8.1.3 QUADRO 3 – Resumo da Carga Horária Total e Mínima
Matriz Curricular CH Total CH Mínima
Disciplinas Teórico-Práticas Obrigatórias 1.740 1.740
Optativas 180 90
Estágio Supervisionado 180 180
Trabalho de Conclusão de Curso 120 120
Atividades Complementares 180 180
Total Geral 2.400 2.310
41
8.1.4 QUADRO 4 – Disciplinas por Eixos de Formação e Núcleos Temáticos
Eixo de Formação Fundamental
Teologia
Exegética
Cód. Disciplinas Créditos1
Horas
TE01 Hebraico Bíblico 4 60
TE02 Grego Bíblico 4 60
TE03 Hermenêutica Bíblica e Exegese 4 60
TE04 Homilética 4 60
TE05 Teologia do Antigo Testamento 2 30
TE06 Teologia do Novo Testamento 2 30
Total 20 300
Teologia
Bíblica
Cód. Disciplinas Créditos Horas
TB01 Pentateuco 4 60
TB02 Livros Históricos 4 60
TB03 Livros Poéticos 4 60
TB04 Livros Proféticos 4 60
TB05 Evangelhos e Atos 4 60
TB06 Epístolas Paulinas 4 60
TB07 Epístolas Gerais 4 60
Total 28 420
Teologia
Histórica
Cód. Disciplinas Créditos Horas
TH01 História da Igreja 4 60
TH02 Geografia Bíblicas 4 60
TH03 Arqueologia Bíblica 2 30
TH04 Teologia Contemporânea 4 60
Total 14 210
1
Cada crédito equivale a 15h/aulas.
42
Teologia
Sistemática
Cód. Disciplinas Créditos Horas
TS01 Teologia Sistemática I – Teontologia 4 60
TS02 Teologia Sistemática II – Angelologia 4 60
TS03 Teol. Sistemática III – Introdução Bíblica (Bibliologia) 4 60
TS04 Teologia Sistemática IV – Antropologia Bíblica 4 60
TS05 Teologia Sistemática V – Hamartiologia 4 60
TS06 Teologia Sistemática VI –Cristologia 4 60
TS07 Teologia Sistemática VII – Soteriologia 4 60
TS08 Teologia Sistemática VIII – Pneumagiologia 4 60
TS09 Teologia Sistemática IX – Eclesiologia 4 60
TS10 Teologia Sistemática X – Escatologia 4 60
Total 40 600
Créditos do Eixo de Formação Fundamental: 102 Total Horas: 1.530
Eixo de Formação Teórico-Prática
Teologia
Prática
Cód. Disciplinas Créditos Horas
TP01 Metodologia do Trabalho Científico 4 60
TP02 Psicologia Pastoral 4 60
TP03 Direito Eclesiástico 4 60
TP04 Teologia Pastoral 2 30
TP05 Ética Pastoral 2 30
TP06 TCC 1 – Projeto - 60
TP07 TCC 2 – Redação - 60
Total 16 360
Ciências
da
Religião
Cód. Disciplinas Créditos Horas
CR01 Filosofia da Religião 4 60
CR02 Sociologia da Religião 2 30
Total 06 90
Créditos do Eixo de Formação Teórico-Prática: 22 Total de Horas: 450
43
Eixo de Formação Interdisciplinar
Cód. Disciplinas Créditos Horas
FI01 Antropologia Filosófica 4 60
Total 04 60
Créditos do Eixo de Formação Interdisciplinar: 04 Total de Horas: 60
Eixo de Formação Complementar
Complementar Horas
Atividades Complementares 180
Missiologia e Estágio Supervisionado 180
Total 360
Extensão Horas
Aconselhamento Cristão 60
Comunicação Verbal 30
Grego Bíblico Avançado 100
Hebraico Bíblico Avançado 100
Liturgia 30
Mestre de Cerimônias 60
Pregador Pentecostal 60
Tipologia Bíblica 30
Total 470
Créditos do Eixo de Formação Complementar: 0 Total de Horas: 830
Carga Horária Total por Eixo de Formação
Eixos Horas
Formação fundamental 1.530
Formação teórico-prática 450
Formação interdisciplinar 60
Formação complementar 830
Total 2.870
44
8.2 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA
As ementas das disciplinas que compõem a matriz curricular e os referenciais
bibliográficos seguem o padrão e visão teológica defendidos pelo curso de Teologia do
Seminário Teológico da Assembleia de Deus. Cada ementa apresentada está dividida segundo
o eixo de formação e a área específica:
• Formação Fundamental:
− Teologia Exegética
− Teologia Bíblica
− Teologia Histórica
− Teologia Sistemática
• Formação Teórico-prática:
− Teologia Prática
− Ciências da Religião
• Formação Interdisciplinar:
− Antropologia Filosófica
• Formação Complementar:
− Missiologia e Estágio Supervisionado
As bibliografias poderão ser acrescentadas no Plano de Curso de cada disciplina a
pedido do professor e aprovado pela Direção Acadêmica e Teológica do SETAD. Reitera-se
que ainda podem sofrer alterações futuras, de acordo com o Núcleo Docente Estruturante, na
busca de utilização de novos materiais bibliográficos de publicações mais atuais.
45
EIXO DE FORMAÇÃO FUNDAMENTAL2
I. T E O L O G I A E X E G É T I C A
HEBRAICO BÍBLICO [TE01]
EMENTA: Introdução instrumental à língua do Antigo Testamento. Breve entendimento do
álefebeth, escrita e pronúncia, ortografia, sinais massoréticos, substantivos, preposições e
artigo. Classes gramaticais. Construções verbais. Análise textual e exercícios de tradução e
transliteração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KELLEY, Page. Hebraico Bíblico: uma gramática introdutória. São Leopoldo: Sinodal/Est,
1998.
KIRST, Nelson et al. Dicionário Hebraico-Português e Aramaico-Português. Ed. 30. São
Leopoldo: Sinodal, Vozes, 2015.
VITA, Rosemary; AKIL, Teresa. Noções básicas de hebraico bíblico para ler e traduzir.
São Paulo: Hagnos, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BÍBLIA HEBRAICA. Bíblia Hebraica Stuttgartensia. Texto Massorético. Ed. 5. Barueri,
SP: SBB, 1997.
CHOWN, Gordon. Gramática Hebraica. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
COSTA. Weverton G. M. Dicionário de Hebraico Ilustrado. Macapá: 2021.
HOLLADAY, William L. Léxico Hebraico e Aramaico do Antigo Testamento. São Paulo:
Vida Nova, 2010.
MENDES, P. Noções de Hebraico Bíblico. 6. Ed. São Paulo: Ed. Vida Nova, 2011.
GREGO BÍBLICO [TE02]
EMENTA: Introdução instrumental à língua do Novo Testamento. Breve entendimento do
alfabeto grego, gramática, conceito de tradução e transliteração, uso da “aspiração” e demais
sinais; artigos, substantivos, adjetivos e verbos; casos e declinações. Hermenêutica e exegese
textual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
REGA, Lourenço S.; BERGMANN, Johannes. Noções do grego bíblico: Gramática
fundamental. São Paulo: Vida Nova, 2014.
MACHEN, John Gresham. O Novo Testamento Grego para Iniciantes. Trad. Antônio
Victorino. São Paulo: Hagnos, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DOBSON, John H. Aprenda o grego do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 1994.
GINGRICH, F. Wilbur; DANKER, Frederick W. Léxico do Novo Testamento. São Paulo:
Edições Vida Nova, 1993.
NOVO Testamento Interlinear Grego e Português. Barueri: SBB, 2004.
TAYLOR, W. C. Dicionário do Novo Testamento Grego. 11. Ed. Rio de Janeiro: JUERP,
2011.
2
Incluindo as Disciplinas Optativas
46
HERMENÊUTICA BÍBLICA E EXEGESE [TE03]
EMENTA: A Hermenêutica Bíblica ou Hermenêutica Sagrada se ocupa da interpretação dos
textos bíblicos de acordo com leis de estudo e métodos próprios de compreensão teológica.
Sendo uma arte e também uma ciência, é um recurso indispensável para todos os desejam
estudar, pregar ou ensinar a Bíblia de maneira coerente e de acordo com os propósitos divinos
quando da inspiração dos escritores sagrados. Ela propicia ao intérprete das Escrituras as
ferramentas necessárias que o Espírito Santo pode lançar mão sempre que a Palavra de Deus
tiver de ser estudada, a fim de que os sermões tenham por fundamento a sadia exegese bíblica,
além de prover o cabedal de conhecimentos necessários ao combate dos ensinos heréticos
das falsas doutrinas. Análise crítica dos métodos hermenêuticos disponíveis ao teólogo.
Características do texto bíblico e princípios de interpretação. Métodos e escolas de Exegese
do Antigo e do Novo Testamento. Desenvolvimento de um método exegético relacionando
os contextos socioliterário, histórico e teológico do texto na língua original.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARSON, D. A. Os Perigos da Interpretação Bíblica: A exegese e suas falácias. São
Paulo: Vida Nova, 2008.
FEE, G.; STUART, D. Entendes o que lês? São Paulo: Vida Nova, 1997.
KOSTENBERGER, Andreas J.; PATTERSON, Richard D. Convite à interpretação
bíblica: A tríade hermenêutica (história, literatura e teologia). São Paulo: Vida Nova, 2015.
OLIVEIRA, Raimundo Ferreira de. Princípios de Hermenêutica: Métodos de estudo e
compreensão da Bíblia. 4. ed. Campinas: EETAD, 2000.
OSBORNE, Grant R. A Espiral Hermenêutica: Uma nova abordagem à interpretação
bíblica. São Paulo: Vida Nova, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALLEN, Curtis. Como Interpretar a Bíblia: Princípios práticos para entender e aplicar a
palavra de Deus. São Paulo: Vida Nova, 2012.
BERKHOF, Louis. Princípios de Interpretação Bíblica. São Paulo: Cultura Cristã, 2009.
FEE, G.; STUART, D. Manual de Exegese Bíblica: Antigo e Novo Testamentos. São Paulo:
Vida Nova, 2008.
GRASSMICK, John. Exegese do Novo Testamento. São Paulo: Shedd, 2009.
HARRIS, Robert Laird; ARCHER JR, Gleason Leonard; WALTKE, Bruce K. Dicionário
Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998.
JOHNS, Dorothy. Hermenêutica: Métodos de estudo bíblico. 3. ed. Campinas: ICI Global
University, 2013.
LOCKIER, Herbert. Todas as Parábolas da Bíblia. São Paulo: Vida, 2006.
ZABATIERO, Júlio. Manual de Exegese. São Paulo: Hagnos, 2007.
47
HOMILÉTICA [TE04]
EMENTA: Apresentação e análise dos modelos de pregação incluindo discussões acerca dos
antecedentes históricos, das qualificações do pregador, bem como acerca da teologia, conteúdo,
métodos, forma, estilo e propósito da pregação. A relação da homilética com exegese e hermenêutica.
O papel do Espírito Santo na pregação. Técnicas para elaboração de sermões, estruturação,
apresentação. Formas de pregação. O desafio da pregação diante da realidade social, política,
econômica e religiosa na atualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MANUAL DO MINISTRO. Edição Revista e Ampliada. São Paulo: Editora Vida, 1976.
SANTOS, José Flávio. Homilética: Fundamentos da pregação bíblica pentecostal. 4. ed.
Pindamonhangaba, SP: IBAD, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
IBADEP. Homilética e Hermenêutica: Ministério da Igreja. Guaira, PR: IBADEP, 2011.
LACHLER, Carlos. Prega a Palavra: Passos para a exposição bíblica. São Paulo: Editora Vida,
1990.
MACARTNEY, Clarence E. Grandes Sermões do Mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
PERES, Alcides Conejeiro. Ilustrações Selecionadas. 5. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
ZIBORDI, Ciro Sanches. Mais Erros Que os Pregadores Devem Evitar. Rio de Janeiro: CPAD,
2007.
TEOLOGIA DO ANTIGO TESTAMENTO [TE05]3
EMENTA: Estudo do conteúdo teológico dos livros do Antigo Testamento com investigações acerca
do método, relevância e história da disciplina, e as análises dos temas: Promessa, Reino, Proclamação,
Revelação, Lei e Graça, Messianismo, Profecia Bíblica, Justiça Social, Sofrimento, com ênfase nos
Pactos bíblicos à luz do Dispensacionalismo e pela perspectiva pentecostal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HARRIS, R. L.; ARCHER JR, Gleason L.; WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional de
Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998.
ICE, Thomas. Entendendo o Dispensacionalismo: Interpretação literal e coerente da Bíblia. Porto
Alegre: Actual Edições, 2004
MERRIL, Eugene H. Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Shedd, 2009.
ROBERTSON, O. Palmer. Cristo dos Pactos. Campinas: Luz Para o Caminho, 1997.
ZUCK, Roy B. (ed.). Teologia do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
DEVER, Mark. A Mensagem do Antigo Testamento: Uma exposição teológica e homilética. Rio
de Janeiro: CPAD, 2008.
KAISER, Walter C. Teologia do Antigo Testamento. Tradução Gordon Chown, 2. Ed. São Paulo:
Vida Nova, 2007.
SMITH, Ralph L. Teologia do Antigo Testamento: História, método e mensagem. São Paulo: Vida
Nova, 2005.
VON RAD, Gerhard. Teologia do Antigo Testamento. 2. Ed. São Paulo: ASTE/TARGUMIM, 2006.
VAN GRONINGEN, Gerard. Revelação messiânica no Antigo Testamento: A origem divina do
conceito messiânico e o seu desdobramento progressivo. São Paulo: Cultura Cristã, 1995.
3
As Optativas Teologia do Antigo Testamento e Teologia do Novo Testamento têm Carga Horária reduzidas para
30 horas/aulas.
48
TEOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO [TE06]
EMENTA: Estudo das principais questões bíblico-teológicas do Novo Testamento. Análise
do panorama teológico da história da redenção no Novo Testamento. Foco nos temas: Reino
de Deus, Ética, lei e Graça, Israel e a Igreja, pela perspectiva da teologia pentecostal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LADD, G. E. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2003.
MORRIS, Leon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2003.
ROBERTSON, O. Palmer. Cristo dos Pactos. Campinas: Luz Para o Caminho, 1997.
ZUCK, Roy B. (ed.). Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRUCE, Frederick Fyvie. Paulo, o Apóstolo da Graça: Sua vida, cartas e teologia. São
Paulo: Vida Nova, 2010.
COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo
Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999.
HOLWERDA, David E. Jesus e Israel: Uma aliança ou duas? São Paulo: Cultura Cristã,
2005.
MARSHALL, I. Howard. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2010.
REGA, L. S. (org.). Paulo e Sua Teologia. São Paulo: Vida, 2009.
Pré-requisitos Disciplinas Exegéticas Créditos Horas
Não há Hebraico Bíblico 4 60
Não há Grego Bíblico 4 60
Não há Hermenêutica Bíblica e Exegese 4 60
Não há Homilética 4 60
Não há Teologia do Antigo Testamento 2 30
Não há Teologia do Novo Testamento 2 30
Total 20 300
49
II. T E O L O G I A B Í B L I C A
PENTATEUCO [TB01]
EMENTA: Apresentação-discussão das novas abordagens sobre o processo de formação do
Pentateuco (abordagem diacrônica). Estudo sistemático de cada livro segundo a sua
apresentação canônica (abordagem sincrônica). Leitura e análise de textos seletos. Após o
estudo da estrutura geral do Pentateuco e sua situação no quadro geral da história de Israel e
da pesquisa atual, cada livro será estudado nos seus principais enfoques e narrativas, e de
forma específica em passagens consideradas mitológicas, narrativas e legislativas. Um
enfoque especial será dado a Gn 1-11, entendido como sendo as mais belas e eternas histórias
de nossas origens contadas em forma de mitos e contramitos e da revelação de Deus.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDIÑACH, Pablo R. Introdução Hermenêutica ao Antigo Testamento. São Leopoldo:
Sinodal, EST, 2015.
HOFF, Paul. O Pentateuco. São Paulo: Editora Vida, 1983.
MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino dos
sacerdotes...Rio de Janeiro: CPAD, 2015.
PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody: Gênesis a Malaquias. Vol. 1. Rio de
Janeiro: CPAD, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BÍBLIA, Português. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI. Antigo e Novo Testamento.
Texto da Nova Versão Internacional (NVI). São Paulo: Editora Vida, 2005.
EICHRODT, Walther. Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2004.
FARIA, Francisco Edson. Antigo Testamento Interlinear Hebraico-Português:
Pentateuco, vol. 1. Barueri, SP: SBB, 2012.
HARRIS, R. Laird; ARCHER JR, Gleason L; WATKE, Bruce K. Dicionário Internacional
de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998.
LIVINGSTON, George Herbert; et al. Comentário Bíblico Beacon: Gênesis a
Deuteronômio. Vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
STRONG, Augustus Hopkins. Teologia Sistemática. 2. Ed. rev. e atual. vol. 1. São Paulo:
Hagnos, 2007.
50
LIVROS HISTÓRICOS [TB02]
EMENTA: Visão geral dos “Livros Históricos”. Aborda questões introdutórias de cada livro
e apresenta o pano de fundo dos períodos a que eles pertencem. Além disto, procura
esclarecer qual era o significado dos textos principais, para o receptor original, e aplicar suas
mensagens para os dias atuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARCHER, Jr., G. L. Merece Confiança o Antigo Testamento? São Paulo: Vida Nova,
1986.
MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro:
Thomas Nelson Brasil, 2019.
MULDER, Chester O. et al. Comentário Bíblico Beacon: Josué a Ester. Vol. 2. Rio de
Janeiro: CPAD, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Antigo Testamento: Josué a Ester. Vol. 2. Rio de
Janeiro: CPAD, 2010.
PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody: Gênesis a Malaquias. Vol. 1. São Paulo:
Batista Regular, 2019.
WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento, Histórico. Vol.
2. Santo André, SP: Geográfica Editora, 2006.
LIVROS POÉTICOS [TB03]
EMENTA: A poesia das Escrituras tem como objetivo expor a religião, especialmente a
religião do Deus de Israel. Nestes estudos os alunos poderão desfrutar da beleza literária das
obras poéticas contidas nos cinco livros poéticos da Bíblia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CHAPMAN, Milo L.; PURKISER, W. T.; WOLF, Earl C.; et al. Comentário Bíblico
Beacon: Jó a Cantares de Salomão. Vol. 3. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Antigo Testamento: Jó a Cantares de Salomão.
Edição Completa. Vol. 3. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro:
Thomas Nelson Brasil, 2019.
PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody: Gênesis a Malaquias. Vol. 1. São Paulo:
Batista Regular, 2019.
WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento: Poéticos. vol.
3. Santo André, SP: Geográfica Editora, 2006.
51
LIVROS PROFÉTICOS [TB04]
EMENTA: Uma abordagem introdutória aos livros de profecia, inserindo-os no seu contexto
histórico e sociocultural. Aferir-se-á do seu valor literário, bem como do impacto da sua
mensagem para o povo de Israel, assim como para nós, hoje. Serão examinados alguns
trechos emblemáticos da Teologia compreendida nesses livros, como exemplo do que é
possível fazer, de modo a usufruir do conteúdo e ensino experiencial desses livros da
Escritura Sagrada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COELHO, Alexandre; DANIEL, Silas. Os Doze Profetas Menores. Rio de Janeiro: CPAD,
2012.
MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro:
Thomas Nelson Brasil, 2019.
BALDO, Ronildo. Profetas Maiores: Representantes de Deus em uma Missão Importante.
Pindamonhangaba: IBAD, 2007.
SUANA, Samuel. Profetas Menores: O equilíbrio entre a justiça e a misericórdia.
Pindamonhangaba: IBAD, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRIGHT, John. História de Israel. 4. ed. São Paulo: Paulinas, 2010.
PAPE, Dionísio. Justiça e Esperança Para Hoje: A mensagem dos Profetas Menores. São
Paulo: ABU Editora, 1982.
PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody: Gênesis a Malaquias. Vol. 1. São Paulo:
Batista Regular, 2019.
PRICE, Ross E. et al. Comentário Bíblico Beacon: Isaías a Daniel. Vol 4. Rio de Janeiro:
CPAD, 2007.
REED, Oscar F. et al. Comentário Bíblico Beacon: Oséias a Malaquias. Vol 5. Rio de
Janeiro: CPAD, 2007.
SICRE, José Luis. Profetismo em Israel: O profeta, os profetas, a mensagem. Petrópolis,
RJ: Vozes, 1996.
52
EVANGELHOS E ATOS [TB05]
EMENTA: Estudo das narrativas dos primeiros escritos do Novo Testamento. Análise dos
Evangelhos Sinóticos: Mateus, Marcos, Lucas. Do Evangelho de João. Estudo panorâmico
do Livro de Atos dos Apóstolos. Ênfase aos ensinos de Jesus, Sua Obra salvífica em prol da
humanidade e os resultados de Seu ministério no estabelecimento e desenvolvimento da
Igreja no Primeiro século da Era Cristã. Instiga reflexões contextualizadas tendo por objetivo
a construção de valores relevantes à sociedade contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HOOVER, Richard. Evangelhos e Atos: As narrativas da vida de Jesus e o nascimento da
Igreja Primitiva. Pindamonhangaba: IBAD, 2014.
LADD, George Eldon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2001.
PEARLMAN, Myer. Através da Bíblia livro por livro. Tradução: Lawrence Olson. São
Paulo: Editora Vida, 2006.
SAWADOGO, Jean-Baptiste; MUNGER, Márcia. Panorama do Novo Testamento.
Campinas: ICI Brasil, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do Cristianismo. São Paulo: Editora
Fundamento, 2012.
EARLE, Ralph; SANNER, A. Elwood; CHILDERS, Charles L. Comentário Bíblico
Beacon: Mateus a Lucas. vol. 6. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
EARLE, Ralph; MAYFIELD, Joseph H. Comentário Bíblico Beacon: João a Atos. vol. 7.
Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
GUNDRY, Robert H. Panorama do Novo Testamento. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edições
Vida Nova, 1998.
MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. ed. Rio de Janeiro:
Thomas Nelson Brasil, 2019.
PACKER, James; TENNEY, Merril; WHITE JR, William. O mundo do Novo Testamento.
São Paulo: Editora Vida, 1994.
53
EPÍSTOLAS PAULINAS [TB06]
EMENTA: Estudo panorâmico dos escritos paulinos contidos no Cânon do Novo
Testamento. Abordagem comparativa da Teologia Paulina com os ensinos de Jesus e suas
implicações no cotidiano da vida cristã. A busca do entendimento dos assuntos abordados
nas Epístolas do apóstolo Paulo sob o ambiente da Igreja Cristã do séc. I d.C. A historicidade
dos escritos, a teologia, a mensagem para hoje.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LADD, George Eldon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2001.
MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro:
Thomas Nelson Brasil, 2019.
GUNDRY, Robert H. Panorama do Novo Testamento. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edições
Vida Nova, 1998.
PEARLMAN, Myer. Epístolas Paulinas: Cartas que mudaram a história da Igreja... 9.
Impressão. Rio de Janeiro: CPAD, 2012. (Série Comentário Bíblico).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRUCE, Frederick Fyvie. Paulo, o Apóstolo da Graça: Sua vida, cartas e teologia. São
Paulo: Vida Nova, 2010.
GREATHOUSE, William M.; METZ, Donald S.; CARVER, Frank G. Comentário Bíblico
Beacon: Romanos a 1 e 2 Coríntios. vol. 8. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Novo Testamento: Atos a Apocalipse. Edição
Completa. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
HOWARD, R. E. et al. Comentário Bíblico Beacon: Gálatas a Filemom. vol. 9. Rio de
Janeiro: CPAD, 2007.
PEARLMAN, Myer. Através da Bíblia Livro Por Livro. São Paulo: Editora Vida, 2006.
REGA, L. S. (org.). Paulo e Sua Teologia. São Paulo: Vida, 2009.
54
EPÍSTOLAS GERAIS [TB07]
EMENTA: Abordagem bíblico-teológica das Cartas Universais contidas no Cânon do Novo
Testamento segundo a perspectiva pentecostal. Análise de questões relacionadas à ética cristã
e teologia prática contidas nestes escritos. Visão panorâmica da vida e obra de seus escritores;
a mensagem da teologia prática para a igreja e o cristão contemporâneos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, Ricardo. Hebreus e Epístolas Gerais. Pindamonhangaba: IBAD, 2015.
MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro:
Thomas Nelson Brasil, 2019.
GUNDRY, Robert H. Panorama do Novo Testamento. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edições
Vida Nova, 1998.
LADD, George Eldon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2001.
PEARLMAN, Myer. Através da Bíblia Livro por Livro. São Paulo: Editora Vida, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Novo Testamento: Atos a Apocalipse. Edição
Completa. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
HOSTER, Gerhard. Introdução e Síntese do Novo Testamento. Curitiba: Editora
Evangélica Esperança, 1996.
SAWADOGO, Jean-Baptiste; MUNGER, Márcia. Panorama do Novo Testamento.
Campinas: ICI Brasil, 2008.
WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Wiersbe Novo Testamento: A Bíblia
explicada de maneira clara e concisa. 2. vol. Santo André: Geográfica Editora, 2009.
Pré-requisitos Teologia Bíblica Créditos Horas
Não há Pentateuco 4 60
Não há Livros Históricos 4 60
Não há Livros Poéticos 4 60
Não há Livros Proféticos 4 60
Não há Evangelhos e Atos 4 60
Não há Epístolas Paulinas 4 60
Não há Epístolas Gerais 4 60
Total 28 420
55
III. T E O L O G I A H I S T Ó R I C A
HISTÓRIA DA IGREJA [TH01]
EMENTA: Estudo das raízes históricas do Cristianismo e da Igreja, desde sua fundação por
Cristo ressaltando a importância de se conhecer cada período, o papel de seus líderes e o
crescimento da mesma até os nossos dias. A história das Assembleias de Deus no Amapá.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GONZALES, Justo L. História Ilustrada do Cristianismo. São Paulo: Vida Nova, 2013.
Coleção em 10 volumes (A Era dos Mártires até a Era Inconclusa).
HURLBUT, Jesse Lyman. História da Igreja Cristã. 14. Impressão. São Paulo: Editora
Vida, 2002.
IBADEP. História da Igreja. 5. ed. Guaira, PR: IBADEP, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAPTISTA, Douglas Roberto de Almeida. História das Assembleias de Deus: O grande
movimento pentecostal do Brasil. Curitiba, PR: InterSaberes, 2017. (Série Conhecimentos
em Teologia). 2 Mb, PDF.
CAIRNS, Earle E. O Cristianismo Através dos Séculos: Uma história da Igreja Cristã.
Nova edição revisada e ampliada. 2. ed. Tradução: Israel Belo de Azevedo. São Paulo: Vida
Nova, 1995.
FERGUSON, Everett. História da Igreja: Dos dias de Cristo à Pré-Reforma. Vol. 1. Rio de
Janeiro: Central Gospel, 2017.
KNIGHT, A.; ANGLIN, W. História do Cristianismo: Dos apóstolos do Senhor Jesus ao
século XX. Rio de Janeiro: CPAD, 1983.
RIBEIRO, H. C. Márcio. História da Igreja. Salvador: Faculdade de Teologia e Extensão
da Bahia.
56
GEOGRAFIA BÍBLICA [TH02]
EMENTA: Estudo das diferentes áreas da Terra relacionadas com as Sagradas Escrituras.
Descreve e delimita os relatos bíblicos do ponto de vista físico, humano, econômico e
político, dando-lhes mais consistência e autenticidade, auxiliando na localização espaço-
temporal, interpretação e compreensão dos mesmos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
KOLENDA, João. Geografia Bíblica: Um panorama das terras bíblicas. Pindamonhangaba:
IBAD, 2014.
SALIBA, Marcos (ed.). Atlas Bíblico. São Paulo: Editora DCL, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Geografia Bíblica. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.
NETO, José Sanches Vallejo. Geografia e Arqueologia Bíblica. São Paulo: SETEBRAE,
2007.
PACKER, James; TENNEY, Merril; WHITE JR, William. O mundo do Novo Testamento.
São Paulo: Editora Vida, 1994.
TOGNINI, Enéas. Geografia da Terra Santa e das Terras Bíblicas. São Paulo: Hagnos,
2009.
VOGEL, Hans. O Mundo Bíblico Visto de Hoje. Projeto de Mestrado no ramo de História,
na especialidade de História Antiga. Lisboa: Universidade de Lisboa, 2013.
ARQUEOLOGIA BÍBLICA [TH03]4
EMENTA: Análise da Arqueologia Bíblica e sua importância para o estudo do Antigo
Testamento, comprovando os fatos bíblicos com a ajuda científica. Certificação das verdades
bíblicas através de estudos e descobertas arqueológicas, da preservação e história do mundo
antigo. Conhecimento do valor e importância da Arqueologia na comprovação dos fatos
bíblicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
PRICE, Randall. Arqueologia Bíblica: O que as últimas descobertas da arqueologia revelam
sobre as verdades bíblicas. 5. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
THOMPSON, John A. A Bíblia e a Arqueologia: Quando a ciência descobre a fé. Edição
ilustrada. Prefácio de F. F. Bruce. São Paulo: Editora: Vida Cristã, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BÍBLIA SAGRADA. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI. Texto da Nova Versão
Internacional (NVI). São Paulo: Editora Vida, 2005.
KAEFER, José Ademar. A Bíblia, a Arqueologia e a História de Israel e Judá. São Paulo:
Editora Paulus, 2012.
NETO, José Sanches Vallejo. Geografia e Arqueologia Bíblica. São Paulo: SETEBRAE,
2007.
4
Disciplina optativa de carga horária reduzida a 30 horas/aulas.
57
TEOLOGIA CONTEMPORÂNEA [TH04]
EMENTA: Conhecimento e discussão dos principais temas contemporâneos em Teologia,
seus valores. Teologia do Século XX. A Teologia existencial de Soren Kierkegaard. Teologia
dialética ou Neo-Ortodoxia de Karl Barth. Wolfhart Pannemberg, Jurgen Moltmann, Emil
Brunner, Dietrich Bonhoeffer, Paul Tillich, Rudolf Bultmann e Hans Urs Von Balthasar,
Bruno Forte. Teologia da História, Teologia do Processo, Teologia da Esperança, Teologia
Radical e Pós-liberalismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
ALMEIDA, Abraão de. Teologia Contemporânea: A influência das correntes teológicas e
filosóficas na Igreja. Nova edição ampliada. Rio de Janeiro: CPAD, 2014.
BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol.
1. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016.
COSTA, Hermisten Maia Pereira da. Raízes da Teologia Contemporânea. São Paulo:
Cultura Cristã, 2004.
GRENZ, Stanley J.; OLSON, Roger E. A Teologia do Século XX: Deus e o mundo numa
era de transição. São Paulo: Cultura Cristã, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARRETO, Leila dos Passos. Apostila de Teologia Contemporânea. Seminário Teológico
Evangélico Vida e Luz.
FERGUNSON, S. B.; WHIGHT, D. F.; PACKER, J. I. Novo Dicionário de Teologia. São
Paulo: Hagnos, 2009.
HORDERN, William E. Teologia Contemporânea. São Paulo: Hagnos, 2004.
MACHEN, J. Gresham. Cristianismo e Liberalismo. Prefácio: Michael Horton. São Paulo:
Editora Os Puritanos, 2001.
OLSON, Roger E. História da Teologia Cristã: 2000 anos de tradição e reformas. Tradução:
Gordon Chown. São Paulo: Editora Vida, 2001.
Pré-requisitos Disciplinas Créditos Horas
Não há História da Igreja 4 60
Não há Geografia Bíblicas 4 60
Não há Arqueologia Bíblica 2 30
Não há Teologia Contemporânea 4 60
Total 14 210
58
IV. T E O L O G I A S I S T E M Á T I C A
SISTEMÁTICA I – TEONTOLOGIA [TS01]
EMENTA: Análise sistemática dos prolegômenos à teologia, do conceito de revelação, do
ser de Deus e suas obras. Investiga o conceito e a necessidade da teologia, o papel da razão,
o método teológico, o conceito de revelação geral e especial. Aborda o ensino bíblico sobre
o ser Deus e seus atributos, a doutrina da Trindade, os decretos e as obras de Deus, incluindo
a criação e providência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol.
1. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016.
ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova,
1997.
GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008.
STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 1. São Paulo: Hagnos, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.
GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999.
HARRIS, R. L.; ARCHER JR, Gleason L.; WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional
de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998.
HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001.
McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à
teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005.
PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006.
SPROUL, R. C. A Santidade de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 1997.
SPROUL, R. C. Eleitos de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 1998.
59
SISTEMÁTICA II – ANGELOLOGIA [TS02]
EMENTA: Estudo sistemático sobre a Obra da Criação de Deus que inclui os Seres
Espirituais criados. Nesta disciplina procura-se entender como se deu a criação dos anjos,
suas características, classificação, propósitos de sua criação, os anjos bons, os anjos maus ou
caídos, a origem de Lúcifer, a Demonologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Introdução à Teologia, a Bíblia, Deus, a Criação.
vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008.
MACCHIA, C. D. B. F. Seres Espirituais Criados. In: HORTON, Stanley M. (ed.). In:
Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1990.
SILVA, Severino Pedro da. Os Anjos, sua natureza e ofício. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BERKHOF, Louis. As Obras de Deus: Criação do Mundo Espiritual. [p.131-137]. In:
Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.
FERRAZ, José. Angelologia. 2019 [PDF]. Disponível em:
https://docero.com.br/doc/nsvvxn0
FAULDADE E SEMINÁRIO TEOLÓGICO NACIONAL. Angelologia. [PDF]. 2019.
STRONG. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2003.
SISTEMÁTICA III – INTRODUÇÃO BÍBLICA [TS03]
EMENTA: Estudo da natureza da Bíblia como revelação escrita de Deus. Objetiva focalizar
a Bíblia como um todo; a formação e constituição do Sagrado Livro, não prescrevendo o
significado de seu conteúdo, mas enfatizando o valor conjunto, sua coerência, unidade e
revelação no transcorrer da história. O conteúdo analisado: definição de revelação, a
inspiração e autoridade da Bíblia: abordando a definição de inspiração, as várias teorias
acerca da inspiração e as evidências da inspiração bíblica. A canonicidade da Bíblia: neste
aspecto procura-se identificar os critérios para a canonicidade de um livro, o
desenvolvimento do cânon do Antigo Testamento e do Novo Testamento; A transmissão do
texto bíblico, incluindo-se aí os principais manuscritos da Bíblia e a crítica textual. A
tradução do texto bíblico com a análise das principais traduções da Bíblia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARCHER, Jr., G. L. Merece Confiança o Antigo Testamento? São Paulo: Vida Nova,
1986.
GEISLER, Norman; NIX, William. Introdução Bíblica: Como a Bíblia chegou até nós. São
Paulo: Editora Vida, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRIGHT, John. História de Israel. 3. Ed. São Paulo: Edições Paulinas, 1985.
HARRIS, R. Laird. Inspiração e Canonicidade da Bíblia. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.
LAPA, Marco Antônio Teixeira. Introdução à Sagrada Escritura e Bibliologia. Editora
UNIASSELVI, 2009.
60
SISTEMÁTICA IV – ANTROPOLOGIA BÍBLICA [TS04]
EMENTA: Estudo relevante sobre a Doutrina do Homem segundo a revelação nas Escrituras
Sagradas, na perspectiva pentecostal. A disciplina procura responder as perguntas que
inquietam aqueles que se debruçam sobre a realidade da existência do ser: que é o homem?
Que ser é este? De onde ele veio? Para onde vai? Qual seu propósito no presente e no porvir?
A criação e origem do homem; Criação x Evolução; a imagem de Deus no homem; a
formação da mulher; o estado original do homem; a queda do homem; a promessa da
redenção da humanidade; a constituição do homem; o espírito do homem; a origem da alma
humana; o corpo do homem; a natureza humana. Teorias errôneas sobre a origem do homem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.
BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol.
3. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016.
ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova,
1997.
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Introdução à Teologia, a Bíblia, Deus, a Criação.
vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008.
STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo
Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999.
GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999.
HARRIS, R. L.; ARCHER JR, Gleason L.; WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional
de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998.
HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001.
McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à
teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005.
WOLFF, Hans Walter. Antropologia do Antigo Testamento. 1. ed. rev. e atual. São Paulo:
Hagnos, 2007.
61
SISTEMÁTICA V – HAMARTIOLOGIA [TS05]
EMENTA: Dando sequência aos estudos sistemáticos das doutrinas bíblicas, após a criação
do homem, agora passa-se a refletir sobre a Queda do Homem ou a Doutrina do Pecado, sob
a ótica da teologia pentecostal. Torna-se de suma importância estudar sobre este tema bíblico,
uma vez que, tal disciplina influencia todas as demais doutrinas e é influenciada por elas.
Diversos métodos são empregados no estudo do pecado, mas a análise dos dados bíblicos
proporciona melhor compreensão do pecado e de suas consequências. As causas, sua natureza
e suas consequências podem ser analisadas por meio do estudo dos termos que as Escrituras
utilizam na descrição do pecado, que é todo ato mal ou motivação má opostos a Deus.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol.
3. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016.
ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova,
1997.
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, Salvação, a Igreja, as Últimas Coisas.
vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008.
STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.
COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo
Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999.
GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999.
HARRIS, R. L.; ARCHER JR, Gleason L.; WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional
de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998.
HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001.
McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à
teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005.
PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006.
VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e
expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
62
SISTEMÁTICA VI – CRISTOLOGIA [TS06]
EMENTA: Continuidade dos estudos sistemáticos das doutrinas bíblico-pentecostal que
agora debruça-se sobre a Pessoa de Jesus, o Cristo. A Cristologia como fazer teológico. A
Messianidade Veterotestamentária. A Teologia do Deus Encarnado. Os atributos de Cristo
como Deus e como Homem, e o relacionamento dessas duas naturezas. O Cristo que é Servo
e é Rei, é Salvador e é Juiz. Os dogmas cristológicos: Eternidade, Humanidade, Natureza,
Nomes, Ofícios, Estado, Obra e Ministério. Controvérsias doutrinárias, heresias, modismos
contemporâneos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol.
2. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016.
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol.
2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008.
PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006.
VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e
expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.
BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo
Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999.
ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova,
1997.
HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001.
McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à
teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005.
STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003.
SOARES, Esequias. Cristologia: A doutrina de Jesus Cristo. São Paulo: Hagnos, 2008.
63
SISTEMÁTICA VII – SOTERIOLOGIA [TS07]
EMENTA: Estudo sistemático da Doutrina da Salvação na perspectiva pentecostal. Inclui as
doutrinas do pecado, a doutrina da graça de Deus, doutrina da expiação pelo sangue, doutrina
da redenção, doutrina da propiciação, doutrina da fé salvífica, doutrina do arrependimento,
doutrina da confissão dos pecados, doutrina do perdão dos pecados, conversão, doutrina da
união mística, doutrina do arrependimento, doutrina da regeneração espiritual, a doutrina da
imputação da justiça de Deus ao crente, doutrina da adoção, doutrina da santificação
posicional e progressiva, a doutrina da presciência de Deus, doutrina da eleição divina, a
liberdade humana, a doutrina da predestinação dos salvos, a doutrina da chamada para a
salvação, doutrina da justificação, a doutrina da glorificação dos salvos e da salvação, nas
eras divinas futuras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol.
3. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016.
ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova,
1997.
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol.
2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
GEISLER, Norman. Eleitos, Mas Livres: Uma perspectiva equilibrada entre a eleição divina
e o livre-arbítrio. 2. ed. São Paulo: Editora Vida, 2005.
GILBERTO, Antônio. (Ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008.
PECOTA, Daniel B. A Obra Salvífica de Cristo. p.335-382. In: HORTON, Stanley M. (Ed.
geral). Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1990.
VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e
expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.
COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo
Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999.
DANIEL, Silas. Arminianismo A Mecânica da Salvação: Uma exposição histórica... 2. ed.
Rio de Janeiro: CPAD, 2017.
HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001.
FERREIRA, Franklin. Teologia Cristã: Uma introdução à sistematização das doutrinas. São
Paulo: Vida Nova, 2011.
McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à
teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005.
SPROUL, R. C. Eleitos de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 1998.
STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003.
64
SISTEMÁTICA VIII – PNEUMATOLOGIA [TS08]
EMENTA: Estudo sistemático da doutrina bíblico-pentecostal sobre a Pessoa do Espírito
Santo. A Pessoa e obras do Espírito Santo relacionadas a Cristo e à Igreja. Os atributos do
Espírito Santo. Os dogmas pneumatológicos: Natureza, Nomes, Ofícios, Obra e Ministério
da Terceira Pessoa da Trindade na regeneração, conversão, arrependimento e fé, justificação
e santificação do homem. Controvérsias doutrinárias, heresias, modismos contemporâneos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. vol.
2. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016.
ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova,
1997.
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol.
2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
GILBERTO, Antônio. (Ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008.
McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à
teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.
COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo
Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999.
HORTON, Stanley. (Ed. Geral). Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de
Janeiro: CPAD, 1990.
PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006.
VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e
expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
65
SISTEMÁTICA IX – ECLESIOLOGIA [TS09]
EMENTA: Estudo sistemático da doutrina bíblico-pentecostal da Igreja. A visão histórico-
teológica da doutrina da Igreja como corpo de Cristo e uma fraternidade de irmãos cristãos
que se unem por uma comunhão espiritual. Os grandes temas da teologia da Igreja. A natureza
da Igreja; a fundação da Igreja; os membros da Igreja; a obra da Igreja; as ordenanças da Igreja;
a adoração da Igreja; a organização da Igreja.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol.
4. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016.
ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova,
1997.
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol.
2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
GILBERTO, Antônio. (Ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008.
McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à
teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.
COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo
Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999.
HORTON, Stanley. (Ed. Geral). Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de
Janeiro: CPAD, 1990.
PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006.
VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e
expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003.
66
SISTEMÁTICA X – ESCATOLOGIA [TS10]
EMENTA: Estudo sistemático da doutrina bíblico-pentecostal das Últimas Coisas. Exposição da
Escatologia dogmática e biblicocêntrica. Abrange a escatologia individual e geral. Aborda temas
como a natureza escatológica da mensagem bíblica, a morte, imortalidade, estado intermediário, as
70 Semanas de Daniel, os principais eventos escatológicos: o Arrebatamento, o Tribunal de Cristo, a
Grande Tribulação, a Segunda Vinda de Cristo, o Anticristo, Julgamento das Nações, Milênio,
Revolta do Diabo e seu Julgamento, O Juízo Final e Estado Eterno.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. vol. 4. Rio
de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016.
ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova, 1997.
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol. 2. Rio
de Janeiro: CPAD, 2010.
GILBERTO, Antônio. (Ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro:
Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008.
McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à teologia cristã.
São Paulo: Shedd publicações, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário de Escatologia Bíblica. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012.
COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento.
São Paulo: Edições Vida Nova, 1999.
ERICKSON, Millard J. Escatologia: A polêmica em torno do Milênio. São Paulo: Edições Vida
Nova, 2010.
HORTON, Stanley. (Ed. Geral). Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro:
CPAD, 1990.
LOPES, Edson. Fundamentos da Teologia Escatológica. São Paulo: Mundo Cristão, 2013.
PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006.
VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e expositivo
das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003.
Pré-requisito Teologia Sistemática Créditos Horas
Não há Teologia Sistemática I – Teontologia 4 60
Não há Teologia Sistemática II – Angelologia 4 60
Não há Teologia Sistemática III – Introdução Bíblica 4 60
Não há Teologia Sistemática IV – Antropologia Bíblica 4 60
Não há Teologia Sistemática V – Hamartiologia 4 60
Não há Teologia Sistemática VI –Cristologia 4 60
Não há Teologia Sistemática VII – Soteriologia 4 60
Não há Teologia Sistemática VIII – Pneumagiologia 4 60
Não há Teologia Sistemática IX – Eclesiologia 4 60
Não há Teologia Sistemática X – Escatologia 4 60
Total 40 600
67
EIXO DE FORMAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA5
I. T E O L O G I A P R Á T I C A
METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO [TP01]
EMENTA: Essa disciplina engloba um conjunto de regras básicas para desenvolver uma
experiência a fim de produzir novo conhecimento. Compreensão das fases da produção
científica no ambiente acadêmico. A Teologia como ciência. A metodologia da pesquisa
teológica. A produção do conhecimento teológico. Correção e integração de conhecimentos
pré-existentes para a formação de texto adequados dentro das regras e Normas Técnicas da
ABNT e Nominata do SETAD.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico:
Elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 2010
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
Pesquisa: Propostas metodológicas. 19ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
CARVALHO, Maria Cecilia Marigoni de (org.). Construindo o saber: Metodologia
Cientifica - fundamentos e técnicas. 23ª ed. Campinas - SP: Papirus, 2010.
GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica, 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática
da pesquisa. 23ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FLICK, U. Introdução à Metodologia de Pesquisa. Porto Alegre: Penso, 2012.
OLIVEIRA Netto, Alvim Antônio de. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para
apresentação de trabalhos acadêmicos. 2ª ed Florianópolis: visual books, 2008.
PÁDUA, Elisabete M. M. de. Metodologia da Pesquisa: Abordagem Teórico-Prática.
Campinas- SP: Papirus, 2004.
ROVER, A.; MELLO, R. O. Normas da ABNT: Orientações para a produção científica.
Joaçaba: Editora Unoesc, 2020.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª. ed. São Paulo:
Cortez., 2007.
SILVA, Cláudio Nei Nascimento da.; PORTO, Marcelo Duarte. Metodologia Científica
Descomplicada: Prática científica para iniciantes. Brasília: Editora IFB, 2016.
5
Incluindo as Disciplinas Optativas
68
PSICOLOGIA PASTORAL [TP02]
EMENTA: Desenvolvimento das condições de prestação de ajuda às pessoas com
necessidades diversas. Aplicação de conhecimentos psicológicos e espirituais no trabalho de
aconselhamento pastoral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ADAMS, Jay E. O Manual do Conselheiro Cristão. 5. ed. São José dos Campos, SP: Fiel,
2006.
BAKER, Mark W. Jesus, O Maior Psicólogo Que Já Existiu. São Paulo: Sextante, 2001.
COLLINS, Gary R. Aconselhamento Cristão. São Paulo: Vida Nova, 2004.
CLINEDBELL, Howard J. Aconselhamento pastoral. São Leopoldo, RS: Sinodal, 1987.
LOPES, Jamiel de Oliveira. Psicologia Pastoral. São Paulo: Gráfica Lex Ltda, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRITO, Robson José. Psicologia Pastoral. Guaíra, PR: IBADEP, 2017.
SATHLER-ROSA, Ronaldo. Cuidado Pastoral Em Tempos de Insegurança: Uma
hermenêutica contemporânea. São Paulo: ASTE, 2004.
SEMINÁRIO TEOLÓGICO NACIONAL. Psicologia Pastoral. [PDF]
FISHER, David. O Pastor do Século XXI. São Paulo: Editora Vida, 1999.
GARCIA-ROZA, Luís Alfredo. Freud e o Inconsciente. 18. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
HOFF, Paul. Pastor Como Conselheiro. São Paulo: Editora Vida, 1996.
PIERRE, Jeremy; REJU, Deepak. O Pastor e o Aconselhamento: Um guia básico para
pastoreio de membros em necessidade. São José dos Campos, SP: Fiel, 2015.
DIREITO ECLESIÁSTICO [TP03]
EMENTA: A Igreja, o Povo de Deus e o Direito. Normas de organização eclesiástica.
Atividade sociojurídica da Igreja. Noções de administração da Justiça, Direito Penal, Civil,
Constitucional, Previdenciário e Trabalhista. Trata-se dos conceitos e princípios que balizam
e organizam toda a disciplina relativa ao Direito das Organizações Religiosas, tais como
liberdade de convicção, liberdade de expressão, liberdade de crença, liberdade de expressão
religiosa, liberdade de culto e afins.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FACULDADES ITA. Direito Eclesiástico. Fortaleza, CE: ITA, [pdf].
LIMA, Lucas Cavalcante. Direito Eclesiástico. [PDF]
TENÓRIO, Francisco. Direito das Igrejas. Editora Ni, 2017. [pdf]
VIEIRA, Thiago Rafael; REGINA, Jean Marques. Direito Religioso: questões práticas e
teóricas. Porto Alegre, RS: Editora Concórdia, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
INSTITUTO PROBONO; INSTITUTO MARA GABRILLI; INSTITUTO FILANTROPIA.
Novo Manual do Terceiro Setor. São Paulo: Paulus, 2014.
OLIVEIRA, Aristeu de. Manual do Terceiro Setor e Instituições Religiosas: trabalhista,
previdenciária, contábil e fiscal. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
VIEIRA, Jonathan da Silva. A Importância do Direito Religioso na Vida do Teólogo.
Santo André, SP: FATEJ-FADISA.
69
TEOLOGIA PASTORAL [TP04]
EMENTA: Examina a teologia bíblico-pentecostal da vocação. Concentra-se em temas
como a natureza da vocação e as qualidades espirituais, morais e funcionais necessárias para
o exercício dos ofícios eclesiásticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FISHER, David. O Pastor do Século 21. São Paulo: Editora Vida, 1999.
MacARTHUR JR, John et al. Redescobrindo o Ministério Pastoral: Moldando o ministério
contemporâneo aos preceitos bíblicos. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
PETERSON, Eugene. Um Pastor Segundo o Coração de Deus: Um antídoto para algumas
práticas superficiais...Niterói, RJ: Editora Textus, 2000.
ROWELL, Jeren. O Que Um Pastor Deve Fazer? A boa e difícil obra do ministério. Rio de
Janeiro: CPAD, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BAXTER, Richard. O Pastor Aprovado. São Paulo: Publicações Evangélicas Selecionadas,
1989.
DANTAS, Anísio. O Pastor e Seu Ministério. São Paulo: Dantas, 1990.
DAVID, Hansen. A Arte de Pastorear. São Paulo: Shedd, 2001.
GONÇALVES, Josué. O Pastor, Sua Família e Seus Desafios. Bragança Paulista, SP:
Editora Mensagem Para Todos, 2012.
HOUSTON, James. Mentoria Espiritual. Niterói, RJ: Editora Textus, 2003.
KESSLER, Nemuel. A Crise de Integridade no Ministério Pastoral. Rio de Janeiro:
CPAD, 2005
PIERRE, Jeremy; REJU, Deepak. O Pastor e o Aconselhamento: Um guia básico para
pastoreio de membros em necessidade. São José dos Campos, SP: Fiel, 2015.
SABBATINO, Vicente. Vocação Ministerial. Curso de Desenvolvimento Ministerial. Rio
de Janeiro: ADVEC, 2020.
SATHLER-ROSA, Ronaldo. Cuidado Pastoral em Tempos de Insegurança: Uma
hermenêutica contemporânea. São Paulo: ASTE, 2004.
70
ÉTICA PASTORAL [TP05]
EMENTA: Definição de ética e moral. Padrão de conduta cristã. A Bíblia como norma de
fé e prática. Vocação ministerial. Contextos e relacionamentos. Objetivos do ministério de
pregação. Porte e postura.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MacARTHUR JR, John et al. Redescobrindo o Ministério Pastoral: Moldando o ministério
contemporâneo aos preceitos bíblicos. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
KESSLER, Nemuel. A Crise de Integridade no Ministério Pastoral. Rio de Janeiro:
CPAD, 2005
DANTAS, Anísio. O Pastor e Seu Ministério. São Paulo: Dantas, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HORTON, Michael. O Cristão e a Cultura: Uma visão cristã da cultura e do seu papel
dentro dela. São Paulo: Mundo Cristão, 2000.
LEITE, Vicente (org.). Ética Filosofia moral, Cristã e Pastoral. IBETEL, [pdf].
MELLO, C. R. J.; ROSA, L. A; CAVALHEIRO, E. M. O Ministério Pastoral e os Desafios
na Relação Familiar. Disponível em: https://periodicos.fabad.edu.br/index.php
/RICF/article /download/16/20/ Acesso em 08 jan. 2022.
ROWELL, Jeren. O Que Um Pastor Deve Fazer? A boa e difícil obra do ministério. Rio de
Janeiro: CPAD, 2004.
71
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I – PROJETO [TP06]
EMENTA: A produção do conhecimento e método científico. TCC 1 engloba um conjunto
de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento,
bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes para a formação de textos
adequados dentro das regras e normas corretas da pesquisa, de acordo com a ABNT.
Desenvolvimento do TCC – Projeto de Pesquisa: a pergunta condutora, a delimitação do
problema, a hipótese, os objetivos, a fundamentação teórica e a metodologia. A investigação
científica como prática social. Início do Trabalho de Conclusão de Curso, pelo qual o discente
individualmente ou em dupla, demostra a capacidade de sistematizar conhecimentos
adquiridos e competências desenvolvidas durante o bacharelado e apresenta um Pré-projeto
em Banca de Qualificação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico:
Elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 2010.
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
Pesquisa: Propostas metodológicas. 19ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da ciência e prática
da pesquisa. 23ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia
Científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARIA Cecilia Marigoni de Carvalho (org.). Construindo o saber: Metodologia Cientifica
- fundamentos e técnicas. 23ª ed. Campinas - SP: Papirus, 2010.
ROVER, A.; MELLO, R. O. Normas da ABNT: Orientações para a produção científica.
Joaçaba: Editora Unoesc, 2020.
WICKS, Jared. Introdução ao Método Teológico. 4. ed. são Paulo: Edições Loyola, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
STEPHANINI, Valdir. Metodologia Teológica. Faculdade Unida, 2021.
OLIVEIRA Netto, Alvim Antônio de. Metodologia da Pesquisa Científica: Guia prático
para apresentação de trabalhos acadêmicos. 2. ed. Florianópolis: visual books, 2008.
PÁDUA, Elisabete M. M. de. Metodologia da Pesquisa: Abordagem Teórico-Prática.
Campinas- SP: Papirus, 2004.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª. ed. São Paulo:
Cortez., 2007.
72
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II – REDAÇÃO [TP07]
EMENTA: Elaboração, orientação e entrega do Trabalho de Conclusão do Curso – TCC
(Artigo Científico), obedecendo às normas e regulamentos metodológicos. Apresentação do
respectivo trabalho perante a Banca Examinadora.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico:
Elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 2010.
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de
Pesquisa: Propostas metodológicas. 19ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da ciência e prática
da pesquisa. 23ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
MARIA Cecilia Marigoni de Carvalho (org.). Construindo o Saber: Metodologia cientifica
- fundamentos e técnicas. 23ª ed. Campinas - SP: Papirus, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia
Científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
OLIVEIRA Netto, Alvim Antônio de. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para
apresentação de trabalhos acadêmicos. 2ª ed Florianópolis: visual books, 2008.
PÁDUA, Elisabete M. M. de. Metodologia da Pesquisa: Abordagem Teórico-Prática.
Campinas- SP: Papirus, 2004.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª. ed São Paulo:
Cortez., 2007.
Pré-requisitos Teologia Prática Créditos Horas
Não há Metodologia e Projeto de Pesquisa 4 60
Não há Psicologia Pastoral 4 60
Não há Direito Eclesiástico 4 60
Não há Teologia Pastoral 2 30
Não há Ética Pastoral 2 30
TP01 TCC 1 – PROJETO - 60
TP06 TCC 2 – REDAÇÃO - 60
Total 16 360
73
II. CIÊNCIAS DA RELIGIÃO
FILOSOFIA DA RELIGIÃO [CR01]
EMENTA: estudo de textos clássicos da filosofia da religião no Ocidente escritos durante o
período moderno, para prover a reflexão em conceitos chaves da filosofia e da religião e
relação com a metafísica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
TILGHMAN, B. R. Introdução à Filosofia da Religião. São Paulo: Loyola, 1996.
PENZO, Giorgio; GIBELLINI, Rosino (orgs.) Deus na Filosofia do Século XX. São Paulo:
Loyola, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALLEN, Diogenes. Filosofia Para Entender Teologia. São Paulo: Paulus, 2010.
CAETANOM Gilmar. Guia didático Filosofia da Religião. Pindamonhangaba: Faculdade
FABAD, 2021.
ZILLES, Urbano. Filosofia da Religião. São Paulo: Paulus, 1995.
SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO [CR02]
EMENTA: Abordagem teórica e também metodológica dos principais autores que versam
sobre os fundamentos sociológicos a respeito do fenômeno religioso no Brasil e no mundo.
A ideia é compreender a influência das religiões, religiosidades e filosofias de vida na
sociedade. A compreensão da atuação dos elementos religiosos na contemporaneidade.
Conceitos básicos: religião, religiosidade, magia, campo religioso brasileiro, sincretismo,
religião e política, religião e educação e religião e cultura.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERGER, Peter. O dossel sagrado: Elementos para uma teoria sociológica da religião. São
Paulo: Paulus, 2004.
BOURDIEU, Pierre. Gênese e estrutura do campo religioso. In: Economia das trocas
simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1976.
CIPRIANI, Roberto. Manual de Sociologia da Religião. São Paulo: Paulus, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas. Manual de Sociologia da Religião. Instituto de
Ciências Sociais. Maceió: UFAL, 2020.
MADURO, Otto. Religião e luta de classes. Petrópolis: Vozes, 198l.
MARTELLI, Stefano. A religião na sociedade pós-moderna. São Paulo: Paulinas, 1995.
MOURA, J. Introdução a sociologia da religião. Instituto Bíblico Betel Brasileiro, 2011.
74
Pré-requisitos Ciências da Religião Créditos Horas
Não há Filosofia da Religião 4 60
Não há Sociologia da Religião 2 30
Total 06 90
EIXO DE FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR
ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA [FI01]
EMENTA: Reflexão da autoconcepção humana numa perspectiva histórico-filosófica.
Abordagem e teorização do homem como um ser complexo: corpo e consciência,
espiritualidade e materialidade, facticidade e transcendência. A questão do ser humano em
relação: à liberdade, à dignidade, à historicidade, à sociabilidade, à práxis e poiésis, ao
sentido da vida, à maturidade e vocação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MONDIM, Battista. O Homem quem é Ele? Elementos de antropologia filosófica. 10. ed.
São Paulo: Paulinas, 1980.
ROSA, Merval. Antropologia Filosófica: Uma perspectiva cristã. 2. ed. rev. Rio de Janeiro:
JUERP, 2001
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
POMMER, Arildo. Antropologia Filosófica e Sociológica. Uniasselvi, 2012.
SILVA, César F. da. Antropologia Filosófica. 2019. [PDF]
VAZ, Henrique C. de Lima. Antropologia Filosófica. 7. ed. vol. 1. São Paulo: Edições
Loyola, 1991.
Pré-requisito Formação Interdisciplinar Créditos Horas
Não há Antropologia Filosófica 4 60
Total 04 60
75
EIXO DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR
MISSIOLOGIA E ESTÁGIO SUPERVISIONADO
EMENTA: A Teologia das Missões aplicada na Teologia Prática. Aprofundamento dos
conhecimentos teórico-práticos construídos durante o curso para a ação-reflexão na educação
cristã. Reflexão das observações e aplicação pedagógica pertinentes à Teologia no Estágio
Supervisionado através de um Projeto Multiministerial Missionário e Social para ser
desenvolvido junto à comunidade cristã local ou adjacente durante o semestre em curso.
Inclui apresentação e avaliação de Relatório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LIDÓRIO, Ronaldo. Revitalização de Igrejas: avaliando a vitalidade de igrejas locais. São
Paulo: Vida Nova, 2016.
OLIVEIRA, Olinto de. Missões a Hora Chegou. Rio de Janeiro: CPAD, 2020.
ROYER, Gary L. Missiologia: ide e pregai. 2. ed. Campinas: EETAD, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DOMINGUES, G. S. Andragogia de Jesus: ensinar e aprender. Curitiba: AD Santos, 2016.
PRICE, J. M. A Pedagogia de Jesus: o mestre por excelência. 3. ed. Rio de Janeiro: JUERP,
1980.
RICHARDSON, Don. O Fator Melquisedeque: o testemunho de Deus nas culturas através
do mundo. São Paulo: Vida Nova, 1995.
SOUSA, Rogério de. Dez características da Missiologia Cristã. São Paulo: Teologia de
Fronteira, 2018
Complementar Horas
Missiologia e Estágio Supervisionado 180
Total 360
8.3 ESTRATÉGIAS DE INTERDISCIPLINARIDADE
A implantação de uma estratégia de interdisciplinaridade no PPC tem como de partida
o conceito de disciplina, considerando que “as disciplinas têm uma história: nascimento,
institucionalização, evolução, esgotamento, etc... Essa história está inscrita na da Universidade,
que, por sua vez, está inscrita na história da sociedade” (MORIN, 2002, p. 105). Essa
compreensão é fundamental para o amplo e seguro desenvolvimento do pensamento humano
que deve ocorrer no movimento do aluno nas diversas áreas do conhecimento.
76
Esse caminho cruzado, que ocorre entre disciplinas por meio de procedimentos didáticos
e metodológicos, não permite a diluição de disciplinas; pelo contrário, exige um processo de
integração das disciplinas. Como afirma Morin, é necessário que a “interdisciplinaridade seja
parte de um Projeto”, evitando que se torne simplesmente integração de conteúdos,
fragmentando as disciplinas.
O PPC do Bacharelado em Teologia contempla a interdisciplinaridade como mecanismo
de promoção do diálogo entre as disciplinas, por ser ela resultado de um processo histórico e
cultural indispensável ao currículo, que tem como objetivo capacitar o aluno dentro de uma
concepção de vida integral em sociedade e na igreja, admitindo ser essa uma proposta que
responde à demanda de formação dos cidadãos de cultura cristã evangélica do amanhã.
8.4 ESTRUTURA CURRICULAR
Os componentes disciplinares propriamente ditos; atividades complementares;
atividades de estágio e atividades de pesquisa culminam com a apresentação de um trabalho de
conclusão de curso, o TCC.
A combinação desses diferentes componentes curriculares não apenas atende às
diretrizes doutrinárias da Mantenedora, mas também à proposta do NET de promover a reflexão
crítica em pontos conexos de variadas correntes teológicas.
8.4.1 Critérios de Aprovação – Notas e Frequência
a) Composição da Nota. Será considerado aprovado o aluno que concluir a
disciplina e tenha obtido nota igual ou superior a 7,0 (sete) e apresentar, no
mínimo, 75% de frequência. Sua composição depende da metodologia avaliativa
escolhida a critério do professor da disciplina, tendo por obrigatoriedade
explanação concreta no Plano de Ensino a ser apresentado na Coordenação
Pedagógica e na turma.
• A falta não justificada acarretará em perda de pontuação;
• Para acesso ao material didático da aula não assistida presencialmente,
caberá ao acadêmico apresentar justificativa junto à secretaria e pedir
acesso ao material gravado ou impresso.
b) Reavaliação. Caso o aluno não realize a Avaliação da Disciplina (AV) ou outra
avaliação de caráter Presencial, deverá proceder da seguinte maneira:
77
• Preencher o Formulário de Requerimento de Prova Substitutiva,
apontando a justificativa para ausência e pagar os serviços e encargos
educacionais a critério da Secretaria Administrativa;
• Anexar a justificativa da ausência (Atestado médico; convocação
eleitoral; convocação militar; etc.)
• Ausência não justificada: pagar taxa de serviços e encargos
educacionais.
c) TCC. O Trabalho de Conclusão de Curso é o exame final a ser realizado e
aprovado em Banca de Exame para aprovação final e obtenção do título de
“Bacharel em Teologia”. Dos critérios a ser adotados, serão explanados em
capítulo à parte deste PPC.
8.4.2 Avaliação e Atividade Acadêmica Presencial
Seja em seu caráter somativo em larga escala, ou utilizada cotidianamente nas
instituições de ensino, a avaliação educacional é indispensável para garantir o direito à
educação. Assim, seu objetivo principal precisa ser sempre focado em criar evidências para
nortear o trabalho dos professores desta Instituição de Ensino Teológico.
Com a pandemia limitando as atividades presenciais e aprofundando desigualdades, a
avaliação se torna mais necessária para mensurar os prejuízos educacionais decorrentes dos
vários meses de ensino remoto emergencial.
Com a retomada das aulas presenciais (através da avaliação diagnóstica), o SETAD,
toma por medida apropriada o desenvolvimento dos alunos com avaliações permanentes de
caráter formativo e avaliações somativas. Desta forma, compete ao docente da disciplina
estipular seus critérios quanto à sua forma, meios e métodos.
a) Avaliação formativa. De caráter qualitativo, ocorre de maneira contínua e
permanente durante as aulas, a avaliação formativa gera subsídio para verificar
se os processos pedagógicos aplicados com os estudantes estão funcionando, e
caso não estejam, apontar mudanças de rota. Ela possibilita ao docente a análise,
reflexão e intervenção aprofundada do seu trabalho e dos processos de
aprendizagens dos alunos, com vistas a transformar a prática docente. Seus
métodos: provas objetivas ou subjetivas, trabalhos, atividades, relatórios,
registros descritivos, entre outros.
78
b) Avaliação somativa. A avaliação somativa é caracterizada pelo seu aspecto
quantitativo. Por isso, sua aplicabilidade tem o intuito de geração de notas e
conceitos objetivando a aprovação do discente.
8.4.3 Atividades de Enriquecimento Curricular
Entendida como prática acadêmica, a extensão promove atividades integradas com o
ensino e a pesquisa, tendo como objetivo a integração entre segmentos do seminário e deste
com a comunidade externa. As ações extensionistas ampliam o alcance do saber construído ou
adquirido na academia, compartilhando-o com a comunidade externa. Desse modo, o SETAD-
MCP exerce a extensão como uma prática acadêmica que possibilita a interligação do
Seminário – em suas atividades de ensino e pesquisa – com as necessidades da comunidade
acadêmica (contribuindo para a formação do aluno) e com as demandas sociais, possibilitando
o exercício da responsabilidade e do compromisso social e espiritual do ensino superior.
Dessa forma, cada curso incentiva e promove a participação dos alunos em projetos
extensionistas, resultantes da articulação de conteúdos e pesquisas e até dos estágios
obrigatórios. No quesito Estágio, o curso livre de Teologia exige que o aluno desenvolva 180
horas de atividade extensionista. Além do mais, os componentes complementares de Café
Teológico, Mesa Redonda e a Semana Teológica promovem o desenvolvimento de projetos que
deverão atender às necessidades de comunidades. Finalmente, as atividades complementares
exigidas do aluno também se voltam parcialmente para projetos extensionistas.
8.4.4 Atividades Complementares
As atividades complementares têm como objetivo ampliar a formação do profissional
de modo a possibilitar a aquisição de habilidades e experiências não contempladas no âmbito
das disciplinas componentes da Matriz Curricular. Trata-se de um conjunto de atividades
acadêmicas, científicas e culturais que deverão ser realizadas ao longo do curso, no seminário
ou em outras dependências externas (deve-se ressaltar a obediência aos protocolos sanitários
acatando todas as normas vigentes), com a finalidade de proporcionar contato com o mundo,
com or problemas da sociedade, com as expressões da cultura e com a prática da iniciação na
pesquisa. Desta maneira, ampliam-se os conhecimentos gerais e as habilidades de comunicação,
de pensamento crítico, de liderança e de tomada de iniciativa por meio da vivência com
diferentes grupos sociais.
79
Tais atividades possuem caráter inter e transdisciplinar, pois estas podem ser
desenvolvidas tanto nas áreas de atuação do Bacharelado em Teologia quanto em outras áreas
de conhecimento afins. Ao longo do curso, permeando todas as etapas, deverão ser cumpridas
180 horas, das quais no mínimo 50h em ensino, 50h em extensão, 50h em pesquisa. Para o
reconhecimento das horas de atividade complementar, são consideradas as atividades realizadas
a partir do ingresso do aluno no Seminário e a integralização das horas é requisito para obtenção
do diploma.
As atividades complementares são agrupadas em 3 (três) categorias: ensino, pesquisa e
extensão.
a) Atividades de ensino
• Frequência e aprovação em cursos voltados para a temática missiológica
e temas afins da práxis pastoral e ministerial;
• Realização de cursos de línguas bíblicas, dentro ou fora da Instituição,
com certificação, durante a realização do curso de bacharel no SETAD;
• Participação em monitorias, organização e apoio em eventos de cunho
evangélico e científico-teológico atestado por um professor;
• Leitura de livros indicados para a formação profissional, comprovada
mediante avaliação escrita ou oral, sob os critérios do professor
responsável.
b) Atividades de pesquisa
• Trabalhos desenvolvidos durante a realização do curso como artigo
científico, relatório, paper, cujo teor tenha no mínimo 10 laudas de
conteúdo;
• Participação em projetos de natureza administrativa da liderança
eclesiástica ou escolas de ensino teológico (EBD);
• Visitas técnicas monitoradas;
c) Atividades de extensão
• Participação em seminários, aulas inaugurais (fora do período do curso),
semanas, palestras, simpósios, congressos, colóquios e outros encontros
de natureza afins, promovidos pelo SETAD ou outra unidade de ensino
teológico, expressamente reconhecida por atestado ou certificado;
80
• Participação em cursos de atualização, pertinentes à área de formação,
promovidos pelo SETAD ou pela MANTENEDORA, expressamente
reconhecida por atestado, certificado ou outro documento;
• Apresentação oral de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);
• Participação em projetos sociais da Igreja Mantenedora ou igrejas co-
irmãs, do Seminário, ou de outras Instituições, expressamente
reconhecida por atestado, certificado ou outro documento idôneo que
comprove carga horária para validação das horas;
8.4.5 Estágio Curricular Supervisionado
O Estágio Supervisionado do curso livre de Teologia, de modo geral, visa permitir ao
aluno a aplicação concreta dos conceitos assimilados nas aulas teóricas. O Estágio Curricular
Supervisionado é parte integrante principal de Missiologia. O estágio deverá:
• Reunir um conjunto de atividades de formação, programado e diretamente
supervisionado por membros do corpo docente da Instituição, com formação em
Teologia, e procurará assegurar a consolidação e a articulação das competências
estabelecidas;
• Assegurar o contato do formando com situações, contextos e instituições,
permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações
evangelísticas e missionárias ao longo do estágio;
• Contar com medidas efetivas de orientação e avaliação tanto por parte da
Instituição de Educação Teológica Confessional quanto por parte das
instituições concedentes.
Para cumprir seu estágio de 180h, no mínimo, o aluno poderá desempenhar suas funções
de teólogo em locais como igrejas e comunidades religiosas, ongs, escolas, órgãos
governamentais, etc. nas áreas de:
• Ensino teológico para adultos e crianças (Escola Dominical, discipulado,
liderança de grupos pequenos, supervisão da educação cristã)
• Ensino religioso, filosófico e ou ético;
• Assessorias em pesquisas teológicas e religiosas;
• Aconselhamento e capelania;
• Serviço social de natureza variada;
81
• Viagens missionárias supervisionadas pelo Docente de Missiologia
O Coordenador de Estágio é o responsável pelo acompanhamento, orientação,
supervisão e avaliação dos estágios dos discentes, devendo contribuir para o aperfeiçoamento
técnico-cultural, científico, evangelístico e de relacionamento humano. Ao Coordenador de
Estágios compete:
• Identificar as oportunidades de estágio adequadas à proposta pedagógica do
curso, à etapa e modalidade da formação escolar do discente e ao horário e
calendário escolar;
• Incentivar parcerias entre o curso de Teologia e empresas e organizações,
públicas ou privadas, com potencial para a oferta de estágios;
• Manter contato com agentes de integração para manutenção de parcerias ou
criação de novas parcerias, visando facilitar a obtenção de estágios;
• Manter atualizado o cadastro de partes concedentes adequadas à formação
cultural e profissional do estagiário;
• Expedir documentação, de sua competência, e firmar, por delegação da Entidade
Mantenedora, os termos de compromisso de estágio;
• Acompanhar e supervisionar as atividades desenvolvidas pelos discentes ao
longo da ação pedagógico-missionário do estágio;
• Analisar e validar os relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pelo
estagiário, apresentado em prazo não superior a 6 (seis) meses;
• Zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário
para outro local em caso de descumprimento de suas normas;
• Elaborar e manter atualizado o Plano de Atividades de Estágio, que é parte
integrante do Termo de Compromisso.
82
9 O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
9.1 REGULAMENTO
9.1.1 Da Identidade
Art. 1 - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade obrigatória para a
conclusão do curso. Tem como objetivo o aprimoramento da formação
acadêmico-profissional do aluno, orientando-o para a realização de trabalhos de
investigação científica.
Art. 2 – O TCC é planejado e desenvolvido a partir do 3º semestre do curso, e é
constituído de dois módulos: TCC 1 (Projeto), e TCC 2 (Redação). O último
módulo ou a disciplina é aplicado no 4º semestre do curso de Teologia.
Art. 3 – Durante a disciplina TCC 1 (Projeto) será elaborado um projeto monográfico
na área de Teologia, que terá a orientação e supervisão do coordenador de TCC,
responsável pela disciplina, bem como a avaliação descritiva no Plano de Ensino.
Art. 4 – O discente deverá ser capaz de justificar as asserções contidas em seu trabalho
escrito e avaliar suas implicações em relação ao que propõe investigar, desde
que a temática tenha relação ao conjunto de disciplinas teológicas estudadas
demonstrando conhecimento adquirido suficiente para a preparação
metodológica e significativa de seu trabalho de avaliação final.
9.1.2 Da Orientação
Art. 4 – A construção do projeto de pesquisa para o TCC – Artigo Científico, se dará
teoricamente em sala de aula com or professor da disciplina em TCC 1 (Projeto).
Art. 5 – Será neste primeiro módulo que o docente de TCC 1, fará as devidas
recomendações dos temas propostos ao colegiado de Teologia para que, em
reunião exclusiva para esta finalidade, possa-se escolher os devidos orientadores
para cada projeto de pesquisa apresentado.
Art. 5 – Caberá ao discente o ônus correspondente à orientação prestada durante a
elaboração do TCC. Ficando seu valor monetário fixado em tabela disponível na
Secretaria Acadêmica do Setad.
Art. 6 – São atribuições do Professor Orientador:
I - Atender seus orientandos em horário previamente estabelecido e registrar as
atividades realizadas pelo orientando;
83
II - Avaliar as diferentes etapas do desenvolvimento dos trabalhos de pesquisa
de seus orientandos e atribuir a nota de aproveitamento semestral do graduando;
III - Participar, na condição de presidente da Banca Examinadora, das
apresentações das monografias sob sua orientação;
IV – Declarar apto à apresentação do TCC o discente que alcançar média de 7
(sete) na apresentação do Projeto de Pesquisa em TCC 1, cuja avaliação deverá
ser por Banca de Qualificação.
Art. 7 – São deveres e direitos do discente durante o período de orientação:
I – Manter contatos, previamente acordados, com a orientação, para a discussão
e o aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas;
II – Cumprir o calendário divulgado pelo professor titular de TCC 1 para a
entrega de projetos, relatórios parciais e Síntese Teológica.
III – Acatar e revisar todas as orientações recebidas da Banca de Qualificação
em TCC 1 - Projeto, para sua conclusão em TCC 2 - Redação, cuja avaliação do
Artigo Científico será apenas em caráter de avaliação da disciplina, em Banca
de Exame Final, durante a Semana Teológica.
9.1.3 Do Projeto
Art. 8 – Durante as atividades de TCC 1 (Projeto) a avaliação será proposta pelo
coordenador, cuja finalidade será a apresentação do Projeto de Pesquisa em
Banca de Qualificação, sendo facultativo, nesta avaliação parcial a presenta do
Professor Orientador.
Parágrafo Único: Esta avaliação é requisito parcial para a aprovação na disciplina, a
apresentação escrita e oral de um projeto de pesquisa estruturado a ser
desenvolvido e finalizado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso 2 (TCC
2).
Art. 9 – A construção do Projeto de TCC; na forma de Artigo Científico; deverá seguir
a Nominata Oficial do SETAD, para TCC.
Art. 10 – Havendo mudança do título ou recomendações por parte da Banca de
Qualificação quanto ao conteúdo, metodologia, e outros apontamentos, os
mesmos devem ser corrigidos e apresentados em Trabalho Final, na Semana
Teológica, em data oficial de defesas de TCC.
84
Art. 11 – Na disciplina de TCC 2 (Redação), a avaliação proposta compreende as
seguintes etapas, respeitando os prazos que serão estabelecidos:
I – Entrega e apresentação dos capítulos do TCC;
II – Entrega da Redação final do TCC até a data limite determinada pelo docente
e Coordenação Pedagógica;
III – Apresentação do Trabalho Escrito e defesa oral perante banca examinadora
constituída por 03 professores do SETAD e o professor-orientador;
IV – A Banca Examinadora poderá ser constituída por outro professor da área
de Teologia externo a convite do professor-orientador, desde que se faça ciência
ao coordenador de TCC, e seja aprovador pela Secretaria Pedagógica; também
que seja respeitado o número máximo de examinadores (03 no total).
9.1.4 Da Elaboração do Texto
Art. 12 – O TCC deverá seguir a Normativa Oficial Para TCC – Artigo Científico do
SETAD-MACAPÁ.
Art. 13 – O prazo último para a entrega do TCC é previsto na disciplina de TCC 2, cuja
data constará no calendário letivo.
Art. 14 – Para a apresentação oral, na Semana Teológica, o discente deverá providenciar
03 (três) cópias do TCC para a Banca Examinadora.
Art. 15– A entrega do trabalho escrito e o exame oral, fora do prazo regular previsto em
calendário estarão sujeitos a taxas extras.
Art. 16 – Após a Apresentação Final do TCC na Semana Teológica, o discente deverá
entregar na secretaria acadêmica, no prazo legal, uma cópia encadernada do
Artigo Científico (TCC). Esta deverá apresentar as correções requeridas pelo
examinador, visto que o texto entregue fará parte do acervo da biblioteca.
9.1.5 Da Apresentação
Art. 17 – A Semana Teológica é o espaço em que a comunidade acadêmica recolhe os
frutos cultivados durante o inteiro ciclo de estudos dos 04 (quatro) semestres do
curso.
Parágrafo Único: É na Semana Teológica que os formandos apresentam oralmente os
seus Trabalhos de Conclusão de Curso e são avaliados, tanto pela qualidade do
texto produzido, quanto pela capacidade de argumentar teologicamente diante
de situações-problema.
85
Art. 18 – A apresentação ocorrerá em duas etapas:
I – A primeira ocorre durante as atividades de TCC 1 (Projeto), quando o
bacharelando em Teologia apresenta seu Projeto de Pesquisa diante de uma
Banca de Qualificação. O tempo desta apresentação não poderá ultrapassar o
prazo de 15min;
II – Nessa primeira fase, o acadêmico poderá modificar seu projeto, tema, etc.,
se caso for necessário;
III – Na segunda e última fase da apresentação, quando ocorre a defesa do TCC
– Artigo Científico, a apresentação será pública, em data prevista no calendário
levito, e diante de uma Banca Examinadora. O tempo de apresentação não
poderá ultrapassar o prazo de 20 minutos;
IV – O discente terá 15 minutos para exposição oral do seu trabalho de Artigo
Científico; a metodologia da exposição fica à escolha do discente; ele deverá,
contudo, respeitar os critérios de cientificidade e as normas da boa comunicação;
V – O trabalho-pesquisa realizado pelo graduando é avaliado por Banca
Examinadora composta por três participantes efetivos, sendo o professor
orientador obrigatoriamente um deles. Entretanto, a Banca Examinadora só
poderá exercer sua prerrogativa com a participação mínima de 2 (dois) de seus
componentes.
9.1.6 Dos Critérios de Avaliação
Art. 19 – A Banca de Exame deverá fazer uma análise do trabalho escrito e apresentação.
I – Redação: (Peso 10/3): Gramática e Ortografia; Disposição gráfica;
Observância das normas técnicas (margens, sumário, citações, numeração,
paginação); Referências bibliográficas;
II – Conteúdo: (Peso 10/3): Delimitação do tema; Divisão e relação entre as
partes; Relação entre Introdução, Corpo e Conclusão; Relevância Científica;
Relevância Bíblica; Relevância Teológica;
III – Defesa Pública: (Peso 10/3): Coerência entre o texto e a exposição oral;
Clareza, objetividade e segurança quanto ao assunto desenvolvido; Capacidade
argumentativa na defesa; Tempo pré-determinado de 15 + 5min.
86
Art. 20 – A nota final do TCC será o resultado aritmético das notas atribuídas ao
processo de orientação do docente titular de TCC 2 ao trabalho escrito e ao
exame oral da Semana Teológica:
I – O Professor titular de TCC 2 atribuirá uma nota de 1,0 (um) a 10,0 (dez) ao
processo de orientação (encontros presenciais e produção textual), recebendo
essa nota peso um; será a Nota Final 1;
III – 03 notas individuais dos examinadores da Banca: (nx¹ + nx² + nx³ 1 : 3 =
Nota Final 2)
IV – NF1 + NF2 = XY : 2 = MF. O resultado da divisão será a Média Definitiva
do TCC, sem possibilidade de recursos.
Art. 21 – Será aprovado no TCC o discente que obtiver a nota igual ou superior a 7,0
(sete).
I – A prorrogação da entrega do TCC levará em conta o prazo-limite do
lançamento das notas e/ou o término do ano letivo;
II – A não entrega e a não apresentação/defesa do TCC impossibilitam o
formando colar grau.
Art. 22 – Em caso de reprovação, o discente deverá matricular-se no próximo semestre
na disciplina TCC, ficando a critério do interessado continuar ou não com o
mesmo título do Artigo Científico e com o mesmo Orientador.
Parágrafo Único: A matrícula para o TCC implicará a taxa semestral correspondente
aos créditos desta disciplina, respeitando sempre o período de integralização.
Art. 23 – Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso de comum
acordo com a Direção Acadêmica.
87
10 NORMATIZAÇÃO OFICIAL PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO – TCC – ARTIGO CIENTÍFICO6
10.1 PROPÓSITO E ESTRUTURA DO TCC
A entrega do Artigo é um requisito obrigatório para recebimento do Diploma de
Bacharel em Teologia.
A realização do Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo, fomentar a
produção científica na área da Teologia e proporcionar a construção e a partilha do
conhecimento teológico, em um exercício de sistematização e crítica da cultura e do
pensamento construído historicamente.
10.1.1 Da Estrutura do Artigo Científico
A estrutura do Artigo Científico é constituída de elementos pre-textuais, textuais e pós-
textuais:
a) Elementos pre-textuais
− Capa
− Folha de Rosto (obrigatório)
− Errata (opcional)
− Folha de aprovação (obrigatório)
− Dedicatória (opcional)
− Agradecimentos (opcional)
− Epígrafe (opcional)
− Resumo na língua vernácula (obrigatório)
− Resumo em língua estrangeira (Inglês obrigatório)
b) Elementos textuais
− Introdução
− Desenvolvimento (revisão da literatura e resultados obtidos)
− Considerações finais
6
Normatização elaborada pelo Pr. Prof. Esp. Carlos André dos Santos Silva, da cadeira de TCC, Metodologia e
Projeto de Pesquisa. Contêm algumas alterações. E-mail: professorcarlosandre.teologia@gmail.com
88
c) Elementos pós-textuais
− Referência Bibliográfica (obrigatório)
− Glossário (opcional)
− Apêndice (s); (opcional)
− Anexo (s); (opcional)
10.1.2 Do(s) Autor(es)
O trabalho de Conclusão de Curso TCC é INDIVIDUAL ou poderá, a pedido e aprovado
pela Coordenação Pedagógica, ser EM DUPLA.
a) Na estrutura formal
Os critérios técnicos estabelecidos nas normas da Associação Brasileira de
Normas (ABNT) sobre documentação, no que forem aplicáveis;
b) No seu conteúdo
A vinculação direta do seu tema com a área de conhecimento de sua
formação profissional.
c) Quanto à forma de Apresentação do Texto do Artigo
Deverá ser utilizada a fonte Times New Roman 12, e quanto ao número de
laudas, o mínimo será 12 e o máximo de 20. (sem contar as páginas pre-
textuais e pós-textuais).
10.1.3 Prazo de Entrega
1º prazo: ___________________________. O aluno que não entregar na data fixadas:
deverá apresentar e solicitar novo prazo, através de pedido de PRORROGAÇÃO sendo este de
______ até ________ dias, com taxa de R$ ________________________ através de um
requerimento preenchido na secretaria, com os devidos pagamentos. E não atendendo ao novo
prazo o aluno ficará reprovado e terá que matricular-se na disciplina no semestre seguinte.
10.1.4 Considerações
Tem sido comum TCC com transcrição literal de textos de autores da internet e a
RESPECTIVA OCULTAÇÃO DO REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO. Convém observar
que a Lei de Direitos Autorais, Lei nº 9.610/1998, definiu que a cópia de texto de outro autor,
89
sem a devida citação, é crime de plágio, conforme se lê no inciso IV do Art. 46 da referida lei.
No caso se isso vier a acontecer, o aluno será reprovado.
10.2 ORIENTAÇÃO GERAL PARA FORMATAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO
O documento inteiro deve ser formatado em papel A4 (21 cm x 29,7 cm).
As margens Superior e Esquerda devem distar 3 cm da borda da página.
As margens Inferior e Direita devem distar 2 cm da borda da página.
O artigo deve conter, no mínimo, 12 laudas e, no máximo, 20. (Não incluindo as
páginas pre-textuais e pós-textuais).
ESPAÇAMENTO: o espaçamento entre as linhas é de 1,5 cm. As notas de rodapé, o
resumo, as legendas de ilustrações e tabelas e as citações textuais de mais de três linhas devem
ser digitadas em espaço simples. As referências listadas no final do trabalho devem ser digitadas
em espaço simples e separadas entre si por um espaço simples.
10.2.1 Dos Elementos Obrigatórios
O Artigo Científico deve ter os elementos abaixo:
01 – Capa
02 – Folha de rosto (obrigatório)
03 – Folha de aprovação (obrigatório)
04 – Resumo em língua vernácula (obrigatório)
05 – Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
06 – Introdução
07 – Desenvolvimento (revisão de literatura e resultados obtidos)
08 – Considerações Finais
09 – Referências Bibliográficas (obrigatório)
10.3 ATUALIZAÇÃO DAS REGRAS PARA O RESUMO DO ARTIGO - ABNT/NBR
6028:2021
A NBR 6028 (resumos) foi atualizada em 18 de maio de 2021. Apresentamos aqui as
principais alterações:
90
10.3.1 Título
• Na versão 2003 – Resumo: apresentação
• Na versão 2021 – Resumo, resenha e recensão: apresentação
10.3.2 Inclusão de Novos Conceitos
• Recensão – análise crítica, descritiva e/ou comparativa, geralmente elaborada
por especialista.
• Resenha – análise do conteúdo de um documento, objeto, fato ou evento.
Foi retirada a definição de resumo crítico, que era entendido como sinônimo de
resenha.
10.3.3 Resumo
• Segue a obrigatoriedade das informações de forma concisa, em parágrafo único
e sem enumeração de tópicos.
• Verbo na terceira pessoa passou de um “dever” para uma “recomendação”.
• Quando o resumo estiver inserido no próprio documento, é opcional colocar a
referência do próprio documento antes dele.
10.3.4 Novo Texto
a) Quanto a sua extensão, convém que os resumos tenham:
− 150 a 500 palavras (trabalhos acadêmicos e relatórios)
− 100 a 250 palavras (artigos e periódicos)
− 50 a 100 palavras (documentos não contemplados nas alíneas
anteriores)
b) Em outros trechos também ocorreu a substituição do “deve” pelo
“convém”:
− Devem-se evitar (passou para: Convém evitar)
− Deve-se usar o verbo na terceira pessoa (passou para: Convém usar o
verbo na terceira pessoa).
10.3.5 Palavras-chave
• Conforme a atualização, as palavras-chave devem figurar logo abaixo do
resumo, antecedidas da expressão Palavra-chave, seguida de dois pontos,
separadas entre si por ponto e vírgula e finalizadas por ponto.
91
• Devem ser grafadas com as iniciais em letra minúscula, com exceção dos
substantivos próprios e nomes científicos.
• Segue sem a recomendação de quantidade mínima ou máxima de palavras-chave
a serem utilizadas.
10.4 REGRAS PARA A INTRODUÇÃO
Texto é composto de uma parte introdutória, que apresenta os objetivos do trabalho e as
razões de sua elaboração; o desenvolvimento, que detalha a pesquisa ou estudo realizado e uma
parte conclusiva.
Parte inicial do trabalho, que situará o leitor em relação ao tema proposto, devendo
fornecer uma visão global da pesquisa realizada, apresentando o tema, delimitando o assunto
abordado, a justificativa. Deve incluir a apresentação do problema específico da pesquisa, seus
objetivos e a(s) hipótese(s), além de outros elementos necessários para situar o tema trabalhado.
Salienta-se o uso de indicativo de seção primária, ou seja, a introdução é o primeiro título
numerado do trabalho.
A partir da introdução deve constar a paginação. Recomenda-se um recuo de 1,25 cm
na primeira linha de cada parágrafo, alinhamento justificado e espaçamento de 1,5 entrelinhas.
Atenção! Lendo a introdução, o leitor deve sentir-se esclarecido a respeito do teor da
problematização do tema do trabalho, assim como a respeito da natureza do raciocínio a ser
desenvolvido.
10.5 REGRAS PARA O DESENVOLVIMENTO (REFERENCIAL TEÓRICO)
Tendo em vista que o artigo se caracteriza por ser um trabalho extremamente sucinto,
exige-se que tenha algumas qualidades: linguagem correta e precisa, coerência na
argumentação, clareza na exposição das ideias, objetividade, concisão e fidelidade às fontes
citadas. Para que essas qualidades se manifestem é necessário, principalmente, que o autor tenha
um elevado conhecimento acerca do que está escrevendo e tenha feito uma leitura adequada do
material pesquisado.
10.5.1 Quanto à Linguagem Científica
Pádua (1996) recomenda que sejam analisados os seguintes procedimentos no artigo
científico:
92
a) Impessoalidade: redigir o trabalho na 3ª pessoa do singular;
b) Objetividade: a linguagem objetiva deve afastar as expressões: “eu penso”,
“eu acho”, “parece-me” que dão margem a interpretações simplórias e sem
valor científico;
c) Estilo científico: A linguagem científica é informativa, de ordem racional,
firmada em dados concretos. É possível apresentar argumentos de ordem
subjetiva, porém dentro de um ponto de vista científico;
d) Vocabulário técnico: a linguagem científica serve-se do vocabulário comum,
utilizado com clareza e precisão, mas cada ramo da ciência possui uma
terminologia técnica própria que deve ser observada;
e) Correção gramatical: é indispensável. Relatar a pesquisa com frases curtas,
evitando muitas orações subordinadas, intercaladas com parênteses, num único
período. O uso de parágrafos deve ser dosado na medida necessária para
articular o raciocínio. Sempre que se avança no raciocínio, muda-se o
parágrafo.
f) Os recursos ilustrativos: como gráficos estatísticos, desenhos, tabelas são
considerados como figuras e devem ser criteriosamente distribuídos no texto.
10.6 REGRAS PARA RESULTADOS E DISCUSSÃO DA PESQUISA
10.6.1 Resultados
Os principais resultados da pesquisa desenvolvida são descritos aqui, incluindo as
análises estatísticas e se os achados são significativos ou não. Os resultados são descritos no
passado, pois, você estará descrevendo o que já foi feito.
Uma apresentação organizada facilita o entendimento da linha de raciocínio pelo leitor.
Portanto, a maneira como o autor organiza a descrição dos seus resultados precisa ser coerente.
O autor pode seguir a mesma ordem descrita na seção de metodologia ou uma ordem de
relevância, da resposta mais importante para menos importante em relação às perguntas de
pesquisa ou hipóteses. Seguir a ordem apresentada na seção de metodologia é muitas vezes
mais fácil, pois, assim, o autor garante que cada método descrito possui resultados relevantes a
serem apresentados.
93
10.6.2 Discussão
A discussão é a parte mais importante do Artigo. É aqui que se interpreta e analisa
criticamente os resultados obtidos. Nesta seção se responde às perguntas de pesquisa e justifica
a sua abordagem.
A discussão tende a ser a seção mais longa de um trabalho acadêmico ou científico.
Portanto, se pode dividir as informações em subseções para ajudar o leitor a seguir a linha de
raciocínio do autor. Muitas pessoas organizam um esboço com os principais pontos a seres
discutidos, seguindo a ordem de apresentação dos resultados. Dessa forma, pode-se discutir
como os resultados ajudam o autor a responder as perguntas, se eles são consistentes com a
literatura ou trazem fatos inovativos para o campo de pesquisa (relevância científica e
teológica).
Se os achados são diferentes da literatura consultada, deve-se explicar as razões que
levaram aos resultados controversos. Pode ser que o estudo realizado tenha uma amostragem
maior e mais representativa do tópico avaliado do que estudos anteriores, por exemplo.
Se conclui a discussão resumindo as implicações das descobertas, explica-se a
importância prática dos resultados para a área de conhecimento e deve-se fornecer sugestões do
que pode ser feito para complementar a pesquisa realizada em trabalhos futuros.
10.7 REGRAS PARA CONSIDERAÇÕES FINAIS
O autor deverá realizar uma síntese dos elementos constantes no texto do trabalho,
unindo ideias e fechando as questões apresentadas na introdução do trabalho. Nas considerações
finais o aluno deverá responder se a pesquisa resolveu o problema, inicialmente proposto, se
ampliou a compreensão sobre o mesmo ou se foram descobertos outros problemas. O autor
deverá esclarecer, também, se as hipóteses levantadas, no início, foram confirmadas ou
refutadas, se os objetivos gerais e específicos foram alcançados, se a metodologia utilizada foi
suficiente para realizar os procedimentos, se a bibliografia correspondeu às expectativas, além
de demonstrar, também, sua posição diante do tema, após ler, analisar, comparar e sintetizar
diferentes autores a respeito do mesmo. Aqui, também é possível dar sugestões e
recomendações de como lidar com or problema estudado (CERVO; BERVIAN; DA SILVA,
2017).
94
10.8 REGRAS PARA CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
REGRA GERAL: Cita-se apenas o Sobrenome de cada autor (cada um separado por
PONTO-E-VÍRGULA), o ano de publicação, e a página.
10.8.1 Citações Diretas Com Até 3 Linhas
Um só autor: sempre utilizar apenas o sobrenome do autor, ano e página.
• Primeiro exemplo: Segundo Rudio (2007, p.10): “A realidade empírica se
apresenta a nós por meio de fatos”.
• Segundo exemplo: Sabemos que: “A realidade empírica se apresenta a nós por
meio de fatos”. (RUDIO, 2007, p.10)
10.8.2 Citações Diretas Com Mais de 3 Linhas
O texto deve ser digitado sem aspas, com recuo de 4 cm da borda esquerda da página,
em tamanho 10.
[...] O contexto deste livro é a controvérsia entre o calvinismo e o arminianismo.
Enquanto ambos são formas de protestantismo (ainda que alguns calvinistas neguem
que o arminianismo seja autenticamente protestante), eles possuem abordagens bem
diferentes em relação às doutrinas da salvação. (OLSON, 2013, p.20)
Nas doutrinas sistemáticas, a Doutrina da Salvação é a que mais traz discussões entre
duas correntes de intepretação que se opõem fortemente, de um lado têm-se o Arminianismo e
de outro, o Calvinismo, pois de acordo com Olson (2013, p.21):
O calvinismo é utilizado para indicar as crenças soteriológicas compartilhadas entre
pessoas que consideram João Calvino (1509-1564), de Genebra, o maior organizador
e fornecedor de verdades bíblicas durante a Reforma Protestante. O calvinismo é a
teologia que enfatiza a soberania absoluta de Deus como a realidade totalmente
determinante, principalmente no que diz respeito à salvação. A maioria dos calvinistas
clássicos ou calvinistas rígidos concorda que os seres humanos são totalmente
depravados (incapazes de fazer coisa espiritualmente boa, incluindo o exercício de
boa vontade para com Deus), que são eleitos (predestinados) incondicionalmente tanto
para a salvação como para a condenação [...].
10.8.3 Citação Com Dois Autores
No século XXI, muitas teologias têm surgido com novas interpretações doutrinárias e
outras até se entrelaçam com pensamentos puramente filosóficos em detrimento de uma
dogmática genuína, pura, eficaz e cristocêntricas. Dentre essas novas correntes teológicas, têm-
se a Teologia Liberal.
95
É notória a dificuldade em se definir a teologia liberal. No uso popular e nos meios de
comunicação de massa, o termo com frequência refere-se às teologias que negam
crenças tradicionais como a inspiração da Bíblia ou a concepção virginal. Seu sentido
popular e genérico é, no mínimo, impreciso e relativo à posição teológica do
interlocutor, que pode considerar “liberal” qualquer um que se posicione à sua
“esquerda”. (GRENZ; OLSON, 2003, p.58)
10.8.4 Citação Com Três Autores
Exemplo 1: Para Earle, Sanner e Childers (2006, p.23) “O Evangelho de Mateus é o
mais judaico dos Evangelhos. A genealogia judaica de Jesus que ele apresenta retrocede até
Abraão, e é colocada no início do Evangelho”.
Exemplo 2:
Os estudiosos discutiram muitas vezes sobre a possibilidade de a alimentação das
cinco mil pessoas' e também das outras quatro mil serem variações deturpadas da
mesma história. Mas, provas bastante claras depõem contra essa opinião negativa.
Como já observamos, a alimentação das cinco mil pessoas está registrada nos quatro
Evangelhos, enquanto a de quatro mil foi descrita por Mateus e também por Marcos.
No parágrafo que estamos considerando, Mateus e Marcos estão se referindo aos dois
fatos anteriores. Isso nos dá seis referências do atendimento a cinco mil pessoas [...]
(EARLE; SANNER; CHILDERS, 2006, p.117).
10.8.5 Citação Com Quatro Autores ou Mais
Convém indicar todos nas referências, mas é permitido incluir apenas o primeiro e usar
a expressão “et al.”.
Com a nova edição da ABNT/NBR 6023:2018 o et al., passou a ser digitado em itálico
e de uso opcional. Por exemplo:
• No decorrer do texto realizamos a citação (ARALDI et al., 2019)
• Nas referências (NBR 6023):
ARALDI, R.; SILVA, J. de S. da; LAGUE, G.; COSTA, C. M. da; COSTA, E. S.; LARA, D.
M. de. Novas Tecnologias aliadas ao desenvolvimento sustentável. Porto Alegre: Uergs,
2019.
Ou
ARALDI et al. Novas Tecnologias aliadas ao desenvolvimento sustentável. Porto Alegre:
Uergs, 2019.
10.8.6 Citações Indiretas
Aquelas em que dizemos com nossas próprias palavras as ideias do autor (do livro, do
artigo, da revista, da entrevista etc.). Na citação indireta pode parafrasear o autor, mas atenção
que a paráfrase deve vim referendada com o nome do autor e ano de publicação da obra.
96
Exemplo 1: cada um vê com os seus “próprios olhos”. Com isso, o mesmo fenômeno
pode ser interpretado de várias formas. Com efeito, o fenômeno é uma criação humana,
resultante de uma observação-interpretação pessoal/social. Mas os fatos, por outro lado,
existem independentes de nossa compreensão ou vontade (RUDIO, 2007).
Exemplo 2: Segundo Rudio (2007) cada um vê com os seus “próprios olhos”. Com
isso, o mesmo fenômeno pode ser interpretado de várias formas. Com efeito, o fenômeno é uma
criação humana, resultante de uma observação-interpretação pessoal/social. Mas os fatos, por
outro lado, existem independentes de nossa compreensão ou vontade.
10.8.7 Citações de Uma Citação
É a citação de uma obra (ou texto) do qual não se teve acesso direto. Foi extraído da
obra de um autor que não é o autor do texto. Então usa-se a expressão “apud” que quer dizer
“citado por”.
Exemplo: um autor: “Isso é o que ele quer dizer quando diz, no Evangelho de Tomás:
“Racha o bordão e tu me encontrarás aí”. Isto não se refere à pessoa que está falando com você,
não àquele corpo físico; refere-se, ao contrário, ao que ele, com efeito, e você, com efeito, são
de fato.” (CAMPBEL, 1978, p.38 apud JOHN, 1964, p.363)
Exemplo: dois autores: “Impelida pela necessidade de mercados sempre novos, a
burguesia invade todo o globo terrestre. Necessita estabelecer-se em toda parte, explorar em
toda parte, criar vínculos em toda parte.” (HAESBERT; PORTO-GONÇALVES, 2005, p.38
apud MARK; ENGELS, 1998, p.43).
10.9 REGRAS PARA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
As referências bibliográficas devem ser digitadas em espaço simples, tamanho 12,
Times New Roman. Cada uma separada da outra por um espaço em branco.
10.9.1 Livro Inteiro
Obedece a seguinte ordem: autor (es), título, edição, cidade, editora, ano.
GIDDENS, A. O mundo em descontrole: O que a globalização está fazendo de nós. 3. ed. São
Paulo: Record, 2003.
97
10.9.2 Dicionário
Obedece a seguinte ordem: autor(es), título, edição, cidade, editora, ano.
STRONG, James. Dicionário Bíblico Strong: Léxico Hebraico, Aramaico e Grego Strong. São
Paulo: SBB, 2002.
10.9.3 Obra Apresentada em Revistas Especializadas
GURGEL, C. Reforma do Estado e Segurança Pública. Política e Administração, Rio de
Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997.
10.9.4 Bíblias
BÍBLIA, Português. Bíblia Sagrada. Antigo e Novo Testamento. Tradução: João Ferreira de
Almeida, Versão: Revista e Atualizada. 2ª Edição. São Paulo: SBB, 2017
• Apenas uma parte da Bíblia:
BÍBLIA, N.T. João. Português. Bíblia sagrada. Reed. Versão de Antônio Pereira de Figueiredo.
São Paulo: Ed. das Américas, 1950. Cap. 12, vers. 11.
10.9.5 Monografias, Teses e Dissertações
Além dos dados usuais, inclui-se também o número de páginas da obra (ex: 120f, 46f,
21f etc.)
SILVA, R. J. V. A crítica da religião em Mark: 1840-1846. 2010. 176f. Tese (Doutorado em
Filosofia) – Programa de pós-graduação interinstitucional em filosofia das Universidades
Federais de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, Recife, 2010.
10.10 NOVAS NORMAS ABNT: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER!
Novembro (2018), a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) atualizou
algumas de suas normas a respeito das referências bibliográficas (ABNT NBR 6023).
A seguir, vamos ver o que mudou com a atualização das normas ABNT quando se trata
da inserção dessas obras.
10.10.1 Dica nº 1
Não se deve mais usar os sinais gráficos < > para indicar o link de documentos
eletrônicos. Por exemplo:
MASSI, Fernanda. Novas normas ABNT: tudo o que você precisa saber. Disponível em:
www.letraria.net/novas-normas-abnt/. Acesso em: 21 jan. 2019.
98
10.10.2 Dica nº 2
Foi retirado da norma o uso de traços (6 undelines) para indicar a repetição dos nomes
dos autores. O nome deve ser inserido quantas vezes for necessário. Por exemplo:
• Não usar
FERRAZ, A. P. O léxico do português em estudo na sala de aula. Araraquara: Letraria, 2017.
________, A. P. O léxico do português em estudo na sala de aula. Araraquara: Letraria, 2016.
• Usar
FERRAZ, A. P. O léxico do português em estudo na sala de aula. Araraquara: Letraria,
2017.
FERRAZ, A. P. O léxico do português em estudo na sala de aula. Araraquara: Letraria,
2016.
10.10.3 Dica nº 3
Quando houver até 3 autores, todos devem ser indicados. Por exemplo:
EARLE, Ralph; SANNER, A. Elwood; CHILDERS, Charles L. Comentário Bíblico Beacon:
Mateus a Lucas. vol. 6. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
10.10.4 Dica nº 4
Quando houver 4 ou mais autores, convém indicar todos nas referências, mas é
permitido incluir apenas o primeiro e usar a expressão “et al”.
ARALDI, R.; SILVA, J. de S. da; LAGUE, G.; COSTA, C. M. da; COSTA, E. S.; LARA, D. M. de.
Novas Tecnologias aliadas ao desenvolvimento sustentável. Porto Alegre: Uergs, 2019.
Ou
ARALDI et al. Novas Tecnologias aliadas ao desenvolvimento sustentável. Porto Alegre:
Uergs, 2019.
10.11 ORDENAÇÕES DAS REFERÊNCIAS
Ordenação alfabética (usar espaçamento simples entre linhas e alinhamento à
margem esquerda).
ANDRÉ, M. E. D. A. O papel mediador da pesquisa no ensino de didática. 2008, p.19-36. In:
OLIVEIRA, Maria Rita Neto S. et al (orgs.). Alternativas no ensino da didática. Campinas:
Papirus, 1997.
BRAATEN, Carl E.; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol. 1. São Leopoldo: Sinodal,
2002.
CONSELHO DE DOUTRINA DA CGADB. Manual de Doutrina das Assembleias de Deus
no Brasil. 6. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004
99
10.12 MODELOS ESTRUTURAIS DO ARTIGO
10.12.1 Capa
SEMINÁRIO TEOLÓGICO DA ASSEMBLEIA DE DEUS – SETAD
CURSO LIVRE BACHAREL EM TEOLOGIA
NOME DO ALUNO (A)
TÍTULO: SUBTÍTULO DO TRABALHO
(Se houver sub título)
MACAPÁ/AP
2022
Fonte: Times
New Roman.
Negrito.
Tamanho 12
CAIXA
ALTA
Espaço
simples
TÍTULO:
negrito
Subtítulo:
CAIXA ALTA
sem negrito.
100
10.12.2 Folha de Rosto
NOME DO ALUNO (A)
TÍTULO: SUBTÍTULO DO TRABALHO
(Se houver sub título)
Artigo Científico apresentado como exigência
para obtenção do título de Bacharel em Teologia
pelo Seminário Teológico da Assembleia de
Deus – SETAD.
Orientador (a):
MACAPÁ/AP
2022
Fonte: Times
New Roman.
Negrito.
Tamanho 12
CAIXA ALTA
Espaço simples
TÍTULO:
negrito
Subtítulo:
CAIXA ALTA
sem negrito.
Fonte: Times
New Roman.
Tamanho 10
CAIXA ALTA
Espaço
SIMPLES
Recuo 9.
101
10.12.3 Folha de Aprovação
NOME DO ALUNO (A)
AVALIADO EM ____/____/2022
CONCEITO FINAL: _______________
___________________________________________
Nome Orientador
BANCA EXAMINADORA
_________________________________________
Nome do Professor (a)
_________________________________________
Nome do Professor (a)
_________________________________________
Nome do Professor (a)
MACAPÁ/AP
2022
Fonte: Times
New Roman.
Negrito.
Tamanho 12
CAIXA
ALTA
Espaço
SIMPLES
102
10.12.4 Resumo Atualizado (ABNT NBR 6028:2021)
TÍTULO: SUBTÍTULO DO TRABALHO
(Se houver subtítulo)
Marcos Pereira de Souza1
Carlos Fábio Freitas2
Resumo: Neste artigo, nós apresentamos as regras da ABNT que serão aplicáveis aos artigos
de conclusão do Curso Livre Bacharel em Teologia do Seminário Teológico da Assembleia de
Deus – SETAD. Baseamo-nos nas NBRs 14724, 6023, 6024, 6027, 6028, 6034, 10520.
(Seguindo as normas atualizadas ABNT NBR 6028:2021) Segunda edição 18 de maio de
2021.
Palavras-chave: regras; artigos; monografias; ABNT.
Abstract: In this article, we presente the ABNT rules that will be applicable to the
conclusion articles of the Free Bachelor inTheology Course of the Assembley of God
Theological Seminary – SETAD. We are based on NBRs 1474, 6023, 6024, 6027, 6028,
6034, 10520. (Following thw updated standards ABNT NBR 6028:2021) Second edition May
18, 2021.
Keywords: rules; articles; monographs; ABNT.
1 Bacharelando em teologia pelo Seminário Teológico da Assembleia de Deus -
SETAD
2 Pr. Prof. Esp. Seminário Teológico da Assembleia de Deus – SETAD. E-mail:
carlosfabio@gmail.com
TÍTULO: SUBTÍTULO DO TRABALHO
(Se houver subtítulo)
Marcos Pereira de Souza1
Carlos Fábio Freitas2
Resumo: Neste artigo, nós apresentamos as regras da ABNT que serão aplicáveis aos artigos
de conclusão do Curso Livre Bacharel em Teologia do Seminário Teológico da Assembleia de
Deus – SETAD. Baseamo-nos nas NBRs 14724, 6023, 6024, 6027, 6028, 6034, 10520.
(Seguindo as normas atualizadas ABNT NBR 6028:2021) Segunda edição 18 de maio de
2021.
Palavras-chave: regras; artigos; monografias; ABNT.
Abstract: In this article, we presente the ABNT rules that will be applicable to the
conclusion articles of the Free Bachelor inTheology Course of the Assembley of God
Theological Seminary – SETAD. We are based on NBRs 1474, 6023, 6024, 6027, 6028,
6034, 10520. (Following thw updated standards ABNT NBR 6028:2021) Second edition May
18, 2021.
Keywords: rules; articles; monographs; ABNT.
1 Bacharelando em teologia pelo Seminário Teológico da Assembleia de Deus -
SETAD
2 Pr. Prof. Esp. Seminário Teológico da Assembleia de Deus – SETAD. E-mail:
carlosfabio@gmail.com
Times New
Roman.
Tamanho 12
Fonte: Times
New Roman.
Tamanho 10
O Resumo
deve conter,
no máximo,
250 palavras,
e deve ser
digitado em
parágrafo
único.
O abstract é
obrigatório.
Fonte
Times
New
Roman.
Tamanho
10 Espaço
Simples
Notas de
rodapé
devem
estar em
Fonte
Times
New
Roman.
Tamanho
10.
Espaço
Simpes
103
10.12.5 Estrutura do Desenvolvimento
5
1 INTRODUÇÃO
A formatação de monografias, dissertações, teses e artigos deve seguir, tanto
quanto possível, as regras formuladas pela ABNT....
2 AS NOVAS REGRAS APLICÁVEIS NOS ARTIGOS INTERNACIONAIS
Nos trabalhos a ser publicados em revistas internacionais as regras da ABNT
não têm validade, isto porque, nesses casos, vale a regra das referidas revistas.
2.1 AS REVISTAS INTERNACIONAIS E ACEITAÇÃO DAS NBR
No cenário internacional encontramos uma diversidade de modelos de
formatação, mas, em geral, o tamanho e o formato para a fonte é o mesmo (Times
New Roman, 12). Quanto ao espaçamento, algumas revistas preferem espaço duplo.
3 FORMATAÇÃO DO CORPO DO TEXTO
O corpo do texto segue formatação do próprio conteúdo. Quer da introdução,
desenvolvimento ou conclusão.
3.1 TIPOS DE FORMATAÇÃO
O corpo do texto deve estar em formato justificado.
4 XXXXXXXXXXXXXXXXXX
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A numeração
de página
deve listar das
bordas
Superior e
Direita 2 cm.
E deve
começar da
introdução em
diante. Fonte
igual o texto.
Tamanho 10.
Os elementos
considerados
TEXTUAIS
(introdução,
desenvolvime
nto e
considerações
finais) devem
ser
formatados
em Fonte
Times New
Roman,
Tamanho 12.
Espaço 1,5
entrelinhas.
A distância
entre a
introdução e a
primeira linha
do parágrafo é
UM espaço
em branco de
1,5. O mesmo
se aplica a
todas as
seções e
subseções.
Os
parágrafos
iniciam com
recuo de
1,25 cm
Note que as
seções (1.,
2., 3. etc.)
estão em
maiúscula e
negrito; e as
subseções
(1.1, 1.2, 2.1,
2.2, 3.4 etc.)
em
maiúscula
sem negrito.
As subseções
terciárias
(1.1.1, 2.1.1,
etc) devem
estar em
minúscula
104
10.12.6 Lista de Referências
105
11 DOS NÚCLEOS DE TEOLOGIA
O Seminário Teológico da Assembleia de Deus tem possibilitado à toda comunidade
evangélica do Estado do Amapá, principalmente na capital, município de Macapá, a abertura
de núcleos de teologia em igrejas co-irmãs e parceiras nos projetos de extensão do ensino
teológico.
Com o avanço de demandas para atender ao público interessado, se faz necessário
algumas observações importantes quanto à implantação e manutenção de tais núcleos:
• Infraestrutura (sala de aula)
• Acessibilidade
• Tutoria
• Quantidade mínima de inscritos para funcionamento do núcleo
• Bolsas de estudos
• Custeio de viagens para núcleos fora do domicílio do docente (interiores)
O projeto de levar o ensino teológico aos interiores, tem se tornado de grande relevância,
pois busca o aperfeiçoamento do corpo de obreiros e missionários da região norte e amapaense
oriundos da Assembleia de Deus – a Pioneira, e dos demais cidadãos que desejam conhecer
profundamente o ensino das Escrituras Sagradas e suas doutrinas.
Nesse sentido, a igreja ou instituição que desejar instalar um núcleo de teologia precisa
se dispor à cooperação mútua e até de cunho financeiro para que o almejado projeto se torne
realidade.
a) Do SETAD: garantias e deveres
− O currículo;
− Professores;
− Acompanhamento didático-pedagógico;
− Acervo bibliotecário em mídi (PDF)
− Oferta de bolsas de estudos;
− Atendimento administrativo;
− Certificação
106
− Outorga e Formatura
b) Da Instituição Receptora: compete a esta a:
− Manutenção do Núcleo de Teologia (material didático, papel A4, quadro
branco; pincel; apagador, etc.)
− Facilidade de acesso ao público interessado;
− Propaganda;
− Ajuda financeira para o custeio de viagens de professores ao local de ensino;
(Para Núcleos instalados em outros municípios)
− Apresentar um número de inscrição mínima para abertura das aulas.
− Custeio financeiro da Outorga ou Formatura (aluguel de becas, convites,
ornamentação do local da cerimônia, coffee-break)
c) Dos Cursos: Conforme o objetivo do Núcleo de Teologia:
− A manutenção do curso de teologia para Núcleos que receberem o Nível
Médio terá um custeio menor; haja vista que, o currículo e o tempo do curso
são excepcionalmente menores do que o ofertado para o bacharel de
teologia;
− A manutenção do curso de teologia para Núcleos que receberem o Bacharel
em Teologia terá um custeio maior; leva-se em consideração o tempo do
curso; o currículo; material didático para as atividades avaliativas e de
conteúdos disciplinares.
− A pedido da instituição receptora, o SETAD poderá ofertar e aplicar outros
cursos de caráter de “Extensão”: evangelismo, liderança, EBD, etc. Sendo
que os mesmos obrigatoriamente terão inscrição e mensalidade (se for o
caso) à parte.
107
12 CONCLUSÃO
O Seminário Teológico da Assembleia de Deus apresenta o presente PPC do curso livre
Bacharel em Teologia, na modalidade Presencial e Semipresencial (Ensino Remoto), para
atender as necessidades e expectativas dos novos projetos lançados, que exigem mudança no
modelo atual da matriz curricular, amplitude de conhecimentos e socializações na área teológica
cujo foco seja o preparo do discente para o dinamismo da chamada ministerial e docência na
Palavra de Deus.
Por se este, o primeiro documento oficial do SETAD, fica estabelecido, por fim, que
todas as alterações, retificações e especificações efetuadas a partir do primeiro quinquênio
sejam registradas como “Apêndice”, de modo a tornar visível o histórico de modificações por
que passou o documento original ao longo da oferta do curso.
108
13 REFERÊNCIAS
ANDRÉ, M. E. D. A. O papel mediador da pesquisa no ensino de didática. 2008, p.19-36. In:
OLIVEIRA, Maria Rita Neto S. et al (orgs.). Alternativas no Ensino da Didática. Campinas:
Papirus, 1997.
BRAATEN, Carl E.; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol. 1. São Leopoldo: Sinodal,
2002.
BRASIL. Decreto Presidencial nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art.
36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes
e bases da educação nacional, e dá outras providências. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm Acesso em: 19
de junho de 2021.
CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia Científica. 6. ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2017
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Conselho de Escola Superior. Parecer nº
60/2014, aprovado em 12 de março de 2014. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
para o curso de graduação em Teologia. Disponível em:
https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/CNE_PAR_CNECESN602014.pdf?q
uery=Cursos%20Livres Acesso em 20 de setembro de 2021.
CONSELHO DE DOUTRINA DA CGADB. Manual de Doutrina das Assembleias de Deus
no Brasil. 6. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. 33. ed.
São Paulo: Paz e Terra, 2006 (Coleção Leitura).
LIBÂNIO, João Batista; MURAD, Afonso. Introdução à Teologia: Perfil, enfoques, tarefas.
6. ed. São Paulo: Loyola, 2007.
LEGISLAÇÃO CURSOS LIVRES. Definição e Informações Legais Sobre Cursos Livres.
Disponível em: http://www.institutoteologicoadonai.comunidades.net/legislacao-cursos-livres
Acesso em 20 de jun. 2021.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes
da Educação Nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF.
1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm Acesso: 10 de junho
2021.
MORIN, Edgar. A Cabeça Bem Feita. Repensar a reforma repensar o pensamento. 6. ed. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil LTDA., 2002.
MORIN, Edgar. (org.). A Religação dos Saberes: O desafio do século XXI. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2001.
109
PERRENOUD, Philippe. As Competências Para Ensinar no Século XXI: A formação dos
professores e o desafio de avaliação. Porto Alegre: Artmed editora, 2002.
PORQUE O ENSINO PRESENCIAL É MELHOR? Disponível em:
https://treinamento24.com/library/lecture/read/363022-porque-o-ensino-presencial-e-melhor.
Acesso em 15 de março de 2021
SANTOS, Vanice dos; CANDELORO, Rosana J. Trabalhos Acadêmicos: Uma orientação
para a pesquisa e normas técnicas. Porto Alegre: AGE, 2006.
SILVA, Carlos André dos Santos. Orientação Para o Trabalho de Conclusão de Curso –
TCC Artigo Científico. Macapá: SETAD, 2021.
TEIXEIRA, Mara Rubia Moraes; TEIXEIRA, Maria Rosa Moraes. SETAD–MACAPÁ:
Preparando obreiros para a seara. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 47 f. Defesa: 2021.
Seminário Teológico da Assembleia de Deus. Macapá, AP. [não publicado]

PPC - SETAD.pdf

  • 1.
  • 2.
    1 “A adoção épreparada para os que creem, e não a fé é preparada para os que serão adotados.” Jacob Arminius MACAPÁ -AP 2022
  • 3.
    2 SEMINÁRIO TEOLÓGICO DASASSEMBLEIAS DE DEUS PROJETO PEDAGÓGICO CURSO LIVRE DE BACHAREL EM TEOLOGIA Projeto Pedagógico elaborado do Curso Livre Bacharel em Teologia do Seminário Teológico das Assembleias de Deus – SETAD. MACAPÁ – AP 2022
  • 4.
    3 LISTA DE SIGLAS ABNT– Associação Brasileira de Normas Técnicas AD – Assembleia de Deus AC – Atividade Complementar AV – Avaliação de Disciplina CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CEPRES – Centro de Estudos de Religiões, Religiosidades e Políticas Públicas CF – Constituição Federal CNE – Conselho Nacional de Educação DCNs – Diretrizes Curriculares Nacionais EaD – Educação à Distância EBD – Escola Bíblica Dominical EETAD – Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus IBAD – Instituto Bíblico das Assembleias de Deus IETC – Instituição de Ensino Teológico Confessional LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional MCP – Macapá MEC – Ministério da Educação NBR – Norma Brasileira NDE – Núcleo Docente Estruturante NET – Núcleo de Educação Teológica PPC – Projeto Pedagógico de Curso SETAD – Seminário Teológico da Assembleia de Deus TCC – Trabalho de Conclusão de Curso TICs – Tecnologias de Informação e Comunicação UNIFAP – Universidade Federal do Amapá
  • 5.
    4 Cremos... Em um sóDeus, que é Santo, Criador de todas as coisas, soberano, eterno, subsistente em três Pessoas: o Pai, O Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12,29). Na inspiração divina e plenária da Bíblia, bem como na sua infalibilidade e Inerrância, como única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristãos (2 Tm 3.14-17). Como dizem as Escrituras, na concepção virginal de Jesus, como obra exclusiva do Espírito Santo (Is 7.14; At 1.9; Rm 8.34). Que o pecado degenerou o homem e, como consequência, destituiu-o da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo o podem restaurar a Deus (Rm 3.23; At 3.19). Na salvação presente, imediata, completa e perfeita e na justificação do homem recebidas gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo (At 10.43; Rm 3.24- 26; 10.13; Hb 5.9; 7.25). No batismo bíblico efetuado por imersão do Corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12). No Espírito Santo como a terceira Pessoa da Trindade, genuíno Deus, eterno, onipotente, onipresente e onisciente (Jo 16.13,14). Na segunda vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. A primeira, invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja da terra, antes da grande tribulação; a segunda, visível ecorporal,comsuaIgrejaglorificada,parareinarsobreomundodurantemilanos(Zc14.5; I Ts 4.16,17; 1 Co 15.51-54; Jd 14; Ap 20.4). No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15). Na vida eterna de gozo, de justiça e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Ap 20.11-15).
  • 6.
    5 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO 2 DADOSINSTITUCIONAIS E CONTEXTUALIZAÇÃO DO SETAD 2.1 DADOS DA INSTITUIÇÃO............................................................................................ 2.2 DADOS DA MANTENEDORA........................................................................................ 2.3 DADOS DOS DIRIGENTES DO SETAD-MACAPÁ....................................................... 2.4 MISSÃO E VALORES DO SETAD-MACAPÁ................................................................ 2.5 OBJETIVOS DO SETAD-MACAPÁ................................................................................ 2.6 BREVE HISTÓRICO DO SETAD NO AMAPÁ............................................................. 2.6.1 Atuação Acadêmica na Graduação Livre.......................................................... 3 O ENSINO PRESENCIAL E SEMIPRESENCIAL 3.1 MISSÃO, VISÃO E VALORES DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO TEOLÓGICA............ 3.2 OBJETIVOS, METAS E AÇÕES....................................................................................... 3.3 INSERÇÃO ESTADUAL DOS NÚCLEOS DE TEOLOGIA........................................... 4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E PEDAGÓGICA DO SETAD 4.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E DE GESTÃO.................................................... 4.1.1 Diretoria............................................................................................................... 4.1.2 Mídias e Tecnologias.......................................................................................... 4.1.3 Operações Acadêmicas....................................................................................... 4.1.4 Coordenação Pedagógica..................................................................................... 4.1.5 Biblioteca............................................................................................................. 4.1.6 Apoio aos Núcleos Teológicos............................................................................. 4.2 EQUIPE ACADÊMICA..................................................................................................... 4.2.1 Núcleo Docente Estruturante............................................................................... 4.2.2 Corpo Docente..................................................................................................... 4.2.3 Coordenação de Curso........................................................................................ 4.3 ATENDIMENTO AOS DISCENTES............................................................................... 4.3.1 Suportes e Canais de Atendimento ao Aluno..................................................... 5 INFRAESTRUTURA FÍSICA E TECNOLÓGICA DO SETAD-MACAPÁ 9 10 10 10 10 10 11 11 13 15 16 17 18 19 19 19 19 20 20 20 20 20 21 22 23 23 23 24
  • 7.
    6 5.1 REDES EEQUIPAMENTOS DO SETAD-MACAPÁ...................................................... 5.1.1 Estúdio de Gravação de Videoaulas................................................................... 5.2 PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO.................................... 5.3 INFRAESTRUTURA ADMINISTRATIVA E DE APOIO PEDAGÓGICO DO SETAD-MACAPÁ......................................................................................................... 6 POLÍTICAS DE INCENTIVO À PRODUÇÃO ACADÊMICA 7 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO 7.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA...................................... 7.2 FUNDAMENTOS BÁSICOS DO CURSO LIVRES DE TEOLOGIA.............................. 7.2.1 Legais..................................................................................................................... 7.2.2 Filosóficos............................................................................................................... 7.2.3 Epistemológicos................................................................................................... 7.2.4 Metodológicos....................................................................................................... 7.3 OBJETIVOS DO CURSO................................................................................................... 7.3.1 Objetivo Geral....................................................................................................... 7.3.2 Objetivos Específicos.......................................................................................... 7.4 PERFIL DO EGRESSO DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA......................................... 8 CONCEPÇÃO E ORGANIZAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR 8.1 MATRIZ CURRICULAR................................................................................................... 8.1.1 Quadro 1 – Matriz Curricular Distribuída por Semestre/Bimestre................... 8.1.2 Quadro 2 – Disciplinas Optativas da Matriz Curricular.................................... 8.1.3 Quadro 3 – Resumo da Carga Horária Total e Mínima.................................... 8.1.4 Quadro 4 – Disciplinas Por Eixos de Formação e Núcleos Temáticos.............. 8.2 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA................................................................................... 8.3 ESTRATÉGIA DE INTERDISCIPLINARIDADE........................................................... 8.4 ESTRUTURA CURRICULAR.......................................................................................... 8.4.1 Critérios de Aprovação – Notas e Frequência.................................................... 8.4.2 Avaliação e Atividade Acadêmica Presencial..................................................... 8.4.3 Atividades de Enriquecimento Curricular........................................................ 8.4.4 Atividades Complementares............................................................................. 8.4.5 Estágio Curricular Supervisionado...................................................................... 24 24 25 26 27 27 27 28 28 30 30 31 33 35 35 36 37 39 39 40 40 41 44 75 76 76 77 78 78 80
  • 8.
    7 9 O TRABALHODE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC 9.1 REGULAMENTO............................................................................................................... 9.1.1 Da Identidade........................................................................................................ 9.1.2 Da Orientação....................................................................................................... 9.1.3 Do Projeto............................................................................................................. 9.1.4 Da Elaboração do Texto................................................................................... 9.1.5 Da Apresentação................................................................................................... 9.1.6 Dos Critérios de Avaliação.................................................................................. 10 NORMATIZAÇÃO OFICIAL PARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC – ARTIGO CIENTÍFICO 10.1 PROPÓSITO E ESTRUTURA DO TCC.......................................................................... 10.1.1 Da Estrutura do Artigo Científico..................................................................... 10.1.2 Do(s) Autor(es)................................................................................................... 10.1.3 Prazo de Entrega................................................................................................ 10.1.4 Considerações..................................................................................................... 10.2 ORIENTAÇÃO GERAL PARA FORMAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO................ 10.2.1 Dos Elementos Obrigatórios........................................................................... 10.3 ATUALIZAÇÃO DAS REGRAS PARA O RESUMO DO ARTIGO ABNT NBR 6028:2021..................................................................................................................... 10.3.1 Título.................................................................................................................. 10.3.2 Inclusão de Novos Conceitos............................................................................. 10.3.3 Resumo................................................................................................................ 10.3.4 Novo Texto......................................................................................................... 10.3.5 Palavras-chave................................................................................................... 10.4 REGRAS PARA A INTRODUÇÃO................................................................................ 10.5 REGRAS PARA O DESENVOLVIMENTO (REFERENCIAL TEÓRICO) .................. 10.5.1 Quanto à Linguagem Científica....................................................................... 10.6 REGRAS PARA RESULTADOS E DISCUSSÃO DA PESQUISA.............................. 10.6.1 Resultados........................................................................................................... 10.6.2 Discussão............................................................................................................ 10.7 REGRAS PARA CONSIDERAÇÕES FINAIS.............................................................. 10.8 REGRAS PARA CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS......................................................... 82 82 82 82 83 84 84 85 87 87 87 88 88 88 89 89 89 90 90 90 90 90 91 91 91 92 92 93 93 94
  • 9.
    8 10.8.1 Citações Diretascom Até 3 Linhas.................................................................... 10.8.2 Citações Diretas com Mais de 3 Linhas............................................................. 10.8.3 Citação com Dois Autores................................................................................. 10.8.4 Citação com Três Autores.................................................................................. 10.8.5 Citação com Quatro Autores ou Mais............................................................. 10.8.6 Citações Indiretas................................................................................................ 10.8.7 Citações de Uma Citação.................................................................................... 10.9 REGRAS PARA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................. 10.9.1 Livro Inteiro........................................................................................................ 10.9.2 Dicionário.......................................................................................................... 10.9.3 Obra Apresentada em Revista Especializada..................................................... 10.9.4 Bíblias.................................................................................................................. 10.9.5 Monografias, Teses e Dissertações..................................................................... 10.10NOVAS NORMAS ABNT: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER.......................... 10.10.1 Dica nº 1............................................................................................................ 10.10.2 Dica nº 2........................................................................................................... 10.10.3 Dica nº 3............................................................................................................ 10.10.4 Dica nº 4............................................................................................................ 10.11ORDENAÇÕES DAS REFERÊNCIAS............................................................................ 10.12MODELOS ESTRUTURAIS DO ARTIGO..................................................................... 10.12.1 Capa.................................................................................................................. 10.12.2 Folha de Rosto................................................................................................. 10.12.3 Folha de Aprovação......................................................................................... 10.12.4 Resumo Atualizado (ABNT NBR 6028:2021) ................................................ 10.12.5 Estrutura do Desenvolvimento........................................................................ 10.12.6 Lista de Referências......................................................................................... 11 DOS NÚCLEOS DE TEOLOGIA 12 CONCLUSÃO 13 REFERÊNCIAS 94 94 94 95 95 96 96 96 96 97 97 97 97 97 97 98 98 98 98 99 99 100 101 102 103 104 105 107 108
  • 10.
    9 1 APRESENTAÇÃO O presenteProjeto Pedagógico tem por finalidade apresentar as diretrizes gerais do Curso Livre de Bacharel em Teologia, modalidade Presencial e Semipresencial, do Seminário Teológico da Assembleias de Deus – A Pioneira (SETAD-MACAPÁ). O Curso visa a formação do(a) Bacharel em Teologia e seu currículo pauta-se segundo princípios e ideais defendidos pela Mantenedora, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus – A Pioneira. Desta forma, consolida-se com profundidade na corrente de pensamento teológico que faz oposição ao Calvinismo, o Arminianismo (característica tradicional das igrejas de tradição pentecostal de confissão arminiana). O Projeto Pedagógico do Curso Livre de Bacharel em Teologia, modalidades Presencial e Semipresencial, do SETAD, objetiva principalmente a formação ministerial do Teólogo(a), não deixando de considerar, sua formação acadêmica, a base humanista, engajamento comunitário, social, espiritual e intelectual e que seja protagonista de transformação, na busca de uma sociedade mais justa e fraterna. Os discentes, além do cumprimento da carga curricular obrigatória e optativa, deverão cumprir atividades de estágio curricular obrigatório, trabalho de conclusão de curso e atividades complementares, para obterem o título de Bacharel em Teologia. Assim, o projeto pedagógico, em consonância com o perfil teológico confessional centra-se no currículo como objeto de aprendizagem e análises empíricas e epistemológicas, com o apoio do docente facilitador deste processo. Reitera-se a flexibilidade desde PPC, no decorrer do desenvolvimento do Curso de Graduação em Teologia do SETAD, caso haja a necessidade de atualização da proposta pedagógica inicial. Se assim ocorrer, firma-se o compromisso de revisão e atualização por um núcleo docente estruturante (NDE) desta instituição de ensino teológico de perspectiva pentecostal.
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    10 2 DADOS INSTITUCIONAISE CONTEXTUALIZAÇÃO DO SETAD 2.1 DADOS DA INSTITUIÇÃO Nome: Seminário Teológico da Assembleia de Deus. Sigla: SETAD Endereço: Rua Tiradentes, 532, Central, CEP: 68900-098, Macapá-Amapá. Telefone: (96) 98426-2572 E-mail: setadoficial@gmail.com 2.2 DADOS DA MANTENEDORA Razão Social: Igreja Evangélica Assembleia de Deus – A Pioneira. CNPJ: 05.989.975/0001-08 Data de Abertura: 08 de abril de 1976 Tipo: Matriz Natureza Jurídica: 399-9 – Associação Privada Atividade Principal: 94.01-0-00 – Atividades de organizações religiosas ou filosóficas Endereço: Rua Tiradentes, nº 532, Central, CEP: 68900-098, Macapá, Amapá, Brasil. Telefone: (96) 99113-4832 2.3 DADOS DOS DIRIGENTES DO SETAD-MACAPÁ Pr. Dr. Oton Miranda de Alencar – Reitor Pr. Dr. Iaci Pelaes – Vice Reitor Pr. Esp. Rodrigo de Lima Junior – Diretor Executivo Pra. Esp. Irenilda Monção Oliveira Lima – Diretora Administrativa e Acadêmica Pr. Esp. Weverton Gleison Mendes Costa – Diretor e Coordenador Pedagógico Jaqueline Silva – Secretária Cemira Higino – Secretária 2.4 MISSÃO E VALORES DO SETAD-MACAPÁ A missão oferece um direcionamento para a atuação deste curso no âmbito da sociedade em que está inserido. O papel que o curso tem, por intermédio dos conteúdos, recursos e
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    11 metodologias próprios daárea de atuação, é o de “educar o ser humano, criado à imagem de Deus, para o exercício pleno da cidadania, em ambiente de fé cristã arminiana e pentecostal”. Os valores defendidos do SETAD, são a dignidade do ser humano, o pluralismo democrático, a transparência e responsabilidades nas relações institucionais e comunitárias, o respeito à individualidade e diversidade de ideias, o espírito de equipe e criatividade, a ortodoxia cristã evangélica pentecostal, e o compromisso com o meio ambiente. O Seminário Teológico da Assembleia de Deus valoriza o trabalho do ensino baseado no “amor”. Obedecendo ao que está escrito em 1 Coríntios 16.14: “todas as vossas coisas sejam feitas com amor”. A obra do Senhor Jesus deve ser pautada em amor, o maior valor e dom supremo, segundo as Escrituras. (TEIXEIRA; TEIXEIRA; 2021, p. 22) 2.5 OBJETIVOS DO SETAD-MACAPÁ O Seminário Teológico da Assembleia de Deus tem como objetivo geral a preparação de obreiros, missionários, evangelistas, pastores e demais membros do corpo de Cristo, bem como aos leigos, através de acréscimo do conhecimento teológico, para a atuação na práxis ministerial, missionária e social considerando o atendimento espiritual coletivo e individual, regidos pela ótica da expansão do reino de Deus, com anuência da confessionalidade de sua mantenedora. 2.6 BREVE HISTÓRICO DO SETAD NO AMAPÁ Segundo Teixeira e Teixeira (2021), o Seminário Teológico da Assembleia de Deus – SETAD – Macapá, está situado na capital do Estado do Amapá, Macapá, na região Norte do Brasil. Localizado no centro da cidade. Suas atividades, conhecidas como a “primeira fase” iniciaram-se no dia vinte e nove de novembro de 1999, inicialmente apenas com os cursos básico e médio em Teologia. O SETAD é uma instituição teológica já conhecida em todo o Brasil na denominação das Assembleias de Deus. Tendo como principal característica a autonomia de suas escolas teológicas fundadas nos Estados da Federação, obedecendo o regimento doutrinário e convenções adotados pelas Igrejas mantenedoras. No Amapá, os pioneiros do SETAD foram o pastor Dr. Oton Miranda de Alencar, pastor José Marques Ferreira e o apóstolo Orley Miranda de Alencar e seus apoiadores. O material
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    12 didático utilizado erafornecido pelos mantenedores: pastores Samuel Câmara e Jacilene Ferreira, esposa do primeiro diretor do SETAD–Macapá. A Igreja Local que implantou o Seminário Teológico foi a Assembleia de Deus, a Pioneira. (TEIXEIRA; TEIXEIRA, 2021). A ideia de fundar uma escola teológica era necessário porque em terras tucujus ainda não existia tal estudo, fazendo com que os obreiros que buscavam estudar a Palavra de Deus se deslocassem para outras regiões e estados. Os moldes adotados em Belém do Pará foram os pilares para a fundação do SETAD em Macapá. Antes do SETAD ser implantado nas Assembleias de Deus – a Pioneira, já se tinha a Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus (EETAD), cujo sistema de ensino é diferenciado, oferecendo aulas por intermédio de tutoria e material didático impresso; e ensino modular. Serviu de inspiração para o SETAD em Macapá, mas este preferiu o uso de aulas presenciais. As primeiras turmas do novo seminário teológico eram compostas por obreiros, e a finalidade dos estudos era a capacitação ministerial dos mesmos. Buscava-se assim, o crescimento do curso e do cristão através de estudos e do preparo intelectual bíblico-teológico para o desenvolvimento da obra ministerial. (TEIXEIRA; TEIXEIRA, 2021). Em meados dos anos de 1999, no prédio do Templo Central, da AD – A Pioneira, se davam os primeiros estudos, mesmo tendo poucos recursos metodológicos e pouca mão de obra docente. O primeiro corpo docente e o diretório do SETAD – Macapá foram: Rev. Oton Miranda de Alencar, pastor José Marques, pastor Miguel Roberto, pastor José Segundo (in memorian), pastor Kleyzer Alencar, pastora Kátia Cabeça, pastor Eraldo Costa, missionária Meriane (docente e secretária), irmã Iracema Santos (secretária) e o pastor Ronildo Baldo. Os professores disponíveis da época já eram devidamente capacitados e habilitados no estudo da Palavra de Deus, boa parte já eram formados nos cursos de teologia ofertados em Belém do Pará. Outros, buscando melhor aprendizado e qualificação teológica tiveram que estudar em outros estados e cidades do Brasil. De acordo com Teixeira e Teixeira (2021) com a precariedade de espaço para lecionar os cursos, o SETAD – Macapá usufruía de apenas uma sala de aula para acomodar toda a demanda necessária para o funcionamento do mesmo. O SETAD – Macapá foi criado pela necessidade da oferta teológica embasado nas doutrinas existentes nas Sagradas Escrituras, das quais as Assembleias de Deus fazem usufruto.
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    13 Desta forma, qualificandoe ensinando aos obreiros e futuros aspirantes ao sacro ministério da importância de se conhecer a Palavra e saber manuseá-la na seara do Senhor Jesus. Durante um período, o SETAD manteve-se fechado para novas turmas, isso aconteceu em detrimento de uma parceria fechada entre a Assembleia de Deus – A Pioneira e a Assembleia de Deus – Ministério do Avivamento. Essa parceria trazia a ideia de fundação de uma faculdade teológica que ofertasse cursos de graduação em Teologia e Filosofia, não segundo o ensino confessional, mas embasados nos marcos legais reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC). Na segunda fase do SETAD – Macapá, esteve à frente o pastor Rodrigo Lima Júnior, que cursou o Médio em Teologia pelo próprio SETAD, e graduou-se em Bacharel em Teologia pelo Instituto Bíblico das Assembleias de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba, São Paulo. Em seu regresso à capital amapaense, graduou-se em Pedagogia no intuito de buscar melhor qualificação para a docência teológica frente ao SETAD. (TEIXEIRA; TEIXEIRA, 2021). Ressalta-se que haviam aproximadamente 90% pastores da denominação pentecostal sem nenhuma formação teológica. Hoje, esta porcentagem está em 60%. A procura por uma qualificação em teologia tem sido constante, na atualidade. Além do curso livre de Bacharel em Teologia, o SETAD – Macapá oferece o curso de Nível Médio em Teologia e outros mais. Desde os anos de 2013, o SETAD- Macapá, tem o pastor Rodrigo Lima Júnior como Diretor Executivo, e sua equipe era composta por: pastora Irene Lima (Diretora Administrativa); pastor Wilson Melo (Diretor Acadêmico); pastor Osmar Gonçalves (Diretor Acadêmico); pastora Alessandra Gonçalves (Secretária); pastor João Barroso (Diretor Pedagógico); pastora Elice Nobre (Diretora Pedagógica). Atualmente, o pastor Weverton Costa é o Diretor Acadêmico e Coordenador Pedagógico. 2.6.1 Atuação Acadêmica na Graduação Livre Hoje, o Seminário Teológico da Assembleia de Deus (SETAD-MCP), oferece 01 curso de Graduação Livre (Bacharelado) na área de Teologia. O projeto é expandir para novos cursos, especialmente em pós-graduação livre na área de teologia. Como reconhecimento da qualidade de ensino oferecido aos alunos, o Seminário Teológico, em 2018, através do apoio de seu atual diretor pedagógico, conseguiu parceria com a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) para a realização de Cursos de Extensão, através do Centro de Estudos de Religiões, Religiosidades e Políticas Públicas (CEPRES), um grupo de pesquisa voltado para as áreas de História, Sociologia e Ciências da Religião, cujo mesmo é
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    14 representado pelo seudiretor geral, o Profº. Dr. Marcos Vinicius de Freitas Reis, atual Diretor do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da UNIFAP. Para que esta parceria se tornasse promissora, em novembro de 2019, foi realizada nas dependências do SETAD a primeira Mesa Redonda com o tema (In)Tolerância Religiosa, um projeto de extensão na Disciplina de “Epístolas Paulinas”, e cujos colaboradores foram acadêmicos da turma 2017-2019; contando com participação especial de diversas autoridades religiosas convidadas e representantes de vários segmentos que se fazem presentes na religiosidade macapaense. O SETAD, se prontificou em integrar em seu currículo a disciplina de “Sociologia da Religião” em caráter de OPTATIVA, atendendo assim, a um pedido formal do Centro de Estudos e Religiões, Religiosidades e Políticas Públicas (CEPRES-UNIFAP) à Coordenação Pedagógica do SETAD. No intuito de promover uma formação teológica de qualidade e com excelência docente e pedagógica, o SETAD–Macapá também desenvolve atividades de extensão e de responsabilidade social, criando assim, relações sólidas com seus discentes, docentes, comunidade evangélica e sociedade civil em geral. Esse comprometimento no desenvolvimento ministerial e espiritual do discente, e não somente no intelectual, faz com que o SETAD, procure parcerias com as igrejas co-irmãs para as práticas de Estágio Supervisionado e atividades extracurriculares; além de incentivar e abrir Núcleos de Teologia nas congregações das Assembleias de Deus – A Pioneira, que oferecem cursos de nível Médio em Teologia. Mesmo que o curso teológico de graduação ofertado seja de caráter confessional, na qualidade de Curso Livre, o SETAD, tem lançado mão de uma educação participante e dialógica entre seus docentes, a fim de promover o conhecimento científico religioso e epistemológico de acordo com as linhas de pesquisa e investigação que cada docente executa em sua jornada de aprendizagem na área da Teologia. Reforça-se ainda, a formação cidadã e ética inerente ao projeto do curso de Bacharel em Teologia reforçado pelas diretrizes pedagógicas e estimuladas pela instituição em defesa do meio ambiente, do patrimônio cultural denominacional e da produção científica. No intuito de levar à sociedade Amapaense o conhecimento de Deus e fazê-lo conhecido, o SETAD tem, em certa medida, levado o ensino teológico diretamente à sociedade não evangélica por meio de ações missionárias, evangelísticas e Mostras Teológicas que objetivam o valor histórico, dogmático, ético e conceitual.
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    15 3 O ENSINOPRESENCIAL E SEMIPRESENCIAL O Ensino Presencial é o principal meio utilizado pelo SETAD-MCP. Sua primeira vantagem é a questão social do aprendizado em sala de aula. O discente de um curso presencial, além de usufruir da proximidade com os docentes, também tem a oportunidade de interagir com os demais colegas de classe, realizando e desenvolvendo as relações interpessoais valiosas no presente e benéficas no futuro. O ensino presencial produz motivação, pois esta é intrínseca, ela é individual e pode-se desenvolver este lado no discente. O engajamento é um compromisso funcional e emocional catalisado e que deve ser estimulado pelo docente na busca das potencialidades e desempenhos melhores dos acadêmicos. O SETAD-MCP, tomou por medida, utilizar o ensino semipresencial (ensino remoto) a partir do surgimento de sua necessidade emergencial com a finalidade de não paralisar as atividades acadêmicas. Tal medida foi essencial devido as demandas exigidas e obrigatórias dos protocolos de saúde municipal e estadual, para combater os efeitos perigosos ocasionados pela pandemia da Sarx-Cov-19, surgida no ano de 2019 na China, e chegando ao mundo já em 2020. Com isso, o ensino remoto é uma alternativa que combina características do ensino presencial com o EaD (Educação à Distância). Neste caso, as aulas são online, e os alunos podem interagir com os professores em tempo real, através das videoaulas e chats (bate-papo). Para a maioria das disciplinas ofertadas no curso de graduação em Teologia, será usado o ensino presencial; já o ensino semipresencial ou remoto tem tornado-se, cada vez mais, uma alternativa, na hipótese de o docente não puder executar suas atividades presencialmente ou devido a outros fatores. Reitera-se, portanto que, as disciplinas de caráter OPTATIVAS, serão ofertadas 100% Online; neste caso, os materiais de estudo disponibilizados serão de inteira responsabilidade do docente e digitalizados. São várias as plataformas que podem ser usadas para uso da educação semipresencial e online: destacam-se o Google Meet; Lives (Facebook); Zoom Meet; YouTube; etc. Dentre essas plataformas de ensino online, pode-se também ser utilizadas as ferramentas de arquivos e consultas de materiais didáticos disponíveis pelos docentes: Google Forms; Onedrive; Google Drive; Padlet.com, e-mails; etc. A equipe de profissionais que compõem o Núcleo de Ensino Teológico (NET) do SETAD-MCP preocupa-se em acompanhar as profundas transformações da sociedade contemporânea, em particular, as que afetam os ideais cristãos considerados de suma
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    16 importância para acultura e identidade evangélica brasileira. Dessa forma, sente-se preparada para oferecer uma formação de excelência no curso ofertado na modalidade presencial e semipresencial; preocupando-se, sobretudo, com o desenvolvimento das competências ministeriais exigidas no ambiente missionário e no campo da Seara do Mestre, para dar voz e entendimento às demandas complexas da alma e do espírito questionador do ser humano. A Direção do SETAD–Macapá tem acompanhado e investido na ampliação e modernização da infraestrutura física e melhorias tecnológicas, visando oferecer condições de trabalho adequadas ao corpo docente e capacitar, de forma progressiva, o seu quadro de colaboradores. 3.1 MISSÃO, VISÃO E VALORES DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO TEOLÓGICA O Núcleo de Educação Teológica tem em vista garantir a manutenção do Projeto Pedagógico de Curso da Instituição, com foco na formação teológica confessional de seus alunos, na sua Missão nos seus Valores, estendendo a toda a comunidade cristã e assembleiana sua tradição, inovação e excelência por intermédio de suas atividades. A missão oferece um direcionamento para a atuação deste curso no âmbito da sociedade evangélica em que está inserido. Portanto, a missão do Núcleo de Educação Teológica é formar, apoiar e desenvolver obreiros e pesquisadores teológicos no Amapá por meio de ações gerenciais e pedagógicas na modalidade presencial e semipresencial, utilizando metodologias e estratégias que visam à excelência dos serviços prestados como Instituição de Ensino Teológico Confessional. A visão é ser modelo educacional de desenvolvimento espiritual, social e intelectual, e tornar-se referência na área de ensino teológico, cuja dedicação é às ciências divinas e humanas, comprometida com a responsabilidade socio-espiritual, mantendo as características e o teor confessional de sua Mantenedora. Os valores é desenvolver todas as atividades a partir de princípios éticos-judaicos- cristãos, respeitando a dignidade do ser humano, enquanto criatura de Deus; o pluralismo democrático, enquanto representante educacional de uma Instituição Religiosa de Reconhecimento Estadual; transparência e responsabilidade nas relações institucionais e comunitárias com suas lideranças hierárquicas e Eclesiásticas; o respeito à individualidade e diversidade de ideias (campo intelecto-empírico-epistemológico da teologia); o espírito de humildade e amor; além do compromisso com o meio ambiente, a sociedade e a Igreja de Cristo.
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    17 3.2 OBJETIVOS, METASE AÇÕES Na busca da disseminação dos conceitos teológicos que primam pela excelência da Palavra de Deus, numa perspectiva confessional arminiana e pentecostal, o Núcleo de Educação Teológica destaca aqui, os objetivos, suas metas e ações a serem tomadas como projetos desta Instituição a curto, médio e longo prazos: OBJETIVO 1 Disseminar o Projeto Pedagógico de Curso (PPC) fundamentado na Formação do cristão, em todas as suas dimensões (humana, intelectual, sócio-política e espiritual), tendo como foco, a formação teológica para fins ministeriais. METAS a) Consolidação do Núcleo de Educação Teológica; b) Expansão da oferta de vagas, com a instalação de polos (Núcleos) de apoio presencial em diversas regiões do Estado do Amapá. AÇÕES a) Abrir novas turmas de bacharéis em Teologia, bem como de turmas de nível Médio para atender às demandas ministeriais da Assembleia de Deus – A Pioneira, bem como de igrejas co-irmãs em outras partes do Estado; b) Acompanhar, apresentar e tirar dúvidas de todos os Núcleos em reuniões online ou em visitas oficiais da Diretoria. OBJETIVO 2 Buscar constantemente a melhoria da aprendizagem e da formação teológica e doutrinal de seus acadêmicos. METAS a) Organização do PPC baseado na Formação do sujeito para o campo missionário e ministerial; b) Ampliação da oferta de disciplinas para maior amplitude teológica curricular; c) Troca de experiências com instituições congêneres, que tenham os mesmos objetivo, por meio da proposição de projetos, convênios, parcerias e outras ações dessa natureza. AÇÕES a) Ministrar aulas ao vivo para todas as Disciplinas de caráter Optativo e outros cursos de extensão, caso seja necessário; b) Compor como atividade complementar palestras de cunho Teológico e de temas transversais relevantes para a área da pesquisa religiosa e fenomenológica; c) Apresentar programas para os professores e profissionais da educação teológica como: oficinas de TIC’s (Tecnologias da Informação e Comunicação). OBJETIVO 3 Oferecer um ensino de qualidade mediante a formação de obreiros cidadãos que contribuam para uma igreja e sociedade mais justa, solidária, missionária e ética segundo os padrões cristãos aceitos pela ortodoxia pentecostal. METAS a) Planejamento, coordenação, orientação, supervisão e avaliação do ensino teológico de graduação do SETAD- Macapá. AÇÕES a) Estimular aos bacharelandos o desenvolvimento de projetos sociais para atender às igrejas locais; b) Construir com os discentes através do projeto integrador trabalhos que reflitam as atividades que possam ser desenvolvidas futuramente no campo missionário e eclesiástico. c) Proposição de políticas acadêmicas em consonância com a legislação vigente (assédio moral; preconceito; racismo religioso; intolerância religiosa; etc.);
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    18 OBJETIVO 4 Acompanhar, supervisionar, qualificare avaliar permanentemente o ensino de graduação teológica, reduzindo os índices de inadimplência e de evasão dos cursos. METAS a) Aprimoramento quanto aos princípios, valores e diretrizes que regem o Curso de Bacharel Livre em Teologia em termos de ética e comprometimento com a formação e responsabilidade social; b) Melhoria constante do processo de participação da avaliação institucional; c) Fortalecimento do projeto pedagógico do curso em consonância com as Diretrizes Doutrinárias e Demais órgãos oficiais da Assembleia de Deus – A Pioneira; d) Acompanhamento, organização e consolidação do modelo de seleção para novos docentes. AÇÕES a) Atender os alunos que solicitam cancelamento de cursos; b) Realizar o controle mensal de inadimplência e atuar junto ao aluno para não acumular mais de três mensalidades; c) Propor ao aluno fazer seu planejamento financeiro com a ajuda da Instituição Teológica. OBJETIVO 5 consolidar a qualidade e expandir a oferta de novos cursos livres de pós- graduação na área da Teologia (latu-sensu) na modalidade semipresencial e online. METAS Planejamento e organização dos cursos de Especialização. AÇÕES Abrir pelo menos dois cursos de pós-graduação nos próximos dois anos. 3.3 INSERÇÃO ESTADUAL DOS NÚCLEOS DE TEOLOGIA O Seminário Teológico da Assembleia de Deus vem há bastante tempo aprimorando a ideia de sua expansão para todos os municípios do Estado do Amapá. Entretanto, para que este ideal e projeto seja concretizado, inúmeras discussões e análises são ponderadas. Ressalta-se as dificuldades logísticas e parcerias para os deslocamentos dos docentes, quantitativo mínimo de inscritos para abertura de turmas, níveis dos cursos a ser ofertados, etc. Já houve aberturas de Núcleos de Teologia em Ferreira Gomes, Porto Grande, Pedra Branca do Amapari, Curiaú. Contudo, tais núcleos não tiveram uma continuidade esperada. Mas o SETAD, é confiante que novas oportunidades surjam e possa levar o melhor do ensino teológico confessional para os quatro cantos do Amapá. Outras questões são pontuadas no capítulo 11.
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    19 4 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVAE PEDAGÓGICA DO SETAD A gestão é um dos fatores essenciais para o pleno desenvolvimento de projetos pedagógicos com foco na formação integral do aluno. É por meio da gestão pedagógica que se dá o acompanhamento contínuo e a avaliação do dia a dia dos cursos, das atividades desenvolvidas por professores e acadêmicos, a fim de promover o contínuo aprimoramento da proposta curricular. Para tanto, a educação teológica de caráter confessional, em sua implementação exige uma organização de suporte administrativo e tecnológico que possibilite a mediação pedagógica e garanta as condições mínimas necessárias ao desenvolvimento do curso. Para tanto, o SETAD-Macapá é composto por uma equipe de profissionais com ampla experiência acadêmica, que trabalha de forma sistêmica e colaborativa com a Direção Acadêmica, Coordenação Pedagógica, Corpo Docente e Discentes. 4.1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E DE GESTÃO Organograma da Gestão do SETAD 4.1.1 Diretoria A Direção do SETAD é responsável por todas as ações desenvolvidas pelo Núcleo de Educação Teológica, incluindo o planejamento, a gestão de pessoal e o acompanhamento dos demais setores institucionais a ele interligados. 4.1.2 Mídias e Tecnologias A Diretoria Executiva é responsável pela escolha das tecnologias e mídias a serem utilizadas nas atividades e nos cursos oferecidos pelo SETAD-Macapá, levando em consideração a participação da Coordenação Pedagógica e Corpo Docente. REITORIA DO SETAD Direção Executiva Direção Administrativa Secretaria Administrativa Direção Acadêmica Secretaria Acadêmica Direção Pedagógica Coordenação Pedagógica Vice Reitoria
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    20 4.1.3 Operações Acadêmicas ASecretaria Administrativa e Acadêmica são os setores responsáveis por todos os processos, registros e controles acadêmicos, e pelo relacionamento com os alunos e Núcleos Teológicos. Além dessas atividades, é responsável pela matrícula e exclusões, apoio à confecção de documentos e ofícios, recebimento e guarda de documentos dos alunos, confecção de certificados, e controle administrativo de turmas-cursos. 4.1.4 Coordenação Pedagógica A Coordenação Pedagógica é responsável pelo desenvolvimento das matrizes curriculares, assim como pelos planos de ensino que integram os cursos ofertados. O setor é responsável pelo planejamento, desenvolvimento, avaliação, implementação e acompanhamento do material pedagógico do SETAD-Macapá, referente aos cursos de Nível Médio, assim como pelo desenvolvimento do ensino prático e dos estágios curriculares. 4.1.5 Biblioteca O setor de apoio didático tem se dedicado em projetos e recolhimento de recursos para fins de compras de materiais impressos como livros teológicos, dicionários, comentários e outros. Além de que, o SETAD-Macapá disponibiliza aos acadêmicos um vasto material bibliográfico em mídia (PDF) que pode subsidiar o ensino e a aprendizagem dos alunos de Teologia. 4.1.6 Apoio aos Núcleos Teológicos A Direção Acadêmica é responsável pelo contato inicial com os polos de apoio presencial para turmas de bacharel e de nível Médio. É responsável pela verificação detalhada da infraestrutura das instalações dos núcleos de teologia para que, dessa maneira, seja possível firmar a parceria entre as partes interessadas no ensino. Além disso, existe o contato contínuo com os gestores de cada Núcleo teológico afim de auditar a parte administrativa dos serviços prestados, acompanhando todas as demandas de material de apoio, didático e docência. 4.2 EQUIPE ACADÊMICA A equipe acadêmica dos cursos de bacharel em Teologia é composta por profissionais vinculados à docência teológica e que desempenham diferentes funções relacionadas à elaboração e desenvolvimento do projeto pedagógico do curso.
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    21 4.2.1 Núcleo DocenteEstruturante O NDE deverá satisfazer as diretrizes elencadas a seguir: o Núcleo será composto por membros do corpo docente do curso. Estes membros devem seguir determinados critérios: • Todos devem possuir titulação mínima em curso de latu sensu; • 100% dos membros do núcleo deverá possuir graduação em Teologia; • 40% do grupo deve estar atuando na docência teológica há pelo menos três anos. O NDE cumpre importante papel no desenvolvimento da proposta pedagógica do curso livre de Bacharel em Teologia e Especialização (a ser implantado). Compete aos integrantes do NDE participar do processo de concepção e elaboração do Projeto Pedagógico de Curso (PPC) e de sua contínua atualização. São atribuições do NDE: a) Promover reflexão e propor diretrizes e normas para o regime didático- pedagógico do Curso, respeitada a política acadêmica aprovada pelos órgãos superiores desta IETC e de sua Mantenedora; b) Construir e acompanhar o desenvolvimento do Projeto Pedagógico de Curso (PPC), definindo concepções e fundamentos; c) Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Estatutárias e Regimentais outorgados pela Mantenedora; d) Zelar pela regularidade e qualidade de ensino ministrado pelo Curso, através de acompanhamento junto Coordenação Pedagógica; e) Acompanhar os resultados no ensino e aprendizagem constantes do PPC; f) Promover a interdisciplinaridade, zelando pela sua integração curricular entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; g) Promover a integração horizontal e vertical do Curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo PPC; h) Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação (com reconhecimento junto ao MEC), necessidades de aprofundamento teológico e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do Curso; i) Promover a reflexão e, periodicamente, a atualização do PPC do Curso, conduzindo o processo de reformas curriculares para aprovação pelos órgãos competentes; j) Revisar as ementas e os conteúdos programáticos;
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    22 k) Determinar aalteração da bibliografia; l) Colaborar na elaboração e recomendar a aquisição de obras indicadas como referências bibliográficas e demais equipamentos pedagógicos necessários, conforme o PPC; m)Analisar e avaliar os Planos de Ensino e as respectivas compatibilidades com as ementas dos componentes curriculares; n) Propor alteração fundamentada da carga horária do currículo do Curso ou de seus componentes, isoladamente; o) Indicar cursos a serem ofertados em nível de atividade complementar; p) Realizar outras atividades indicadas ou recomendadas pelo Diretor/Coordenador do Curso. O NDE do Curso de Bacharel em Teologia deve se reunir, ordinariamente, mediante convocação realizada por seu presidente, 2 (duas) vezes ao longo do semestre. Quando convocado pelo presidente ou a pedido da maioria de seus membros, o Colegiado pode reunir- se em caráter extraordinário. Os atos praticados durante as reuniões devem ser registrados em ata, cuja lavratura e arquivo são de natureza obrigatória. 4.2.2 Corpo Docente O corpo docente do curso de Bacharel Livre em Teologia é composto por professores com titulação latu sensu e strictu sensu. Caracterizam-se por terem sólida formação acadêmica e ampla experiência no ensino teológico de nível superior. Todos possuem amplos conhecimentos sobre os aspectos pedagógicos inerentes à formação de professores, contribuindo assim para a efetiva articulação entre os aspectos teóricos e práticos do Curso. Tão importante quanto a formação acadêmica, titulação e domínio dos conteúdos, são as qualidades espirituais e competências didáticas do professor que se tornam fundamentais para o desenvolvimento de estratégias metodológicas inovadoras e criativas. Seguindo os princípios defendidos pela ortodoxia da Assembleia de Deus – A Pioneira, todo o corpo docente é constituído de pastores e pastoras, cuja maioria é vinculada à Mantenedora deste Seminário Teológico. O docente não é apenas responsável pela necessária transmissão de conteúdos e informações, mas é, sobretudo, o facilitador e mediador das situações de aprendizagens de concepções teológicas, espirituais, sociológicas, humanísticas, culturais e religiosas. Para isso, é preciso que este tenha uma postura ativa e sensível de modo a conduzir, com maestria, os
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    23 processos de ensinoorientados por metodologias ativas que convoquem os alunos a aprender a aprender, e não apenas em reproduzir conhecimentos. 4.2.3 Coordenação de Curso O Coordenador de Curso desempenha papel estratégico pois têm como responsabilidades o planejamento, a organização, o acompanhamento e a avaliação de todos os processos do curso sob sua gestão. Ou seja, ele é um gestor pedagógico do respectivo curso (graduação ou especialização). 4.3 ATENDIMENTO AOS DISCENTES Como estímulo à promoção de um relacionamento transparente e de diálogo permanente entre a comunidade acadêmica, a Secretaria do SETAD, disponibilizará diferentes canais e ferramentas que possibilitem aos alunos, troca de mensagens, divulgação de informações e compartilhamento de experiências e conhecimentos. 4.3.1 Suportes e Canais de Atendimento ao Aluno Os suportes tecnológicos que garantem as condições necessárias ao desenvolvimento das atividades pedagógicas tanto presencial quanto online serão disponibilizados pela Secretaria ou mesmo pelo docente da disciplina a ser ensinada. Ex: e-mails, mensagens via WhatsApp. As orientações, comentários, dúvidas e sugestões de ordem geral sobre o curso ou disciplina em que está matriculado devem ter como tempo de resposta o prazo máximo de 48 horas.
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    24 5 INFRAESTRUTURA FÍSICAE TECNOLÓGICA DO SETAD-MACAPÁ 5.1 REDES E EQUIPAMENTOS DO SETAD-MCP O desenvolvimento das atividades semipresencial e online pode ser feito pelos aplicativos GOOGLE MEET; ZOOM MEET e outros que o docente ou Direção do SETAD acharem necessários. Tal medida adotada por este seminário teológico tornou-se necessária e essencial após a situação internacional de problema de saúde pública ocasionada pelo surgimento da maior pandemia do século XXI, a COVID-19. Esta doença infecciosa é causada pelo coronavírus ou SARX-COV-2. E no Brasil a situação chegou a ser alarmante, atingindo média diária de mais de 3 mil mortes por dia. Por este motivo, e obedecendo a legislação vigente dos órgãos sanitários tanto nacionais, estaduais e municipal, algumas aulas foram ofertadas online e continuarão sendo ofertadas, como por exemplo, as disciplinas “optativas” que serão ministradas seguindo esse protocolo de ensino. Das aulas presenciais, caso o acadêmico queira o material didático lecionado ou gravado em videoaulas, poderá adquirir o acesso gratuito às postagens disponíveis no canal oficial do Setad (Setad A Pioneira), no YouTube, acessando o link do canal e inscrevendo-se no mesmo: https://www.youtube.com/channel/UCKAPwiECGAeIpGAxRdLtQFQ. Todos os materiais didáticos produzidos pelos professores autores das disciplinas, devem ser acessíveis, incluindo os de complementação à aprendizagem dos alunos (apostilas). Devem ser impressos ou disponibilizados em mídia PDF, e encaminhados à Biblioteca Virtual de Teologia do SETAD-Macapá. A Secretaria do SETAD-Macapá disponibiliza um computador com impressora para o provimento dos materiais didáticos aos alunos e aos docentes, conforme solicitação à mesma. Também pode-se ter acesso à documentações e transmissões online através da rede de internet via WI-FI instalada para o serviço da Secretaria e Administração do Setad em geral. 5.1.1 Estúdio de Gravação de Videoaulas A própria Sala de Aula pode tornar-se um estúdio de gravação presencial afim de que os alunos que estejam impossibilitados de acesso presencial, possam usufruir do conteúdo ministrado de maneira online.
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    25 Para aquisição dessematerial didático é preciso protocolar junto à secretaria do Setad, a justificativa da ausência. Sobre as frequências e faltas serão analisados no item 7.3.1: Critérios de Aprovação – Notas e Frequência. 5.2 PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO A distribuição de conteúdo é realizada de forma digital e gratuita ao discente, com possiblidades de leitura em dispositivos multiplataforma. O material didático é fornecido ao discente em três formatos: • PDF (Portable Document Format) para download e impressão; • Vídeos (acessíveis em plataformas online e disponíveis para download); • Impressos (cabe ao discente o custeio desse tipo de material didático). Como já mencionado, a autoria e desenvolvimento de todos os materiais didáticos são de responsabilidade do professor autor, incluindo a gravação das videoaulas e indicação de materiais complementares para leitura e pesquisa elencados no Plano de Ensino. Para tanto, os docentes devem contar com o apoio técnico da Diretoria Acadêmica e Pedagógica para a produção dos conteúdos tanto em videoaulas quanto em apostilas impressas. O material didático deve ser encaminhado à Secretaria o quanto antes, para sua produção e distribuição. 5.3 INFRAESTRUTURA ADMINISTRATIVA E DE APOIO PEDAGÓGICO DO SETAD- MACAPÁ O Seminário Teológico da Assembleia de Deus – A Pioneira, está localizado na Rua Tiradentes, n. 532, Centro, Macapá – AP. Dispõe de parte do espaço do Primeiro Andar, no Prédio Administrativo do Templo Central da Assembleia de Deus – A Pioneira, para o desenvolvimento de suas atividades, divididos entre os seguintes setores: acadêmico e pedagógico e secretaria. As atividades administrativas e pedagógicas são desenvolvidas em uma sala de trabalho coletivo, com mobília própria, espaço para encontros individuais com discentes; sistema de internet e de copiadoras, além de dois computadores (Coordenação Pedagógica e Secretaria Administrativa), duas salas de aulas com central de ar, Datashow e quadro branco.
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    26 6 POLÍTICAS DEINCENTIVO À PRODUÇÃO ACADÊMICA Acreditamos que o estímulo à produção do conhecimento científico deve ocorrer entre os que já possuem uma graduação de curso superior com reconhecimento junto ao Ministério da Educação (MEC). Este procedimento visa o investimento do acadêmico na pesquisa teológica, e na área da Ciência da Religião, para o enriquecimento do conhecimento bíblico em larga profundidade. Também o incentivo tenciona promover o desenvolvimento do corpo docente em suas respectivas linhas de pesquisa. Acreditamos, igualmente, que os estudantes de teologia que vivenciam diferentes experiências acadêmicas, por exemplo: participação em projetos de pesquisa, de extensão, seminários, apresentação e publicação de trabalhos em eventos científicos, etc., tornam-se profissionais melhores preparados para atuarem no campo evangelizador. Para efeitos de incentivo à produção docente, considera-se produção científica trabalhos publicados em revistas indexadas, livros e/ou capítulos de livros submetidos a um Conselho Editorial ou em evento de natureza teológica e religiosa. Não menos importante, a produção acadêmica também pode ser direcionada aos demais discentes, na qualidade de produções textuais (Livros; Revistas de comentários da EBD; e outros.) que têm seu direcionamento na educação cristã e bíblica favoráveis ao desenvolvimento intelectual do cristão em sua vida prática tanto na esfera da sociedade como um todo quanto na esfera da sociedade cristã que compõe o corpo de Cristo. Este grupo então, é qualificado “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não sejamos mais como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.” (Efésios 4.12-14). Concomitantemente, a finalidade da produção acadêmica dos discentes que não tencionam elevar o conhecimento epistemológico de maneira científica na esfera secular, é do aperfeiçoamento da comunidade cristã em geral, visando a capacitação de líderes e liderados demonstrando com isso, o chamado ministerial para a docência da Palavra de Deus.
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    27 7 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICADO CURSO 7.1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA Curso Graduação Livre em Teologia Habilitação Bacharelado Modalidade Ensino Presencial e Semipresencial Turno de funcionamento Matutino (Sábados), Noturno (outros dias) Nº de vagas oferecidas 100 Tempo de Integralização Máxima 8 semestres Tempo de Integralização Mínima 4 semestres Forma de Ingresso Processo Seletivo Universal e outras formas de seleção à critério do SETAD. Carga Horária Total 2.340 A relevância social do ensino, ministerial, religiosa, intelectual, pesquisa e extensão do Seminário Teológico da Assembleia de Deus – Macapá, vem progredindo e se desenvolve no Estado do Amapá, em consonância com as peculiaridades locais de seus núcleos de apoio. Torna-se, portanto, de interesse desta Instituição de Ensino Teológico Confessional (IETC) a expansão da oferta de vagas, com a instalação de núcleos de apoio presencial em diversos municípios do Estado do Amapá, por meio da consolidação da qualidade e expansão de oferta de novos cursos de Teologia na modalidade semipresencial. A Teologia como área específica de conhecimento, pode ser considerada como uma das mais antigas formas de sistematização do saber humano. No ano de 1220 a Universidade de Paris tornou-se o grande centro de ensino teológico cristão e ao final do século XIII e durante o século XIV foi o maior centro de ensino de toda a cristandade, particularmente em Teologia. Na Itália, a primeira universidade erigida em corporação organizada foi a Bolonha. Começou com a Faculdade de Direito e em 1352 adicionou-se a Faculdade de Teologia. Vários países europeus, tais como a Alemanha, Espanha, Bélgica, Holanda, entre outros, bem como nos Estados Unidos da América, a Teologia encontra-se inserida nas universidades e oferecendo significativas contribuições para o avanço do conhecimento sobre as organizações religiosas, sobre os modos de articulação entre os seres humanos em organizações sustentadas pelas mais diferenciadas concepções e distintas experiências religiosas.
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    28 Assim, a Teologiatem contribuído de forma decisiva na formação e capacitação de pessoas para o desempenho do serviço religioso, e na educação superior reconhecida por órgãos governamentais da Educação Nacional, a capacitação de pessoas para as áreas de pesquisa e docentes aptos ao ensino religioso nos diferentes níveis educacionais e para a compreensão do ser humano, não apenas na relação com o Sagrado, mas também na elucidação dos modos pelos quais as representações do Sagrado interferem nas relações interpessoais, na construção de projetos de vida e na relação do ser humano com os acontecimentos mais significativos do cotidiano. Desse modo, no SETAD-MACAPÁ, o Reitor do Seminário Teológico da Assembleia de Deus juntamente com os Diretores, no uso das atribuições legais, resolve homologar o Curso Livre Bacharelado em Teologia, com carga horária total de 2.310 h/relógio, com integralização mínima de 4 semestres e máxima de 8. O curso livre de Teologia do SETAD, iniciou suas atividades já em meados de 2016, atendendo aos objetivos estabelecidos no programa de expansão teológica da Assembleia de Deus – A Pioneira, aos seus líderes religiosos e demais obreiros para o ingresso e qualificação ao exercício do sacro ministério pastoral e missionário. A primeira matriz curricular fora concebida pelos primeiros diretores sem a anuência de um PPC, pois somente a partir do ano de 2021, o referido documento ainda estava em fase de elaboração pela equipe comanda pelo novo Coordenador Pedagógico atendendo ao processo de reestruturação e inovação do Setad – Macapá. Essas ações foram planejadas garantindo o ensino crítico, reflexivo, criativo e confessional com a finalidade de proporcionar a formação do bacharel em Teologia, a priori, para uma carreira na qual o(a) Teólogo(a) seja preocupado com a proposta evangelizadora na obra do Senhor, evidenciado o chamado missionário, evangelístico e pastoral; a posteriori, não menos importante, o conhecimento da Lei de Deus e sua aplicabilidade na vida prática cristã. 7.2 FUNDAMENTOS BÁSICOS DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA 7.2.1 Legais Os cursos livres têm como Base Legal o Decreto Presidencial Nº 5.154, de 23 de julho de 2004, Art. 1º e 3º. A Constituição Federal em seu Artigo 205-CF, “Caput”, prevê que a educação é direito de todos e será incentivada pela sociedade. Tal prática é defendida também pelo Art. 206 da CF que prevê que o ensino será ministrado com base em alguns princípios e
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    29 em seu incisoII: “a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar pensamentos, a arte e o saber”. A Lei nº 9394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) passou a integrar a modalidade de Educação Profissional (onde pode inserir-se os cursos livres de Teologia). Educação Profissional, é a modalidade de educação não-formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. Conforme a LDB nº 9394/96 e o Decreto nº 5.154/04 citam que os cursos chamados “Livres” não necessitam de prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do Conselho de Educação competente. A Carta Magna da Igreja registra em 2 Timóteo 2.15 para todo cristão e obreiro, esta recomendação do Apóstolo Paulo: “procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”; e segue em 2 Tm 3. 16,17: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda boa obra”. Não existem legislação específica que regulamente estes cursos, por isto, os cursos livres não são passíveis de regulação por parte do Ministério da Educação. Desta forma, também, não há exigência de escolaridade anterior. Para o SETAD, a exigência do ensino médio secular ou o curso médio em teologia tem o intuito de facilitar ao aluno a compreensão sistemática do teor teológico mais profundo exigido no nível avançado e bacharel em Teologia. A categoria Curso Livre atende a população com objetivo de oferecer profissionalização rápida para diversas áreas de atuação no mercado de trabalho, ex: Informática, Atendimento, Secretariado, Webdesign, Segurança, Idiomas, Culinária, Corte & Costura, Estética, Beleza, Teologia, etc. Livre significa que não existe a obrigatoriedade de: carga horária podendo variar entre algumas horas ou vários meses de duração, disciplinas, tempo de duração e diploma anterior. Desse modo, a oferta desses cursos não depende de atos autorizados por parte do MEC, quais sejam: credenciamento institucional, autorização e reconhecimento de curso. As escolas que oferecem este tipo de curso têm direito de emitir certificado ao aluno em conformidade com a legislação em vigor já citados anteriormente. Lembrando que Curso livre não tem vínculo nem reconhecimento pelo MEC/CAPES.
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    30 Esses Certificados têmvalidade legal para diversos fins. Entretanto, algumas Instituições de Ensino Superior de Teologia chanceladas pelo MEC, realizavam a conhecida “convalidação”, validação e chancela desses certificados através de Curso de integralização de Créditos. O Parecer CNE/CES nº 60/2014 institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do curso de graduação em Teologia (bacharelado). Esta foi uma luta travada por todas as instituições de ensino que possuem reconhecimento do Ministério da Educação. Este parecer, aprovado em 12 de março de 2014, aguardava homologação, que foi publicada no dia 08 de setembro de 2016 no Diário Oficial da União (D.O.U.). Em 2017, foram revogados os efeitos do Parecer CNE/CES nº 63/2004, que dispõe sobre a regulamentação e reconhecimento civil de cursos teológicos livres. Com isso, não serão mais permitidos o aproveitamento de estudos e a convalidação de títulos de cursos livres de Teologia. 7.2.2 Filosóficos O Curso Livre de Teologia tem como fundamentos principais o cultivo da ciência da religião cristã e dos valores éticos, espirituais para que se possa desvendar para o ser humano o verdadeiro sentido da vida dentro de uma filosofia de humanismo transcendente. Na vertente do conhecimento importar conhecer as raízes cristãs da cultura humana; e na vertente da ética considerar na construção da identidade institucional o enfoque transcendental na dinâmica das relações sociais e humanas. Desta forma, o SETAD vem solidificar sua matriz curricular com a integração dos conhecimentos teóricos e práticos, cujo valor social e espiritual se espelham nos sujeitos partícipes da construção qualitativa e no exercício da cidadania ao participarem da melhoria de vida da sociedade amapaense, tomando como parâmetro o papel das igrejas evangélicas e das comunidades de base missionária. A filosofia adotada por esta IETC deve unir ensino, pesquisa e extensão buscando vincular suas ações às necessidades da comunidade evangélica e, principalmente promovendo o fortalecimento institucional pondo em relevo a força integradora e transformadora da fé cristã, como fundamento de novas formas de integração entre pensamento e ação e entre fé e vida espiritual. Nesse pressuposto considera fundamental a valorização dos alunos e dos professores, seja na promoção do ensino da pesquisa e da extensão seja no reconhecimento de suas capacidades e de seu valor humano e eclesiástico.
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    31 Existem, pois, motivospara o estudo e o fazer teológico no mundo contemporâneo, que cada vez mais é caracterizado por uma cultura antropocêntrica que busca a verdade do homem, a sua história, seu destino a partir da própria imagem humana. Contudo, tratar do homem requer, evidentemente, o conhecimento de Deus enquanto sujeito que se revela ao homem. 7.2.3 Epistemológicos O conhecimento de Deus é o objeto da Teologia e como ciência da fé, a Teologia é um modo qualificado de compreender a vida buscando indagar os nexos e as causas dos acontecimentos e iluminando, dessa forma o seu significado. Nesse sentido a Teologia deve estar em contínua busca sempre articulada com os diferentes contextos sociais como tentativa de dar respostas aos questionamentos da realidade sócio-histórica. Com efeito, três grandes papéis estão postos para a Teologia: 1) O primeiro desses papéis será traduzir a revelação para que seja compreendida e posta a serviço da resolução dos problemas identificados na história humana; 2) O segundo para que a tradução desta revelação se torne compreensível deve a Teologia utilizar-se de todos os meios e possibilidades humanas que estejam ao seu alcance, daí a importância do seu estudo e da valorização das diferentes mediações empregadas pela reflexão teológica; 3) O terceiro para responder as questões do contexto sócio-histórico a Teologia deve compreender o percurso histórico e trabalhar no sentido de conscientizar as pessoas do momento histórico, bem como, buscar novos desafios da ciência para as novas indagações do ser humano. Sempre retornando ao cerne da proposta do cristianismo puro e genuíno. Desta forma o estudo sistematizado da Teologia ganha relevância no contexto acadêmico, pelo cunho científico do conhecimento e outros instrumentos que as ciências humanas e sociais desenvolveram e desenvolvem como frutos da inteligência humana criada à imagem e semelhança de Deus.
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    32 7.2.4 Metodológicos A exemplode qualquer curso acadêmico, a teologia exige competência e metodologia. O método é responsável pela transparência e objetividade do processo ensino-aprendizagem, levando o docente a atingir os resultados por ele propostos, de forma positiva. O termo “método” remonta à Grécia antiga, methodos (methà + odon), que significa “o caminho para se chegar a um fim”. Este legado chega até nós, quando então utilizamos o “método” como um caminho a ser percorrido para se atingir a um fim (SANTOS; CANDELORO, 2006, p.69). Aplicado à Teologia como uma Ciência humana, o método torna-se o caminho por meio do qual se pretende realizar o ensino-aprendizagem. Como a Teologia se divide em diversas áreas, é natural que cada disciplina ou área de estudo possua seu método adequado. Em proporções distintas, entram em questão os seguintes componentes: a dialética docente, o trabalho de assimilação do discente (pessoal e/ou em grupo), enriquecimento por meio de outras leituras, síntese e extrapolação. (LIBÂNEO; MURAD, 2007, p.237). Ao se considerar o fundamento epistemológico da Teologia, uma vez que o processo ensino-aprendizagem perpassa pelas disciplinas exegéticas, históricas, sistemáticas e práticas, se consolida o método teológico que se torna em si complexo. Desta forma, considerando que vários são os elementos abordados pela teologia e que não existe nenhuma abordagem absoluta que possa fazer tudo o que ela exige, o correto é a adoção de uma abertura para todo método que, por meio de tentativas e erros, seja capaz de investigar as realidades a que os mesmos se referem (BRAATEN; JENSON, 2002, p.38). O SETAD-MCP tem plena consciência de que o método da teologia deve auxiliar a ler o mundo de forma realista, discernindo os sinais que contrastam entre o mundo assim como ele é e como deveria ser (BRAATEN; JENSON, 2002). Seguindo este caminho, a aprendizagem com a finalidade de conhecer, compreender e transformar o mundo em que se vive pode ser buscado na possibilidade dialética entre as ciências humanas que derivam da Filosofia e a Teologia. Pois, entende-se que a ciência propõe a argumentação e a reflexão baseada nos experimentos. A argumentação científica e a reflexão focalizada na substância divina serão a base da reflexão teológica que por sua vez torna-se em reflexão ideológica sobre a vivência da fé. Na busca da compreensão da fé de si e do outro, o caminho é o saber teológico, e como este saber se construiu ao longo das épocas históricas e conforme seu processo de desenvolvimento. A reflexão teológica fez com que a reflexão científica se aprofundasse mais em seu campo de concentração; e uma vez encontrando respostas paras as indagações humanas,
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    33 esta fez comque a Teologia se reencontrasse na busca de reflexões e respostas para um pareamento mais apologético em defesa de sua genuinidade epistemológica de caráter dogmático. É indiscutível que a participação ativa dos alunos no processo ensino-aprendizagem não possa prescindir da atuação do professor, afinal é ele que coordena todo o processo; é o responsável pelo planejamento, supervisão das atividades e avaliação do aluno; faz parte deste o papel orientador-facilitador na busca de fontes, escolha de métodos e seleção de informações relevantes, sendo também tarefa sua ensinar e sistematizar os dados, a interpretá-los e relatá- los. Entretanto, o SETAD-MCP parte do pressuposto que a finalidade do processo de ensino- aprendizagem “não é a transmissão de conteúdos prontos, mas, sim, a formação de sujeitos autônomos, capazes de compreender a realidade que os cerca e de agir sobre ela”. (ANDRÉ, 2008, p.21). Nessa perspectiva, esta IETC adota como linha metodológica, uma atuação crítico- reflexiva e interrelacional, com a participação ativa dos alunos, esforçando-se em proporcionar- lhes um ensino-aprendizagem de modo a que sejam capazes de refletir sobre a realidade cotidiana, aprendendo a conviver e a trabalhar com o outro; a ouvir e se fazer ouvir, expressando ideias e opiniões próprias e acolhendo pensamentos e opiniões divergentes (ANDRÉ, 2008). Essa linha de atuação será o fio condutor de todos os eixos temáticos, permeando a construção do conhecimento em todas as disciplinas, por meio do diálogo permanente entre concepções teóricas, a realidade religiosa e sociocultural. 7.3 OBJETIVOS DO CURSO Os objetivos do curso livre de bacharelado em Teologia do Seminário Teológico da Assembleia de Deus – a Pioneira visa formar teólogos numa proposta científica com viés arminiano, em sintonia com a confessionalidade de sua mantenedora. A nova matriz otimiza o tempo de formação, preservando sua qualificação, e oportuniza a continuidade dos estudos acadêmicos em nível de pós-graduação livre. Portanto, o Curso Livre de Bacharel em Teologia tem por objetivo geral formar Bacharel em Teologia, com clareza de seu papel socio-espiritual dentro da cultura cristã e evangélica, com capacidade de se inserir em diversas realidades com sensibilidade para interpretar o divino e sua relação com a humanidade; com visão da contribuição que a aprendizagem da Teologia pode oferecer à formação dos indivíduos para o exercício de sua fé cristã e cidadania;
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    34 assegurando que oconhecimento teológico confessional pode e deve ser acessível a todos; com consciência de seu papel na superação dos preconceitos, orientado sob a Palavra de Deus, que inclui a todos, mas objetiva a transformação do indivíduo interna e exteriormente. Sendo a confessionalidade fundada no conceito de revelação das Sagradas Escrituras, a relevância do texto e das ciências voltadas para a sua interpretação, os conteúdos teológicos ao longo da história eclesiástica, a dinâmica da igreja cristã, e o aprofundamento na cultura geral constituem as linhas mestras do fazer pedagógico do Curso Livre de Teologia do Seminário Teológico da Assembleia de Deus. A proposta curricular contempla o conteúdo cognoscível da maioria dos institutos e seminários teológicos de linha arminiana, em sintonia com a tradição evangélica e pentecostal da fé. A Teologia tem argumentado ao longo da história em intercâmbio dialógico e epistemológico com as ciências Humanas e Sociais. Sendo, pois, o ensino teológico de caráter livre e confessional, o objeto de estudo deste seminário, não se aplica em seu bojo teórico a totalidade daquilo que principia as DCNs do Curso de Graduação em Teologia. Neste sentido, o Bacharel, futuro pesquisador da religião e de seus fenômenos, pauta-se nos conhecimentos necessários para o exercício de sua profissão através das seguintes competências e habilidades; Das Competências: a. Promover a integração teórico-prática, articulando de forma interdisciplinar as interfaces existentes nas diferentes áreas das ciências humanas, da Teologia e de outros campos do saber; b. Considerar as questões contemporâneas sobre temas ligados aos princípios éticos e morais de ação para a cidadania do cristão evangélico; c. Desenvolver conhecimento científico no campo da Teologia e na área das ciências humanas com finalidade de promover o avanço do Evangelho a todos os setores da sociedade civil amapaense e demais regiões. Das Habilidades: a. Atingir conhecimento relevante da respectiva Tradição religiosa, tanto dos textos e narrativas fundantes, como do desenvolvimento histórico da respectiva Tradição e das diferentes interpretações e correntes teológicas que se dão no interior de seu campo;
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    35 b. Com odomínio de instrumentos analíticos, interpretar narrativas, textos históricos e tradições em seu contexto, assim como sua hermenêutica; c. Produzir espírito crítico e pensamento reflexivo; d. Possuir senso de reflexão crítica e de cooperação que permita o desenvolvimento do saber teológico e das práticas religiosas dentro de sua própria tradição; e. Tornar-se profissional e obreiro crítico e participativo, fazer uso adequado dos conceitos teológicos aliados às situações do cotidiano (prática pastoral, prática missionária, desenvolvimento pessoal e espiritual); f. Articular o saber especificamente teológico com os saberes das outras ciências, de forma interdisciplinar; g. Ser proativo na promoção do diálogo, do respeito e da colaboração evangelizadora através da reflexão da teologia comparada e apologética; h. Ter consciência das implicações éticas do seu exercício ministerial e da sua responsabilidade social, moral e espiritual; i. Implementar projetos em organizações da sociedade visando o conhecimento de Deus e sua doutrina. 7.3.1 Objetivo Geral Formar Bacharel em Teologia, para intervir de forma crítica e qualificada, com fundamentação teórico-metodológica e posicionamento ético, cristão e político numa perspectiva doutrinária confessional, capaz de promover o exercício pleno da formação ministerial e intelectual dentro da cultura cristã e evangélica, evidenciando a Seara do Senhor Jesus como agente de transformação da sociedade no conjunto das relações sociais e nos desafios contemporâneos a que a Igreja de Cristo está situada. 7.3.2 Objetivos Específicos • Atuar no processo de desenvolvimento da sociedade e contribuir para o bem estar e qualidade de vida de seus cidadãos; • Formar e preparar líderes religiosos tanto para as necessidades espirituais do ser humano como para as questões que envolvem a práxis teológica, a fim de promover o pleno exercício da cidadania com capacidade crítica e criativa. • Atuar de forma competente, pautados nos valores e princípios ético-cristãos, articulando estes saberes com os conhecimentos de sua formação acadêmica;
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    36 • Tornar-se empreendedore participativo nas questões culturais e sociais de sua denominação religiosa, buscando a inclusão social, o respeito à pessoa e à dignidade humana segundo o modelo de Cristo; • Atuar comprometido com a pesquisa e autoaperfeiçoamento, a fim de contribuir para a melhoria do desenvolvimento do saber teológico confessional; • Saber atuar em equipe; expressar e construir de modo sensível, técnico e criativo, novos contextos de pensamento e ação no trabalho evangelizador, interdisciplinar, multidisciplinar e dogmático da religião cristã evangélica pentecostal. • Agir comprometido com as transformações político-econômico-sociais que valorizam a essência do Evangelho de Jesus Cristo, adequando a prática teológica às contínuas exigências do mundo cristão na contemporaneidade. 7.4 PERFIL DO EGRESSO DO CURSO LIVRE DE TEOLOGIA O Bacharel deve ser capaz de elaborar os conteúdos de sua fé para interagir com pessoas de sua comunidade e da sociedade em geral, conhecendo suficientemente o universo religioso e confessional para dialogar e cooperar em vista do bem de todas as pessoas. Para isto, requerem-se algumas competências e habilidades: − Capacidade para refletir teologicamente sobre problemas pessoais, espirituais e sociais na busca de respostas e convicções; − Habilidade para a leitura dos textos essenciais da sua fé, com domínio suficiente das línguas correspondentes para sua interpretação adequada; − Habilidade para desenvolver o senso crítico e participar da construção da cidadania no âmbito de sua responsabilidade; − Habilidade para promover a integração e a promoção de pessoas vulneráveis e de risco para uma sociedade de justiça e paz; − Habilidade para desenvolver projetos de cunho missiológico a fim de promover a práxis evangelizadora de sua confissão de fé; − Capacidade para situar-se frente à corrente teológica confessional e também, interagir com as diferentes correntes teológicas e de pensamento na perspectiva apologética de sua confissão de fé.
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    37 8 CONCEPÇÃO EORGANIZAÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR Atendendo o que preceitua como objetivo principal da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, A Pioneira; isto é, o de formar cristãos aptos para o exercício ministerial e evangelístico na perspectiva das missões locais e transculturais, o curso tem como finalidade formar bacharel em Teologia habilitado a atuar em diversos seguimentos da obra evangelizadora e docência da Palavra de Deus. Seguindo essa linha os conteúdos curriculares do Curso Livre de Graduação em Teologia estão organizados em quatro eixos temáticos complementares entre si, os quais citamos a seguir: a. Eixo de formação fundamental; b. Eixo de formação interdisciplinar; c. Eixo de formação técnico-prática; d. Eixo de formação complementar. Para cada eixo será indicado um conjunto de conteúdos básicos que podem ser oferecidos em diversas atividades didáticas, como nas disciplinas, em oficinas, nas atividades, discussões temáticas, bem como em seminários. O eixo de formação fundamental contém conteúdos de formação básica que caracterizam o curso livre de bacharel em Teologia, no qual serão ministradas disciplinas relacionadas aos estudos de: a) Narrativas e textos sagrados que podem ser tidos como fontes da Teologia, segundo a ortodoxia cristã evangélica; b) Línguas das fontes da Teologia; c) Normas ou regras de interpretação das referidas fontes; d) Desenvolvimento da Igreja no processo histórico da Humanidade; e) Método dos temas e das correntes teológicas construídas ao longo da história até a contemporaneidade; f) Natureza da Dogmática Pentecostal.
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    38 O eixo deformação interdisciplinar oferece conteúdo de formação ética e humanística, com disciplinas baseadas em conhecimentos das humanidades como filosofia e ciências sociais, com foco na ética e nas questões da sociedade contemporânea, em especial nas questões ligadas aos temas da teologia contemporânea, da antropologia e de outras áreas do conhecimento ou campos do saber, conforme o projeto de formação definido pelo Seminário Teológico da Assembleia de Deus. O eixo de formação teórico-prática contempla conteúdos de domínios conexos que são importantes para a construção do perfil e das competências pretendidas de acordo com o projeto de formação e objetivos definidos por esta IETC. O eixo de formação complementar possibilita ao aluno reconhecer e testar habilidades, conhecimentos e competências, inclusive fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades extras, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, nas ações de extensão junto à comunidade evangélica e em geral. Dessa maneira, a estrutura curricular foi organizada para promover a articulação dinâmica entre ensino e labor ministerial, prática e teoria, ambiente acadêmico e convívio comunitário, o básico ao avançado estudo, de modo a assegurar ao longo do Curso a formação de caráter ético-humanista, cívico-moral, e principalmente lapidação do caráter espiritual, aliados aos preceitos da confessionalidade, modelo padrão do ensino teológico deste Seminário. Obs: Na busca de uma dimensão missionária mais concreta voltada para os projetos sociais e ministeriais da mantenedora, a Missiologia está intrinsecamente aliada ao Estágio Supervisionado; uma vez que o Estágio Supervisionado obrigatório faz parte de atividades complementares (AC’s), este estará regido pela teoria e conteúdo programático da Missiologia.
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    39 8.1 MATRIZ CURRICULAR 8.1.1QUADRO 1 – Matriz Curricular Distribuída por Semestre/Bimestre SEM. BIM. CÓD. MATRIZ CURRICULAR – ANO 01 CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH TOTAL I I TS01 TS02 TS03 TP01 Teologia Sist. I: Teontologia Teologia Sist. II: Angelologia Teologia Sist. III: Introdução Bíblica Metodologia do Trabalho Científico 60 60 60 60 - - - - 60 60 60 60 II TB01 TB02 TB03 TB04 Pentateuco Livros Históricos Livros Poéticos Livros Proféticos 60 60 60 60 - - - - 60 60 60 60 TOTAL 480 - 480 SEM. BIM. CÓD. MATRIZ CURRICULAR – ANO 01 CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH TOTAL II III TH01 TE01 TE02 TS04 Geografia Bíblica Hebraico Bíblico Grego Bíblico Teologia Sist. IV: Antropologia Bíblica 60 60 60 60 - - - - 60 60 60 60 IV TS05 TH02 TB05 TB06 Teologia Sist. V: Hamartiologia História da Igreja Evangelhos e Atos Epístolas Paulinas 60 60 60 60 - - - - 60 60 60 60 TOTAL 480 - 480 SEM. BIM. CÓD. MATRIZ CURRICULAR – ANO 02 CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH TOTAL III I TS06 TS07 TS08 TE03 Teologia Sist. VI: Cristologia Teologia Sist. VII: Soterologia Teologia Sist. VIII: Pneumagiologia Hermenêutica Bíblica e Exegese 60 60 60 60 - - - - 60 60 60 60 II TE04 TB07 CR01 TP06 Homilética Epístolas Gerais Filosofia da Religião TCC 1 – Projeto 60 60 60 60 - - - - 60 60 60 60 TOTAL 480 - 480
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    40 SEM. BIM. CÓD.MATRIZ CURRICULAR – ANO 02 CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH TOTAL IV III TP02 TS09 TS10 TP03 Psicologia Pastoral Teologia Sist. IX: Eclesiologia Teologia Sist. X: Escatologia Direito Eclesiástico 60 60 60 60 - - - - 60 60 60 60 IV TP07 FI01 TH03 - TCC 2 - Redação Antropologia Filosófica Teologia Contemporânea Missiologia e Estágio Supervisionado 60 60 60 - - - - 180 60 60 60 180 TOTAL 420 180 600 8.1.2 QUADRO 2 – Disciplinas Optativas da Matriz Curricular CÓD. OPTATIVAS CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH TOTAL TP04 TP05 TH04 TE05 TE06 CR02 Teologia Pastoral Ética Pastoral Arqueologia Bíblica Teologia do Antigo Testamento Teologia do Novo Testamento Sociologia da Religião 30 30 30 30 30 30 - - - - - - 30 30 30 30 30 30 TOTAL 180 - 180 8.1.3 QUADRO 3 – Resumo da Carga Horária Total e Mínima Matriz Curricular CH Total CH Mínima Disciplinas Teórico-Práticas Obrigatórias 1.740 1.740 Optativas 180 90 Estágio Supervisionado 180 180 Trabalho de Conclusão de Curso 120 120 Atividades Complementares 180 180 Total Geral 2.400 2.310
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    41 8.1.4 QUADRO 4– Disciplinas por Eixos de Formação e Núcleos Temáticos Eixo de Formação Fundamental Teologia Exegética Cód. Disciplinas Créditos1 Horas TE01 Hebraico Bíblico 4 60 TE02 Grego Bíblico 4 60 TE03 Hermenêutica Bíblica e Exegese 4 60 TE04 Homilética 4 60 TE05 Teologia do Antigo Testamento 2 30 TE06 Teologia do Novo Testamento 2 30 Total 20 300 Teologia Bíblica Cód. Disciplinas Créditos Horas TB01 Pentateuco 4 60 TB02 Livros Históricos 4 60 TB03 Livros Poéticos 4 60 TB04 Livros Proféticos 4 60 TB05 Evangelhos e Atos 4 60 TB06 Epístolas Paulinas 4 60 TB07 Epístolas Gerais 4 60 Total 28 420 Teologia Histórica Cód. Disciplinas Créditos Horas TH01 História da Igreja 4 60 TH02 Geografia Bíblicas 4 60 TH03 Arqueologia Bíblica 2 30 TH04 Teologia Contemporânea 4 60 Total 14 210 1 Cada crédito equivale a 15h/aulas.
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    42 Teologia Sistemática Cód. Disciplinas CréditosHoras TS01 Teologia Sistemática I – Teontologia 4 60 TS02 Teologia Sistemática II – Angelologia 4 60 TS03 Teol. Sistemática III – Introdução Bíblica (Bibliologia) 4 60 TS04 Teologia Sistemática IV – Antropologia Bíblica 4 60 TS05 Teologia Sistemática V – Hamartiologia 4 60 TS06 Teologia Sistemática VI –Cristologia 4 60 TS07 Teologia Sistemática VII – Soteriologia 4 60 TS08 Teologia Sistemática VIII – Pneumagiologia 4 60 TS09 Teologia Sistemática IX – Eclesiologia 4 60 TS10 Teologia Sistemática X – Escatologia 4 60 Total 40 600 Créditos do Eixo de Formação Fundamental: 102 Total Horas: 1.530 Eixo de Formação Teórico-Prática Teologia Prática Cód. Disciplinas Créditos Horas TP01 Metodologia do Trabalho Científico 4 60 TP02 Psicologia Pastoral 4 60 TP03 Direito Eclesiástico 4 60 TP04 Teologia Pastoral 2 30 TP05 Ética Pastoral 2 30 TP06 TCC 1 – Projeto - 60 TP07 TCC 2 – Redação - 60 Total 16 360 Ciências da Religião Cód. Disciplinas Créditos Horas CR01 Filosofia da Religião 4 60 CR02 Sociologia da Religião 2 30 Total 06 90 Créditos do Eixo de Formação Teórico-Prática: 22 Total de Horas: 450
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    43 Eixo de FormaçãoInterdisciplinar Cód. Disciplinas Créditos Horas FI01 Antropologia Filosófica 4 60 Total 04 60 Créditos do Eixo de Formação Interdisciplinar: 04 Total de Horas: 60 Eixo de Formação Complementar Complementar Horas Atividades Complementares 180 Missiologia e Estágio Supervisionado 180 Total 360 Extensão Horas Aconselhamento Cristão 60 Comunicação Verbal 30 Grego Bíblico Avançado 100 Hebraico Bíblico Avançado 100 Liturgia 30 Mestre de Cerimônias 60 Pregador Pentecostal 60 Tipologia Bíblica 30 Total 470 Créditos do Eixo de Formação Complementar: 0 Total de Horas: 830 Carga Horária Total por Eixo de Formação Eixos Horas Formação fundamental 1.530 Formação teórico-prática 450 Formação interdisciplinar 60 Formação complementar 830 Total 2.870
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    44 8.2 EMENTÁRIO EBIBLIOGRAFIA As ementas das disciplinas que compõem a matriz curricular e os referenciais bibliográficos seguem o padrão e visão teológica defendidos pelo curso de Teologia do Seminário Teológico da Assembleia de Deus. Cada ementa apresentada está dividida segundo o eixo de formação e a área específica: • Formação Fundamental: − Teologia Exegética − Teologia Bíblica − Teologia Histórica − Teologia Sistemática • Formação Teórico-prática: − Teologia Prática − Ciências da Religião • Formação Interdisciplinar: − Antropologia Filosófica • Formação Complementar: − Missiologia e Estágio Supervisionado As bibliografias poderão ser acrescentadas no Plano de Curso de cada disciplina a pedido do professor e aprovado pela Direção Acadêmica e Teológica do SETAD. Reitera-se que ainda podem sofrer alterações futuras, de acordo com o Núcleo Docente Estruturante, na busca de utilização de novos materiais bibliográficos de publicações mais atuais.
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    45 EIXO DE FORMAÇÃOFUNDAMENTAL2 I. T E O L O G I A E X E G É T I C A HEBRAICO BÍBLICO [TE01] EMENTA: Introdução instrumental à língua do Antigo Testamento. Breve entendimento do álefebeth, escrita e pronúncia, ortografia, sinais massoréticos, substantivos, preposições e artigo. Classes gramaticais. Construções verbais. Análise textual e exercícios de tradução e transliteração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KELLEY, Page. Hebraico Bíblico: uma gramática introdutória. São Leopoldo: Sinodal/Est, 1998. KIRST, Nelson et al. Dicionário Hebraico-Português e Aramaico-Português. Ed. 30. São Leopoldo: Sinodal, Vozes, 2015. VITA, Rosemary; AKIL, Teresa. Noções básicas de hebraico bíblico para ler e traduzir. São Paulo: Hagnos, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BÍBLIA HEBRAICA. Bíblia Hebraica Stuttgartensia. Texto Massorético. Ed. 5. Barueri, SP: SBB, 1997. CHOWN, Gordon. Gramática Hebraica. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. COSTA. Weverton G. M. Dicionário de Hebraico Ilustrado. Macapá: 2021. HOLLADAY, William L. Léxico Hebraico e Aramaico do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2010. MENDES, P. Noções de Hebraico Bíblico. 6. Ed. São Paulo: Ed. Vida Nova, 2011. GREGO BÍBLICO [TE02] EMENTA: Introdução instrumental à língua do Novo Testamento. Breve entendimento do alfabeto grego, gramática, conceito de tradução e transliteração, uso da “aspiração” e demais sinais; artigos, substantivos, adjetivos e verbos; casos e declinações. Hermenêutica e exegese textual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: REGA, Lourenço S.; BERGMANN, Johannes. Noções do grego bíblico: Gramática fundamental. São Paulo: Vida Nova, 2014. MACHEN, John Gresham. O Novo Testamento Grego para Iniciantes. Trad. Antônio Victorino. São Paulo: Hagnos, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOBSON, John H. Aprenda o grego do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 1994. GINGRICH, F. Wilbur; DANKER, Frederick W. Léxico do Novo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1993. NOVO Testamento Interlinear Grego e Português. Barueri: SBB, 2004. TAYLOR, W. C. Dicionário do Novo Testamento Grego. 11. Ed. Rio de Janeiro: JUERP, 2011. 2 Incluindo as Disciplinas Optativas
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    46 HERMENÊUTICA BÍBLICA EEXEGESE [TE03] EMENTA: A Hermenêutica Bíblica ou Hermenêutica Sagrada se ocupa da interpretação dos textos bíblicos de acordo com leis de estudo e métodos próprios de compreensão teológica. Sendo uma arte e também uma ciência, é um recurso indispensável para todos os desejam estudar, pregar ou ensinar a Bíblia de maneira coerente e de acordo com os propósitos divinos quando da inspiração dos escritores sagrados. Ela propicia ao intérprete das Escrituras as ferramentas necessárias que o Espírito Santo pode lançar mão sempre que a Palavra de Deus tiver de ser estudada, a fim de que os sermões tenham por fundamento a sadia exegese bíblica, além de prover o cabedal de conhecimentos necessários ao combate dos ensinos heréticos das falsas doutrinas. Análise crítica dos métodos hermenêuticos disponíveis ao teólogo. Características do texto bíblico e princípios de interpretação. Métodos e escolas de Exegese do Antigo e do Novo Testamento. Desenvolvimento de um método exegético relacionando os contextos socioliterário, histórico e teológico do texto na língua original. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARSON, D. A. Os Perigos da Interpretação Bíblica: A exegese e suas falácias. São Paulo: Vida Nova, 2008. FEE, G.; STUART, D. Entendes o que lês? São Paulo: Vida Nova, 1997. KOSTENBERGER, Andreas J.; PATTERSON, Richard D. Convite à interpretação bíblica: A tríade hermenêutica (história, literatura e teologia). São Paulo: Vida Nova, 2015. OLIVEIRA, Raimundo Ferreira de. Princípios de Hermenêutica: Métodos de estudo e compreensão da Bíblia. 4. ed. Campinas: EETAD, 2000. OSBORNE, Grant R. A Espiral Hermenêutica: Uma nova abordagem à interpretação bíblica. São Paulo: Vida Nova, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALLEN, Curtis. Como Interpretar a Bíblia: Princípios práticos para entender e aplicar a palavra de Deus. São Paulo: Vida Nova, 2012. BERKHOF, Louis. Princípios de Interpretação Bíblica. São Paulo: Cultura Cristã, 2009. FEE, G.; STUART, D. Manual de Exegese Bíblica: Antigo e Novo Testamentos. São Paulo: Vida Nova, 2008. GRASSMICK, John. Exegese do Novo Testamento. São Paulo: Shedd, 2009. HARRIS, Robert Laird; ARCHER JR, Gleason Leonard; WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998. JOHNS, Dorothy. Hermenêutica: Métodos de estudo bíblico. 3. ed. Campinas: ICI Global University, 2013. LOCKIER, Herbert. Todas as Parábolas da Bíblia. São Paulo: Vida, 2006. ZABATIERO, Júlio. Manual de Exegese. São Paulo: Hagnos, 2007.
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    47 HOMILÉTICA [TE04] EMENTA: Apresentaçãoe análise dos modelos de pregação incluindo discussões acerca dos antecedentes históricos, das qualificações do pregador, bem como acerca da teologia, conteúdo, métodos, forma, estilo e propósito da pregação. A relação da homilética com exegese e hermenêutica. O papel do Espírito Santo na pregação. Técnicas para elaboração de sermões, estruturação, apresentação. Formas de pregação. O desafio da pregação diante da realidade social, política, econômica e religiosa na atualidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MANUAL DO MINISTRO. Edição Revista e Ampliada. São Paulo: Editora Vida, 1976. SANTOS, José Flávio. Homilética: Fundamentos da pregação bíblica pentecostal. 4. ed. Pindamonhangaba, SP: IBAD, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: IBADEP. Homilética e Hermenêutica: Ministério da Igreja. Guaira, PR: IBADEP, 2011. LACHLER, Carlos. Prega a Palavra: Passos para a exposição bíblica. São Paulo: Editora Vida, 1990. MACARTNEY, Clarence E. Grandes Sermões do Mundo. Rio de Janeiro: CPAD, 2003. PERES, Alcides Conejeiro. Ilustrações Selecionadas. 5. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. ZIBORDI, Ciro Sanches. Mais Erros Que os Pregadores Devem Evitar. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. TEOLOGIA DO ANTIGO TESTAMENTO [TE05]3 EMENTA: Estudo do conteúdo teológico dos livros do Antigo Testamento com investigações acerca do método, relevância e história da disciplina, e as análises dos temas: Promessa, Reino, Proclamação, Revelação, Lei e Graça, Messianismo, Profecia Bíblica, Justiça Social, Sofrimento, com ênfase nos Pactos bíblicos à luz do Dispensacionalismo e pela perspectiva pentecostal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HARRIS, R. L.; ARCHER JR, Gleason L.; WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998. ICE, Thomas. Entendendo o Dispensacionalismo: Interpretação literal e coerente da Bíblia. Porto Alegre: Actual Edições, 2004 MERRIL, Eugene H. Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Shedd, 2009. ROBERTSON, O. Palmer. Cristo dos Pactos. Campinas: Luz Para o Caminho, 1997. ZUCK, Roy B. (ed.). Teologia do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. DEVER, Mark. A Mensagem do Antigo Testamento: Uma exposição teológica e homilética. Rio de Janeiro: CPAD, 2008. KAISER, Walter C. Teologia do Antigo Testamento. Tradução Gordon Chown, 2. Ed. São Paulo: Vida Nova, 2007. SMITH, Ralph L. Teologia do Antigo Testamento: História, método e mensagem. São Paulo: Vida Nova, 2005. VON RAD, Gerhard. Teologia do Antigo Testamento. 2. Ed. São Paulo: ASTE/TARGUMIM, 2006. VAN GRONINGEN, Gerard. Revelação messiânica no Antigo Testamento: A origem divina do conceito messiânico e o seu desdobramento progressivo. São Paulo: Cultura Cristã, 1995. 3 As Optativas Teologia do Antigo Testamento e Teologia do Novo Testamento têm Carga Horária reduzidas para 30 horas/aulas.
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    48 TEOLOGIA DO NOVOTESTAMENTO [TE06] EMENTA: Estudo das principais questões bíblico-teológicas do Novo Testamento. Análise do panorama teológico da história da redenção no Novo Testamento. Foco nos temas: Reino de Deus, Ética, lei e Graça, Israel e a Igreja, pela perspectiva da teologia pentecostal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LADD, G. E. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2003. MORRIS, Leon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2003. ROBERTSON, O. Palmer. Cristo dos Pactos. Campinas: Luz Para o Caminho, 1997. ZUCK, Roy B. (ed.). Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRUCE, Frederick Fyvie. Paulo, o Apóstolo da Graça: Sua vida, cartas e teologia. São Paulo: Vida Nova, 2010. COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999. HOLWERDA, David E. Jesus e Israel: Uma aliança ou duas? São Paulo: Cultura Cristã, 2005. MARSHALL, I. Howard. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2010. REGA, L. S. (org.). Paulo e Sua Teologia. São Paulo: Vida, 2009. Pré-requisitos Disciplinas Exegéticas Créditos Horas Não há Hebraico Bíblico 4 60 Não há Grego Bíblico 4 60 Não há Hermenêutica Bíblica e Exegese 4 60 Não há Homilética 4 60 Não há Teologia do Antigo Testamento 2 30 Não há Teologia do Novo Testamento 2 30 Total 20 300
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    49 II. T EO L O G I A B Í B L I C A PENTATEUCO [TB01] EMENTA: Apresentação-discussão das novas abordagens sobre o processo de formação do Pentateuco (abordagem diacrônica). Estudo sistemático de cada livro segundo a sua apresentação canônica (abordagem sincrônica). Leitura e análise de textos seletos. Após o estudo da estrutura geral do Pentateuco e sua situação no quadro geral da história de Israel e da pesquisa atual, cada livro será estudado nos seus principais enfoques e narrativas, e de forma específica em passagens consideradas mitológicas, narrativas e legislativas. Um enfoque especial será dado a Gn 1-11, entendido como sendo as mais belas e eternas histórias de nossas origens contadas em forma de mitos e contramitos e da revelação de Deus. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDIÑACH, Pablo R. Introdução Hermenêutica ao Antigo Testamento. São Leopoldo: Sinodal, EST, 2015. HOFF, Paul. O Pentateuco. São Paulo: Editora Vida, 1983. MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino dos sacerdotes...Rio de Janeiro: CPAD, 2015. PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody: Gênesis a Malaquias. Vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BÍBLIA, Português. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI. Antigo e Novo Testamento. Texto da Nova Versão Internacional (NVI). São Paulo: Editora Vida, 2005. EICHRODT, Walther. Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2004. FARIA, Francisco Edson. Antigo Testamento Interlinear Hebraico-Português: Pentateuco, vol. 1. Barueri, SP: SBB, 2012. HARRIS, R. Laird; ARCHER JR, Gleason L; WATKE, Bruce K. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998. LIVINGSTON, George Herbert; et al. Comentário Bíblico Beacon: Gênesis a Deuteronômio. Vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2012. STRONG, Augustus Hopkins. Teologia Sistemática. 2. Ed. rev. e atual. vol. 1. São Paulo: Hagnos, 2007.
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    50 LIVROS HISTÓRICOS [TB02] EMENTA:Visão geral dos “Livros Históricos”. Aborda questões introdutórias de cada livro e apresenta o pano de fundo dos períodos a que eles pertencem. Além disto, procura esclarecer qual era o significado dos textos principais, para o receptor original, e aplicar suas mensagens para os dias atuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARCHER, Jr., G. L. Merece Confiança o Antigo Testamento? São Paulo: Vida Nova, 1986. MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2019. MULDER, Chester O. et al. Comentário Bíblico Beacon: Josué a Ester. Vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Antigo Testamento: Josué a Ester. Vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody: Gênesis a Malaquias. Vol. 1. São Paulo: Batista Regular, 2019. WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento, Histórico. Vol. 2. Santo André, SP: Geográfica Editora, 2006. LIVROS POÉTICOS [TB03] EMENTA: A poesia das Escrituras tem como objetivo expor a religião, especialmente a religião do Deus de Israel. Nestes estudos os alunos poderão desfrutar da beleza literária das obras poéticas contidas nos cinco livros poéticos da Bíblia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHAPMAN, Milo L.; PURKISER, W. T.; WOLF, Earl C.; et al. Comentário Bíblico Beacon: Jó a Cantares de Salomão. Vol. 3. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Antigo Testamento: Jó a Cantares de Salomão. Edição Completa. Vol. 3. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2019. PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody: Gênesis a Malaquias. Vol. 1. São Paulo: Batista Regular, 2019. WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo: Antigo Testamento: Poéticos. vol. 3. Santo André, SP: Geográfica Editora, 2006.
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    51 LIVROS PROFÉTICOS [TB04] EMENTA:Uma abordagem introdutória aos livros de profecia, inserindo-os no seu contexto histórico e sociocultural. Aferir-se-á do seu valor literário, bem como do impacto da sua mensagem para o povo de Israel, assim como para nós, hoje. Serão examinados alguns trechos emblemáticos da Teologia compreendida nesses livros, como exemplo do que é possível fazer, de modo a usufruir do conteúdo e ensino experiencial desses livros da Escritura Sagrada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COELHO, Alexandre; DANIEL, Silas. Os Doze Profetas Menores. Rio de Janeiro: CPAD, 2012. MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2019. BALDO, Ronildo. Profetas Maiores: Representantes de Deus em uma Missão Importante. Pindamonhangaba: IBAD, 2007. SUANA, Samuel. Profetas Menores: O equilíbrio entre a justiça e a misericórdia. Pindamonhangaba: IBAD, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRIGHT, John. História de Israel. 4. ed. São Paulo: Paulinas, 2010. PAPE, Dionísio. Justiça e Esperança Para Hoje: A mensagem dos Profetas Menores. São Paulo: ABU Editora, 1982. PFEIFFER, Charles F. Comentário Bíblico Moody: Gênesis a Malaquias. Vol. 1. São Paulo: Batista Regular, 2019. PRICE, Ross E. et al. Comentário Bíblico Beacon: Isaías a Daniel. Vol 4. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. REED, Oscar F. et al. Comentário Bíblico Beacon: Oséias a Malaquias. Vol 5. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. SICRE, José Luis. Profetismo em Israel: O profeta, os profetas, a mensagem. Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.
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    52 EVANGELHOS E ATOS[TB05] EMENTA: Estudo das narrativas dos primeiros escritos do Novo Testamento. Análise dos Evangelhos Sinóticos: Mateus, Marcos, Lucas. Do Evangelho de João. Estudo panorâmico do Livro de Atos dos Apóstolos. Ênfase aos ensinos de Jesus, Sua Obra salvífica em prol da humanidade e os resultados de Seu ministério no estabelecimento e desenvolvimento da Igreja no Primeiro século da Era Cristã. Instiga reflexões contextualizadas tendo por objetivo a construção de valores relevantes à sociedade contemporânea. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HOOVER, Richard. Evangelhos e Atos: As narrativas da vida de Jesus e o nascimento da Igreja Primitiva. Pindamonhangaba: IBAD, 2014. LADD, George Eldon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2001. PEARLMAN, Myer. Através da Bíblia livro por livro. Tradução: Lawrence Olson. São Paulo: Editora Vida, 2006. SAWADOGO, Jean-Baptiste; MUNGER, Márcia. Panorama do Novo Testamento. Campinas: ICI Brasil, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do Cristianismo. São Paulo: Editora Fundamento, 2012. EARLE, Ralph; SANNER, A. Elwood; CHILDERS, Charles L. Comentário Bíblico Beacon: Mateus a Lucas. vol. 6. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. EARLE, Ralph; MAYFIELD, Joseph H. Comentário Bíblico Beacon: João a Atos. vol. 7. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. GUNDRY, Robert H. Panorama do Novo Testamento. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998. MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2019. PACKER, James; TENNEY, Merril; WHITE JR, William. O mundo do Novo Testamento. São Paulo: Editora Vida, 1994.
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    53 EPÍSTOLAS PAULINAS [TB06] EMENTA:Estudo panorâmico dos escritos paulinos contidos no Cânon do Novo Testamento. Abordagem comparativa da Teologia Paulina com os ensinos de Jesus e suas implicações no cotidiano da vida cristã. A busca do entendimento dos assuntos abordados nas Epístolas do apóstolo Paulo sob o ambiente da Igreja Cristã do séc. I d.C. A historicidade dos escritos, a teologia, a mensagem para hoje. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LADD, George Eldon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2001. MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2019. GUNDRY, Robert H. Panorama do Novo Testamento. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998. PEARLMAN, Myer. Epístolas Paulinas: Cartas que mudaram a história da Igreja... 9. Impressão. Rio de Janeiro: CPAD, 2012. (Série Comentário Bíblico). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRUCE, Frederick Fyvie. Paulo, o Apóstolo da Graça: Sua vida, cartas e teologia. São Paulo: Vida Nova, 2010. GREATHOUSE, William M.; METZ, Donald S.; CARVER, Frank G. Comentário Bíblico Beacon: Romanos a 1 e 2 Coríntios. vol. 8. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Novo Testamento: Atos a Apocalipse. Edição Completa. Rio de Janeiro: CPAD, 2008. HOWARD, R. E. et al. Comentário Bíblico Beacon: Gálatas a Filemom. vol. 9. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. PEARLMAN, Myer. Através da Bíblia Livro Por Livro. São Paulo: Editora Vida, 2006. REGA, L. S. (org.). Paulo e Sua Teologia. São Paulo: Vida, 2009.
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    54 EPÍSTOLAS GERAIS [TB07] EMENTA:Abordagem bíblico-teológica das Cartas Universais contidas no Cânon do Novo Testamento segundo a perspectiva pentecostal. Análise de questões relacionadas à ética cristã e teologia prática contidas nestes escritos. Visão panorâmica da vida e obra de seus escritores; a mensagem da teologia prática para a igreja e o cristão contemporâneos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO, Ricardo. Hebreus e Epístolas Gerais. Pindamonhangaba: IBAD, 2015. MACARTHUR, John. Manual Bíblico MacArthur: Livro por livro. 2. Ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2019. GUNDRY, Robert H. Panorama do Novo Testamento. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998. LADD, George Eldon. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2001. PEARLMAN, Myer. Através da Bíblia Livro por Livro. São Paulo: Editora Vida, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Novo Testamento: Atos a Apocalipse. Edição Completa. Rio de Janeiro: CPAD, 2008. HOSTER, Gerhard. Introdução e Síntese do Novo Testamento. Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 1996. SAWADOGO, Jean-Baptiste; MUNGER, Márcia. Panorama do Novo Testamento. Campinas: ICI Brasil, 2008. WIERSBE, Warren W. Comentário Bíblico Wiersbe Novo Testamento: A Bíblia explicada de maneira clara e concisa. 2. vol. Santo André: Geográfica Editora, 2009. Pré-requisitos Teologia Bíblica Créditos Horas Não há Pentateuco 4 60 Não há Livros Históricos 4 60 Não há Livros Poéticos 4 60 Não há Livros Proféticos 4 60 Não há Evangelhos e Atos 4 60 Não há Epístolas Paulinas 4 60 Não há Epístolas Gerais 4 60 Total 28 420
  • 56.
    55 III. T EO L O G I A H I S T Ó R I C A HISTÓRIA DA IGREJA [TH01] EMENTA: Estudo das raízes históricas do Cristianismo e da Igreja, desde sua fundação por Cristo ressaltando a importância de se conhecer cada período, o papel de seus líderes e o crescimento da mesma até os nossos dias. A história das Assembleias de Deus no Amapá. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GONZALES, Justo L. História Ilustrada do Cristianismo. São Paulo: Vida Nova, 2013. Coleção em 10 volumes (A Era dos Mártires até a Era Inconclusa). HURLBUT, Jesse Lyman. História da Igreja Cristã. 14. Impressão. São Paulo: Editora Vida, 2002. IBADEP. História da Igreja. 5. ed. Guaira, PR: IBADEP, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BAPTISTA, Douglas Roberto de Almeida. História das Assembleias de Deus: O grande movimento pentecostal do Brasil. Curitiba, PR: InterSaberes, 2017. (Série Conhecimentos em Teologia). 2 Mb, PDF. CAIRNS, Earle E. O Cristianismo Através dos Séculos: Uma história da Igreja Cristã. Nova edição revisada e ampliada. 2. ed. Tradução: Israel Belo de Azevedo. São Paulo: Vida Nova, 1995. FERGUSON, Everett. História da Igreja: Dos dias de Cristo à Pré-Reforma. Vol. 1. Rio de Janeiro: Central Gospel, 2017. KNIGHT, A.; ANGLIN, W. História do Cristianismo: Dos apóstolos do Senhor Jesus ao século XX. Rio de Janeiro: CPAD, 1983. RIBEIRO, H. C. Márcio. História da Igreja. Salvador: Faculdade de Teologia e Extensão da Bahia.
  • 57.
    56 GEOGRAFIA BÍBLICA [TH02] EMENTA:Estudo das diferentes áreas da Terra relacionadas com as Sagradas Escrituras. Descreve e delimita os relatos bíblicos do ponto de vista físico, humano, econômico e político, dando-lhes mais consistência e autenticidade, auxiliando na localização espaço- temporal, interpretação e compreensão dos mesmos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOLENDA, João. Geografia Bíblica: Um panorama das terras bíblicas. Pindamonhangaba: IBAD, 2014. SALIBA, Marcos (ed.). Atlas Bíblico. São Paulo: Editora DCL, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Geografia Bíblica. Rio de Janeiro: CPAD, 1987. NETO, José Sanches Vallejo. Geografia e Arqueologia Bíblica. São Paulo: SETEBRAE, 2007. PACKER, James; TENNEY, Merril; WHITE JR, William. O mundo do Novo Testamento. São Paulo: Editora Vida, 1994. TOGNINI, Enéas. Geografia da Terra Santa e das Terras Bíblicas. São Paulo: Hagnos, 2009. VOGEL, Hans. O Mundo Bíblico Visto de Hoje. Projeto de Mestrado no ramo de História, na especialidade de História Antiga. Lisboa: Universidade de Lisboa, 2013. ARQUEOLOGIA BÍBLICA [TH03]4 EMENTA: Análise da Arqueologia Bíblica e sua importância para o estudo do Antigo Testamento, comprovando os fatos bíblicos com a ajuda científica. Certificação das verdades bíblicas através de estudos e descobertas arqueológicas, da preservação e história do mundo antigo. Conhecimento do valor e importância da Arqueologia na comprovação dos fatos bíblicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PRICE, Randall. Arqueologia Bíblica: O que as últimas descobertas da arqueologia revelam sobre as verdades bíblicas. 5. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. THOMPSON, John A. A Bíblia e a Arqueologia: Quando a ciência descobre a fé. Edição ilustrada. Prefácio de F. F. Bruce. São Paulo: Editora: Vida Cristã, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BÍBLIA SAGRADA. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI. Texto da Nova Versão Internacional (NVI). São Paulo: Editora Vida, 2005. KAEFER, José Ademar. A Bíblia, a Arqueologia e a História de Israel e Judá. São Paulo: Editora Paulus, 2012. NETO, José Sanches Vallejo. Geografia e Arqueologia Bíblica. São Paulo: SETEBRAE, 2007. 4 Disciplina optativa de carga horária reduzida a 30 horas/aulas.
  • 58.
    57 TEOLOGIA CONTEMPORÂNEA [TH04] EMENTA:Conhecimento e discussão dos principais temas contemporâneos em Teologia, seus valores. Teologia do Século XX. A Teologia existencial de Soren Kierkegaard. Teologia dialética ou Neo-Ortodoxia de Karl Barth. Wolfhart Pannemberg, Jurgen Moltmann, Emil Brunner, Dietrich Bonhoeffer, Paul Tillich, Rudolf Bultmann e Hans Urs Von Balthasar, Bruno Forte. Teologia da História, Teologia do Processo, Teologia da Esperança, Teologia Radical e Pós-liberalismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. ALMEIDA, Abraão de. Teologia Contemporânea: A influência das correntes teológicas e filosóficas na Igreja. Nova edição ampliada. Rio de Janeiro: CPAD, 2014. BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol. 1. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016. COSTA, Hermisten Maia Pereira da. Raízes da Teologia Contemporânea. São Paulo: Cultura Cristã, 2004. GRENZ, Stanley J.; OLSON, Roger E. A Teologia do Século XX: Deus e o mundo numa era de transição. São Paulo: Cultura Cristã, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRETO, Leila dos Passos. Apostila de Teologia Contemporânea. Seminário Teológico Evangélico Vida e Luz. FERGUNSON, S. B.; WHIGHT, D. F.; PACKER, J. I. Novo Dicionário de Teologia. São Paulo: Hagnos, 2009. HORDERN, William E. Teologia Contemporânea. São Paulo: Hagnos, 2004. MACHEN, J. Gresham. Cristianismo e Liberalismo. Prefácio: Michael Horton. São Paulo: Editora Os Puritanos, 2001. OLSON, Roger E. História da Teologia Cristã: 2000 anos de tradição e reformas. Tradução: Gordon Chown. São Paulo: Editora Vida, 2001. Pré-requisitos Disciplinas Créditos Horas Não há História da Igreja 4 60 Não há Geografia Bíblicas 4 60 Não há Arqueologia Bíblica 2 30 Não há Teologia Contemporânea 4 60 Total 14 210
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    58 IV. T EO L O G I A S I S T E M Á T I C A SISTEMÁTICA I – TEONTOLOGIA [TS01] EMENTA: Análise sistemática dos prolegômenos à teologia, do conceito de revelação, do ser de Deus e suas obras. Investiga o conceito e a necessidade da teologia, o papel da razão, o método teológico, o conceito de revelação geral e especial. Aborda o ensino bíblico sobre o ser Deus e seus atributos, a doutrina da Trindade, os decretos e as obras de Deus, incluindo a criação e providência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol. 1. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016. ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova, 1997. GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008. STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 1. São Paulo: Hagnos, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999. HARRIS, R. L.; ARCHER JR, Gleason L.; WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998. HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001. McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005. PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006. SPROUL, R. C. A Santidade de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 1997. SPROUL, R. C. Eleitos de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 1998.
  • 60.
    59 SISTEMÁTICA II –ANGELOLOGIA [TS02] EMENTA: Estudo sistemático sobre a Obra da Criação de Deus que inclui os Seres Espirituais criados. Nesta disciplina procura-se entender como se deu a criação dos anjos, suas características, classificação, propósitos de sua criação, os anjos bons, os anjos maus ou caídos, a origem de Lúcifer, a Demonologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Introdução à Teologia, a Bíblia, Deus, a Criação. vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008. MACCHIA, C. D. B. F. Seres Espirituais Criados. In: HORTON, Stanley M. (ed.). In: Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1990. SILVA, Severino Pedro da. Os Anjos, sua natureza e ofício. Rio de Janeiro: CPAD, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERKHOF, Louis. As Obras de Deus: Criação do Mundo Espiritual. [p.131-137]. In: Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. FERRAZ, José. Angelologia. 2019 [PDF]. Disponível em: https://docero.com.br/doc/nsvvxn0 FAULDADE E SEMINÁRIO TEOLÓGICO NACIONAL. Angelologia. [PDF]. 2019. STRONG. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2003. SISTEMÁTICA III – INTRODUÇÃO BÍBLICA [TS03] EMENTA: Estudo da natureza da Bíblia como revelação escrita de Deus. Objetiva focalizar a Bíblia como um todo; a formação e constituição do Sagrado Livro, não prescrevendo o significado de seu conteúdo, mas enfatizando o valor conjunto, sua coerência, unidade e revelação no transcorrer da história. O conteúdo analisado: definição de revelação, a inspiração e autoridade da Bíblia: abordando a definição de inspiração, as várias teorias acerca da inspiração e as evidências da inspiração bíblica. A canonicidade da Bíblia: neste aspecto procura-se identificar os critérios para a canonicidade de um livro, o desenvolvimento do cânon do Antigo Testamento e do Novo Testamento; A transmissão do texto bíblico, incluindo-se aí os principais manuscritos da Bíblia e a crítica textual. A tradução do texto bíblico com a análise das principais traduções da Bíblia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARCHER, Jr., G. L. Merece Confiança o Antigo Testamento? São Paulo: Vida Nova, 1986. GEISLER, Norman; NIX, William. Introdução Bíblica: Como a Bíblia chegou até nós. São Paulo: Editora Vida, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRIGHT, John. História de Israel. 3. Ed. São Paulo: Edições Paulinas, 1985. HARRIS, R. Laird. Inspiração e Canonicidade da Bíblia. São Paulo: Cultura Cristã, 2004. LAPA, Marco Antônio Teixeira. Introdução à Sagrada Escritura e Bibliologia. Editora UNIASSELVI, 2009.
  • 61.
    60 SISTEMÁTICA IV –ANTROPOLOGIA BÍBLICA [TS04] EMENTA: Estudo relevante sobre a Doutrina do Homem segundo a revelação nas Escrituras Sagradas, na perspectiva pentecostal. A disciplina procura responder as perguntas que inquietam aqueles que se debruçam sobre a realidade da existência do ser: que é o homem? Que ser é este? De onde ele veio? Para onde vai? Qual seu propósito no presente e no porvir? A criação e origem do homem; Criação x Evolução; a imagem de Deus no homem; a formação da mulher; o estado original do homem; a queda do homem; a promessa da redenção da humanidade; a constituição do homem; o espírito do homem; a origem da alma humana; o corpo do homem; a natureza humana. Teorias errôneas sobre a origem do homem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol. 3. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016. ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova, 1997. GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Introdução à Teologia, a Bíblia, Deus, a Criação. vol. 1. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008. STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999. GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999. HARRIS, R. L.; ARCHER JR, Gleason L.; WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998. HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001. McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005. WOLFF, Hans Walter. Antropologia do Antigo Testamento. 1. ed. rev. e atual. São Paulo: Hagnos, 2007.
  • 62.
    61 SISTEMÁTICA V –HAMARTIOLOGIA [TS05] EMENTA: Dando sequência aos estudos sistemáticos das doutrinas bíblicas, após a criação do homem, agora passa-se a refletir sobre a Queda do Homem ou a Doutrina do Pecado, sob a ótica da teologia pentecostal. Torna-se de suma importância estudar sobre este tema bíblico, uma vez que, tal disciplina influencia todas as demais doutrinas e é influenciada por elas. Diversos métodos são empregados no estudo do pecado, mas a análise dos dados bíblicos proporciona melhor compreensão do pecado e de suas consequências. As causas, sua natureza e suas consequências podem ser analisadas por meio do estudo dos termos que as Escrituras utilizam na descrição do pecado, que é todo ato mal ou motivação má opostos a Deus. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol. 3. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016. ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova, 1997. GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, Salvação, a Igreja, as Últimas Coisas. vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008. STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999. GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1999. HARRIS, R. L.; ARCHER JR, Gleason L.; WALTKE, Bruce K. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1998. HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001. McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005. PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006. VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
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    62 SISTEMÁTICA VI –CRISTOLOGIA [TS06] EMENTA: Continuidade dos estudos sistemáticos das doutrinas bíblico-pentecostal que agora debruça-se sobre a Pessoa de Jesus, o Cristo. A Cristologia como fazer teológico. A Messianidade Veterotestamentária. A Teologia do Deus Encarnado. Os atributos de Cristo como Deus e como Homem, e o relacionamento dessas duas naturezas. O Cristo que é Servo e é Rei, é Salvador e é Juiz. Os dogmas cristológicos: Eternidade, Humanidade, Natureza, Nomes, Ofícios, Estado, Obra e Ministério. Controvérsias doutrinárias, heresias, modismos contemporâneos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol. 2. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016. GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. GILBERTO, Antônio. (ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008. PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006. VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999. ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova, 1997. HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001. McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005. STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003. SOARES, Esequias. Cristologia: A doutrina de Jesus Cristo. São Paulo: Hagnos, 2008.
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    63 SISTEMÁTICA VII –SOTERIOLOGIA [TS07] EMENTA: Estudo sistemático da Doutrina da Salvação na perspectiva pentecostal. Inclui as doutrinas do pecado, a doutrina da graça de Deus, doutrina da expiação pelo sangue, doutrina da redenção, doutrina da propiciação, doutrina da fé salvífica, doutrina do arrependimento, doutrina da confissão dos pecados, doutrina do perdão dos pecados, conversão, doutrina da união mística, doutrina do arrependimento, doutrina da regeneração espiritual, a doutrina da imputação da justiça de Deus ao crente, doutrina da adoção, doutrina da santificação posicional e progressiva, a doutrina da presciência de Deus, doutrina da eleição divina, a liberdade humana, a doutrina da predestinação dos salvos, a doutrina da chamada para a salvação, doutrina da justificação, a doutrina da glorificação dos salvos e da salvação, nas eras divinas futuras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol. 3. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016. ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova, 1997. GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. GEISLER, Norman. Eleitos, Mas Livres: Uma perspectiva equilibrada entre a eleição divina e o livre-arbítrio. 2. ed. São Paulo: Editora Vida, 2005. GILBERTO, Antônio. (Ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008. PECOTA, Daniel B. A Obra Salvífica de Cristo. p.335-382. In: HORTON, Stanley M. (Ed. geral). Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1990. VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999. DANIEL, Silas. Arminianismo A Mecânica da Salvação: Uma exposição histórica... 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2017. HODGE, Charles. Teologia Sistemática. São Paulo: Hagnos, 2001. FERREIRA, Franklin. Teologia Cristã: Uma introdução à sistematização das doutrinas. São Paulo: Vida Nova, 2011. McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005. SPROUL, R. C. Eleitos de Deus. São Paulo: Cultura Cristã, 1998. STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003.
  • 65.
    64 SISTEMÁTICA VIII –PNEUMATOLOGIA [TS08] EMENTA: Estudo sistemático da doutrina bíblico-pentecostal sobre a Pessoa do Espírito Santo. A Pessoa e obras do Espírito Santo relacionadas a Cristo e à Igreja. Os atributos do Espírito Santo. Os dogmas pneumatológicos: Natureza, Nomes, Ofícios, Obra e Ministério da Terceira Pessoa da Trindade na regeneração, conversão, arrependimento e fé, justificação e santificação do homem. Controvérsias doutrinárias, heresias, modismos contemporâneos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. vol. 2. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016. ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova, 1997. GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. GILBERTO, Antônio. (Ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008. McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999. HORTON, Stanley. (Ed. Geral). Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1990. PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006. VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002.
  • 66.
    65 SISTEMÁTICA IX –ECLESIOLOGIA [TS09] EMENTA: Estudo sistemático da doutrina bíblico-pentecostal da Igreja. A visão histórico- teológica da doutrina da Igreja como corpo de Cristo e uma fraternidade de irmãos cristãos que se unem por uma comunhão espiritual. Os grandes temas da teologia da Igreja. A natureza da Igreja; a fundação da Igreja; os membros da Igreja; a obra da Igreja; as ordenanças da Igreja; a adoração da Igreja; a organização da Igreja. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. Vol. 4. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016. ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova, 1997. GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. GILBERTO, Antônio. (Ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008. McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999. HORTON, Stanley. (Ed. Geral). Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1990. PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006. VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003.
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    66 SISTEMÁTICA X –ESCATOLOGIA [TS10] EMENTA: Estudo sistemático da doutrina bíblico-pentecostal das Últimas Coisas. Exposição da Escatologia dogmática e biblicocêntrica. Abrange a escatologia individual e geral. Aborda temas como a natureza escatológica da mensagem bíblica, a morte, imortalidade, estado intermediário, as 70 Semanas de Daniel, os principais eventos escatológicos: o Arrebatamento, o Tribunal de Cristo, a Grande Tribulação, a Segunda Vinda de Cristo, o Anticristo, Julgamento das Nações, Milênio, Revolta do Diabo e seu Julgamento, O Juízo Final e Estado Eterno. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRUNELLI, Walter. Teologia Para Pentecostais: Uma teologia sistemática expandida. vol. 4. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2016. ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Edições Vida Nova, 1997. GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Pecado, salvação, a igreja, as últimas coisas. vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD, 2010. GILBERTO, Antônio. (Ed. Geral) et al. Teologia Sistemática Pentecostal. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2008. McGRATH, Alister. Teologia Sistemática, Histórica e Filosófica: Uma introdução à teologia cristã. São Paulo: Shedd publicações, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário de Escatologia Bíblica. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. BERGSTÉN, Eurico. Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. 4. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2012. COENEN, Lothar; BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 1999. ERICKSON, Millard J. Escatologia: A polêmica em torno do Milênio. São Paulo: Edições Vida Nova, 2010. HORTON, Stanley. (Ed. Geral). Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1990. LOPES, Edson. Fundamentos da Teologia Escatológica. São Paulo: Mundo Cristão, 2013. PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006. VINE, W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR, W. Dicionário Vine: O significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. STRONG, Augustus H. Teologia Sistemática. Vol. 2. São Paulo: Hagnos, 2003. Pré-requisito Teologia Sistemática Créditos Horas Não há Teologia Sistemática I – Teontologia 4 60 Não há Teologia Sistemática II – Angelologia 4 60 Não há Teologia Sistemática III – Introdução Bíblica 4 60 Não há Teologia Sistemática IV – Antropologia Bíblica 4 60 Não há Teologia Sistemática V – Hamartiologia 4 60 Não há Teologia Sistemática VI –Cristologia 4 60 Não há Teologia Sistemática VII – Soteriologia 4 60 Não há Teologia Sistemática VIII – Pneumagiologia 4 60 Não há Teologia Sistemática IX – Eclesiologia 4 60 Não há Teologia Sistemática X – Escatologia 4 60 Total 40 600
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    67 EIXO DE FORMAÇÃOTEÓRICO-PRÁTICA5 I. T E O L O G I A P R Á T I C A METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO [TP01] EMENTA: Essa disciplina engloba um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento. Compreensão das fases da produção científica no ambiente acadêmico. A Teologia como ciência. A metodologia da pesquisa teológica. A produção do conhecimento teológico. Correção e integração de conhecimentos pré-existentes para a formação de texto adequados dentro das regras e Normas Técnicas da ABNT e Nominata do SETAD. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 2010 BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de Pesquisa: Propostas metodológicas. 19ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. CARVALHO, Maria Cecilia Marigoni de (org.). Construindo o saber: Metodologia Cientifica - fundamentos e técnicas. 23ª ed. Campinas - SP: Papirus, 2010. GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2002. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica, 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 23ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FLICK, U. Introdução à Metodologia de Pesquisa. Porto Alegre: Penso, 2012. OLIVEIRA Netto, Alvim Antônio de. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para apresentação de trabalhos acadêmicos. 2ª ed Florianópolis: visual books, 2008. PÁDUA, Elisabete M. M. de. Metodologia da Pesquisa: Abordagem Teórico-Prática. Campinas- SP: Papirus, 2004. ROVER, A.; MELLO, R. O. Normas da ABNT: Orientações para a produção científica. Joaçaba: Editora Unoesc, 2020. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª. ed. São Paulo: Cortez., 2007. SILVA, Cláudio Nei Nascimento da.; PORTO, Marcelo Duarte. Metodologia Científica Descomplicada: Prática científica para iniciantes. Brasília: Editora IFB, 2016. 5 Incluindo as Disciplinas Optativas
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    68 PSICOLOGIA PASTORAL [TP02] EMENTA:Desenvolvimento das condições de prestação de ajuda às pessoas com necessidades diversas. Aplicação de conhecimentos psicológicos e espirituais no trabalho de aconselhamento pastoral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADAMS, Jay E. O Manual do Conselheiro Cristão. 5. ed. São José dos Campos, SP: Fiel, 2006. BAKER, Mark W. Jesus, O Maior Psicólogo Que Já Existiu. São Paulo: Sextante, 2001. COLLINS, Gary R. Aconselhamento Cristão. São Paulo: Vida Nova, 2004. CLINEDBELL, Howard J. Aconselhamento pastoral. São Leopoldo, RS: Sinodal, 1987. LOPES, Jamiel de Oliveira. Psicologia Pastoral. São Paulo: Gráfica Lex Ltda, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRITO, Robson José. Psicologia Pastoral. Guaíra, PR: IBADEP, 2017. SATHLER-ROSA, Ronaldo. Cuidado Pastoral Em Tempos de Insegurança: Uma hermenêutica contemporânea. São Paulo: ASTE, 2004. SEMINÁRIO TEOLÓGICO NACIONAL. Psicologia Pastoral. [PDF] FISHER, David. O Pastor do Século XXI. São Paulo: Editora Vida, 1999. GARCIA-ROZA, Luís Alfredo. Freud e o Inconsciente. 18. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. HOFF, Paul. Pastor Como Conselheiro. São Paulo: Editora Vida, 1996. PIERRE, Jeremy; REJU, Deepak. O Pastor e o Aconselhamento: Um guia básico para pastoreio de membros em necessidade. São José dos Campos, SP: Fiel, 2015. DIREITO ECLESIÁSTICO [TP03] EMENTA: A Igreja, o Povo de Deus e o Direito. Normas de organização eclesiástica. Atividade sociojurídica da Igreja. Noções de administração da Justiça, Direito Penal, Civil, Constitucional, Previdenciário e Trabalhista. Trata-se dos conceitos e princípios que balizam e organizam toda a disciplina relativa ao Direito das Organizações Religiosas, tais como liberdade de convicção, liberdade de expressão, liberdade de crença, liberdade de expressão religiosa, liberdade de culto e afins. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FACULDADES ITA. Direito Eclesiástico. Fortaleza, CE: ITA, [pdf]. LIMA, Lucas Cavalcante. Direito Eclesiástico. [PDF] TENÓRIO, Francisco. Direito das Igrejas. Editora Ni, 2017. [pdf] VIEIRA, Thiago Rafael; REGINA, Jean Marques. Direito Religioso: questões práticas e teóricas. Porto Alegre, RS: Editora Concórdia, 2018. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: INSTITUTO PROBONO; INSTITUTO MARA GABRILLI; INSTITUTO FILANTROPIA. Novo Manual do Terceiro Setor. São Paulo: Paulus, 2014. OLIVEIRA, Aristeu de. Manual do Terceiro Setor e Instituições Religiosas: trabalhista, previdenciária, contábil e fiscal. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. VIEIRA, Jonathan da Silva. A Importância do Direito Religioso na Vida do Teólogo. Santo André, SP: FATEJ-FADISA.
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    69 TEOLOGIA PASTORAL [TP04] EMENTA:Examina a teologia bíblico-pentecostal da vocação. Concentra-se em temas como a natureza da vocação e as qualidades espirituais, morais e funcionais necessárias para o exercício dos ofícios eclesiásticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FISHER, David. O Pastor do Século 21. São Paulo: Editora Vida, 1999. MacARTHUR JR, John et al. Redescobrindo o Ministério Pastoral: Moldando o ministério contemporâneo aos preceitos bíblicos. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. PETERSON, Eugene. Um Pastor Segundo o Coração de Deus: Um antídoto para algumas práticas superficiais...Niterói, RJ: Editora Textus, 2000. ROWELL, Jeren. O Que Um Pastor Deve Fazer? A boa e difícil obra do ministério. Rio de Janeiro: CPAD, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BAXTER, Richard. O Pastor Aprovado. São Paulo: Publicações Evangélicas Selecionadas, 1989. DANTAS, Anísio. O Pastor e Seu Ministério. São Paulo: Dantas, 1990. DAVID, Hansen. A Arte de Pastorear. São Paulo: Shedd, 2001. GONÇALVES, Josué. O Pastor, Sua Família e Seus Desafios. Bragança Paulista, SP: Editora Mensagem Para Todos, 2012. HOUSTON, James. Mentoria Espiritual. Niterói, RJ: Editora Textus, 2003. KESSLER, Nemuel. A Crise de Integridade no Ministério Pastoral. Rio de Janeiro: CPAD, 2005 PIERRE, Jeremy; REJU, Deepak. O Pastor e o Aconselhamento: Um guia básico para pastoreio de membros em necessidade. São José dos Campos, SP: Fiel, 2015. SABBATINO, Vicente. Vocação Ministerial. Curso de Desenvolvimento Ministerial. Rio de Janeiro: ADVEC, 2020. SATHLER-ROSA, Ronaldo. Cuidado Pastoral em Tempos de Insegurança: Uma hermenêutica contemporânea. São Paulo: ASTE, 2004.
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    70 ÉTICA PASTORAL [TP05] EMENTA:Definição de ética e moral. Padrão de conduta cristã. A Bíblia como norma de fé e prática. Vocação ministerial. Contextos e relacionamentos. Objetivos do ministério de pregação. Porte e postura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MacARTHUR JR, John et al. Redescobrindo o Ministério Pastoral: Moldando o ministério contemporâneo aos preceitos bíblicos. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. KESSLER, Nemuel. A Crise de Integridade no Ministério Pastoral. Rio de Janeiro: CPAD, 2005 DANTAS, Anísio. O Pastor e Seu Ministério. São Paulo: Dantas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HORTON, Michael. O Cristão e a Cultura: Uma visão cristã da cultura e do seu papel dentro dela. São Paulo: Mundo Cristão, 2000. LEITE, Vicente (org.). Ética Filosofia moral, Cristã e Pastoral. IBETEL, [pdf]. MELLO, C. R. J.; ROSA, L. A; CAVALHEIRO, E. M. O Ministério Pastoral e os Desafios na Relação Familiar. Disponível em: https://periodicos.fabad.edu.br/index.php /RICF/article /download/16/20/ Acesso em 08 jan. 2022. ROWELL, Jeren. O Que Um Pastor Deve Fazer? A boa e difícil obra do ministério. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.
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    71 TRABALHO DE CONCLUSÃODE CURSO I – PROJETO [TP06] EMENTA: A produção do conhecimento e método científico. TCC 1 engloba um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes para a formação de textos adequados dentro das regras e normas corretas da pesquisa, de acordo com a ABNT. Desenvolvimento do TCC – Projeto de Pesquisa: a pergunta condutora, a delimitação do problema, a hipótese, os objetivos, a fundamentação teórica e a metodologia. A investigação científica como prática social. Início do Trabalho de Conclusão de Curso, pelo qual o discente individualmente ou em dupla, demostra a capacidade de sistematizar conhecimentos adquiridos e competências desenvolvidas durante o bacharelado e apresenta um Pré-projeto em Banca de Qualificação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 2010. BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de Pesquisa: Propostas metodológicas. 19ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da ciência e prática da pesquisa. 23ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARIA Cecilia Marigoni de Carvalho (org.). Construindo o saber: Metodologia Cientifica - fundamentos e técnicas. 23ª ed. Campinas - SP: Papirus, 2010. ROVER, A.; MELLO, R. O. Normas da ABNT: Orientações para a produção científica. Joaçaba: Editora Unoesc, 2020. WICKS, Jared. Introdução ao Método Teológico. 4. ed. são Paulo: Edições Loyola, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STEPHANINI, Valdir. Metodologia Teológica. Faculdade Unida, 2021. OLIVEIRA Netto, Alvim Antônio de. Metodologia da Pesquisa Científica: Guia prático para apresentação de trabalhos acadêmicos. 2. ed. Florianópolis: visual books, 2008. PÁDUA, Elisabete M. M. de. Metodologia da Pesquisa: Abordagem Teórico-Prática. Campinas- SP: Papirus, 2004. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª. ed. São Paulo: Cortez., 2007.
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    72 TRABALHO DE CONCLUSÃODE CURSO II – REDAÇÃO [TP07] EMENTA: Elaboração, orientação e entrega do Trabalho de Conclusão do Curso – TCC (Artigo Científico), obedecendo às normas e regulamentos metodológicos. Apresentação do respectivo trabalho perante a Banca Examinadora. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: Elaboração de trabalhos na graduação. São Paulo: Atlas, 2010. BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de Pesquisa: Propostas metodológicas. 19ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da ciência e prática da pesquisa. 23ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. MARIA Cecilia Marigoni de Carvalho (org.). Construindo o Saber: Metodologia cientifica - fundamentos e técnicas. 23ª ed. Campinas - SP: Papirus, 2010. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: OLIVEIRA Netto, Alvim Antônio de. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para apresentação de trabalhos acadêmicos. 2ª ed Florianópolis: visual books, 2008. PÁDUA, Elisabete M. M. de. Metodologia da Pesquisa: Abordagem Teórico-Prática. Campinas- SP: Papirus, 2004. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª. ed São Paulo: Cortez., 2007. Pré-requisitos Teologia Prática Créditos Horas Não há Metodologia e Projeto de Pesquisa 4 60 Não há Psicologia Pastoral 4 60 Não há Direito Eclesiástico 4 60 Não há Teologia Pastoral 2 30 Não há Ética Pastoral 2 30 TP01 TCC 1 – PROJETO - 60 TP06 TCC 2 – REDAÇÃO - 60 Total 16 360
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    73 II. CIÊNCIAS DARELIGIÃO FILOSOFIA DA RELIGIÃO [CR01] EMENTA: estudo de textos clássicos da filosofia da religião no Ocidente escritos durante o período moderno, para prover a reflexão em conceitos chaves da filosofia e da religião e relação com a metafísica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: TILGHMAN, B. R. Introdução à Filosofia da Religião. São Paulo: Loyola, 1996. PENZO, Giorgio; GIBELLINI, Rosino (orgs.) Deus na Filosofia do Século XX. São Paulo: Loyola, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALLEN, Diogenes. Filosofia Para Entender Teologia. São Paulo: Paulus, 2010. CAETANOM Gilmar. Guia didático Filosofia da Religião. Pindamonhangaba: Faculdade FABAD, 2021. ZILLES, Urbano. Filosofia da Religião. São Paulo: Paulus, 1995. SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO [CR02] EMENTA: Abordagem teórica e também metodológica dos principais autores que versam sobre os fundamentos sociológicos a respeito do fenômeno religioso no Brasil e no mundo. A ideia é compreender a influência das religiões, religiosidades e filosofias de vida na sociedade. A compreensão da atuação dos elementos religiosos na contemporaneidade. Conceitos básicos: religião, religiosidade, magia, campo religioso brasileiro, sincretismo, religião e política, religião e educação e religião e cultura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BERGER, Peter. O dossel sagrado: Elementos para uma teoria sociológica da religião. São Paulo: Paulus, 2004. BOURDIEU, Pierre. Gênese e estrutura do campo religioso. In: Economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1976. CIPRIANI, Roberto. Manual de Sociologia da Religião. São Paulo: Paulus, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL. Universidade Federal de Alagoas. Manual de Sociologia da Religião. Instituto de Ciências Sociais. Maceió: UFAL, 2020. MADURO, Otto. Religião e luta de classes. Petrópolis: Vozes, 198l. MARTELLI, Stefano. A religião na sociedade pós-moderna. São Paulo: Paulinas, 1995. MOURA, J. Introdução a sociologia da religião. Instituto Bíblico Betel Brasileiro, 2011.
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    74 Pré-requisitos Ciências daReligião Créditos Horas Não há Filosofia da Religião 4 60 Não há Sociologia da Religião 2 30 Total 06 90 EIXO DE FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA [FI01] EMENTA: Reflexão da autoconcepção humana numa perspectiva histórico-filosófica. Abordagem e teorização do homem como um ser complexo: corpo e consciência, espiritualidade e materialidade, facticidade e transcendência. A questão do ser humano em relação: à liberdade, à dignidade, à historicidade, à sociabilidade, à práxis e poiésis, ao sentido da vida, à maturidade e vocação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MONDIM, Battista. O Homem quem é Ele? Elementos de antropologia filosófica. 10. ed. São Paulo: Paulinas, 1980. ROSA, Merval. Antropologia Filosófica: Uma perspectiva cristã. 2. ed. rev. Rio de Janeiro: JUERP, 2001 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: POMMER, Arildo. Antropologia Filosófica e Sociológica. Uniasselvi, 2012. SILVA, César F. da. Antropologia Filosófica. 2019. [PDF] VAZ, Henrique C. de Lima. Antropologia Filosófica. 7. ed. vol. 1. São Paulo: Edições Loyola, 1991. Pré-requisito Formação Interdisciplinar Créditos Horas Não há Antropologia Filosófica 4 60 Total 04 60
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    75 EIXO DE FORMAÇÃOCOMPLEMENTAR MISSIOLOGIA E ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA: A Teologia das Missões aplicada na Teologia Prática. Aprofundamento dos conhecimentos teórico-práticos construídos durante o curso para a ação-reflexão na educação cristã. Reflexão das observações e aplicação pedagógica pertinentes à Teologia no Estágio Supervisionado através de um Projeto Multiministerial Missionário e Social para ser desenvolvido junto à comunidade cristã local ou adjacente durante o semestre em curso. Inclui apresentação e avaliação de Relatório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LIDÓRIO, Ronaldo. Revitalização de Igrejas: avaliando a vitalidade de igrejas locais. São Paulo: Vida Nova, 2016. OLIVEIRA, Olinto de. Missões a Hora Chegou. Rio de Janeiro: CPAD, 2020. ROYER, Gary L. Missiologia: ide e pregai. 2. ed. Campinas: EETAD, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOMINGUES, G. S. Andragogia de Jesus: ensinar e aprender. Curitiba: AD Santos, 2016. PRICE, J. M. A Pedagogia de Jesus: o mestre por excelência. 3. ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1980. RICHARDSON, Don. O Fator Melquisedeque: o testemunho de Deus nas culturas através do mundo. São Paulo: Vida Nova, 1995. SOUSA, Rogério de. Dez características da Missiologia Cristã. São Paulo: Teologia de Fronteira, 2018 Complementar Horas Missiologia e Estágio Supervisionado 180 Total 360 8.3 ESTRATÉGIAS DE INTERDISCIPLINARIDADE A implantação de uma estratégia de interdisciplinaridade no PPC tem como de partida o conceito de disciplina, considerando que “as disciplinas têm uma história: nascimento, institucionalização, evolução, esgotamento, etc... Essa história está inscrita na da Universidade, que, por sua vez, está inscrita na história da sociedade” (MORIN, 2002, p. 105). Essa compreensão é fundamental para o amplo e seguro desenvolvimento do pensamento humano que deve ocorrer no movimento do aluno nas diversas áreas do conhecimento.
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    76 Esse caminho cruzado,que ocorre entre disciplinas por meio de procedimentos didáticos e metodológicos, não permite a diluição de disciplinas; pelo contrário, exige um processo de integração das disciplinas. Como afirma Morin, é necessário que a “interdisciplinaridade seja parte de um Projeto”, evitando que se torne simplesmente integração de conteúdos, fragmentando as disciplinas. O PPC do Bacharelado em Teologia contempla a interdisciplinaridade como mecanismo de promoção do diálogo entre as disciplinas, por ser ela resultado de um processo histórico e cultural indispensável ao currículo, que tem como objetivo capacitar o aluno dentro de uma concepção de vida integral em sociedade e na igreja, admitindo ser essa uma proposta que responde à demanda de formação dos cidadãos de cultura cristã evangélica do amanhã. 8.4 ESTRUTURA CURRICULAR Os componentes disciplinares propriamente ditos; atividades complementares; atividades de estágio e atividades de pesquisa culminam com a apresentação de um trabalho de conclusão de curso, o TCC. A combinação desses diferentes componentes curriculares não apenas atende às diretrizes doutrinárias da Mantenedora, mas também à proposta do NET de promover a reflexão crítica em pontos conexos de variadas correntes teológicas. 8.4.1 Critérios de Aprovação – Notas e Frequência a) Composição da Nota. Será considerado aprovado o aluno que concluir a disciplina e tenha obtido nota igual ou superior a 7,0 (sete) e apresentar, no mínimo, 75% de frequência. Sua composição depende da metodologia avaliativa escolhida a critério do professor da disciplina, tendo por obrigatoriedade explanação concreta no Plano de Ensino a ser apresentado na Coordenação Pedagógica e na turma. • A falta não justificada acarretará em perda de pontuação; • Para acesso ao material didático da aula não assistida presencialmente, caberá ao acadêmico apresentar justificativa junto à secretaria e pedir acesso ao material gravado ou impresso. b) Reavaliação. Caso o aluno não realize a Avaliação da Disciplina (AV) ou outra avaliação de caráter Presencial, deverá proceder da seguinte maneira:
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    77 • Preencher oFormulário de Requerimento de Prova Substitutiva, apontando a justificativa para ausência e pagar os serviços e encargos educacionais a critério da Secretaria Administrativa; • Anexar a justificativa da ausência (Atestado médico; convocação eleitoral; convocação militar; etc.) • Ausência não justificada: pagar taxa de serviços e encargos educacionais. c) TCC. O Trabalho de Conclusão de Curso é o exame final a ser realizado e aprovado em Banca de Exame para aprovação final e obtenção do título de “Bacharel em Teologia”. Dos critérios a ser adotados, serão explanados em capítulo à parte deste PPC. 8.4.2 Avaliação e Atividade Acadêmica Presencial Seja em seu caráter somativo em larga escala, ou utilizada cotidianamente nas instituições de ensino, a avaliação educacional é indispensável para garantir o direito à educação. Assim, seu objetivo principal precisa ser sempre focado em criar evidências para nortear o trabalho dos professores desta Instituição de Ensino Teológico. Com a pandemia limitando as atividades presenciais e aprofundando desigualdades, a avaliação se torna mais necessária para mensurar os prejuízos educacionais decorrentes dos vários meses de ensino remoto emergencial. Com a retomada das aulas presenciais (através da avaliação diagnóstica), o SETAD, toma por medida apropriada o desenvolvimento dos alunos com avaliações permanentes de caráter formativo e avaliações somativas. Desta forma, compete ao docente da disciplina estipular seus critérios quanto à sua forma, meios e métodos. a) Avaliação formativa. De caráter qualitativo, ocorre de maneira contínua e permanente durante as aulas, a avaliação formativa gera subsídio para verificar se os processos pedagógicos aplicados com os estudantes estão funcionando, e caso não estejam, apontar mudanças de rota. Ela possibilita ao docente a análise, reflexão e intervenção aprofundada do seu trabalho e dos processos de aprendizagens dos alunos, com vistas a transformar a prática docente. Seus métodos: provas objetivas ou subjetivas, trabalhos, atividades, relatórios, registros descritivos, entre outros.
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    78 b) Avaliação somativa.A avaliação somativa é caracterizada pelo seu aspecto quantitativo. Por isso, sua aplicabilidade tem o intuito de geração de notas e conceitos objetivando a aprovação do discente. 8.4.3 Atividades de Enriquecimento Curricular Entendida como prática acadêmica, a extensão promove atividades integradas com o ensino e a pesquisa, tendo como objetivo a integração entre segmentos do seminário e deste com a comunidade externa. As ações extensionistas ampliam o alcance do saber construído ou adquirido na academia, compartilhando-o com a comunidade externa. Desse modo, o SETAD- MCP exerce a extensão como uma prática acadêmica que possibilita a interligação do Seminário – em suas atividades de ensino e pesquisa – com as necessidades da comunidade acadêmica (contribuindo para a formação do aluno) e com as demandas sociais, possibilitando o exercício da responsabilidade e do compromisso social e espiritual do ensino superior. Dessa forma, cada curso incentiva e promove a participação dos alunos em projetos extensionistas, resultantes da articulação de conteúdos e pesquisas e até dos estágios obrigatórios. No quesito Estágio, o curso livre de Teologia exige que o aluno desenvolva 180 horas de atividade extensionista. Além do mais, os componentes complementares de Café Teológico, Mesa Redonda e a Semana Teológica promovem o desenvolvimento de projetos que deverão atender às necessidades de comunidades. Finalmente, as atividades complementares exigidas do aluno também se voltam parcialmente para projetos extensionistas. 8.4.4 Atividades Complementares As atividades complementares têm como objetivo ampliar a formação do profissional de modo a possibilitar a aquisição de habilidades e experiências não contempladas no âmbito das disciplinas componentes da Matriz Curricular. Trata-se de um conjunto de atividades acadêmicas, científicas e culturais que deverão ser realizadas ao longo do curso, no seminário ou em outras dependências externas (deve-se ressaltar a obediência aos protocolos sanitários acatando todas as normas vigentes), com a finalidade de proporcionar contato com o mundo, com or problemas da sociedade, com as expressões da cultura e com a prática da iniciação na pesquisa. Desta maneira, ampliam-se os conhecimentos gerais e as habilidades de comunicação, de pensamento crítico, de liderança e de tomada de iniciativa por meio da vivência com diferentes grupos sociais.
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    79 Tais atividades possuemcaráter inter e transdisciplinar, pois estas podem ser desenvolvidas tanto nas áreas de atuação do Bacharelado em Teologia quanto em outras áreas de conhecimento afins. Ao longo do curso, permeando todas as etapas, deverão ser cumpridas 180 horas, das quais no mínimo 50h em ensino, 50h em extensão, 50h em pesquisa. Para o reconhecimento das horas de atividade complementar, são consideradas as atividades realizadas a partir do ingresso do aluno no Seminário e a integralização das horas é requisito para obtenção do diploma. As atividades complementares são agrupadas em 3 (três) categorias: ensino, pesquisa e extensão. a) Atividades de ensino • Frequência e aprovação em cursos voltados para a temática missiológica e temas afins da práxis pastoral e ministerial; • Realização de cursos de línguas bíblicas, dentro ou fora da Instituição, com certificação, durante a realização do curso de bacharel no SETAD; • Participação em monitorias, organização e apoio em eventos de cunho evangélico e científico-teológico atestado por um professor; • Leitura de livros indicados para a formação profissional, comprovada mediante avaliação escrita ou oral, sob os critérios do professor responsável. b) Atividades de pesquisa • Trabalhos desenvolvidos durante a realização do curso como artigo científico, relatório, paper, cujo teor tenha no mínimo 10 laudas de conteúdo; • Participação em projetos de natureza administrativa da liderança eclesiástica ou escolas de ensino teológico (EBD); • Visitas técnicas monitoradas; c) Atividades de extensão • Participação em seminários, aulas inaugurais (fora do período do curso), semanas, palestras, simpósios, congressos, colóquios e outros encontros de natureza afins, promovidos pelo SETAD ou outra unidade de ensino teológico, expressamente reconhecida por atestado ou certificado;
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    80 • Participação emcursos de atualização, pertinentes à área de formação, promovidos pelo SETAD ou pela MANTENEDORA, expressamente reconhecida por atestado, certificado ou outro documento; • Apresentação oral de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC); • Participação em projetos sociais da Igreja Mantenedora ou igrejas co- irmãs, do Seminário, ou de outras Instituições, expressamente reconhecida por atestado, certificado ou outro documento idôneo que comprove carga horária para validação das horas; 8.4.5 Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Supervisionado do curso livre de Teologia, de modo geral, visa permitir ao aluno a aplicação concreta dos conceitos assimilados nas aulas teóricas. O Estágio Curricular Supervisionado é parte integrante principal de Missiologia. O estágio deverá: • Reunir um conjunto de atividades de formação, programado e diretamente supervisionado por membros do corpo docente da Instituição, com formação em Teologia, e procurará assegurar a consolidação e a articulação das competências estabelecidas; • Assegurar o contato do formando com situações, contextos e instituições, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações evangelísticas e missionárias ao longo do estágio; • Contar com medidas efetivas de orientação e avaliação tanto por parte da Instituição de Educação Teológica Confessional quanto por parte das instituições concedentes. Para cumprir seu estágio de 180h, no mínimo, o aluno poderá desempenhar suas funções de teólogo em locais como igrejas e comunidades religiosas, ongs, escolas, órgãos governamentais, etc. nas áreas de: • Ensino teológico para adultos e crianças (Escola Dominical, discipulado, liderança de grupos pequenos, supervisão da educação cristã) • Ensino religioso, filosófico e ou ético; • Assessorias em pesquisas teológicas e religiosas; • Aconselhamento e capelania; • Serviço social de natureza variada;
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    81 • Viagens missionáriassupervisionadas pelo Docente de Missiologia O Coordenador de Estágio é o responsável pelo acompanhamento, orientação, supervisão e avaliação dos estágios dos discentes, devendo contribuir para o aperfeiçoamento técnico-cultural, científico, evangelístico e de relacionamento humano. Ao Coordenador de Estágios compete: • Identificar as oportunidades de estágio adequadas à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade da formação escolar do discente e ao horário e calendário escolar; • Incentivar parcerias entre o curso de Teologia e empresas e organizações, públicas ou privadas, com potencial para a oferta de estágios; • Manter contato com agentes de integração para manutenção de parcerias ou criação de novas parcerias, visando facilitar a obtenção de estágios; • Manter atualizado o cadastro de partes concedentes adequadas à formação cultural e profissional do estagiário; • Expedir documentação, de sua competência, e firmar, por delegação da Entidade Mantenedora, os termos de compromisso de estágio; • Acompanhar e supervisionar as atividades desenvolvidas pelos discentes ao longo da ação pedagógico-missionário do estágio; • Analisar e validar os relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pelo estagiário, apresentado em prazo não superior a 6 (seis) meses; • Zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro local em caso de descumprimento de suas normas; • Elaborar e manter atualizado o Plano de Atividades de Estágio, que é parte integrante do Termo de Compromisso.
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    82 9 O TRABALHODE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC 9.1 REGULAMENTO 9.1.1 Da Identidade Art. 1 - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade obrigatória para a conclusão do curso. Tem como objetivo o aprimoramento da formação acadêmico-profissional do aluno, orientando-o para a realização de trabalhos de investigação científica. Art. 2 – O TCC é planejado e desenvolvido a partir do 3º semestre do curso, e é constituído de dois módulos: TCC 1 (Projeto), e TCC 2 (Redação). O último módulo ou a disciplina é aplicado no 4º semestre do curso de Teologia. Art. 3 – Durante a disciplina TCC 1 (Projeto) será elaborado um projeto monográfico na área de Teologia, que terá a orientação e supervisão do coordenador de TCC, responsável pela disciplina, bem como a avaliação descritiva no Plano de Ensino. Art. 4 – O discente deverá ser capaz de justificar as asserções contidas em seu trabalho escrito e avaliar suas implicações em relação ao que propõe investigar, desde que a temática tenha relação ao conjunto de disciplinas teológicas estudadas demonstrando conhecimento adquirido suficiente para a preparação metodológica e significativa de seu trabalho de avaliação final. 9.1.2 Da Orientação Art. 4 – A construção do projeto de pesquisa para o TCC – Artigo Científico, se dará teoricamente em sala de aula com or professor da disciplina em TCC 1 (Projeto). Art. 5 – Será neste primeiro módulo que o docente de TCC 1, fará as devidas recomendações dos temas propostos ao colegiado de Teologia para que, em reunião exclusiva para esta finalidade, possa-se escolher os devidos orientadores para cada projeto de pesquisa apresentado. Art. 5 – Caberá ao discente o ônus correspondente à orientação prestada durante a elaboração do TCC. Ficando seu valor monetário fixado em tabela disponível na Secretaria Acadêmica do Setad. Art. 6 – São atribuições do Professor Orientador: I - Atender seus orientandos em horário previamente estabelecido e registrar as atividades realizadas pelo orientando;
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    83 II - Avaliaras diferentes etapas do desenvolvimento dos trabalhos de pesquisa de seus orientandos e atribuir a nota de aproveitamento semestral do graduando; III - Participar, na condição de presidente da Banca Examinadora, das apresentações das monografias sob sua orientação; IV – Declarar apto à apresentação do TCC o discente que alcançar média de 7 (sete) na apresentação do Projeto de Pesquisa em TCC 1, cuja avaliação deverá ser por Banca de Qualificação. Art. 7 – São deveres e direitos do discente durante o período de orientação: I – Manter contatos, previamente acordados, com a orientação, para a discussão e o aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas; II – Cumprir o calendário divulgado pelo professor titular de TCC 1 para a entrega de projetos, relatórios parciais e Síntese Teológica. III – Acatar e revisar todas as orientações recebidas da Banca de Qualificação em TCC 1 - Projeto, para sua conclusão em TCC 2 - Redação, cuja avaliação do Artigo Científico será apenas em caráter de avaliação da disciplina, em Banca de Exame Final, durante a Semana Teológica. 9.1.3 Do Projeto Art. 8 – Durante as atividades de TCC 1 (Projeto) a avaliação será proposta pelo coordenador, cuja finalidade será a apresentação do Projeto de Pesquisa em Banca de Qualificação, sendo facultativo, nesta avaliação parcial a presenta do Professor Orientador. Parágrafo Único: Esta avaliação é requisito parcial para a aprovação na disciplina, a apresentação escrita e oral de um projeto de pesquisa estruturado a ser desenvolvido e finalizado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso 2 (TCC 2). Art. 9 – A construção do Projeto de TCC; na forma de Artigo Científico; deverá seguir a Nominata Oficial do SETAD, para TCC. Art. 10 – Havendo mudança do título ou recomendações por parte da Banca de Qualificação quanto ao conteúdo, metodologia, e outros apontamentos, os mesmos devem ser corrigidos e apresentados em Trabalho Final, na Semana Teológica, em data oficial de defesas de TCC.
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    84 Art. 11 –Na disciplina de TCC 2 (Redação), a avaliação proposta compreende as seguintes etapas, respeitando os prazos que serão estabelecidos: I – Entrega e apresentação dos capítulos do TCC; II – Entrega da Redação final do TCC até a data limite determinada pelo docente e Coordenação Pedagógica; III – Apresentação do Trabalho Escrito e defesa oral perante banca examinadora constituída por 03 professores do SETAD e o professor-orientador; IV – A Banca Examinadora poderá ser constituída por outro professor da área de Teologia externo a convite do professor-orientador, desde que se faça ciência ao coordenador de TCC, e seja aprovador pela Secretaria Pedagógica; também que seja respeitado o número máximo de examinadores (03 no total). 9.1.4 Da Elaboração do Texto Art. 12 – O TCC deverá seguir a Normativa Oficial Para TCC – Artigo Científico do SETAD-MACAPÁ. Art. 13 – O prazo último para a entrega do TCC é previsto na disciplina de TCC 2, cuja data constará no calendário letivo. Art. 14 – Para a apresentação oral, na Semana Teológica, o discente deverá providenciar 03 (três) cópias do TCC para a Banca Examinadora. Art. 15– A entrega do trabalho escrito e o exame oral, fora do prazo regular previsto em calendário estarão sujeitos a taxas extras. Art. 16 – Após a Apresentação Final do TCC na Semana Teológica, o discente deverá entregar na secretaria acadêmica, no prazo legal, uma cópia encadernada do Artigo Científico (TCC). Esta deverá apresentar as correções requeridas pelo examinador, visto que o texto entregue fará parte do acervo da biblioteca. 9.1.5 Da Apresentação Art. 17 – A Semana Teológica é o espaço em que a comunidade acadêmica recolhe os frutos cultivados durante o inteiro ciclo de estudos dos 04 (quatro) semestres do curso. Parágrafo Único: É na Semana Teológica que os formandos apresentam oralmente os seus Trabalhos de Conclusão de Curso e são avaliados, tanto pela qualidade do texto produzido, quanto pela capacidade de argumentar teologicamente diante de situações-problema.
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    85 Art. 18 –A apresentação ocorrerá em duas etapas: I – A primeira ocorre durante as atividades de TCC 1 (Projeto), quando o bacharelando em Teologia apresenta seu Projeto de Pesquisa diante de uma Banca de Qualificação. O tempo desta apresentação não poderá ultrapassar o prazo de 15min; II – Nessa primeira fase, o acadêmico poderá modificar seu projeto, tema, etc., se caso for necessário; III – Na segunda e última fase da apresentação, quando ocorre a defesa do TCC – Artigo Científico, a apresentação será pública, em data prevista no calendário levito, e diante de uma Banca Examinadora. O tempo de apresentação não poderá ultrapassar o prazo de 20 minutos; IV – O discente terá 15 minutos para exposição oral do seu trabalho de Artigo Científico; a metodologia da exposição fica à escolha do discente; ele deverá, contudo, respeitar os critérios de cientificidade e as normas da boa comunicação; V – O trabalho-pesquisa realizado pelo graduando é avaliado por Banca Examinadora composta por três participantes efetivos, sendo o professor orientador obrigatoriamente um deles. Entretanto, a Banca Examinadora só poderá exercer sua prerrogativa com a participação mínima de 2 (dois) de seus componentes. 9.1.6 Dos Critérios de Avaliação Art. 19 – A Banca de Exame deverá fazer uma análise do trabalho escrito e apresentação. I – Redação: (Peso 10/3): Gramática e Ortografia; Disposição gráfica; Observância das normas técnicas (margens, sumário, citações, numeração, paginação); Referências bibliográficas; II – Conteúdo: (Peso 10/3): Delimitação do tema; Divisão e relação entre as partes; Relação entre Introdução, Corpo e Conclusão; Relevância Científica; Relevância Bíblica; Relevância Teológica; III – Defesa Pública: (Peso 10/3): Coerência entre o texto e a exposição oral; Clareza, objetividade e segurança quanto ao assunto desenvolvido; Capacidade argumentativa na defesa; Tempo pré-determinado de 15 + 5min.
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    86 Art. 20 –A nota final do TCC será o resultado aritmético das notas atribuídas ao processo de orientação do docente titular de TCC 2 ao trabalho escrito e ao exame oral da Semana Teológica: I – O Professor titular de TCC 2 atribuirá uma nota de 1,0 (um) a 10,0 (dez) ao processo de orientação (encontros presenciais e produção textual), recebendo essa nota peso um; será a Nota Final 1; III – 03 notas individuais dos examinadores da Banca: (nx¹ + nx² + nx³ 1 : 3 = Nota Final 2) IV – NF1 + NF2 = XY : 2 = MF. O resultado da divisão será a Média Definitiva do TCC, sem possibilidade de recursos. Art. 21 – Será aprovado no TCC o discente que obtiver a nota igual ou superior a 7,0 (sete). I – A prorrogação da entrega do TCC levará em conta o prazo-limite do lançamento das notas e/ou o término do ano letivo; II – A não entrega e a não apresentação/defesa do TCC impossibilitam o formando colar grau. Art. 22 – Em caso de reprovação, o discente deverá matricular-se no próximo semestre na disciplina TCC, ficando a critério do interessado continuar ou não com o mesmo título do Artigo Científico e com o mesmo Orientador. Parágrafo Único: A matrícula para o TCC implicará a taxa semestral correspondente aos créditos desta disciplina, respeitando sempre o período de integralização. Art. 23 – Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso de comum acordo com a Direção Acadêmica.
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    87 10 NORMATIZAÇÃO OFICIALPARA O TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC – ARTIGO CIENTÍFICO6 10.1 PROPÓSITO E ESTRUTURA DO TCC A entrega do Artigo é um requisito obrigatório para recebimento do Diploma de Bacharel em Teologia. A realização do Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo, fomentar a produção científica na área da Teologia e proporcionar a construção e a partilha do conhecimento teológico, em um exercício de sistematização e crítica da cultura e do pensamento construído historicamente. 10.1.1 Da Estrutura do Artigo Científico A estrutura do Artigo Científico é constituída de elementos pre-textuais, textuais e pós- textuais: a) Elementos pre-textuais − Capa − Folha de Rosto (obrigatório) − Errata (opcional) − Folha de aprovação (obrigatório) − Dedicatória (opcional) − Agradecimentos (opcional) − Epígrafe (opcional) − Resumo na língua vernácula (obrigatório) − Resumo em língua estrangeira (Inglês obrigatório) b) Elementos textuais − Introdução − Desenvolvimento (revisão da literatura e resultados obtidos) − Considerações finais 6 Normatização elaborada pelo Pr. Prof. Esp. Carlos André dos Santos Silva, da cadeira de TCC, Metodologia e Projeto de Pesquisa. Contêm algumas alterações. E-mail: professorcarlosandre.teologia@gmail.com
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    88 c) Elementos pós-textuais −Referência Bibliográfica (obrigatório) − Glossário (opcional) − Apêndice (s); (opcional) − Anexo (s); (opcional) 10.1.2 Do(s) Autor(es) O trabalho de Conclusão de Curso TCC é INDIVIDUAL ou poderá, a pedido e aprovado pela Coordenação Pedagógica, ser EM DUPLA. a) Na estrutura formal Os critérios técnicos estabelecidos nas normas da Associação Brasileira de Normas (ABNT) sobre documentação, no que forem aplicáveis; b) No seu conteúdo A vinculação direta do seu tema com a área de conhecimento de sua formação profissional. c) Quanto à forma de Apresentação do Texto do Artigo Deverá ser utilizada a fonte Times New Roman 12, e quanto ao número de laudas, o mínimo será 12 e o máximo de 20. (sem contar as páginas pre- textuais e pós-textuais). 10.1.3 Prazo de Entrega 1º prazo: ___________________________. O aluno que não entregar na data fixadas: deverá apresentar e solicitar novo prazo, através de pedido de PRORROGAÇÃO sendo este de ______ até ________ dias, com taxa de R$ ________________________ através de um requerimento preenchido na secretaria, com os devidos pagamentos. E não atendendo ao novo prazo o aluno ficará reprovado e terá que matricular-se na disciplina no semestre seguinte. 10.1.4 Considerações Tem sido comum TCC com transcrição literal de textos de autores da internet e a RESPECTIVA OCULTAÇÃO DO REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO. Convém observar que a Lei de Direitos Autorais, Lei nº 9.610/1998, definiu que a cópia de texto de outro autor,
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    89 sem a devidacitação, é crime de plágio, conforme se lê no inciso IV do Art. 46 da referida lei. No caso se isso vier a acontecer, o aluno será reprovado. 10.2 ORIENTAÇÃO GERAL PARA FORMATAÇÃO DO ARTIGO CIENTÍFICO O documento inteiro deve ser formatado em papel A4 (21 cm x 29,7 cm). As margens Superior e Esquerda devem distar 3 cm da borda da página. As margens Inferior e Direita devem distar 2 cm da borda da página. O artigo deve conter, no mínimo, 12 laudas e, no máximo, 20. (Não incluindo as páginas pre-textuais e pós-textuais). ESPAÇAMENTO: o espaçamento entre as linhas é de 1,5 cm. As notas de rodapé, o resumo, as legendas de ilustrações e tabelas e as citações textuais de mais de três linhas devem ser digitadas em espaço simples. As referências listadas no final do trabalho devem ser digitadas em espaço simples e separadas entre si por um espaço simples. 10.2.1 Dos Elementos Obrigatórios O Artigo Científico deve ter os elementos abaixo: 01 – Capa 02 – Folha de rosto (obrigatório) 03 – Folha de aprovação (obrigatório) 04 – Resumo em língua vernácula (obrigatório) 05 – Resumo em língua estrangeira (obrigatório) 06 – Introdução 07 – Desenvolvimento (revisão de literatura e resultados obtidos) 08 – Considerações Finais 09 – Referências Bibliográficas (obrigatório) 10.3 ATUALIZAÇÃO DAS REGRAS PARA O RESUMO DO ARTIGO - ABNT/NBR 6028:2021 A NBR 6028 (resumos) foi atualizada em 18 de maio de 2021. Apresentamos aqui as principais alterações:
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    90 10.3.1 Título • Naversão 2003 – Resumo: apresentação • Na versão 2021 – Resumo, resenha e recensão: apresentação 10.3.2 Inclusão de Novos Conceitos • Recensão – análise crítica, descritiva e/ou comparativa, geralmente elaborada por especialista. • Resenha – análise do conteúdo de um documento, objeto, fato ou evento. Foi retirada a definição de resumo crítico, que era entendido como sinônimo de resenha. 10.3.3 Resumo • Segue a obrigatoriedade das informações de forma concisa, em parágrafo único e sem enumeração de tópicos. • Verbo na terceira pessoa passou de um “dever” para uma “recomendação”. • Quando o resumo estiver inserido no próprio documento, é opcional colocar a referência do próprio documento antes dele. 10.3.4 Novo Texto a) Quanto a sua extensão, convém que os resumos tenham: − 150 a 500 palavras (trabalhos acadêmicos e relatórios) − 100 a 250 palavras (artigos e periódicos) − 50 a 100 palavras (documentos não contemplados nas alíneas anteriores) b) Em outros trechos também ocorreu a substituição do “deve” pelo “convém”: − Devem-se evitar (passou para: Convém evitar) − Deve-se usar o verbo na terceira pessoa (passou para: Convém usar o verbo na terceira pessoa). 10.3.5 Palavras-chave • Conforme a atualização, as palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavra-chave, seguida de dois pontos, separadas entre si por ponto e vírgula e finalizadas por ponto.
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    91 • Devem sergrafadas com as iniciais em letra minúscula, com exceção dos substantivos próprios e nomes científicos. • Segue sem a recomendação de quantidade mínima ou máxima de palavras-chave a serem utilizadas. 10.4 REGRAS PARA A INTRODUÇÃO Texto é composto de uma parte introdutória, que apresenta os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração; o desenvolvimento, que detalha a pesquisa ou estudo realizado e uma parte conclusiva. Parte inicial do trabalho, que situará o leitor em relação ao tema proposto, devendo fornecer uma visão global da pesquisa realizada, apresentando o tema, delimitando o assunto abordado, a justificativa. Deve incluir a apresentação do problema específico da pesquisa, seus objetivos e a(s) hipótese(s), além de outros elementos necessários para situar o tema trabalhado. Salienta-se o uso de indicativo de seção primária, ou seja, a introdução é o primeiro título numerado do trabalho. A partir da introdução deve constar a paginação. Recomenda-se um recuo de 1,25 cm na primeira linha de cada parágrafo, alinhamento justificado e espaçamento de 1,5 entrelinhas. Atenção! Lendo a introdução, o leitor deve sentir-se esclarecido a respeito do teor da problematização do tema do trabalho, assim como a respeito da natureza do raciocínio a ser desenvolvido. 10.5 REGRAS PARA O DESENVOLVIMENTO (REFERENCIAL TEÓRICO) Tendo em vista que o artigo se caracteriza por ser um trabalho extremamente sucinto, exige-se que tenha algumas qualidades: linguagem correta e precisa, coerência na argumentação, clareza na exposição das ideias, objetividade, concisão e fidelidade às fontes citadas. Para que essas qualidades se manifestem é necessário, principalmente, que o autor tenha um elevado conhecimento acerca do que está escrevendo e tenha feito uma leitura adequada do material pesquisado. 10.5.1 Quanto à Linguagem Científica Pádua (1996) recomenda que sejam analisados os seguintes procedimentos no artigo científico:
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    92 a) Impessoalidade: redigiro trabalho na 3ª pessoa do singular; b) Objetividade: a linguagem objetiva deve afastar as expressões: “eu penso”, “eu acho”, “parece-me” que dão margem a interpretações simplórias e sem valor científico; c) Estilo científico: A linguagem científica é informativa, de ordem racional, firmada em dados concretos. É possível apresentar argumentos de ordem subjetiva, porém dentro de um ponto de vista científico; d) Vocabulário técnico: a linguagem científica serve-se do vocabulário comum, utilizado com clareza e precisão, mas cada ramo da ciência possui uma terminologia técnica própria que deve ser observada; e) Correção gramatical: é indispensável. Relatar a pesquisa com frases curtas, evitando muitas orações subordinadas, intercaladas com parênteses, num único período. O uso de parágrafos deve ser dosado na medida necessária para articular o raciocínio. Sempre que se avança no raciocínio, muda-se o parágrafo. f) Os recursos ilustrativos: como gráficos estatísticos, desenhos, tabelas são considerados como figuras e devem ser criteriosamente distribuídos no texto. 10.6 REGRAS PARA RESULTADOS E DISCUSSÃO DA PESQUISA 10.6.1 Resultados Os principais resultados da pesquisa desenvolvida são descritos aqui, incluindo as análises estatísticas e se os achados são significativos ou não. Os resultados são descritos no passado, pois, você estará descrevendo o que já foi feito. Uma apresentação organizada facilita o entendimento da linha de raciocínio pelo leitor. Portanto, a maneira como o autor organiza a descrição dos seus resultados precisa ser coerente. O autor pode seguir a mesma ordem descrita na seção de metodologia ou uma ordem de relevância, da resposta mais importante para menos importante em relação às perguntas de pesquisa ou hipóteses. Seguir a ordem apresentada na seção de metodologia é muitas vezes mais fácil, pois, assim, o autor garante que cada método descrito possui resultados relevantes a serem apresentados.
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    93 10.6.2 Discussão A discussãoé a parte mais importante do Artigo. É aqui que se interpreta e analisa criticamente os resultados obtidos. Nesta seção se responde às perguntas de pesquisa e justifica a sua abordagem. A discussão tende a ser a seção mais longa de um trabalho acadêmico ou científico. Portanto, se pode dividir as informações em subseções para ajudar o leitor a seguir a linha de raciocínio do autor. Muitas pessoas organizam um esboço com os principais pontos a seres discutidos, seguindo a ordem de apresentação dos resultados. Dessa forma, pode-se discutir como os resultados ajudam o autor a responder as perguntas, se eles são consistentes com a literatura ou trazem fatos inovativos para o campo de pesquisa (relevância científica e teológica). Se os achados são diferentes da literatura consultada, deve-se explicar as razões que levaram aos resultados controversos. Pode ser que o estudo realizado tenha uma amostragem maior e mais representativa do tópico avaliado do que estudos anteriores, por exemplo. Se conclui a discussão resumindo as implicações das descobertas, explica-se a importância prática dos resultados para a área de conhecimento e deve-se fornecer sugestões do que pode ser feito para complementar a pesquisa realizada em trabalhos futuros. 10.7 REGRAS PARA CONSIDERAÇÕES FINAIS O autor deverá realizar uma síntese dos elementos constantes no texto do trabalho, unindo ideias e fechando as questões apresentadas na introdução do trabalho. Nas considerações finais o aluno deverá responder se a pesquisa resolveu o problema, inicialmente proposto, se ampliou a compreensão sobre o mesmo ou se foram descobertos outros problemas. O autor deverá esclarecer, também, se as hipóteses levantadas, no início, foram confirmadas ou refutadas, se os objetivos gerais e específicos foram alcançados, se a metodologia utilizada foi suficiente para realizar os procedimentos, se a bibliografia correspondeu às expectativas, além de demonstrar, também, sua posição diante do tema, após ler, analisar, comparar e sintetizar diferentes autores a respeito do mesmo. Aqui, também é possível dar sugestões e recomendações de como lidar com or problema estudado (CERVO; BERVIAN; DA SILVA, 2017).
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    94 10.8 REGRAS PARACITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS REGRA GERAL: Cita-se apenas o Sobrenome de cada autor (cada um separado por PONTO-E-VÍRGULA), o ano de publicação, e a página. 10.8.1 Citações Diretas Com Até 3 Linhas Um só autor: sempre utilizar apenas o sobrenome do autor, ano e página. • Primeiro exemplo: Segundo Rudio (2007, p.10): “A realidade empírica se apresenta a nós por meio de fatos”. • Segundo exemplo: Sabemos que: “A realidade empírica se apresenta a nós por meio de fatos”. (RUDIO, 2007, p.10) 10.8.2 Citações Diretas Com Mais de 3 Linhas O texto deve ser digitado sem aspas, com recuo de 4 cm da borda esquerda da página, em tamanho 10. [...] O contexto deste livro é a controvérsia entre o calvinismo e o arminianismo. Enquanto ambos são formas de protestantismo (ainda que alguns calvinistas neguem que o arminianismo seja autenticamente protestante), eles possuem abordagens bem diferentes em relação às doutrinas da salvação. (OLSON, 2013, p.20) Nas doutrinas sistemáticas, a Doutrina da Salvação é a que mais traz discussões entre duas correntes de intepretação que se opõem fortemente, de um lado têm-se o Arminianismo e de outro, o Calvinismo, pois de acordo com Olson (2013, p.21): O calvinismo é utilizado para indicar as crenças soteriológicas compartilhadas entre pessoas que consideram João Calvino (1509-1564), de Genebra, o maior organizador e fornecedor de verdades bíblicas durante a Reforma Protestante. O calvinismo é a teologia que enfatiza a soberania absoluta de Deus como a realidade totalmente determinante, principalmente no que diz respeito à salvação. A maioria dos calvinistas clássicos ou calvinistas rígidos concorda que os seres humanos são totalmente depravados (incapazes de fazer coisa espiritualmente boa, incluindo o exercício de boa vontade para com Deus), que são eleitos (predestinados) incondicionalmente tanto para a salvação como para a condenação [...]. 10.8.3 Citação Com Dois Autores No século XXI, muitas teologias têm surgido com novas interpretações doutrinárias e outras até se entrelaçam com pensamentos puramente filosóficos em detrimento de uma dogmática genuína, pura, eficaz e cristocêntricas. Dentre essas novas correntes teológicas, têm- se a Teologia Liberal.
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    95 É notória adificuldade em se definir a teologia liberal. No uso popular e nos meios de comunicação de massa, o termo com frequência refere-se às teologias que negam crenças tradicionais como a inspiração da Bíblia ou a concepção virginal. Seu sentido popular e genérico é, no mínimo, impreciso e relativo à posição teológica do interlocutor, que pode considerar “liberal” qualquer um que se posicione à sua “esquerda”. (GRENZ; OLSON, 2003, p.58) 10.8.4 Citação Com Três Autores Exemplo 1: Para Earle, Sanner e Childers (2006, p.23) “O Evangelho de Mateus é o mais judaico dos Evangelhos. A genealogia judaica de Jesus que ele apresenta retrocede até Abraão, e é colocada no início do Evangelho”. Exemplo 2: Os estudiosos discutiram muitas vezes sobre a possibilidade de a alimentação das cinco mil pessoas' e também das outras quatro mil serem variações deturpadas da mesma história. Mas, provas bastante claras depõem contra essa opinião negativa. Como já observamos, a alimentação das cinco mil pessoas está registrada nos quatro Evangelhos, enquanto a de quatro mil foi descrita por Mateus e também por Marcos. No parágrafo que estamos considerando, Mateus e Marcos estão se referindo aos dois fatos anteriores. Isso nos dá seis referências do atendimento a cinco mil pessoas [...] (EARLE; SANNER; CHILDERS, 2006, p.117). 10.8.5 Citação Com Quatro Autores ou Mais Convém indicar todos nas referências, mas é permitido incluir apenas o primeiro e usar a expressão “et al.”. Com a nova edição da ABNT/NBR 6023:2018 o et al., passou a ser digitado em itálico e de uso opcional. Por exemplo: • No decorrer do texto realizamos a citação (ARALDI et al., 2019) • Nas referências (NBR 6023): ARALDI, R.; SILVA, J. de S. da; LAGUE, G.; COSTA, C. M. da; COSTA, E. S.; LARA, D. M. de. Novas Tecnologias aliadas ao desenvolvimento sustentável. Porto Alegre: Uergs, 2019. Ou ARALDI et al. Novas Tecnologias aliadas ao desenvolvimento sustentável. Porto Alegre: Uergs, 2019. 10.8.6 Citações Indiretas Aquelas em que dizemos com nossas próprias palavras as ideias do autor (do livro, do artigo, da revista, da entrevista etc.). Na citação indireta pode parafrasear o autor, mas atenção que a paráfrase deve vim referendada com o nome do autor e ano de publicação da obra.
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    96 Exemplo 1: cadaum vê com os seus “próprios olhos”. Com isso, o mesmo fenômeno pode ser interpretado de várias formas. Com efeito, o fenômeno é uma criação humana, resultante de uma observação-interpretação pessoal/social. Mas os fatos, por outro lado, existem independentes de nossa compreensão ou vontade (RUDIO, 2007). Exemplo 2: Segundo Rudio (2007) cada um vê com os seus “próprios olhos”. Com isso, o mesmo fenômeno pode ser interpretado de várias formas. Com efeito, o fenômeno é uma criação humana, resultante de uma observação-interpretação pessoal/social. Mas os fatos, por outro lado, existem independentes de nossa compreensão ou vontade. 10.8.7 Citações de Uma Citação É a citação de uma obra (ou texto) do qual não se teve acesso direto. Foi extraído da obra de um autor que não é o autor do texto. Então usa-se a expressão “apud” que quer dizer “citado por”. Exemplo: um autor: “Isso é o que ele quer dizer quando diz, no Evangelho de Tomás: “Racha o bordão e tu me encontrarás aí”. Isto não se refere à pessoa que está falando com você, não àquele corpo físico; refere-se, ao contrário, ao que ele, com efeito, e você, com efeito, são de fato.” (CAMPBEL, 1978, p.38 apud JOHN, 1964, p.363) Exemplo: dois autores: “Impelida pela necessidade de mercados sempre novos, a burguesia invade todo o globo terrestre. Necessita estabelecer-se em toda parte, explorar em toda parte, criar vínculos em toda parte.” (HAESBERT; PORTO-GONÇALVES, 2005, p.38 apud MARK; ENGELS, 1998, p.43). 10.9 REGRAS PARA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS As referências bibliográficas devem ser digitadas em espaço simples, tamanho 12, Times New Roman. Cada uma separada da outra por um espaço em branco. 10.9.1 Livro Inteiro Obedece a seguinte ordem: autor (es), título, edição, cidade, editora, ano. GIDDENS, A. O mundo em descontrole: O que a globalização está fazendo de nós. 3. ed. São Paulo: Record, 2003.
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    97 10.9.2 Dicionário Obedece aseguinte ordem: autor(es), título, edição, cidade, editora, ano. STRONG, James. Dicionário Bíblico Strong: Léxico Hebraico, Aramaico e Grego Strong. São Paulo: SBB, 2002. 10.9.3 Obra Apresentada em Revistas Especializadas GURGEL, C. Reforma do Estado e Segurança Pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997. 10.9.4 Bíblias BÍBLIA, Português. Bíblia Sagrada. Antigo e Novo Testamento. Tradução: João Ferreira de Almeida, Versão: Revista e Atualizada. 2ª Edição. São Paulo: SBB, 2017 • Apenas uma parte da Bíblia: BÍBLIA, N.T. João. Português. Bíblia sagrada. Reed. Versão de Antônio Pereira de Figueiredo. São Paulo: Ed. das Américas, 1950. Cap. 12, vers. 11. 10.9.5 Monografias, Teses e Dissertações Além dos dados usuais, inclui-se também o número de páginas da obra (ex: 120f, 46f, 21f etc.) SILVA, R. J. V. A crítica da religião em Mark: 1840-1846. 2010. 176f. Tese (Doutorado em Filosofia) – Programa de pós-graduação interinstitucional em filosofia das Universidades Federais de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, Recife, 2010. 10.10 NOVAS NORMAS ABNT: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER! Novembro (2018), a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) atualizou algumas de suas normas a respeito das referências bibliográficas (ABNT NBR 6023). A seguir, vamos ver o que mudou com a atualização das normas ABNT quando se trata da inserção dessas obras. 10.10.1 Dica nº 1 Não se deve mais usar os sinais gráficos < > para indicar o link de documentos eletrônicos. Por exemplo: MASSI, Fernanda. Novas normas ABNT: tudo o que você precisa saber. Disponível em: www.letraria.net/novas-normas-abnt/. Acesso em: 21 jan. 2019.
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    98 10.10.2 Dica nº2 Foi retirado da norma o uso de traços (6 undelines) para indicar a repetição dos nomes dos autores. O nome deve ser inserido quantas vezes for necessário. Por exemplo: • Não usar FERRAZ, A. P. O léxico do português em estudo na sala de aula. Araraquara: Letraria, 2017. ________, A. P. O léxico do português em estudo na sala de aula. Araraquara: Letraria, 2016. • Usar FERRAZ, A. P. O léxico do português em estudo na sala de aula. Araraquara: Letraria, 2017. FERRAZ, A. P. O léxico do português em estudo na sala de aula. Araraquara: Letraria, 2016. 10.10.3 Dica nº 3 Quando houver até 3 autores, todos devem ser indicados. Por exemplo: EARLE, Ralph; SANNER, A. Elwood; CHILDERS, Charles L. Comentário Bíblico Beacon: Mateus a Lucas. vol. 6. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. 10.10.4 Dica nº 4 Quando houver 4 ou mais autores, convém indicar todos nas referências, mas é permitido incluir apenas o primeiro e usar a expressão “et al”. ARALDI, R.; SILVA, J. de S. da; LAGUE, G.; COSTA, C. M. da; COSTA, E. S.; LARA, D. M. de. Novas Tecnologias aliadas ao desenvolvimento sustentável. Porto Alegre: Uergs, 2019. Ou ARALDI et al. Novas Tecnologias aliadas ao desenvolvimento sustentável. Porto Alegre: Uergs, 2019. 10.11 ORDENAÇÕES DAS REFERÊNCIAS Ordenação alfabética (usar espaçamento simples entre linhas e alinhamento à margem esquerda). ANDRÉ, M. E. D. A. O papel mediador da pesquisa no ensino de didática. 2008, p.19-36. In: OLIVEIRA, Maria Rita Neto S. et al (orgs.). Alternativas no ensino da didática. Campinas: Papirus, 1997. BRAATEN, Carl E.; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol. 1. São Leopoldo: Sinodal, 2002. CONSELHO DE DOUTRINA DA CGADB. Manual de Doutrina das Assembleias de Deus no Brasil. 6. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004
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    99 10.12 MODELOS ESTRUTURAISDO ARTIGO 10.12.1 Capa SEMINÁRIO TEOLÓGICO DA ASSEMBLEIA DE DEUS – SETAD CURSO LIVRE BACHAREL EM TEOLOGIA NOME DO ALUNO (A) TÍTULO: SUBTÍTULO DO TRABALHO (Se houver sub título) MACAPÁ/AP 2022 Fonte: Times New Roman. Negrito. Tamanho 12 CAIXA ALTA Espaço simples TÍTULO: negrito Subtítulo: CAIXA ALTA sem negrito.
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    100 10.12.2 Folha deRosto NOME DO ALUNO (A) TÍTULO: SUBTÍTULO DO TRABALHO (Se houver sub título) Artigo Científico apresentado como exigência para obtenção do título de Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico da Assembleia de Deus – SETAD. Orientador (a): MACAPÁ/AP 2022 Fonte: Times New Roman. Negrito. Tamanho 12 CAIXA ALTA Espaço simples TÍTULO: negrito Subtítulo: CAIXA ALTA sem negrito. Fonte: Times New Roman. Tamanho 10 CAIXA ALTA Espaço SIMPLES Recuo 9.
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    101 10.12.3 Folha deAprovação NOME DO ALUNO (A) AVALIADO EM ____/____/2022 CONCEITO FINAL: _______________ ___________________________________________ Nome Orientador BANCA EXAMINADORA _________________________________________ Nome do Professor (a) _________________________________________ Nome do Professor (a) _________________________________________ Nome do Professor (a) MACAPÁ/AP 2022 Fonte: Times New Roman. Negrito. Tamanho 12 CAIXA ALTA Espaço SIMPLES
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    102 10.12.4 Resumo Atualizado(ABNT NBR 6028:2021) TÍTULO: SUBTÍTULO DO TRABALHO (Se houver subtítulo) Marcos Pereira de Souza1 Carlos Fábio Freitas2 Resumo: Neste artigo, nós apresentamos as regras da ABNT que serão aplicáveis aos artigos de conclusão do Curso Livre Bacharel em Teologia do Seminário Teológico da Assembleia de Deus – SETAD. Baseamo-nos nas NBRs 14724, 6023, 6024, 6027, 6028, 6034, 10520. (Seguindo as normas atualizadas ABNT NBR 6028:2021) Segunda edição 18 de maio de 2021. Palavras-chave: regras; artigos; monografias; ABNT. Abstract: In this article, we presente the ABNT rules that will be applicable to the conclusion articles of the Free Bachelor inTheology Course of the Assembley of God Theological Seminary – SETAD. We are based on NBRs 1474, 6023, 6024, 6027, 6028, 6034, 10520. (Following thw updated standards ABNT NBR 6028:2021) Second edition May 18, 2021. Keywords: rules; articles; monographs; ABNT. 1 Bacharelando em teologia pelo Seminário Teológico da Assembleia de Deus - SETAD 2 Pr. Prof. Esp. Seminário Teológico da Assembleia de Deus – SETAD. E-mail: carlosfabio@gmail.com TÍTULO: SUBTÍTULO DO TRABALHO (Se houver subtítulo) Marcos Pereira de Souza1 Carlos Fábio Freitas2 Resumo: Neste artigo, nós apresentamos as regras da ABNT que serão aplicáveis aos artigos de conclusão do Curso Livre Bacharel em Teologia do Seminário Teológico da Assembleia de Deus – SETAD. Baseamo-nos nas NBRs 14724, 6023, 6024, 6027, 6028, 6034, 10520. (Seguindo as normas atualizadas ABNT NBR 6028:2021) Segunda edição 18 de maio de 2021. Palavras-chave: regras; artigos; monografias; ABNT. Abstract: In this article, we presente the ABNT rules that will be applicable to the conclusion articles of the Free Bachelor inTheology Course of the Assembley of God Theological Seminary – SETAD. We are based on NBRs 1474, 6023, 6024, 6027, 6028, 6034, 10520. (Following thw updated standards ABNT NBR 6028:2021) Second edition May 18, 2021. Keywords: rules; articles; monographs; ABNT. 1 Bacharelando em teologia pelo Seminário Teológico da Assembleia de Deus - SETAD 2 Pr. Prof. Esp. Seminário Teológico da Assembleia de Deus – SETAD. E-mail: carlosfabio@gmail.com Times New Roman. Tamanho 12 Fonte: Times New Roman. Tamanho 10 O Resumo deve conter, no máximo, 250 palavras, e deve ser digitado em parágrafo único. O abstract é obrigatório. Fonte Times New Roman. Tamanho 10 Espaço Simples Notas de rodapé devem estar em Fonte Times New Roman. Tamanho 10. Espaço Simpes
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    103 10.12.5 Estrutura doDesenvolvimento 5 1 INTRODUÇÃO A formatação de monografias, dissertações, teses e artigos deve seguir, tanto quanto possível, as regras formuladas pela ABNT.... 2 AS NOVAS REGRAS APLICÁVEIS NOS ARTIGOS INTERNACIONAIS Nos trabalhos a ser publicados em revistas internacionais as regras da ABNT não têm validade, isto porque, nesses casos, vale a regra das referidas revistas. 2.1 AS REVISTAS INTERNACIONAIS E ACEITAÇÃO DAS NBR No cenário internacional encontramos uma diversidade de modelos de formatação, mas, em geral, o tamanho e o formato para a fonte é o mesmo (Times New Roman, 12). Quanto ao espaçamento, algumas revistas preferem espaço duplo. 3 FORMATAÇÃO DO CORPO DO TEXTO O corpo do texto segue formatação do próprio conteúdo. Quer da introdução, desenvolvimento ou conclusão. 3.1 TIPOS DE FORMATAÇÃO O corpo do texto deve estar em formato justificado. 4 XXXXXXXXXXXXXXXXXX 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS A numeração de página deve listar das bordas Superior e Direita 2 cm. E deve começar da introdução em diante. Fonte igual o texto. Tamanho 10. Os elementos considerados TEXTUAIS (introdução, desenvolvime nto e considerações finais) devem ser formatados em Fonte Times New Roman, Tamanho 12. Espaço 1,5 entrelinhas. A distância entre a introdução e a primeira linha do parágrafo é UM espaço em branco de 1,5. O mesmo se aplica a todas as seções e subseções. Os parágrafos iniciam com recuo de 1,25 cm Note que as seções (1., 2., 3. etc.) estão em maiúscula e negrito; e as subseções (1.1, 1.2, 2.1, 2.2, 3.4 etc.) em maiúscula sem negrito. As subseções terciárias (1.1.1, 2.1.1, etc) devem estar em minúscula
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    105 11 DOS NÚCLEOSDE TEOLOGIA O Seminário Teológico da Assembleia de Deus tem possibilitado à toda comunidade evangélica do Estado do Amapá, principalmente na capital, município de Macapá, a abertura de núcleos de teologia em igrejas co-irmãs e parceiras nos projetos de extensão do ensino teológico. Com o avanço de demandas para atender ao público interessado, se faz necessário algumas observações importantes quanto à implantação e manutenção de tais núcleos: • Infraestrutura (sala de aula) • Acessibilidade • Tutoria • Quantidade mínima de inscritos para funcionamento do núcleo • Bolsas de estudos • Custeio de viagens para núcleos fora do domicílio do docente (interiores) O projeto de levar o ensino teológico aos interiores, tem se tornado de grande relevância, pois busca o aperfeiçoamento do corpo de obreiros e missionários da região norte e amapaense oriundos da Assembleia de Deus – a Pioneira, e dos demais cidadãos que desejam conhecer profundamente o ensino das Escrituras Sagradas e suas doutrinas. Nesse sentido, a igreja ou instituição que desejar instalar um núcleo de teologia precisa se dispor à cooperação mútua e até de cunho financeiro para que o almejado projeto se torne realidade. a) Do SETAD: garantias e deveres − O currículo; − Professores; − Acompanhamento didático-pedagógico; − Acervo bibliotecário em mídi (PDF) − Oferta de bolsas de estudos; − Atendimento administrativo; − Certificação
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    106 − Outorga eFormatura b) Da Instituição Receptora: compete a esta a: − Manutenção do Núcleo de Teologia (material didático, papel A4, quadro branco; pincel; apagador, etc.) − Facilidade de acesso ao público interessado; − Propaganda; − Ajuda financeira para o custeio de viagens de professores ao local de ensino; (Para Núcleos instalados em outros municípios) − Apresentar um número de inscrição mínima para abertura das aulas. − Custeio financeiro da Outorga ou Formatura (aluguel de becas, convites, ornamentação do local da cerimônia, coffee-break) c) Dos Cursos: Conforme o objetivo do Núcleo de Teologia: − A manutenção do curso de teologia para Núcleos que receberem o Nível Médio terá um custeio menor; haja vista que, o currículo e o tempo do curso são excepcionalmente menores do que o ofertado para o bacharel de teologia; − A manutenção do curso de teologia para Núcleos que receberem o Bacharel em Teologia terá um custeio maior; leva-se em consideração o tempo do curso; o currículo; material didático para as atividades avaliativas e de conteúdos disciplinares. − A pedido da instituição receptora, o SETAD poderá ofertar e aplicar outros cursos de caráter de “Extensão”: evangelismo, liderança, EBD, etc. Sendo que os mesmos obrigatoriamente terão inscrição e mensalidade (se for o caso) à parte.
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    107 12 CONCLUSÃO O SeminárioTeológico da Assembleia de Deus apresenta o presente PPC do curso livre Bacharel em Teologia, na modalidade Presencial e Semipresencial (Ensino Remoto), para atender as necessidades e expectativas dos novos projetos lançados, que exigem mudança no modelo atual da matriz curricular, amplitude de conhecimentos e socializações na área teológica cujo foco seja o preparo do discente para o dinamismo da chamada ministerial e docência na Palavra de Deus. Por se este, o primeiro documento oficial do SETAD, fica estabelecido, por fim, que todas as alterações, retificações e especificações efetuadas a partir do primeiro quinquênio sejam registradas como “Apêndice”, de modo a tornar visível o histórico de modificações por que passou o documento original ao longo da oferta do curso.
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    108 13 REFERÊNCIAS ANDRÉ, M.E. D. A. O papel mediador da pesquisa no ensino de didática. 2008, p.19-36. In: OLIVEIRA, Maria Rita Neto S. et al (orgs.). Alternativas no Ensino da Didática. Campinas: Papirus, 1997. BRAATEN, Carl E.; JENSON, Robert W. Dogmática Cristã. Vol. 1. São Leopoldo: Sinodal, 2002. BRASIL. Decreto Presidencial nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm Acesso em: 19 de junho de 2021. CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia Científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2017 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Conselho de Escola Superior. Parecer nº 60/2014, aprovado em 12 de março de 2014. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Teologia. Disponível em: https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/CNE_PAR_CNECESN602014.pdf?q uery=Cursos%20Livres Acesso em 20 de setembro de 2021. CONSELHO DE DOUTRINA DA CGADB. Manual de Doutrina das Assembleias de Deus no Brasil. 6. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004 FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. 33. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006 (Coleção Leitura). LIBÂNIO, João Batista; MURAD, Afonso. Introdução à Teologia: Perfil, enfoques, tarefas. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2007. LEGISLAÇÃO CURSOS LIVRES. Definição e Informações Legais Sobre Cursos Livres. Disponível em: http://www.institutoteologicoadonai.comunidades.net/legislacao-cursos-livres Acesso em 20 de jun. 2021. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes da Educação Nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF. 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm Acesso: 10 de junho 2021. MORIN, Edgar. A Cabeça Bem Feita. Repensar a reforma repensar o pensamento. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil LTDA., 2002. MORIN, Edgar. (org.). A Religação dos Saberes: O desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
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    109 PERRENOUD, Philippe. AsCompetências Para Ensinar no Século XXI: A formação dos professores e o desafio de avaliação. Porto Alegre: Artmed editora, 2002. PORQUE O ENSINO PRESENCIAL É MELHOR? Disponível em: https://treinamento24.com/library/lecture/read/363022-porque-o-ensino-presencial-e-melhor. Acesso em 15 de março de 2021 SANTOS, Vanice dos; CANDELORO, Rosana J. Trabalhos Acadêmicos: Uma orientação para a pesquisa e normas técnicas. Porto Alegre: AGE, 2006. SILVA, Carlos André dos Santos. Orientação Para o Trabalho de Conclusão de Curso – TCC Artigo Científico. Macapá: SETAD, 2021. TEIXEIRA, Mara Rubia Moraes; TEIXEIRA, Maria Rosa Moraes. SETAD–MACAPÁ: Preparando obreiros para a seara. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 47 f. Defesa: 2021. Seminário Teológico da Assembleia de Deus. Macapá, AP. [não publicado]