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wevertontheos@hotmail.com / theologicalamapa@gmail.com
A Doutrina de
Cristo
Essa rejeição de Cristo como
um ser pleno da deidade e
membro da Trindade impede ao
ser humano a oportunidade
ímpar de conhecer melhor o
mais fascinante homem que já
pisou na Terra.
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Rejeição da Origem Divina de Jesus
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Rejeição da Origem Divina de Jesus
4.1 EBIONISMO
Os Ebionitas, um grupo de judeus convertido ao
Cristianismo no início do segundo século da Igreja,
rejeitavam a Divindade de Jesus porque entendiam que
havia apenas uma pessoa divina no céu e, por isso, Jesus
não podia ser Deus. para eles, Cristo era um homem
comum, fruto de uma relação natural entre José e Maria,
com dons incomuns adquiridos após o batismo. Eles
fizeram com que a igreja incorresse no pecado de idolatria
por adorar um homem e não uma divindade
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Rejeição da Origem Divina de Jesus
4.1 ARIANISMO (Séc. IV – 310 a.C)
Ário, um presbítero da Igreja de Alexandria. Cristo não era
Deus, mas sim uma criatura de Deus. Colossenses
1.14,15 – a expressão “primogênito da criação” como o
primeiro ser criado por Deus. Não era possível Deus
conceder sua essência a qualquer outro, sendo uno e
indivisível. O Filho, o Logos, só poderia chegar à
existência a partir de um ato de criação. Assim, Cristo seria
parte da criação e intermediário entre Deus e o homem.
Ário negou assim, a auto-existência, a coexistência e a
preexistência do Filho.
Concepções Inadequadas sobre a
Divindade de Cristo na História da
Teologia
Apolinarismo
Idéia de que a pessoa de Cristo possuía
um corpo humano, mas não uma mente ou
um espírito humano, e que a mente e o
espírito de Cristo provinham da natureza
divina do Filho de Deus.
Nestorianismo
Doutrina de que havia duas pessoas
distintas em Cristo, uma pessoa humana e
outra divina.
Monofisismo
(Eutiquianismo)
Idéia de que Cristo possuía só uma
natureza.
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.1 A Oposição aos Ebionitas
Ebionitas – judeus cristãos saídos do judaísmo, mas que
praticavam a lei e os costumes judaicos, não se
simpatizavam com judeus ortodoxos e nem gentios. Para
os primeiros, eram traidores da fé judaica; para os outros
eram preconceituosos, julgavam que a salvação era
exclusiva dos judeus. Rejeitaram as cartas paulinas por
aceitarem a conversão dos gentios. Por serem
monoteístas negavam a divindade de Cristo. Para os
bispos negar a divindade de Jesus era negar sua obra
salvífica e reconhecê-lo apenas um simples homem.
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.1 A Oposição aos Ebionitas
 Devido à resistência em aceitar a divindade de
jesus, os Ebionitas foram excomungados da
Igreja e não sobreviveram como grupo por muito
tempo.
 Eles diminuíram gradualmente durante o 4º
século até desaparecer totalmente.
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.2 A Oposição a Ário
Foi refutado por Alexandre, Bispo da Igreja de
Alexandria, que usava de cartas e sermões em suas
apologias.
Realizou-se o Concílio de bispos em Alexandria (318
d.C) a fim de examinar as opiniões desse presbítero e de
tomar uma decisão sobre a autenticidade desses ensinos
ou a falta dela.
Esse concílio que reuniu cerca de 100 bispos, e após
verificar a teologia ariana, não encontrou base bíblica e
condenou os ensinos heréticos de Ário.
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.2 A Oposição a Ário
Ário não aceitou a condenação e moveu uma campanha
contra o bispo de Alexandria, procurando desmoralizá-lo e
provar que sua teologia era correta.
Por lograr êxito entre vários presbíteros, isso fez com
que Alexandre escrevesse a todos os bispos para notificá-
los acerca da heresia.
Vejamos na íntegra o documento que o Bispo Alexandre
escreveu segundo o historiador Roger Olson (1999):
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
“E as novidades que inventaram e publicaram contra as Escrituras são
as seguintes: - Deus nem sempre foi Pai, mas houve tempo em que
Deus não foi Pai. O verbo de Deus não existiu sempre, mas se
originou de coisas que não existiam; porque o Deus que existe, fez
aquele que não existia, a partir daquilo que não existia; portanto houve
tempo quando ele não existia; pois o Filho é uma criatura e uma obra.
Ele não é igual ao Pai em essência, não é o verdadeiro e natural
Logos do Pai e nem é a sua verdadeira Sabedoria; mas ele é uma das
coisas feitas e criadas e é chamado do verdadeiro Verbo de Deus, e
pela Sabedoria que existe em Deus mediante a qual, Deus, não
apenas criou todas as coisas, mas ele também. Portanto, ele é, por
natureza, sujeito a mudança e variações, assim como o são todas as
criaturas racionais”. (Bispo Alexandre, Séc. IV)
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.3 A Exegese de Alexandre
Alexandre fez uma detalhada exegese do
primeiro capítulo do Evangelho segundo João, no
qual é declarado que o Logos estava “com Deus
no princípio” e foi o agente de Deus em toda
criação.
Alexandre encerra a carta encíclica com a sua
assinatura e a de numerosos presbíteros e
diáconos mencionando que Ário e seus ensinos já
tinham sido condenados por um Sínodo de cem
bispos.
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.4 O Concílio de Nicéia (325 d.C.)
 O imperador Constantino, ao tomar conhecimento da
controvérsia em Alexandria e que podia dividir a Igreja,
resolveu convocar todos os bispos cristãos de todas as
partes do Império para o Primeiro Concílio Ecumênico
da Igreja na cidade de Nicéia.
 O concílio teve a duração de dois meses. A questão
principal era dirimir a disputa doutrinária e decidir que
dogmas os cristãos deveriam crer e professar.
 O concílio teve a participação de 318 bispos. Destes, 28
eram bispos arianos. Quando ouviram a heresia ariana
houve um clamor de – Heresia!
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.4 O Concílio de Nicéia (325 d.C.)
 A criação do Credo, foi uma fórmula para combater o
Arianismo e que servisse para unificar a igreja
doutrinariamente:
 “Cremos em um só Deus Pai onipotente, criador de todas as
coisas visíveis e invisíveis; em um só Senhor Jesus Cristo, o
Filho de Deus, gerado do Pai, unigênito, isto é, da substância
do Pai, Luz de luz, Deus verdadeiro do verdadeiro Deus,
gerado não feito consubstancial com o Pai, por quem todas
as coisas vieram a existir, tanto no céu como na terra, que
por nós homens e pela nossa salvação desceu e encarnou,
tornou-se humano, padeceu e ao terceiro dia ressuscitou e
subiu ao céu e virá para julgar o vivo e o morto; e no Espírito
Santo”.
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.5 O Sucessor de Alexandre
 Ário foi deposto e condenado como herege. Foi exilado
com todos os bispos que o apoiavam.
 Com o falecimento do Bispo Alexandre, Atanásio lhe
sucedeu como bispo de Alexandria.
 Durante 45 anos de bispado, Atanásio lutou contra a
heresia ariana.
 O filho do imperador Constantino, Constâncio, queria
acabar de vez com a controvérsia a respeito da
divindade de Cristo, em Nicéia não se conseguiu
 A discórdia passará às questões exegéticas entre duas
palavras gregas: homoosios e homoiousios
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.6 Uma Questão Exegética
 Homoosios – “da mesma substância”
 Homoiousios – “de substância semelhante”
 Constâncio pensava em substituir o primeiro termo pelo
segundo.
 Para os arianos, substituir o primeiro termo pelo
segundo era negar que Jesus fosse Deus da mesma
substância do Pai, para afirmar que Jesus era apenas
uma criatura semelhante ao Pai.
 Seria, portanto, a derrota da verdade e a vitória da
heresia ariana.
UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS
A Apologia
5.6 Uma Questão Exegética
 Atanásio foi contra o Imperador, condenou como heresia e
equiparou ao Anticristo qualquer que apoiasse a proposta.
 Para Atanásio, a própria salvação dependia do filho de
Deus ser o próprio Deus e não meramente uma grandiosa
criatura ‘semelhante a Deus’.
 Atanásio teve de fugir para Roma em 339, por causa de
várias acusações falsas, mais tarde foi inocentado.
 Ao retorna, dentre muitas defesas, ensinou a plena
divindade do filho mediante sua revelação entre os
homens o que foi atestada como auto-revelação de Deus.
Por fim, sua defesa foi aceita pela Igreja.
A maior dificuldade para entender a pessoa de Jesus
está na sua união divina e humana. O ser humano
sempre teve dificuldade em entender como se deu a
união das duas naturezas em Jesus
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS
Este tem sido um dos grandes enigmas de sua pessoa e
tem confundido muitos estudiosos ao longo da história.
 Abordaremos cinco teorias diferentes
sobre o modo como ocorreu a
encarnação e a condição em que Jesus
viveu neste mundo.
 Tais teorias defendem, apesar de
divergentes, que Jesus para tornar-se um
homem, precisou renunciar ou esvaziar-
se de alguns privilégios de sua
divindade.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
1.1 A Kenósis
As teorias que tratam do momento em que
em que Jesus deixou os céus e veio à Terra
veio à Terra como homem e precisou
precisou renunciar a alguns privilégios de
privilégios de sua divindade são chamadas
chamadas de Kenóticas (gr. Kenoo, esvaziar)
esvaziar)
Teólogos: Tomásio e Delitsch na Alemanha
Alemanha (1860 – 1880); David na Escócia e
na Escócia e Crosby nos EUA (1890 – 1910)
– 1910)
Wayne Gruden, Millard Erykson, Louis
Louis Berkof.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
1.1 A Kenósis
Os primeiros são de linha liberal, isto é,
isto é, nem sempre levam em consideração
consideração o texto bíblico e a posição
posição histórica da Igreja.
Os outros são conservadores, que
defendem a verdadeira doutrina de Cristo
Cristo baseados nas Escrituras e apoiam a
apoiam a posição doutrinária defendida
defendida historicamente pela Igreja
Igreja
O texto base para a discussão é Filipenses
Filipenses 2.5-7
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
 1ª teoria – Jesus teria se esvaziado de metade de
seus atributos divinos para se encarnar
 2ª teoria – ele encarnou sem nenhum de seus
atributos
 3ª teoria – Jesus não renunciou a seus atributos,
mas os limitou na Terra
 4ª teoria – Jesus não renunciou a sua divindade; e
sua humanidade era apenas um disfarce, não era
real
 5ª teoria – Jesus ao se tornar homem, permaneceu
sendo Deus, com todos os seus atributos
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
1ª - A Teoria do Esvaziamento Parcial
Tomásio e outros dividiu os atributos de Deus em
Deus em dois grupos distintos:
Imanentes – Onisciência, Onipresença e Onipotência
Onipotência (são dispensáveis);
Atributos Essenciais – Poder absoluto, Verdade
Verdade absoluta, Amor absoluto, Santidade
Santidade absoluta (são indispensáveis)
Na encarnação Jesus teria se esvaziado dos seus
dos seus atributos imanentes e retido os atributos
atributos essenciais.
David Forest declara que Cristo tinha um
conhecimento amplo e profundo, mas não era
era Onisciente, Onipotente e nem Onipresente
Onipresente
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
1ª - A Teoria do Esvaziamento Parcial
Essa teoria compromete a divindade de Jesus.
Jesus.
Como Deus, Jesus possuía todos os seus atributos
atributos (qualidades inerentes de um ser), para
ser), para tornar-se um homem.
Jesus quando esteve na terra não era plenamente
plenamente Deus, mas sim algo como um semi-Deus.
semi-Deus.
Tanto em Mt 8.27 quanto em João 2.25 se vê
se vê claramente que Jesus possuía todos os seus
os seus atributos divinos, e que em nenhum
nenhum momento os renuncia para se tornar um
tornar um homem
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
2ª - A Teoria do Esvaziamento Total
É a teoria da renúncia de todos os atributos
atributos
Godê e Clark sustentam um “suicídio
“suicídio divino” Jesus esvaziara-se de todos
de todos os seus atributos para se tornar
tornar apenas um homem.
A consciência eterna gradualmente seria
seria recuperada aos poucos até novamente
novamente alcançar a plenitude divida após
divida após a ressurreição.
O Messias apenas seria um homem comum
homem comum cheio do Espírito Santo
Santo
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
2ª - A Teoria do Esvaziamento Total
Jesus não era Deus quando esteve aqui na Terra
aqui na Terra
Não poderia ser adorado (Mt 2.2),
Não poderia perdoar pecados (Mt 9.2)
Não poderia ser igual à deidade (Jo 10.30)
10.30)
Não poderia morrer pelos nossos pecados (Jo
pecados (Jo 19.35-37)
Sendo apenas um homem, seria considerado
considerado um mentiroso e fanático
Se Jesus tivesse renunciado a sua divindade ao
divindade ao encarnar-se, jamais poderia salvar
poderia salvar a humanidade.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
3ª - A Teoria da Limitação
Ebrard defende que Cristo, ao se encarnar,
encarnar, teve seus atributos limitados
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
4ª - A Teoria do Esvaziamento de Privilégios
Russel Sheed, Strong, Thiensen, Gruden,
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
4ª - A Teoria do Esvaziamento de Privilégios
“torna a dar-me a glória que tinha contigo
contigo antes que o mundo existisse” (Jo
existisse” (Jo 17.5)
Outro privilégio: o do exercício
independente dos seus atributos divinos.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
4ª - A Teoria do Esvaziamento de Privilégios
Cristo se subordinou ao Pai e ao Espírito
Espírito Santo como servo de Jeová.
Jeová.
Não poderia abusar de todos os atributos
atributos divinos, na terra, senão como
como seria semelhante aos homens em
homens em tudo?
Ele se autolimitou para viver como homem
homem na terra.
UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO
EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
ATÉ A PRÓXIMA AULA
A Rejeição das
Teorias Kenóticas A Igreja e as Duas
Naturezas de Jesus
Um Homem com
Duas Naturezas As Heresias Acerca
das Duas Naturezas
de Jesus

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  • 1. Prof. thB. Weverton Costa wevertontheos@hotmail.com / theologicalamapa@gmail.com
  • 3. Essa rejeição de Cristo como um ser pleno da deidade e membro da Trindade impede ao ser humano a oportunidade ímpar de conhecer melhor o mais fascinante homem que já pisou na Terra. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Rejeição da Origem Divina de Jesus
  • 4. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Rejeição da Origem Divina de Jesus 4.1 EBIONISMO Os Ebionitas, um grupo de judeus convertido ao Cristianismo no início do segundo século da Igreja, rejeitavam a Divindade de Jesus porque entendiam que havia apenas uma pessoa divina no céu e, por isso, Jesus não podia ser Deus. para eles, Cristo era um homem comum, fruto de uma relação natural entre José e Maria, com dons incomuns adquiridos após o batismo. Eles fizeram com que a igreja incorresse no pecado de idolatria por adorar um homem e não uma divindade
  • 5. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Rejeição da Origem Divina de Jesus 4.1 ARIANISMO (Séc. IV – 310 a.C) Ário, um presbítero da Igreja de Alexandria. Cristo não era Deus, mas sim uma criatura de Deus. Colossenses 1.14,15 – a expressão “primogênito da criação” como o primeiro ser criado por Deus. Não era possível Deus conceder sua essência a qualquer outro, sendo uno e indivisível. O Filho, o Logos, só poderia chegar à existência a partir de um ato de criação. Assim, Cristo seria parte da criação e intermediário entre Deus e o homem. Ário negou assim, a auto-existência, a coexistência e a preexistência do Filho.
  • 6. Concepções Inadequadas sobre a Divindade de Cristo na História da Teologia Apolinarismo Idéia de que a pessoa de Cristo possuía um corpo humano, mas não uma mente ou um espírito humano, e que a mente e o espírito de Cristo provinham da natureza divina do Filho de Deus. Nestorianismo Doutrina de que havia duas pessoas distintas em Cristo, uma pessoa humana e outra divina. Monofisismo (Eutiquianismo) Idéia de que Cristo possuía só uma natureza.
  • 7. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.1 A Oposição aos Ebionitas Ebionitas – judeus cristãos saídos do judaísmo, mas que praticavam a lei e os costumes judaicos, não se simpatizavam com judeus ortodoxos e nem gentios. Para os primeiros, eram traidores da fé judaica; para os outros eram preconceituosos, julgavam que a salvação era exclusiva dos judeus. Rejeitaram as cartas paulinas por aceitarem a conversão dos gentios. Por serem monoteístas negavam a divindade de Cristo. Para os bispos negar a divindade de Jesus era negar sua obra salvífica e reconhecê-lo apenas um simples homem.
  • 8. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.1 A Oposição aos Ebionitas  Devido à resistência em aceitar a divindade de jesus, os Ebionitas foram excomungados da Igreja e não sobreviveram como grupo por muito tempo.  Eles diminuíram gradualmente durante o 4º século até desaparecer totalmente.
  • 9. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.2 A Oposição a Ário Foi refutado por Alexandre, Bispo da Igreja de Alexandria, que usava de cartas e sermões em suas apologias. Realizou-se o Concílio de bispos em Alexandria (318 d.C) a fim de examinar as opiniões desse presbítero e de tomar uma decisão sobre a autenticidade desses ensinos ou a falta dela. Esse concílio que reuniu cerca de 100 bispos, e após verificar a teologia ariana, não encontrou base bíblica e condenou os ensinos heréticos de Ário.
  • 10. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.2 A Oposição a Ário Ário não aceitou a condenação e moveu uma campanha contra o bispo de Alexandria, procurando desmoralizá-lo e provar que sua teologia era correta. Por lograr êxito entre vários presbíteros, isso fez com que Alexandre escrevesse a todos os bispos para notificá- los acerca da heresia. Vejamos na íntegra o documento que o Bispo Alexandre escreveu segundo o historiador Roger Olson (1999):
  • 11. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia “E as novidades que inventaram e publicaram contra as Escrituras são as seguintes: - Deus nem sempre foi Pai, mas houve tempo em que Deus não foi Pai. O verbo de Deus não existiu sempre, mas se originou de coisas que não existiam; porque o Deus que existe, fez aquele que não existia, a partir daquilo que não existia; portanto houve tempo quando ele não existia; pois o Filho é uma criatura e uma obra. Ele não é igual ao Pai em essência, não é o verdadeiro e natural Logos do Pai e nem é a sua verdadeira Sabedoria; mas ele é uma das coisas feitas e criadas e é chamado do verdadeiro Verbo de Deus, e pela Sabedoria que existe em Deus mediante a qual, Deus, não apenas criou todas as coisas, mas ele também. Portanto, ele é, por natureza, sujeito a mudança e variações, assim como o são todas as criaturas racionais”. (Bispo Alexandre, Séc. IV)
  • 12. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.3 A Exegese de Alexandre Alexandre fez uma detalhada exegese do primeiro capítulo do Evangelho segundo João, no qual é declarado que o Logos estava “com Deus no princípio” e foi o agente de Deus em toda criação. Alexandre encerra a carta encíclica com a sua assinatura e a de numerosos presbíteros e diáconos mencionando que Ário e seus ensinos já tinham sido condenados por um Sínodo de cem bispos.
  • 13. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.4 O Concílio de Nicéia (325 d.C.)  O imperador Constantino, ao tomar conhecimento da controvérsia em Alexandria e que podia dividir a Igreja, resolveu convocar todos os bispos cristãos de todas as partes do Império para o Primeiro Concílio Ecumênico da Igreja na cidade de Nicéia.  O concílio teve a duração de dois meses. A questão principal era dirimir a disputa doutrinária e decidir que dogmas os cristãos deveriam crer e professar.  O concílio teve a participação de 318 bispos. Destes, 28 eram bispos arianos. Quando ouviram a heresia ariana houve um clamor de – Heresia!
  • 14. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.4 O Concílio de Nicéia (325 d.C.)  A criação do Credo, foi uma fórmula para combater o Arianismo e que servisse para unificar a igreja doutrinariamente:  “Cremos em um só Deus Pai onipotente, criador de todas as coisas visíveis e invisíveis; em um só Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, gerado do Pai, unigênito, isto é, da substância do Pai, Luz de luz, Deus verdadeiro do verdadeiro Deus, gerado não feito consubstancial com o Pai, por quem todas as coisas vieram a existir, tanto no céu como na terra, que por nós homens e pela nossa salvação desceu e encarnou, tornou-se humano, padeceu e ao terceiro dia ressuscitou e subiu ao céu e virá para julgar o vivo e o morto; e no Espírito Santo”.
  • 15. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.5 O Sucessor de Alexandre  Ário foi deposto e condenado como herege. Foi exilado com todos os bispos que o apoiavam.  Com o falecimento do Bispo Alexandre, Atanásio lhe sucedeu como bispo de Alexandria.  Durante 45 anos de bispado, Atanásio lutou contra a heresia ariana.  O filho do imperador Constantino, Constâncio, queria acabar de vez com a controvérsia a respeito da divindade de Cristo, em Nicéia não se conseguiu  A discórdia passará às questões exegéticas entre duas palavras gregas: homoosios e homoiousios
  • 16. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.6 Uma Questão Exegética  Homoosios – “da mesma substância”  Homoiousios – “de substância semelhante”  Constâncio pensava em substituir o primeiro termo pelo segundo.  Para os arianos, substituir o primeiro termo pelo segundo era negar que Jesus fosse Deus da mesma substância do Pai, para afirmar que Jesus era apenas uma criatura semelhante ao Pai.  Seria, portanto, a derrota da verdade e a vitória da heresia ariana.
  • 17. UNIDADE II – ORIGEM DIVINA DE JESUS A Apologia 5.6 Uma Questão Exegética  Atanásio foi contra o Imperador, condenou como heresia e equiparou ao Anticristo qualquer que apoiasse a proposta.  Para Atanásio, a própria salvação dependia do filho de Deus ser o próprio Deus e não meramente uma grandiosa criatura ‘semelhante a Deus’.  Atanásio teve de fugir para Roma em 339, por causa de várias acusações falsas, mais tarde foi inocentado.  Ao retorna, dentre muitas defesas, ensinou a plena divindade do filho mediante sua revelação entre os homens o que foi atestada como auto-revelação de Deus. Por fim, sua defesa foi aceita pela Igreja.
  • 18. A maior dificuldade para entender a pessoa de Jesus está na sua união divina e humana. O ser humano sempre teve dificuldade em entender como se deu a união das duas naturezas em Jesus UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS Este tem sido um dos grandes enigmas de sua pessoa e tem confundido muitos estudiosos ao longo da história.
  • 19.  Abordaremos cinco teorias diferentes sobre o modo como ocorreu a encarnação e a condição em que Jesus viveu neste mundo.  Tais teorias defendem, apesar de divergentes, que Jesus para tornar-se um homem, precisou renunciar ou esvaziar- se de alguns privilégios de sua divindade. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 20. 1.1 A Kenósis As teorias que tratam do momento em que em que Jesus deixou os céus e veio à Terra veio à Terra como homem e precisou precisou renunciar a alguns privilégios de privilégios de sua divindade são chamadas chamadas de Kenóticas (gr. Kenoo, esvaziar) esvaziar) Teólogos: Tomásio e Delitsch na Alemanha Alemanha (1860 – 1880); David na Escócia e na Escócia e Crosby nos EUA (1890 – 1910) – 1910) Wayne Gruden, Millard Erykson, Louis Louis Berkof. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 21. 1.1 A Kenósis Os primeiros são de linha liberal, isto é, isto é, nem sempre levam em consideração consideração o texto bíblico e a posição posição histórica da Igreja. Os outros são conservadores, que defendem a verdadeira doutrina de Cristo Cristo baseados nas Escrituras e apoiam a apoiam a posição doutrinária defendida defendida historicamente pela Igreja Igreja O texto base para a discussão é Filipenses Filipenses 2.5-7 UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 22.  1ª teoria – Jesus teria se esvaziado de metade de seus atributos divinos para se encarnar  2ª teoria – ele encarnou sem nenhum de seus atributos  3ª teoria – Jesus não renunciou a seus atributos, mas os limitou na Terra  4ª teoria – Jesus não renunciou a sua divindade; e sua humanidade era apenas um disfarce, não era real  5ª teoria – Jesus ao se tornar homem, permaneceu sendo Deus, com todos os seus atributos UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 23. 1ª - A Teoria do Esvaziamento Parcial Tomásio e outros dividiu os atributos de Deus em Deus em dois grupos distintos: Imanentes – Onisciência, Onipresença e Onipotência Onipotência (são dispensáveis); Atributos Essenciais – Poder absoluto, Verdade Verdade absoluta, Amor absoluto, Santidade Santidade absoluta (são indispensáveis) Na encarnação Jesus teria se esvaziado dos seus dos seus atributos imanentes e retido os atributos atributos essenciais. David Forest declara que Cristo tinha um conhecimento amplo e profundo, mas não era era Onisciente, Onipotente e nem Onipresente Onipresente UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 24. 1ª - A Teoria do Esvaziamento Parcial Essa teoria compromete a divindade de Jesus. Jesus. Como Deus, Jesus possuía todos os seus atributos atributos (qualidades inerentes de um ser), para ser), para tornar-se um homem. Jesus quando esteve na terra não era plenamente plenamente Deus, mas sim algo como um semi-Deus. semi-Deus. Tanto em Mt 8.27 quanto em João 2.25 se vê se vê claramente que Jesus possuía todos os seus os seus atributos divinos, e que em nenhum nenhum momento os renuncia para se tornar um tornar um homem UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 25. 2ª - A Teoria do Esvaziamento Total É a teoria da renúncia de todos os atributos atributos Godê e Clark sustentam um “suicídio “suicídio divino” Jesus esvaziara-se de todos de todos os seus atributos para se tornar tornar apenas um homem. A consciência eterna gradualmente seria seria recuperada aos poucos até novamente novamente alcançar a plenitude divida após divida após a ressurreição. O Messias apenas seria um homem comum homem comum cheio do Espírito Santo Santo UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 26. 2ª - A Teoria do Esvaziamento Total Jesus não era Deus quando esteve aqui na Terra aqui na Terra Não poderia ser adorado (Mt 2.2), Não poderia perdoar pecados (Mt 9.2) Não poderia ser igual à deidade (Jo 10.30) 10.30) Não poderia morrer pelos nossos pecados (Jo pecados (Jo 19.35-37) Sendo apenas um homem, seria considerado considerado um mentiroso e fanático Se Jesus tivesse renunciado a sua divindade ao divindade ao encarnar-se, jamais poderia salvar poderia salvar a humanidade. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 27. 3ª - A Teoria da Limitação Ebrard defende que Cristo, ao se encarnar, encarnar, teve seus atributos limitados UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 28. 4ª - A Teoria do Esvaziamento de Privilégios Russel Sheed, Strong, Thiensen, Gruden, UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 29. 4ª - A Teoria do Esvaziamento de Privilégios “torna a dar-me a glória que tinha contigo contigo antes que o mundo existisse” (Jo existisse” (Jo 17.5) Outro privilégio: o do exercício independente dos seus atributos divinos. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 30. 4ª - A Teoria do Esvaziamento de Privilégios Cristo se subordinou ao Pai e ao Espírito Espírito Santo como servo de Jeová. Jeová. Não poderia abusar de todos os atributos atributos divinos, na terra, senão como como seria semelhante aos homens em homens em tudo? Ele se autolimitou para viver como homem homem na terra. UNIDADE III – A UNIÃO DO DIVINO E DO HUMANO EM JESUS – O Auto Esvaziamento de Jesus
  • 31. ATÉ A PRÓXIMA AULA A Rejeição das Teorias Kenóticas A Igreja e as Duas Naturezas de Jesus Um Homem com Duas Naturezas As Heresias Acerca das Duas Naturezas de Jesus