Controladoria-Geral da União- CGU
    Secretaria Federal de Controle Interno - S C
                                              F



          VIII Fórum B rasileiro de Controle
            da Adm  inistração P  ública

            Controle Interno e Externo
          das Entidades do Terceiro Setor

                                               Agosto/2012
Agenda
- F da Apresentação
   oco
- Características das E ntidades do Terceiro S etor
- Im portância das E ntidades do Terceiro S etor
- Níveis de Controle
- Contexto do final do exercício de 2011 e início de 2012
- Alterações norm  ativas m recentes
                            ais
- SICONV: Ordem B   ancária de Transferência Voluntária – OB    TV
- O que deve ser observado nas relações com E    ntidades do Terceiro Setor
- Principais problem encontrados
                      as
- Perspectivas com vistas ao aperfeiçoam   ento da relação do Governo F   ederal
  comE  ntidades do Terceiro S etor
- Conclusão
F da Apresentação
                                   oco
-   Controle e transparência das entidades que recebem recursos do orçamento da
    União, via convênios e instrumentos congêneres
-   Não serão tratadas as certificações das Entidades do Terceiro Setor (títulos):
     - Ce rtific a d o d e Utilid a d e Públic a Fe d e ra l e Es ta d ua l
     - Ce rtific a d o d e Entid a d e Be ne fic e nte d e A s is tê nc ia So c ia l (CEBA
                                                            s                             S)
     - Ce rtific a d o p a ra O SCI
                                  Ps
     - O utra s c e rtific a ç õ e s c o nc e d id a s p e lo Po d e r Públic o
-   Não serão tratadas as imunidades e isenções tributárias
Características das Entidades do Terceiro Setor
-   As Entidades do Terceiro Setor se caracterizam por:
     - Serem sem fins lucrativos
     - S resultados financeiros não serem distribuídos aos seus dirigentes
        eus
     - Dependerem de ações voluntárias
     - Serem independentes da autonom governam
                                     ia       ental
     - Serem voltadas para a solução de problem sociais e com objetivo final
                                               as
       de gerar serviços de caráter público
Importância das Entidades do Terceiro Setor
-   Estudo F F - F
            AS IL undações e Associações S F L
                                          em ins ucrativos no Brasil, de 2005,
    conduzido pelo IB :
                     GE
     - 338.162 fundações privadas e associações sem fins lucrativos
     - Áreas de Atuação:
Níveis de Controle
-   Controle P ário: tanto do concedente quanto do convenente
              rim
-   Controle Interno: CGU
-   Controle Externo: TCU, TC’s nos Estados, M U
                                              P
-   Controle efetuado pelas entidades doadoras ou patrocinadoras
-   Atuações emcasos específicos:
     - Ministério da J
                     ustiça (titulações)
     - M s nos E
        P       stados
     - Governos Estaduais e Municipais
-   Controle efetuado pelos Conselhos
-   Controle Social
Contexto do final do exercício de 2011 e início de 2012
- Suspensão de liberação de recursos: Decreto 7.592, de 28/ 11:
                                                            10/
    - Determ a suspensão da transferência de recursos, por m de convênios, a
              ina                                                 eio
      entidades privadas sem fins lucrativos, até que sua execução seja avaliada pelo
      órgão concedente.
    - M inistro de Estado ou dirigente m áxim é o responsável por autorizar a
                                              o
      continuação da liberação de recursos.
    - Cria o Cadastro de E ntidade P rivadas sem F L
                                                   ins ucrativos im pedidas de celebrar
      convênios com a Adm    inistração P ública Federal (CE IM
                                                            P ).
    - Acom  panham   ento pela CGU: balanço ao final do prazo estabelecido pelo Decreto
      (29/ 2012)
          02/
        - 1.403 convênios analisados: 917 (65%) regulares, 181 (13%) cancelados e
           305 (22%) analisados com restrição (07/ 2012).
                                                     02/
        - A partir da análise detalhada dos 305 convênios com restrição, foram
           identificadas irregularidades graves e insanáveis em convênios firm  ados com
           164 entidades, agora im  pedidas de celebrar novos convênios como governo.
Contexto do final do exercício de 2011 e início de 2012
- CE IM- Cadastro de E
    P                 ntidades Privadas S F L
                                         em ins ucrativos Impedidas:
    - Maior transparência com relação às transferências realizadas para organizações
      da sociedade civil.
    - Cadastro dinâm com base nas inform
                    ico                 ações dos órgãos concedentes
    - 179 convênios e instrum entos congêneres para os quais houve instauração de
      Tom ada de Contas Especial (consulta em 06/ 2012)
                                                 08/
    - 151 entidades impedidas de celebrar novos convênios (consulta em 06/ 2012)
                                                                          08/
Contexto do final do exercício de 2011 e início de 2012
- CE IM- Cadastro de E
    P                 ntidades Privadas S F L
                                         em ins ucrativos Impedidas:
Alterações normativas m recentes
                                       ais

- Principais objetivos das alterações:
    - Maior transparência na seleção das entidades: cham ento público.
                                                        am
    - Buscar garantir a escolha de entidades que de fato possam colaborar com
      o alcance dos objetivos da Ação de Governo.
    - Im pedir que um entidade que já tenha apresentado problem insanáveis
                      a                                           as
      em relações anteriores com o Governo F ederal volte a receber recursos de
      transferências voluntárias.
    - Maior responsabilização dos órgãos concedentes.
Alterações normativas m recentes
                       ais
Alterações normativas m recentes
                       ais
Alterações normativas m recentes
                       ais
Alterações normativas m recentes
                       ais
Alterações normativas m recentes
                       ais
Alterações normativas m recentes
                       ais
Alterações normativas m recentes
                       ais
SICONV - Ordem B ancária de
Transferência Voluntária - OBTV
SICONV - Ordem B ancária de
Transferência Voluntária - OBTV
O que deve ser observado nas
                    relações comEntidades do Terceiro Setor
- Todos que recebem recursos públicos devem prestar contas da sua aplicação e observar
  os princípios constitucionais:
    - Legalidade: nã o c o ntra ria r d is p o s itiv o s le g a is
    - Impessoalidade: bus c a d o be m p úblic o e nã o ind ivid ua l o u p e rs o na liz a d o
    - Moralidade: re s p e ito à le g a lid a d e e a o s va lo re s é tic o s e m o ra is
    - Publicidade: tra ns p a rê nc ia
    - Economicidade: m e lho r re la ç ã o c us to /be ne fíc io
    - Eficiência: a lc a nc e d o s o bje tivo s
O que deve ser observado nas
                     relações comEntidades do Terceiro Setor
- O acesso aos recursos públicos deve ser restrito apenas às entidades possuidoras de
  condições, avaliáveis precedentem    ente à aprovação dos ajustes, aferíveis por sua
  legalidade e pelos resultados previam  ente comparados entre os alcançados pela gestão
  governam ental e os já obtidos pela entidade beneficiária.
- Os ajustes legalm ente autorizados, se firmados, necessitam ser precisos quanto ao seu
  objeto; ao estabelecimento de fato e sustentabilidade do ente parceiro, fatores estes que
  perm itirão acom panham  ento e avaliação dos órgãos públicos e da sociedade sobre:
    - Ae fe tiva c o nfia bilid a d e na p re s ta ç ã o d o s s e rviç o s
    - O a ting im e nto d o s ind ic a d o re s p a ra a fe riç ã o d o c um p rim e nto d o s p ro g ra m a s
      a p ro va d o s na s p e ç a s d e p la ne ja m e nto d o G o ve rno
    - Ao tim iz a ç ã o d o s re c urs o s
    - Ae x c e lê nc ia d o s s e rviç o s p re s ta d o s
    - As e g ura nç a p a ra a e la bo ra ç ã o d e c o nc lus ivo s p a re c e re s s o bre a a p lic a ç ã o d o s
      re c urs o s re p a s s a d o s
Principais problem encontrados
                  as
Principais problem encontrados
                  as
Principais problem encontrados
                  as
Principais problem encontrados
                  as
Perspectivas comvistas ao aperfeiçoam  ento
     da relação do Governo F  ederal com
          Entidades do Terceiro Setor
Perspectivas comvistas ao aperfeiçoam  ento
     da relação do Governo F  ederal com
          Entidades do Terceiro Setor
Conclusão
Controladoria-Geral da União
Secretaria Federal de Controle Interno

            Secretário:
      Valdir Agapito Teixeira



              Obrigado

Controle Interno e Externo das Entidades do Terceiro Setor

  • 1.
    Controladoria-Geral da União-CGU Secretaria Federal de Controle Interno - S C F VIII Fórum B rasileiro de Controle da Adm inistração P ública Controle Interno e Externo das Entidades do Terceiro Setor Agosto/2012
  • 2.
    Agenda - F daApresentação oco - Características das E ntidades do Terceiro S etor - Im portância das E ntidades do Terceiro S etor - Níveis de Controle - Contexto do final do exercício de 2011 e início de 2012 - Alterações norm ativas m recentes ais - SICONV: Ordem B ancária de Transferência Voluntária – OB TV - O que deve ser observado nas relações com E ntidades do Terceiro Setor - Principais problem encontrados as - Perspectivas com vistas ao aperfeiçoam ento da relação do Governo F ederal comE ntidades do Terceiro S etor - Conclusão
  • 3.
    F da Apresentação oco - Controle e transparência das entidades que recebem recursos do orçamento da União, via convênios e instrumentos congêneres - Não serão tratadas as certificações das Entidades do Terceiro Setor (títulos): - Ce rtific a d o d e Utilid a d e Públic a Fe d e ra l e Es ta d ua l - Ce rtific a d o d e Entid a d e Be ne fic e nte d e A s is tê nc ia So c ia l (CEBA s S) - Ce rtific a d o p a ra O SCI Ps - O utra s c e rtific a ç õ e s c o nc e d id a s p e lo Po d e r Públic o - Não serão tratadas as imunidades e isenções tributárias
  • 4.
    Características das Entidadesdo Terceiro Setor - As Entidades do Terceiro Setor se caracterizam por: - Serem sem fins lucrativos - S resultados financeiros não serem distribuídos aos seus dirigentes eus - Dependerem de ações voluntárias - Serem independentes da autonom governam ia ental - Serem voltadas para a solução de problem sociais e com objetivo final as de gerar serviços de caráter público
  • 5.
    Importância das Entidadesdo Terceiro Setor - Estudo F F - F AS IL undações e Associações S F L em ins ucrativos no Brasil, de 2005, conduzido pelo IB : GE - 338.162 fundações privadas e associações sem fins lucrativos - Áreas de Atuação:
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    Níveis de Controle - Controle P ário: tanto do concedente quanto do convenente rim - Controle Interno: CGU - Controle Externo: TCU, TC’s nos Estados, M U P - Controle efetuado pelas entidades doadoras ou patrocinadoras - Atuações emcasos específicos: - Ministério da J ustiça (titulações) - M s nos E P stados - Governos Estaduais e Municipais - Controle efetuado pelos Conselhos - Controle Social
  • 7.
    Contexto do finaldo exercício de 2011 e início de 2012 - Suspensão de liberação de recursos: Decreto 7.592, de 28/ 11: 10/ - Determ a suspensão da transferência de recursos, por m de convênios, a ina eio entidades privadas sem fins lucrativos, até que sua execução seja avaliada pelo órgão concedente. - M inistro de Estado ou dirigente m áxim é o responsável por autorizar a o continuação da liberação de recursos. - Cria o Cadastro de E ntidade P rivadas sem F L ins ucrativos im pedidas de celebrar convênios com a Adm inistração P ública Federal (CE IM P ). - Acom panham ento pela CGU: balanço ao final do prazo estabelecido pelo Decreto (29/ 2012) 02/ - 1.403 convênios analisados: 917 (65%) regulares, 181 (13%) cancelados e 305 (22%) analisados com restrição (07/ 2012). 02/ - A partir da análise detalhada dos 305 convênios com restrição, foram identificadas irregularidades graves e insanáveis em convênios firm ados com 164 entidades, agora im pedidas de celebrar novos convênios como governo.
  • 8.
    Contexto do finaldo exercício de 2011 e início de 2012 - CE IM- Cadastro de E P ntidades Privadas S F L em ins ucrativos Impedidas: - Maior transparência com relação às transferências realizadas para organizações da sociedade civil. - Cadastro dinâm com base nas inform ico ações dos órgãos concedentes - 179 convênios e instrum entos congêneres para os quais houve instauração de Tom ada de Contas Especial (consulta em 06/ 2012) 08/ - 151 entidades impedidas de celebrar novos convênios (consulta em 06/ 2012) 08/
  • 9.
    Contexto do finaldo exercício de 2011 e início de 2012 - CE IM- Cadastro de E P ntidades Privadas S F L em ins ucrativos Impedidas:
  • 10.
    Alterações normativas mrecentes ais - Principais objetivos das alterações: - Maior transparência na seleção das entidades: cham ento público. am - Buscar garantir a escolha de entidades que de fato possam colaborar com o alcance dos objetivos da Ação de Governo. - Im pedir que um entidade que já tenha apresentado problem insanáveis a as em relações anteriores com o Governo F ederal volte a receber recursos de transferências voluntárias. - Maior responsabilização dos órgãos concedentes.
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    SICONV - OrdemB ancária de Transferência Voluntária - OBTV
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    SICONV - OrdemB ancária de Transferência Voluntária - OBTV
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    O que deveser observado nas relações comEntidades do Terceiro Setor - Todos que recebem recursos públicos devem prestar contas da sua aplicação e observar os princípios constitucionais: - Legalidade: nã o c o ntra ria r d is p o s itiv o s le g a is - Impessoalidade: bus c a d o be m p úblic o e nã o ind ivid ua l o u p e rs o na liz a d o - Moralidade: re s p e ito à le g a lid a d e e a o s va lo re s é tic o s e m o ra is - Publicidade: tra ns p a rê nc ia - Economicidade: m e lho r re la ç ã o c us to /be ne fíc io - Eficiência: a lc a nc e d o s o bje tivo s
  • 21.
    O que deveser observado nas relações comEntidades do Terceiro Setor - O acesso aos recursos públicos deve ser restrito apenas às entidades possuidoras de condições, avaliáveis precedentem ente à aprovação dos ajustes, aferíveis por sua legalidade e pelos resultados previam ente comparados entre os alcançados pela gestão governam ental e os já obtidos pela entidade beneficiária. - Os ajustes legalm ente autorizados, se firmados, necessitam ser precisos quanto ao seu objeto; ao estabelecimento de fato e sustentabilidade do ente parceiro, fatores estes que perm itirão acom panham ento e avaliação dos órgãos públicos e da sociedade sobre: - Ae fe tiva c o nfia bilid a d e na p re s ta ç ã o d o s s e rviç o s - O a ting im e nto d o s ind ic a d o re s p a ra a fe riç ã o d o c um p rim e nto d o s p ro g ra m a s a p ro va d o s na s p e ç a s d e p la ne ja m e nto d o G o ve rno - Ao tim iz a ç ã o d o s re c urs o s - Ae x c e lê nc ia d o s s e rviç o s p re s ta d o s - As e g ura nç a p a ra a e la bo ra ç ã o d e c o nc lus ivo s p a re c e re s s o bre a a p lic a ç ã o d o s re c urs o s re p a s s a d o s
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    Perspectivas comvistas aoaperfeiçoam ento da relação do Governo F ederal com Entidades do Terceiro Setor
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  • 29.
    Controladoria-Geral da União SecretariaFederal de Controle Interno Secretário: Valdir Agapito Teixeira Obrigado