CLIPPING – 16/09/2014 
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Conab: café deve ter uma produção de 45,1 milhões de sacas 
Assessoria de Imprensa/Conab 
16/09/2014 
O Brasil deve produzir este ano 45,1 milhões 
de sacas de 60 quilos de café beneficiado 
(arábica e conilon). O resultado representa 
uma redução de 8,16% ou 4.010 sacas a 
menos que as 49,15 milhões produzidas na 
última safra. É o que aponta o 3º levantamento 
da safra 2014, realizado pela Companhia 
Nacional de Abastecimento (Conab) e 
divulgado nesta terça-feira (16), em Brasília. 
A variação ocorreu no café arábica, com uma queda de 16,1%. Os motivos foram a forte estiagem 
verificada nos primeiros meses do ano, a inversão da bienalidade em algumas regiões, como na Zona 
da Mata mineira, e também as geadas que atingiram o estado do Paraná em 2013. Os estados com 
maior redução foram Minas Gerais (-18,22%), Paraná (-69,1%) e Espírito Santo (-16,8%). Por outro 
lado, o conilon teve aumento de 19,9%, graças à renovação e revigoramento da produtividade e às 
condições climáticas favoráveis ocorridas no estado do Espírito Santo, maior produtor da espécie. 
A estimativa de produção do arábica é de 32,1 milhões de sacas ou o equivalente a 71,2% do volume 
de café produzido no país. O maior destaque é o estado de Minas Gerais, com o volume de 22,3 
milhões de sacas. Já o conilon, que chega a 13 milhões de sacas, representa 28,8% do total 
nacional, com o Espírito Santo detendo a maior produção e uma colheita de 9,9 milhões de sacas. 
Área – Em termos nacionais, as culturas em produção e em formação devem ocupar uma área de 2,2 
milhões de hectares, 3,9% a menos que na safra passada, com uma redução de 89,8 mil hectares. 
Minas Gerais concentra a maior área plantada, com 1,2 milhão de hectares e predomínio da espécie 
arábica, que ocupa 98,8% da área total do estado. Isso representa 53,6% da área cultivada no país. 
A segunda posição é do Espírito Santo, com área total de 486,6 mil hectares, sendo que 310,1 mil 
hectares são destinados ao conilon - equivalentes a 63,9% da área nacional da espécie. 
Café: levantamento da Conab é otimista demais, aponta Faemg 
Agência Estado 
16/09/2014 
Suzana Inhesta 
O diretor da Federação da Agricultura e Pecuária do 
Estado de Minas Gerais (Faemg) e presidente das 
comissões estadual e nacional de café, Breno Mesquita 
(foto: Wenderson Araújo), disse há pouco ao Broadcast 
que os números do 3º levantamento da safra 2014, 
realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento 
(Conab), são conservadores e otimistas "demais", não 
refletindo a realidade. 
Ontem, Mesquita havia dito que no Estado a perda de 
produção por causa da estiagem era de 30%, chegando a 
40% em algumas regiões de Minas Gerais. "Como não é a última revisão da Conab, eu espero que 
no próximo levantamento esse número de quebra na produção seja revisto para cima. Eu também 
sou produtor, do sul de Minas, e a minha quebra foi de cerca de 40%, taxa que observo em toda a 
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região. Em Matas de Minas também chega por aí", declarou. Pelos cálculos da Conab, houve uma 
redução de 18,22% na produção do café arábica. 
Mesquita diz que outros Estados também colheram menos. "Tenho falado com produtores do Paraná 
e parte de São Paulo e pude constatar que a perda deles é parecida com a dos cafeicultores de 
Minas", disse. Para ele, a safra 2014 de café nacional deve ficar em torno de 40 milhões de sacas ou 
até menos, por conta da estiagem. Pelos números da Conab de hoje, o Brasil deve produzir este ano 
45,1 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado (arábica e conilon), redução de 8,16% ou 
4.010 sacas a menos que as 49,15 milhões produzidas na última safra. 
Café: estiagem foi terrível, diz presidente do Sistema OCB 
Agência Safras 
16/09/2014 
Fábio Rübenich 
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas 
(foto: divulgação), participou do primeiro dia da Semana 
Internacional do Café, evento que está sendo realizado em 
Belo Horizonte de 15 a 18 de setembro. 
Freitas, que é cafeicultor, deu entrevista exclusiva à 
Agência SAFRAS, falando a respeito da situação da 
cafeicultura em um ano que está sendo marcado pela 
estiagem. 
Pergunta: A estiagem que persiste principalmente aqui em 
Minas Gerais não está começando a assustar o produtor? 
Resposta: Não está só começando a assustar. Já está nos matando de susto. Ainda está muito cedo 
para se falar nos efeitos para a safra 2015, mas a falta de chuvas foi terrível. Na minha propriedade 
rural, onde a média de chuvas é de 1.700 milímetros em um ciclo, eu tive 700 milímetros. Então é 
terrível. As perdas e as dificuldades que estamos sofrendo são inegáveis. 
O normal agora é começarem as primeiras chuvas no começo de setembro. Estamos torcendo e 
pedindo a Deus que o próximo ciclo de chuvas venha dentro da normalidade, até por uma questão de 
recuperação das árvores. Agora, o prejuízo para a cafeicultura já aconteceu. Na safra 2014 e na safra 
2015. 
Pergunta: A quebra de produção foi na média de 30%? 
Resposta: Na minha região as perdas ficaram em torno de 20% em relação ao que foi produzido na 
safra passada. Na minha propriedade, especificamente, foi de 22%. E houve áreas com registro de 
perda de 40%. Esperamos então que o regime de chuvas volte à normalidade e que não tenhamos 
mais este problema. 
Cooparaiso promove nova edição da Campanha Hora Certa 
Clic Folha 
16/09/2014 
A partir desta terça-feira (16), tem início mais a 14ª 
edição da Campanha Hora Certa da Cooparaiso. 
Segundo os organizadores, o evento ganha uma 
movimentação a mais em sua programação em 
2014 com a realização do tradicional Concurso 
Regional de Cafés de Qualidade. 
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Este ano, o foco da feira será principalmente comercial, com muitas facilidades financeiras para os 
produtores rurais, especialmente os cafeicultores. 
A feira Hora certa está instalada em uma área de cinco mil metros quadrados, com mais de 70 
expositores. A programação prevê a realização de dinâmicas de máquinas, palestras sobre as novas 
regras da BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros), presença de empresas de seguro agrícola, 
novidades em caminhões, apresentação de novas tecnologias de aplicação de produtos entre outras, 
além de disponibilidade de facilidades de pagamentos e linhas de crédito diferenciadas. O evento 
será novamente realizado no Parque de Exposições João Bernardes Pinto Sobrinho (Expar), 
localizado na Av. Dárcio Cantieri em São Sebastião do Paraíso. 
O objetivo do evento é proporcionar aos produtores rurais insumos, máquinas e implementos com os 
melhores preços e condições de pagamento. No ano passado o evento fechou com balanço positivo 
cumprindo as metas estabelecidas pela diretoria. Segundo a organização, as vendas somente da 
Divisão de Máquinas ultrapassaram a casa dos R$ 10 milhões, e ao todo resultou numa 
movimentação superior a R$ 44 milhões. Em 2013 foi recebido no Parque de Exposições um público 
de quatro mil pessoas, e a expectativa é de que este ano também seja mantido o volume de 
visitantes. 
A Hora Certa da Cooparaiso é considerada a maior feira de negócios do setor agropecuário da área 
de atuação da cooperativa, e tem como objetivo proporcionar aos produtores rurais insumos, 
máquinas e implementos com os melhores preços e condições de pagamento. 
Concurso – A realização do tradicional Concurso de café da Cooparaiso já analisou 150 amostras do 
produto, de produtores de Paraíso e cidades da região e que já passaram da fase eliminatória. De 
acordo com coordenador de mercado interno da Cooperativa, Alexandre Silveira Pádua, a análise dos 
lotes será feita pelos árbitros no dia 16,17 e 18 no próprio recinto da Hora Certa, para que todos os 
visitantes possam ver como é curioso acompanhar uma degustação de café. 
Esses juízes vão considerar os lotes já enquadrados em peneira 16 acima, e no tipo. “O que 
realmente será avaliado é analise sensorial são itens como, aroma, doçura, corpo, acidez, que são 
características de cafés especiais”, explica Alexandre. Cerca de quatro árbitros irão trabalhar nessa 
seleção, oriundos de empresas parceiras da Cooparaiso, e que atuam também na possibilidade de 
compra de cafés especiais. 
Os primeiros dez cafés classificados receberão certificados, e os cinco primeiros lotes serão enviados 
aos compradores de cafés especiais, onde serão avaliados para formulação de preço de acordo com 
o ranking e que devem alcançar valores bem acima da média. 
“O setor de Classificação já selecionou os lotes com características de café especial, depositados em 
nossos armazéns da matriz e núcleos. É de muita importância que o produtor verifique se o lote está 
disponível para comercialização. Basta entrar em contato com os comercializadores. Chamo também 
atenção, de que todos os produtores procurem o setor de classificação para assinatura das fichas de 
inscrições e solicitações de participação no concurso”, finalizou Alexandre. 
Café: receita diária com exportação soma US$ 26 mi na segunda semana 
Agência Safras 
16/09/2014 
Lessandro Carvalho 
A receita média diária obtida com as exportações totais brasileiras de café foi de 
US$ 26,0 milhões na segunda semana de setembro, contando 5 dias úteis. A 
média diária até agora no acumulado do mês é de US$ 25,841 milhões, 29,0% 
superior no comparativo com a média diária de setembro de 2013, que foi de US$ 
20,028 milhões. 
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Em relação a agosto/2014, quando a média diária dos embarques totais de café atingira US$ 26,933 
milhões, a receita média de exportações de café de setembro/2014 é 4,1% menor, conforme os 
dados acumulados até o dia 14. 
Até o dia 14 de setembro, com 10 dias úteis contabilizados, foram exportadas 1,166 milhão de sacas 
de 60 quilos de café em grão, com receita de US$ 232,5 milhões e um preço médio de US$ 199,40 
por saca. 
Em agosto de 2014, as exportações brasileiras de café em grão totalizaram 2,689 milhões de sacas, 
e alcançaram 2,460 milhões de sacas em setembro de 2013. 
As informações partem do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e 
foram divulgadas nesta segunda-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). 
Mudança climática é mais rápida que resposta de produtores, dizem pesquisadores 
CaféPoint 
16/09/2014 
Reportagem: Agência EFE / Tradução: Juliana Santin 
Os efeitos da mudança climática na produção de café são mais rápidos que as respostas 
dos produtores, da ciência e da tecnologia para reagir contra eles, disseram especialistas 
que participaram na Colômbia de um fórum internacional sobre café. 
O impacto da mudança climática no café foi analisado na abertura da XXV Conferência 
Internacional sobre Ciência do Café, realizada até sexta-feira passada na cidade de 
Armenia, centro da Colômbia, organizada pela Associação para Ciência e Informação sobre o Café 
(ASIC). 
“São necessárias ferramentas mais rápidas e eficazes. O desafio é imenso e primeiro é necessário 
entender o clima. Não temos as soluções ainda”, disse o diretor do Centro Nacional de Pesquisas de 
Café (Cenicafé), Fernando Gast. 
Segundo o pesquisador do Centro Internacional para a Cooperação em Agricultura (Cirad), da 
França, Bertrand Benoir, não há uma resposta universal para os efeitos da mudança climática nos 
cultivos e produção de café. “Os países não têm o mesmo problema. A mudança climática varia em 
cada país. Em algumas nações, há secas e, em outras, chuvas fortes”, disse ele. Além disso, Benoir 
disse que os programas de pesquisa colombianos permitem que o país esteja “em boa posição para 
combater a mudança climática”, ainda que tenha advertido que o “impacto será muito grande” pelo 
excesso de chuvas e doenças, como fungo da ferrugem, que tem devastado os cafezais na América 
Central. 
Entretanto, Gast disse que há três anos a Colômbia iniciou um processo de consolidação de projetos 
de pesquisa estratégicos focados na produção e na produtividade do grão, e nos efeitos da mudança 
climática do café. Dentro das medidas para enfrentar esses problemas, destacam-se a atualização da 
plataforma “Agroclimática”, criada em 1949 para monitorar o clima da zona cafeeira colombiana. Além 
disso, a Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) trabalha em um plano de “cultivar água” para 
mitigar os efeitos da mudança climática, impulsionando iniciativas como “voltar a conectar os 
bosques” e fomentando a economia de líquido a nível de produção industrial, disse o presidente da 
FNC, Luis Genaro Muñoz. 
Segundo ele, os mais de US$ 11 milhões que a Federação recebe provenientes principalmente de 
recursos governamentais e de alianças com o setor privado para desenvolver pesquisas científicas 
não são suficientes para enfrentar os desafios do setor. Muñoz disse que um dos maiores problemas 
dos cafeicultores do mundo, que fornecem anualmente cerca de US$ 100 bilhões ao Produto Interno 
Bruto (PIB) do planeta, é a dificuldade de “transmitir” as soluções e o conhecimento aos produtores 
“na velocidade necessária”. 
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Na Colômbia, segundo dados da FNC, entre dois e três milhões de pessoas de uma população total 
de mais de 47 milhões são produtores de café e cerca de 90% são pequenos produtores, entendidos 
como proprietários de terras com uma extensão menor de 1,5 hectares. Segundo a Federação, o café 
é o segundo produto da economia colombiana atrás do complexo de petróleo e mineração. 
A XXV Conferência Internacional sobre Ciência do Café reuniu 400 pesquisadores, membros da 
indústria e estudantes de 34 países com o propósito de trocar conhecimento sobre a produção do 
grão. 
Café: exportação do Vietnã no acumulado de 2014 até agosto cresce 31% 
Agência Estado 
16/09/2014 
As exportações de café pelo Vietnã somaram 1,27 milhão de toneladas (21,167 milhões de sacas de 
60 kg) de janeiro a agosto de 2014, um aumento de 31,3% ante igual período do ano passado, 
informou o departamento de alfândegas do país. Considerando-se apenas o mês de agosto, o 
incremento foi de 10,3% ante julho, para 97,8 mil toneladas (1,630 milhão de sacas). 
O Vietnã é o maior produtor mundial de café robusta, variedade que não deve registrar choque de 
oferta, a exemplo do que se prevê para o arábica, cuja produção no Brasil foi prejudicada pela 
estiagem no início do ano. Fonte: Dow Jones Newswires. 
EUA: estoques de café verde caem 4.161 sacas em agosto, aponta GCA 
Agência Safras 
16/09/2014 
Lessandro Carvalho 
Os estoques norte-americanos de café verde (em grão) caíram 4.161 sacas de 60 
quilos no mês de agosto na comparação com julho, conforme relatório mensal da 
Green Coffee Association (GCA). 
O total de café verde depositado nos armazéns credenciados pela GCA em 31 de 
agosto de 2014 chegava a 6.038.503 sacas, ante as 6.042.664 sacas em 31 de julho de 2014. 
Café: receita com exportações da Tanzânia cai 39,4% em julho 
Agência Safras 
16/09/2014 
Cândida Schaedler 
O valor das exportações de café da Tanzânia caiu 39,4% em julho deste ano ante 
o mesmo mês do ano passado, devido ao crescimento da produção mundial e à 
queda na oferta nacional, segundo informações do Banco Central do país. 
O país exportou US$ 133,3 milhões de café em julho, ante US$ 204,7 milhões no 
ano anterior. A Tanzânia produz tanto arábica como robusta e é o quarto maior produtor da África, 
depois de Etiópia, Uganda e Costa do Marfim. A produção do país totalizou 48.768 toneladas em 
2013/14, sendo 27.462 toneladas de arábica e 21.306 toneladas de robusta. 
Na temporada 2014/15 - que se estende de maio a abril - a produção deve aumentar para 61.800 
toneladas, em grande parte devido ao ciclo de alta bienalidade do arábica. As informações são de 
agências internacionais. 
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Clipping cnc 16092014 versao de impressao

  • 1.
    CLIPPING – 16/09/2014 Acesse: www.cncafe.com.br Conab: café deve ter uma produção de 45,1 milhões de sacas Assessoria de Imprensa/Conab 16/09/2014 O Brasil deve produzir este ano 45,1 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado (arábica e conilon). O resultado representa uma redução de 8,16% ou 4.010 sacas a menos que as 49,15 milhões produzidas na última safra. É o que aponta o 3º levantamento da safra 2014, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado nesta terça-feira (16), em Brasília. A variação ocorreu no café arábica, com uma queda de 16,1%. Os motivos foram a forte estiagem verificada nos primeiros meses do ano, a inversão da bienalidade em algumas regiões, como na Zona da Mata mineira, e também as geadas que atingiram o estado do Paraná em 2013. Os estados com maior redução foram Minas Gerais (-18,22%), Paraná (-69,1%) e Espírito Santo (-16,8%). Por outro lado, o conilon teve aumento de 19,9%, graças à renovação e revigoramento da produtividade e às condições climáticas favoráveis ocorridas no estado do Espírito Santo, maior produtor da espécie. A estimativa de produção do arábica é de 32,1 milhões de sacas ou o equivalente a 71,2% do volume de café produzido no país. O maior destaque é o estado de Minas Gerais, com o volume de 22,3 milhões de sacas. Já o conilon, que chega a 13 milhões de sacas, representa 28,8% do total nacional, com o Espírito Santo detendo a maior produção e uma colheita de 9,9 milhões de sacas. Área – Em termos nacionais, as culturas em produção e em formação devem ocupar uma área de 2,2 milhões de hectares, 3,9% a menos que na safra passada, com uma redução de 89,8 mil hectares. Minas Gerais concentra a maior área plantada, com 1,2 milhão de hectares e predomínio da espécie arábica, que ocupa 98,8% da área total do estado. Isso representa 53,6% da área cultivada no país. A segunda posição é do Espírito Santo, com área total de 486,6 mil hectares, sendo que 310,1 mil hectares são destinados ao conilon - equivalentes a 63,9% da área nacional da espécie. Café: levantamento da Conab é otimista demais, aponta Faemg Agência Estado 16/09/2014 Suzana Inhesta O diretor da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e presidente das comissões estadual e nacional de café, Breno Mesquita (foto: Wenderson Araújo), disse há pouco ao Broadcast que os números do 3º levantamento da safra 2014, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), são conservadores e otimistas "demais", não refletindo a realidade. Ontem, Mesquita havia dito que no Estado a perda de produção por causa da estiagem era de 30%, chegando a 40% em algumas regiões de Minas Gerais. "Como não é a última revisão da Conab, eu espero que no próximo levantamento esse número de quebra na produção seja revisto para cima. Eu também sou produtor, do sul de Minas, e a minha quebra foi de cerca de 40%, taxa que observo em toda a Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
  • 2.
    região. Em Matasde Minas também chega por aí", declarou. Pelos cálculos da Conab, houve uma redução de 18,22% na produção do café arábica. Mesquita diz que outros Estados também colheram menos. "Tenho falado com produtores do Paraná e parte de São Paulo e pude constatar que a perda deles é parecida com a dos cafeicultores de Minas", disse. Para ele, a safra 2014 de café nacional deve ficar em torno de 40 milhões de sacas ou até menos, por conta da estiagem. Pelos números da Conab de hoje, o Brasil deve produzir este ano 45,1 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado (arábica e conilon), redução de 8,16% ou 4.010 sacas a menos que as 49,15 milhões produzidas na última safra. Café: estiagem foi terrível, diz presidente do Sistema OCB Agência Safras 16/09/2014 Fábio Rübenich O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas (foto: divulgação), participou do primeiro dia da Semana Internacional do Café, evento que está sendo realizado em Belo Horizonte de 15 a 18 de setembro. Freitas, que é cafeicultor, deu entrevista exclusiva à Agência SAFRAS, falando a respeito da situação da cafeicultura em um ano que está sendo marcado pela estiagem. Pergunta: A estiagem que persiste principalmente aqui em Minas Gerais não está começando a assustar o produtor? Resposta: Não está só começando a assustar. Já está nos matando de susto. Ainda está muito cedo para se falar nos efeitos para a safra 2015, mas a falta de chuvas foi terrível. Na minha propriedade rural, onde a média de chuvas é de 1.700 milímetros em um ciclo, eu tive 700 milímetros. Então é terrível. As perdas e as dificuldades que estamos sofrendo são inegáveis. O normal agora é começarem as primeiras chuvas no começo de setembro. Estamos torcendo e pedindo a Deus que o próximo ciclo de chuvas venha dentro da normalidade, até por uma questão de recuperação das árvores. Agora, o prejuízo para a cafeicultura já aconteceu. Na safra 2014 e na safra 2015. Pergunta: A quebra de produção foi na média de 30%? Resposta: Na minha região as perdas ficaram em torno de 20% em relação ao que foi produzido na safra passada. Na minha propriedade, especificamente, foi de 22%. E houve áreas com registro de perda de 40%. Esperamos então que o regime de chuvas volte à normalidade e que não tenhamos mais este problema. Cooparaiso promove nova edição da Campanha Hora Certa Clic Folha 16/09/2014 A partir desta terça-feira (16), tem início mais a 14ª edição da Campanha Hora Certa da Cooparaiso. Segundo os organizadores, o evento ganha uma movimentação a mais em sua programação em 2014 com a realização do tradicional Concurso Regional de Cafés de Qualidade. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
  • 3.
    Este ano, ofoco da feira será principalmente comercial, com muitas facilidades financeiras para os produtores rurais, especialmente os cafeicultores. A feira Hora certa está instalada em uma área de cinco mil metros quadrados, com mais de 70 expositores. A programação prevê a realização de dinâmicas de máquinas, palestras sobre as novas regras da BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros), presença de empresas de seguro agrícola, novidades em caminhões, apresentação de novas tecnologias de aplicação de produtos entre outras, além de disponibilidade de facilidades de pagamentos e linhas de crédito diferenciadas. O evento será novamente realizado no Parque de Exposições João Bernardes Pinto Sobrinho (Expar), localizado na Av. Dárcio Cantieri em São Sebastião do Paraíso. O objetivo do evento é proporcionar aos produtores rurais insumos, máquinas e implementos com os melhores preços e condições de pagamento. No ano passado o evento fechou com balanço positivo cumprindo as metas estabelecidas pela diretoria. Segundo a organização, as vendas somente da Divisão de Máquinas ultrapassaram a casa dos R$ 10 milhões, e ao todo resultou numa movimentação superior a R$ 44 milhões. Em 2013 foi recebido no Parque de Exposições um público de quatro mil pessoas, e a expectativa é de que este ano também seja mantido o volume de visitantes. A Hora Certa da Cooparaiso é considerada a maior feira de negócios do setor agropecuário da área de atuação da cooperativa, e tem como objetivo proporcionar aos produtores rurais insumos, máquinas e implementos com os melhores preços e condições de pagamento. Concurso – A realização do tradicional Concurso de café da Cooparaiso já analisou 150 amostras do produto, de produtores de Paraíso e cidades da região e que já passaram da fase eliminatória. De acordo com coordenador de mercado interno da Cooperativa, Alexandre Silveira Pádua, a análise dos lotes será feita pelos árbitros no dia 16,17 e 18 no próprio recinto da Hora Certa, para que todos os visitantes possam ver como é curioso acompanhar uma degustação de café. Esses juízes vão considerar os lotes já enquadrados em peneira 16 acima, e no tipo. “O que realmente será avaliado é analise sensorial são itens como, aroma, doçura, corpo, acidez, que são características de cafés especiais”, explica Alexandre. Cerca de quatro árbitros irão trabalhar nessa seleção, oriundos de empresas parceiras da Cooparaiso, e que atuam também na possibilidade de compra de cafés especiais. Os primeiros dez cafés classificados receberão certificados, e os cinco primeiros lotes serão enviados aos compradores de cafés especiais, onde serão avaliados para formulação de preço de acordo com o ranking e que devem alcançar valores bem acima da média. “O setor de Classificação já selecionou os lotes com características de café especial, depositados em nossos armazéns da matriz e núcleos. É de muita importância que o produtor verifique se o lote está disponível para comercialização. Basta entrar em contato com os comercializadores. Chamo também atenção, de que todos os produtores procurem o setor de classificação para assinatura das fichas de inscrições e solicitações de participação no concurso”, finalizou Alexandre. Café: receita diária com exportação soma US$ 26 mi na segunda semana Agência Safras 16/09/2014 Lessandro Carvalho A receita média diária obtida com as exportações totais brasileiras de café foi de US$ 26,0 milhões na segunda semana de setembro, contando 5 dias úteis. A média diária até agora no acumulado do mês é de US$ 25,841 milhões, 29,0% superior no comparativo com a média diária de setembro de 2013, que foi de US$ 20,028 milhões. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Em relação aagosto/2014, quando a média diária dos embarques totais de café atingira US$ 26,933 milhões, a receita média de exportações de café de setembro/2014 é 4,1% menor, conforme os dados acumulados até o dia 14. Até o dia 14 de setembro, com 10 dias úteis contabilizados, foram exportadas 1,166 milhão de sacas de 60 quilos de café em grão, com receita de US$ 232,5 milhões e um preço médio de US$ 199,40 por saca. Em agosto de 2014, as exportações brasileiras de café em grão totalizaram 2,689 milhões de sacas, e alcançaram 2,460 milhões de sacas em setembro de 2013. As informações partem do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e foram divulgadas nesta segunda-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Mudança climática é mais rápida que resposta de produtores, dizem pesquisadores CaféPoint 16/09/2014 Reportagem: Agência EFE / Tradução: Juliana Santin Os efeitos da mudança climática na produção de café são mais rápidos que as respostas dos produtores, da ciência e da tecnologia para reagir contra eles, disseram especialistas que participaram na Colômbia de um fórum internacional sobre café. O impacto da mudança climática no café foi analisado na abertura da XXV Conferência Internacional sobre Ciência do Café, realizada até sexta-feira passada na cidade de Armenia, centro da Colômbia, organizada pela Associação para Ciência e Informação sobre o Café (ASIC). “São necessárias ferramentas mais rápidas e eficazes. O desafio é imenso e primeiro é necessário entender o clima. Não temos as soluções ainda”, disse o diretor do Centro Nacional de Pesquisas de Café (Cenicafé), Fernando Gast. Segundo o pesquisador do Centro Internacional para a Cooperação em Agricultura (Cirad), da França, Bertrand Benoir, não há uma resposta universal para os efeitos da mudança climática nos cultivos e produção de café. “Os países não têm o mesmo problema. A mudança climática varia em cada país. Em algumas nações, há secas e, em outras, chuvas fortes”, disse ele. Além disso, Benoir disse que os programas de pesquisa colombianos permitem que o país esteja “em boa posição para combater a mudança climática”, ainda que tenha advertido que o “impacto será muito grande” pelo excesso de chuvas e doenças, como fungo da ferrugem, que tem devastado os cafezais na América Central. Entretanto, Gast disse que há três anos a Colômbia iniciou um processo de consolidação de projetos de pesquisa estratégicos focados na produção e na produtividade do grão, e nos efeitos da mudança climática do café. Dentro das medidas para enfrentar esses problemas, destacam-se a atualização da plataforma “Agroclimática”, criada em 1949 para monitorar o clima da zona cafeeira colombiana. Além disso, a Federação Nacional de Cafeicultores (FNC) trabalha em um plano de “cultivar água” para mitigar os efeitos da mudança climática, impulsionando iniciativas como “voltar a conectar os bosques” e fomentando a economia de líquido a nível de produção industrial, disse o presidente da FNC, Luis Genaro Muñoz. Segundo ele, os mais de US$ 11 milhões que a Federação recebe provenientes principalmente de recursos governamentais e de alianças com o setor privado para desenvolver pesquisas científicas não são suficientes para enfrentar os desafios do setor. Muñoz disse que um dos maiores problemas dos cafeicultores do mundo, que fornecem anualmente cerca de US$ 100 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) do planeta, é a dificuldade de “transmitir” as soluções e o conhecimento aos produtores “na velocidade necessária”. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Na Colômbia, segundodados da FNC, entre dois e três milhões de pessoas de uma população total de mais de 47 milhões são produtores de café e cerca de 90% são pequenos produtores, entendidos como proprietários de terras com uma extensão menor de 1,5 hectares. Segundo a Federação, o café é o segundo produto da economia colombiana atrás do complexo de petróleo e mineração. A XXV Conferência Internacional sobre Ciência do Café reuniu 400 pesquisadores, membros da indústria e estudantes de 34 países com o propósito de trocar conhecimento sobre a produção do grão. Café: exportação do Vietnã no acumulado de 2014 até agosto cresce 31% Agência Estado 16/09/2014 As exportações de café pelo Vietnã somaram 1,27 milhão de toneladas (21,167 milhões de sacas de 60 kg) de janeiro a agosto de 2014, um aumento de 31,3% ante igual período do ano passado, informou o departamento de alfândegas do país. Considerando-se apenas o mês de agosto, o incremento foi de 10,3% ante julho, para 97,8 mil toneladas (1,630 milhão de sacas). O Vietnã é o maior produtor mundial de café robusta, variedade que não deve registrar choque de oferta, a exemplo do que se prevê para o arábica, cuja produção no Brasil foi prejudicada pela estiagem no início do ano. Fonte: Dow Jones Newswires. EUA: estoques de café verde caem 4.161 sacas em agosto, aponta GCA Agência Safras 16/09/2014 Lessandro Carvalho Os estoques norte-americanos de café verde (em grão) caíram 4.161 sacas de 60 quilos no mês de agosto na comparação com julho, conforme relatório mensal da Green Coffee Association (GCA). O total de café verde depositado nos armazéns credenciados pela GCA em 31 de agosto de 2014 chegava a 6.038.503 sacas, ante as 6.042.664 sacas em 31 de julho de 2014. Café: receita com exportações da Tanzânia cai 39,4% em julho Agência Safras 16/09/2014 Cândida Schaedler O valor das exportações de café da Tanzânia caiu 39,4% em julho deste ano ante o mesmo mês do ano passado, devido ao crescimento da produção mundial e à queda na oferta nacional, segundo informações do Banco Central do país. O país exportou US$ 133,3 milhões de café em julho, ante US$ 204,7 milhões no ano anterior. A Tanzânia produz tanto arábica como robusta e é o quarto maior produtor da África, depois de Etiópia, Uganda e Costa do Marfim. A produção do país totalizou 48.768 toneladas em 2013/14, sendo 27.462 toneladas de arábica e 21.306 toneladas de robusta. Na temporada 2014/15 - que se estende de maio a abril - a produção deve aumentar para 61.800 toneladas, em grande parte devido ao ciclo de alta bienalidade do arábica. As informações são de agências internacionais. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck