Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
CLIPPING – 28/01/2015
Acesse: www.cncafe.com.br
Emergência fitossanitária em SP e ES atende a pleito da CNA e do CNC
Assessoria de Comunicação CNA
28/01/2015
O Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento
(MAPA) atendeu a um pedido da
Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil (CNA) e do
Conselho Nacional do Café (CNC)
e declarou estado de emergência
fitossanitária relativo ao risco
iminente de surto da broca-do-
café, praga que atinge a lavoura
cafeeira, para São Paulo e
Espírito Santo. A decisão está em
duas portarias do MAPA,
publicadas nesta segunda-feira (26/1), no Diário Oficial da União.
A ação foi necessária em razão da dificuldade dos dois estados em controlar a doença. Com a
declaração do estado de emergência fitossanitária, que vale por um ano, ficam autorizadas medidas
emergenciais para evitar o surto da praga. Neste caso, já está autorizada a importação de inseticidas
à base de Ciantraniliprole, mesmo produto utilizado por produtores de Minas Gerais no ano passado,
quando o estado também teve decretado o estado de emergência fitossanitária, por conta da
incidência da mesma praga. A importação tem como base a Portaria nº 711, de 17 de julho do ano
passado, publicada para atender á demanda dos cafeicultores mineiros.
Desde o ano passado, a Comissão Nacional do Café da CNA e o Conselho Nacional do Café (CNC)
têm trabalhado junto com os principais estados produtores do grão, por meio das federações de
agricultura e pecuária e secretarias estaduais de agricultura, para solicitar medidas junto ao governo
federal com o objetivo de controlar a praga. Com a publicação das portarias no DOU, os três
principais produtores de café estão em estado de emergência fitossanitária.
A broca-do-café (Hypothenemus hampei) é uma das pragas que mais preocupa os cafeicultores. Este
é o nome popular da larva que se alimenta das sementes do grão, e os danos podem ser totais ou
parciais, impedindo o desenvolvimento do grão. Uma das formas de combate deve ser feito pelo uso
de inseticidas. Entretanto, no Brasil, não há nenhum produto autorizado para controle desta doença,
desde que foi proibido o uso de inseticida à base de endosulfan.
Acesse as portarias publicadas no Diário Oficial:
Portaria nº 11 e 12, de 23 de Janeiro de 2015 – Emergência fitossanitária para SP e ES
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=26/01/2015&jornal=1&pagina=2&totalA
rquivos=120
Portaria 711, de 17 de Julho de 2014 – Emergência fitossanitária para MG
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/servlet/INPDFViewer?jornal=1&pagina=6&data=18/07/2014&captch
afield=firistAccess
Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
Café: exportações da Cooxupé crescem 19,4% em 2014 e atingem recorde
Agência Estado
28/01/2015
Gustavo Porto
A Cooperativa Regional de Cafeicultores
em Guaxupé (Cooxupé) exportou um
recorde de 3,232 milhões de sacas de 60
quilos de café arábica em 2014, alta de
19,4% ante as 2,706 milhões de sacas
comercializadas no exterior em 2013. O
volume corresponde a 9% das 36,32
milhões de sacas exportadas pelo País no
ano passado, cuja alta ante 2013, de
14,7%, foi porcentualmente menor que a
da cooperativa.
O presidente da cooperativa, Carlos
Alberto Paulino da Costa, atribuiu o
aumento das exportações da Cooxupé à maior demanda pelo café brasileiro e também à conquista
de novos clientes em mercados como Estados Unidos, Canadá e União Europeia. "Como entrou mais
café conseguimos ampliar nossas exportações com os novos clientes", disse Paulino ao Broadcast. O
faturamento da cooperativa não foi divulgado, pois ainda passa por auditoria, segundo ele.
Ao todo, a Cooxupé movimentou 4,6 milhões de sacas em 2014, incluindo vendas de 800 mil sacas
no mercado interno para torrefadores e produtores de café solúvel e outras 570 mil sacas para outras
companhias exportadoras com operação no País. Em 2015, segundo Paulino, a cooperativa mineira
deve movimentar 5 milhões de sacas de café e aumentar o volume exportado 7% a 10%.
O principal entrave para a Cooxupé, com 11,9 mil cooperados, é a possível quebra na safra do café
por conta da estiagem que atinge a região produtora desde o fim do ano passado. "Agora começou a
chover, mas antes estava preocupante. Se chuva normalizar e após uma nova avaliação nas
lavouras, em março, a expectativa de chegar a 5 milhões de sacas (movimentadas) deve ser
atendida", concluiu.
Café: Clima seco intensifica danos à produtividade no Brasil
Agência SAFRAS
28/01/2015
Fábio Rübenich
As lavouras de café da zona da mata de Minas Gerais e do Espírito Santo que
tiveram menos de 5% do índice normal de chuvas no último mês terão de 25% a
50% da média nos próximos dias, disseram meteorologistas da MDA Weather
Services.
O clima adverso permanece como uma grande preocupação para os produtores de café da região e,
segundo a MDA, haverá mais danos às expectativas de produtividade uma vez que a pouca umidade
Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
afeta o desenvolvimento das cerejas em partes do Brasil, maior produtor e exportador mundial de
café.
O norte e o oeste de Minas Gerais, maior estado produtor, permanecem "muito secos", enquanto que
outras regiões devem receber chuvas benéficas. As informações partem da Bloomberg.
Solo praticamente seco prejudica lavouras de café no Espírito Santo
Agência Estado
28/01/2015
O Espírito Santo, maior produtor de café conilon (robusta) do Brasil, tem atualmente uma das piores
condições de solo do Brasil. A água disponível na terra está abaixo de 10%, ou seja, o solo está
praticamente seco, o que desfavorece o desenvolvimento das plantas, informa a Somar Meteorologia.
Desde o início do ano o Espírito Santo tem enfrentado uma forte seca e altas temperaturas, o que
tem prejudicado as lavouras cafeeiras do Estado. Segundo dados da Somar Meteorologia, em
algumas áreas, onde deveria ter chovido cerca de 150 mm ainda não caiu uma gota de água este
ano. E a previsão indica que apenas a partir de fevereiro as chuvas voltarão para o Estado capixaba.
Conforme a Somar, na primeira semana do mês que vem, as chuvas devem alcançar cerca de 30 mm
no Espírito Santo, volume insuficiente para recuperar totalmente a umidade do solo, embora traga
algum alívio para os produtores rurais. Já entre os dias 5 e 9 de fevereiro, o volume acumulado
poderá atingir 70 mm, favorecendo a recuperação de lavouras.
O primeiro levantamento da safra de café 2015, cuja colheita se inicia entre abril e maio, mostra que o
Brasil deve produzir entre 44,11 milhões e 46,61 milhões de sacas de 60 kg, segundo a Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab). Desse total, o café conilon deve representar entre 11,61 milhões
e 12,21 milhões de sacas. A produção capixaba de conilon está projetada entre 8,52 milhões e 8,96
milhões de sacas.
Setor debate ações prioritárias para garantia de renda na cafeicultura
Assessoria de Comunicação CNA
28/01/2015
Correção de fragilidades das
estatísticas de produção, reformulação
de metodologia para cálculo dos
preços mínimos do café arábica e do
conillon, intensificação das ações de
promoção do produto aqui e no exterior
e criação de ferramentas de gestão de
risco. Estes foram os principais
assuntos debatidos pelos presidentes
da Federação da Agricultura e
Pecuária do Estado do Espírito Santo
(FAES), Júlio da Silva Rocha Júnior; e
da Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno
Mesquita, em reunião com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Kátia Abreu.
Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
Em reunião nesta semana, da qual participaram outros representantes da cadeia produtiva do café,
os representantes da CNA, assim como a ministra, ressaltaram a importância de reformular a
metodologia para cálculo do preço mínimo. O valor norteia as políticas de apoio à comercialização. A
ministra informou ao grupo que a metodologia será revista a partir de sugestões técnicas de
pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), e das universidades
federais de Viçosa (UFV) e de Lavras (UFLA).
Sobre as ações de promoção do café, a proposta é intensificá-las durante as Olímpiadas de 2016,
que serão realizadas no Rio de Janeiro no período de 5 a 21 de agosto, e também em eventos no
exterior. A ideia, aceita por Kátia Abreu, será levada por ela ao Ministério do Turismo, numa tentativa
de unir esforços e promover a cafeicultura. Em relação às ferramentas de gestão de risco, esta é, na
visão de Breno Mesquita, a principal estratégica para viabilizar a cafeicultura de montanha e
fortalecer a classe média rural, uma das principais metas definidas por Kátia Abreu para sua gestão à
frente do MAPA.
Tanzânia: receita com exportação de café cai 26% até novembro
Agência Estado
28/01/2015
A receita da Tanzânia com a exportação de café caiu 26,4% no acumulado de 2014 até novembro,
para US$ 125,8 milhões. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Central do país. A
entidade não deu informações sobre o volume exportado.
Para a temporada atual, que vai de maio de 2014 a abril deste ano, a estimativa de produção foi
reduzida para 40 mil toneladas, abaixo das 61,8 mil toneladas projetadas anteriormente. De acordo
com o diretor-geral do Conselho de Café da Tanzânia, Adolph Kumburu, a redução se deve ao clima
desfavorável em regiões produtoras do país. Além disso, muitos agricultores vendem suas colheitas
ilegalmente em Uganda, onde conseguem preços mais atrativos.
A produção de café do país na safra 2013/14 somou 48.768 toneladas, sendo 27.462 toneladas de
arábica e 21.306 toneladas de robusta. A Tanzânia é o quarto maior produtor da África, atrás de
Etiópia, Uganda e Costa do Marfim. Fonte: Dow Jones Newswires.

Clipping cnc 28012015 versão de impressão

  • 1.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 28/01/2015 Acesse: www.cncafe.com.br Emergência fitossanitária em SP e ES atende a pleito da CNA e do CNC Assessoria de Comunicação CNA 28/01/2015 O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) atendeu a um pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Conselho Nacional do Café (CNC) e declarou estado de emergência fitossanitária relativo ao risco iminente de surto da broca-do- café, praga que atinge a lavoura cafeeira, para São Paulo e Espírito Santo. A decisão está em duas portarias do MAPA, publicadas nesta segunda-feira (26/1), no Diário Oficial da União. A ação foi necessária em razão da dificuldade dos dois estados em controlar a doença. Com a declaração do estado de emergência fitossanitária, que vale por um ano, ficam autorizadas medidas emergenciais para evitar o surto da praga. Neste caso, já está autorizada a importação de inseticidas à base de Ciantraniliprole, mesmo produto utilizado por produtores de Minas Gerais no ano passado, quando o estado também teve decretado o estado de emergência fitossanitária, por conta da incidência da mesma praga. A importação tem como base a Portaria nº 711, de 17 de julho do ano passado, publicada para atender á demanda dos cafeicultores mineiros. Desde o ano passado, a Comissão Nacional do Café da CNA e o Conselho Nacional do Café (CNC) têm trabalhado junto com os principais estados produtores do grão, por meio das federações de agricultura e pecuária e secretarias estaduais de agricultura, para solicitar medidas junto ao governo federal com o objetivo de controlar a praga. Com a publicação das portarias no DOU, os três principais produtores de café estão em estado de emergência fitossanitária. A broca-do-café (Hypothenemus hampei) é uma das pragas que mais preocupa os cafeicultores. Este é o nome popular da larva que se alimenta das sementes do grão, e os danos podem ser totais ou parciais, impedindo o desenvolvimento do grão. Uma das formas de combate deve ser feito pelo uso de inseticidas. Entretanto, no Brasil, não há nenhum produto autorizado para controle desta doença, desde que foi proibido o uso de inseticida à base de endosulfan. Acesse as portarias publicadas no Diário Oficial: Portaria nº 11 e 12, de 23 de Janeiro de 2015 – Emergência fitossanitária para SP e ES http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=26/01/2015&jornal=1&pagina=2&totalA rquivos=120 Portaria 711, de 17 de Julho de 2014 – Emergência fitossanitária para MG http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/servlet/INPDFViewer?jornal=1&pagina=6&data=18/07/2014&captch afield=firistAccess
  • 2.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Café: exportações da Cooxupé crescem 19,4% em 2014 e atingem recorde Agência Estado 28/01/2015 Gustavo Porto A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) exportou um recorde de 3,232 milhões de sacas de 60 quilos de café arábica em 2014, alta de 19,4% ante as 2,706 milhões de sacas comercializadas no exterior em 2013. O volume corresponde a 9% das 36,32 milhões de sacas exportadas pelo País no ano passado, cuja alta ante 2013, de 14,7%, foi porcentualmente menor que a da cooperativa. O presidente da cooperativa, Carlos Alberto Paulino da Costa, atribuiu o aumento das exportações da Cooxupé à maior demanda pelo café brasileiro e também à conquista de novos clientes em mercados como Estados Unidos, Canadá e União Europeia. "Como entrou mais café conseguimos ampliar nossas exportações com os novos clientes", disse Paulino ao Broadcast. O faturamento da cooperativa não foi divulgado, pois ainda passa por auditoria, segundo ele. Ao todo, a Cooxupé movimentou 4,6 milhões de sacas em 2014, incluindo vendas de 800 mil sacas no mercado interno para torrefadores e produtores de café solúvel e outras 570 mil sacas para outras companhias exportadoras com operação no País. Em 2015, segundo Paulino, a cooperativa mineira deve movimentar 5 milhões de sacas de café e aumentar o volume exportado 7% a 10%. O principal entrave para a Cooxupé, com 11,9 mil cooperados, é a possível quebra na safra do café por conta da estiagem que atinge a região produtora desde o fim do ano passado. "Agora começou a chover, mas antes estava preocupante. Se chuva normalizar e após uma nova avaliação nas lavouras, em março, a expectativa de chegar a 5 milhões de sacas (movimentadas) deve ser atendida", concluiu. Café: Clima seco intensifica danos à produtividade no Brasil Agência SAFRAS 28/01/2015 Fábio Rübenich As lavouras de café da zona da mata de Minas Gerais e do Espírito Santo que tiveram menos de 5% do índice normal de chuvas no último mês terão de 25% a 50% da média nos próximos dias, disseram meteorologistas da MDA Weather Services. O clima adverso permanece como uma grande preocupação para os produtores de café da região e, segundo a MDA, haverá mais danos às expectativas de produtividade uma vez que a pouca umidade
  • 3.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck afeta o desenvolvimento das cerejas em partes do Brasil, maior produtor e exportador mundial de café. O norte e o oeste de Minas Gerais, maior estado produtor, permanecem "muito secos", enquanto que outras regiões devem receber chuvas benéficas. As informações partem da Bloomberg. Solo praticamente seco prejudica lavouras de café no Espírito Santo Agência Estado 28/01/2015 O Espírito Santo, maior produtor de café conilon (robusta) do Brasil, tem atualmente uma das piores condições de solo do Brasil. A água disponível na terra está abaixo de 10%, ou seja, o solo está praticamente seco, o que desfavorece o desenvolvimento das plantas, informa a Somar Meteorologia. Desde o início do ano o Espírito Santo tem enfrentado uma forte seca e altas temperaturas, o que tem prejudicado as lavouras cafeeiras do Estado. Segundo dados da Somar Meteorologia, em algumas áreas, onde deveria ter chovido cerca de 150 mm ainda não caiu uma gota de água este ano. E a previsão indica que apenas a partir de fevereiro as chuvas voltarão para o Estado capixaba. Conforme a Somar, na primeira semana do mês que vem, as chuvas devem alcançar cerca de 30 mm no Espírito Santo, volume insuficiente para recuperar totalmente a umidade do solo, embora traga algum alívio para os produtores rurais. Já entre os dias 5 e 9 de fevereiro, o volume acumulado poderá atingir 70 mm, favorecendo a recuperação de lavouras. O primeiro levantamento da safra de café 2015, cuja colheita se inicia entre abril e maio, mostra que o Brasil deve produzir entre 44,11 milhões e 46,61 milhões de sacas de 60 kg, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desse total, o café conilon deve representar entre 11,61 milhões e 12,21 milhões de sacas. A produção capixaba de conilon está projetada entre 8,52 milhões e 8,96 milhões de sacas. Setor debate ações prioritárias para garantia de renda na cafeicultura Assessoria de Comunicação CNA 28/01/2015 Correção de fragilidades das estatísticas de produção, reformulação de metodologia para cálculo dos preços mínimos do café arábica e do conillon, intensificação das ações de promoção do produto aqui e no exterior e criação de ferramentas de gestão de risco. Estes foram os principais assuntos debatidos pelos presidentes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (FAES), Júlio da Silva Rocha Júnior; e da Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, em reunião com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Kátia Abreu.
  • 4.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Em reunião nesta semana, da qual participaram outros representantes da cadeia produtiva do café, os representantes da CNA, assim como a ministra, ressaltaram a importância de reformular a metodologia para cálculo do preço mínimo. O valor norteia as políticas de apoio à comercialização. A ministra informou ao grupo que a metodologia será revista a partir de sugestões técnicas de pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), e das universidades federais de Viçosa (UFV) e de Lavras (UFLA). Sobre as ações de promoção do café, a proposta é intensificá-las durante as Olímpiadas de 2016, que serão realizadas no Rio de Janeiro no período de 5 a 21 de agosto, e também em eventos no exterior. A ideia, aceita por Kátia Abreu, será levada por ela ao Ministério do Turismo, numa tentativa de unir esforços e promover a cafeicultura. Em relação às ferramentas de gestão de risco, esta é, na visão de Breno Mesquita, a principal estratégica para viabilizar a cafeicultura de montanha e fortalecer a classe média rural, uma das principais metas definidas por Kátia Abreu para sua gestão à frente do MAPA. Tanzânia: receita com exportação de café cai 26% até novembro Agência Estado 28/01/2015 A receita da Tanzânia com a exportação de café caiu 26,4% no acumulado de 2014 até novembro, para US$ 125,8 milhões. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Central do país. A entidade não deu informações sobre o volume exportado. Para a temporada atual, que vai de maio de 2014 a abril deste ano, a estimativa de produção foi reduzida para 40 mil toneladas, abaixo das 61,8 mil toneladas projetadas anteriormente. De acordo com o diretor-geral do Conselho de Café da Tanzânia, Adolph Kumburu, a redução se deve ao clima desfavorável em regiões produtoras do país. Além disso, muitos agricultores vendem suas colheitas ilegalmente em Uganda, onde conseguem preços mais atrativos. A produção de café do país na safra 2013/14 somou 48.768 toneladas, sendo 27.462 toneladas de arábica e 21.306 toneladas de robusta. A Tanzânia é o quarto maior produtor da África, atrás de Etiópia, Uganda e Costa do Marfim. Fonte: Dow Jones Newswires.