Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 15/05/2015
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Semana: Governo ouvirá setor sobre importação de café
P1 / Ascom CNC
15/05/2015
— Secretário de Defesa Agropecuária ouvirá produção a respeito da importação de café do Peru. Por
outro lado, setor precisa unir interesses para estabelecer implantação de política públicas para o café.
IMPORTAÇÃO DE CAFÉ — Como fruto de nossos esforços, com o envio dos ofícios CNC Nº 39/05,
à ministra Kátia Abreu, e CNC Nº 40/05, à Presidente Dilma Rousseff, contrários à aprovação de
“requisitos fitossanitários para importação de grãos (Categoria 3, Classe 9) de café (Coffea arabica
L.) produzidos no Peru”, o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa), Décio Coutinho, em entrevista concedida ontem, afirmou que irá se reunir
com produtores de café nos próximos dias para entender as demandas do setor e a preocupação
com a entrada de café peruano, autorizada no fim de abril. "Vou me reunir com o setor para entender
o que é que estão levantando, discutir e chegar a um denominador comum e que atenda os
interesses de todos", afirmou à Agência Estado.
O Conselho Nacional do Café entende como inaceitável e inconcebível a autorização para se
importar grãos arábicas do Peru, justamente no período da entrada de safra do Brasil, o maior
produtor mundial. Como representante do setor produtivo, o CNC alerta que esse tipo de postura,
contrária à realidade mercadológica, sinalizando que não temos oferta para honrar a demanda, é
extremamente danosa ao País, pois o ingresso de grãos do exterior, quando temos café para
satisfazer as necessidades, pressionará ainda mais os preços da commodity, fazendo com que os
produtores, já endividados, percam renda e, consequentemente, competitividade.
Dessa forma, aproveitaremos a abertura dada pelo secretário Décio Coutinho para informar que essa
é uma medida extremamente negativa e que poderá retirar muitos cafeicultores da atividade.
Recordando que, do ponto de vista social, a cafeicultura é a principal geradora de empregos no
campo e o virtual êxodo com a perda de competitividade, infelizmente será causador do desemprego
nas regiões produtoras e refletirá inchaço nas cidades, aumentando a violência urbana.
UNIÃO DE INTERESSES — Neste ano, temos nos deparado com diversos absurdos relacionados
aos tamanhos de nossas safras 2015 e 2016, assim como o cometido pelo Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) nesta semana, os quais temos combatido
veementemente, haja vista que são infundados e demonstram a clara intenção desses agentes em
depreciar ainda mais os preços já aviltados do café em detrimento da saúde financeira dos
produtores.
Entretanto, outro absurdo que temos notado é a imensa quantidade de sugestões que são propostas
sem embasamentos, por pessoas que integram o próprio setor produtor, criando um cenário de difícil
administração e que permite ao Governo recuar no desenvolvimento e na implantação de políticas
públicas, haja vista que, na teoria, o próprio segmento não se entende. Nesse sentido, o Conselho
Nacional do Café recorda que os legítimos representantes da produção brasileira são o próprio CNC
e a Comissão Nacional do Café da CNA, pois são a ponta final da representação cafeeira estruturada
em cooperativas, associações de produtores, sindicatos e federações de agricultura.
Dessa maneira, e para o bem do setor, recomendamos que a base, sempre que tenha algo a sugerir
– e as sugestões sempre são bem-vindas para debate e análises –, busque suas representações
regionais e alicerce esse pleito até uma estrutura nacional, com apoio e suporte de todo o segmento,
ainda que para pleitos regionais, pois somente assim teremos força e poder de argumentação para
que possamos emplacar políticas públicas estruturantes.
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LEILÃO DE ESTOQUES PÚBLICOS — A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizou,
na quarta-feira, 13 de maio, dois leilões dos estoques públicos de café. O primeiro negociou toda a
oferta de 13.500 sacas de 60,5 kg, o que gerou uma arrecadação de R$ 4,345 milhões a um preço
médio de R$ 320,81 por saca (R$ 5,3027/kg). O produto foi colhido na safra 2008/09 e estava em
armazéns do Espírito Santo.
Já o segundo arrematou 39% da oferta total de 4.700 sacas, gerando receita de R$ 559 mil, a um
preço médio de R$ 304,92 por cada saca de 60,5 kg (R$ 5,04/kg) arrematada. O CNC entende que o
fato de o Governo ter ouvido o setor antes do lançamento dos avisos de venda de café dos estoques
públicos foram favoráveis, uma vez que os produtos leiloados, depreciados por serem de safras
antigas e não suficientemente protegidos nos armazéns em que se encontravam, estavam
condizentes com os preços de abertura estipulados e com a realidade de mercado.
MERCADO – Na ausência de novidades nos fundamentos, as cotações futuras do café oscilaram
nesta semana influenciadas, principalmente, pelo comportamento do dólar. Os investidores também
acompanham as perspectivas climáticas, já que aumentam as possibilidades de ocorrência do El
Niño este ano e, consequentemente, de um inverno mais úmido na região Sudeste do Brasil. Caso
esse cenário se concretize, a colheita e a qualidade dos grãos de café podem ser prejudicadas.
Em relação ao mercado cambial, indicadores que reforçam o fraco desempenho da economia dos
Estados Unidos voltaram a pressionar o dólar no cenário externo, situação internalizada no Brasil.
Ontem, a moeda norte-americana encerrou a sessão a R$ 2,9927, com variação pouco significativa
de 0,35% na semana.
O vencimento julho do Contrato C foi cotado, na quinta-feira, a US$ 1,375 por libra-peso, acumulando
alta de 285 pontos em relação ao desempenho da sexta-feira passada. Já na ICE Futures Europe, as
cotações do robusta apresentaram discreta desvalorização. Ontem, o vencimento julho/2015
encerrou o pregão a US$ 1.747 por tonelada, com perdas de US$ 11 na semana.
O mercado físico brasileiro seguiu com fraca movimentação, já que os preços encontram-se aquém
das expectativas dos vendedores. Na quinta, os indicadores calculados pelo Centro de Estudos
Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para as variedades arábica e conilon foram cotados a R$
425,47/saca e a R$ 291,10/saca, respectivamente, com variação de -1,2% e 0,1% em relação à
última sexta-feira.
Atenciosamente,
Silas Brasileiro
Presidente Executivo
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IBGE reduz safra 2015 de café para 42,4 milhões de sacas
P1 / Ascom CNC
15/05/2015
Paulo A. C. Kawasaki
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
divulgou o Levantamento Sistemático da Produção
Agrícola (LSPA) referente a abril de 2015. No estudo, a
instituição apontou que, em 2015, a safra total brasileira de
café será de 2,5 milhões de toneladas, ou 42,4 milhões de
sacas de 60 kg, apresentando queda de 6,1% em relação
à colheita de 2014. Desse volume, 1,9 milhão de toneladas
– 31,4 milhões de sacas – se referem à variedade arábica,
com redução de 1,8% ante o ciclo 2014, e 660,1 mil
toneladas – 11,0 milhões de sacas – à conilon,
apresentando declínio de 16,6%. Leia, abaixo, as
considerações do IBGE a respeito da colheita das variedades arábica e robusta.
CAFÉ ARÁBICA — Em 2014, o país amargou uma queda drástica na produção de café arábica em
função do clima excessivamente quente e seco, notadamente no sul de Minas Gerais e São Paulo.
Este ano, as chuvas retornaram em algumas regiões produtoras, apesar de ainda estarem abaixo das
médias históricas e bem aquém das necessidades das lavouras, que também tiveram seu potencial
produtivo comprometido em face da deficiência na floração e baixo crescimento no ano anterior.
Muitas lavouras chegaram a ser “esqueletadas” com intuito de serem preparadas para a produção em
2016, em função de não terem recuperado seu potencial produtivo para 2015.
CAFÉ CONILON — Quanto ao café canephora, a queda da produção em 2015 decorre do Espírito
Santo, principal estado produtor desse tipo de café, com participação de 68,5% do total nacional. A
estiagem afetou o desenvolvimento das lavouras em alguns municípios produtores, culminando em
menor carregamento de flores e formação dos chumbinhos. O produtor precisa de uma quantidade
maior de café para completar uma saca. Esse estado aguarda uma produção de 452,4 mil toneladas
ou 7,5 milhões de sacas de 60 kg, 24,1% menor que a obtida no ano anterior, que alcançou recorde
de 596,2 mil toneladas ou 9,9 milhões de sacas de 60 kg.
Plano para mercado do café em MG é apresentado em Patrocínio
TV Integração
15/05/2015
Do G1 Triângulo Mineiro
A Federação dos Cafeicultores do Cerrado, em parceria com o
Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas
(Sebrae), desenvolveu um plano com metas para o mercado do
café para os próximos cinco anos. Nesta quinta-feira (14), em
Patrocínio, no Alto Paranaíba, os produtores puderam conhecer o
'Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Promoção da
Região do Cerrado Mineiro' e aprovaram o projeto.
Representantes de oito cooperativas e oito associações de
produtores de café da região puderam conhecer o planejamento e o presidente da Federação dos
Cafeicultores, Francisco Sérgio de Assis, vê com otimismo o planejamento. “Nós não estamos
fazendo um trabalho só de preço. Nós estamos trabalhando, também, a qualidade, o
desenvolvimento de tecnologia, social e ambiental. Então isso é macro”, disse.
Com o objetivo de movimentar o mercado, representantes assumiram o compromisso de desenvolver
as ações previstas no plano. “A cada dia que passa, nós estamos agregando valor ao nosso produto.
Procurando fazer dessa forma, nós estamos buscando qualidade e um café diferenciado para o
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mercado internacional”, comentou o presidente da Associação dos Cafeicultores da Região de
Patrocínio (Acarpa), Marcelo Queiroz.
Segundo o superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Trajano, 30 ações
foram planejadas para os próximos anos e a meta é aumentar em 420% a lacração de cafés com selo
de origem e qualidade vendidos para o mercado interno e 400% para o externo. “Os pontos mais
relevantes foram transformados em focos estratégicos nos caminhos a serem seguidos e nos
resultados. A partir dos resultados, a ação vem como uma consequência”, disse.
Reiteradas vendas pressionam as cotações do café, afirma IEA
Assessoria de Imprensa – IEA
15/05/2015
Nara Guimarães
A elevação da taxa SELIC anunciada pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) na última quarta-
feira do mês de abril, já antecipada pelos operadores do mercado de juros futuros, alavancou as
expectativas dos agentes quanto aos valores dos contratos envolvendo a taxa de juros básicos da
economia negociados com vencimentos em 2015 e em datas posteriores, especialmente aqueles
transacionados a partir da segunda quinzena do mês, informa o Instituto de Economia Agrícola
(IEA/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Houve mudança no patamar das curvas médias semanais do mercado de dólar futuro negociado na
BM&F-Bovespa. Na posição média de junho de 2015, os contratos eram negociados a R$3,24/US$,
baixando para R$2,98 na média da quinta semana, ou seja, valorização do real de 8,02%, revelando
que os agentes de mercado responderam à alta dos juros básicos desfazendo-se de contratos de
câmbio futuro, afirma Celso Luís Vegro, pesquisador do IEA.
“No mais importante cinturão cafeeiro do Estado de São Paulo, a Alta Mogiana de Franca, a média do
preço diário para o café cereja descascado, recebido pelos cafeicultores, foi de R$491,56/sc.
Comparativamente ao registrado em Nova York na média das cotações da última semana de abril,
em segunda cotação, de US$¢140,00/lbp equivaleria a R$556,91/sc. conversão considerando a
cotação do dólar futuro em igual semana e posição (R$3,01/US$)”, ressalta Vegro. A possibilidade de
arbitrar vantagem na contratação de hedge não seria conveniente, considerando que existe aplicação
de deságio para a origem brasileira.
A intensa volatilidade que se observa nas cotações futuras do café afastou, aparentemente, os
agentes desse mercado, especialmente entre os fundos e grandes investidores. Diante das
oscilações baixistas nas cotações, o movimento prevalecente foi o de venda de contratos, o que pode
ter até contribuído para quedas ainda mais intensas nessas cotações. Todavia, os agentes
reconhecem relativo exagero nesse movimento, diminuindo as posições vendidas. Confirma-se,
assim, que o mercado está atuando sem referências firmes quanto ao cenário futuro de oferta,
demanda e a necessidade de mobilização de estoques.
Para ler a íntegra e ver tabelas, acesse: http://www.iea.sp.gov.br/out/LerTexto.php?codTexto=13674.
Exportações de café por Santos crescem 13,9 % no quadrimestre
A Tribuna
15/05/2015
Fernanda Balbino
As exportações de café pelo Porto de Santos cresceram 13,9% nos quatro primeiros meses deste
ano. De janeiro a abril, 10.018.893 sacas de 60 quilos do produto foram escoadas pelos terminais
locais. No mesmo período do ano passado, foram 8.793.749 sacas. Com este incremento, a receita
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gerada com as vendas cresceu 37% e Santos passou a responder por 84,1% dos embarques da
commodity brasileira.
Conforme o levantamento, os carregamentos de café pelo Porto geraram uma receita de US$ 1,9
bilhão no primeiro quadrimestre do ano. No mesmo período do ano passado, o montante foi de US$
1,3 bilhão. Em todo o País, de janeiro a abril, foram exportadas 11.910.151 sacas de café, levando a
receita de US$ 2,2 bilhões.
Os dados constam do relatório de abril do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé),
divulgado no final da semana passada.
De acordo com o levantamento, em relação ao último ano-safra, que começou em julho de 2014 e
terminou no mês passado, o Brasil comercializou 30.743.287 sacas de café. A quantidade é 9,2%
superior à contabilizada no mesmo período da safra anterior, quando a marca era de 28.159.861
sacas. A receita obtida foi de US$ 5,904 bilhões.
Ranking – O relatório do Cecafé aponta que Santos liderou os embarques de café no País no
primeiro quadrimestre do ano, tendo uma participação de 84,1%. O Porto do Rio de Janeiro aparece
na segunda posição, com 8% (952.410 sacas). Em seguida, está Vitória, de onde saíram 620.123
sacas, 5,2% do total.
Considerando a qualidade do produto, o levantamento mostra que a variedade arábica respondeu por
78,9% das vendas do produto nos quatro primeiros meses deste ano. Outros 12,3% dos embarques
são da variedade robusta, enquanto o tipo solúvel alcançou 8,8% e o torrado & moído, 0,1%.
Os cafés diferenciados (arábica e conillon) tiveram participação de 25,1% nas exportações, em
termos de volume, e de 32%, na receita cambial.
Compradores – O balanço do Cecafé aponta que, no primeiro quadrimestre, a Europa foi o principal
mercado importador do produto nacional. Ela recebeu 55% do grão embarcado pelo Brasil. Já a
América do Norte respondeu por 24% das sacas exportadas, a Ásia, por 16% e os demais países da
América do Sul, por 3%.
A lista das nações importadores de café, nos quatro primeiros meses do ano, é liderada pelos
Estados Unidos. O país foi responsável pela aquisição de 2.417.519 sacas, 20% do total exportado.
Em seguida, aparece a Alemanha, que importou 2.132.155 sacas, 18% do total. A Itália ocupou a
terceira colocação, com a compra de 1.025.652 sacas do café brasileiro, 9% do total. Na quarta
posição, está a Bélgica, com a aquisição de 877.025 sacas, o equivalente a 7% do total.
Vietnã: exportação de café cai 40,7% nos primeiros quatro meses do ano
Agência Estado
15/05/2015
As exportações de café robusta pelo Vietnã tiveram queda de 40,7%, nos primeiros quatro meses
deste ano, em comparação com igual período de 2014. Segundo estatísticas oficiais do governo local
divulgadas nesta quinta-feira, foram embarcadas no período 476,87 mil toneladas no período.
Os embarques em abril totalizaram 104,42 mil toneladas, queda de 20%, ante igual período no ano
passado.
A Associação de Café e Cacau do país (Vicofa, na sigla em inglês) havia previsto uma queda de
41,8% para o quadrimestre, na comparação anual, com 465 mil toneladas. Segundo a associação, a
safra 2014/15 teve queda de pelo menos 20% por causa das condições meteorológicas desfavoráveis
e pouca renovação das áreas de cultivo. Fonte: Dow Jones Newswires.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck LEILÃO DE ESTOQUES PÚBLICOS — A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizou, na quarta-feira, 13 de maio, dois leilões dos estoques públicos de café. O primeiro negociou toda a oferta de 13.500 sacas de 60,5 kg, o que gerou uma arrecadação de R$ 4,345 milhões a um preço médio de R$ 320,81 por saca (R$ 5,3027/kg). O produto foi colhido na safra 2008/09 e estava em armazéns do Espírito Santo. Já o segundo arrematou 39% da oferta total de 4.700 sacas, gerando receita de R$ 559 mil, a um preço médio de R$ 304,92 por cada saca de 60,5 kg (R$ 5,04/kg) arrematada. O CNC entende que o fato de o Governo ter ouvido o setor antes do lançamento dos avisos de venda de café dos estoques públicos foram favoráveis, uma vez que os produtos leiloados, depreciados por serem de safras antigas e não suficientemente protegidos nos armazéns em que se encontravam, estavam condizentes com os preços de abertura estipulados e com a realidade de mercado. MERCADO – Na ausência de novidades nos fundamentos, as cotações futuras do café oscilaram nesta semana influenciadas, principalmente, pelo comportamento do dólar. Os investidores também acompanham as perspectivas climáticas, já que aumentam as possibilidades de ocorrência do El Niño este ano e, consequentemente, de um inverno mais úmido na região Sudeste do Brasil. Caso esse cenário se concretize, a colheita e a qualidade dos grãos de café podem ser prejudicadas. Em relação ao mercado cambial, indicadores que reforçam o fraco desempenho da economia dos Estados Unidos voltaram a pressionar o dólar no cenário externo, situação internalizada no Brasil. Ontem, a moeda norte-americana encerrou a sessão a R$ 2,9927, com variação pouco significativa de 0,35% na semana. O vencimento julho do Contrato C foi cotado, na quinta-feira, a US$ 1,375 por libra-peso, acumulando alta de 285 pontos em relação ao desempenho da sexta-feira passada. Já na ICE Futures Europe, as cotações do robusta apresentaram discreta desvalorização. Ontem, o vencimento julho/2015 encerrou o pregão a US$ 1.747 por tonelada, com perdas de US$ 11 na semana. O mercado físico brasileiro seguiu com fraca movimentação, já que os preços encontram-se aquém das expectativas dos vendedores. Na quinta, os indicadores calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para as variedades arábica e conilon foram cotados a R$ 425,47/saca e a R$ 291,10/saca, respectivamente, com variação de -1,2% e 0,1% em relação à última sexta-feira. Atenciosamente, Silas Brasileiro Presidente Executivo
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck IBGE reduz safra 2015 de café para 42,4 milhões de sacas P1 / Ascom CNC 15/05/2015 Paulo A. C. Kawasaki O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) referente a abril de 2015. No estudo, a instituição apontou que, em 2015, a safra total brasileira de café será de 2,5 milhões de toneladas, ou 42,4 milhões de sacas de 60 kg, apresentando queda de 6,1% em relação à colheita de 2014. Desse volume, 1,9 milhão de toneladas – 31,4 milhões de sacas – se referem à variedade arábica, com redução de 1,8% ante o ciclo 2014, e 660,1 mil toneladas – 11,0 milhões de sacas – à conilon, apresentando declínio de 16,6%. Leia, abaixo, as considerações do IBGE a respeito da colheita das variedades arábica e robusta. CAFÉ ARÁBICA — Em 2014, o país amargou uma queda drástica na produção de café arábica em função do clima excessivamente quente e seco, notadamente no sul de Minas Gerais e São Paulo. Este ano, as chuvas retornaram em algumas regiões produtoras, apesar de ainda estarem abaixo das médias históricas e bem aquém das necessidades das lavouras, que também tiveram seu potencial produtivo comprometido em face da deficiência na floração e baixo crescimento no ano anterior. Muitas lavouras chegaram a ser “esqueletadas” com intuito de serem preparadas para a produção em 2016, em função de não terem recuperado seu potencial produtivo para 2015. CAFÉ CONILON — Quanto ao café canephora, a queda da produção em 2015 decorre do Espírito Santo, principal estado produtor desse tipo de café, com participação de 68,5% do total nacional. A estiagem afetou o desenvolvimento das lavouras em alguns municípios produtores, culminando em menor carregamento de flores e formação dos chumbinhos. O produtor precisa de uma quantidade maior de café para completar uma saca. Esse estado aguarda uma produção de 452,4 mil toneladas ou 7,5 milhões de sacas de 60 kg, 24,1% menor que a obtida no ano anterior, que alcançou recorde de 596,2 mil toneladas ou 9,9 milhões de sacas de 60 kg. Plano para mercado do café em MG é apresentado em Patrocínio TV Integração 15/05/2015 Do G1 Triângulo Mineiro A Federação dos Cafeicultores do Cerrado, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), desenvolveu um plano com metas para o mercado do café para os próximos cinco anos. Nesta quinta-feira (14), em Patrocínio, no Alto Paranaíba, os produtores puderam conhecer o 'Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Promoção da Região do Cerrado Mineiro' e aprovaram o projeto. Representantes de oito cooperativas e oito associações de produtores de café da região puderam conhecer o planejamento e o presidente da Federação dos Cafeicultores, Francisco Sérgio de Assis, vê com otimismo o planejamento. “Nós não estamos fazendo um trabalho só de preço. Nós estamos trabalhando, também, a qualidade, o desenvolvimento de tecnologia, social e ambiental. Então isso é macro”, disse. Com o objetivo de movimentar o mercado, representantes assumiram o compromisso de desenvolver as ações previstas no plano. “A cada dia que passa, nós estamos agregando valor ao nosso produto. Procurando fazer dessa forma, nós estamos buscando qualidade e um café diferenciado para o
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck mercado internacional”, comentou o presidente da Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio (Acarpa), Marcelo Queiroz. Segundo o superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Trajano, 30 ações foram planejadas para os próximos anos e a meta é aumentar em 420% a lacração de cafés com selo de origem e qualidade vendidos para o mercado interno e 400% para o externo. “Os pontos mais relevantes foram transformados em focos estratégicos nos caminhos a serem seguidos e nos resultados. A partir dos resultados, a ação vem como uma consequência”, disse. Reiteradas vendas pressionam as cotações do café, afirma IEA Assessoria de Imprensa – IEA 15/05/2015 Nara Guimarães A elevação da taxa SELIC anunciada pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) na última quarta- feira do mês de abril, já antecipada pelos operadores do mercado de juros futuros, alavancou as expectativas dos agentes quanto aos valores dos contratos envolvendo a taxa de juros básicos da economia negociados com vencimentos em 2015 e em datas posteriores, especialmente aqueles transacionados a partir da segunda quinzena do mês, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Houve mudança no patamar das curvas médias semanais do mercado de dólar futuro negociado na BM&F-Bovespa. Na posição média de junho de 2015, os contratos eram negociados a R$3,24/US$, baixando para R$2,98 na média da quinta semana, ou seja, valorização do real de 8,02%, revelando que os agentes de mercado responderam à alta dos juros básicos desfazendo-se de contratos de câmbio futuro, afirma Celso Luís Vegro, pesquisador do IEA. “No mais importante cinturão cafeeiro do Estado de São Paulo, a Alta Mogiana de Franca, a média do preço diário para o café cereja descascado, recebido pelos cafeicultores, foi de R$491,56/sc. Comparativamente ao registrado em Nova York na média das cotações da última semana de abril, em segunda cotação, de US$¢140,00/lbp equivaleria a R$556,91/sc. conversão considerando a cotação do dólar futuro em igual semana e posição (R$3,01/US$)”, ressalta Vegro. A possibilidade de arbitrar vantagem na contratação de hedge não seria conveniente, considerando que existe aplicação de deságio para a origem brasileira. A intensa volatilidade que se observa nas cotações futuras do café afastou, aparentemente, os agentes desse mercado, especialmente entre os fundos e grandes investidores. Diante das oscilações baixistas nas cotações, o movimento prevalecente foi o de venda de contratos, o que pode ter até contribuído para quedas ainda mais intensas nessas cotações. Todavia, os agentes reconhecem relativo exagero nesse movimento, diminuindo as posições vendidas. Confirma-se, assim, que o mercado está atuando sem referências firmes quanto ao cenário futuro de oferta, demanda e a necessidade de mobilização de estoques. Para ler a íntegra e ver tabelas, acesse: http://www.iea.sp.gov.br/out/LerTexto.php?codTexto=13674. Exportações de café por Santos crescem 13,9 % no quadrimestre A Tribuna 15/05/2015 Fernanda Balbino As exportações de café pelo Porto de Santos cresceram 13,9% nos quatro primeiros meses deste ano. De janeiro a abril, 10.018.893 sacas de 60 quilos do produto foram escoadas pelos terminais locais. No mesmo período do ano passado, foram 8.793.749 sacas. Com este incremento, a receita
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck gerada com as vendas cresceu 37% e Santos passou a responder por 84,1% dos embarques da commodity brasileira. Conforme o levantamento, os carregamentos de café pelo Porto geraram uma receita de US$ 1,9 bilhão no primeiro quadrimestre do ano. No mesmo período do ano passado, o montante foi de US$ 1,3 bilhão. Em todo o País, de janeiro a abril, foram exportadas 11.910.151 sacas de café, levando a receita de US$ 2,2 bilhões. Os dados constam do relatório de abril do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), divulgado no final da semana passada. De acordo com o levantamento, em relação ao último ano-safra, que começou em julho de 2014 e terminou no mês passado, o Brasil comercializou 30.743.287 sacas de café. A quantidade é 9,2% superior à contabilizada no mesmo período da safra anterior, quando a marca era de 28.159.861 sacas. A receita obtida foi de US$ 5,904 bilhões. Ranking – O relatório do Cecafé aponta que Santos liderou os embarques de café no País no primeiro quadrimestre do ano, tendo uma participação de 84,1%. O Porto do Rio de Janeiro aparece na segunda posição, com 8% (952.410 sacas). Em seguida, está Vitória, de onde saíram 620.123 sacas, 5,2% do total. Considerando a qualidade do produto, o levantamento mostra que a variedade arábica respondeu por 78,9% das vendas do produto nos quatro primeiros meses deste ano. Outros 12,3% dos embarques são da variedade robusta, enquanto o tipo solúvel alcançou 8,8% e o torrado & moído, 0,1%. Os cafés diferenciados (arábica e conillon) tiveram participação de 25,1% nas exportações, em termos de volume, e de 32%, na receita cambial. Compradores – O balanço do Cecafé aponta que, no primeiro quadrimestre, a Europa foi o principal mercado importador do produto nacional. Ela recebeu 55% do grão embarcado pelo Brasil. Já a América do Norte respondeu por 24% das sacas exportadas, a Ásia, por 16% e os demais países da América do Sul, por 3%. A lista das nações importadores de café, nos quatro primeiros meses do ano, é liderada pelos Estados Unidos. O país foi responsável pela aquisição de 2.417.519 sacas, 20% do total exportado. Em seguida, aparece a Alemanha, que importou 2.132.155 sacas, 18% do total. A Itália ocupou a terceira colocação, com a compra de 1.025.652 sacas do café brasileiro, 9% do total. Na quarta posição, está a Bélgica, com a aquisição de 877.025 sacas, o equivalente a 7% do total. Vietnã: exportação de café cai 40,7% nos primeiros quatro meses do ano Agência Estado 15/05/2015 As exportações de café robusta pelo Vietnã tiveram queda de 40,7%, nos primeiros quatro meses deste ano, em comparação com igual período de 2014. Segundo estatísticas oficiais do governo local divulgadas nesta quinta-feira, foram embarcadas no período 476,87 mil toneladas no período. Os embarques em abril totalizaram 104,42 mil toneladas, queda de 20%, ante igual período no ano passado. A Associação de Café e Cacau do país (Vicofa, na sigla em inglês) havia previsto uma queda de 41,8% para o quadrimestre, na comparação anual, com 465 mil toneladas. Segundo a associação, a safra 2014/15 teve queda de pelo menos 20% por causa das condições meteorológicas desfavoráveis e pouca renovação das áreas de cultivo. Fonte: Dow Jones Newswires.