HISTÓRIA!
CRIANÇA É SUJEITO DE DIREITOS
Criança, no meu tempo de criança, não valia mesmo nada.
A gente grande da casa usava e abusava dos pretensos direitos
de educação.
Por dá-cá-aquela-palha, relhos e beliscão.
Palmatórias e chineladas não faltavam.
Quando não, sentada no canto de castigo fazendo trancinhas,
amarrando abrolhos.
Tomando propósito.
Expressão muito corrente e pedagógica.
Aquela gente antiga, passadiça, era assim: severa, ralhadeira.
Não poupava as crianças.
Cora Coralina
Direito de ser criança
Trata-se de ver, relacionar e
afirmar a identidade própria
de cada criança, como um
ser único, que tem seu ritmo
singular de
desenvolvimento e o direito
de viver sua infância
protegida, cuidada e amada.
Mas para que isso aconteça,
é preciso que outros direitos
também sejam assegurados.
a situação de
vulnerabilidade social,
que expressa a condição
de pobreza em que vive
a maioria das crianças
brasileiras, constitui
um dos fatores que tem
comprometido de
maneira significativa a
qualidade de vida
infantil.
Art. 227 da Constituição Federal
Brasileira
É dever da família, da sociedade e do
Estado assegurar à criança e ao
adolescente, com absoluta
prioridade, o direito à vida, à saúde,
à alimentação, à educação, ao lazer,
à profissionalização, à cultura, à
dignidade, ao respeito, à liberdade e
à convivência familiar e
comunitária, além de colocá-los a
salvo de toda forma de negligência,
discriminação, exploração,
violência, crueldade e opressão.
Estatuto da Criança e do Adolescene
Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende:
a) primazia de receber proteção e socorro em
quaisquer circunstâncias;
b) precedência de atendimento nos serviços públicos
ou de relevância pública;
c) preferência na formulação e na execução das
políticas sociais públicas;
d) destinação privilegiada de recursos públicos nas
áreas relacionadas com a proteção à infância e à
juventude
E quando um direito é violado?
O que é um direito violado?
Podem ser encaminhados para o
Conselho Tutelar casos de
negligência, discriminação,
exploração, violência, crueldade e
opressão que tenham como vítimas
crianças ou adolescentes. Ao
receber denúncia de que alguma
criança ou adolescentes está tendo
seu direto violado, o Conselho
Tutelar passa a acompanhar o caso
para definir a melhor forma de
resolver o problema.
O QUE É A POLÍTICA NACIONAL DE
ASSISTÊNCIA SOCIAL?
Proteção Social Básica e
Proteção Social Especial.
Esses serviços têm a
finalidade principal de
oferecer suporte a
crianças e famílias em
situações de
vulnerabilidade diversas.
O PME É UM PROGRAMA DA
PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
Trabalho de caráter continuado que visa a fortalecer a
função de proteção das famílias, prevenindo a ruptura
de laços, promovendo o acesso e usufruto de direitos e
contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.
QUEM É O PÚBLICO ATENDIDO?
 Crianças encaminhadas pelos serviços da

proteção social especial: Programa de
Erradicação do Trabalho Infantil (Peti);
Serviço de Proteção e Atendimento
Especializado a Famílias e Indivíduos;
reconduzidos ao convívio familiar após
medida protetiva de acolhimento; e outros;
 Crianças e adolescentes com deficiência,
com prioridade para as beneficiárias do
Benefício de Prestação Continuada (BPC);
 Crianças e adolescentes cujas famílias são
beneficiárias de programas de transferência
de renda;
 Crianças e adolescentes de família com
precário acesso de renda e a serviços
públicos e com dificuldades para se manter.
O PROGRAMA DE FORTALECIMENTO DE
VÍNCULOS
 Eles são organizados por faixa etária e têm como objetivo

prevenir possíveis situações de risco da população em geral,
visando à melhoria da qualidade devida.
 Todos os serviços de convivência e fortalecimento de vínculos
organizam-se em torno do Serviço de Proteção e Atendimento
Integral à Família (Paif ), sendo a ele articulados.
 Previnem a institucionalização e a segregação de crianças,
adolescentes, jovens e idosos e oportunizam o acesso às
informações sobre direitos e participação cidadã. Ocorrem por
meio do trabalho em grupos ou coletivos e organizamse de modo a ampliar trocas culturais e de vivências, desenvolver
o sentimento de pertença e de identidade, fortalecer vínculos
familiares e incentivar a socialização e a convivência comunitária.
 O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

para Crianças e Adolescentes de 6 a 12 anos tem por foco a
constituição de espaço de convivência, formação para a
participação e cidadania, desenvolvimento do
protagonismo e da autonomia das crianças e adolescentes,
a partir dos interesses, demandas e potencialidades dessa
faixa etária.
 As intervenções devem ser pautadas em experiências
lúdicas, culturais e esportivas como formas de expressão,
interação, aprendizagem, sociabilidade e proteção social.
 Inclui crianças e adolescentes com deficiência, retirados do
trabalho infantil ou submetidos a outras violações, cujas
atividades contribuem para ressignificar vivências de
isolamento e de violação de direitos, bem como propiciar
experiências favorecedoras do desenvolvimento de
sociabilidades e na prevenção de situações de risco social.
O PAPEL DO EDUCADOR SOCIAL

 Toda ação educativa prevê

inicialmente a vinculação como
necessidade básica da consolidação
dos laços entre educadores e
educandos.
 O papel do Educador Social é
desenvolver junto aos educandos
meios para facilitar a descoberta de
novos caminhos e alternativas. Por
isso, o educador atua como um
agente de transformação, pois cabe a
ele atuar junto aos educandos
maneiras para uma significativa
mudança na comunidade.
 Cabe a ele conhecer um pouco da história de vida de

cada educando para que ele possa desenvolver
atividades para mudar um pouco a realidade em que
está vivendo. Pois mostrando a eles que a educação
pode mudar sua realidade, educador e educando
tornam-se um agente de transformação.
 O Educador Social é um técnico que está habilitado a
intervir com diversas populações: crianças, jovens,
adultos; e em contextos sociais, culturais e educativos
diversos.O Educador Social não trabalha só com
indivíduos em situação de vulnerabilidade, mas
também com pessoas, independentemente da etapa de
vida em que se encontram, estejam ou não em situação
de vulnerabilidade social.
A NOVA ESTRUTURA DO
CONTRATURNO PME
Apoio Pedagógico

Orientação para
Educadores
Psicóloga Sheila

Direção
Márcia

Coordenação Técnica Assistente SocialTerezinha

Apoio para Avaliação de
Projetos
Psicóloga Sheila

Prestação de Contas
Márcia

Apoio Social
Assistente SocialTerezinha
e Cida

Educador Social
Ser voluntário, é ser solidário


O voluntário dá-se aos outros
E em troca, só espera gratidão
A dádiva vale sempre a pena
Porque é dada pelo coração
Ser voluntário é dar de nós
Bons exemplos e boa vontade
Para minorar os males alheios
E repartir com eles, felicidade
Os voluntários são mensageiros
De justiça e bem-aventurança
Eles semeiam por todo o mundo
As sementes boas da esperança
A solidão não dá felicidade
Só há felicidade partilhada
Não se pode ignorar o outro
Sozinhos, não somos nada
Não é rico, quem têm muito
Rico não é quem tem mais



A riqueza sem solidariedade

É pobre de valores espirituais
Não são santos milagreiros
Mas fazem milagres de verdade
Acreditam num mundo melhor
Pela partilha da solidariedade
O egoísmo não é virtude
De que nos possamos orgulhar
É a pobreza dos que têm muito
Mas tem tão pouco, para dar
Tudo aquilo que se desperdiça
Tudo o que não faz falta a você
Faz falta, aquele que nada tem
Não desperdice o que tem, dê
O voluntário é amigo do amigo
Ele é um amigo desinteressado
Que acredita num mundo melhor
Num mundo, por todos partilhado

Capacitação para educadores sociais - PME

  • 2.
  • 3.
    CRIANÇA É SUJEITODE DIREITOS Criança, no meu tempo de criança, não valia mesmo nada. A gente grande da casa usava e abusava dos pretensos direitos de educação. Por dá-cá-aquela-palha, relhos e beliscão. Palmatórias e chineladas não faltavam. Quando não, sentada no canto de castigo fazendo trancinhas, amarrando abrolhos. Tomando propósito. Expressão muito corrente e pedagógica. Aquela gente antiga, passadiça, era assim: severa, ralhadeira. Não poupava as crianças. Cora Coralina
  • 4.
    Direito de sercriança Trata-se de ver, relacionar e afirmar a identidade própria de cada criança, como um ser único, que tem seu ritmo singular de desenvolvimento e o direito de viver sua infância protegida, cuidada e amada. Mas para que isso aconteça, é preciso que outros direitos também sejam assegurados.
  • 6.
    a situação de vulnerabilidadesocial, que expressa a condição de pobreza em que vive a maioria das crianças brasileiras, constitui um dos fatores que tem comprometido de maneira significativa a qualidade de vida infantil.
  • 7.
    Art. 227 daConstituição Federal Brasileira É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
  • 8.
    Estatuto da Criançae do Adolescene Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende: a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias; b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública; c) preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas; d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude
  • 9.
    E quando umdireito é violado?
  • 10.
    O que éum direito violado? Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes. Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
  • 11.
    O QUE ÉA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL? Proteção Social Básica e Proteção Social Especial. Esses serviços têm a finalidade principal de oferecer suporte a crianças e famílias em situações de vulnerabilidade diversas.
  • 12.
    O PME ÉUM PROGRAMA DA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA Trabalho de caráter continuado que visa a fortalecer a função de proteção das famílias, prevenindo a ruptura de laços, promovendo o acesso e usufruto de direitos e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.
  • 13.
    QUEM É OPÚBLICO ATENDIDO?  Crianças encaminhadas pelos serviços da proteção social especial: Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti); Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos; reconduzidos ao convívio familiar após medida protetiva de acolhimento; e outros;  Crianças e adolescentes com deficiência, com prioridade para as beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC);  Crianças e adolescentes cujas famílias são beneficiárias de programas de transferência de renda;  Crianças e adolescentes de família com precário acesso de renda e a serviços públicos e com dificuldades para se manter.
  • 14.
    O PROGRAMA DEFORTALECIMENTO DE VÍNCULOS  Eles são organizados por faixa etária e têm como objetivo prevenir possíveis situações de risco da população em geral, visando à melhoria da qualidade devida.  Todos os serviços de convivência e fortalecimento de vínculos organizam-se em torno do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif ), sendo a ele articulados.  Previnem a institucionalização e a segregação de crianças, adolescentes, jovens e idosos e oportunizam o acesso às informações sobre direitos e participação cidadã. Ocorrem por meio do trabalho em grupos ou coletivos e organizamse de modo a ampliar trocas culturais e de vivências, desenvolver o sentimento de pertença e de identidade, fortalecer vínculos familiares e incentivar a socialização e a convivência comunitária.
  • 15.
     O Serviçode Convivência e Fortalecimento de Vínculos para Crianças e Adolescentes de 6 a 12 anos tem por foco a constituição de espaço de convivência, formação para a participação e cidadania, desenvolvimento do protagonismo e da autonomia das crianças e adolescentes, a partir dos interesses, demandas e potencialidades dessa faixa etária.  As intervenções devem ser pautadas em experiências lúdicas, culturais e esportivas como formas de expressão, interação, aprendizagem, sociabilidade e proteção social.  Inclui crianças e adolescentes com deficiência, retirados do trabalho infantil ou submetidos a outras violações, cujas atividades contribuem para ressignificar vivências de isolamento e de violação de direitos, bem como propiciar experiências favorecedoras do desenvolvimento de sociabilidades e na prevenção de situações de risco social.
  • 16.
    O PAPEL DOEDUCADOR SOCIAL  Toda ação educativa prevê inicialmente a vinculação como necessidade básica da consolidação dos laços entre educadores e educandos.  O papel do Educador Social é desenvolver junto aos educandos meios para facilitar a descoberta de novos caminhos e alternativas. Por isso, o educador atua como um agente de transformação, pois cabe a ele atuar junto aos educandos maneiras para uma significativa mudança na comunidade.
  • 17.
     Cabe aele conhecer um pouco da história de vida de cada educando para que ele possa desenvolver atividades para mudar um pouco a realidade em que está vivendo. Pois mostrando a eles que a educação pode mudar sua realidade, educador e educando tornam-se um agente de transformação.  O Educador Social é um técnico que está habilitado a intervir com diversas populações: crianças, jovens, adultos; e em contextos sociais, culturais e educativos diversos.O Educador Social não trabalha só com indivíduos em situação de vulnerabilidade, mas também com pessoas, independentemente da etapa de vida em que se encontram, estejam ou não em situação de vulnerabilidade social.
  • 18.
    A NOVA ESTRUTURADO CONTRATURNO PME Apoio Pedagógico Orientação para Educadores Psicóloga Sheila Direção Márcia Coordenação Técnica Assistente SocialTerezinha Apoio para Avaliação de Projetos Psicóloga Sheila Prestação de Contas Márcia Apoio Social Assistente SocialTerezinha e Cida Educador Social
  • 19.
    Ser voluntário, éser solidário  O voluntário dá-se aos outros E em troca, só espera gratidão A dádiva vale sempre a pena Porque é dada pelo coração Ser voluntário é dar de nós Bons exemplos e boa vontade Para minorar os males alheios E repartir com eles, felicidade Os voluntários são mensageiros De justiça e bem-aventurança Eles semeiam por todo o mundo As sementes boas da esperança A solidão não dá felicidade Só há felicidade partilhada Não se pode ignorar o outro Sozinhos, não somos nada Não é rico, quem têm muito Rico não é quem tem mais  A riqueza sem solidariedade É pobre de valores espirituais Não são santos milagreiros Mas fazem milagres de verdade Acreditam num mundo melhor Pela partilha da solidariedade O egoísmo não é virtude De que nos possamos orgulhar É a pobreza dos que têm muito Mas tem tão pouco, para dar Tudo aquilo que se desperdiça Tudo o que não faz falta a você Faz falta, aquele que nada tem Não desperdice o que tem, dê O voluntário é amigo do amigo Ele é um amigo desinteressado Que acredita num mundo melhor Num mundo, por todos partilhado