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Abuso e Exploração Sexual
Infanto-juvenil
INTRAFAMILIAR = DENTRO
EXTRAFAMILIAR = FORA
Sem contato físico
• Verbal
Conversas abertas sobre atividades sexuais
destinadas a despertar o interesse ou chocálos.
• Telefonemas obscenos
A maioria é feita por adultos, do sexo
masculino,podendo gerar ansiedade na
criança,no adolescente e na família.
• Exibicionismo
Intenção de chocar a vítima
• Voyeurismo
Obtém gratificação em observar atos ou órgaos
sexuais de outras pessoas. A internet hoje é
a grande vitrine para o voyeur.
• Outros
Mostras vídeos os fotos pornográficas e/ou
fotografar crianças nuas ou em posições
sedutoras.
Com contato físico
• Atos físicos genitais
Relações sexuais com penetração
(vaginal ou anal), tentativa de
relação sexual, carícias nos
órgão genitais, masturbação ou
sexo oral.
• Exploração Sexual
Utilização de crianças e
adolescentes em atos sexuais
para fins comerciais e de lucro.
O sexo é fruto de uma troca, seja
ela financeira, de favores ou
presentes.
Redes criminosas = tráfico
Sinais de Alerta!
A
mudança
repentina
de
comportamento pode indicar se uma
criança ou adolescente esta vivendo
uma situação de violência
Sinais de Alerta!
Falando com seu filho ou sua filha:
Saber a hora e a melhor maneira de falar sobre
sexualidade com as crianças é muito
importante

• Entre 18 meses e 3 anos, ensine o nome
das partes do corpo.
• Entre 3 e 5 anos, converse com eles
sobre as partes privadas do corpo
(aquelas cobertas pela roupa de banho)
e também como dizer não. Fale sobre a
diferença entre “o toque bom e o mal
toque”.
• Após os 5 anos a criança deve ser bem
orientada sobre sua segurança pessoal e
alertada sobre as principais situações de
risco.
• Após os 8 anos deve ser iniciado a
discussão sobre os conceitos e as regras
de conduta sexual que são aceitas pela
família e fatos básicos sobre a
reprodução humana
Direitos Sexuais
• A educação sexual deve começar em casa e na
escola: É importante que a criança cresça
sabendo quais são seus direitos, inclusive os
sexuais. Existe um mito de referenciar a criança
como um anjinho, um ser assexuado, o que
acaba fazendo com que a discussão acerca da
sexualidade não apareça dentro dos lares nem
nas escolas, nas comunidades. Ensine-o a
gostar do corpo e a respeitá-lo. Explique que o
corpo precisa de cuidado se alguém tentar tocálo, inclusive nas partes íntimas ou ainda pedir
para fazer algo no seu corpo ou no de outra
pessoa dizer não.
• Liberdade com responsabilidade, autonomia,
exercício saudável da sexualidade.
• Crianças e adolescentes também possuem
direitos sexuais:
 Educados a utilizar sua sexualidade
(comportamentos, emoções, ética) sem violentar
o seu corpo e o corpo do outro;
 Ser orientados de acordo com a sua idade;
 Respeitar sua fase de desenvolvimento;
 Não ser violentada ou explorada por um adulto.
Direitos Sexuais
• Tema polêmico: Em 30/01/13 foi
lançada uma pergunta na Rádio
Globo: “algumas meninas de 12
anos têm hoje corpo de mulher.
Pensar maldade seria pedofilia
por parte dos homens?”
É

dever de todo adulto zelar pelo
desenvolvimento pleno e proteção de
crianças e adolescentes. “Um adulto que
acusa uma garota de 12 anos de provocar
uma situação de abuso sexual está fazendo
o inverso do que propõe a doutrina de
proteção integral consagrada pela nossa
constituição da República Federativa do
Brasil e pelo Estatuto da Criança e do
Adolescente – ECA: em vez de proteger,
está estimulando a violação de seus direitos
fundamentais”
- Estar bem informado sobre a realidade do
abuso sexual contra crianças e adolescentes.
- Ouvir seus filhos e acreditar neles por mais
absurdo que pareça o que estão contando.
Não dar bronca ou criticá-los é uma atitude
repressiva.
- Filtre as imagens e conteúdos inadequados
para a idade dos filhos. Ex: novelas e
programas na TV. Evite atitudes permissivas.
- Não culpar a vítima: o agressor sexual tem
sempre inteira responsabilidade pelos atos
praticados e devem ser punidos, na forma da
lei.
- Dispor de tempo para seu filho e dar-lhe
atenção
- Saber com quem seus filhos estão ficando nos
momentos de lazer. Conhecer seus colegas e
os pais deles
- Procurar informar-se sobre o que sabem e

como lidam com a questão da violência e do
abuso sexual os responsáveis pela creche,
escola, conselheiros religiosos, empregada e
babá.

- Investir na auto-estima das crianças (elogios,
afirmação do seu valor, dar atenção, respeitar,
etc) Uma criança segura tem mais facilidade
para dizer não e procurar ajuda.
- Rua não e lugar de criança! Não deve ser um
hábito, normalmente oferece mais atrativos
porém oferece muitos perigos. E se deixar de
preferência na companhia de um responsável
e ensine-o a não se afastar sem sua
permissão.
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automóvel ou sair com alguém sem sua
autorização, mesmo que a pessoa diga que
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Palestra Violência Sexual contra crianças e adolescentes

  • 1. Abuso e Exploração Sexual Infanto-juvenil
  • 3. Sem contato físico • Verbal Conversas abertas sobre atividades sexuais destinadas a despertar o interesse ou chocálos. • Telefonemas obscenos A maioria é feita por adultos, do sexo masculino,podendo gerar ansiedade na criança,no adolescente e na família. • Exibicionismo Intenção de chocar a vítima • Voyeurismo Obtém gratificação em observar atos ou órgaos sexuais de outras pessoas. A internet hoje é a grande vitrine para o voyeur. • Outros Mostras vídeos os fotos pornográficas e/ou fotografar crianças nuas ou em posições sedutoras.
  • 4. Com contato físico • Atos físicos genitais Relações sexuais com penetração (vaginal ou anal), tentativa de relação sexual, carícias nos órgão genitais, masturbação ou sexo oral. • Exploração Sexual Utilização de crianças e adolescentes em atos sexuais para fins comerciais e de lucro. O sexo é fruto de uma troca, seja ela financeira, de favores ou presentes. Redes criminosas = tráfico
  • 5. Sinais de Alerta! A mudança repentina de comportamento pode indicar se uma criança ou adolescente esta vivendo uma situação de violência
  • 7.
  • 8.
  • 9. Falando com seu filho ou sua filha: Saber a hora e a melhor maneira de falar sobre sexualidade com as crianças é muito importante • Entre 18 meses e 3 anos, ensine o nome das partes do corpo. • Entre 3 e 5 anos, converse com eles sobre as partes privadas do corpo (aquelas cobertas pela roupa de banho) e também como dizer não. Fale sobre a diferença entre “o toque bom e o mal toque”. • Após os 5 anos a criança deve ser bem orientada sobre sua segurança pessoal e alertada sobre as principais situações de risco. • Após os 8 anos deve ser iniciado a discussão sobre os conceitos e as regras de conduta sexual que são aceitas pela família e fatos básicos sobre a reprodução humana
  • 10. Direitos Sexuais • A educação sexual deve começar em casa e na escola: É importante que a criança cresça sabendo quais são seus direitos, inclusive os sexuais. Existe um mito de referenciar a criança como um anjinho, um ser assexuado, o que acaba fazendo com que a discussão acerca da sexualidade não apareça dentro dos lares nem nas escolas, nas comunidades. Ensine-o a gostar do corpo e a respeitá-lo. Explique que o corpo precisa de cuidado se alguém tentar tocálo, inclusive nas partes íntimas ou ainda pedir para fazer algo no seu corpo ou no de outra pessoa dizer não. • Liberdade com responsabilidade, autonomia, exercício saudável da sexualidade. • Crianças e adolescentes também possuem direitos sexuais:  Educados a utilizar sua sexualidade (comportamentos, emoções, ética) sem violentar o seu corpo e o corpo do outro;  Ser orientados de acordo com a sua idade;  Respeitar sua fase de desenvolvimento;  Não ser violentada ou explorada por um adulto.
  • 11. Direitos Sexuais • Tema polêmico: Em 30/01/13 foi lançada uma pergunta na Rádio Globo: “algumas meninas de 12 anos têm hoje corpo de mulher. Pensar maldade seria pedofilia por parte dos homens?” É dever de todo adulto zelar pelo desenvolvimento pleno e proteção de crianças e adolescentes. “Um adulto que acusa uma garota de 12 anos de provocar uma situação de abuso sexual está fazendo o inverso do que propõe a doutrina de proteção integral consagrada pela nossa constituição da República Federativa do Brasil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA: em vez de proteger, está estimulando a violação de seus direitos fundamentais”
  • 12. - Estar bem informado sobre a realidade do abuso sexual contra crianças e adolescentes. - Ouvir seus filhos e acreditar neles por mais absurdo que pareça o que estão contando. Não dar bronca ou criticá-los é uma atitude repressiva. - Filtre as imagens e conteúdos inadequados para a idade dos filhos. Ex: novelas e programas na TV. Evite atitudes permissivas. - Não culpar a vítima: o agressor sexual tem sempre inteira responsabilidade pelos atos praticados e devem ser punidos, na forma da lei. - Dispor de tempo para seu filho e dar-lhe atenção - Saber com quem seus filhos estão ficando nos momentos de lazer. Conhecer seus colegas e os pais deles
  • 13. - Procurar informar-se sobre o que sabem e como lidam com a questão da violência e do abuso sexual os responsáveis pela creche, escola, conselheiros religiosos, empregada e babá. - Investir na auto-estima das crianças (elogios, afirmação do seu valor, dar atenção, respeitar, etc) Uma criança segura tem mais facilidade para dizer não e procurar ajuda. - Rua não e lugar de criança! Não deve ser um hábito, normalmente oferece mais atrativos porém oferece muitos perigos. E se deixar de preferência na companhia de um responsável e ensine-o a não se afastar sem sua permissão. - Carona: oriente a não entrar em nenhum automóvel ou sair com alguém sem sua autorização, mesmo que a pessoa diga que você deixou. Isso vale para casa de vizinhos. - Ensine a não aceitar presentes ou outras coisas (de pessoas conhecidas ou não) sem o consentimento dos pais - Ensine a denúnciar! Atitudes protetivas!
  • 14. Araceli: o símbolo da violência • Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo. Sua vagina, seu peito e sua barriga tinham marcas de dentes. Seu queixo foi deslocado com um golpe. Finalmente, seu corpo - o rosto, principalmente - foi desfigurado com ácido. Seu corpo ficou guardado dias em um freezer de uma boate.
  • 15.
  • 16. Omitir a denúncia é crime!
  • 17. 18 de Maio Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes