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Boletim Informativo da Gimenez
Nº 5 - MAIO DE 2009
Gimenez & Associados – Assessoria em Segurança e Saúde do Trabalho - Perícias - Treinamentos
R. Salvador Padilha Gimenez, 195 – Cj. 02 – São Paulo/SP – CEP: 02562-130
Fone/Fax: 3856-7673 – contato@gimenezeassociados.com.br – www.gimenezeassociados.com.br
1
B I G
Editorial
A gripe suína vem desde o início causando
mortes, inicialmente no México e logo em seguida
nos Estados Unidos. Rapidamente registrou-se casos em
outras localidades ao redor do mundo, despertando o
temor de uma pandemia. Apesar de a gripe suína
apresentar sintomas similares ao de uma gripe
convencional, as probabilidades de contágio e sua
letalidade ainda não foram dimensionadas de forma clara.
Neste boletim especial, falaremos um pouco
sobre a doença, seus sintomas e medidas a serem
tomadas para prevenir que esta doença se espalhe no
país.
Boa leitura!
Sobre a Doença
Em 24 de abril de 2009, a Organização Mundial
da Saúde (OMS) notificou a ocorrência de casos humanos
de gripe suína, que vinham ocorrendo desde 15 de março
de 2009 no México e Estados Unidos. A doença causa
problemas respiratórios, transmitido pelo vírus “influenza
tipo A”.
Segundo informações da OMS e de autoridades
sanitárias do México, EUA e Canadá, foram notificados
casos de síndrome gripal e pneumonia em humanos. Entre
as amostras analisadas foi identificado um novo subtipo do
vírus de “influenza suína”, não detectado previamente em
humanos.
A doença é uma forma
de gripe que começa nos porcos
e passa para o ser humano. O
surto atual vem sendo causado
por um vírus composto por
segmentos dos genes humano,
das aves e dos porcos, com alto
grau de letalidade. É a primeira
vez que esta combinação
genética ocorre.
Coincidentemente, iniciou-se na semana
passada, uma campanha nacional de vacinação que não
protege contra esse tipo de gripe suína, mas sim de outras
formas de gripe viral que estão circulando pelo mundo e
que têm mais chances de acontecer agora. Portanto,
continue o seu planejamento de vacinação.
Forma de contágio
A contaminação se dá da mesma forma que a
gripe comum, por via aérea, contato direto com o infectado,
ou indireto (através das mãos) com objetos contaminados.
Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos
suínos. Uma vez que cozinhar a carne de porco a 70 graus
Celsius destrói quaisquer microorganismos patogênicos.
O vírus da gripe suína (não
o vírus Influenza A/H1N1 que está
atualmente infectando as pessoas)
causa uma doença respiratória
altamente contagiosa entre os suínos,
sem provocar contudo grande
mortalidade. A infecção ocorre em
pessoas em contato direto e
constante com estes animais, como
agricultores e outros profissionais da
área.
A transmissão entre pessoas e suínos pode
ocorrer de forma direta ou indireta, através das secreções
respiratórias, ao contactar ou inalar partículas infectadas.
O virus é transmitido de pessoa para pessoa, e o papel do
suíno na emergência desta nova estirpe de vírus encontra-
se sob investigação.
Sintomas
Assim como a gripe humana
comum, a influenza A (H1N1) apresenta
como sintomas febre repentina, fadiga,
dores pelo corpo, tosse. Esse novo
surto, aparentemente, também causa
mais diarreia e vômitos que a gripe
convencional.
Tratamento
De acordo com a OMS, os medicamentos
antiviral Oseltamivir e Zanamivir, em testes iniciais
mostraram-se efetivos contra o vírus H1N1. Ter hábitos de
higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas
de prevenir a transmissão da doença.
Surto de 2009
Até o início deste mês, foram confirmados 985
casos da doença em 20 países. No México, 590 casos
foram confirmados, sendo que 25 foram fatais. Já os
Estados Unidos resgistram cerca de 226 casos, sendo um
fatal.
Países que apresentam casos de contaminação:
Canadá (34), Áustria (1), Hong Kong (1), Dinamarca (1),
Alemanha (3), Israel (2), Holanda (1), Nova Zelândia (3),
Espanha (13), Suíça (1) e Reino Unido (13).
Em sua escala de risco de pandemia, criada em
2005, na qual o nível máximo é 6, a Organização Mundial
da Saúde aumentou o nível de alerta em relação à
influenza A (H1N1), de 4 para 5, sendo este o maior nível
já registrado, desde a criação da escala.
Vacina
Existe uma vacina para os porcos, porém ainda
não se descobriu uma que possa ser utilizada pelos
humanos. A vacina destinada à prevenção da gripe
"convencional" oferece pouca ou nenhuma proteção contra
o vírus H1N1. O Japão anunciou que pretende desenvolver
uma vacina eficaz.
Também o Centro de Controle e Prevenção de
Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês)
estão investigando formas de tratamento. O Instituto
Butantan, em São Paulo, está colaborando com a Organização
Mundial de Saúde em uma pesquisa para elaborar uma vacina
preventiva contra a gripe suína e tem previsão de finalizar o
processo dentro de quatro a seis meses.
Máscaras de Proteção
O CDC recomenda nos Estados Unidos, a
utilização de respiradores de classificação N95,
certificados pelo NIOSH (National Institute for
Occupational Safety and Health). O respirador N95 refere-
se a uma classificação de filtro para aerossóis adotada nos
Estados Unidos. Aqui no Brasil, o modelo equivalente ao
respirador N95 é o PFF2, uma vez que ambos apresentam
eficiência de filtração equivalente. Estes devem possuir o
Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho e
também o Registro do Ministério da Saúde para ser
comercializado.
Boletim Informativo da Gimenez
Nº 5 - MAIO DE 2009
Gimenez & Associados – Assessoria em Segurança e Saúde do Trabalho - Perícias - Treinamentos
R. Salvador Padilha Gimenez, 195 – Cj. 02 – São Paulo/SP – CEP: 02562-130
Fone/Fax: 3856-7673 – contato@gimenezeassociados.com.br – www.gimenezeassociados.com.br
2
B I G
v Respiradores: é um
equipamento de proteção
individual (EPI), que cobre a
boca e o nariz. Proporciona uma
vedação adequada sobre a face
do usuário e possui filtro
eficiente para retenção dos
contaminantes presentes no
ambiente de trabalho na forma
de aerossóis.
v Máscaras Cirúrgicas: é
uma barreira de uso individual
que cobre o nariz e a boca. É
indicada para proteger o
trabalhador de saúde de
patologias de transmissão
respiratória por cotículas a curta
distância e pela projeção de
sangue ou outros fluidos
corpóreos que possam atingir
suas vias respiratórias. Servem
também para minimizar a
contaminação do ambiente com
secreções respiratórias geradas
pelo próprio trabalhador de
saúde ou pelo paciente em
condição de transporte.
“É importante saber, que as máscaras cirúrgicas não
protege adequadamente o usuário em relação a patologias
transmitidas por aerossóis, pois a vedação no rosto é
precária nesse tipo de máscara.”
Ministério da Saúde
Devido a mutações no vírus e transmissão de
pessoa a pessoa, principalmente por meio de tosse,
espirro ou de secreções respiratórias de pessoas
infectadas, o Ministério da Saúde recomenda:
1. Aos viajantes que se destinam às áreas
afetadas:
v Usar máscaras
cirúrgicas descartáveis
durante toda a permanência
em áreas afetadas;
v Substituir as
máscaras sempre que
necessário;
v Ao tossir ou espirrar,
cobrir o nariz e a boca com um
lenço, preferencialmente
descartável;
v Evitar locais com
aglomeração de pessoas;
v Evitar o contato direto com pessoas doentes;
v Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e
objetos de uso pessoal;
v Evitar tocar olhos, nariz ou boca;
v Lavar as mãos freqüentemente com água e
sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar;
v Em caso de adoecimento, procurar assistência
médica e informar a história de contato com doentes e
roteiro de viagens recentes às áreas afetadas. Não tomar
remédios sem orientação médica.
2. Aos viajantes procedentes de áreas afetadas:
v Caso apresentem febre
alta repentina (maior que 38ºC) e
tosse, acompanhadas ou não de
dores de cabeça, musculares,
nas articulações e dificuldade
respiratória, em um período de
até 10 dias após saírem da área
afetada pela influenza suína,
devem procurar assistência
médica na unidade de saúde
mais próxima e informar ao
profissional de saúde o seu
roteiro de viagem.
Fontes:
http://solutions.3m.com.br/wps/portal/3M/pt_BR/SaudeOcupaci
onal/Home/Destaques/GripeSuina/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gripe_su%C3%ADna
FIQUE SABENDO!
04/05/2009 - 10h29
OMS diz que alerta de pandemia é provável, mas
"não é o fim do mundo"
da Folha Online
A OMS (Organização Mundial da Saúde) deve
elevar seu alerta de pandemia - epidemia generalizada -
para o nível máximo em uma escala de 1 a 6 e declarar
uma epidemia mundial de gripe A (H1N1), conhecida como
gripe suína. Em entrevista ao jornal "El Pais", contudo, a
diretora-geral da organização ressalva que o alerta "não é
o fim do mundo" e que não significa contaminação em
todos os países. "O nível 6 não significa, de forma alguma,
que estamos enfrentando o fim do mundo. É importante
deixar isso claro porque, se não, quando anunciarmos o
nível 6 isso causará um pânico desnecessário", disse
Chan ao jornal espanhol.
Sem dar uma data específica, Chan afirmou que
os países devem evitar confiança excessiva após a
estabilização do número de novos casos da gripe A
(H1N1). "Os vírus da gripe são muito imprevisíveis, muito
enganosos. Não devemos ficar confiantes demais. Não
podemos dar oportunidade para o H1N1 se misturar com
outros vírus. É por isso que estamos em alerta", explicou a
diretora-geral.
Depois de um grande alarde mundial pela
transmissão do vírus da gripe suína no México e em vários
países, a maioria dos governos adota um clima de
otimismo diante da estabilização de novos contágios. A
própria OMS ressalta que o número maior de contagiados
pelo vírus A, a cada balanço se deve mais a resultados de
exames em amostras antigas do México que a novos
registros de pacientes.
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u560204.shtml

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  • 1. Boletim Informativo da Gimenez Nº 5 - MAIO DE 2009 Gimenez & Associados – Assessoria em Segurança e Saúde do Trabalho - Perícias - Treinamentos R. Salvador Padilha Gimenez, 195 – Cj. 02 – São Paulo/SP – CEP: 02562-130 Fone/Fax: 3856-7673 – contato@gimenezeassociados.com.br – www.gimenezeassociados.com.br 1 B I G Editorial A gripe suína vem desde o início causando mortes, inicialmente no México e logo em seguida nos Estados Unidos. Rapidamente registrou-se casos em outras localidades ao redor do mundo, despertando o temor de uma pandemia. Apesar de a gripe suína apresentar sintomas similares ao de uma gripe convencional, as probabilidades de contágio e sua letalidade ainda não foram dimensionadas de forma clara. Neste boletim especial, falaremos um pouco sobre a doença, seus sintomas e medidas a serem tomadas para prevenir que esta doença se espalhe no país. Boa leitura! Sobre a Doença Em 24 de abril de 2009, a Organização Mundial da Saúde (OMS) notificou a ocorrência de casos humanos de gripe suína, que vinham ocorrendo desde 15 de março de 2009 no México e Estados Unidos. A doença causa problemas respiratórios, transmitido pelo vírus “influenza tipo A”. Segundo informações da OMS e de autoridades sanitárias do México, EUA e Canadá, foram notificados casos de síndrome gripal e pneumonia em humanos. Entre as amostras analisadas foi identificado um novo subtipo do vírus de “influenza suína”, não detectado previamente em humanos. A doença é uma forma de gripe que começa nos porcos e passa para o ser humano. O surto atual vem sendo causado por um vírus composto por segmentos dos genes humano, das aves e dos porcos, com alto grau de letalidade. É a primeira vez que esta combinação genética ocorre. Coincidentemente, iniciou-se na semana passada, uma campanha nacional de vacinação que não protege contra esse tipo de gripe suína, mas sim de outras formas de gripe viral que estão circulando pelo mundo e que têm mais chances de acontecer agora. Portanto, continue o seu planejamento de vacinação. Forma de contágio A contaminação se dá da mesma forma que a gripe comum, por via aérea, contato direto com o infectado, ou indireto (através das mãos) com objetos contaminados. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Uma vez que cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói quaisquer microorganismos patogênicos. O vírus da gripe suína (não o vírus Influenza A/H1N1 que está atualmente infectando as pessoas) causa uma doença respiratória altamente contagiosa entre os suínos, sem provocar contudo grande mortalidade. A infecção ocorre em pessoas em contato direto e constante com estes animais, como agricultores e outros profissionais da área. A transmissão entre pessoas e suínos pode ocorrer de forma direta ou indireta, através das secreções respiratórias, ao contactar ou inalar partículas infectadas. O virus é transmitido de pessoa para pessoa, e o papel do suíno na emergência desta nova estirpe de vírus encontra- se sob investigação. Sintomas Assim como a gripe humana comum, a influenza A (H1N1) apresenta como sintomas febre repentina, fadiga, dores pelo corpo, tosse. Esse novo surto, aparentemente, também causa mais diarreia e vômitos que a gripe convencional. Tratamento De acordo com a OMS, os medicamentos antiviral Oseltamivir e Zanamivir, em testes iniciais mostraram-se efetivos contra o vírus H1N1. Ter hábitos de higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas de prevenir a transmissão da doença. Surto de 2009 Até o início deste mês, foram confirmados 985 casos da doença em 20 países. No México, 590 casos foram confirmados, sendo que 25 foram fatais. Já os Estados Unidos resgistram cerca de 226 casos, sendo um fatal. Países que apresentam casos de contaminação: Canadá (34), Áustria (1), Hong Kong (1), Dinamarca (1), Alemanha (3), Israel (2), Holanda (1), Nova Zelândia (3), Espanha (13), Suíça (1) e Reino Unido (13). Em sua escala de risco de pandemia, criada em 2005, na qual o nível máximo é 6, a Organização Mundial da Saúde aumentou o nível de alerta em relação à influenza A (H1N1), de 4 para 5, sendo este o maior nível já registrado, desde a criação da escala. Vacina Existe uma vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizada pelos humanos. A vacina destinada à prevenção da gripe "convencional" oferece pouca ou nenhuma proteção contra o vírus H1N1. O Japão anunciou que pretende desenvolver uma vacina eficaz. Também o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) estão investigando formas de tratamento. O Instituto Butantan, em São Paulo, está colaborando com a Organização Mundial de Saúde em uma pesquisa para elaborar uma vacina preventiva contra a gripe suína e tem previsão de finalizar o processo dentro de quatro a seis meses. Máscaras de Proteção O CDC recomenda nos Estados Unidos, a utilização de respiradores de classificação N95, certificados pelo NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Health). O respirador N95 refere- se a uma classificação de filtro para aerossóis adotada nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, o modelo equivalente ao respirador N95 é o PFF2, uma vez que ambos apresentam eficiência de filtração equivalente. Estes devem possuir o Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho e também o Registro do Ministério da Saúde para ser comercializado.
  • 2. Boletim Informativo da Gimenez Nº 5 - MAIO DE 2009 Gimenez & Associados – Assessoria em Segurança e Saúde do Trabalho - Perícias - Treinamentos R. Salvador Padilha Gimenez, 195 – Cj. 02 – São Paulo/SP – CEP: 02562-130 Fone/Fax: 3856-7673 – contato@gimenezeassociados.com.br – www.gimenezeassociados.com.br 2 B I G v Respiradores: é um equipamento de proteção individual (EPI), que cobre a boca e o nariz. Proporciona uma vedação adequada sobre a face do usuário e possui filtro eficiente para retenção dos contaminantes presentes no ambiente de trabalho na forma de aerossóis. v Máscaras Cirúrgicas: é uma barreira de uso individual que cobre o nariz e a boca. É indicada para proteger o trabalhador de saúde de patologias de transmissão respiratória por cotículas a curta distância e pela projeção de sangue ou outros fluidos corpóreos que possam atingir suas vias respiratórias. Servem também para minimizar a contaminação do ambiente com secreções respiratórias geradas pelo próprio trabalhador de saúde ou pelo paciente em condição de transporte. “É importante saber, que as máscaras cirúrgicas não protege adequadamente o usuário em relação a patologias transmitidas por aerossóis, pois a vedação no rosto é precária nesse tipo de máscara.” Ministério da Saúde Devido a mutações no vírus e transmissão de pessoa a pessoa, principalmente por meio de tosse, espirro ou de secreções respiratórias de pessoas infectadas, o Ministério da Saúde recomenda: 1. Aos viajantes que se destinam às áreas afetadas: v Usar máscaras cirúrgicas descartáveis durante toda a permanência em áreas afetadas; v Substituir as máscaras sempre que necessário; v Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável; v Evitar locais com aglomeração de pessoas; v Evitar o contato direto com pessoas doentes; v Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal; v Evitar tocar olhos, nariz ou boca; v Lavar as mãos freqüentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar; v Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar a história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes às áreas afetadas. Não tomar remédios sem orientação médica. 2. Aos viajantes procedentes de áreas afetadas: v Caso apresentem febre alta repentina (maior que 38ºC) e tosse, acompanhadas ou não de dores de cabeça, musculares, nas articulações e dificuldade respiratória, em um período de até 10 dias após saírem da área afetada pela influenza suína, devem procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima e informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem. Fontes: http://solutions.3m.com.br/wps/portal/3M/pt_BR/SaudeOcupaci onal/Home/Destaques/GripeSuina/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Gripe_su%C3%ADna FIQUE SABENDO! 04/05/2009 - 10h29 OMS diz que alerta de pandemia é provável, mas "não é o fim do mundo" da Folha Online A OMS (Organização Mundial da Saúde) deve elevar seu alerta de pandemia - epidemia generalizada - para o nível máximo em uma escala de 1 a 6 e declarar uma epidemia mundial de gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína. Em entrevista ao jornal "El Pais", contudo, a diretora-geral da organização ressalva que o alerta "não é o fim do mundo" e que não significa contaminação em todos os países. "O nível 6 não significa, de forma alguma, que estamos enfrentando o fim do mundo. É importante deixar isso claro porque, se não, quando anunciarmos o nível 6 isso causará um pânico desnecessário", disse Chan ao jornal espanhol. Sem dar uma data específica, Chan afirmou que os países devem evitar confiança excessiva após a estabilização do número de novos casos da gripe A (H1N1). "Os vírus da gripe são muito imprevisíveis, muito enganosos. Não devemos ficar confiantes demais. Não podemos dar oportunidade para o H1N1 se misturar com outros vírus. É por isso que estamos em alerta", explicou a diretora-geral. Depois de um grande alarde mundial pela transmissão do vírus da gripe suína no México e em vários países, a maioria dos governos adota um clima de otimismo diante da estabilização de novos contágios. A própria OMS ressalta que o número maior de contagiados pelo vírus A, a cada balanço se deve mais a resultados de exames em amostras antigas do México que a novos registros de pacientes. Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u560204.shtml