SlideShare uma empresa Scribd logo
AULA DE FILOSOFIA
PROFESSOR
PAULO FERNANDO
IMMANUEL KANT: (1724 –
1804) O TRIBUNAL DA
RAZÃO
• O MAIOR REPRESENTANTE DO
ILUMINISMO ALEMÃO, KANT
REALIZOU EM SUAS OBRAS O EXAME
DAS POSSIBILIDADES DE
CONHECIMENTO DA RAZÃO HUMANA,
ESTABELECENDO OS LIMITES E AS
CONDIÇÕES NAS QUAIS A RAZÃO
PODE CONHECER O MUNDO.
IMMANUEL KANT
• É O MAIOR FILÓSOFO DO
ILUMINISMO ALEMÃO. EM SEU TEXTO
O QUE É A ILUSTRAÇÃO, O FILÓSOFO
SINTETIZA O OTIMISMO
ILUMINISTA EM RELAÇÃO À
POSSIBILIDADE DE O HOMEM SE
GUIAR POR SUA PRÓPRIA RAZÃO, SEM
SE DEIXAR ENGANAR PELAS CRENÇAS,
TRADIÇÕES E OPINIÕES ALHEIAS.
IMMANUEL KANT
• APRESENTA O PROCESSO DE
ILUSTRAÇÃOCOMO SENDO “A
SAÍDA DO HOMEM DE
MENORIDADE” E A TOMADA DE
CONSCIÊNCIA POR ELE DA
AUTONOMIA DA RAZÃO DO AGIR
HUMANO.
IMMANUEL KANT
• AFIRMA QUE A FILOSOFIA DEVE
RESPONDER A QUATRO
QUESTÕES FUNDAMENTAIS: O
QUE POSSO SABER? COMO DEVO
AGIR? O QUE POSSO ESPERAR?
O QUE É O SER HUMANO?
IMMANUEL KANT
• O IMPERATIVO CATEGÓRICO:
“AGE APENAS SEGUNDO
AQUELAS MÁXIMAS POR MEIO
DAS QUAIS POSSAS, AO MESMO
TEMPO, QUERER QUE ELAS SE
TRANSFORMEM EM UMA LEI
GERAL”.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• AVANÇOS TÉCNICOS,
INDUSTRIALIZAÇÃO E
CONFLITOS SOCIAIS.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• NA PERIODIZAÇÃO
TRADICIONAL, CONSIDERA-SE A
REVOLUÇÃO FRANCESA (1789-
1799), COMO MARCO INICIAL DA
CONTEMPORANEIDADE.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• O POSITIVISMO DE AUGUSTO COMTE
(1798-1857) – O AMOR POR PRINCÍPIO,
A ORDEM POR BASE E O PROGRESSO
POR FIM.
• PROPUNHA UMA REFORMA DA
SOCIEDADE BASEADA NO
DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E NA
ORGANIZAÇÃO RACIONAL DA VIDA
SOCIAL.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• DA OBRA DE COMTE DESTACAM-
SE TRÊS PARTES FUNDAMENTAIS:
A LEI DOS TRÊS ESTADOS, A
CLASSIFICAÇÃO DAS CIÊNCIAS
E A REFORMA INTELECTUAL DA
SOCIEDADE.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• HEGEL (1770-1831)
• PRINCIPAIS OBRAS –
FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO,
PRINCÍPIOS DA FILOSOFIA DO
DIREITO, LIÇÕES SOBRE A
HISTÓRIA DA FILOSOFIA.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• HEGEL QUER CAPTAR EM SUA
FILOSOFIA O MOVIMENTO DIALÉTICO
DA REALIDADE. ASSIM COMO UM
BOTÃO PRECISA DESAPARECER PARA
QUE A FLOR SURJA, E A FLOR
DESAPARECE PARA QUE SURJA O
FRUTO, DA MESMA FORMA, TODAS AS
COISAS PASSAM POR UM PROCESSO
DINÂMICO DE TRANSFORMAÇÕES QUE
LEVA A UMA SÍNTESE SUPERIOR.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• FEUERBACH (1804-1872);
• SCHOPENHAUER (1788-1860);
• KIERKEGAARD (1813-1855)
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• KARL MARX (1818-1883) – O INDIVÍDUO
É O SER SOCIAL
• “NÃO É A CONSCIÊNCIA DOS HOMENS
QUE DETERMINA O SEU SER SOCIAL,
MAS, AO CONTRÁRIO, É O SEU SER
SOCIAL QUE DETERMINA SUA
CONSCIÊNCIA”.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• MARX FAZ UMA CRÍTICA RADICAL DO
IDEALISMO HEGELIANO, NA QUAL
AFIRMA QUE HEGEL INVERTE A
RELAÇÃO ENTRE O QUE É
DETERMINANTE – A REALIDADE
MATERIAL – E O QUE É DETERMINADO
– AS REPRESENTAÇÕES E CONCEITOS
ACERCA DESSA REALIDADE.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• PARA MARX, NÃO EXISTE O
INDIVÍDUO FORMADO FORA DAS
RELAÇÕES SOCIAIS. ELE
ENFATIZA ESSE PONTO AO
AFIRMAR: “A ESSÊNCIA HUMANA
(...) É O CONJUNTO DAS
RELAÇÕES SOCIAIS”.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• O CAPITAL, UMA DAS OBRAS
MAIS IMPORTANTES DE MARX,
EXPÕE A LÓGICA DO MODO DE
PRODUÇÃO CAPITALISTA, NO
QUAL A FORÇA DE TRABALHO É
TRANSFORMADA EM UMA
MERCADORIA COM DUPLA FACE:
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• POR UM LADO, É UMA
MERCADORIA COMO OUTRA
QUALQUER, PAGA PELO SALÁRIO;
POR OUTRO LADO, É A ÚNICA
MERCADORIA QUE PRODUZ
VALOR, OU SEJA QUE REPRODUZ
O CAPITAL.
IDADE
CONTEMPORÂNEA
IDADE
CONTEMPORÂNEA
• COMPANHEIROS INSEPARÁVEIS, MARX
E ENGELS TRABALHARAM JUNTOS NA
REDAÇÃO DE VÁRIOS LIVROS E
ARTIGOS, INCLUSIVE O MANIFESTO
DO PARTIDO COMUNISTA (1848),
DOCUMENTO QUE TRAZ UMA
COMPREENSÃO MATERIALISTA DA
HISTÓRIA E SINTETIZA OS
PRINCÍPIOS DO COMUNISMO.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• NIETZSCHE (1844-1900) – DO
JULGAMENTO DA CIVILIZAÇÃO À
QUESTÃO DA EXISTÊNCIA
HUMANA.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• EM SUA OBRA, NIETZSCHE
CRITICA A TRADIÇÃO DA
FILOSOFIA OCIDENTAL A PARTIR
DE SÓCRATES, A QUEM ACUSA DE
TER NEGADO A INTUIÇÃO
CRIADORA DA FILOSOFIA
ANTERIOR, PRÉ-SOCRÁTICA.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• NESSA ANÁLISE, ESTABELECE A
DISTINÇÃO ENTRE DOIS PRINCÍPIOS:
O APOLÍNEO E O DIONISÍACO – A
PARTIR, RESPECTIVAMENTE DE APOLO
(DEUS DA RAZÃO, DA CLAREZA, DA
ORDEM) E DIONÍSIO (DEUS DA
AVENTURA, DA MÚSICA, DA
FANTASIA,DA DESORDEM).
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• PARA NIETZSCHE, ESSES DOIS
PRINCÍPIOS OU DIMENSÕES
COMPLEMENTARES DA REALIDADE, O
APOLÍNEO E O DIONISÍACO, FORAM
SEPARADOS NA GRÉCIA SOCRÁTICA,
QUE, OPTANDO PELO CULTO À RAZÃO,
SECOU A SEIVA CRIADORA DA
FILOSOFIA, CONTIDA NA DIMENSÃO
DIONISÍACA.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• NIETZSCHE DESENVOLVEU UMA
CRÍTICA INTENSA DOS VALORES
MORAIS, PROPONDO UMA NOVA
ABORDAGEM: A GENEALOGIA DA
MORAL.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• SER NIILISTA SIGNIFICA NÃO CRER EM
NENHUMA VERDADE MORAL OU HIERARQUIA
DE VALORES PRÉ-ESTABELECIDOS. O
NIILISMO DE NIETZSCHE BASEAVA-SE NA
AFIRMAÇÃO DA “MORTE DE DEUS”, ISTO É,
NA REJEIÇÃO À CRENÇA DE UM SER
ABSOLUTO, TRANSCENDENTAL, CAPAZ DE
TRAÇAR “O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA”
PARA O SER HUMANO.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• EDMUND HUSSERL (1859-1938).
• FORMULOU UM MÉTODO DE
INVESTIGAÇÃO FILOSÓFICA
CONHECIDO COMO
FENOMENOLOGIA.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• O MÉTODO FENOMENOLÓGICO
CONSISTE, BASICAMENTE, NA
OBSERVAÇÃO E DESCRIÇÃO
RIGOROSA DO FENÔMENO, ISTO
É, DAQUILO QUE SE MANIFESTA,
APARECE OU SE OFERECE AOS
SENTIDOS OU À CONSCIÊNCIA.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• MARTIN HEIDEGGER (1889-1976)
• ANALISANDO A VIDA HUMANA, O
FILÓSOFO DESCREVEU TRÊS ETAPAS
BÁSICAS QUE MARCAM A EXISTÊNCIA
E QUE, PARA A MAIORIA DOS
HOMENS, CULMINAM NUMA
EXISTÊNCIA INAUTÊNTICA:
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• O FATO DA EXISTÊNCIA – O
homem lançado ao mundo sem saber
por quê.
• O DESENVOLVIMENTO DA
EXISTÊNCIA – Para existir, o
homem projeta a sua vida e procura
agir no campo das suas possibilidades.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• A DESTRUIÇÃO DO EU – tentando
realizar o seu projeto, o homem sofre a
interferência de uma série de fatores
adversos que o desviam do seu caminho
existencial.
• Heidegger denominou o modo de ser do
homem, nossa existência, com a palavra
Dasein, cujo sentido é ser aí, estar aí.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• JEAN PAUL SARTRE (1905-1980)
• FILÓSOFO MAIS CONHECIDO DA
CORRENTE EXISTENCIALISTA.
GRANDE PARTE DE SUA FAMA DEVE-SE
NÃO PROPRIAMENTE À SUA OBRA
FILOSÓFICA, MAS ÀS SUAS PEÇAS DE
TEATRO E ROMANCES.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• A NAÚSEA, O MURO, A IDADE DA
RAZÃO, O DIABO E O BOM DEUS.
• OBRA MAIS CONHECIDA: O SER E
O NADA, PUBLICADA EM 1939.
IDADE
CONTEMPORÂNEA II
• UM DOS VALORES FUNDAMENTAIS DA
CONDIÇÃO HUMANA É, SEGUNDO
SARTRE, A LIBERDADE. É O EXERCÍCIO
DA LIBERDADE, EM SITUAÇÕES
CONCRETAS, QUE IMPULSIONA A
CONDUTA HUMANA, QUE GERA A
INCERTEZA, QUE LEVA À PROCURA DE
SENTIDOS, QUE PRODUZ A
ULTRAPASSAGEM DE CERTOS LIMITES.
A ESCOLA DE
FRANKFURT
• UMA TEORIA CRÍTICA CONTRA A
SITUAÇÃO SOCIAL EXISTENTE.
• ESCOLA DE FRANKFURT É O NOME
DADO AO GRUPO DE PENSADORES
ALEMÃES DO INSTITUTO DE
PESQUISAS SOCIAIS DE FRANKFURT,
FUNDADO NA DÉCADA DE 1920.
ESCOLA DE
FRANKFURT
• SUA PRODUÇÃO FICOU CONHECIDA
COMO TEORIA CRÍTICA.
• DESTAQUES: THEODOR ADORNO, MAX
HORKHEIMER, WALTER BENJAMIM,
HEBERT MARCUSE, ERICH FROM E
JURGEN HABERMAS
ESCOLA DE
FRANKFURT
• A ESCOLA DE FRANKFURT
CONCENTROU SEU INTERESSE NA
ANÁLISE DA SOCIEDADE DE MASSA,
TERMO QUE BUSCA CARACTERIZAR A
SOCIEDADE ATUAL, NA QUAL O
AVANÇO TECNOLÓGICO É COLOCADO A
SERVIÇO DA REPRODUÇÃO DA LÓGICA
CAPITALISTA, ENFATIZANDO O
CONSUMO E A DIVERSÃO COMO (...)
ESCOLA DE
FRANKFURT
• (...) FORMAS DE GARANTIR O
APAZIGUAMENTO E A DILUIÇÃO
DOS PROBLEMAS SOCIAIS.
ESCOLA DE
FRANKFURT
• DE ACORDO COM ADORNO E
HORKHEIMER, A RAZÃO ILUMINISTA,
QUE VISAVA A EMANCIPAÇÃO DOS
INDIVÍDUOS E O PROGRESSO SOCIAL,
TERMINOU POR LEVAR A UMA MAIOR
DOMINAÇÃO DAS PESSOAS EM
VIRTUDE DO DESENVOLVIMENTO
TECNOLÓGICO-INDUSTRIAL.
ESCOLA DE
FRANKFURT
• DENUNCIAM TAMBÉM O
DESENCANTAMENTO DO MUNDO,
A DETURPAÇÃO DAS
CONSCIÊNCIAS INDIVIDUAIS AO
SISTEMA SOCIAL DOMINANTE.
ESCOLA DE
FRANKFURT
• O QUE HÁ DE CARACTERÍSTICO
NOS FILÓSOFOS DA ESCOLA DE
FRANKFURT É A DESESPERANÇA
EM RELAÇÃO À POSSIBILIDADE
DE TRANSFORMAÇÃO DESSA
REALIDADE SOCIAL. ISSO SE
DEVERIA A UMA AUSÊNCIA (...)
ESCOLA DE
FRANKFURT
• (...) DE CONSCIÊNCIA
REVOLUCIONÁRIA NO
PROLETARIADO, QUE TERIA SIDO
ASSIMILADO, ABSORVIDO PELO
SISTEMA CAPITALISTA.
ESCOLA DE
FRANKFURT
• INDÚSTRIA CULTURAL, É UM
TERMO DIFUNDIDO POR ADORNO
E HORKHEIMER PARA DESIGNAR A
INDÚSTRIA DA DIVERSÃO
VULGAR, VEICULADA PELA TV,
RÁDIO, REVISTAS, JORNAIS,
MÚSICAS, PROPAGANDAS ETC. (...)
ESCOLA DE
FRANKFURT
• ATRAVÉS DA INDÚSTRIA
CULTURAL E DA DIVERSÃO SE
OBTERIA A HOMOGENEIZAÇÃO
DOS COMPORTAMENTOS, A
MASSIFICAÇÃO DAS PESSOAS.
ESCOLA DE
FRANKFURT
ESCOLA DE
FRANKFURT
ESCOLA DE
FRANKFURT
• HABERMAS – UM DOS TEÓRICOS
MAIS INFLUENTES DA ESCOLA DE
FRANKFURT.
• DISCORDA DAS POSIÇÕES DE
ADORNO E HORKHEIMER
ESCOLA DE
FRANKFURT
• PROPÕE COMO NOVA
PERSPECTIVA, OUTRO CONCEITO
DE RAZÃO: A RAZÃO DIALÓGICA,
QUE BROTA DO DIÁLOGO E DA
ARGUMENTAÇÃO ENTRE OS
AGENTES INTERESSADOS NUMA
DETERMINADA SITUAÇÃO.
ESCOLA DE
FRANKFURT
• PROPÔE O ENTENDIMENTO DA
VERDADE NÃO MAIS COMO UMA
ADEQUAÇÃO DO PENSAMENTO À
REALIDADE, MAS COMO FRUTO
DA AÇÃO COMUNICATIVA; NÃO
COMO VERDADE SUBJETIVA, MAS
COMO VERDADE
INTERSUBJETIVA
ESCOLA DE
FRANKFURT
• RAZÃO E VERDADE DEIXAM DE
SER, ASSIM, CONTEÚDOS OU
VALORES ABSOLUTOS E PASSAM
A SER DEFINIDOS
CONSENSUALMENTE. E NA SUA
VALIDADE SERÁ TANTO MAIOR
QUANTO MELHORES FOREM (...)
ESCOLA DE
FRANKFURT
• (...) AS CONDIÇÕES DE DIÁLOGO,
O QUE SE CONSEGUE COM O
APERFEIÇOAMENTO DA
DEMOCRACIA.
ESCOLA DE
FRANKFURT
• O PENSAMENTO DE HABERMAS
INCORPORA E DESENVOLVE
REFLEXÕES PROPOSTAS PELA
FILOSOFIA DA LINGUAGEM.
ASSIM, SE O MUNDO
CONTEMPORÂNEO É REGIDO PELA
RAZÃO INSTRUMENTAL,
CONFORME DENUNCIARAM OS (...)
ESCOLA DE
FRANKFURT
• (...) FILÓSOFOS QUE O
ANTECEDERAM NA ESCOLA DE
FRANKFURT; PARA HABERMAS
CABERIA À RAZÃO
COMUNICATIVA, EMFIM, O PAPEL
DE RESISTIR E REORIENTAR
ESSA RAZÃO INSTRUMENTAL.
FILOSOFIA PÓS-
MODERNA
• O TERMO PÓS-MODERNO SE
APLICA A UM GRUPO DE
INTELECTUAIS, ENTRE ELES
ALGUNS FILÓSOFOS, QUE TEM
COMO PONTO COMUM A CRÍTICA
AO PROJETO DA MODERNIDADE.
FILOSOFIA PÓS-
MODERNA
• ENTRE OS PENSADORES PÓS-
MODERNOS MAIS
SIGNIFICATIVOS ESTÃO OS
FRANCESES MICHEL FOUCAULT,
JEAN BAUDRILLARD, JACQUES
DERRIDA E JEAN FRANÇOIS
LYOTARD
FILOSOFIA PÓS-
MODERNA
• MICHEL FOUCAULT (1926-1984) –
TRABALHA EM SUA OBRA
ASPECTOS DA DOMINAÇÃO
SOCIAL PRESENTES NAS
DIVERSAS INSTITUIÇÕES, TAIS
COMO ESCOLAS, PRESÍDIOS,
HOSPÍCIOS E HOSPITAIS. (...)
FILOSOFIA PÓS-
MODERNA
• (...) DESENVOLVE NESSA ANÁLISE,
A IDEIA DOS MICROPODERES,
ESPALHADOS EM TODA A
ESTRUTURA SOCIAL.
FILOSOFIA PÓS-
MODERNA
• O OBJETIVO DE FOUCAULT, COMO
FILÓSOFO, FOI O DE COLOCAR À
MOSTRA ESTRUTURAS VELADAS
DE PODER, TENDO COMO
INSPIRAÇÃO NIETZSCHE.
MENSAGEM FINAL!!!
UFA!!!
E NÃO TEM MAIS
NADA???
• COMEÇAMOS REFLETINDO SOBRE O
TEMPO E CONCLUIMOS NOS
REPORTANDO AO TEMPO. ESPERO QUE
NO PRÓXIMO ANO VOCÊ POSSA
DIVIDIR CONHECIMENTOS COM
OUTRAS PESSOAS, NA SALA DE AULA
DA UNIVERSIDADE QUE VOCÊ
ESCOLHEU PARA ESTUDAR (...)
TEM SIM!!!
• (...) AFINAL DE CONTAS, CADA UM
DE NÓS É DO TAMANHO DO
PRÓPRIO SONHO.
• E QUANTO AO TEMPO? FIQUE
TRANQUILO, POIS ESSE
DECIDIDAMENTE NÃO PARA...
• SAUDAÇÕES FILOSÓFICAS!!!
Aulas de filosofia

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Introducao à filosofia (aula 1)
Introducao à filosofia (aula 1)Introducao à filosofia (aula 1)
Introducao à filosofia (aula 1)
Wilton Moretto
 
Aula de filosofia
Aula de filosofia Aula de filosofia
Aula de filosofia
Ricardogomes123
 
A filosofia no mundo
A filosofia no mundoA filosofia no mundo
A filosofia no mundo
Célio Alves de Moura
 
Investigação da Filosofia Antiga
Investigação da Filosofia AntigaInvestigação da Filosofia Antiga
Investigação da Filosofia Antiga
Luan Ismar
 
Apresentação de Filosofia
Apresentação de FilosofiaApresentação de Filosofia
Apresentação de Filosofia
Waldemir Silva
 
O que é filosofia?
O que é filosofia?O que é filosofia?
O que é filosofia?
Renan Torres
 
Slide a origem da filosofia
Slide a origem da filosofiaSlide a origem da filosofia
Slide a origem da filosofia
iranildespm
 
O Que é Filosofia?
O Que é Filosofia?O Que é Filosofia?
O Que é Filosofia?
Rene Lins
 
Filosofia Grécia
Filosofia GréciaFilosofia Grécia
Filosofia Grécia
Luci Bonini
 
História da filosofia
História da filosofiaHistória da filosofia
História da filosofia
lelezinho
 
Aula de filosofia
Aula de filosofiaAula de filosofia
Aula de filosofia
Gutt1848
 
História da Filosofia em Períodos
História da Filosofia em PeríodosHistória da Filosofia em Períodos
História da Filosofia em Períodos
Bruno Carrasco
 
Filosofia clássica 2
Filosofia clássica 2Filosofia clássica 2
Filosofia clássica 2
Douglas Gregorio
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
José Aristides Silva Gamito
 
O surgimento da filosofia
O surgimento da filosofiaO surgimento da filosofia
O surgimento da filosofia
Alison Nunes
 
História da Filosofia
História da FilosofiaHistória da Filosofia
IntroduçãO à Filosofia
IntroduçãO à FilosofiaIntroduçãO à Filosofia
IntroduçãO à Filosofia
nestorigor
 
A Origem Da Filosofia
A Origem Da FilosofiaA Origem Da Filosofia
A Origem Da Filosofia
Jorge Miklos
 
O que é filosofia
O que é filosofiaO que é filosofia
O que é filosofia
Professor Sypriano
 

Mais procurados (19)

Introducao à filosofia (aula 1)
Introducao à filosofia (aula 1)Introducao à filosofia (aula 1)
Introducao à filosofia (aula 1)
 
Aula de filosofia
Aula de filosofia Aula de filosofia
Aula de filosofia
 
A filosofia no mundo
A filosofia no mundoA filosofia no mundo
A filosofia no mundo
 
Investigação da Filosofia Antiga
Investigação da Filosofia AntigaInvestigação da Filosofia Antiga
Investigação da Filosofia Antiga
 
Apresentação de Filosofia
Apresentação de FilosofiaApresentação de Filosofia
Apresentação de Filosofia
 
O que é filosofia?
O que é filosofia?O que é filosofia?
O que é filosofia?
 
Slide a origem da filosofia
Slide a origem da filosofiaSlide a origem da filosofia
Slide a origem da filosofia
 
O Que é Filosofia?
O Que é Filosofia?O Que é Filosofia?
O Que é Filosofia?
 
Filosofia Grécia
Filosofia GréciaFilosofia Grécia
Filosofia Grécia
 
História da filosofia
História da filosofiaHistória da filosofia
História da filosofia
 
Aula de filosofia
Aula de filosofiaAula de filosofia
Aula de filosofia
 
História da Filosofia em Períodos
História da Filosofia em PeríodosHistória da Filosofia em Períodos
História da Filosofia em Períodos
 
Filosofia clássica 2
Filosofia clássica 2Filosofia clássica 2
Filosofia clássica 2
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
 
O surgimento da filosofia
O surgimento da filosofiaO surgimento da filosofia
O surgimento da filosofia
 
História da Filosofia
História da FilosofiaHistória da Filosofia
História da Filosofia
 
IntroduçãO à Filosofia
IntroduçãO à FilosofiaIntroduçãO à Filosofia
IntroduçãO à Filosofia
 
A Origem Da Filosofia
A Origem Da FilosofiaA Origem Da Filosofia
A Origem Da Filosofia
 
O que é filosofia
O que é filosofiaO que é filosofia
O que é filosofia
 

Destaque

Ligações ou interações quimicas
Ligações ou interações quimicasLigações ou interações quimicas
Ligações ou interações quimicas
Estude Mais
 
Ligações quimicas
Ligações quimicasLigações quimicas
Ligações quimicas
Estude Mais
 
A dinâmica da atmosfera
A dinâmica da atmosferaA dinâmica da atmosfera
A dinâmica da atmosfera
Estude Mais
 
A formação dos solos
A formação dos solosA formação dos solos
A formação dos solos
Estude Mais
 
Slides da Orientação técnica filosofia
Slides da Orientação técnica filosofiaSlides da Orientação técnica filosofia
Slides da Orientação técnica filosofia
Erica Frau
 
Revisao de biologia para o enem
Revisao de biologia para o enemRevisao de biologia para o enem
Revisao de biologia para o enem
Estude Mais
 
Teoria da Evolução
Teoria da EvoluçãoTeoria da Evolução
Teoria da Evolução
Estude Mais
 
Uniao de trabalhos
Uniao de trabalhosUniao de trabalhos
Uniao de trabalhos
eveeberle
 
Projeto de aprendizagem - Planejamento - Alessandra maia
Projeto de aprendizagem - Planejamento - Alessandra maiaProjeto de aprendizagem - Planejamento - Alessandra maia
Projeto de aprendizagem - Planejamento - Alessandra maia
aleomaia
 
Capitães da Areia: Resumo da Obra
Capitães da Areia: Resumo da ObraCapitães da Areia: Resumo da Obra
Capitães da Areia: Resumo da Obra
Estude Mais
 
Drummond
DrummondDrummond
Drummond
Erica Frau
 
Transformações Gasosas: Estudo dos Gases
Transformações Gasosas: Estudo dos GasesTransformações Gasosas: Estudo dos Gases
Transformações Gasosas: Estudo dos Gases
Estude Mais
 
Quimica: Exercicios de MOL
Quimica: Exercicios de MOLQuimica: Exercicios de MOL
Quimica: Exercicios de MOL
Estude Mais
 
Projeto De Ensino E Projeto De Aprendizagem
Projeto De Ensino E Projeto De AprendizagemProjeto De Ensino E Projeto De Aprendizagem
Projeto De Ensino E Projeto De Aprendizagem
Sérgio da Silva
 
Biomas - resumo
Biomas - resumoBiomas - resumo
Biomas - resumo
Estude Mais
 
4 Hume
4 Hume 4 Hume
4 Hume
Erica Frau
 
Lista de exercícios sobre matriz
Lista de exercícios sobre matrizLista de exercícios sobre matriz
Lista de exercícios sobre matriz
Estude Mais
 
Sugestão de roteiro para desenvolvimento de um projeto de aprendizagem 02
Sugestão de roteiro para desenvolvimento de um projeto de aprendizagem 02Sugestão de roteiro para desenvolvimento de um projeto de aprendizagem 02
Sugestão de roteiro para desenvolvimento de um projeto de aprendizagem 02
Gerencia de Tecnologia Educacional - DDPM - SEMED
 
Biomas Mundiais
Biomas MundiaisBiomas Mundiais
Biomas Mundiais
Estude Mais
 
ReflexõEs Estágio
ReflexõEs EstágioReflexõEs Estágio
ReflexõEs Estágio
Socorro
 

Destaque (20)

Ligações ou interações quimicas
Ligações ou interações quimicasLigações ou interações quimicas
Ligações ou interações quimicas
 
Ligações quimicas
Ligações quimicasLigações quimicas
Ligações quimicas
 
A dinâmica da atmosfera
A dinâmica da atmosferaA dinâmica da atmosfera
A dinâmica da atmosfera
 
A formação dos solos
A formação dos solosA formação dos solos
A formação dos solos
 
Slides da Orientação técnica filosofia
Slides da Orientação técnica filosofiaSlides da Orientação técnica filosofia
Slides da Orientação técnica filosofia
 
Revisao de biologia para o enem
Revisao de biologia para o enemRevisao de biologia para o enem
Revisao de biologia para o enem
 
Teoria da Evolução
Teoria da EvoluçãoTeoria da Evolução
Teoria da Evolução
 
Uniao de trabalhos
Uniao de trabalhosUniao de trabalhos
Uniao de trabalhos
 
Projeto de aprendizagem - Planejamento - Alessandra maia
Projeto de aprendizagem - Planejamento - Alessandra maiaProjeto de aprendizagem - Planejamento - Alessandra maia
Projeto de aprendizagem - Planejamento - Alessandra maia
 
Capitães da Areia: Resumo da Obra
Capitães da Areia: Resumo da ObraCapitães da Areia: Resumo da Obra
Capitães da Areia: Resumo da Obra
 
Drummond
DrummondDrummond
Drummond
 
Transformações Gasosas: Estudo dos Gases
Transformações Gasosas: Estudo dos GasesTransformações Gasosas: Estudo dos Gases
Transformações Gasosas: Estudo dos Gases
 
Quimica: Exercicios de MOL
Quimica: Exercicios de MOLQuimica: Exercicios de MOL
Quimica: Exercicios de MOL
 
Projeto De Ensino E Projeto De Aprendizagem
Projeto De Ensino E Projeto De AprendizagemProjeto De Ensino E Projeto De Aprendizagem
Projeto De Ensino E Projeto De Aprendizagem
 
Biomas - resumo
Biomas - resumoBiomas - resumo
Biomas - resumo
 
4 Hume
4 Hume 4 Hume
4 Hume
 
Lista de exercícios sobre matriz
Lista de exercícios sobre matrizLista de exercícios sobre matriz
Lista de exercícios sobre matriz
 
Sugestão de roteiro para desenvolvimento de um projeto de aprendizagem 02
Sugestão de roteiro para desenvolvimento de um projeto de aprendizagem 02Sugestão de roteiro para desenvolvimento de um projeto de aprendizagem 02
Sugestão de roteiro para desenvolvimento de um projeto de aprendizagem 02
 
Biomas Mundiais
Biomas MundiaisBiomas Mundiais
Biomas Mundiais
 
ReflexõEs Estágio
ReflexõEs EstágioReflexõEs Estágio
ReflexõEs Estágio
 

Semelhante a Aulas de filosofia

AMOR IMORTAL
AMOR IMORTALAMOR IMORTAL
AMOR IMORTAL
Bruno Caldas
 
Literatura realismo naturalismo
Literatura realismo naturalismoLiteratura realismo naturalismo
Literatura realismo naturalismo
blogdofernando
 
Eade tomo-i-aula-2-roteiro-1-evolução-pensamento-religioso
Eade tomo-i-aula-2-roteiro-1-evolução-pensamento-religiosoEade tomo-i-aula-2-roteiro-1-evolução-pensamento-religioso
Eade tomo-i-aula-2-roteiro-1-evolução-pensamento-religioso
JoyAlbanez
 
02.02 allan kardec 1_parte
02.02 allan kardec 1_parte02.02 allan kardec 1_parte
02.02 allan kardec 1_parte
Denise Aguiar
 
Apresentação1 31mp
Apresentação1 31mpApresentação1 31mp
Apresentação1 31mp
Alexandre Misturini
 
Para parcial C2 2016
Para parcial C2 2016Para parcial C2 2016
Para parcial C2 2016
Roberta Savana
 
Revoluções na américa e na europa
Revoluções na américa e na europaRevoluções na américa e na europa
Revoluções na américa e na europa
Rosinalva Aparecida Martins de Oliveira
 
Realismo naturalismo
Realismo   naturalismoRealismo   naturalismo
Realismo naturalismo
Juliana Lannes
 
Literatura - Humanismo e o Teatro de Gil vicente
Literatura - Humanismo e o Teatro de Gil vicenteLiteratura - Humanismo e o Teatro de Gil vicente
Literatura - Humanismo e o Teatro de Gil vicente
Miriam Zelmikaitis
 
Realismo naturalismo 01
Realismo naturalismo 01Realismo naturalismo 01
Realismo naturalismo 01
Claudia Lazarini
 
1429788680532
14297886805321429788680532
1429788680532
Marcilon De Souza
 
ARTE, CULTURA E RELIGIÃO GREGA
ARTE, CULTURA E RELIGIÃO GREGAARTE, CULTURA E RELIGIÃO GREGA
ARTE, CULTURA E RELIGIÃO GREGA
Gabriel Augusto
 
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e BudismoEADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
Núcleo de Promoção Humana Vinha de Luz
 
Precursores do espiritismo nilton
Precursores do espiritismo niltonPrecursores do espiritismo nilton
Precursores do espiritismo nilton
NILTON CARVALHO
 
Freud2
Freud2Freud2
Criação x evolução
Criação x evoluçãoCriação x evolução
Criação x evolução
Orlando Fermino Cardoso Junior
 
A Revolução Francesa. Explicação da Revolução.
A Revolução Francesa. Explicação da Revolução.A Revolução Francesa. Explicação da Revolução.
A Revolução Francesa. Explicação da Revolução.
NubyenMarcelaNunesNa1
 
Definições de cultura / Etnocentrismo e Identidade Cultural
Definições de cultura / Etnocentrismo e Identidade CulturalDefinições de cultura / Etnocentrismo e Identidade Cultural
Definições de cultura / Etnocentrismo e Identidade Cultural
Paula Meyer Piagentini
 
Carnaval e suas consequências
Carnaval  e  suas consequênciasCarnaval  e  suas consequências
Carnaval e suas consequências
JoyAlbanez
 
Renascimento1
Renascimento1Renascimento1
Renascimento1
Julia Selistre
 

Semelhante a Aulas de filosofia (20)

AMOR IMORTAL
AMOR IMORTALAMOR IMORTAL
AMOR IMORTAL
 
Literatura realismo naturalismo
Literatura realismo naturalismoLiteratura realismo naturalismo
Literatura realismo naturalismo
 
Eade tomo-i-aula-2-roteiro-1-evolução-pensamento-religioso
Eade tomo-i-aula-2-roteiro-1-evolução-pensamento-religiosoEade tomo-i-aula-2-roteiro-1-evolução-pensamento-religioso
Eade tomo-i-aula-2-roteiro-1-evolução-pensamento-religioso
 
02.02 allan kardec 1_parte
02.02 allan kardec 1_parte02.02 allan kardec 1_parte
02.02 allan kardec 1_parte
 
Apresentação1 31mp
Apresentação1 31mpApresentação1 31mp
Apresentação1 31mp
 
Para parcial C2 2016
Para parcial C2 2016Para parcial C2 2016
Para parcial C2 2016
 
Revoluções na américa e na europa
Revoluções na américa e na europaRevoluções na américa e na europa
Revoluções na américa e na europa
 
Realismo naturalismo
Realismo   naturalismoRealismo   naturalismo
Realismo naturalismo
 
Literatura - Humanismo e o Teatro de Gil vicente
Literatura - Humanismo e o Teatro de Gil vicenteLiteratura - Humanismo e o Teatro de Gil vicente
Literatura - Humanismo e o Teatro de Gil vicente
 
Realismo naturalismo 01
Realismo naturalismo 01Realismo naturalismo 01
Realismo naturalismo 01
 
1429788680532
14297886805321429788680532
1429788680532
 
ARTE, CULTURA E RELIGIÃO GREGA
ARTE, CULTURA E RELIGIÃO GREGAARTE, CULTURA E RELIGIÃO GREGA
ARTE, CULTURA E RELIGIÃO GREGA
 
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e BudismoEADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
EADE - As Religiões não cristãs, Hinduísmo e Budismo
 
Precursores do espiritismo nilton
Precursores do espiritismo niltonPrecursores do espiritismo nilton
Precursores do espiritismo nilton
 
Freud2
Freud2Freud2
Freud2
 
Criação x evolução
Criação x evoluçãoCriação x evolução
Criação x evolução
 
A Revolução Francesa. Explicação da Revolução.
A Revolução Francesa. Explicação da Revolução.A Revolução Francesa. Explicação da Revolução.
A Revolução Francesa. Explicação da Revolução.
 
Definições de cultura / Etnocentrismo e Identidade Cultural
Definições de cultura / Etnocentrismo e Identidade CulturalDefinições de cultura / Etnocentrismo e Identidade Cultural
Definições de cultura / Etnocentrismo e Identidade Cultural
 
Carnaval e suas consequências
Carnaval  e  suas consequênciasCarnaval  e  suas consequências
Carnaval e suas consequências
 
Renascimento1
Renascimento1Renascimento1
Renascimento1
 

Mais de Estude Mais

Exercício sobre Evolução
Exercício sobre EvoluçãoExercício sobre Evolução
Exercício sobre Evolução
Estude Mais
 
Exercicios de estatistica
Exercicios de estatisticaExercicios de estatistica
Exercicios de estatistica
Estude Mais
 
O que é um seminario
O que é um seminarioO que é um seminario
O que é um seminario
Estude Mais
 
Guia de apresentação de seminários
Guia de apresentação de semináriosGuia de apresentação de seminários
Guia de apresentação de seminários
Estude Mais
 
Revisao de ecologia para o enem
Revisao de ecologia para o enemRevisao de ecologia para o enem
Revisao de ecologia para o enem
Estude Mais
 
Cilindros e prisma e geometria plana no enem
Cilindros e prisma e geometria plana no enemCilindros e prisma e geometria plana no enem
Cilindros e prisma e geometria plana no enem
Estude Mais
 
Exercicios de estatistica no enem
Exercicios de estatistica no enemExercicios de estatistica no enem
Exercicios de estatistica no enem
Estude Mais
 
Funcoes da linguagem enem
Funcoes da linguagem   enemFuncoes da linguagem   enem
Funcoes da linguagem enem
Estude Mais
 
Ecologia comunidades
Ecologia comunidadesEcologia comunidades
Ecologia comunidades
Estude Mais
 
Sucessao ecologica e biomas
Sucessao ecologica e biomasSucessao ecologica e biomas
Sucessao ecologica e biomas
Estude Mais
 
Melhoramento genetico
Melhoramento geneticoMelhoramento genetico
Melhoramento genetico
Estude Mais
 
Questoes do enem de portugues
Questoes do enem de portuguesQuestoes do enem de portugues
Questoes do enem de portugues
Estude Mais
 
Populacoes Biologicas
Populacoes BiologicasPopulacoes Biologicas
Populacoes Biologicas
Estude Mais
 
Exercicio de eletroquimica
Exercicio de eletroquimicaExercicio de eletroquimica
Exercicio de eletroquimica
Estude Mais
 
Regime liberal populista
Regime liberal populistaRegime liberal populista
Regime liberal populista
Estude Mais
 
A era vargas
A era vargasA era vargas
A era vargas
Estude Mais
 
Exercicios de Matematica
Exercicios de MatematicaExercicios de Matematica
Exercicios de Matematica
Estude Mais
 
Revisao do 3 bimestre de biologia 2
Revisao do 3 bimestre de biologia 2Revisao do 3 bimestre de biologia 2
Revisao do 3 bimestre de biologia 2
Estude Mais
 
Energia e materia nos ecossistemas
Energia e materia nos ecossistemasEnergia e materia nos ecossistemas
Energia e materia nos ecossistemas
Estude Mais
 
Exercicio de polinomios
Exercicio de polinomiosExercicio de polinomios
Exercicio de polinomios
Estude Mais
 

Mais de Estude Mais (20)

Exercício sobre Evolução
Exercício sobre EvoluçãoExercício sobre Evolução
Exercício sobre Evolução
 
Exercicios de estatistica
Exercicios de estatisticaExercicios de estatistica
Exercicios de estatistica
 
O que é um seminario
O que é um seminarioO que é um seminario
O que é um seminario
 
Guia de apresentação de seminários
Guia de apresentação de semináriosGuia de apresentação de seminários
Guia de apresentação de seminários
 
Revisao de ecologia para o enem
Revisao de ecologia para o enemRevisao de ecologia para o enem
Revisao de ecologia para o enem
 
Cilindros e prisma e geometria plana no enem
Cilindros e prisma e geometria plana no enemCilindros e prisma e geometria plana no enem
Cilindros e prisma e geometria plana no enem
 
Exercicios de estatistica no enem
Exercicios de estatistica no enemExercicios de estatistica no enem
Exercicios de estatistica no enem
 
Funcoes da linguagem enem
Funcoes da linguagem   enemFuncoes da linguagem   enem
Funcoes da linguagem enem
 
Ecologia comunidades
Ecologia comunidadesEcologia comunidades
Ecologia comunidades
 
Sucessao ecologica e biomas
Sucessao ecologica e biomasSucessao ecologica e biomas
Sucessao ecologica e biomas
 
Melhoramento genetico
Melhoramento geneticoMelhoramento genetico
Melhoramento genetico
 
Questoes do enem de portugues
Questoes do enem de portuguesQuestoes do enem de portugues
Questoes do enem de portugues
 
Populacoes Biologicas
Populacoes BiologicasPopulacoes Biologicas
Populacoes Biologicas
 
Exercicio de eletroquimica
Exercicio de eletroquimicaExercicio de eletroquimica
Exercicio de eletroquimica
 
Regime liberal populista
Regime liberal populistaRegime liberal populista
Regime liberal populista
 
A era vargas
A era vargasA era vargas
A era vargas
 
Exercicios de Matematica
Exercicios de MatematicaExercicios de Matematica
Exercicios de Matematica
 
Revisao do 3 bimestre de biologia 2
Revisao do 3 bimestre de biologia 2Revisao do 3 bimestre de biologia 2
Revisao do 3 bimestre de biologia 2
 
Energia e materia nos ecossistemas
Energia e materia nos ecossistemasEnergia e materia nos ecossistemas
Energia e materia nos ecossistemas
 
Exercicio de polinomios
Exercicio de polinomiosExercicio de polinomios
Exercicio de polinomios
 

Aulas de filosofia

  • 2. IMMANUEL KANT: (1724 – 1804) O TRIBUNAL DA RAZÃO • O MAIOR REPRESENTANTE DO ILUMINISMO ALEMÃO, KANT REALIZOU EM SUAS OBRAS O EXAME DAS POSSIBILIDADES DE CONHECIMENTO DA RAZÃO HUMANA, ESTABELECENDO OS LIMITES E AS CONDIÇÕES NAS QUAIS A RAZÃO PODE CONHECER O MUNDO.
  • 3. IMMANUEL KANT • É O MAIOR FILÓSOFO DO ILUMINISMO ALEMÃO. EM SEU TEXTO O QUE É A ILUSTRAÇÃO, O FILÓSOFO SINTETIZA O OTIMISMO ILUMINISTA EM RELAÇÃO À POSSIBILIDADE DE O HOMEM SE GUIAR POR SUA PRÓPRIA RAZÃO, SEM SE DEIXAR ENGANAR PELAS CRENÇAS, TRADIÇÕES E OPINIÕES ALHEIAS.
  • 4. IMMANUEL KANT • APRESENTA O PROCESSO DE ILUSTRAÇÃOCOMO SENDO “A SAÍDA DO HOMEM DE MENORIDADE” E A TOMADA DE CONSCIÊNCIA POR ELE DA AUTONOMIA DA RAZÃO DO AGIR HUMANO.
  • 5. IMMANUEL KANT • AFIRMA QUE A FILOSOFIA DEVE RESPONDER A QUATRO QUESTÕES FUNDAMENTAIS: O QUE POSSO SABER? COMO DEVO AGIR? O QUE POSSO ESPERAR? O QUE É O SER HUMANO?
  • 6. IMMANUEL KANT • O IMPERATIVO CATEGÓRICO: “AGE APENAS SEGUNDO AQUELAS MÁXIMAS POR MEIO DAS QUAIS POSSAS, AO MESMO TEMPO, QUERER QUE ELAS SE TRANSFORMEM EM UMA LEI GERAL”.
  • 8. IDADE CONTEMPORÂNEA • NA PERIODIZAÇÃO TRADICIONAL, CONSIDERA-SE A REVOLUÇÃO FRANCESA (1789- 1799), COMO MARCO INICIAL DA CONTEMPORANEIDADE.
  • 9. IDADE CONTEMPORÂNEA • O POSITIVISMO DE AUGUSTO COMTE (1798-1857) – O AMOR POR PRINCÍPIO, A ORDEM POR BASE E O PROGRESSO POR FIM. • PROPUNHA UMA REFORMA DA SOCIEDADE BASEADA NO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E NA ORGANIZAÇÃO RACIONAL DA VIDA SOCIAL.
  • 10. IDADE CONTEMPORÂNEA • DA OBRA DE COMTE DESTACAM- SE TRÊS PARTES FUNDAMENTAIS: A LEI DOS TRÊS ESTADOS, A CLASSIFICAÇÃO DAS CIÊNCIAS E A REFORMA INTELECTUAL DA SOCIEDADE.
  • 11. IDADE CONTEMPORÂNEA • HEGEL (1770-1831) • PRINCIPAIS OBRAS – FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO, PRINCÍPIOS DA FILOSOFIA DO DIREITO, LIÇÕES SOBRE A HISTÓRIA DA FILOSOFIA.
  • 12. IDADE CONTEMPORÂNEA • HEGEL QUER CAPTAR EM SUA FILOSOFIA O MOVIMENTO DIALÉTICO DA REALIDADE. ASSIM COMO UM BOTÃO PRECISA DESAPARECER PARA QUE A FLOR SURJA, E A FLOR DESAPARECE PARA QUE SURJA O FRUTO, DA MESMA FORMA, TODAS AS COISAS PASSAM POR UM PROCESSO DINÂMICO DE TRANSFORMAÇÕES QUE LEVA A UMA SÍNTESE SUPERIOR.
  • 13. IDADE CONTEMPORÂNEA • FEUERBACH (1804-1872); • SCHOPENHAUER (1788-1860); • KIERKEGAARD (1813-1855)
  • 14. IDADE CONTEMPORÂNEA • KARL MARX (1818-1883) – O INDIVÍDUO É O SER SOCIAL • “NÃO É A CONSCIÊNCIA DOS HOMENS QUE DETERMINA O SEU SER SOCIAL, MAS, AO CONTRÁRIO, É O SEU SER SOCIAL QUE DETERMINA SUA CONSCIÊNCIA”.
  • 15. IDADE CONTEMPORÂNEA • MARX FAZ UMA CRÍTICA RADICAL DO IDEALISMO HEGELIANO, NA QUAL AFIRMA QUE HEGEL INVERTE A RELAÇÃO ENTRE O QUE É DETERMINANTE – A REALIDADE MATERIAL – E O QUE É DETERMINADO – AS REPRESENTAÇÕES E CONCEITOS ACERCA DESSA REALIDADE.
  • 16. IDADE CONTEMPORÂNEA • PARA MARX, NÃO EXISTE O INDIVÍDUO FORMADO FORA DAS RELAÇÕES SOCIAIS. ELE ENFATIZA ESSE PONTO AO AFIRMAR: “A ESSÊNCIA HUMANA (...) É O CONJUNTO DAS RELAÇÕES SOCIAIS”.
  • 17. IDADE CONTEMPORÂNEA • O CAPITAL, UMA DAS OBRAS MAIS IMPORTANTES DE MARX, EXPÕE A LÓGICA DO MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA, NO QUAL A FORÇA DE TRABALHO É TRANSFORMADA EM UMA MERCADORIA COM DUPLA FACE:
  • 18. IDADE CONTEMPORÂNEA • POR UM LADO, É UMA MERCADORIA COMO OUTRA QUALQUER, PAGA PELO SALÁRIO; POR OUTRO LADO, É A ÚNICA MERCADORIA QUE PRODUZ VALOR, OU SEJA QUE REPRODUZ O CAPITAL.
  • 20. IDADE CONTEMPORÂNEA • COMPANHEIROS INSEPARÁVEIS, MARX E ENGELS TRABALHARAM JUNTOS NA REDAÇÃO DE VÁRIOS LIVROS E ARTIGOS, INCLUSIVE O MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA (1848), DOCUMENTO QUE TRAZ UMA COMPREENSÃO MATERIALISTA DA HISTÓRIA E SINTETIZA OS PRINCÍPIOS DO COMUNISMO.
  • 21. IDADE CONTEMPORÂNEA II • NIETZSCHE (1844-1900) – DO JULGAMENTO DA CIVILIZAÇÃO À QUESTÃO DA EXISTÊNCIA HUMANA.
  • 23. IDADE CONTEMPORÂNEA II • EM SUA OBRA, NIETZSCHE CRITICA A TRADIÇÃO DA FILOSOFIA OCIDENTAL A PARTIR DE SÓCRATES, A QUEM ACUSA DE TER NEGADO A INTUIÇÃO CRIADORA DA FILOSOFIA ANTERIOR, PRÉ-SOCRÁTICA.
  • 24. IDADE CONTEMPORÂNEA II • NESSA ANÁLISE, ESTABELECE A DISTINÇÃO ENTRE DOIS PRINCÍPIOS: O APOLÍNEO E O DIONISÍACO – A PARTIR, RESPECTIVAMENTE DE APOLO (DEUS DA RAZÃO, DA CLAREZA, DA ORDEM) E DIONÍSIO (DEUS DA AVENTURA, DA MÚSICA, DA FANTASIA,DA DESORDEM).
  • 25. IDADE CONTEMPORÂNEA II • PARA NIETZSCHE, ESSES DOIS PRINCÍPIOS OU DIMENSÕES COMPLEMENTARES DA REALIDADE, O APOLÍNEO E O DIONISÍACO, FORAM SEPARADOS NA GRÉCIA SOCRÁTICA, QUE, OPTANDO PELO CULTO À RAZÃO, SECOU A SEIVA CRIADORA DA FILOSOFIA, CONTIDA NA DIMENSÃO DIONISÍACA.
  • 26. IDADE CONTEMPORÂNEA II • NIETZSCHE DESENVOLVEU UMA CRÍTICA INTENSA DOS VALORES MORAIS, PROPONDO UMA NOVA ABORDAGEM: A GENEALOGIA DA MORAL.
  • 27. IDADE CONTEMPORÂNEA II • SER NIILISTA SIGNIFICA NÃO CRER EM NENHUMA VERDADE MORAL OU HIERARQUIA DE VALORES PRÉ-ESTABELECIDOS. O NIILISMO DE NIETZSCHE BASEAVA-SE NA AFIRMAÇÃO DA “MORTE DE DEUS”, ISTO É, NA REJEIÇÃO À CRENÇA DE UM SER ABSOLUTO, TRANSCENDENTAL, CAPAZ DE TRAÇAR “O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA” PARA O SER HUMANO.
  • 28. IDADE CONTEMPORÂNEA II • EDMUND HUSSERL (1859-1938). • FORMULOU UM MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO FILOSÓFICA CONHECIDO COMO FENOMENOLOGIA.
  • 29. IDADE CONTEMPORÂNEA II • O MÉTODO FENOMENOLÓGICO CONSISTE, BASICAMENTE, NA OBSERVAÇÃO E DESCRIÇÃO RIGOROSA DO FENÔMENO, ISTO É, DAQUILO QUE SE MANIFESTA, APARECE OU SE OFERECE AOS SENTIDOS OU À CONSCIÊNCIA.
  • 30. IDADE CONTEMPORÂNEA II • MARTIN HEIDEGGER (1889-1976) • ANALISANDO A VIDA HUMANA, O FILÓSOFO DESCREVEU TRÊS ETAPAS BÁSICAS QUE MARCAM A EXISTÊNCIA E QUE, PARA A MAIORIA DOS HOMENS, CULMINAM NUMA EXISTÊNCIA INAUTÊNTICA:
  • 31. IDADE CONTEMPORÂNEA II • O FATO DA EXISTÊNCIA – O homem lançado ao mundo sem saber por quê. • O DESENVOLVIMENTO DA EXISTÊNCIA – Para existir, o homem projeta a sua vida e procura agir no campo das suas possibilidades.
  • 32. IDADE CONTEMPORÂNEA II • A DESTRUIÇÃO DO EU – tentando realizar o seu projeto, o homem sofre a interferência de uma série de fatores adversos que o desviam do seu caminho existencial. • Heidegger denominou o modo de ser do homem, nossa existência, com a palavra Dasein, cujo sentido é ser aí, estar aí.
  • 33. IDADE CONTEMPORÂNEA II • JEAN PAUL SARTRE (1905-1980) • FILÓSOFO MAIS CONHECIDO DA CORRENTE EXISTENCIALISTA. GRANDE PARTE DE SUA FAMA DEVE-SE NÃO PROPRIAMENTE À SUA OBRA FILOSÓFICA, MAS ÀS SUAS PEÇAS DE TEATRO E ROMANCES.
  • 34. IDADE CONTEMPORÂNEA II • A NAÚSEA, O MURO, A IDADE DA RAZÃO, O DIABO E O BOM DEUS. • OBRA MAIS CONHECIDA: O SER E O NADA, PUBLICADA EM 1939.
  • 35. IDADE CONTEMPORÂNEA II • UM DOS VALORES FUNDAMENTAIS DA CONDIÇÃO HUMANA É, SEGUNDO SARTRE, A LIBERDADE. É O EXERCÍCIO DA LIBERDADE, EM SITUAÇÕES CONCRETAS, QUE IMPULSIONA A CONDUTA HUMANA, QUE GERA A INCERTEZA, QUE LEVA À PROCURA DE SENTIDOS, QUE PRODUZ A ULTRAPASSAGEM DE CERTOS LIMITES.
  • 36. A ESCOLA DE FRANKFURT • UMA TEORIA CRÍTICA CONTRA A SITUAÇÃO SOCIAL EXISTENTE. • ESCOLA DE FRANKFURT É O NOME DADO AO GRUPO DE PENSADORES ALEMÃES DO INSTITUTO DE PESQUISAS SOCIAIS DE FRANKFURT, FUNDADO NA DÉCADA DE 1920.
  • 37. ESCOLA DE FRANKFURT • SUA PRODUÇÃO FICOU CONHECIDA COMO TEORIA CRÍTICA. • DESTAQUES: THEODOR ADORNO, MAX HORKHEIMER, WALTER BENJAMIM, HEBERT MARCUSE, ERICH FROM E JURGEN HABERMAS
  • 38. ESCOLA DE FRANKFURT • A ESCOLA DE FRANKFURT CONCENTROU SEU INTERESSE NA ANÁLISE DA SOCIEDADE DE MASSA, TERMO QUE BUSCA CARACTERIZAR A SOCIEDADE ATUAL, NA QUAL O AVANÇO TECNOLÓGICO É COLOCADO A SERVIÇO DA REPRODUÇÃO DA LÓGICA CAPITALISTA, ENFATIZANDO O CONSUMO E A DIVERSÃO COMO (...)
  • 39. ESCOLA DE FRANKFURT • (...) FORMAS DE GARANTIR O APAZIGUAMENTO E A DILUIÇÃO DOS PROBLEMAS SOCIAIS.
  • 40. ESCOLA DE FRANKFURT • DE ACORDO COM ADORNO E HORKHEIMER, A RAZÃO ILUMINISTA, QUE VISAVA A EMANCIPAÇÃO DOS INDIVÍDUOS E O PROGRESSO SOCIAL, TERMINOU POR LEVAR A UMA MAIOR DOMINAÇÃO DAS PESSOAS EM VIRTUDE DO DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO-INDUSTRIAL.
  • 41. ESCOLA DE FRANKFURT • DENUNCIAM TAMBÉM O DESENCANTAMENTO DO MUNDO, A DETURPAÇÃO DAS CONSCIÊNCIAS INDIVIDUAIS AO SISTEMA SOCIAL DOMINANTE.
  • 42. ESCOLA DE FRANKFURT • O QUE HÁ DE CARACTERÍSTICO NOS FILÓSOFOS DA ESCOLA DE FRANKFURT É A DESESPERANÇA EM RELAÇÃO À POSSIBILIDADE DE TRANSFORMAÇÃO DESSA REALIDADE SOCIAL. ISSO SE DEVERIA A UMA AUSÊNCIA (...)
  • 43. ESCOLA DE FRANKFURT • (...) DE CONSCIÊNCIA REVOLUCIONÁRIA NO PROLETARIADO, QUE TERIA SIDO ASSIMILADO, ABSORVIDO PELO SISTEMA CAPITALISTA.
  • 44. ESCOLA DE FRANKFURT • INDÚSTRIA CULTURAL, É UM TERMO DIFUNDIDO POR ADORNO E HORKHEIMER PARA DESIGNAR A INDÚSTRIA DA DIVERSÃO VULGAR, VEICULADA PELA TV, RÁDIO, REVISTAS, JORNAIS, MÚSICAS, PROPAGANDAS ETC. (...)
  • 45. ESCOLA DE FRANKFURT • ATRAVÉS DA INDÚSTRIA CULTURAL E DA DIVERSÃO SE OBTERIA A HOMOGENEIZAÇÃO DOS COMPORTAMENTOS, A MASSIFICAÇÃO DAS PESSOAS.
  • 48. ESCOLA DE FRANKFURT • HABERMAS – UM DOS TEÓRICOS MAIS INFLUENTES DA ESCOLA DE FRANKFURT. • DISCORDA DAS POSIÇÕES DE ADORNO E HORKHEIMER
  • 49. ESCOLA DE FRANKFURT • PROPÕE COMO NOVA PERSPECTIVA, OUTRO CONCEITO DE RAZÃO: A RAZÃO DIALÓGICA, QUE BROTA DO DIÁLOGO E DA ARGUMENTAÇÃO ENTRE OS AGENTES INTERESSADOS NUMA DETERMINADA SITUAÇÃO.
  • 50. ESCOLA DE FRANKFURT • PROPÔE O ENTENDIMENTO DA VERDADE NÃO MAIS COMO UMA ADEQUAÇÃO DO PENSAMENTO À REALIDADE, MAS COMO FRUTO DA AÇÃO COMUNICATIVA; NÃO COMO VERDADE SUBJETIVA, MAS COMO VERDADE INTERSUBJETIVA
  • 51. ESCOLA DE FRANKFURT • RAZÃO E VERDADE DEIXAM DE SER, ASSIM, CONTEÚDOS OU VALORES ABSOLUTOS E PASSAM A SER DEFINIDOS CONSENSUALMENTE. E NA SUA VALIDADE SERÁ TANTO MAIOR QUANTO MELHORES FOREM (...)
  • 52. ESCOLA DE FRANKFURT • (...) AS CONDIÇÕES DE DIÁLOGO, O QUE SE CONSEGUE COM O APERFEIÇOAMENTO DA DEMOCRACIA.
  • 53. ESCOLA DE FRANKFURT • O PENSAMENTO DE HABERMAS INCORPORA E DESENVOLVE REFLEXÕES PROPOSTAS PELA FILOSOFIA DA LINGUAGEM. ASSIM, SE O MUNDO CONTEMPORÂNEO É REGIDO PELA RAZÃO INSTRUMENTAL, CONFORME DENUNCIARAM OS (...)
  • 54. ESCOLA DE FRANKFURT • (...) FILÓSOFOS QUE O ANTECEDERAM NA ESCOLA DE FRANKFURT; PARA HABERMAS CABERIA À RAZÃO COMUNICATIVA, EMFIM, O PAPEL DE RESISTIR E REORIENTAR ESSA RAZÃO INSTRUMENTAL.
  • 55. FILOSOFIA PÓS- MODERNA • O TERMO PÓS-MODERNO SE APLICA A UM GRUPO DE INTELECTUAIS, ENTRE ELES ALGUNS FILÓSOFOS, QUE TEM COMO PONTO COMUM A CRÍTICA AO PROJETO DA MODERNIDADE.
  • 56. FILOSOFIA PÓS- MODERNA • ENTRE OS PENSADORES PÓS- MODERNOS MAIS SIGNIFICATIVOS ESTÃO OS FRANCESES MICHEL FOUCAULT, JEAN BAUDRILLARD, JACQUES DERRIDA E JEAN FRANÇOIS LYOTARD
  • 57. FILOSOFIA PÓS- MODERNA • MICHEL FOUCAULT (1926-1984) – TRABALHA EM SUA OBRA ASPECTOS DA DOMINAÇÃO SOCIAL PRESENTES NAS DIVERSAS INSTITUIÇÕES, TAIS COMO ESCOLAS, PRESÍDIOS, HOSPÍCIOS E HOSPITAIS. (...)
  • 58. FILOSOFIA PÓS- MODERNA • (...) DESENVOLVE NESSA ANÁLISE, A IDEIA DOS MICROPODERES, ESPALHADOS EM TODA A ESTRUTURA SOCIAL.
  • 59. FILOSOFIA PÓS- MODERNA • O OBJETIVO DE FOUCAULT, COMO FILÓSOFO, FOI O DE COLOCAR À MOSTRA ESTRUTURAS VELADAS DE PODER, TENDO COMO INSPIRAÇÃO NIETZSCHE.
  • 61. E NÃO TEM MAIS NADA??? • COMEÇAMOS REFLETINDO SOBRE O TEMPO E CONCLUIMOS NOS REPORTANDO AO TEMPO. ESPERO QUE NO PRÓXIMO ANO VOCÊ POSSA DIVIDIR CONHECIMENTOS COM OUTRAS PESSOAS, NA SALA DE AULA DA UNIVERSIDADE QUE VOCÊ ESCOLHEU PARA ESTUDAR (...)
  • 62. TEM SIM!!! • (...) AFINAL DE CONTAS, CADA UM DE NÓS É DO TAMANHO DO PRÓPRIO SONHO. • E QUANTO AO TEMPO? FIQUE TRANQUILO, POIS ESSE DECIDIDAMENTE NÃO PARA... • SAUDAÇÕES FILOSÓFICAS!!!