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PqC VI, Dr. Renato Ferraz de Arruda Veiga
2016 – renatofav53@gmail.com
AMGAMG 009009
TEMAS ABORDADOS
http://www.fundag.br/http://www.fundag.br/
INTRODUÇÃO AO TEMAINTRODUÇÃO AO TEMA
Manejo de RFGManejo de RFG mais é que amais é que a
tomada de decisõestomada de decisões nana açãoação
dede manusearmanusear oo
germoplasma, emgermoplasma, em diferentesdiferentes
atividadesatividades..
https://issuu.com/recursosgeneticos/docs/revista_rgnews_vol.1_2015https://issuu.com/recursosgeneticos/docs/revista_rgnews_vol.1_2015
• As plantas são organismos vivos “inteligentes – com
capacidade de resolver problemas”, que “se movem – tanto na
superfície como abaixo da terra”, “sentem dor - exalam gazes
ao serem feridas e “ouvem – estimulam-se com sons e
impactos”, tem “memória - sensitivas” e “tomam decisões –
ex: dormência”, em um tempo próprio, desde a germinação
até a sua morte; são seres “sociais”, pois “têm família” e
“amigos/inimigos - alelopatia”, que “se reconhecem”, e “se
adaptam” ao meio ambiente;
Ásia
ChinaChina
ÍndiaÍndia
MalásiaMalásia
IndonésiaIndonésia
MEGABIODIVERSIDADE
O Brasil está no topo da lista como o
país de maior biodiversidade do
planeta.
África
ZaireZaire
MadagascarMadagascar
QuêniaQuênia
Oceania
AustráliaAustrália
América latina
BrasilBrasil
BolíviaBolívia
ColômbiaColômbia
EquadorEquador
MéxicoMéxico
PerúPerú
VenezuelaVenezuela
A Agricultura e a Pecuária se iniciaram com a domesticação de
animais e plantas, provavelmente há cerca de 9 - 12 mil anos atrás,
quando nossos antepassados deixaram gradualmente o costume
nômade de caçador-coletor e passaram a se dedicar ao cultivo e
criação, ao se fixarem por períodos mais longos em determinados
territórios.
INÍCIO DA AGRICULTURA
Acredita-se que aAcredita-se que a origem da agriculturaorigem da agricultura tenha ocorrido independentemente em 3tenha ocorrido independentemente em 3
regiões distintas: naregiões distintas: na MesopotâmiaMesopotâmia (cultura Natufiana), no leste da(cultura Natufiana), no leste da ÁsiaÁsia (chineses), e(chineses), e
nana América CentralAmérica Central (culturas pré-colombianas).(culturas pré-colombianas).
ALPHONSE LOUIS PIERRE PYRAMUS DE CANDOLLEALPHONSE LOUIS PIERRE PYRAMUS DE CANDOLLE
Foi o primeiro cientista a reconhecer que as informações
botânicas, geográficas e arqueológicas deveriam ser
integradas, para uma melhor compreensão da origem da
Foi o primeiro cientista a reconhecer que as informações
botânicas, geográficas e arqueológicas deveriam ser
integradas, para uma melhor compreensão da origem da
agricultura (Origin of Cultivated Plants, de 1883).
ORIGEM DAS PLANTAS CULTIVADAS
FITOGEOGRAFIA
• Segundo Warwick Estevan KerrWarwick Estevan Kerr
et al. (1986), os índios estão na
Amazônia há mais de 10.000
anos e, neste período,
domesticaram todas plantas
que hoje conhecemos do Brasil.
Sabe-se que a agricultura foi praticada pelos indígenas no Brasil,Sabe-se que a agricultura foi praticada pelos indígenas no Brasil,
com:com: amendoim, batata-doce, mandioca, milho, e tabaco,amendoim, batata-doce, mandioca, milho, e tabaco, além dealém de
praticarem o extrativismo com:praticarem o extrativismo com: babaçu, caju, cajá, goiabababaçu, caju, cajá, goiaba,,
jabuticaba, pequi,jabuticaba, pequi, entre outras.entre outras.
Segundo Jack R. HarlanJack R. Harlan, 1992 - a domesticação é um
processo evolutivo das plantas operado sob a influência do
homem.
1.1. perda da dispersão natural das sementesperda da dispersão natural das sementes, fazendo com que os grãos, por exemplo,, fazendo com que os grãos, por exemplo,
permanecessem presos à espiga, facilitando a colheita;permanecessem presos à espiga, facilitando a colheita;
2.2. perda da dormência das sementes,perda da dormência das sementes, fazendo com que todas germinem ao mesmo tempofazendo com que todas germinem ao mesmo tempo
com uniformidade;com uniformidade;
3.3. eliminação ou redução de substâncias químicas,eliminação ou redução de substâncias químicas, como as amargas e tóxicas ao homem ecomo as amargas e tóxicas ao homem e
animais;animais;
4.4. eliminação ou redução de mecanismos de proteção das plantaseliminação ou redução de mecanismos de proteção das plantas às intempéries (espinhos,às intempéries (espinhos,
aristas etc.);aristas etc.);
5. mudança da reprodução5. mudança da reprodução alogâmica (cruzamentos) para a autogâmica (auto-fecundação);alogâmica (cruzamentos) para a autogâmica (auto-fecundação);
6.6. mudança do ciclo de vidamudança do ciclo de vida perene para anual, o que aumentou a produtividade por área;perene para anual, o que aumentou a produtividade por área;
7. mudança de plantas dióicas7. mudança de plantas dióicas (plantas masculinas e plantas femininas) para monóicas, ou(plantas masculinas e plantas femininas) para monóicas, ou
hermafroditas (os dois sexos na mesma planta) evitando, assim, plantas masculinashermafroditas (os dois sexos na mesma planta) evitando, assim, plantas masculinas
improdutivasimprodutivas;;
8.8. aumento do tamanhoaumento do tamanho dos frutos, dos grãos e da produtividade em geral, além dedos frutos, dos grãos e da produtividade em geral, além de
inúmeros caracteres como qualidade, sabor etc.inúmeros caracteres como qualidade, sabor etc.
9.9. aumento da vulnerabilidadeaumento da vulnerabilidade quanto às enfermidades causadas por microorganismos, emquanto às enfermidades causadas por microorganismos, em
especial fungos e bactérias.especial fungos e bactérias.
1010.. diminuição da base genéticadiminuição da base genética quanto mais cruzamentos maior a perda da base genéticaquanto mais cruzamentos maior a perda da base genética
das plantas.das plantas.
PIONEIROS DA
GENÉTICA NO BRASIL
Três baluartes que, na década de 30, além de trabalhar
em Genética Fundamental e Aplicada, também se
preocupavam e formar discípulos.
Friedrich Gustav Brieger, em Piracicaba, na ESALQ.
André Dreyfus, em São Paulo, no Departamento de
Biologia Geral.
Carlos Arnaldo Krug, em Campinas, chefe da Seção de
Genética do IAC, que criou e começou a implantar
métodos de Genética de Melhoramento, quer dizer, o
Melhoramento com base científica.
Segundo Ernesto PaternianiErnesto Paterniani
(1979), o aumento da
produção de alimentos se
consegue pelos seguintes meios
convencionais:
a) aumento da área cultivada,
b) emprego de melhores
técnicas agronômicas,
c) melhoramento genético.
Segundo Ernesto PaternianiErnesto Paterniani
(1979), o aumento da
produção de alimentos se
consegue pelos seguintes meios
convencionais:
a) aumento da área cultivada,
b) emprego de melhores
técnicas agronômicas,
c) melhoramento genético.
AUMENTO DA PRODUÇÃO DE
ALIMENTOS
(1928-2009)
MAS TAMBÉM...
c)c) PELO USO DIRETO DE RECURSOS FITOGENÉTICOS :PELO USO DIRETO DE RECURSOS FITOGENÉTICOS : Coleta,Coleta,
introdução e domesticação de espécies nativas do Brasil (introdução e domesticação de espécies nativas do Brasil (Ex:Ex: Patauá,Patauá,
Macaúba, Castanha-sapucaia, Camu-camuMacaúba, Castanha-sapucaia, Camu-camu),), ee pela Coleta,pela Coleta,
introdução e aclimatação de espécies exóticas ao Brasil.introdução e aclimatação de espécies exóticas ao Brasil.
Luiz Carlos DonadioLuiz Carlos Donadio
“OS MELHORISTAS DEVEM FUNDAMENTAR
OS SEUS PROGRAMAS DE MELHORAMENTO
NOS BANCOS ATIVOS DE GERMOPLASMA DA
ESPÉCIE DE INTERESSE...”
Segundo Wetzell & Bustamante, 1999.
Maria Magaly Velloso da Silva WetzellMaria Magaly Velloso da Silva Wetzell
• BiodiversidadeBiodiversidade: é a variabilidade
total dos organismos vivos, em
interação seu meio ambiente;
• BiodiversidadeBiodiversidade: é a variabilidade
total dos organismos vivos, em
interação seu meio ambiente;
DEFINIÇÕES RELEVANTES
Aula Manejo de Recursos Fitogenéticos - PARTE 1
São unidades conservadoras de germoplasma em:
a) câmaras frias (1 ºC até -20 ºC) (ortodoxas);
b) in vitro (ortodoxas, intermediárias e recalcitrantes);
c) criopreservação ( nitrogênio líquido a -196 ºC) (intermediárias e ortodoxas);
d) in vivo – a campo (recalcitrante).
Svalbard Global Seed Vault - Noruega
São coleções de plantas de uma determinada espécie ou gênero,São coleções de plantas de uma determinada espécie ou gênero,
mantidasmantidas in vivoin vivo próximas ao melhorista, e rotineiramente plantadas,próximas ao melhorista, e rotineiramente plantadas,
caracterizadas, avaliadas e intercambiadascaracterizadas, avaliadas e intercambiadas..
GERMOPLASMAGERMOPLASMA
São materiais genéticosSão materiais genéticos funcionaisfuncionais de plantas, animais e outrosde plantas, animais e outros
organismos que possuemorganismos que possuem valorvalor como recurso para as geraçõescomo recurso para as gerações
presentes e futuras;presentes e futuras;
Sir Otto Frankel (1900– 1998)/ Erna Kranzusch Bennett (1929–2011)Sir Otto Frankel (1900– 1998)/ Erna Kranzusch Bennett (1929–2011)
Conjunto de plantas cultivadas, reconhecidas por um ouConjunto de plantas cultivadas, reconhecidas por um ou
mais caracteres hereditáriosmais caracteres hereditários DDistintos,istintos, HHomogênios,omogênios, ee
EEstáveisstáveis (agronômicos, botânicos, genéticos, fisiológicos,(agronômicos, botânicos, genéticos, fisiológicos,
etc.).etc.).
Cultivar = Variedade CultivadaCultivar = Variedade Cultivada
Liberty Hyde BaileyLiberty Hyde Bailey
(1858-1954)
RFG: SISTEMA INTEGRADORFG: SISTEMA INTEGRADO
COLETA DE RFG
• Coleta
• Intercâmbio
• Quarentena
• Identificação
• Caracterização
• Conservação
• Educação
• Valoração
• Doc & Info
• Uso
Porque coletar hoje?
BREVE HISTÓRIA DAS EXPEDIÇÕES
- Registro mais antigo: 2500 a.C,
sumérios na Ásia Menor: uvas,
figos e rosas.
-NO IAC a primeira expedição
oficial foi realizada pelo Dr.
Alcides Carvalho, 1940: Peru,
Equador, Colômbia e Bolívia, para
Cinchona.
-A segunda e terceira foram para
Arachis, no Paraguai e Goiás, em
1961.
-A quarta, de um conjunto,
efetuadas para o Gossipium, em
1962: Nordeste, Brasil.
-A partir de 1969 uma séries de
expedições foram feitas em SP
para coleta de Manihot.
-A partir de 1974 a
- Registro mais antigo: 2500 a.C,
sumérios na Ásia Menor: uvas,
figos e rosas.
-NO IAC a primeira expedição
oficial foi realizada pelo Dr.
Alcides Carvalho, 1940: Peru,
Equador, Colômbia e Bolívia, para
Cinchona.
-A segunda e terceira foram para
Arachis, no Paraguai e Goiás, em
1961.
-A quarta, de um conjunto,
efetuadas para o Gossipium, em
1962: Nordeste, Brasil.
-A partir de 1969 uma séries de
expedições foram feitas em SP
para coleta de Manihot.
-A partir de 1974 a
O COLETOR É UMO COLETOR É UM
CAÇADORES DE AVENTURAS?CAÇADORES DE AVENTURAS?
Mesmo que alguns pesquisadores possam encarar desta forma, emMesmo que alguns pesquisadores possam encarar desta forma, em
busca de novidadesbusca de novidades que lhes conceda a famaque lhes conceda a fama, a coleta de, a coleta de
germoplasma é uma das linhas de pesquisa que mais se beneficiagermoplasma é uma das linhas de pesquisa que mais se beneficia
dodo uso disciplinado de métodos científicosuso disciplinado de métodos científicos, com amplo período de, com amplo período de
planejamento e intensa pesquisa preliminar.planejamento e intensa pesquisa preliminar.
Um Planejamento que requer o uso dos mais modernos Sistemas de
Informação Geográfica, conhecimentos profundos de taxonomia,
fitogeografia, ecologia, e modo de reprodução das espécies-alvo, por
parte dos componentes da equipe.
Um Planejamento que requer o uso dos mais modernos Sistemas de
Informação Geográfica, conhecimentos profundos de taxonomia,
fitogeografia, ecologia, e modo de reprodução das espécies-alvo, por
parte dos componentes da equipe.
PRIORIDADES DE COLETAPRIORIDADES DE COLETA
1.1. resgate da cultivaresresgate da cultivares que estão sendo substituídas por outras de maiorque estão sendo substituídas por outras de maior
potencial;potencial;
2.2. resgate de raças locais (landraces)resgate de raças locais (landraces) pelo seu alto valor adaptativo às condiçõespelo seu alto valor adaptativo às condições
ambientais específicas;ambientais específicas;
3.3. resgate de plantas em áreas sujeitas a mudanças severasresgate de plantas em áreas sujeitas a mudanças severas em função deem função de
alterações drásticas no ambiente, como hidrelétricas, ferrovias, rodovias,alterações drásticas no ambiente, como hidrelétricas, ferrovias, rodovias,
Eduardo Lheras PérezEduardo Lheras Pérez,
1988
• A origem da palavra arqueologia vem do grego archaîos
(antigo) + logos (estudo). Aqui considera-se a coleta para
fins de estudo do passado agrícola e de seus povos (Fabio
O. Freitas, 2008).
• Há informações de que sementes de Sorgo de mais de
6.000 anos – pirâmides do Egito – que germinaram, de
Lotus, com 1.280 anos – lago da China. Assim, estando
funcionais podem ser considerados como recursos
genéticos (Royal Botanical Gardens, 2003).
• A origem da palavra arqueologia vem do grego archaîos
(antigo) + logos (estudo). Aqui considera-se a coleta para
fins de estudo do passado agrícola e de seus povos (Fabio
O. Freitas, 2008).
• Há informações de que sementes de Sorgo de mais de
6.000 anos – pirâmides do Egito – que germinaram, de
Lotus, com 1.280 anos – lago da China. Assim, estando
funcionais podem ser considerados como recursos
genéticos (Royal Botanical Gardens, 2003).
ETNOBOTÂNICA EM RFGETNOBOTÂNICA EM RFG
• É a percepção sobre RFG daÉ a percepção sobre RFG da etnia detentora do germoplasmaetnia detentora do germoplasma,,
combinada com a percepção do pesquisador estranho à cultura.combinada com a percepção do pesquisador estranho à cultura.
• Isto envolve oIsto envolve o estudo das sociedadesestudo das sociedades humanas e todos tipos dehumanas e todos tipos de
inter-relaçõesinter-relações ecológicas, evolucionárias, de um determinadoecológicas, evolucionárias, de um determinado
germoplasma, sobre a ótica do conhecimento da academia.germoplasma, sobre a ótica do conhecimento da academia.
• PermitePermite conservar e utilizarconservar e utilizar recursos genéticos, considerando orecursos genéticos, considerando o
conhecimento tradicionalconhecimento tradicional do povo detentor.do povo detentor.
• É a percepção sobre RFG daÉ a percepção sobre RFG da etnia detentora do germoplasmaetnia detentora do germoplasma,,
combinada com a percepção do pesquisador estranho à cultura.combinada com a percepção do pesquisador estranho à cultura.
• Isto envolve oIsto envolve o estudo das sociedadesestudo das sociedades humanas e todos tipos dehumanas e todos tipos de
inter-relaçõesinter-relações ecológicas, evolucionárias, de um determinadoecológicas, evolucionárias, de um determinado
germoplasma, sobre a ótica do conhecimento da academia.germoplasma, sobre a ótica do conhecimento da academia.
• PermitePermite conservar e utilizarconservar e utilizar recursos genéticos, considerando orecursos genéticos, considerando o
conhecimento tradicionalconhecimento tradicional do povo detentor.do povo detentor.
FATORES A SEREM
CONSIDERADOS
• PRIORIDADESPRIORIDADES:: Se é cultivado no país; qual a importância atual; se pode terSe é cultivado no país; qual a importância atual; se pode ter
uso imediato; se sofre erosão genética;uso imediato; se sofre erosão genética;
• BIOLOGIABIOLOGIA:: qual o ciclo de vida; qual a época de reprodução, se é autógamaqual o ciclo de vida; qual a época de reprodução, se é autógama
ou alógama;ou alógama;
• LOCALLOCAL:: se ha facilidade de acesso; se dispõe de equipamento adequado; se nase ha facilidade de acesso; se dispõe de equipamento adequado; se na
época há disponibilidade de sementes;época há disponibilidade de sementes;
• ARMAZENAMENTO:ARMAZENAMENTO: Ortodoxa ou recalcitranteOrtodoxa ou recalcitrante;;
• REGENERAÇÃOREGENERAÇÃO:: Quais as dificuldades e facilidades de cultivo, reproduçãoQuais as dificuldades e facilidades de cultivo, reprodução
do habitat.do habitat.
EQUIPAMENTO
• GPS
• Altímetro e Bússola
• Binóculos
• Câmara fotográfica
• Gravador
• Higrômetro e Termômetro
• Termômetro de máxima e mínima
• Geladeira portátil
• Gerador e Aquecedor elétrico
MATERIAL
• Fichas de coleta
• Sacos plásticos, de papel,
de tela, de diferentes
tamanhos
• Etiquetas adesivas e de
amarrar
• Marcadores de tinta
indelével e de cera.
• Garrafas pet
• Cordões
• Tesouras
• Grampeador
• Lápis e borracha
• Pás, Enxadão
• Tesoura de poda
• Facão e canivete
• Prensa e Jornais
• Cartolinas e corrugados
• Formol para suculentas
• Mesa de secagem
completa
FICHA DE CAMPO
CATEGORIAS DE RECURSOS FITOGENÉTICOS
DIVERSIDADE GLOBAL
• Existem cerca de 500 mil spp. de plantas superiores;
• Destas 500 mil, 250 mil foram identificadas ou descritas;
• Destas 250 mil, 30 mil são comestíveis;
• Destas 30mil, 7 mil foram cultivadas
• Destas 7 mil, cerca de 300 spp. continuam sendo cultivadas;
• Destas 300 espécies, somente 15 spp. constituem 90% de toda alimentam o
mundo [frutíferas (banana e coco), cereais (arroz, trigo, milho, sorgo e
cevada); raízes e tubérculos (batata, batata-doce e mandioca); oleaginosas
(amendoim, feijão e soja) plantas açucareiras (cana-de-açúcar e beterraba)].
• Destas 15 spp., 3 spp. de cereais são responsáveis por mais de 50% do consumo
mundial: Arroz (23%), Trigo (23%) e Milho (7%).
• Existem cerca de 500 mil spp. de plantas superiores;
• Destas 500 mil, 250 mil foram identificadas ou descritas;
• Destas 250 mil, 30 mil são comestíveis;
• Destas 30mil, 7 mil foram cultivadas
• Destas 7 mil, cerca de 300 spp. continuam sendo cultivadas;
• Destas 300 espécies, somente 15 spp. constituem 90% de toda alimentam o
mundo [frutíferas (banana e coco), cereais (arroz, trigo, milho, sorgo e
cevada); raízes e tubérculos (batata, batata-doce e mandioca); oleaginosas
(amendoim, feijão e soja) plantas açucareiras (cana-de-açúcar e beterraba)].
• Destas 15 spp., 3 spp. de cereais são responsáveis por mais de 50% do consumo
mundial: Arroz (23%), Trigo (23%) e Milho (7%).
Amorphophallus titanum
Conseqüências: Uma delas seria a drástica redução da
biodiversidade, especialmente da região do Semi-árido do Nordeste
do Brasil, prevendo-se a sua transformação em deserto.
Ação dos Pesquisadores: Disponibilizar culturas alternativas e
cultivares elite adaptadas às novas condições edáfo-climáticas.
Conseqüências: Uma delas seria a drástica redução da
biodiversidade, especialmente da região do Semi-árido do Nordeste
do Brasil, prevendo-se a sua transformação em deserto.
Ação dos Pesquisadores: Disponibilizar culturas alternativas e
cultivares elite adaptadas às novas condições edáfo-climáticas.
Significa: queda substancial no rendimento da lavoura
devido a estreita base genética das cultivares, ao uso de
monocultura, e à predisposição a fatores bióticos e abióticos.
Significa: queda substancial no rendimento da lavoura
devido a estreita base genética das cultivares, ao uso de
monocultura, e à predisposição a fatores bióticos e abióticos.
•Prevê-se que até 2100 possa ocorrer um aumento de cerca de 4o
C.
ESPECIFICIDADES DAS COLETAS
• ESPECÍFICA: Busca por
germoplasma de determinadas
plantas, com potencial de resistência
a doenças ou outras características
de interesse do programa de
melhoramento.
• GENÉRICA: Busca por
germoplasma de culturas diversas,
de um determinado grupo
(frutíferas, forrageiras, medicinais,
• ESPECÍFICA: Busca por
germoplasma de determinadas
plantas, com potencial de resistência
a doenças ou outras características
de interesse do programa de
melhoramento.
• GENÉRICA: Busca por
germoplasma de culturas diversas,
de um determinado grupo
(frutíferas, forrageiras, medicinais,
ornamentais, etc.).
• NA NATUREZA: Busca por
germoplasma nativo para a inclusão
nos bancos ativos de germoplasma.
• COM COMUNIDADES: Procura
por etnocultivares, raças locais,
espécies cultígens, junto a
agricultores bem como junto a
comunidades quilombolas e
indígenas.
• NA NATUREZA: Busca por
germoplasma nativo para a inclusão
nos bancos ativos de germoplasma.
• COM COMUNIDADES: Procura
por etnocultivares, raças locais,
espécies cultígens, junto a
agricultores bem como junto a
comunidades quilombolas e
indígenas.
TÉCNICAS DE COLETA
GERMOPLASMA COMGERMOPLASMA COM
MENOS DE 4 ALELOSMENOS DE 4 ALELOS
POR LOCUS:POR LOCUS:
• - Coleta-se em torno de- Coleta-se em torno de
20 genomas.20 genomas.
GERMOPLASMA COMGERMOPLASMA COM
MENOS DE 4 ALELOSMENOS DE 4 ALELOS
POR LOCUS:POR LOCUS:
• - Coleta-se em torno de- Coleta-se em torno de
20 genomas.20 genomas. GERMOPLASMA COMGERMOPLASMA COM
MAIS DE 4 ALELOS PORMAIS DE 4 ALELOS POR
LOCUS:LOCUS:
•- Coleta-se aleatoriamente:- Coleta-se aleatoriamente:
quando ha perda de alelosquando ha perda de alelos
raros;raros;
•- Coleta-se especificamente:- Coleta-se especificamente:
Quando os alelos têmQuando os alelos têm
expressão visível – populaçãoexpressão visível – população
artificial.artificial.
GERMOPLASMA COMGERMOPLASMA COM
MAIS DE 4 ALELOS PORMAIS DE 4 ALELOS POR
LOCUS:LOCUS:
•- Coleta-se aleatoriamente:- Coleta-se aleatoriamente:
quando ha perda de alelosquando ha perda de alelos
raros;raros;
•- Coleta-se especificamente:- Coleta-se especificamente:
Quando os alelos têmQuando os alelos têm
expressão visível – populaçãoexpressão visível – população
artificial.artificial.
ALPHONSE PYRAME DEALPHONSE PYRAME DE
CANDOLE 1808-1893CANDOLE 1808-1893
Identificou as origensIdentificou as origens
geográfica e de dispersãogeográfica e de dispersão
das plantas cultivadas, comdas plantas cultivadas, com
os seguintes critérios:os seguintes critérios:
1 – Onde as plantas vegetam
naturalmente;
2 – Fragmentos em construções
antigas;
3 – Documentos históricos;
4 – Linguística dos nomes das
plantas.
COLETA EM CENTROS DE ORIGEM
Nikolai Ivanovich VavilovNikolai Ivanovich Vavilov 1935
Jack R. Harlan (1917-1998)
J.G.HAWKESJ.G.HAWKES
1. Centros Nucleares: onde a agricultura se
iniciou;
2. Regiões de Diversidade: onde plantas
domesticadas se espalharam, a partir dos
centros nucleares;
3. Centros Secundários: poucas espécies. Ex: Nova
Guiné (cana-de-açúcar), Brasil (mandioca e
19691969
ONDE A AGRICULTURA SE ORIGINOU?ONDE A AGRICULTURA SE ORIGINOU?
Charles Roland Clement
• Centers of Diversity:
• 1.Northwestern Amazonia;
• 2. Central Amazonia;
• 3. Peru-Bolivia;
• 4. Colombia. Minor Centersof
Diversity:
• 5. Marajó Island;
• 6. Llanos de Mojos;
• 7. Middle Orinoco;
• 8. Guiana;
• 9.Peruvian Coast.
Regions of Diversity:
10. Mid-elevation Andean
Colombia-Ecuador-PeruBolivia;
11. Guaraní;
12. Amazon Estuary;
13. Solimões;
14. Upper Negro/Orinoco;
15. Upper Amazon;
16. Guianan Coast;
17. Northern Argentina;
18. Atlantic Forest;
19.Northeastern Brazilian Coast
GERMOPLASMA ALIMENTÍCIO - Brasil
• Espécies nativas domesticadas: abacaxi, amendoim forrageiro,
caju, guaraná, goiaba, graviola, jabuticaba, maracujá, pupunha,
seringueira, urucum, etc.
• Espécies nativas semi-domesticadas ou incipientemente
domesticadas: Araçá-boi, araçá-amarela, bacuri, baru, cacau,
cagaita, cajá, camu-camu, castanha-do-Brasil, caiaué, cubiu,
cupuaçú, feijoa, patauá, pera-do-cerrado, piqui, ingá-cipó, umbu,
etc.
• Espécies nativas não domesticadas: palmeiras, medicinais e
muitas outras frutíferas nativas (especialmente: Myrtaceae e
Sapotacee), e forrageiras, com potencial de uso agrícola, etc.
• Espécies introduzidas no passado: cucurbitáceas no Nordeste e
Sul, feijão fava, feijão caupi, tomate tipo cereja, etc.
• Espécies nativas domesticadas: abacaxi, amendoim forrageiro,
caju, guaraná, goiaba, graviola, jabuticaba, maracujá, pupunha,
seringueira, urucum, etc.
• Espécies nativas semi-domesticadas ou incipientemente
domesticadas: Araçá-boi, araçá-amarela, bacuri, baru, cacau,
cagaita, cajá, camu-camu, castanha-do-Brasil, caiaué, cubiu,
cupuaçú, feijoa, patauá, pera-do-cerrado, piqui, ingá-cipó, umbu,
etc.
• Espécies nativas não domesticadas: palmeiras, medicinais e
muitas outras frutíferas nativas (especialmente: Myrtaceae e
Sapotacee), e forrageiras, com potencial de uso agrícola, etc.
• Espécies introduzidas no passado: cucurbitáceas no Nordeste e
Sul, feijão fava, feijão caupi, tomate tipo cereja, etc.
INTERCÂMBIO DE
GERMOPLASMA
• Coleta
• Intercâmbio
• Quarentena
• Identificação
• Caracterização
• Conservação
• Educação
• Valoração
• Doc & Info
• Uso
INTRODUÇÃO DE PLANTAS
• A introdução de plantas constitui-se na transferência
ordenada e sistemática de germoplasma, para um novo
local, de acordo com a legislação vigente, a fim de
atender às necessidades do melhoramento genético e de
pesquisas correlatas (Giacometti, 1988).
• A introdução de plantas constitui-se na transferência
ordenada e sistemática de germoplasma, para um novo
local, de acordo com a legislação vigente, a fim de
atender às necessidades do melhoramento genético e de
pesquisas correlatas (Giacometti, 1988).
INTERCÂMBIO VEGETAL
Foi a atividade mais importante na implantação da
agricultura, nos primórdios da humanidade (10.000
anos).
Foi a atividade mais importante na implantação da
agricultura, nos primórdios da humanidade (10.000
anos).
No Brasil: os colonizadores nos impuseram seus
costumes alimentares e de uso diverso de espécies
exóticas, tornando-nos fortemente dependentes de
recursos fitogenéticos exóticos.
• A busca por culturas alternativas, bem como por
germoplasma com fenótipos diferenciados, com alta
produtividade, resistência a pragas e a fatores adversos.
• A busca por culturas alternativas, bem como por
germoplasma com fenótipos diferenciados, com alta
produtividade, resistência a pragas e a fatores adversos.
OBJETIVOS DA
INTRODUÇÃO
Navarro de Andrade
“Pai do Reflorestamento”
CUIDADOS COM A VARIABILIDADE
• Tratando-se de variabilidade, há que se tomar
cuidado com a representatividade genética da
amostra introduzida.
• Assim, quando se trata de introdução, há uma
preocupação quanto ao problema de
amostragem e /ou de tamanho efetivo
populacional.
FLUXOGRAMA DA INTRODUÇÃO
FICHA DE INTRODUÇÃO
LEGISLAÇÃO
• Decreto-lei nº 24.114, de 12 de abril de 1934 +,
legisla sobre importação e quarentena.
• PORTARIAS:
• A Portaria n.º 437, de 25 de novembro de 1985,
regula as importações de sementes e/ou mudas
para o comércio.
• A Portaria n.º 93, de 14 de abril de 1989 trata da
exportação de vegetais para o comércio
• A Portaria nº 148, de 15 de junho de 1992, regula
o intercâmbio e os procedimentos quarentenários
de vegetais e de solo para pesquisa.
• Decreto-lei nº 24.114, de 12 de abril de 1934 +,
legisla sobre importação e quarentena.
• PORTARIAS:
• A Portaria n.º 437, de 25 de novembro de 1985,
regula as importações de sementes e/ou mudas
para o comércio.
• A Portaria n.º 93, de 14 de abril de 1989 trata da
exportação de vegetais para o comércio
• A Portaria nº 148, de 15 de junho de 1992, regula
o intercâmbio e os procedimentos quarentenários
de vegetais e de solo para pesquisa.
INSTITUTOS INTERNACIONAIS
REDES DE RECURSOS
FITOGENÉTICOS NA AMÉRICA
• REDARFIT = Rede Andina de Recursos Fitogenéticos (Bolívia,
Colômbia, Equador, Peru e Venezuela).
• REMERFI = Rede Mesoamericana de Recursos Fitogenéticos (Costa
Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua e
Panamá).
• TROPIGEN = Rede Amazônica de Recursos Fitogenéticos (Bolívia,
Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela).
• RESURGEN = Rede de Recursos Genéticos do PROCISUR
(Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai).
• CAPGERNet = Rede de Recursos Fitogenéticos do Caribe (Antigua,
Barbados, Belice, Cuba, R.Dominicana, Granada, Guadalupe, Guiana,
Haiti, Ilhas Virgens Britânicas, Jamaica, São Cristóvão, Nevis, Santa
Lúcia, Trinidade e Tobago).
• NORGEN = Rede Norte-americana de Recursos Fitogenéticos
(Canadá, USA e México).
JARDINS BOTÂNICOS
BAGs EX SITU
SISTEMA NACIONAL DE CURADORIDAS DE
GERMOPLASMA
SISTEMA DE CURADORIAS
• CASTANHA DO PARÁ – BOLÍVIA
• CUMARU – ALEMANHA
• PAU ROSA – EUROPA E USA
• GUARANÁ – EUROPA
• IPECACUANHA – EUROPA
• IPÊ ROXO, CHAPÉU DE COURO – JAPÃO,
CORÉIA
GERMOPLASMA NATIVOGERMOPLASMA NATIVO
EXPORTADOEXPORTADO
GERMOPLASMA EXÓTICOGERMOPLASMA EXÓTICO
EXPORTADOEXPORTADO
• LIMÕES, MAÇÃS, UVAS, BANANA,
• MANGA, MELÃO, CAFÉ –EUROPA
• CRAVO DA ÍNDIA – ÍNDIA E EUROPA
EXPORTAÇÃOEXPORTAÇÃO
• MandiocaMandioca (80 países)(80 países)
• StylosanthesStylosanthes spp.spp. (Austrália)(Austrália)
• Arachis pintoiArachis pintoi (Australia, Peru)(Australia, Peru)
• SeringueiraSeringueira (Malásia - Ásia)(Malásia - Ásia)
INSPEÇÃO DE EXPORTAÇÃO
• A inspeção no germoplasma a ser exportado é umaA inspeção no germoplasma a ser exportado é uma
obrigação do responsável pelo intercâmbio, devendoobrigação do responsável pelo intercâmbio, devendo
conter material selecionado e sem pragas;conter material selecionado e sem pragas;
• O exportador deve solicitar do importador a relação dasO exportador deve solicitar do importador a relação das
exigências fitossanitárias do país que vai receber oexigências fitossanitárias do país que vai receber o
material;material;
• Deve, ainda, preparar o material, colocando-o numaDeve, ainda, preparar o material, colocando-o numa
embalagem adequada para a preservação doembalagem adequada para a preservação do
germoplasma durante o seu transporte.germoplasma durante o seu transporte.
• Deve obter Laudo de Isenção de pragas, de LaboratórioDeve obter Laudo de Isenção de pragas, de Laboratório
Credenciado, atendendo a isenção de pragas solicitadasCredenciado, atendendo a isenção de pragas solicitadas
pelo importador.pelo importador.
EXPORTAÇÃO:
1. Certificado Fitossanitário do Brasil;
2. Import Permit, do país importador (Permit Label);
3. Pedido de Autorização de Exportação;
4. Requerimento de Fiscalização de Produtos Agropecuários.
BIOPIRATARIABIOPIRATARIA
Atividades em Recursos
Fitogenéticos
• Coleta
• Intercâmbio
• Quarentena
• Identificação
• Caracterização
• Conservação
• Educação
• Valoração
• Doc & Info
• Uso
SGS
PRAGA QUARENTENÁRIA
• É qualquer espécie, raça ou biotipo de vegetal, animal ou agente
patogênico nocivo a vegetais ou a produtos vegetais, ausente no país
(A1) ou, se presente, não amplamente distribuída e sob controle
oficial (A2).
DILEMA DO INTRODUTOR
• O dilema de quem trabalha com recursos genéticos éO dilema de quem trabalha com recursos genéticos é
ter que imaginar como se tivesse que seguir oter que imaginar como se tivesse que seguir o
movimento de umamovimento de uma balançabalança, tendo de um lado o, tendo de um lado o
benefíciobenefício dodo acessoacesso para a agricultura e do outro opara a agricultura e do outro o
potencialpotencial prejuízoprejuízo dada pragapraga poderá causar àpoderá causar à
agricultura do país, para enfim tomar a decisão deagricultura do país, para enfim tomar a decisão de
concretizar a importação.concretizar a importação.
• O dilema de quem trabalha com recursos genéticos éO dilema de quem trabalha com recursos genéticos é
ter que imaginar como se tivesse que seguir oter que imaginar como se tivesse que seguir o
movimento de umamovimento de uma balançabalança, tendo de um lado o, tendo de um lado o
benefíciobenefício dodo acessoacesso para a agricultura e do outro opara a agricultura e do outro o
potencialpotencial prejuízoprejuízo dada pragapraga poderá causar àpoderá causar à
agricultura do país, para enfim tomar a decisão deagricultura do país, para enfim tomar a decisão de
concretizar a importação.concretizar a importação.
OriginalmenteOriginalmente: Período de 40 dias de isolamento: Período de 40 dias de isolamento
dos navios, quando provenientes de paísesdos navios, quando provenientes de países
contaminados por doenças epidêmicascontaminados por doenças epidêmicas
(Kahn,1989).(Kahn,1989).
Período de tempoPeríodo de tempo de inspeção fitossanitária, dependente dode inspeção fitossanitária, dependente do
ciclo da plantaciclo da planta introduzidaintroduzida e doe do ciclo da pragaciclo da praga quarentenáriaquarentenária
da espécie vegetal, em que as plantas permanecemda espécie vegetal, em que as plantas permanecem isoladasisoladas,,
em observaçãoem observação ee tratamentotratamento..
HISTÓRICO
• Do que se tem notícia a primeira quarentena oficial no mundo foiDo que se tem notícia a primeira quarentena oficial no mundo foi
executada na França, emexecutada na França, em 16601660..
• No Brasil, emNo Brasil, em 1934,1934, autorizou-se, como primeiras instituições, oautorizou-se, como primeiras instituições, o
IAC e a ESALQIAC e a ESALQ a realizar o intercâmbio e a quarentena dea realizar o intercâmbio e a quarentena de
plantas.plantas.
• 43 anos depois, em43 anos depois, em 19771977, autorizou-se a, autorizou-se a Embrapa/CenargenEmbrapa/Cenargen aa
realizar a quarentena no plano Federal.realizar a quarentena no plano Federal.
TRATAMENTO/RISCO
INSPEÇÃO PÓS-
PLANTIO
3 meses = anuais
6 meses = perenes
1 mês
a) Deferimento do pedido de importação
b) Termo de Fiscalização
c) A Prescrição de Quarentena;
d) Checagem do aceite
e) É dado um número de controle
f) Emitido um aviso ao importador
a) Abertura sala
especial
b) Check list
a) (I) No
. IAC
b) No
. ano de
chegada no quar.
c) Cadastro
Intranet Germo
+ de 100 acessos
amostras compostas (bulk) a
cada 10 acessos
a) Nematóides, Insetos,
Ácaros, Patologia de
Sementes, Plantas
daninhas.
b) Bol. Análise
c) CF: Fiel depositário
d) Expurgo do material
a) Preparo do solo
b) Identificação dos vasos
a) Fungos de plantas, Virus,
insetos, Ácaros e
Bactérias
a) Folhas expandidas
b) Boletim deAnálises:
metodologia empregada e
resultado obtido, observações,
e recomendações; .
a) Plantas: incineradas.
b) Substratos:Fosfina.
c) Vasos: Hipoclorito de
Sódio a 2,4%.
d) Salas: Piretrinas e/ou
Piretroides.
a) Laudo de Inspeção:
Após liberação dada
pelos especialistas.
b) Laudo de Eliminação:
Emitido, em conjunto
com o LI.
FIM
a) Recepção do pedido e emissão de
aceite da quarentena
b) Emissão do aceite pelo IAC
c) Pedido de importação pela empresa
a) Comunicação ao importador
b) Retirada da câmara fria
c) Juntada dos documentos
ESTAÇÃO
QUARENTENÁRIA
FALHAS QUARENTENÁRIAS
CAFÉCAFÉ: A ferrugem do cafeeiro, causada pelo: A ferrugem do cafeeiro, causada pelo
fungofungo Hemileia vastatrixHemileia vastatrix, teve tamanho impacto, teve tamanho impacto
sobre a cultura que mudou o hábito de tomarsobre a cultura que mudou o hábito de tomar
café dos burgueses britânicos que viviam nacafé dos burgueses britânicos que viviam na
antiga colônia do Ceylão que passaram para oantiga colônia do Ceylão que passaram para o
famoso chá das 11 horas. No Brasil passou afamoso chá das 11 horas. No Brasil passou a
ser substituído por culturas anuais;ser substituído por culturas anuais;
SERINGUEIRASERINGUEIRA: A falência do projeto: A falência do projeto
Fordlandia, no Pará - BR, devido ao fungoFordlandia, no Pará - BR, devido ao fungo
Microcyclus uleiMicrocyclus ulei (mal das folhas);(mal das folhas);
BATATABATATA: Na Irlanda, em 1846. O fungo: Na Irlanda, em 1846. O fungo
Phytophthora infestansPhytophthora infestans (requeima da batata)(requeima da batata)
destruiu as plantações, causando a morte pordestruiu as plantações, causando a morte por
inanição de 1,5 milhão de pessoas.inanição de 1,5 milhão de pessoas.
ARROZ:ARROZ: Em Bengala, em 1943. O fungoEm Bengala, em 1943. O fungo
Helminthosporium oryzaeHelminthosporium oryzae (mancha-parda do(mancha-parda do
arroz) provocou a “fome de Bengala”, comarroz) provocou a “fome de Bengala”, com
mais de 2 milhões de pessoas mortas pela fomemais de 2 milhões de pessoas mortas pela fome..
QUARENTENA
• A Brasil, em seu Complexo de Quarentenários, já
impediu a entrada e possível estabelecimento no
país de centenas de pragas exóticas.
• A Brasil, em seu Complexo de Quarentenários, já
impediu a entrada e possível estabelecimento no
país de centenas de pragas exóticas.
IDENTIFICAÇÃO TAXONÔMICA
ANTONIO KRAPOVICKASANTONIO KRAPOVICKAS (IBONE)
• Coleta
• Intercâmbio
• Quarentena
• Identificação
• Caracterização
• Conservação
• Educação
• Valoração
• Doc & Info
• Uso
Classificou as plantas em: árvores, arbustos,
subarbustos e ervas. Ainda separou-as em anuais,
bienais e perenes. Também distinguiu as
inflorescências centrípetas (indefinidas) e
centrífugas (definidas). Reconhecendo os ovários
quanto à sua posição, e as corolas entre
gamopétalas e polipétalas.
Classificou as plantas em: árvores, arbustos,
subarbustos e ervas. Ainda separou-as em anuais,
bienais e perenes. Também distinguiu as
inflorescências centrípetas (indefinidas) e
centrífugas (definidas). Reconhecendo os ovários
quanto à sua posição, e as corolas entre
gamopétalas e polipétalas.
TEOFRASTO DE ÉRESO (-371/287a.C.)
CAROLUS LINNAEUSCAROLUS LINNAEUS (1707-1778)
• CULTIVARCULTIVAR<<VARIEDADEVARIEDADE<<ESPÉCIEESPÉCIE<<GÊNEROGÊNERO<<FAMÍLIAFAMÍLIA<<ORDEMORDEM<<CLASSECLASSE<<FILOFILO<<REINOREINO• CULTIVARCULTIVAR<<VARIEDADEVARIEDADE<<ESPÉCIEESPÉCIE<<GÊNEROGÊNERO<<FAMÍLIAFAMÍLIA<<ORDEMORDEM<<CLASSECLASSE<<FILOFILO<<REINOREINO
CARL VON LINNÉ
Designação Binomial: 1.Designação Binomial: 1.Epíteto GenéricoEpíteto Genérico - Substantivo, maiúscula,- Substantivo, maiúscula,
itálico. (Ex: “amendoim” =itálico. (Ex: “amendoim” = ArachisArachis);); 2.2.Epíteto EspecíficoEpíteto Específico - Adjetivo,- Adjetivo,
minúscula,itálico (Ex:minúscula,itálico (Ex: A.A. hypogaeahypogaea) ou) ou exceto homenagemexceto homenagem. (Ex:. (Ex: A.A.
DardaniiDardanii ouou A.A. dardaniidardanii),), ++ ClassificadorClassificador [Ex:[Ex: L.L. ] = Carolus] = Carolus
Linaeus, emLinaeus, em Arachis hypogaeaArachis hypogaea L., sem itálico.L., sem itálico.
Designação Binomial: 1.Designação Binomial: 1.Epíteto GenéricoEpíteto Genérico - Substantivo, maiúscula,- Substantivo, maiúscula,
itálico. (Ex: “amendoim” =itálico. (Ex: “amendoim” = ArachisArachis);); 2.2.Epíteto EspecíficoEpíteto Específico - Adjetivo,- Adjetivo,
minúscula,itálico (Ex:minúscula,itálico (Ex: A.A. hypogaeahypogaea) ou) ou exceto homenagemexceto homenagem. (Ex:. (Ex: A.A.
DardaniiDardanii ouou A.A. dardaniidardanii),), ++ ClassificadorClassificador [Ex:[Ex: L.L. ] = Carolus] = Carolus
Linaeus, emLinaeus, em Arachis hypogaeaArachis hypogaea L., sem itálico.L., sem itálico.
CÓDIGO INTERNACIONAL DECÓDIGO INTERNACIONAL DE
NOMENCLATURA BOTÂNICANOMENCLATURA BOTÂNICA
•FAMÍLIA:FAMÍLIA: Conjunto deConjunto de gênerosgêneros afins, isto é, muito próximos ouafins, isto é, muito próximos ou
parecidos; (Terminaçãoparecidos; (Terminação ACEAEACEAE, Ex: Fab, Ex: Fabaceaeaceae););
•GÊNERO:GÊNERO: Conjunto deConjunto de espéciesespécies que apresentam semelhanças,que apresentam semelhanças,
embora não sejam idênticas;embora não sejam idênticas;
•ESPÉCIE:ESPÉCIE: Conjunto deConjunto de indivíduosindivíduos com profundas semelhançascom profundas semelhanças
entre si (morfológicas, bioquímicas e cariótipo), com capacidade deentre si (morfológicas, bioquímicas e cariótipo), com capacidade de
se cruzarem naturalmente, originando descendentes férteis;se cruzarem naturalmente, originando descendentes férteis;
NOMEN CONSERVANDUMNOMEN CONSERVANDUM
PalmaePalmae == ArecaceaeArecaceae
GraminaeGraminae == PoaceaePoaceae
CruciferaeCruciferae == BrassicaceaeBrassicaceae
LeguminosaeLeguminosae == FabaceaeFabaceae
GuttiferaeGuttiferae == ClusiaceaeClusiaceae
UmbelliferaeUmbelliferae == ApiaceaeApiaceae
LabiataeLabiatae == LamiaceaeLamiaceae
CompositaeCompositae == AsteraceaeAsteraceae
PalmaePalmae == ArecaceaeArecaceae
GraminaeGraminae == PoaceaePoaceae
CruciferaeCruciferae == BrassicaceaeBrassicaceae
LeguminosaeLeguminosae == FabaceaeFabaceae
GuttiferaeGuttiferae == ClusiaceaeClusiaceae
UmbelliferaeUmbelliferae == ApiaceaeApiaceae
LabiataeLabiatae == LamiaceaeLamiaceae
CompositaeCompositae == AsteraceaeAsteraceae
Para algumas famílias dePara algumas famílias de
plantas, é permitido o usoplantas, é permitido o uso
de algunsde alguns nomesnomes
conservadosconservados, devido a, devido a
sua utilizaçãosua utilização
generalizada, ao longogeneralizada, ao longo
dos tempos:dos tempos:
FAMÍLIAS
AGRÍCOLAS
EUPHORBIACEAE:EUPHORBIACEAE: Família daFamília da
Seringueira, Mamona, Mandioca,Seringueira, Mamona, Mandioca,
Pinhão manso, etc.Pinhão manso, etc.
POACEAE:POACEAE: A de maior importânciaA de maior importância
alimentícia do mundo, compreendendo oalimentícia do mundo, compreendendo o
bambú, cana-de-açúcar, grama, etc.bambú, cana-de-açúcar, grama, etc.
RUBIACEAE:RUBIACEAE: É uma famíliaÉ uma família
cosmopolita, com 13.000 espécies como:cosmopolita, com 13.000 espécies como:
café, quineira, jenipapo,café, quineira, jenipapo, Psycothria viridis,Psycothria viridis,
Banisteriopsis caapiBanisteriopsis caapi, etc., etc.
RUTACEAE:RUTACEAE: Com 2.000 espécies, comoCom 2.000 espécies, como
do Citros – laranja, tangerina, limão, ...,do Citros – laranja, tangerina, limão, ...,
pau-marfin, jaborandi, etc.pau-marfin, jaborandi, etc.
MYRTACEAE:MYRTACEAE: É a família do jambo,É a família do jambo,
pitanga, goiaba, araçá, jabuticaba,pitanga, goiaba, araçá, jabuticaba,
cambuí, Eucalipto.cambuí, Eucalipto.
FABACEAE:FABACEAE: Família das leguminosasFamília das leguminosas
como o amendoim (silvestres), sojacomo o amendoim (silvestres), soja
perene, kudzu tropical, flanboaiant, pataperene, kudzu tropical, flanboaiant, pata
de vaca, etc.de vaca, etc.
EUPHORBIACEAE:EUPHORBIACEAE: Família daFamília da
Seringueira, Mamona, Mandioca,Seringueira, Mamona, Mandioca,
Pinhão manso, etc.Pinhão manso, etc.
POACEAE:POACEAE: A de maior importânciaA de maior importância
alimentícia do mundo, compreendendo oalimentícia do mundo, compreendendo o
bambú, cana-de-açúcar, grama, etc.bambú, cana-de-açúcar, grama, etc.
RUBIACEAE:RUBIACEAE: É uma famíliaÉ uma família
cosmopolita, com 13.000 espécies como:cosmopolita, com 13.000 espécies como:
café, quineira, jenipapo,café, quineira, jenipapo, Psycothria viridis,Psycothria viridis,
Banisteriopsis caapiBanisteriopsis caapi, etc., etc.
RUTACEAE:RUTACEAE: Com 2.000 espécies, comoCom 2.000 espécies, como
do Citros – laranja, tangerina, limão, ...,do Citros – laranja, tangerina, limão, ...,
pau-marfin, jaborandi, etc.pau-marfin, jaborandi, etc.
MYRTACEAE:MYRTACEAE: É a família do jambo,É a família do jambo,
pitanga, goiaba, araçá, jabuticaba,pitanga, goiaba, araçá, jabuticaba,
cambuí, Eucalipto.cambuí, Eucalipto.
FABACEAE:FABACEAE: Família das leguminosasFamília das leguminosas
como o amendoim (silvestres), sojacomo o amendoim (silvestres), soja
perene, kudzu tropical, flanboaiant, pataperene, kudzu tropical, flanboaiant, pata
de vaca, etc.de vaca, etc.
Ex.: Coffea arabica ‘Catimor,’ ou Coffea arabica cv. Catimor, ou Coffea
arabica cultivar Catimor.
Ex.: Coffea arabica ‘Catimor,’ ou Coffea arabica cv. Catimor, ou Coffea
arabica cultivar Catimor.
CULTIVAR: É um conjunto de indivíduos distintos dos demais por
qualquer característica (morfológica, fisiológica, citológica,
química, agronômica, etc.) que se mantenha através de reprodução
(sexuada ou assexuada) e que possua características agrícolas
interessantes como boa produção, e resistência às intempéries
(pragas, vento, acidez do solo, seca,...).
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Aula Manejo de Recursos Fitogenéticos - PARTE 1

  • 1. PqC VI, Dr. Renato Ferraz de Arruda Veiga 2016 – renatofav53@gmail.com AMGAMG 009009
  • 3. INTRODUÇÃO AO TEMAINTRODUÇÃO AO TEMA Manejo de RFGManejo de RFG mais é que amais é que a tomada de decisõestomada de decisões nana açãoação dede manusearmanusear oo germoplasma, emgermoplasma, em diferentesdiferentes atividadesatividades.. https://issuu.com/recursosgeneticos/docs/revista_rgnews_vol.1_2015https://issuu.com/recursosgeneticos/docs/revista_rgnews_vol.1_2015
  • 4. • As plantas são organismos vivos “inteligentes – com capacidade de resolver problemas”, que “se movem – tanto na superfície como abaixo da terra”, “sentem dor - exalam gazes ao serem feridas e “ouvem – estimulam-se com sons e impactos”, tem “memória - sensitivas” e “tomam decisões – ex: dormência”, em um tempo próprio, desde a germinação até a sua morte; são seres “sociais”, pois “têm família” e “amigos/inimigos - alelopatia”, que “se reconhecem”, e “se adaptam” ao meio ambiente;
  • 5. Ásia ChinaChina ÍndiaÍndia MalásiaMalásia IndonésiaIndonésia MEGABIODIVERSIDADE O Brasil está no topo da lista como o país de maior biodiversidade do planeta. África ZaireZaire MadagascarMadagascar QuêniaQuênia Oceania AustráliaAustrália América latina BrasilBrasil BolíviaBolívia ColômbiaColômbia EquadorEquador MéxicoMéxico PerúPerú VenezuelaVenezuela
  • 6. A Agricultura e a Pecuária se iniciaram com a domesticação de animais e plantas, provavelmente há cerca de 9 - 12 mil anos atrás, quando nossos antepassados deixaram gradualmente o costume nômade de caçador-coletor e passaram a se dedicar ao cultivo e criação, ao se fixarem por períodos mais longos em determinados territórios.
  • 7. INÍCIO DA AGRICULTURA Acredita-se que aAcredita-se que a origem da agriculturaorigem da agricultura tenha ocorrido independentemente em 3tenha ocorrido independentemente em 3 regiões distintas: naregiões distintas: na MesopotâmiaMesopotâmia (cultura Natufiana), no leste da(cultura Natufiana), no leste da ÁsiaÁsia (chineses), e(chineses), e nana América CentralAmérica Central (culturas pré-colombianas).(culturas pré-colombianas).
  • 8. ALPHONSE LOUIS PIERRE PYRAMUS DE CANDOLLEALPHONSE LOUIS PIERRE PYRAMUS DE CANDOLLE Foi o primeiro cientista a reconhecer que as informações botânicas, geográficas e arqueológicas deveriam ser integradas, para uma melhor compreensão da origem da Foi o primeiro cientista a reconhecer que as informações botânicas, geográficas e arqueológicas deveriam ser integradas, para uma melhor compreensão da origem da agricultura (Origin of Cultivated Plants, de 1883). ORIGEM DAS PLANTAS CULTIVADAS FITOGEOGRAFIA
  • 9. • Segundo Warwick Estevan KerrWarwick Estevan Kerr et al. (1986), os índios estão na Amazônia há mais de 10.000 anos e, neste período, domesticaram todas plantas que hoje conhecemos do Brasil. Sabe-se que a agricultura foi praticada pelos indígenas no Brasil,Sabe-se que a agricultura foi praticada pelos indígenas no Brasil, com:com: amendoim, batata-doce, mandioca, milho, e tabaco,amendoim, batata-doce, mandioca, milho, e tabaco, além dealém de praticarem o extrativismo com:praticarem o extrativismo com: babaçu, caju, cajá, goiabababaçu, caju, cajá, goiaba,, jabuticaba, pequi,jabuticaba, pequi, entre outras.entre outras. Segundo Jack R. HarlanJack R. Harlan, 1992 - a domesticação é um processo evolutivo das plantas operado sob a influência do homem.
  • 10. 1.1. perda da dispersão natural das sementesperda da dispersão natural das sementes, fazendo com que os grãos, por exemplo,, fazendo com que os grãos, por exemplo, permanecessem presos à espiga, facilitando a colheita;permanecessem presos à espiga, facilitando a colheita; 2.2. perda da dormência das sementes,perda da dormência das sementes, fazendo com que todas germinem ao mesmo tempofazendo com que todas germinem ao mesmo tempo com uniformidade;com uniformidade; 3.3. eliminação ou redução de substâncias químicas,eliminação ou redução de substâncias químicas, como as amargas e tóxicas ao homem ecomo as amargas e tóxicas ao homem e animais;animais; 4.4. eliminação ou redução de mecanismos de proteção das plantaseliminação ou redução de mecanismos de proteção das plantas às intempéries (espinhos,às intempéries (espinhos, aristas etc.);aristas etc.); 5. mudança da reprodução5. mudança da reprodução alogâmica (cruzamentos) para a autogâmica (auto-fecundação);alogâmica (cruzamentos) para a autogâmica (auto-fecundação); 6.6. mudança do ciclo de vidamudança do ciclo de vida perene para anual, o que aumentou a produtividade por área;perene para anual, o que aumentou a produtividade por área; 7. mudança de plantas dióicas7. mudança de plantas dióicas (plantas masculinas e plantas femininas) para monóicas, ou(plantas masculinas e plantas femininas) para monóicas, ou hermafroditas (os dois sexos na mesma planta) evitando, assim, plantas masculinashermafroditas (os dois sexos na mesma planta) evitando, assim, plantas masculinas improdutivasimprodutivas;; 8.8. aumento do tamanhoaumento do tamanho dos frutos, dos grãos e da produtividade em geral, além dedos frutos, dos grãos e da produtividade em geral, além de inúmeros caracteres como qualidade, sabor etc.inúmeros caracteres como qualidade, sabor etc. 9.9. aumento da vulnerabilidadeaumento da vulnerabilidade quanto às enfermidades causadas por microorganismos, emquanto às enfermidades causadas por microorganismos, em especial fungos e bactérias.especial fungos e bactérias. 1010.. diminuição da base genéticadiminuição da base genética quanto mais cruzamentos maior a perda da base genéticaquanto mais cruzamentos maior a perda da base genética das plantas.das plantas.
  • 11. PIONEIROS DA GENÉTICA NO BRASIL Três baluartes que, na década de 30, além de trabalhar em Genética Fundamental e Aplicada, também se preocupavam e formar discípulos. Friedrich Gustav Brieger, em Piracicaba, na ESALQ. André Dreyfus, em São Paulo, no Departamento de Biologia Geral. Carlos Arnaldo Krug, em Campinas, chefe da Seção de Genética do IAC, que criou e começou a implantar métodos de Genética de Melhoramento, quer dizer, o Melhoramento com base científica.
  • 12. Segundo Ernesto PaternianiErnesto Paterniani (1979), o aumento da produção de alimentos se consegue pelos seguintes meios convencionais: a) aumento da área cultivada, b) emprego de melhores técnicas agronômicas, c) melhoramento genético. Segundo Ernesto PaternianiErnesto Paterniani (1979), o aumento da produção de alimentos se consegue pelos seguintes meios convencionais: a) aumento da área cultivada, b) emprego de melhores técnicas agronômicas, c) melhoramento genético. AUMENTO DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS (1928-2009)
  • 13. MAS TAMBÉM... c)c) PELO USO DIRETO DE RECURSOS FITOGENÉTICOS :PELO USO DIRETO DE RECURSOS FITOGENÉTICOS : Coleta,Coleta, introdução e domesticação de espécies nativas do Brasil (introdução e domesticação de espécies nativas do Brasil (Ex:Ex: Patauá,Patauá, Macaúba, Castanha-sapucaia, Camu-camuMacaúba, Castanha-sapucaia, Camu-camu),), ee pela Coleta,pela Coleta, introdução e aclimatação de espécies exóticas ao Brasil.introdução e aclimatação de espécies exóticas ao Brasil. Luiz Carlos DonadioLuiz Carlos Donadio
  • 14. “OS MELHORISTAS DEVEM FUNDAMENTAR OS SEUS PROGRAMAS DE MELHORAMENTO NOS BANCOS ATIVOS DE GERMOPLASMA DA ESPÉCIE DE INTERESSE...” Segundo Wetzell & Bustamante, 1999. Maria Magaly Velloso da Silva WetzellMaria Magaly Velloso da Silva Wetzell
  • 15. • BiodiversidadeBiodiversidade: é a variabilidade total dos organismos vivos, em interação seu meio ambiente; • BiodiversidadeBiodiversidade: é a variabilidade total dos organismos vivos, em interação seu meio ambiente; DEFINIÇÕES RELEVANTES
  • 17. São unidades conservadoras de germoplasma em: a) câmaras frias (1 ºC até -20 ºC) (ortodoxas); b) in vitro (ortodoxas, intermediárias e recalcitrantes); c) criopreservação ( nitrogênio líquido a -196 ºC) (intermediárias e ortodoxas); d) in vivo – a campo (recalcitrante). Svalbard Global Seed Vault - Noruega
  • 18. São coleções de plantas de uma determinada espécie ou gênero,São coleções de plantas de uma determinada espécie ou gênero, mantidasmantidas in vivoin vivo próximas ao melhorista, e rotineiramente plantadas,próximas ao melhorista, e rotineiramente plantadas, caracterizadas, avaliadas e intercambiadascaracterizadas, avaliadas e intercambiadas..
  • 20. São materiais genéticosSão materiais genéticos funcionaisfuncionais de plantas, animais e outrosde plantas, animais e outros organismos que possuemorganismos que possuem valorvalor como recurso para as geraçõescomo recurso para as gerações presentes e futuras;presentes e futuras; Sir Otto Frankel (1900– 1998)/ Erna Kranzusch Bennett (1929–2011)Sir Otto Frankel (1900– 1998)/ Erna Kranzusch Bennett (1929–2011)
  • 21. Conjunto de plantas cultivadas, reconhecidas por um ouConjunto de plantas cultivadas, reconhecidas por um ou mais caracteres hereditáriosmais caracteres hereditários DDistintos,istintos, HHomogênios,omogênios, ee EEstáveisstáveis (agronômicos, botânicos, genéticos, fisiológicos,(agronômicos, botânicos, genéticos, fisiológicos, etc.).etc.). Cultivar = Variedade CultivadaCultivar = Variedade Cultivada Liberty Hyde BaileyLiberty Hyde Bailey (1858-1954)
  • 22. RFG: SISTEMA INTEGRADORFG: SISTEMA INTEGRADO
  • 23. COLETA DE RFG • Coleta • Intercâmbio • Quarentena • Identificação • Caracterização • Conservação • Educação • Valoração • Doc & Info • Uso
  • 25. BREVE HISTÓRIA DAS EXPEDIÇÕES - Registro mais antigo: 2500 a.C, sumérios na Ásia Menor: uvas, figos e rosas. -NO IAC a primeira expedição oficial foi realizada pelo Dr. Alcides Carvalho, 1940: Peru, Equador, Colômbia e Bolívia, para Cinchona. -A segunda e terceira foram para Arachis, no Paraguai e Goiás, em 1961. -A quarta, de um conjunto, efetuadas para o Gossipium, em 1962: Nordeste, Brasil. -A partir de 1969 uma séries de expedições foram feitas em SP para coleta de Manihot. -A partir de 1974 a - Registro mais antigo: 2500 a.C, sumérios na Ásia Menor: uvas, figos e rosas. -NO IAC a primeira expedição oficial foi realizada pelo Dr. Alcides Carvalho, 1940: Peru, Equador, Colômbia e Bolívia, para Cinchona. -A segunda e terceira foram para Arachis, no Paraguai e Goiás, em 1961. -A quarta, de um conjunto, efetuadas para o Gossipium, em 1962: Nordeste, Brasil. -A partir de 1969 uma séries de expedições foram feitas em SP para coleta de Manihot. -A partir de 1974 a
  • 26. O COLETOR É UMO COLETOR É UM CAÇADORES DE AVENTURAS?CAÇADORES DE AVENTURAS? Mesmo que alguns pesquisadores possam encarar desta forma, emMesmo que alguns pesquisadores possam encarar desta forma, em busca de novidadesbusca de novidades que lhes conceda a famaque lhes conceda a fama, a coleta de, a coleta de germoplasma é uma das linhas de pesquisa que mais se beneficiagermoplasma é uma das linhas de pesquisa que mais se beneficia dodo uso disciplinado de métodos científicosuso disciplinado de métodos científicos, com amplo período de, com amplo período de planejamento e intensa pesquisa preliminar.planejamento e intensa pesquisa preliminar. Um Planejamento que requer o uso dos mais modernos Sistemas de Informação Geográfica, conhecimentos profundos de taxonomia, fitogeografia, ecologia, e modo de reprodução das espécies-alvo, por parte dos componentes da equipe. Um Planejamento que requer o uso dos mais modernos Sistemas de Informação Geográfica, conhecimentos profundos de taxonomia, fitogeografia, ecologia, e modo de reprodução das espécies-alvo, por parte dos componentes da equipe.
  • 27. PRIORIDADES DE COLETAPRIORIDADES DE COLETA 1.1. resgate da cultivaresresgate da cultivares que estão sendo substituídas por outras de maiorque estão sendo substituídas por outras de maior potencial;potencial; 2.2. resgate de raças locais (landraces)resgate de raças locais (landraces) pelo seu alto valor adaptativo às condiçõespelo seu alto valor adaptativo às condições ambientais específicas;ambientais específicas; 3.3. resgate de plantas em áreas sujeitas a mudanças severasresgate de plantas em áreas sujeitas a mudanças severas em função deem função de alterações drásticas no ambiente, como hidrelétricas, ferrovias, rodovias,alterações drásticas no ambiente, como hidrelétricas, ferrovias, rodovias, Eduardo Lheras PérezEduardo Lheras Pérez, 1988
  • 28. • A origem da palavra arqueologia vem do grego archaîos (antigo) + logos (estudo). Aqui considera-se a coleta para fins de estudo do passado agrícola e de seus povos (Fabio O. Freitas, 2008). • Há informações de que sementes de Sorgo de mais de 6.000 anos – pirâmides do Egito – que germinaram, de Lotus, com 1.280 anos – lago da China. Assim, estando funcionais podem ser considerados como recursos genéticos (Royal Botanical Gardens, 2003). • A origem da palavra arqueologia vem do grego archaîos (antigo) + logos (estudo). Aqui considera-se a coleta para fins de estudo do passado agrícola e de seus povos (Fabio O. Freitas, 2008). • Há informações de que sementes de Sorgo de mais de 6.000 anos – pirâmides do Egito – que germinaram, de Lotus, com 1.280 anos – lago da China. Assim, estando funcionais podem ser considerados como recursos genéticos (Royal Botanical Gardens, 2003).
  • 29. ETNOBOTÂNICA EM RFGETNOBOTÂNICA EM RFG • É a percepção sobre RFG daÉ a percepção sobre RFG da etnia detentora do germoplasmaetnia detentora do germoplasma,, combinada com a percepção do pesquisador estranho à cultura.combinada com a percepção do pesquisador estranho à cultura. • Isto envolve oIsto envolve o estudo das sociedadesestudo das sociedades humanas e todos tipos dehumanas e todos tipos de inter-relaçõesinter-relações ecológicas, evolucionárias, de um determinadoecológicas, evolucionárias, de um determinado germoplasma, sobre a ótica do conhecimento da academia.germoplasma, sobre a ótica do conhecimento da academia. • PermitePermite conservar e utilizarconservar e utilizar recursos genéticos, considerando orecursos genéticos, considerando o conhecimento tradicionalconhecimento tradicional do povo detentor.do povo detentor. • É a percepção sobre RFG daÉ a percepção sobre RFG da etnia detentora do germoplasmaetnia detentora do germoplasma,, combinada com a percepção do pesquisador estranho à cultura.combinada com a percepção do pesquisador estranho à cultura. • Isto envolve oIsto envolve o estudo das sociedadesestudo das sociedades humanas e todos tipos dehumanas e todos tipos de inter-relaçõesinter-relações ecológicas, evolucionárias, de um determinadoecológicas, evolucionárias, de um determinado germoplasma, sobre a ótica do conhecimento da academia.germoplasma, sobre a ótica do conhecimento da academia. • PermitePermite conservar e utilizarconservar e utilizar recursos genéticos, considerando orecursos genéticos, considerando o conhecimento tradicionalconhecimento tradicional do povo detentor.do povo detentor.
  • 30. FATORES A SEREM CONSIDERADOS • PRIORIDADESPRIORIDADES:: Se é cultivado no país; qual a importância atual; se pode terSe é cultivado no país; qual a importância atual; se pode ter uso imediato; se sofre erosão genética;uso imediato; se sofre erosão genética; • BIOLOGIABIOLOGIA:: qual o ciclo de vida; qual a época de reprodução, se é autógamaqual o ciclo de vida; qual a época de reprodução, se é autógama ou alógama;ou alógama; • LOCALLOCAL:: se ha facilidade de acesso; se dispõe de equipamento adequado; se nase ha facilidade de acesso; se dispõe de equipamento adequado; se na época há disponibilidade de sementes;época há disponibilidade de sementes; • ARMAZENAMENTO:ARMAZENAMENTO: Ortodoxa ou recalcitranteOrtodoxa ou recalcitrante;; • REGENERAÇÃOREGENERAÇÃO:: Quais as dificuldades e facilidades de cultivo, reproduçãoQuais as dificuldades e facilidades de cultivo, reprodução do habitat.do habitat.
  • 31. EQUIPAMENTO • GPS • Altímetro e Bússola • Binóculos • Câmara fotográfica • Gravador • Higrômetro e Termômetro • Termômetro de máxima e mínima • Geladeira portátil • Gerador e Aquecedor elétrico
  • 32. MATERIAL • Fichas de coleta • Sacos plásticos, de papel, de tela, de diferentes tamanhos • Etiquetas adesivas e de amarrar • Marcadores de tinta indelével e de cera. • Garrafas pet • Cordões • Tesouras • Grampeador • Lápis e borracha • Pás, Enxadão • Tesoura de poda • Facão e canivete • Prensa e Jornais • Cartolinas e corrugados • Formol para suculentas • Mesa de secagem completa
  • 34. CATEGORIAS DE RECURSOS FITOGENÉTICOS
  • 35. DIVERSIDADE GLOBAL • Existem cerca de 500 mil spp. de plantas superiores; • Destas 500 mil, 250 mil foram identificadas ou descritas; • Destas 250 mil, 30 mil são comestíveis; • Destas 30mil, 7 mil foram cultivadas • Destas 7 mil, cerca de 300 spp. continuam sendo cultivadas; • Destas 300 espécies, somente 15 spp. constituem 90% de toda alimentam o mundo [frutíferas (banana e coco), cereais (arroz, trigo, milho, sorgo e cevada); raízes e tubérculos (batata, batata-doce e mandioca); oleaginosas (amendoim, feijão e soja) plantas açucareiras (cana-de-açúcar e beterraba)]. • Destas 15 spp., 3 spp. de cereais são responsáveis por mais de 50% do consumo mundial: Arroz (23%), Trigo (23%) e Milho (7%). • Existem cerca de 500 mil spp. de plantas superiores; • Destas 500 mil, 250 mil foram identificadas ou descritas; • Destas 250 mil, 30 mil são comestíveis; • Destas 30mil, 7 mil foram cultivadas • Destas 7 mil, cerca de 300 spp. continuam sendo cultivadas; • Destas 300 espécies, somente 15 spp. constituem 90% de toda alimentam o mundo [frutíferas (banana e coco), cereais (arroz, trigo, milho, sorgo e cevada); raízes e tubérculos (batata, batata-doce e mandioca); oleaginosas (amendoim, feijão e soja) plantas açucareiras (cana-de-açúcar e beterraba)]. • Destas 15 spp., 3 spp. de cereais são responsáveis por mais de 50% do consumo mundial: Arroz (23%), Trigo (23%) e Milho (7%). Amorphophallus titanum
  • 36. Conseqüências: Uma delas seria a drástica redução da biodiversidade, especialmente da região do Semi-árido do Nordeste do Brasil, prevendo-se a sua transformação em deserto. Ação dos Pesquisadores: Disponibilizar culturas alternativas e cultivares elite adaptadas às novas condições edáfo-climáticas. Conseqüências: Uma delas seria a drástica redução da biodiversidade, especialmente da região do Semi-árido do Nordeste do Brasil, prevendo-se a sua transformação em deserto. Ação dos Pesquisadores: Disponibilizar culturas alternativas e cultivares elite adaptadas às novas condições edáfo-climáticas. Significa: queda substancial no rendimento da lavoura devido a estreita base genética das cultivares, ao uso de monocultura, e à predisposição a fatores bióticos e abióticos. Significa: queda substancial no rendimento da lavoura devido a estreita base genética das cultivares, ao uso de monocultura, e à predisposição a fatores bióticos e abióticos. •Prevê-se que até 2100 possa ocorrer um aumento de cerca de 4o C.
  • 37. ESPECIFICIDADES DAS COLETAS • ESPECÍFICA: Busca por germoplasma de determinadas plantas, com potencial de resistência a doenças ou outras características de interesse do programa de melhoramento. • GENÉRICA: Busca por germoplasma de culturas diversas, de um determinado grupo (frutíferas, forrageiras, medicinais, • ESPECÍFICA: Busca por germoplasma de determinadas plantas, com potencial de resistência a doenças ou outras características de interesse do programa de melhoramento. • GENÉRICA: Busca por germoplasma de culturas diversas, de um determinado grupo (frutíferas, forrageiras, medicinais, ornamentais, etc.). • NA NATUREZA: Busca por germoplasma nativo para a inclusão nos bancos ativos de germoplasma. • COM COMUNIDADES: Procura por etnocultivares, raças locais, espécies cultígens, junto a agricultores bem como junto a comunidades quilombolas e indígenas. • NA NATUREZA: Busca por germoplasma nativo para a inclusão nos bancos ativos de germoplasma. • COM COMUNIDADES: Procura por etnocultivares, raças locais, espécies cultígens, junto a agricultores bem como junto a comunidades quilombolas e indígenas.
  • 38. TÉCNICAS DE COLETA GERMOPLASMA COMGERMOPLASMA COM MENOS DE 4 ALELOSMENOS DE 4 ALELOS POR LOCUS:POR LOCUS: • - Coleta-se em torno de- Coleta-se em torno de 20 genomas.20 genomas. GERMOPLASMA COMGERMOPLASMA COM MENOS DE 4 ALELOSMENOS DE 4 ALELOS POR LOCUS:POR LOCUS: • - Coleta-se em torno de- Coleta-se em torno de 20 genomas.20 genomas. GERMOPLASMA COMGERMOPLASMA COM MAIS DE 4 ALELOS PORMAIS DE 4 ALELOS POR LOCUS:LOCUS: •- Coleta-se aleatoriamente:- Coleta-se aleatoriamente: quando ha perda de alelosquando ha perda de alelos raros;raros; •- Coleta-se especificamente:- Coleta-se especificamente: Quando os alelos têmQuando os alelos têm expressão visível – populaçãoexpressão visível – população artificial.artificial. GERMOPLASMA COMGERMOPLASMA COM MAIS DE 4 ALELOS PORMAIS DE 4 ALELOS POR LOCUS:LOCUS: •- Coleta-se aleatoriamente:- Coleta-se aleatoriamente: quando ha perda de alelosquando ha perda de alelos raros;raros; •- Coleta-se especificamente:- Coleta-se especificamente: Quando os alelos têmQuando os alelos têm expressão visível – populaçãoexpressão visível – população artificial.artificial.
  • 39. ALPHONSE PYRAME DEALPHONSE PYRAME DE CANDOLE 1808-1893CANDOLE 1808-1893 Identificou as origensIdentificou as origens geográfica e de dispersãogeográfica e de dispersão das plantas cultivadas, comdas plantas cultivadas, com os seguintes critérios:os seguintes critérios: 1 – Onde as plantas vegetam naturalmente; 2 – Fragmentos em construções antigas; 3 – Documentos históricos; 4 – Linguística dos nomes das plantas.
  • 40. COLETA EM CENTROS DE ORIGEM Nikolai Ivanovich VavilovNikolai Ivanovich Vavilov 1935
  • 41. Jack R. Harlan (1917-1998)
  • 42. J.G.HAWKESJ.G.HAWKES 1. Centros Nucleares: onde a agricultura se iniciou; 2. Regiões de Diversidade: onde plantas domesticadas se espalharam, a partir dos centros nucleares; 3. Centros Secundários: poucas espécies. Ex: Nova Guiné (cana-de-açúcar), Brasil (mandioca e 19691969 ONDE A AGRICULTURA SE ORIGINOU?ONDE A AGRICULTURA SE ORIGINOU?
  • 43. Charles Roland Clement • Centers of Diversity: • 1.Northwestern Amazonia; • 2. Central Amazonia; • 3. Peru-Bolivia; • 4. Colombia. Minor Centersof Diversity: • 5. Marajó Island; • 6. Llanos de Mojos; • 7. Middle Orinoco; • 8. Guiana; • 9.Peruvian Coast. Regions of Diversity: 10. Mid-elevation Andean Colombia-Ecuador-PeruBolivia; 11. Guaraní; 12. Amazon Estuary; 13. Solimões; 14. Upper Negro/Orinoco; 15. Upper Amazon; 16. Guianan Coast; 17. Northern Argentina; 18. Atlantic Forest; 19.Northeastern Brazilian Coast
  • 44. GERMOPLASMA ALIMENTÍCIO - Brasil • Espécies nativas domesticadas: abacaxi, amendoim forrageiro, caju, guaraná, goiaba, graviola, jabuticaba, maracujá, pupunha, seringueira, urucum, etc. • Espécies nativas semi-domesticadas ou incipientemente domesticadas: Araçá-boi, araçá-amarela, bacuri, baru, cacau, cagaita, cajá, camu-camu, castanha-do-Brasil, caiaué, cubiu, cupuaçú, feijoa, patauá, pera-do-cerrado, piqui, ingá-cipó, umbu, etc. • Espécies nativas não domesticadas: palmeiras, medicinais e muitas outras frutíferas nativas (especialmente: Myrtaceae e Sapotacee), e forrageiras, com potencial de uso agrícola, etc. • Espécies introduzidas no passado: cucurbitáceas no Nordeste e Sul, feijão fava, feijão caupi, tomate tipo cereja, etc. • Espécies nativas domesticadas: abacaxi, amendoim forrageiro, caju, guaraná, goiaba, graviola, jabuticaba, maracujá, pupunha, seringueira, urucum, etc. • Espécies nativas semi-domesticadas ou incipientemente domesticadas: Araçá-boi, araçá-amarela, bacuri, baru, cacau, cagaita, cajá, camu-camu, castanha-do-Brasil, caiaué, cubiu, cupuaçú, feijoa, patauá, pera-do-cerrado, piqui, ingá-cipó, umbu, etc. • Espécies nativas não domesticadas: palmeiras, medicinais e muitas outras frutíferas nativas (especialmente: Myrtaceae e Sapotacee), e forrageiras, com potencial de uso agrícola, etc. • Espécies introduzidas no passado: cucurbitáceas no Nordeste e Sul, feijão fava, feijão caupi, tomate tipo cereja, etc.
  • 45. INTERCÂMBIO DE GERMOPLASMA • Coleta • Intercâmbio • Quarentena • Identificação • Caracterização • Conservação • Educação • Valoração • Doc & Info • Uso
  • 46. INTRODUÇÃO DE PLANTAS • A introdução de plantas constitui-se na transferência ordenada e sistemática de germoplasma, para um novo local, de acordo com a legislação vigente, a fim de atender às necessidades do melhoramento genético e de pesquisas correlatas (Giacometti, 1988). • A introdução de plantas constitui-se na transferência ordenada e sistemática de germoplasma, para um novo local, de acordo com a legislação vigente, a fim de atender às necessidades do melhoramento genético e de pesquisas correlatas (Giacometti, 1988).
  • 47. INTERCÂMBIO VEGETAL Foi a atividade mais importante na implantação da agricultura, nos primórdios da humanidade (10.000 anos). Foi a atividade mais importante na implantação da agricultura, nos primórdios da humanidade (10.000 anos). No Brasil: os colonizadores nos impuseram seus costumes alimentares e de uso diverso de espécies exóticas, tornando-nos fortemente dependentes de recursos fitogenéticos exóticos.
  • 48. • A busca por culturas alternativas, bem como por germoplasma com fenótipos diferenciados, com alta produtividade, resistência a pragas e a fatores adversos. • A busca por culturas alternativas, bem como por germoplasma com fenótipos diferenciados, com alta produtividade, resistência a pragas e a fatores adversos. OBJETIVOS DA INTRODUÇÃO Navarro de Andrade “Pai do Reflorestamento”
  • 49. CUIDADOS COM A VARIABILIDADE • Tratando-se de variabilidade, há que se tomar cuidado com a representatividade genética da amostra introduzida. • Assim, quando se trata de introdução, há uma preocupação quanto ao problema de amostragem e /ou de tamanho efetivo populacional.
  • 52. LEGISLAÇÃO • Decreto-lei nº 24.114, de 12 de abril de 1934 +, legisla sobre importação e quarentena. • PORTARIAS: • A Portaria n.º 437, de 25 de novembro de 1985, regula as importações de sementes e/ou mudas para o comércio. • A Portaria n.º 93, de 14 de abril de 1989 trata da exportação de vegetais para o comércio • A Portaria nº 148, de 15 de junho de 1992, regula o intercâmbio e os procedimentos quarentenários de vegetais e de solo para pesquisa. • Decreto-lei nº 24.114, de 12 de abril de 1934 +, legisla sobre importação e quarentena. • PORTARIAS: • A Portaria n.º 437, de 25 de novembro de 1985, regula as importações de sementes e/ou mudas para o comércio. • A Portaria n.º 93, de 14 de abril de 1989 trata da exportação de vegetais para o comércio • A Portaria nº 148, de 15 de junho de 1992, regula o intercâmbio e os procedimentos quarentenários de vegetais e de solo para pesquisa.
  • 54. REDES DE RECURSOS FITOGENÉTICOS NA AMÉRICA • REDARFIT = Rede Andina de Recursos Fitogenéticos (Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela). • REMERFI = Rede Mesoamericana de Recursos Fitogenéticos (Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua e Panamá). • TROPIGEN = Rede Amazônica de Recursos Fitogenéticos (Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela). • RESURGEN = Rede de Recursos Genéticos do PROCISUR (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai). • CAPGERNet = Rede de Recursos Fitogenéticos do Caribe (Antigua, Barbados, Belice, Cuba, R.Dominicana, Granada, Guadalupe, Guiana, Haiti, Ilhas Virgens Britânicas, Jamaica, São Cristóvão, Nevis, Santa Lúcia, Trinidade e Tobago). • NORGEN = Rede Norte-americana de Recursos Fitogenéticos (Canadá, USA e México).
  • 56. BAGs EX SITU SISTEMA NACIONAL DE CURADORIDAS DE GERMOPLASMA
  • 58. • CASTANHA DO PARÁ – BOLÍVIA • CUMARU – ALEMANHA • PAU ROSA – EUROPA E USA • GUARANÁ – EUROPA • IPECACUANHA – EUROPA • IPÊ ROXO, CHAPÉU DE COURO – JAPÃO, CORÉIA GERMOPLASMA NATIVOGERMOPLASMA NATIVO EXPORTADOEXPORTADO GERMOPLASMA EXÓTICOGERMOPLASMA EXÓTICO EXPORTADOEXPORTADO • LIMÕES, MAÇÃS, UVAS, BANANA, • MANGA, MELÃO, CAFÉ –EUROPA • CRAVO DA ÍNDIA – ÍNDIA E EUROPA EXPORTAÇÃOEXPORTAÇÃO
  • 59. • MandiocaMandioca (80 países)(80 países) • StylosanthesStylosanthes spp.spp. (Austrália)(Austrália) • Arachis pintoiArachis pintoi (Australia, Peru)(Australia, Peru) • SeringueiraSeringueira (Malásia - Ásia)(Malásia - Ásia)
  • 60. INSPEÇÃO DE EXPORTAÇÃO • A inspeção no germoplasma a ser exportado é umaA inspeção no germoplasma a ser exportado é uma obrigação do responsável pelo intercâmbio, devendoobrigação do responsável pelo intercâmbio, devendo conter material selecionado e sem pragas;conter material selecionado e sem pragas; • O exportador deve solicitar do importador a relação dasO exportador deve solicitar do importador a relação das exigências fitossanitárias do país que vai receber oexigências fitossanitárias do país que vai receber o material;material; • Deve, ainda, preparar o material, colocando-o numaDeve, ainda, preparar o material, colocando-o numa embalagem adequada para a preservação doembalagem adequada para a preservação do germoplasma durante o seu transporte.germoplasma durante o seu transporte. • Deve obter Laudo de Isenção de pragas, de LaboratórioDeve obter Laudo de Isenção de pragas, de Laboratório Credenciado, atendendo a isenção de pragas solicitadasCredenciado, atendendo a isenção de pragas solicitadas pelo importador.pelo importador.
  • 61. EXPORTAÇÃO: 1. Certificado Fitossanitário do Brasil; 2. Import Permit, do país importador (Permit Label); 3. Pedido de Autorização de Exportação; 4. Requerimento de Fiscalização de Produtos Agropecuários.
  • 63. Atividades em Recursos Fitogenéticos • Coleta • Intercâmbio • Quarentena • Identificação • Caracterização • Conservação • Educação • Valoração • Doc & Info • Uso SGS
  • 64. PRAGA QUARENTENÁRIA • É qualquer espécie, raça ou biotipo de vegetal, animal ou agente patogênico nocivo a vegetais ou a produtos vegetais, ausente no país (A1) ou, se presente, não amplamente distribuída e sob controle oficial (A2).
  • 65. DILEMA DO INTRODUTOR • O dilema de quem trabalha com recursos genéticos éO dilema de quem trabalha com recursos genéticos é ter que imaginar como se tivesse que seguir oter que imaginar como se tivesse que seguir o movimento de umamovimento de uma balançabalança, tendo de um lado o, tendo de um lado o benefíciobenefício dodo acessoacesso para a agricultura e do outro opara a agricultura e do outro o potencialpotencial prejuízoprejuízo dada pragapraga poderá causar àpoderá causar à agricultura do país, para enfim tomar a decisão deagricultura do país, para enfim tomar a decisão de concretizar a importação.concretizar a importação. • O dilema de quem trabalha com recursos genéticos éO dilema de quem trabalha com recursos genéticos é ter que imaginar como se tivesse que seguir oter que imaginar como se tivesse que seguir o movimento de umamovimento de uma balançabalança, tendo de um lado o, tendo de um lado o benefíciobenefício dodo acessoacesso para a agricultura e do outro opara a agricultura e do outro o potencialpotencial prejuízoprejuízo dada pragapraga poderá causar àpoderá causar à agricultura do país, para enfim tomar a decisão deagricultura do país, para enfim tomar a decisão de concretizar a importação.concretizar a importação.
  • 66. OriginalmenteOriginalmente: Período de 40 dias de isolamento: Período de 40 dias de isolamento dos navios, quando provenientes de paísesdos navios, quando provenientes de países contaminados por doenças epidêmicascontaminados por doenças epidêmicas (Kahn,1989).(Kahn,1989). Período de tempoPeríodo de tempo de inspeção fitossanitária, dependente dode inspeção fitossanitária, dependente do ciclo da plantaciclo da planta introduzidaintroduzida e doe do ciclo da pragaciclo da praga quarentenáriaquarentenária da espécie vegetal, em que as plantas permanecemda espécie vegetal, em que as plantas permanecem isoladasisoladas,, em observaçãoem observação ee tratamentotratamento..
  • 67. HISTÓRICO • Do que se tem notícia a primeira quarentena oficial no mundo foiDo que se tem notícia a primeira quarentena oficial no mundo foi executada na França, emexecutada na França, em 16601660.. • No Brasil, emNo Brasil, em 1934,1934, autorizou-se, como primeiras instituições, oautorizou-se, como primeiras instituições, o IAC e a ESALQIAC e a ESALQ a realizar o intercâmbio e a quarentena dea realizar o intercâmbio e a quarentena de plantas.plantas. • 43 anos depois, em43 anos depois, em 19771977, autorizou-se a, autorizou-se a Embrapa/CenargenEmbrapa/Cenargen aa realizar a quarentena no plano Federal.realizar a quarentena no plano Federal.
  • 69. INSPEÇÃO PÓS- PLANTIO 3 meses = anuais 6 meses = perenes 1 mês a) Deferimento do pedido de importação b) Termo de Fiscalização c) A Prescrição de Quarentena; d) Checagem do aceite e) É dado um número de controle f) Emitido um aviso ao importador a) Abertura sala especial b) Check list a) (I) No . IAC b) No . ano de chegada no quar. c) Cadastro Intranet Germo + de 100 acessos amostras compostas (bulk) a cada 10 acessos a) Nematóides, Insetos, Ácaros, Patologia de Sementes, Plantas daninhas. b) Bol. Análise c) CF: Fiel depositário d) Expurgo do material a) Preparo do solo b) Identificação dos vasos a) Fungos de plantas, Virus, insetos, Ácaros e Bactérias a) Folhas expandidas b) Boletim deAnálises: metodologia empregada e resultado obtido, observações, e recomendações; . a) Plantas: incineradas. b) Substratos:Fosfina. c) Vasos: Hipoclorito de Sódio a 2,4%. d) Salas: Piretrinas e/ou Piretroides. a) Laudo de Inspeção: Após liberação dada pelos especialistas. b) Laudo de Eliminação: Emitido, em conjunto com o LI. FIM a) Recepção do pedido e emissão de aceite da quarentena b) Emissão do aceite pelo IAC c) Pedido de importação pela empresa a) Comunicação ao importador b) Retirada da câmara fria c) Juntada dos documentos
  • 71. FALHAS QUARENTENÁRIAS CAFÉCAFÉ: A ferrugem do cafeeiro, causada pelo: A ferrugem do cafeeiro, causada pelo fungofungo Hemileia vastatrixHemileia vastatrix, teve tamanho impacto, teve tamanho impacto sobre a cultura que mudou o hábito de tomarsobre a cultura que mudou o hábito de tomar café dos burgueses britânicos que viviam nacafé dos burgueses britânicos que viviam na antiga colônia do Ceylão que passaram para oantiga colônia do Ceylão que passaram para o famoso chá das 11 horas. No Brasil passou afamoso chá das 11 horas. No Brasil passou a ser substituído por culturas anuais;ser substituído por culturas anuais; SERINGUEIRASERINGUEIRA: A falência do projeto: A falência do projeto Fordlandia, no Pará - BR, devido ao fungoFordlandia, no Pará - BR, devido ao fungo Microcyclus uleiMicrocyclus ulei (mal das folhas);(mal das folhas); BATATABATATA: Na Irlanda, em 1846. O fungo: Na Irlanda, em 1846. O fungo Phytophthora infestansPhytophthora infestans (requeima da batata)(requeima da batata) destruiu as plantações, causando a morte pordestruiu as plantações, causando a morte por inanição de 1,5 milhão de pessoas.inanição de 1,5 milhão de pessoas. ARROZ:ARROZ: Em Bengala, em 1943. O fungoEm Bengala, em 1943. O fungo Helminthosporium oryzaeHelminthosporium oryzae (mancha-parda do(mancha-parda do arroz) provocou a “fome de Bengala”, comarroz) provocou a “fome de Bengala”, com mais de 2 milhões de pessoas mortas pela fomemais de 2 milhões de pessoas mortas pela fome..
  • 72. QUARENTENA • A Brasil, em seu Complexo de Quarentenários, já impediu a entrada e possível estabelecimento no país de centenas de pragas exóticas. • A Brasil, em seu Complexo de Quarentenários, já impediu a entrada e possível estabelecimento no país de centenas de pragas exóticas.
  • 73. IDENTIFICAÇÃO TAXONÔMICA ANTONIO KRAPOVICKASANTONIO KRAPOVICKAS (IBONE) • Coleta • Intercâmbio • Quarentena • Identificação • Caracterização • Conservação • Educação • Valoração • Doc & Info • Uso
  • 74. Classificou as plantas em: árvores, arbustos, subarbustos e ervas. Ainda separou-as em anuais, bienais e perenes. Também distinguiu as inflorescências centrípetas (indefinidas) e centrífugas (definidas). Reconhecendo os ovários quanto à sua posição, e as corolas entre gamopétalas e polipétalas. Classificou as plantas em: árvores, arbustos, subarbustos e ervas. Ainda separou-as em anuais, bienais e perenes. Também distinguiu as inflorescências centrípetas (indefinidas) e centrífugas (definidas). Reconhecendo os ovários quanto à sua posição, e as corolas entre gamopétalas e polipétalas. TEOFRASTO DE ÉRESO (-371/287a.C.)
  • 75. CAROLUS LINNAEUSCAROLUS LINNAEUS (1707-1778) • CULTIVARCULTIVAR<<VARIEDADEVARIEDADE<<ESPÉCIEESPÉCIE<<GÊNEROGÊNERO<<FAMÍLIAFAMÍLIA<<ORDEMORDEM<<CLASSECLASSE<<FILOFILO<<REINOREINO• CULTIVARCULTIVAR<<VARIEDADEVARIEDADE<<ESPÉCIEESPÉCIE<<GÊNEROGÊNERO<<FAMÍLIAFAMÍLIA<<ORDEMORDEM<<CLASSECLASSE<<FILOFILO<<REINOREINO CARL VON LINNÉ Designação Binomial: 1.Designação Binomial: 1.Epíteto GenéricoEpíteto Genérico - Substantivo, maiúscula,- Substantivo, maiúscula, itálico. (Ex: “amendoim” =itálico. (Ex: “amendoim” = ArachisArachis);); 2.2.Epíteto EspecíficoEpíteto Específico - Adjetivo,- Adjetivo, minúscula,itálico (Ex:minúscula,itálico (Ex: A.A. hypogaeahypogaea) ou) ou exceto homenagemexceto homenagem. (Ex:. (Ex: A.A. DardaniiDardanii ouou A.A. dardaniidardanii),), ++ ClassificadorClassificador [Ex:[Ex: L.L. ] = Carolus] = Carolus Linaeus, emLinaeus, em Arachis hypogaeaArachis hypogaea L., sem itálico.L., sem itálico. Designação Binomial: 1.Designação Binomial: 1.Epíteto GenéricoEpíteto Genérico - Substantivo, maiúscula,- Substantivo, maiúscula, itálico. (Ex: “amendoim” =itálico. (Ex: “amendoim” = ArachisArachis);); 2.2.Epíteto EspecíficoEpíteto Específico - Adjetivo,- Adjetivo, minúscula,itálico (Ex:minúscula,itálico (Ex: A.A. hypogaeahypogaea) ou) ou exceto homenagemexceto homenagem. (Ex:. (Ex: A.A. DardaniiDardanii ouou A.A. dardaniidardanii),), ++ ClassificadorClassificador [Ex:[Ex: L.L. ] = Carolus] = Carolus Linaeus, emLinaeus, em Arachis hypogaeaArachis hypogaea L., sem itálico.L., sem itálico.
  • 76. CÓDIGO INTERNACIONAL DECÓDIGO INTERNACIONAL DE NOMENCLATURA BOTÂNICANOMENCLATURA BOTÂNICA •FAMÍLIA:FAMÍLIA: Conjunto deConjunto de gênerosgêneros afins, isto é, muito próximos ouafins, isto é, muito próximos ou parecidos; (Terminaçãoparecidos; (Terminação ACEAEACEAE, Ex: Fab, Ex: Fabaceaeaceae);); •GÊNERO:GÊNERO: Conjunto deConjunto de espéciesespécies que apresentam semelhanças,que apresentam semelhanças, embora não sejam idênticas;embora não sejam idênticas; •ESPÉCIE:ESPÉCIE: Conjunto deConjunto de indivíduosindivíduos com profundas semelhançascom profundas semelhanças entre si (morfológicas, bioquímicas e cariótipo), com capacidade deentre si (morfológicas, bioquímicas e cariótipo), com capacidade de se cruzarem naturalmente, originando descendentes férteis;se cruzarem naturalmente, originando descendentes férteis;
  • 77. NOMEN CONSERVANDUMNOMEN CONSERVANDUM PalmaePalmae == ArecaceaeArecaceae GraminaeGraminae == PoaceaePoaceae CruciferaeCruciferae == BrassicaceaeBrassicaceae LeguminosaeLeguminosae == FabaceaeFabaceae GuttiferaeGuttiferae == ClusiaceaeClusiaceae UmbelliferaeUmbelliferae == ApiaceaeApiaceae LabiataeLabiatae == LamiaceaeLamiaceae CompositaeCompositae == AsteraceaeAsteraceae PalmaePalmae == ArecaceaeArecaceae GraminaeGraminae == PoaceaePoaceae CruciferaeCruciferae == BrassicaceaeBrassicaceae LeguminosaeLeguminosae == FabaceaeFabaceae GuttiferaeGuttiferae == ClusiaceaeClusiaceae UmbelliferaeUmbelliferae == ApiaceaeApiaceae LabiataeLabiatae == LamiaceaeLamiaceae CompositaeCompositae == AsteraceaeAsteraceae Para algumas famílias dePara algumas famílias de plantas, é permitido o usoplantas, é permitido o uso de algunsde alguns nomesnomes conservadosconservados, devido a, devido a sua utilizaçãosua utilização generalizada, ao longogeneralizada, ao longo dos tempos:dos tempos:
  • 78. FAMÍLIAS AGRÍCOLAS EUPHORBIACEAE:EUPHORBIACEAE: Família daFamília da Seringueira, Mamona, Mandioca,Seringueira, Mamona, Mandioca, Pinhão manso, etc.Pinhão manso, etc. POACEAE:POACEAE: A de maior importânciaA de maior importância alimentícia do mundo, compreendendo oalimentícia do mundo, compreendendo o bambú, cana-de-açúcar, grama, etc.bambú, cana-de-açúcar, grama, etc. RUBIACEAE:RUBIACEAE: É uma famíliaÉ uma família cosmopolita, com 13.000 espécies como:cosmopolita, com 13.000 espécies como: café, quineira, jenipapo,café, quineira, jenipapo, Psycothria viridis,Psycothria viridis, Banisteriopsis caapiBanisteriopsis caapi, etc., etc. RUTACEAE:RUTACEAE: Com 2.000 espécies, comoCom 2.000 espécies, como do Citros – laranja, tangerina, limão, ...,do Citros – laranja, tangerina, limão, ..., pau-marfin, jaborandi, etc.pau-marfin, jaborandi, etc. MYRTACEAE:MYRTACEAE: É a família do jambo,É a família do jambo, pitanga, goiaba, araçá, jabuticaba,pitanga, goiaba, araçá, jabuticaba, cambuí, Eucalipto.cambuí, Eucalipto. FABACEAE:FABACEAE: Família das leguminosasFamília das leguminosas como o amendoim (silvestres), sojacomo o amendoim (silvestres), soja perene, kudzu tropical, flanboaiant, pataperene, kudzu tropical, flanboaiant, pata de vaca, etc.de vaca, etc. EUPHORBIACEAE:EUPHORBIACEAE: Família daFamília da Seringueira, Mamona, Mandioca,Seringueira, Mamona, Mandioca, Pinhão manso, etc.Pinhão manso, etc. POACEAE:POACEAE: A de maior importânciaA de maior importância alimentícia do mundo, compreendendo oalimentícia do mundo, compreendendo o bambú, cana-de-açúcar, grama, etc.bambú, cana-de-açúcar, grama, etc. RUBIACEAE:RUBIACEAE: É uma famíliaÉ uma família cosmopolita, com 13.000 espécies como:cosmopolita, com 13.000 espécies como: café, quineira, jenipapo,café, quineira, jenipapo, Psycothria viridis,Psycothria viridis, Banisteriopsis caapiBanisteriopsis caapi, etc., etc. RUTACEAE:RUTACEAE: Com 2.000 espécies, comoCom 2.000 espécies, como do Citros – laranja, tangerina, limão, ...,do Citros – laranja, tangerina, limão, ..., pau-marfin, jaborandi, etc.pau-marfin, jaborandi, etc. MYRTACEAE:MYRTACEAE: É a família do jambo,É a família do jambo, pitanga, goiaba, araçá, jabuticaba,pitanga, goiaba, araçá, jabuticaba, cambuí, Eucalipto.cambuí, Eucalipto. FABACEAE:FABACEAE: Família das leguminosasFamília das leguminosas como o amendoim (silvestres), sojacomo o amendoim (silvestres), soja perene, kudzu tropical, flanboaiant, pataperene, kudzu tropical, flanboaiant, pata de vaca, etc.de vaca, etc.
  • 79. Ex.: Coffea arabica ‘Catimor,’ ou Coffea arabica cv. Catimor, ou Coffea arabica cultivar Catimor. Ex.: Coffea arabica ‘Catimor,’ ou Coffea arabica cv. Catimor, ou Coffea arabica cultivar Catimor. CULTIVAR: É um conjunto de indivíduos distintos dos demais por qualquer característica (morfológica, fisiológica, citológica, química, agronômica, etc.) que se mantenha através de reprodução (sexuada ou assexuada) e que possua características agrícolas interessantes como boa produção, e resistência às intempéries (pragas, vento, acidez do solo, seca,...).