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GÊNERO
TEXTUAL
CRÔNICA
CONHECIMENTOS PRÉVIOS:
DEFINIÇÃO:
A crônica é um gênero textual curto escrito em prosa, geralmente produzido para meios de
comunicação, por exemplo, jornais, revistas, etc.
Além de ser um texto curto, possui uma "vida curta", ou seja, as crônicas tratam de acontecimentos
corriqueiros do cotidiano.
A palavra crônica, do latim chronica, refere-se a um registro de eventos marcados pelo tempo
cronológico. Do grego khronos, significa tempo.
Assim, as crônicas estão extremamente conectadas ao contexto em que são produzidas, por isso, com o
passar do tempo, elas perdem sua “validade”, ou seja, ficam fora do contexto.
PROSA
substantivo feminino
1. expressão natural da linguagem escrita ou falada, sem metrificação intencional e não sujeita a ritmos regulares.
2. aquilo que é material, cotidiano, sem poesia.
"a p. da realidade“
CORRIQUEIRO
adjetivo
1. que é usual; comum, trivial.
2."acontecimento, situação c."
CARACTERÍSTICAS DAS CRÔNICAS:
• narrativa curta;
• uso de uma linguagem simples e coloquial;
• presença de poucos personagens, se houver;
• espaço reduzido;
• temas relacionados a acontecimentos cotidianos.
COLQUIAL
adjetivo de dois gêneros
1.em tom de colóquio; de modo distenso, informal.
"o estilo c. deste escritor agrada-me muito"
TIPOS DE CRÔNICAS:
Embora seja um texto que faz parte do gênero narrativo (com enredo, foco narrativo, personagens, tempo
e espaço), há diversos tipos de crônicas que exploram outros gêneros textuais.
Podemos destacar a crônica descritiva e a crônica dissertativa. Além delas, temos:
crônica jornalística: mais comum das crônicas da atualidade, são as crônicas chamadas de “crônicas
jornalísticas” produzidas para os meios de comunicação, onde utilizam temas da atualidade para fazerem
reflexões. Aproxima-se da crônica dissertativa.
crônica histórica: marcada por relatar fatos ou acontecimentos históricos, com personagens, tempo e
espaço definidos. Aproxima-se da crônica narrativa.
crônica humorística: esse tipo de crônica apela para o humor como forma de entreter o público, ao mesmo
tempo que utiliza da ironia e do humor como ferramenta essencial para criticar alguns aspectos seja da
sociedade, política, cultura, economia, etc.
DISSERTAR
transitivo indireto
expor algum assunto de modo sistemático, abrangente e profundo, oralmente ou por escrito; discorrer,
discretear.
TIPOS DE CRÔNICAS:
crônica narrativa: Relata uma história com começo, meio e fim. Pode ter personagens e diálogos, e
geralmente possui uma reviravolta ou conclusão surpreendente.
crônica descritiva: Foca na descrição detalhada de pessoas, lugares ou situações, buscando fazer o leitor
visualizar e sentir o que está sendo descrito.
crônica reflexiva: Faz uma reflexão profunda sobre um tema, levando o leitor a pensar e, muitas vezes,
questionar certas realidades ou comportamentos.
crônica lírica: Apresenta um forte componente emocional, expressando sentimentos, sensações e emoções
do autor.
crônica de opinião: O autor expõe sua opinião sobre um tema atual, muitas vezes com uma postura crítica
ou analítica.
TIPOS DE CRÔNICAS:
crônica social: Aborda aspectos da sociedade, denunciando injustiças, desigualdades ou retratando
costumes e comportamentos.
TONS DA CRÔNICA:
- Despretensioso
- Poético
- Filosófico
- Divertido
- Crítico
- Irônico
- Reflexivo
EXEMPLO DE CRÔNICA:
O pavão (Rubem Braga)
Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei
lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há
são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de
plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de
elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e
delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz
magnífico.
OSTENTAR – mostrar(-se) ou exibir(-se) com aparato; alardear.
SUSCITAR – ser a causa do aparecimento de; provocar, originar.
ESPLENDER - luzir, brilhar intensamente; rutilar.
PRINCIPAIS CRONISTAS BRASILEIROS E SUAS OBRAS:
•Machado de Assis: Crônicas; Crônicas de Lélio; Comentários da Semana; Ao Acaso.
•Clarice Lispector: Contos, Crônicas e Novelas; Visão do Esplendor; Para Não Esquecer Nunca;
Clarice na Cabeceira.
•Carlos Heitor Cony: Da Arte de Falar Mal; O Ato e o Fato; Posto Seis; Os Anos Mais Antigos do
Passado; O Harém das Bananeiras; O Suor e a Lágrima; O Tudo ou o Nada; Para Ler na Escola.
•Carlos Drummond de Andrade: Para Gostar de Ler – Volume 1 – Crônicas 1; Lição de Coisas;
Os Dias Lindos; Boca de Luar; Amor Natural.
•Fernando Sabino: As Melhores Crônicas de Fernando Sabino; A Cidade Vazia; O Homem Nu; A
Mulher do Vizinho; A Companheira de Viagem; A Inglesa Deslumbrada; Deixa o Alfredo Falar!; A
Falta que Ela me Faz.
•Rubem Braga: O Conde e o Passarinho; O Morro do Isolamento; Ai de Ti, Copacabana; A Traição
das Elegantes; As Boas Coisas da Vida; O Verão e as Mulheres; Uma Fada no Front; O Menino e o
Tuim.
•Paulo Mendes Campos: O Cego de Ipanema; Homenzinho na Ventania; O Colunista do Morro;
Hora do Recreio; O Anjo Bêbado; O Amor Acaba; Cisne de Feltro; Balé do Pato e Outras Crônicas.
•Affonso Romano de Sant'Anna: A Mulher Madura; Como Andar no Labirinto.
•Nelson Rodrigues: O Óbvio Ululante: Primeiras Confissões; A Cabra Vadia; O Remador de Ben-
Hur; A Pátria Sem Chuteiras; A Mulher do Próximo; O Berro Impresso nas Manchetes.
•Lêdo Ivo: A Cidade e os Dias; O Navio Adormecido no Bosque; As Melhores Crônicas de Lêdo Ivo.
ONDE ENCONTRAR EXEMPLOS DE CRÔNICA:
https://cronicabrasileira.org.br/
ATIVIDADE: LEITURA E INTERPRETAÇÃO
TEXTO
Pavão
Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo
imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do
pavão.
Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta,
como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do
grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele
faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! Minha amada; de tudo que ele suscita e
esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu
olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
Rubem Braga
Após ler o texto, responda às questões.
1. Como o autor descreve as cores do pavão e qual é a sua percepção inicial em relação a elas?
2. Qual é a descoberta feita pelo autor em relação às cores das penas do pavão e como elas são realmente
formadas?
3. De acordo com o autor, qual é o segredo por trás do esplendor das penas do pavão e o que isso revela
sobre a arte?
4. Explique como o pavão é comparado a um arco-íris de plumas e o que essa comparação revela sobre sua
beleza.
5. Qual é a conexão que o autor estabelece entre o pavão, a arte e a simplicidade?
6. Como o autor relaciona a descoberta das cores do pavão com a natureza do amor?
7. De acordo com o texto, como o amor é descrito e quais são as semelhanças que o autor encontra entre o
amor e as cores do pavão?
8. Explique a frase "Ele me cobre de glórias e me faz magnífico" em relação ao contexto do texto.
9. Como o autor utiliza a metáfora das penas do pavão para transmitir uma mensagem sobre a natureza
efêmera e ilusória do esplendor?
10. Como você interpreta a reflexão do autor sobre a relação entre a simplicidade e a grandiosidade, tanto no
contexto do pavão quanto no contexto do amor?
11. Como o autor descreve inicialmente as cores das penas do pavão?
a) Como uma ilusão
b) Como um mistério
c) Como um arco-íris
d) Como um luxo imperial
12. Qual é a verdadeira causa das cores nas penas do pavão, de acordo com o autor?
a) Pigmentos coloridos
b) Bolhas de ar
c) Minúsculas bolhas d'água
d) Reflexão solar
13. Qual é a conexão que o autor estabelece entre o pavão e a arte?
a) O pavão é um exemplo de arte abstrata.
b) O pavão é um símbolo da simplicidade artística.
c) A arte imita a beleza das penas do pavão.
d) O pavão representa a complexidade da arte.
14. Como o autor descreve o pavão em relação à variedade de cores?
a) Um exemplo de minimalismo
b) Um prisma em movimento
c) Um emaranhado de pigmentos
d) Um arco-íris estático
15. O que o autor sugere sobre a relação entre a simplicidade e a grandiosidade no texto?
a) A simplicidade é o oposto da grandiosidade.
b) A grandiosidade é alcançada por meio da complexidade.
c) A simplicidade pode levar à grandiosidade.
d) A grandiosidade é impossível de ser alcançada.
16. Como o autor relaciona a descoberta das cores do pavão ao amor?
a) O amor é tão complexo quanto as cores das penas do pavão.
b) Assim como as cores das penas, o amor é superficial.
c) O amor é invisível, assim como os elementos que criam as cores.
d) O amor é apenas uma ilusão, assim como o esplendor do pavão.
17. O que o autor afirma que "ele" faz por meio do amor?
a) Traz glórias e magnificência.
b) Causa dor e sofrimento.
c) Transforma em algo comum.
d) Desperta sentimentos de tristeza.
18. Qual é o "grande mistério" do pavão, de acordo com o autor?
a) Suas cores brilhantes
b) Sua habilidade de voar
c) Sua complexidade genética
d) Sua simplicidade na criação de cores
19. Como o autor compara o pavão a um arco-íris?
a) O pavão é uma ilusão como o arco-íris.
b) O pavão possui cores mais vibrantes que o arco-íris.
c) O pavão é um emissor de luz como o arco-íris.
d) O pavão é um arco-íris de plumas.
20. Qual é a mensagem central do autor sobre a relação entre a arte e a natureza?
a) A arte é superior à natureza em termos de beleza.
b) A natureza é a verdadeira fonte de inspiração para a arte.
c) A arte pode criar algo mais grandioso do que a natureza.
d) A arte e a natureza são interligadas, compartilhando princípios de simplicidade e grandiosidade.
BIBLIOGRAFIA:
DIANA, Daniela. Crônica: características, tipos e exemplos. Toda Matéria, [s.d.]. Disponível em:
https://www.todamateria.com.br/cronica/. Acesso em: 13 fev. 2024
Crônica: o que é, exemplos e quais são os tipos de crônicas. Disponível em:
https://querobolsa.com.br/enem/redacao/cronica-o-que-e-crônica. Acesso em: 13 fev. 2024
http://pt.wikipedia.org/wiki/Machado_de_Assis#Obras
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_obras_de_Clarice_Lispector
http://www.claricelispector.com.br/2012_Claricenacabeceira_jornalismo.aspxhttps://www.skoob.
com.br/livro/4256-cronicas-1
http://www.girafamania.com.br/artistas/personalidade_carlosdandrade.html
http://www.releituras.com/pmcampos_bio.asphttp://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=..
/livros/layout_produto.asp&CategoriaID=647372&ID=912804
Após ler o texto, responda às questões.
1. Como o autor descreve as cores do pavão e qual é a sua percepção inicial em relação a elas? O autor
descreve as cores do pavão como um "luxo imperial" e uma "glória", inicialmente percebendo suas
cores como um esplendor magnífico.
2. Qual é a descoberta feita pelo autor em relação às cores das penas do pavão e como elas são realmente
formadas? O autor descobre que as cores das penas do pavão não são formadas por pigmentos,
mas sim por minúsculas bolhas d'água nas quais a luz se fragmenta, criando um efeito prismático.
3. De acordo com o autor, qual é o segredo por trás do esplendor das penas do pavão e o que isso revela
sobre a arte? O autor descobre que as cores das penas do pavão não são formadas por pigmentos,
mas sim por minúsculas bolhas d'água nas quais a luz se fragmenta, criando um efeito prismático.
4. Explique como o pavão é comparado a um arco-íris de plumas e o que essa comparação revela sobre sua
beleza. O pavão é comparado a um arco-íris de plumas para enfatizar sua beleza diversificada e
vibrante, ressaltando a associação entre suas cores e as cores de um arco-íris.
5 - Qual é a conexão que o autor estabelece entre o pavão, a arte e a simplicidade? O autor
estabelece uma relação entre o pavão, a arte e a simplicidade ao considerar que o pavão
alcança sua beleza através da simplicidade de água e luz, similar à forma como um artista pode
criar algo grandioso com poucos elementos.
6 - Como o autor relaciona a descoberta das cores do pavão com a natureza do amor? O autor
relaciona a descoberta das cores do pavão à natureza do amor, sugerindo que assim como as
cores esplêndidas das penas são geradas por elementos invisíveis, o amor também é sentido
por meio de sensações e percepções internas.
7 - De acordo com o texto, como o amor é descrito e quais são as semelhanças que o autor encontra
entre o amor e as cores do pavão? O amor é descrito como algo que "suscita e esplende e
estremece e delira", e o autor encontra semelhanças entre o amor e as cores do pavão no
sentido de que ambos são experiências profundas que se manifestam de maneira sutil e
interna.
8. Explique a frase "Ele me cobre de glórias e me faz magnífico" em relação ao contexto do texto. A frase "Ele me
cobre de glórias e me faz magnífico" expressa como o amor, assim como as cores do pavão, pode trazer
uma sensação de grandeza e esplendor pessoal para o autor.
9. Como o autor utiliza a metáfora das penas do pavão para transmitir uma mensagem sobre a natureza efêmera e
ilusória do esplendor? A metáfora das penas do pavão reflete sobre a natureza efêmera e ilusória do
esplendor, indicando que algo aparentemente grandioso pode ser resultado de elementos simples e
fugazes.
10. Como você interpreta a reflexão do autor sobre a relação entre a simplicidade e a grandiosidade, tanto no
contexto do pavão quanto no contexto do amor? A reflexão do autor sobre a relação entre simplicidade e
grandiosidade sugere que alcançar o ápice de matizes com poucos elementos é um sinal de maestria, tanto
na arte quanto no amor, enfatizando a importância da simplicidade na criação de algo magnífico.
11. Como o autor descreve inicialmente as cores das penas do pavão?
a) Como uma ilusão
b) Como um mistério
c) Como um arco-íris
d) Como um luxo imperial
12. Qual é a verdadeira causa das cores nas penas do pavão, de acordo com o autor?
a) Pigmentos coloridos
b) Bolhas de ar
c) Minúsculas bolhas d'água
d) Reflexão solar
13. Qual é a conexão que o autor estabelece entre o pavão e a arte?
a) O pavão é um exemplo de arte abstrata.
b) O pavão é um símbolo da simplicidade artística.
c) A arte imita a beleza das penas do pavão.
d) O pavão representa a complexidade da arte.
14. Como o autor descreve o pavão em relação à variedade de cores?
a) Um exemplo de minimalismo
b) Um prisma em movimento
c) Um emaranhado de pigmentos
d) Um arco-íris estático
15. O que o autor sugere sobre a relação entre a simplicidade e a grandiosidade no texto?
a) A simplicidade é o oposto da grandiosidade.
b) A grandiosidade é alcançada por meio da complexidade.
c) A simplicidade pode levar à grandiosidade.
d) A grandiosidade é impossível de ser alcançada.
16. Como o autor relaciona a descoberta das cores do pavão ao amor?
a) O amor é tão complexo quanto as cores das penas do pavão.
b) Assim como as cores das penas, o amor é superficial.
c) O amor é invisível, assim como os elementos que criam as cores.
d) O amor é apenas uma ilusão, assim como o esplendor do pavão.
17. O que o autor afirma que "ele" faz por meio do amor?
a) Traz glórias e magnificência.
b) Causa dor e sofrimento.
c) Transforma em algo comum.
d) Desperta sentimentos de tristeza.
18. Qual é o "grande mistério" do pavão, de acordo com o autor?
a) Suas cores brilhantes
b) Sua habilidade de voar
c) Sua complexidade genética
d) Sua simplicidade na criação de cores
19. Como o autor compara o pavão a um arco-íris?
a) O pavão é uma ilusão como o arco-íris.
b) O pavão possui cores mais vibrantes que o arco-íris.
c) O pavão é um emissor de luz como o arco-íris.
d) O pavão é um arco-íris de plumas.
20. Qual é a mensagem central do autor sobre a relação entre a arte e a natureza?
a) A arte é superior à natureza em termos de beleza.
b) A natureza é a verdadeira fonte de inspiração para a arte.
c) A arte pode criar algo mais grandioso do que a natureza.
d) A arte e a natureza são interligadas, compartilhando princípios de simplicidade e grandiosidade.

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Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º

  • 3. DEFINIÇÃO: A crônica é um gênero textual curto escrito em prosa, geralmente produzido para meios de comunicação, por exemplo, jornais, revistas, etc. Além de ser um texto curto, possui uma "vida curta", ou seja, as crônicas tratam de acontecimentos corriqueiros do cotidiano. A palavra crônica, do latim chronica, refere-se a um registro de eventos marcados pelo tempo cronológico. Do grego khronos, significa tempo. Assim, as crônicas estão extremamente conectadas ao contexto em que são produzidas, por isso, com o passar do tempo, elas perdem sua “validade”, ou seja, ficam fora do contexto. PROSA substantivo feminino 1. expressão natural da linguagem escrita ou falada, sem metrificação intencional e não sujeita a ritmos regulares. 2. aquilo que é material, cotidiano, sem poesia. "a p. da realidade“ CORRIQUEIRO adjetivo 1. que é usual; comum, trivial. 2."acontecimento, situação c."
  • 4. CARACTERÍSTICAS DAS CRÔNICAS: • narrativa curta; • uso de uma linguagem simples e coloquial; • presença de poucos personagens, se houver; • espaço reduzido; • temas relacionados a acontecimentos cotidianos. COLQUIAL adjetivo de dois gêneros 1.em tom de colóquio; de modo distenso, informal. "o estilo c. deste escritor agrada-me muito"
  • 5. TIPOS DE CRÔNICAS: Embora seja um texto que faz parte do gênero narrativo (com enredo, foco narrativo, personagens, tempo e espaço), há diversos tipos de crônicas que exploram outros gêneros textuais. Podemos destacar a crônica descritiva e a crônica dissertativa. Além delas, temos: crônica jornalística: mais comum das crônicas da atualidade, são as crônicas chamadas de “crônicas jornalísticas” produzidas para os meios de comunicação, onde utilizam temas da atualidade para fazerem reflexões. Aproxima-se da crônica dissertativa. crônica histórica: marcada por relatar fatos ou acontecimentos históricos, com personagens, tempo e espaço definidos. Aproxima-se da crônica narrativa. crônica humorística: esse tipo de crônica apela para o humor como forma de entreter o público, ao mesmo tempo que utiliza da ironia e do humor como ferramenta essencial para criticar alguns aspectos seja da sociedade, política, cultura, economia, etc. DISSERTAR transitivo indireto expor algum assunto de modo sistemático, abrangente e profundo, oralmente ou por escrito; discorrer, discretear.
  • 6. TIPOS DE CRÔNICAS: crônica narrativa: Relata uma história com começo, meio e fim. Pode ter personagens e diálogos, e geralmente possui uma reviravolta ou conclusão surpreendente. crônica descritiva: Foca na descrição detalhada de pessoas, lugares ou situações, buscando fazer o leitor visualizar e sentir o que está sendo descrito. crônica reflexiva: Faz uma reflexão profunda sobre um tema, levando o leitor a pensar e, muitas vezes, questionar certas realidades ou comportamentos. crônica lírica: Apresenta um forte componente emocional, expressando sentimentos, sensações e emoções do autor. crônica de opinião: O autor expõe sua opinião sobre um tema atual, muitas vezes com uma postura crítica ou analítica.
  • 7. TIPOS DE CRÔNICAS: crônica social: Aborda aspectos da sociedade, denunciando injustiças, desigualdades ou retratando costumes e comportamentos.
  • 8. TONS DA CRÔNICA: - Despretensioso - Poético - Filosófico - Divertido - Crítico - Irônico - Reflexivo
  • 9. EXEMPLO DE CRÔNICA: O pavão (Rubem Braga) Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade. Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico. OSTENTAR – mostrar(-se) ou exibir(-se) com aparato; alardear. SUSCITAR – ser a causa do aparecimento de; provocar, originar. ESPLENDER - luzir, brilhar intensamente; rutilar.
  • 10. PRINCIPAIS CRONISTAS BRASILEIROS E SUAS OBRAS: •Machado de Assis: Crônicas; Crônicas de Lélio; Comentários da Semana; Ao Acaso. •Clarice Lispector: Contos, Crônicas e Novelas; Visão do Esplendor; Para Não Esquecer Nunca; Clarice na Cabeceira. •Carlos Heitor Cony: Da Arte de Falar Mal; O Ato e o Fato; Posto Seis; Os Anos Mais Antigos do Passado; O Harém das Bananeiras; O Suor e a Lágrima; O Tudo ou o Nada; Para Ler na Escola. •Carlos Drummond de Andrade: Para Gostar de Ler – Volume 1 – Crônicas 1; Lição de Coisas; Os Dias Lindos; Boca de Luar; Amor Natural. •Fernando Sabino: As Melhores Crônicas de Fernando Sabino; A Cidade Vazia; O Homem Nu; A Mulher do Vizinho; A Companheira de Viagem; A Inglesa Deslumbrada; Deixa o Alfredo Falar!; A Falta que Ela me Faz. •Rubem Braga: O Conde e o Passarinho; O Morro do Isolamento; Ai de Ti, Copacabana; A Traição das Elegantes; As Boas Coisas da Vida; O Verão e as Mulheres; Uma Fada no Front; O Menino e o Tuim. •Paulo Mendes Campos: O Cego de Ipanema; Homenzinho na Ventania; O Colunista do Morro; Hora do Recreio; O Anjo Bêbado; O Amor Acaba; Cisne de Feltro; Balé do Pato e Outras Crônicas. •Affonso Romano de Sant'Anna: A Mulher Madura; Como Andar no Labirinto. •Nelson Rodrigues: O Óbvio Ululante: Primeiras Confissões; A Cabra Vadia; O Remador de Ben- Hur; A Pátria Sem Chuteiras; A Mulher do Próximo; O Berro Impresso nas Manchetes. •Lêdo Ivo: A Cidade e os Dias; O Navio Adormecido no Bosque; As Melhores Crônicas de Lêdo Ivo.
  • 11. ONDE ENCONTRAR EXEMPLOS DE CRÔNICA: https://cronicabrasileira.org.br/
  • 12. ATIVIDADE: LEITURA E INTERPRETAÇÃO TEXTO Pavão Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade. Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! Minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico. Rubem Braga
  • 13. Após ler o texto, responda às questões. 1. Como o autor descreve as cores do pavão e qual é a sua percepção inicial em relação a elas? 2. Qual é a descoberta feita pelo autor em relação às cores das penas do pavão e como elas são realmente formadas? 3. De acordo com o autor, qual é o segredo por trás do esplendor das penas do pavão e o que isso revela sobre a arte? 4. Explique como o pavão é comparado a um arco-íris de plumas e o que essa comparação revela sobre sua beleza. 5. Qual é a conexão que o autor estabelece entre o pavão, a arte e a simplicidade? 6. Como o autor relaciona a descoberta das cores do pavão com a natureza do amor? 7. De acordo com o texto, como o amor é descrito e quais são as semelhanças que o autor encontra entre o amor e as cores do pavão?
  • 14. 8. Explique a frase "Ele me cobre de glórias e me faz magnífico" em relação ao contexto do texto. 9. Como o autor utiliza a metáfora das penas do pavão para transmitir uma mensagem sobre a natureza efêmera e ilusória do esplendor? 10. Como você interpreta a reflexão do autor sobre a relação entre a simplicidade e a grandiosidade, tanto no contexto do pavão quanto no contexto do amor? 11. Como o autor descreve inicialmente as cores das penas do pavão? a) Como uma ilusão b) Como um mistério c) Como um arco-íris d) Como um luxo imperial
  • 15. 12. Qual é a verdadeira causa das cores nas penas do pavão, de acordo com o autor? a) Pigmentos coloridos b) Bolhas de ar c) Minúsculas bolhas d'água d) Reflexão solar 13. Qual é a conexão que o autor estabelece entre o pavão e a arte? a) O pavão é um exemplo de arte abstrata. b) O pavão é um símbolo da simplicidade artística. c) A arte imita a beleza das penas do pavão. d) O pavão representa a complexidade da arte. 14. Como o autor descreve o pavão em relação à variedade de cores? a) Um exemplo de minimalismo b) Um prisma em movimento c) Um emaranhado de pigmentos d) Um arco-íris estático
  • 16. 15. O que o autor sugere sobre a relação entre a simplicidade e a grandiosidade no texto? a) A simplicidade é o oposto da grandiosidade. b) A grandiosidade é alcançada por meio da complexidade. c) A simplicidade pode levar à grandiosidade. d) A grandiosidade é impossível de ser alcançada. 16. Como o autor relaciona a descoberta das cores do pavão ao amor? a) O amor é tão complexo quanto as cores das penas do pavão. b) Assim como as cores das penas, o amor é superficial. c) O amor é invisível, assim como os elementos que criam as cores. d) O amor é apenas uma ilusão, assim como o esplendor do pavão. 17. O que o autor afirma que "ele" faz por meio do amor? a) Traz glórias e magnificência. b) Causa dor e sofrimento. c) Transforma em algo comum. d) Desperta sentimentos de tristeza.
  • 17. 18. Qual é o "grande mistério" do pavão, de acordo com o autor? a) Suas cores brilhantes b) Sua habilidade de voar c) Sua complexidade genética d) Sua simplicidade na criação de cores 19. Como o autor compara o pavão a um arco-íris? a) O pavão é uma ilusão como o arco-íris. b) O pavão possui cores mais vibrantes que o arco-íris. c) O pavão é um emissor de luz como o arco-íris. d) O pavão é um arco-íris de plumas. 20. Qual é a mensagem central do autor sobre a relação entre a arte e a natureza? a) A arte é superior à natureza em termos de beleza. b) A natureza é a verdadeira fonte de inspiração para a arte. c) A arte pode criar algo mais grandioso do que a natureza. d) A arte e a natureza são interligadas, compartilhando princípios de simplicidade e grandiosidade.
  • 18. BIBLIOGRAFIA: DIANA, Daniela. Crônica: características, tipos e exemplos. Toda Matéria, [s.d.]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/cronica/. Acesso em: 13 fev. 2024 Crônica: o que é, exemplos e quais são os tipos de crônicas. Disponível em: https://querobolsa.com.br/enem/redacao/cronica-o-que-e-crônica. Acesso em: 13 fev. 2024 http://pt.wikipedia.org/wiki/Machado_de_Assis#Obras http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_obras_de_Clarice_Lispector http://www.claricelispector.com.br/2012_Claricenacabeceira_jornalismo.aspxhttps://www.skoob. com.br/livro/4256-cronicas-1 http://www.girafamania.com.br/artistas/personalidade_carlosdandrade.html http://www.releituras.com/pmcampos_bio.asphttp://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=.. /livros/layout_produto.asp&CategoriaID=647372&ID=912804
  • 19. Após ler o texto, responda às questões. 1. Como o autor descreve as cores do pavão e qual é a sua percepção inicial em relação a elas? O autor descreve as cores do pavão como um "luxo imperial" e uma "glória", inicialmente percebendo suas cores como um esplendor magnífico. 2. Qual é a descoberta feita pelo autor em relação às cores das penas do pavão e como elas são realmente formadas? O autor descobre que as cores das penas do pavão não são formadas por pigmentos, mas sim por minúsculas bolhas d'água nas quais a luz se fragmenta, criando um efeito prismático. 3. De acordo com o autor, qual é o segredo por trás do esplendor das penas do pavão e o que isso revela sobre a arte? O autor descobre que as cores das penas do pavão não são formadas por pigmentos, mas sim por minúsculas bolhas d'água nas quais a luz se fragmenta, criando um efeito prismático. 4. Explique como o pavão é comparado a um arco-íris de plumas e o que essa comparação revela sobre sua beleza. O pavão é comparado a um arco-íris de plumas para enfatizar sua beleza diversificada e vibrante, ressaltando a associação entre suas cores e as cores de um arco-íris.
  • 20. 5 - Qual é a conexão que o autor estabelece entre o pavão, a arte e a simplicidade? O autor estabelece uma relação entre o pavão, a arte e a simplicidade ao considerar que o pavão alcança sua beleza através da simplicidade de água e luz, similar à forma como um artista pode criar algo grandioso com poucos elementos. 6 - Como o autor relaciona a descoberta das cores do pavão com a natureza do amor? O autor relaciona a descoberta das cores do pavão à natureza do amor, sugerindo que assim como as cores esplêndidas das penas são geradas por elementos invisíveis, o amor também é sentido por meio de sensações e percepções internas. 7 - De acordo com o texto, como o amor é descrito e quais são as semelhanças que o autor encontra entre o amor e as cores do pavão? O amor é descrito como algo que "suscita e esplende e estremece e delira", e o autor encontra semelhanças entre o amor e as cores do pavão no sentido de que ambos são experiências profundas que se manifestam de maneira sutil e interna.
  • 21. 8. Explique a frase "Ele me cobre de glórias e me faz magnífico" em relação ao contexto do texto. A frase "Ele me cobre de glórias e me faz magnífico" expressa como o amor, assim como as cores do pavão, pode trazer uma sensação de grandeza e esplendor pessoal para o autor. 9. Como o autor utiliza a metáfora das penas do pavão para transmitir uma mensagem sobre a natureza efêmera e ilusória do esplendor? A metáfora das penas do pavão reflete sobre a natureza efêmera e ilusória do esplendor, indicando que algo aparentemente grandioso pode ser resultado de elementos simples e fugazes. 10. Como você interpreta a reflexão do autor sobre a relação entre a simplicidade e a grandiosidade, tanto no contexto do pavão quanto no contexto do amor? A reflexão do autor sobre a relação entre simplicidade e grandiosidade sugere que alcançar o ápice de matizes com poucos elementos é um sinal de maestria, tanto na arte quanto no amor, enfatizando a importância da simplicidade na criação de algo magnífico. 11. Como o autor descreve inicialmente as cores das penas do pavão? a) Como uma ilusão b) Como um mistério c) Como um arco-íris d) Como um luxo imperial
  • 22. 12. Qual é a verdadeira causa das cores nas penas do pavão, de acordo com o autor? a) Pigmentos coloridos b) Bolhas de ar c) Minúsculas bolhas d'água d) Reflexão solar 13. Qual é a conexão que o autor estabelece entre o pavão e a arte? a) O pavão é um exemplo de arte abstrata. b) O pavão é um símbolo da simplicidade artística. c) A arte imita a beleza das penas do pavão. d) O pavão representa a complexidade da arte. 14. Como o autor descreve o pavão em relação à variedade de cores? a) Um exemplo de minimalismo b) Um prisma em movimento c) Um emaranhado de pigmentos d) Um arco-íris estático
  • 23. 15. O que o autor sugere sobre a relação entre a simplicidade e a grandiosidade no texto? a) A simplicidade é o oposto da grandiosidade. b) A grandiosidade é alcançada por meio da complexidade. c) A simplicidade pode levar à grandiosidade. d) A grandiosidade é impossível de ser alcançada. 16. Como o autor relaciona a descoberta das cores do pavão ao amor? a) O amor é tão complexo quanto as cores das penas do pavão. b) Assim como as cores das penas, o amor é superficial. c) O amor é invisível, assim como os elementos que criam as cores. d) O amor é apenas uma ilusão, assim como o esplendor do pavão. 17. O que o autor afirma que "ele" faz por meio do amor? a) Traz glórias e magnificência. b) Causa dor e sofrimento. c) Transforma em algo comum. d) Desperta sentimentos de tristeza.
  • 24. 18. Qual é o "grande mistério" do pavão, de acordo com o autor? a) Suas cores brilhantes b) Sua habilidade de voar c) Sua complexidade genética d) Sua simplicidade na criação de cores 19. Como o autor compara o pavão a um arco-íris? a) O pavão é uma ilusão como o arco-íris. b) O pavão possui cores mais vibrantes que o arco-íris. c) O pavão é um emissor de luz como o arco-íris. d) O pavão é um arco-íris de plumas. 20. Qual é a mensagem central do autor sobre a relação entre a arte e a natureza? a) A arte é superior à natureza em termos de beleza. b) A natureza é a verdadeira fonte de inspiração para a arte. c) A arte pode criar algo mais grandioso do que a natureza. d) A arte e a natureza são interligadas, compartilhando princípios de simplicidade e grandiosidade.