VamosVamos
continuar?continuar?
CARACTERIZAÇÃOCARACTERIZAÇÃO
““Visa DESCREVER as características de uma cultivar, ou os acessos de um BAG”Visa DESCREVER as características de uma cultivar, ou os acessos de um BAG”
• Coleta
• Intercâmbio
• Quarentena
• Identificação
• CARACTERIZAÇÃOCARACTERIZAÇÃO
• Conservação
• Educação
• Valoração
• Doc & Info
• Uso
TIPOS DE CARACTERIZAÇÃOTIPOS DE CARACTERIZAÇÃO
1.1. GENÉTICAGENÉTICA
2.2. BOTÂNICABOTÂNICA
3.3. AGRONÔMICAAGRONÔMICA (+Químicos + Tecnológicos(+Químicos + Tecnológicos))
1.1. GENÉTICAGENÉTICA
2.2. BOTÂNICABOTÂNICA
3.3. AGRONÔMICAAGRONÔMICA (+Químicos + Tecnológicos(+Químicos + Tecnológicos))
DESCRITORES
TIPO DE DESCRITORES
1.Descritores MÍNIMOSMÍNIMOS
Para separação de CULTIVARES (CULTIVARES (SNPCSNPC) e POPULAÇÕES) e POPULAÇÕES
2. Descritores COMPLETOSCOMPLETOS
Para separação de ACESSOS de BAGBAG
TIPO DE DADOS EXTRAÍDOS
1. Dados QUANTITATIVOS (números – contagens, medições, etc.)
Notas: de 0 a 9.
Valores intermediários: 1,3,5,7 (dúvidas).
Amostragem: 4 medidas//20 plantas.
2. Dados QUALITATIVOS (antocianina, brilho, pelos, etc.)
Presença (+)
Ausência (0)
DESCRITORDESCRITOR:: (Do lat.(Do lat. descriptoredescriptore) Adj. 1.) Adj. 1. Que descreveQue descreve......
““ OsOs DESCRITORESDESCRITORES são uma ferramenta essencial para sesão uma ferramenta essencial para se DISTINGUIRDISTINGUIR
ACESSOSACESSOS dede CULTIVARESCULTIVARES,, ESPÉCIESESPÉCIES ouou GÊNEROSGÊNEROS.”.”
Têm a vantagem de poderem ser aplicados por avaliadores diferentes,Têm a vantagem de poderem ser aplicados por avaliadores diferentes,
através dos anos.através dos anos.
EXEMPLOS DE CARACTERIZAÇÃO GENÉTICA
MARCADORES MOLECULARESMARCADORES MOLECULARES
1.1.BASEADOS EMBASEADOS EM
ENZIMASENZIMAS
ISOENZIMASISOENZIMAS
ALOENZIMASALOENZIMAS
2. BASEADOS EM2. BASEADOS EM
ÁCIDOS NUCLEIOCOSÁCIDOS NUCLEIOCOS
MARCADORES DE DNAMARCADORES DE DNA
(RAPD; RFLP; SSR; AFLP;(RAPD; RFLP; SSR; AFLP;
SNPs; etc.)SNPs; etc.)
CARIÓTIPO CROMOSSÔMICOCARIÓTIPO CROMOSSÔMICO
NÚMERONÚMERO
TAMANHOTAMANHO
FORMAFORMA
EXEMPLO DE CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICAEXEMPLO DE CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA
1.1. Partes subterrâneasPartes subterrâneas
2.2. CauleCaule
3.3. RamosRamos
4.4. FolhasFolhas
5.5. FloresFlores
6.6. FrutosFrutos
7.7. SementesSementes
1.1. Partes subterrâneasPartes subterrâneas
2.2. CauleCaule
3.3. RamosRamos
4.4. FolhasFolhas
5.5. FloresFlores
6.6. FrutosFrutos
7.7. SementesSementes
(O FENÓTIPO = GENÓTIPO + MEIO AMBIENTE(O FENÓTIPO = GENÓTIPO + MEIO AMBIENTE))(O FENÓTIPO = GENÓTIPO + MEIO AMBIENTE(O FENÓTIPO = GENÓTIPO + MEIO AMBIENTE))
ORGANOGRAFIA ANATOMIA
EXEMPLO DE CARACTERIZAÇÃOEXEMPLO DE CARACTERIZAÇÃO
AGRONÔMICAAGRONÔMICA
Os principais dados da caracterização agronômica são a produção,Os principais dados da caracterização agronômica são a produção,
rendimento, qualidades organolépticas, resistência a fatoresrendimento, qualidades organolépticas, resistência a fatores
adversos, ...adversos, ...
PRINCIPAIS MÉTODOS DE ESTATÍSTICOS DE ORDENAÇÃO
DOS DADOS DA CARACTERIZAÇÃO
VARIÁVEIS
QUANTITATIVAS
 
DISTÂNCIA EUCLIDIANA
 
 
ANÁLISES DE 
COMPONTENTES 
PRINCIPAIS
 
 
DISTÂNCIA DE 
MOHALANOBIS
 
 
ANÁLISES CANÔNICAS DE 
POPULAÇÕES
VARIÁVEIS
QUALITATIVAS
 
ÍNDICES DE SIMILARIDADE
 
 
ANÁLISES DE COORDENDAS 
PRINCIPAIS
 
 
DADOS DE FREQUÊNCIA 
ORGANIZADOS EM 
TABELAS DE 
CONTINGÊNCIA. DISTÂNCIA 
DO 
QUI-QUADRADO
 
 
 
ANÁLISES FATORIAIS DE 
COORDENADAS
AMBAS
AS VARIÁVEIS
 
ÍNDICES DE 
DISSIMILARIDADE
 
ESCALAS 
MULTIDIMENSIONAIS 
(MDS)
 
PARA POPULAÇÕES
Art. 225.Art. 225. Todos têm direito ao MEIO AMBIENTE ecologicamente
equilibrado, bem de USO COMUM DO POVOUSO COMUM DO POVO e essencial à sadia
qualidade de vida, impondo-se ao PODER PÚBLICO e à
COLETIVIDADECOLETIVIDADE o dever de DEFENDÊ-LODEFENDÊ-LO ee PRESERVÁ-LOPRESERVÁ-LO
para as PRESENTES e FUTURAS gerações.
§ 1º§ 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao PODERPODER
PÚBLICOPÚBLICO:
IIII - PRESERVARPRESERVAR a DIVERSIDADEDIVERSIDADE e a INTEGRIDADEINTEGRIDADE do
PATRIMÔNIO GENÉTICOPATRIMÔNIO GENÉTICO DO PAÍS e FISCALIZAR as
entidades dedicadas à PESQUISA e manipulação de MATERIAL
GENÉTICO;
VIVI - PROMOVERPROMOVER a EDUCAÇÃO AMBIENTALEDUCAÇÃO AMBIENTAL em todos os
níveis de ensino e a conscientização pública para a
PRESERVAÇÃO do MEIO AMBIENTEPRESERVAÇÃO do MEIO AMBIENTE;
CONSERVAÇÃOCONSERVAÇÃO && PRESERVAÇÃOPRESERVAÇÃO
““São atividades que visamSão atividades que visam
manter germoplasmamanter germoplasma ex situex situ
ee in situin situ, disponibilizando-os, disponibilizando-os
às gerações presente eàs gerações presente e
futura.”futura.”
Coleta
Intercâmbio
Quarentena
Identificação
Caracterização
CONSERVAÇÃO/CONSERVAÇÃO/
PRESERVAÇÃOPRESERVAÇÃO
Educação
Valoração
Doc & Info
Uso
B) PRESERVAÇÃO “B) PRESERVAÇÃO “IN SITUIN SITU””A) CONSERVAÇÃO “A) CONSERVAÇÃO “EX SITUEX SITU””
O QUEO QUE PRESERVARPRESERVAR IN SITUIN SITU
1. As ESPÉCIES NATIVAS e EXÓTICAS CULTIVADAS e/ou seus PARENTES
SILVESTRES;
2. As ESPÉCIES NATIVAS em risco de extinção.
EXEMPLOS
a)Todas Plantas do Presente:
Arachis spp.; Hevea
spp.;Theobroma spp.;...
b)Todas Plantas do Futuro: Na
região Centro-Oeste foram
detectadas 177 spp.. Na região
Sul 146. Enfim, nas demais
regiões também há centenas de
plantas com potencial de
preservação no Brasil.
1.1. Acessos daAcessos da AGRICULTURA TRADICIONALAGRICULTURA TRADICIONAL:: raças nativas, cultivaresraças nativas, cultivares
primitivas e espécies de importância cultural;primitivas e espécies de importância cultural;
2.2. Acessos deAcessos de MATERIAL PRÉ-MELHORADOMATERIAL PRÉ-MELHORADO ee MELHORADOMELHORADO:: cultivarescultivares
modernas e obsoletas, linhas avançadas, e mutantes;modernas e obsoletas, linhas avançadas, e mutantes;
3.3. AsAs ESPÉCIES SILVESTRESESPÉCIES SILVESTRES ee FORMAS REGRESSIVASFORMAS REGRESSIVAS das espéciesdas espécies
nativas e exóticasnativas e exóticas:: Ex: Café, Citros e Cana-de-açúcar;Ex: Café, Citros e Cana-de-açúcar;
4.4. Material oriundo daMaterial oriundo da BIOTECNOLOGIABIOTECNOLOGIA ee ENGENHARIA GENÉTICAENGENHARIA GENÉTICA::
Transgênicos, Pólens, Fragmentos de ADN, Genes Clonados, GenesTransgênicos, Pólens, Fragmentos de ADN, Genes Clonados, Genes
Marcadores, Genes Silenciosos, Genoma de Cloroplastos, etc.Marcadores, Genes Silenciosos, Genoma de Cloroplastos, etc.
1.1. Acessos daAcessos da AGRICULTURA TRADICIONALAGRICULTURA TRADICIONAL:: raças nativas, cultivaresraças nativas, cultivares
primitivas e espécies de importância cultural;primitivas e espécies de importância cultural;
2.2. Acessos deAcessos de MATERIAL PRÉ-MELHORADOMATERIAL PRÉ-MELHORADO ee MELHORADOMELHORADO:: cultivarescultivares
modernas e obsoletas, linhas avançadas, e mutantes;modernas e obsoletas, linhas avançadas, e mutantes;
3.3. AsAs ESPÉCIES SILVESTRESESPÉCIES SILVESTRES ee FORMAS REGRESSIVASFORMAS REGRESSIVAS das espéciesdas espécies
nativas e exóticasnativas e exóticas:: Ex: Café, Citros e Cana-de-açúcar;Ex: Café, Citros e Cana-de-açúcar;
4.4. Material oriundo daMaterial oriundo da BIOTECNOLOGIABIOTECNOLOGIA ee ENGENHARIA GENÉTICAENGENHARIA GENÉTICA::
Transgênicos, Pólens, Fragmentos de ADN, Genes Clonados, GenesTransgênicos, Pólens, Fragmentos de ADN, Genes Clonados, Genes
Marcadores, Genes Silenciosos, Genoma de Cloroplastos, etc.Marcadores, Genes Silenciosos, Genoma de Cloroplastos, etc.
O QUE CONSERVARO QUE CONSERVAR EX SITUEX SITU??
Centros Internacionais de Pesquisa Agrícola
CGIARGIAR
““São coleções deSão coleções de acessosacessos de uma determinadade uma determinada espécieespécie,, gênerogênero,, famíliafamília
ouou grupogrupo segundo sua função, mantidas “segundo sua função, mantidas “in vivoin vivo”, e”, e rotineiramenterotineiramente
plantadas, caracterizadas, avaliadas, intercambiadas e utilizadasplantadas, caracterizadas, avaliadas, intercambiadas e utilizadas.”.”
““BANCOS ATIVOS DE GERMOPLASMA (BAG)”BANCOS ATIVOS DE GERMOPLASMA (BAG)”
1.1. RECALCITRANTESRECALCITRANTES –– possuem altos teores de umidade no estádio depossuem altos teores de umidade no estádio de
maturação fisiológica e não toleram a secagem e temperaturas abaixo de zero:maturação fisiológica e não toleram a secagem e temperaturas abaixo de zero:
Ex: abiu, açaí, camu-camu, cupuaçú, cacau, pupunha, seringueira, manga.Ex: abiu, açaí, camu-camu, cupuaçú, cacau, pupunha, seringueira, manga.
2.2. INTERMEDIÁRIASINTERMEDIÁRIAS - toleram a desidratação até 10% de umidade, mas não- toleram a desidratação até 10% de umidade, mas não
suportam temperaturas negativas: Ex: café, jenipapo, citros.suportam temperaturas negativas: Ex: café, jenipapo, citros.
3.3. ORTODOXASORTODOXAS – podem sofrer redução de umidade para 3 a 7%, além de– podem sofrer redução de umidade para 3 a 7%, além de
suportarem temperaturas de: – 10 ºC até – 20 ºC (tempo indeterminado) ; de: 0suportarem temperaturas de: – 10 ºC até – 20 ºC (tempo indeterminado) ; de: 0
ºC a 15 ºC (por até 30 anos). Ex: araticum, graviola, murici.ºC a 15 ºC (por até 30 anos). Ex: araticum, graviola, murici.
1.1. RECALCITRANTESRECALCITRANTES –– possuem altos teores de umidade no estádio depossuem altos teores de umidade no estádio de
maturação fisiológica e não toleram a secagem e temperaturas abaixo de zero:maturação fisiológica e não toleram a secagem e temperaturas abaixo de zero:
Ex: abiu, açaí, camu-camu, cupuaçú, cacau, pupunha, seringueira, manga.Ex: abiu, açaí, camu-camu, cupuaçú, cacau, pupunha, seringueira, manga.
2.2. INTERMEDIÁRIASINTERMEDIÁRIAS - toleram a desidratação até 10% de umidade, mas não- toleram a desidratação até 10% de umidade, mas não
suportam temperaturas negativas: Ex: café, jenipapo, citros.suportam temperaturas negativas: Ex: café, jenipapo, citros.
3.3. ORTODOXASORTODOXAS – podem sofrer redução de umidade para 3 a 7%, além de– podem sofrer redução de umidade para 3 a 7%, além de
suportarem temperaturas de: – 10 ºC até – 20 ºC (tempo indeterminado) ; de: 0suportarem temperaturas de: – 10 ºC até – 20 ºC (tempo indeterminado) ; de: 0
ºC a 15 ºC (por até 30 anos). Ex: araticum, graviola, murici.ºC a 15 ºC (por até 30 anos). Ex: araticum, graviola, murici.
TIPO DE SEMENTES PARA CONSERVAÇÃO
1. CÂMARAS FRIAS E SECAS - espécies de sementes ortodoxas;
2. IN VITRO - espécies de sementes ortodoxas, intermediárias e recalcitrantes;
3. CRIOPRESERVAÇÃO - sementes intermediárias e ortodoxas;
4. IN VIVO – espécies de sementes recalcitrantes.
CONSERVAÇÃO EM BANCO BASECONSERVAÇÃO EM BANCO BASE
Embrapa CENARGEN – DF,Embrapa CENARGEN – DF,
com cerda decom cerda de 960960 espéciesespécies
conservadas.conservadas.
Svalbard Global Seed VaultSvalbard Global Seed Vault
NoruegaNoruega
““São bancos de germoplasma, para manutenção de germoplasma a médio e longo prazos.”São bancos de germoplasma, para manutenção de germoplasma a médio e longo prazos.”
Há 6.900 gêneros de plantas conservados em 575 BAG no mundo.Há 6.900 gêneros de plantas conservados em 575 BAG no mundo.
TIPOTIPO
ERVILHA = 130 ANOSERVILHA = 130 ANOS
QUIABO = 125 ANOSQUIABO = 125 ANOS
TOMATE = 124 ANOSTOMATE = 124 ANOS
CEVADA = 123 ANOSCEVADA = 123 ANOS
AVEIA = 123 ANOSAVEIA = 123 ANOS
PERIODICIDADE MONITORAÇÃOPERIODICIDADE MONITORAÇÃO::
a)a) 10 anos10 anos se incorporados comse incorporados com
VIABILIDADEVIABILIDADE inicialinicial ACIMAACIMA dede 85%.85%.
b)b) 5 anos5 anos se incorporados comse incorporados com
VIABILIDADEVIABILIDADE inicialinicial ABAIXOABAIXO dede 85%.85%.
REGENERAÇÃO DOS ACESSOSREGENERAÇÃO DOS ACESSOS::
a)a)quando aquando a VIABILIDADE dasVIABILIDADE das
sementessementes forfor REDUZIDA paraREDUZIDA para 85%85% dodo
PODER GERMINATIVO inicial.PODER GERMINATIVO inicial.
MULTIPLICAÇÃO DOS ACESSOSMULTIPLICAÇÃO DOS ACESSOS::
a) oa) o NÚMERO DE SEMENTESNÚMERO DE SEMENTES total setotal se
tornatorna INFERIOR ao padrão aceitávelINFERIOR ao padrão aceitável..
LONGEVIDADELONGEVIDADE::
a)a) Para cadaPara cada 1%1% de aumento no teorde aumento no teor
dede UMIDADEUMIDADE da semente, ada semente, a
longevidade é reduzida pela metade.longevidade é reduzida pela metade.
b)b)Para cadaPara cada 55OOCC de aumento nade aumento na
TEMPERATURATEMPERATURA a longevidade éa longevidade é
reduzida também pela metade.reduzida também pela metade.
1.1. TESTE DE VIABILIDADE INICIAL =TESTE DE VIABILIDADE INICIAL = 400400
2.2. DETERMINAÇÃO DA UMIDADE =DETERMINAÇÃO DA UMIDADE = 200200
3.3. 6 TESTES DE VIABILIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO =6 TESTES DE VIABILIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO = 1.2001.200
4.4. 2 DETERMINAÇÕES DE UMIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO =2 DETERMINAÇÕES DE UMIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO = 400400
5.5. 3 DISTRIBUIÇÕES DE SEMENTES =3 DISTRIBUIÇÕES DE SEMENTES = 300300
6.6. 1 REGENERAÇÃO =1 REGENERAÇÃO = 100100
7.7. PERDAS POR ACIDENTE =PERDAS POR ACIDENTE = 400400
8.8. TOTAL DE SEMENTES =TOTAL DE SEMENTES = 3.0003.000 Obs:Obs: Se heterogênea sugere-se :Se heterogênea sugere-se : 12.00012.000
1.1. TESTE DE VIABILIDADE INICIAL =TESTE DE VIABILIDADE INICIAL = 400400
2.2. DETERMINAÇÃO DA UMIDADE =DETERMINAÇÃO DA UMIDADE = 200200
3.3. 6 TESTES DE VIABILIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO =6 TESTES DE VIABILIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO = 1.2001.200
4.4. 2 DETERMINAÇÕES DE UMIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO =2 DETERMINAÇÕES DE UMIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO = 400400
5.5. 3 DISTRIBUIÇÕES DE SEMENTES =3 DISTRIBUIÇÕES DE SEMENTES = 300300
6.6. 1 REGENERAÇÃO =1 REGENERAÇÃO = 100100
7.7. PERDAS POR ACIDENTE =PERDAS POR ACIDENTE = 400400
8.8. TOTAL DE SEMENTES =TOTAL DE SEMENTES = 3.0003.000 Obs:Obs: Se heterogênea sugere-se :Se heterogênea sugere-se : 12.00012.000
QUANTIDADE SEMENTES PARA
CONSERVAÇÃO
CONSERVAÇÃO “IN VIVO ”
“Utilizada principalmente para as espécies que NÃO PODEM ser conservadas como sementes,
isto é as recalcitrantes e intermediárias (Ex: campo/telado/ripado/casa-de-vegetação)”
RECOMENDADAS: Para espécies perenes,Para espécies perenes,
arbóreas, silvestres, semidomesticadas,arbóreas, silvestres, semidomesticadas,
heterozigotas, de reprodução vegetativa, deheterozigotas, de reprodução vegetativa, de
sementes de vida curta, de sementes sensíveissementes de vida curta, de sementes sensíveis
à secagem;à secagem;
PROBLEMAS: As arbóreas perenes ocupamocupam
muitomuito espaçoespaço, e com poucas repetições,, e com poucas repetições,
portanto com baixaportanto com baixa diversidade genéticadiversidade genética,,
estandoestando suscetíveissuscetíveis a desastres naturais.a desastres naturais. Ex:Ex:
café, seringueira, citros.café, seringueira, citros.
Conservam-se, em crescimento retardado, pequenas plantas em tubos com Agar nutritivo;Conservam-se, em crescimento retardado, pequenas plantas em tubos com Agar nutritivo;
•VariáveisVariáveis: temperatura, luminosidade e nutrientes;: temperatura, luminosidade e nutrientes;
•RecomendadoRecomendado: plantas que não produzem sementes, aquelas que se reproduzem por: plantas que não produzem sementes, aquelas que se reproduzem por
rizomas ou bulbos; baixo custo, reprodução fácil.rizomas ou bulbos; baixo custo, reprodução fácil.
•Parte utilizadaParte utilizada: embriões e pontas de raízes;: embriões e pontas de raízes;
•ProblemasProblemas: Instabilidade genética, equipamentos e staff.: Instabilidade genética, equipamentos e staff.
•Ex:Ex: mandioca, cana-de-açúcar, banana, baunilha, cacau, fruteiras temperadas, raízes emandioca, cana-de-açúcar, banana, baunilha, cacau, fruteiras temperadas, raízes e
tubérculostubérculos, etc., etc.
Conservam-se, em crescimento retardado, pequenas plantas em tubos com Agar nutritivo;Conservam-se, em crescimento retardado, pequenas plantas em tubos com Agar nutritivo;
•VariáveisVariáveis: temperatura, luminosidade e nutrientes;: temperatura, luminosidade e nutrientes;
•RecomendadoRecomendado: plantas que não produzem sementes, aquelas que se reproduzem por: plantas que não produzem sementes, aquelas que se reproduzem por
rizomas ou bulbos; baixo custo, reprodução fácil.rizomas ou bulbos; baixo custo, reprodução fácil.
•Parte utilizadaParte utilizada: embriões e pontas de raízes;: embriões e pontas de raízes;
•ProblemasProblemas: Instabilidade genética, equipamentos e staff.: Instabilidade genética, equipamentos e staff.
•Ex:Ex: mandioca, cana-de-açúcar, banana, baunilha, cacau, fruteiras temperadas, raízes emandioca, cana-de-açúcar, banana, baunilha, cacau, fruteiras temperadas, raízes e
tubérculostubérculos, etc., etc.
• EmEm NITROGÊNIO LÍQUIDO (NITROGÊNIO LÍQUIDO (–196ºC) ou no seu–196ºC) ou no seu VAPORVAPOR (-150ºC), com a(-150ºC), com a
virtual paralisação de todos processos biológicos, os quais poderiam servirtual paralisação de todos processos biológicos, os quais poderiam ser
teoricamente conservadosteoricamente conservados indefinidamenteindefinidamente ..
Ex. de MateriaisEx. de Materiais:: Sementes, Calos, Ápices caulinares, embriões somáticos ou zigóticos, in vitroSementes, Calos, Ápices caulinares, embriões somáticos ou zigóticos, in vitro
(suspensões celulares), gemas axilares e Pólens.(suspensões celulares), gemas axilares e Pólens.
COLEÇÃO NUCLEAR
(CORE COLLECTIONS)
““ObjetivaObjetiva REDUZIRREDUZIR oo TAMANHOTAMANHO do BAG, eliminandodo BAG, eliminando REPETIÇÕESREPETIÇÕES mas mantendo a suamas mantendo a sua
REPRESENTATIVIDADEREPRESENTATIVIDADE em diversidade genética. ”em diversidade genética. ”
REPRESENTATIVIDADEREPRESENTATIVIDADE:: 10%10% do total de acessos do BAGdo total de acessos do BAG
representa aproximadamenterepresenta aproximadamente 70%70% da variabilidade genética deda variabilidade genética de
toda coleção.toda coleção. Brown (1989).
INFORMAÇÕES FUNDAMENTAISINFORMAÇÕES FUNDAMENTAIS: P: Passaporte;assaporte;
caracterização e avaliação, taxonomia e caracterização, química ecaracterização e avaliação, taxonomia e caracterização, química e
genética; geográfica, etc.genética; geográfica, etc.
VANTAGENSVANTAGENS:: O maior número de acessos IDENTIFICADOS,O maior número de acessos IDENTIFICADOS,
CARACTERIZADOS E AVALIADOS, a baixa REDUNDÂNCIACARACTERIZADOS E AVALIADOS, a baixa REDUNDÂNCIA
genética, o MENOR NÚMERO de acessos, o MENOR CUSTOgenética, o MENOR NÚMERO de acessos, o MENOR CUSTO
operacional, e o MAIOR USO.operacional, e o MAIOR USO.
Exemplos: Alfafa (fotos), Mandioca , Milho, etc. (Vilela-Morales et
al.. 1997.)
EDUCAÇÃO AMBIENTAL AGRÍCOLA
Al GoreAl Gore
• ColetaColeta
• IntercâmbioIntercâmbio
• QuarentenaQuarentena
• IdentificaçãoIdentificação
• CaracterizaçãoCaracterização
• ConservaçãoConservação
• EDUCAÇÃO AMBIENTAL AGRÍCOLAEDUCAÇÃO AMBIENTAL AGRÍCOLA
• ValoraçãoValoração
• Doc & InfoDoc & Info
• UsoUso
“É a ação de educar de forma participativa, comunitária e interdisciplinar, visando uma
agricultura sustentável com a preservação do meio ambiente .”
“É a ação de educar de forma participativa, comunitária e interdisciplinar, visando uma
agricultura sustentável com a preservação do meio ambiente .”
COMO DEVE SER A EAA?COMO DEVE SER A EAA?
Deve ser uma ação criativa, informativa, transformadora e,
principalmente, solucionadora de problemas decorrentes de
PRÁTICAS AGRÍCOLAS INADEQUADAS.”
O queO que OBJETIVAOBJETIVA aa EAAEAA??O queO que OBJETIVAOBJETIVA aa EAAEAA??
“TRANSFORMAR a agricultura e o agronegócio, através do ENSINO
de AÇÕES e TÉCNICAS sustentáveis e preservacionistas,
disponibilizadas pela pesquisa, extensão e ensino agrícolas”
1.1. Na PESQUISA:Na PESQUISA: Inserção da EAA em todos projetos. Ex: No Melhoramento com novasInserção da EAA em todos projetos. Ex: No Melhoramento com novas
CULTIVARESCULTIVARES, adaptadas à agricultura orgânica sem agrotóxicos, com mais nutrientes, e, adaptadas à agricultura orgânica sem agrotóxicos, com mais nutrientes, e
adaptadas à mudança climática, ...;adaptadas à mudança climática, ...;
2.2. Na EXTENSÃO AGRÍCOLA:Na EXTENSÃO AGRÍCOLA: PRÁTICAS CULTURAISPRÁTICAS CULTURAIS menos danosas, com plantiomenos danosas, com plantio
direto, cultivo alternado, com proteção aos mananciais e as encostas dos rios, o uso dedireto, cultivo alternado, com proteção aos mananciais e as encostas dos rios, o uso de
terraços, menor uso de praguicidas, a pluricultura, a energia limpa (biodiesel, bioalcool,terraços, menor uso de praguicidas, a pluricultura, a energia limpa (biodiesel, bioalcool,
celulose), ausência de queimadas, a agricultura orgânica, a sustentabilidade e ocelulose), ausência de queimadas, a agricultura orgânica, a sustentabilidade e o
reflorestamento;reflorestamento;
3.3. No ENSINO SUPERIORNo ENSINO SUPERIOR:: Inserção da experiência da PESQUISA CIENTÍFICA, daInserção da experiência da PESQUISA CIENTÍFICA, da
EXTENSÃO AGRÍCOLA em Preservação do Meio Ambiente,EXTENSÃO AGRÍCOLA em Preservação do Meio Ambiente, EM TODAS CÁTEDRASEM TODAS CÁTEDRAS
agropecuáriasagropecuárias de nossas universidades.de nossas universidades.
1.1. Na PESQUISA:Na PESQUISA: Inserção da EAA em todos projetos. Ex: No Melhoramento com novasInserção da EAA em todos projetos. Ex: No Melhoramento com novas
CULTIVARESCULTIVARES, adaptadas à agricultura orgânica sem agrotóxicos, com mais nutrientes, e, adaptadas à agricultura orgânica sem agrotóxicos, com mais nutrientes, e
adaptadas à mudança climática, ...;adaptadas à mudança climática, ...;
2.2. Na EXTENSÃO AGRÍCOLA:Na EXTENSÃO AGRÍCOLA: PRÁTICAS CULTURAISPRÁTICAS CULTURAIS menos danosas, com plantiomenos danosas, com plantio
direto, cultivo alternado, com proteção aos mananciais e as encostas dos rios, o uso dedireto, cultivo alternado, com proteção aos mananciais e as encostas dos rios, o uso de
terraços, menor uso de praguicidas, a pluricultura, a energia limpa (biodiesel, bioalcool,terraços, menor uso de praguicidas, a pluricultura, a energia limpa (biodiesel, bioalcool,
celulose), ausência de queimadas, a agricultura orgânica, a sustentabilidade e ocelulose), ausência de queimadas, a agricultura orgânica, a sustentabilidade e o
reflorestamento;reflorestamento;
3.3. No ENSINO SUPERIORNo ENSINO SUPERIOR:: Inserção da experiência da PESQUISA CIENTÍFICA, daInserção da experiência da PESQUISA CIENTÍFICA, da
EXTENSÃO AGRÍCOLA em Preservação do Meio Ambiente,EXTENSÃO AGRÍCOLA em Preservação do Meio Ambiente, EM TODAS CÁTEDRASEM TODAS CÁTEDRAS
agropecuáriasagropecuárias de nossas universidades.de nossas universidades.
AÇÕES POSSÍVEIS
VALORAÇÃO
• ColetaColeta
• IntercâmbioIntercâmbio
• QuarentenaQuarentena
• IdentificaçãoIdentificação
• CaracterizaçãoCaracterização
• ConservaçãoConservação
• EducaçãoEducação
• VALORAÇÃO DE RECURSOS GENÉTICOSVALORAÇÃO DE RECURSOS GENÉTICOS
• Doc & InfoDoc & Info
• UsoUso
““SignificaSignifica DAR PREÇODAR PREÇO a alguma coisa: valores de mercado, atuais oua alguma coisa: valores de mercado, atuais ou
futuros.”futuros.”
EXEMPLOS
1.Em um ACESSO, numa ESPÉCIE ou
GÊNERO mantidos ex situ no BAG, ou
in situ na natureza;
2.Na sua RELEVÂNCIA de USO, para
os MERCADOS nacional e
internacional, presente ou futura;
3.No PREJUÍZO, caso DESAPAREÇA
da natureza, ao MEIO AMBIENTE
e/ou ao MELHORAMENTO
GENÉTICO.
EXEMPLOS
1.Em um ACESSO, numa ESPÉCIE ou
GÊNERO mantidos ex situ no BAG, ou
in situ na natureza;
2.Na sua RELEVÂNCIA de USO, para
os MERCADOS nacional e
internacional, presente ou futura;
3.No PREJUÍZO, caso DESAPAREÇA
da natureza, ao MEIO AMBIENTE
e/ou ao MELHORAMENTO
GENÉTICO.
FOCO DA VALORAÇÃO
ABORDAGENS DE VALORAÇÃO
EXEMPLOSEXEMPLOS
1.1.ECONÔMICA:ECONÔMICA: dar valor em R$ (valor dedar valor em R$ (valor de
uso direto, de uso indireto, de uso presente,uso direto, de uso indireto, de uso presente,
de uso futuro);de uso futuro);
2.2.ECOLÓGICA:ECOLÓGICA: comparar situaçõescomparar situações
(consumo e produção; serviços ambientais,(consumo e produção; serviços ambientais,
paisagem, fragilidade do ecossistema, etc.);paisagem, fragilidade do ecossistema, etc.);
3.3.SOCIAL:SOCIAL: avaliar alterações emavaliar alterações em
comunidades humanas, em decorrência dacomunidades humanas, em decorrência da
perda do germoplasma (uso recreativo,perda do germoplasma (uso recreativo,
lúdico, turístico, qualidade de vida,lúdico, turístico, qualidade de vida,
preservação de comunidades).preservação de comunidades).
EXEMPLOSEXEMPLOS
1.1.ECONÔMICA:ECONÔMICA: dar valor em R$ (valor dedar valor em R$ (valor de
uso direto, de uso indireto, de uso presente,uso direto, de uso indireto, de uso presente,
de uso futuro);de uso futuro);
2.2.ECOLÓGICA:ECOLÓGICA: comparar situaçõescomparar situações
(consumo e produção; serviços ambientais,(consumo e produção; serviços ambientais,
paisagem, fragilidade do ecossistema, etc.);paisagem, fragilidade do ecossistema, etc.);
3.3.SOCIAL:SOCIAL: avaliar alterações emavaliar alterações em
comunidades humanas, em decorrência dacomunidades humanas, em decorrência da
perda do germoplasma (uso recreativo,perda do germoplasma (uso recreativo,
lúdico, turístico, qualidade de vida,lúdico, turístico, qualidade de vida,
preservação de comunidades).preservação de comunidades).
II = (= (OO++CC++DD)*)*UU//33
Onde:Onde:
II= importância;= importância;
OO= origem (= origem (se nativa ouse nativa ou
exóticaexótica););
CC= conservação (= conservação (risco derisco de
extinção, ...extinção, ...););
DD= frequência de= frequência de
distribuição (distribuição (se é rara ouse é rara ou
comumcomum););
UU= usos (= usos (alimentício,alimentício,
medicinal, industrial,medicinal, industrial,
ornamental, melíferoornamental, melífero, ...)., ...).
EXEMPLO DE FÓRMULA PARA VALORAR UMA
ESPÉCIE NA NATUREZA
DOCUMENTAÇÃO & INFORMATIZAÇÃODOCUMENTAÇÃO & INFORMATIZAÇÃO
• Coleta
• Intercâmbio
• Quarentena
• Identificação
• Caracterização
• Conservação
• Educação
• Valoração
• DOCUMENTAÇÃO E INFORMATIZAÇÃO
• Uso
“Um bom sistema de documentação e informatização é o segredo para
o uso efetivo dos acessos mantidos pelos bancos de germoplasma.”
DOCUMENTAÇÃO & INFORMATIZAÇÃO
DOCUMENTAÇÃO: é a junção deé a junção de
dados dos acessos, sua organização edados dos acessos, sua organização e
disponibilização ordenada, em ficháriosdisponibilização ordenada, em fichários
ou livros ata.ou livros ata.
INFORMATIZAÇÃO: é o
registro, classificação, organização e
interpretação dos dados da
documentação, através do uso de
programas de computação.
INFORMATIZAÇÃO: é o
registro, classificação, organização e
interpretação dos dados da
documentação, através do uso de
programas de computação.
““Todas atividades de RFG são dependentes da D & I.”Todas atividades de RFG são dependentes da D & I.”
PARA USAR O ACESSO TEM QUE TER:PARA USAR O ACESSO TEM QUE TER:
Dados de PassaporteDados de Passaporte e dee de CaracterizaçãoCaracterização
INFORMAÇÃO BÁSICA
““Tudo começa com a INTRODUÇÃO do acesso na instituição, quando se registram osTudo começa com a INTRODUÇÃO do acesso na instituição, quando se registram os
dados de origem e procedência (dados de origem e procedência (DADOS DE PASSAPORTEDADOS DE PASSAPORTE))””
Uso de RFGUso de RFG
• ColetaColeta
• IntercâmbioIntercâmbio
• QuarentenaQuarentena
• IdentificaçãoIdentificação
• CaracterizaçãoCaracterização
• ConservaçãoConservação
• EducaçãoEducação
• ValoraçãoValoração
• Doc & InfDoc & Inf
• USO DE RECURSOS GENÉTICOSUSO DE RECURSOS GENÉTICOS
• ColetaColeta
• IntercâmbioIntercâmbio
• QuarentenaQuarentena
• IdentificaçãoIdentificação
• CaracterizaçãoCaracterização
• ConservaçãoConservação
• EducaçãoEducação
• ValoraçãoValoração
• Doc & InfDoc & Inf
• USO DE RECURSOS GENÉTICOSUSO DE RECURSOS GENÉTICOS
“O USOUSO dos recursos genéticos é o principal objetivo de todas
atividades da Gestão dos Recursos Fitogenéticos”
:
Dom Pedro II 1861Dom Pedro II 1861
Floresta da Tijuca - RJFloresta da Tijuca - RJ
USOS DOS RFG
EXEMPLOS
a.No PRÉ-MELHORAMENTO: spp. parentes das
cultivadas, cultivares em desuso (amendoim, melão,...);
b.Como CULTURAS ALTERNATIVAS: novas
espécies agrícolas potenciais (Camu-camu, Cagaita,...);
c.No MELHORAMENTO: novas cultivares das plantas
cultivadas;
d.Na INDÚSTRIA: opções de uso alimentício,
medicinal, aromático, condimentar, etc.;
e.No PAISAGÍSMO: espécies ornamentais de plantas
agrícolas (abacaxi, maracujá,...);
f.Em ÁREAS DEGRADADAS: espécies nativas de
rápido crescimento com raízes profundas. Ex: Amendoim
forrageiro, Bambu, Calopogonium...
1.1. A instituiçãoA instituição NÃO POSSUINÃO POSSUI Setores de INTERCÂMBIO DESetores de INTERCÂMBIO DE
GERMOPLASMA, de BOTÂNICA ECONÔMICA, deGERMOPLASMA, de BOTÂNICA ECONÔMICA, de
DOCUMENTAÇÃO & INFORMATIZAÇÃO, de PRÉ-DOCUMENTAÇÃO & INFORMATIZAÇÃO, de PRÉ-
MELHORAMENTO, ou SISTEMA DE CURADORIAS deMELHORAMENTO, ou SISTEMA DE CURADORIAS de
plantas;plantas;
2.2. A instituição possuiA instituição possui NÚMERO INSUFICIENTENÚMERO INSUFICIENTE de PRÉ-de PRÉ-
MELHORISTAS, de MELHORISTAS GENÉTICOS, deMELHORISTAS, de MELHORISTAS GENÉTICOS, de
BOTÂNICOS, e de CURADORES;BOTÂNICOS, e de CURADORES;
3.3. Os CURADORES dos BAG não possuem o treinamento necessárioOs CURADORES dos BAG não possuem o treinamento necessário
para atender a demanda do setor de melhoramento genético;para atender a demanda do setor de melhoramento genético;
4.4. OsOs DESCRITORESDESCRITORES preparados não atendem aos interesses dospreparados não atendem aos interesses dos
melhoristas genéticos, ou inexistemmelhoristas genéticos, ou inexistem DESCRITORESDESCRITORES
AGRONÔMICOSAGRONÔMICOS dos acessos;dos acessos;
5.5. Os melhoristas genéticos acreditam que suaOs melhoristas genéticos acreditam que sua COLEÇÃO DECOLEÇÃO DE
TRABALHOTRABALHO já possui a representatividade dajá possui a representatividade da
VARIABILIDADE GENÉTICA da espécie, ou oVARIABILIDADE GENÉTICA da espécie, ou o BAGBAG aindaainda NÃONÃO
POSSUIPOSSUI tal variabilidadetal variabilidade..
CAUSAS DO BAIXO USO DO BAG PELOCAUSAS DO BAIXO USO DO BAG PELO
MELHORISTAMELHORISTA
A Propriedade IntelectualA Propriedade Intelectual
1. Os RFG encontrados na NATUREZA não são
criações do homem e, portanto, NÃO podem ser
PROTEGIDOS DIRETAMENTE como se fossem
propriedade intelectual (PI);
2. Mas, INVENÇÕES (Ex: Métodos de obtenção)
baseadas em RFG ou criação de novas
CULTIVARES, PODEM ser PATENTEADAS ou
ter PROTEÇÃO SUI GENERIS pelos Direitos de
Proteção de Cultivares (Lei 9.456/1997,
assegurando a produção, venda e comercialização
no país).
3. A Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB)
via Protocolo de Nagoya, assim como o Tratado
Fitogenético para Alimentação e Agricultura
(TIRFAA) das Nações Unidas, via Organização
para a Alimentação e Agricultura (FAO), incluem a
possibilidade de REPARTIÇÃO DE BENEFÍCIOS.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS/ WEBSITES
1. Harlan, J.R. Agricultural Origins: Centers
and Noncenters. Science, v.174. 468-473. 1971.
2. Wilkes, G. Current Status of Crop Plant
Germplasm. CRC Critical Reviews in Plant
Sciences. V.1. N.2. 133-181.1983.
3. Brasil. Ministério do Meio Ambiente, dos
Recursos Hídricos e da Amazônia Legal.
Primeiro relatório nacional para a Convenção
Biológica: Brasil. Brasília, 1998. 283p.
4. Joly, C.A.& Bicudo, C.E.M. Orgs.
Biodiversidade do Estado de São Paulo, Brasil:
síntese do conhecimento ao final do século XX,
7: Infra-estrutura para a conservação da
biodiversidade/ Maria Cecilia Wey de Brito;
Carlos Alfredo Joly – São Paulo: FAPESP,
1999. XXII+150P..
5. Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Diretoria
do Programa Nacional de Conservação da
Biodiversidade – DCBio. Segundo relatório
nacional para a convenção sobre diversidade
biológica: Brasil/Ministério do Meio Ambiente.
Brasília:2004.347p.
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and Noncenters. Science, v.174. 468-473. 1971.
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1. http://www.bgci.org/
2. https://www.cgiar.org/research/progra
m-platform/genebank-platform/
3. https://www.bioversityinternational.or
g/
4. http://www.recursosgeneticos.org/
5. http://www.cenargen.embrapa.br/
6. https://www.wipo.int/tk/en/genetic/
7. https://www.consilium.europa.eu/pt/pr
ess/press-
releases/2017/10/09/conclusions-plant-
genetic-resources/
8. http://www.agricultura.gov.br/assunto
s/sustentabilidade/tecnologia-
agropecuaria/recursos-geneticos/
9. https://www.ars.usda.gov/southeast-
area/griffin-ga/pgrcu/
10. https://www.ars-grin.gov/
11. http://www.fao.org/plant-treaty/en/
12. http://www.environment.gov.au/topics
/science-and-research/australias-
biological-resources/nagoya-protocol-
convention-biological
13. https://blog.ciat.cigiar.org/origin-of-
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biological-resources/nagoya-protocol-
convention-biological
13. https://blog.ciat.cigiar.org/origin-of-
crops/
OBRIGADO PELA ATENÇÃOOBRIGADO PELA ATENÇÃO !
PERGUNTAS???
Renato Veiga
renatofav53@gmail.com

Aula manejorg 2_2019

  • 1.
  • 2.
    CARACTERIZAÇÃOCARACTERIZAÇÃO ““Visa DESCREVER ascaracterísticas de uma cultivar, ou os acessos de um BAG”Visa DESCREVER as características de uma cultivar, ou os acessos de um BAG” • Coleta • Intercâmbio • Quarentena • Identificação • CARACTERIZAÇÃOCARACTERIZAÇÃO • Conservação • Educação • Valoração • Doc & Info • Uso
  • 3.
    TIPOS DE CARACTERIZAÇÃOTIPOSDE CARACTERIZAÇÃO 1.1. GENÉTICAGENÉTICA 2.2. BOTÂNICABOTÂNICA 3.3. AGRONÔMICAAGRONÔMICA (+Químicos + Tecnológicos(+Químicos + Tecnológicos)) 1.1. GENÉTICAGENÉTICA 2.2. BOTÂNICABOTÂNICA 3.3. AGRONÔMICAAGRONÔMICA (+Químicos + Tecnológicos(+Químicos + Tecnológicos))
  • 4.
    DESCRITORES TIPO DE DESCRITORES 1.DescritoresMÍNIMOSMÍNIMOS Para separação de CULTIVARES (CULTIVARES (SNPCSNPC) e POPULAÇÕES) e POPULAÇÕES 2. Descritores COMPLETOSCOMPLETOS Para separação de ACESSOS de BAGBAG TIPO DE DADOS EXTRAÍDOS 1. Dados QUANTITATIVOS (números – contagens, medições, etc.) Notas: de 0 a 9. Valores intermediários: 1,3,5,7 (dúvidas). Amostragem: 4 medidas//20 plantas. 2. Dados QUALITATIVOS (antocianina, brilho, pelos, etc.) Presença (+) Ausência (0) DESCRITORDESCRITOR:: (Do lat.(Do lat. descriptoredescriptore) Adj. 1.) Adj. 1. Que descreveQue descreve...... ““ OsOs DESCRITORESDESCRITORES são uma ferramenta essencial para sesão uma ferramenta essencial para se DISTINGUIRDISTINGUIR ACESSOSACESSOS dede CULTIVARESCULTIVARES,, ESPÉCIESESPÉCIES ouou GÊNEROSGÊNEROS.”.” Têm a vantagem de poderem ser aplicados por avaliadores diferentes,Têm a vantagem de poderem ser aplicados por avaliadores diferentes, através dos anos.através dos anos.
  • 5.
    EXEMPLOS DE CARACTERIZAÇÃOGENÉTICA MARCADORES MOLECULARESMARCADORES MOLECULARES 1.1.BASEADOS EMBASEADOS EM ENZIMASENZIMAS ISOENZIMASISOENZIMAS ALOENZIMASALOENZIMAS 2. BASEADOS EM2. BASEADOS EM ÁCIDOS NUCLEIOCOSÁCIDOS NUCLEIOCOS MARCADORES DE DNAMARCADORES DE DNA (RAPD; RFLP; SSR; AFLP;(RAPD; RFLP; SSR; AFLP; SNPs; etc.)SNPs; etc.) CARIÓTIPO CROMOSSÔMICOCARIÓTIPO CROMOSSÔMICO NÚMERONÚMERO TAMANHOTAMANHO FORMAFORMA
  • 6.
    EXEMPLO DE CARACTERIZAÇÃOMORFOLÓGICAEXEMPLO DE CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA 1.1. Partes subterrâneasPartes subterrâneas 2.2. CauleCaule 3.3. RamosRamos 4.4. FolhasFolhas 5.5. FloresFlores 6.6. FrutosFrutos 7.7. SementesSementes 1.1. Partes subterrâneasPartes subterrâneas 2.2. CauleCaule 3.3. RamosRamos 4.4. FolhasFolhas 5.5. FloresFlores 6.6. FrutosFrutos 7.7. SementesSementes (O FENÓTIPO = GENÓTIPO + MEIO AMBIENTE(O FENÓTIPO = GENÓTIPO + MEIO AMBIENTE))(O FENÓTIPO = GENÓTIPO + MEIO AMBIENTE(O FENÓTIPO = GENÓTIPO + MEIO AMBIENTE)) ORGANOGRAFIA ANATOMIA
  • 7.
    EXEMPLO DE CARACTERIZAÇÃOEXEMPLODE CARACTERIZAÇÃO AGRONÔMICAAGRONÔMICA Os principais dados da caracterização agronômica são a produção,Os principais dados da caracterização agronômica são a produção, rendimento, qualidades organolépticas, resistência a fatoresrendimento, qualidades organolépticas, resistência a fatores adversos, ...adversos, ...
  • 8.
    PRINCIPAIS MÉTODOS DEESTATÍSTICOS DE ORDENAÇÃO DOS DADOS DA CARACTERIZAÇÃO VARIÁVEIS QUANTITATIVAS   DISTÂNCIA EUCLIDIANA     ANÁLISES DE  COMPONTENTES  PRINCIPAIS     DISTÂNCIA DE  MOHALANOBIS     ANÁLISES CANÔNICAS DE  POPULAÇÕES VARIÁVEIS QUALITATIVAS   ÍNDICES DE SIMILARIDADE     ANÁLISES DE COORDENDAS  PRINCIPAIS     DADOS DE FREQUÊNCIA  ORGANIZADOS EM  TABELAS DE  CONTINGÊNCIA. DISTÂNCIA  DO  QUI-QUADRADO       ANÁLISES FATORIAIS DE  COORDENADAS AMBAS AS VARIÁVEIS   ÍNDICES DE  DISSIMILARIDADE   ESCALAS  MULTIDIMENSIONAIS  (MDS)   PARA POPULAÇÕES
  • 9.
    Art. 225.Art. 225.Todos têm direito ao MEIO AMBIENTE ecologicamente equilibrado, bem de USO COMUM DO POVOUSO COMUM DO POVO e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao PODER PÚBLICO e à COLETIVIDADECOLETIVIDADE o dever de DEFENDÊ-LODEFENDÊ-LO ee PRESERVÁ-LOPRESERVÁ-LO para as PRESENTES e FUTURAS gerações. § 1º§ 1º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao PODERPODER PÚBLICOPÚBLICO: IIII - PRESERVARPRESERVAR a DIVERSIDADEDIVERSIDADE e a INTEGRIDADEINTEGRIDADE do PATRIMÔNIO GENÉTICOPATRIMÔNIO GENÉTICO DO PAÍS e FISCALIZAR as entidades dedicadas à PESQUISA e manipulação de MATERIAL GENÉTICO; VIVI - PROMOVERPROMOVER a EDUCAÇÃO AMBIENTALEDUCAÇÃO AMBIENTAL em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a PRESERVAÇÃO do MEIO AMBIENTEPRESERVAÇÃO do MEIO AMBIENTE; CONSERVAÇÃOCONSERVAÇÃO && PRESERVAÇÃOPRESERVAÇÃO ““São atividades que visamSão atividades que visam manter germoplasmamanter germoplasma ex situex situ ee in situin situ, disponibilizando-os, disponibilizando-os às gerações presente eàs gerações presente e futura.”futura.” Coleta Intercâmbio Quarentena Identificação Caracterização CONSERVAÇÃO/CONSERVAÇÃO/ PRESERVAÇÃOPRESERVAÇÃO Educação Valoração Doc & Info Uso
  • 10.
    B) PRESERVAÇÃO “B)PRESERVAÇÃO “IN SITUIN SITU””A) CONSERVAÇÃO “A) CONSERVAÇÃO “EX SITUEX SITU””
  • 11.
    O QUEO QUEPRESERVARPRESERVAR IN SITUIN SITU 1. As ESPÉCIES NATIVAS e EXÓTICAS CULTIVADAS e/ou seus PARENTES SILVESTRES; 2. As ESPÉCIES NATIVAS em risco de extinção. EXEMPLOS a)Todas Plantas do Presente: Arachis spp.; Hevea spp.;Theobroma spp.;... b)Todas Plantas do Futuro: Na região Centro-Oeste foram detectadas 177 spp.. Na região Sul 146. Enfim, nas demais regiões também há centenas de plantas com potencial de preservação no Brasil.
  • 12.
    1.1. Acessos daAcessosda AGRICULTURA TRADICIONALAGRICULTURA TRADICIONAL:: raças nativas, cultivaresraças nativas, cultivares primitivas e espécies de importância cultural;primitivas e espécies de importância cultural; 2.2. Acessos deAcessos de MATERIAL PRÉ-MELHORADOMATERIAL PRÉ-MELHORADO ee MELHORADOMELHORADO:: cultivarescultivares modernas e obsoletas, linhas avançadas, e mutantes;modernas e obsoletas, linhas avançadas, e mutantes; 3.3. AsAs ESPÉCIES SILVESTRESESPÉCIES SILVESTRES ee FORMAS REGRESSIVASFORMAS REGRESSIVAS das espéciesdas espécies nativas e exóticasnativas e exóticas:: Ex: Café, Citros e Cana-de-açúcar;Ex: Café, Citros e Cana-de-açúcar; 4.4. Material oriundo daMaterial oriundo da BIOTECNOLOGIABIOTECNOLOGIA ee ENGENHARIA GENÉTICAENGENHARIA GENÉTICA:: Transgênicos, Pólens, Fragmentos de ADN, Genes Clonados, GenesTransgênicos, Pólens, Fragmentos de ADN, Genes Clonados, Genes Marcadores, Genes Silenciosos, Genoma de Cloroplastos, etc.Marcadores, Genes Silenciosos, Genoma de Cloroplastos, etc. 1.1. Acessos daAcessos da AGRICULTURA TRADICIONALAGRICULTURA TRADICIONAL:: raças nativas, cultivaresraças nativas, cultivares primitivas e espécies de importância cultural;primitivas e espécies de importância cultural; 2.2. Acessos deAcessos de MATERIAL PRÉ-MELHORADOMATERIAL PRÉ-MELHORADO ee MELHORADOMELHORADO:: cultivarescultivares modernas e obsoletas, linhas avançadas, e mutantes;modernas e obsoletas, linhas avançadas, e mutantes; 3.3. AsAs ESPÉCIES SILVESTRESESPÉCIES SILVESTRES ee FORMAS REGRESSIVASFORMAS REGRESSIVAS das espéciesdas espécies nativas e exóticasnativas e exóticas:: Ex: Café, Citros e Cana-de-açúcar;Ex: Café, Citros e Cana-de-açúcar; 4.4. Material oriundo daMaterial oriundo da BIOTECNOLOGIABIOTECNOLOGIA ee ENGENHARIA GENÉTICAENGENHARIA GENÉTICA:: Transgênicos, Pólens, Fragmentos de ADN, Genes Clonados, GenesTransgênicos, Pólens, Fragmentos de ADN, Genes Clonados, Genes Marcadores, Genes Silenciosos, Genoma de Cloroplastos, etc.Marcadores, Genes Silenciosos, Genoma de Cloroplastos, etc. O QUE CONSERVARO QUE CONSERVAR EX SITUEX SITU??
  • 13.
    Centros Internacionais dePesquisa Agrícola CGIARGIAR
  • 14.
    ““São coleções deSãocoleções de acessosacessos de uma determinadade uma determinada espécieespécie,, gênerogênero,, famíliafamília ouou grupogrupo segundo sua função, mantidas “segundo sua função, mantidas “in vivoin vivo”, e”, e rotineiramenterotineiramente plantadas, caracterizadas, avaliadas, intercambiadas e utilizadasplantadas, caracterizadas, avaliadas, intercambiadas e utilizadas.”.” ““BANCOS ATIVOS DE GERMOPLASMA (BAG)”BANCOS ATIVOS DE GERMOPLASMA (BAG)”
  • 15.
    1.1. RECALCITRANTESRECALCITRANTES ––possuem altos teores de umidade no estádio depossuem altos teores de umidade no estádio de maturação fisiológica e não toleram a secagem e temperaturas abaixo de zero:maturação fisiológica e não toleram a secagem e temperaturas abaixo de zero: Ex: abiu, açaí, camu-camu, cupuaçú, cacau, pupunha, seringueira, manga.Ex: abiu, açaí, camu-camu, cupuaçú, cacau, pupunha, seringueira, manga. 2.2. INTERMEDIÁRIASINTERMEDIÁRIAS - toleram a desidratação até 10% de umidade, mas não- toleram a desidratação até 10% de umidade, mas não suportam temperaturas negativas: Ex: café, jenipapo, citros.suportam temperaturas negativas: Ex: café, jenipapo, citros. 3.3. ORTODOXASORTODOXAS – podem sofrer redução de umidade para 3 a 7%, além de– podem sofrer redução de umidade para 3 a 7%, além de suportarem temperaturas de: – 10 ºC até – 20 ºC (tempo indeterminado) ; de: 0suportarem temperaturas de: – 10 ºC até – 20 ºC (tempo indeterminado) ; de: 0 ºC a 15 ºC (por até 30 anos). Ex: araticum, graviola, murici.ºC a 15 ºC (por até 30 anos). Ex: araticum, graviola, murici. 1.1. RECALCITRANTESRECALCITRANTES –– possuem altos teores de umidade no estádio depossuem altos teores de umidade no estádio de maturação fisiológica e não toleram a secagem e temperaturas abaixo de zero:maturação fisiológica e não toleram a secagem e temperaturas abaixo de zero: Ex: abiu, açaí, camu-camu, cupuaçú, cacau, pupunha, seringueira, manga.Ex: abiu, açaí, camu-camu, cupuaçú, cacau, pupunha, seringueira, manga. 2.2. INTERMEDIÁRIASINTERMEDIÁRIAS - toleram a desidratação até 10% de umidade, mas não- toleram a desidratação até 10% de umidade, mas não suportam temperaturas negativas: Ex: café, jenipapo, citros.suportam temperaturas negativas: Ex: café, jenipapo, citros. 3.3. ORTODOXASORTODOXAS – podem sofrer redução de umidade para 3 a 7%, além de– podem sofrer redução de umidade para 3 a 7%, além de suportarem temperaturas de: – 10 ºC até – 20 ºC (tempo indeterminado) ; de: 0suportarem temperaturas de: – 10 ºC até – 20 ºC (tempo indeterminado) ; de: 0 ºC a 15 ºC (por até 30 anos). Ex: araticum, graviola, murici.ºC a 15 ºC (por até 30 anos). Ex: araticum, graviola, murici. TIPO DE SEMENTES PARA CONSERVAÇÃO
  • 16.
    1. CÂMARAS FRIASE SECAS - espécies de sementes ortodoxas; 2. IN VITRO - espécies de sementes ortodoxas, intermediárias e recalcitrantes; 3. CRIOPRESERVAÇÃO - sementes intermediárias e ortodoxas; 4. IN VIVO – espécies de sementes recalcitrantes. CONSERVAÇÃO EM BANCO BASECONSERVAÇÃO EM BANCO BASE Embrapa CENARGEN – DF,Embrapa CENARGEN – DF, com cerda decom cerda de 960960 espéciesespécies conservadas.conservadas. Svalbard Global Seed VaultSvalbard Global Seed Vault NoruegaNoruega ““São bancos de germoplasma, para manutenção de germoplasma a médio e longo prazos.”São bancos de germoplasma, para manutenção de germoplasma a médio e longo prazos.” Há 6.900 gêneros de plantas conservados em 575 BAG no mundo.Há 6.900 gêneros de plantas conservados em 575 BAG no mundo. TIPOTIPO
  • 17.
    ERVILHA = 130ANOSERVILHA = 130 ANOS QUIABO = 125 ANOSQUIABO = 125 ANOS TOMATE = 124 ANOSTOMATE = 124 ANOS CEVADA = 123 ANOSCEVADA = 123 ANOS AVEIA = 123 ANOSAVEIA = 123 ANOS PERIODICIDADE MONITORAÇÃOPERIODICIDADE MONITORAÇÃO:: a)a) 10 anos10 anos se incorporados comse incorporados com VIABILIDADEVIABILIDADE inicialinicial ACIMAACIMA dede 85%.85%. b)b) 5 anos5 anos se incorporados comse incorporados com VIABILIDADEVIABILIDADE inicialinicial ABAIXOABAIXO dede 85%.85%. REGENERAÇÃO DOS ACESSOSREGENERAÇÃO DOS ACESSOS:: a)a)quando aquando a VIABILIDADE dasVIABILIDADE das sementessementes forfor REDUZIDA paraREDUZIDA para 85%85% dodo PODER GERMINATIVO inicial.PODER GERMINATIVO inicial. MULTIPLICAÇÃO DOS ACESSOSMULTIPLICAÇÃO DOS ACESSOS:: a) oa) o NÚMERO DE SEMENTESNÚMERO DE SEMENTES total setotal se tornatorna INFERIOR ao padrão aceitávelINFERIOR ao padrão aceitável.. LONGEVIDADELONGEVIDADE:: a)a) Para cadaPara cada 1%1% de aumento no teorde aumento no teor dede UMIDADEUMIDADE da semente, ada semente, a longevidade é reduzida pela metade.longevidade é reduzida pela metade. b)b)Para cadaPara cada 55OOCC de aumento nade aumento na TEMPERATURATEMPERATURA a longevidade éa longevidade é reduzida também pela metade.reduzida também pela metade.
  • 18.
    1.1. TESTE DEVIABILIDADE INICIAL =TESTE DE VIABILIDADE INICIAL = 400400 2.2. DETERMINAÇÃO DA UMIDADE =DETERMINAÇÃO DA UMIDADE = 200200 3.3. 6 TESTES DE VIABILIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO =6 TESTES DE VIABILIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO = 1.2001.200 4.4. 2 DETERMINAÇÕES DE UMIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO =2 DETERMINAÇÕES DE UMIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO = 400400 5.5. 3 DISTRIBUIÇÕES DE SEMENTES =3 DISTRIBUIÇÕES DE SEMENTES = 300300 6.6. 1 REGENERAÇÃO =1 REGENERAÇÃO = 100100 7.7. PERDAS POR ACIDENTE =PERDAS POR ACIDENTE = 400400 8.8. TOTAL DE SEMENTES =TOTAL DE SEMENTES = 3.0003.000 Obs:Obs: Se heterogênea sugere-se :Se heterogênea sugere-se : 12.00012.000 1.1. TESTE DE VIABILIDADE INICIAL =TESTE DE VIABILIDADE INICIAL = 400400 2.2. DETERMINAÇÃO DA UMIDADE =DETERMINAÇÃO DA UMIDADE = 200200 3.3. 6 TESTES DE VIABILIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO =6 TESTES DE VIABILIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO = 1.2001.200 4.4. 2 DETERMINAÇÕES DE UMIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO =2 DETERMINAÇÕES DE UMIDADE DURANTE A CONSERVAÇÃO = 400400 5.5. 3 DISTRIBUIÇÕES DE SEMENTES =3 DISTRIBUIÇÕES DE SEMENTES = 300300 6.6. 1 REGENERAÇÃO =1 REGENERAÇÃO = 100100 7.7. PERDAS POR ACIDENTE =PERDAS POR ACIDENTE = 400400 8.8. TOTAL DE SEMENTES =TOTAL DE SEMENTES = 3.0003.000 Obs:Obs: Se heterogênea sugere-se :Se heterogênea sugere-se : 12.00012.000 QUANTIDADE SEMENTES PARA CONSERVAÇÃO
  • 19.
    CONSERVAÇÃO “IN VIVO” “Utilizada principalmente para as espécies que NÃO PODEM ser conservadas como sementes, isto é as recalcitrantes e intermediárias (Ex: campo/telado/ripado/casa-de-vegetação)” RECOMENDADAS: Para espécies perenes,Para espécies perenes, arbóreas, silvestres, semidomesticadas,arbóreas, silvestres, semidomesticadas, heterozigotas, de reprodução vegetativa, deheterozigotas, de reprodução vegetativa, de sementes de vida curta, de sementes sensíveissementes de vida curta, de sementes sensíveis à secagem;à secagem; PROBLEMAS: As arbóreas perenes ocupamocupam muitomuito espaçoespaço, e com poucas repetições,, e com poucas repetições, portanto com baixaportanto com baixa diversidade genéticadiversidade genética,, estandoestando suscetíveissuscetíveis a desastres naturais.a desastres naturais. Ex:Ex: café, seringueira, citros.café, seringueira, citros.
  • 20.
    Conservam-se, em crescimentoretardado, pequenas plantas em tubos com Agar nutritivo;Conservam-se, em crescimento retardado, pequenas plantas em tubos com Agar nutritivo; •VariáveisVariáveis: temperatura, luminosidade e nutrientes;: temperatura, luminosidade e nutrientes; •RecomendadoRecomendado: plantas que não produzem sementes, aquelas que se reproduzem por: plantas que não produzem sementes, aquelas que se reproduzem por rizomas ou bulbos; baixo custo, reprodução fácil.rizomas ou bulbos; baixo custo, reprodução fácil. •Parte utilizadaParte utilizada: embriões e pontas de raízes;: embriões e pontas de raízes; •ProblemasProblemas: Instabilidade genética, equipamentos e staff.: Instabilidade genética, equipamentos e staff. •Ex:Ex: mandioca, cana-de-açúcar, banana, baunilha, cacau, fruteiras temperadas, raízes emandioca, cana-de-açúcar, banana, baunilha, cacau, fruteiras temperadas, raízes e tubérculostubérculos, etc., etc. Conservam-se, em crescimento retardado, pequenas plantas em tubos com Agar nutritivo;Conservam-se, em crescimento retardado, pequenas plantas em tubos com Agar nutritivo; •VariáveisVariáveis: temperatura, luminosidade e nutrientes;: temperatura, luminosidade e nutrientes; •RecomendadoRecomendado: plantas que não produzem sementes, aquelas que se reproduzem por: plantas que não produzem sementes, aquelas que se reproduzem por rizomas ou bulbos; baixo custo, reprodução fácil.rizomas ou bulbos; baixo custo, reprodução fácil. •Parte utilizadaParte utilizada: embriões e pontas de raízes;: embriões e pontas de raízes; •ProblemasProblemas: Instabilidade genética, equipamentos e staff.: Instabilidade genética, equipamentos e staff. •Ex:Ex: mandioca, cana-de-açúcar, banana, baunilha, cacau, fruteiras temperadas, raízes emandioca, cana-de-açúcar, banana, baunilha, cacau, fruteiras temperadas, raízes e tubérculostubérculos, etc., etc.
  • 21.
    • EmEm NITROGÊNIOLÍQUIDO (NITROGÊNIO LÍQUIDO (–196ºC) ou no seu–196ºC) ou no seu VAPORVAPOR (-150ºC), com a(-150ºC), com a virtual paralisação de todos processos biológicos, os quais poderiam servirtual paralisação de todos processos biológicos, os quais poderiam ser teoricamente conservadosteoricamente conservados indefinidamenteindefinidamente .. Ex. de MateriaisEx. de Materiais:: Sementes, Calos, Ápices caulinares, embriões somáticos ou zigóticos, in vitroSementes, Calos, Ápices caulinares, embriões somáticos ou zigóticos, in vitro (suspensões celulares), gemas axilares e Pólens.(suspensões celulares), gemas axilares e Pólens.
  • 22.
    COLEÇÃO NUCLEAR (CORE COLLECTIONS) ““ObjetivaObjetivaREDUZIRREDUZIR oo TAMANHOTAMANHO do BAG, eliminandodo BAG, eliminando REPETIÇÕESREPETIÇÕES mas mantendo a suamas mantendo a sua REPRESENTATIVIDADEREPRESENTATIVIDADE em diversidade genética. ”em diversidade genética. ” REPRESENTATIVIDADEREPRESENTATIVIDADE:: 10%10% do total de acessos do BAGdo total de acessos do BAG representa aproximadamenterepresenta aproximadamente 70%70% da variabilidade genética deda variabilidade genética de toda coleção.toda coleção. Brown (1989). INFORMAÇÕES FUNDAMENTAISINFORMAÇÕES FUNDAMENTAIS: P: Passaporte;assaporte; caracterização e avaliação, taxonomia e caracterização, química ecaracterização e avaliação, taxonomia e caracterização, química e genética; geográfica, etc.genética; geográfica, etc. VANTAGENSVANTAGENS:: O maior número de acessos IDENTIFICADOS,O maior número de acessos IDENTIFICADOS, CARACTERIZADOS E AVALIADOS, a baixa REDUNDÂNCIACARACTERIZADOS E AVALIADOS, a baixa REDUNDÂNCIA genética, o MENOR NÚMERO de acessos, o MENOR CUSTOgenética, o MENOR NÚMERO de acessos, o MENOR CUSTO operacional, e o MAIOR USO.operacional, e o MAIOR USO. Exemplos: Alfafa (fotos), Mandioca , Milho, etc. (Vilela-Morales et al.. 1997.)
  • 23.
    EDUCAÇÃO AMBIENTAL AGRÍCOLA AlGoreAl Gore • ColetaColeta • IntercâmbioIntercâmbio • QuarentenaQuarentena • IdentificaçãoIdentificação • CaracterizaçãoCaracterização • ConservaçãoConservação • EDUCAÇÃO AMBIENTAL AGRÍCOLAEDUCAÇÃO AMBIENTAL AGRÍCOLA • ValoraçãoValoração • Doc & InfoDoc & Info • UsoUso “É a ação de educar de forma participativa, comunitária e interdisciplinar, visando uma agricultura sustentável com a preservação do meio ambiente .” “É a ação de educar de forma participativa, comunitária e interdisciplinar, visando uma agricultura sustentável com a preservação do meio ambiente .”
  • 24.
    COMO DEVE SERA EAA?COMO DEVE SER A EAA? Deve ser uma ação criativa, informativa, transformadora e, principalmente, solucionadora de problemas decorrentes de PRÁTICAS AGRÍCOLAS INADEQUADAS.”
  • 25.
    O queO queOBJETIVAOBJETIVA aa EAAEAA??O queO que OBJETIVAOBJETIVA aa EAAEAA?? “TRANSFORMAR a agricultura e o agronegócio, através do ENSINO de AÇÕES e TÉCNICAS sustentáveis e preservacionistas, disponibilizadas pela pesquisa, extensão e ensino agrícolas”
  • 26.
    1.1. Na PESQUISA:NaPESQUISA: Inserção da EAA em todos projetos. Ex: No Melhoramento com novasInserção da EAA em todos projetos. Ex: No Melhoramento com novas CULTIVARESCULTIVARES, adaptadas à agricultura orgânica sem agrotóxicos, com mais nutrientes, e, adaptadas à agricultura orgânica sem agrotóxicos, com mais nutrientes, e adaptadas à mudança climática, ...;adaptadas à mudança climática, ...; 2.2. Na EXTENSÃO AGRÍCOLA:Na EXTENSÃO AGRÍCOLA: PRÁTICAS CULTURAISPRÁTICAS CULTURAIS menos danosas, com plantiomenos danosas, com plantio direto, cultivo alternado, com proteção aos mananciais e as encostas dos rios, o uso dedireto, cultivo alternado, com proteção aos mananciais e as encostas dos rios, o uso de terraços, menor uso de praguicidas, a pluricultura, a energia limpa (biodiesel, bioalcool,terraços, menor uso de praguicidas, a pluricultura, a energia limpa (biodiesel, bioalcool, celulose), ausência de queimadas, a agricultura orgânica, a sustentabilidade e ocelulose), ausência de queimadas, a agricultura orgânica, a sustentabilidade e o reflorestamento;reflorestamento; 3.3. No ENSINO SUPERIORNo ENSINO SUPERIOR:: Inserção da experiência da PESQUISA CIENTÍFICA, daInserção da experiência da PESQUISA CIENTÍFICA, da EXTENSÃO AGRÍCOLA em Preservação do Meio Ambiente,EXTENSÃO AGRÍCOLA em Preservação do Meio Ambiente, EM TODAS CÁTEDRASEM TODAS CÁTEDRAS agropecuáriasagropecuárias de nossas universidades.de nossas universidades. 1.1. Na PESQUISA:Na PESQUISA: Inserção da EAA em todos projetos. Ex: No Melhoramento com novasInserção da EAA em todos projetos. Ex: No Melhoramento com novas CULTIVARESCULTIVARES, adaptadas à agricultura orgânica sem agrotóxicos, com mais nutrientes, e, adaptadas à agricultura orgânica sem agrotóxicos, com mais nutrientes, e adaptadas à mudança climática, ...;adaptadas à mudança climática, ...; 2.2. Na EXTENSÃO AGRÍCOLA:Na EXTENSÃO AGRÍCOLA: PRÁTICAS CULTURAISPRÁTICAS CULTURAIS menos danosas, com plantiomenos danosas, com plantio direto, cultivo alternado, com proteção aos mananciais e as encostas dos rios, o uso dedireto, cultivo alternado, com proteção aos mananciais e as encostas dos rios, o uso de terraços, menor uso de praguicidas, a pluricultura, a energia limpa (biodiesel, bioalcool,terraços, menor uso de praguicidas, a pluricultura, a energia limpa (biodiesel, bioalcool, celulose), ausência de queimadas, a agricultura orgânica, a sustentabilidade e ocelulose), ausência de queimadas, a agricultura orgânica, a sustentabilidade e o reflorestamento;reflorestamento; 3.3. No ENSINO SUPERIORNo ENSINO SUPERIOR:: Inserção da experiência da PESQUISA CIENTÍFICA, daInserção da experiência da PESQUISA CIENTÍFICA, da EXTENSÃO AGRÍCOLA em Preservação do Meio Ambiente,EXTENSÃO AGRÍCOLA em Preservação do Meio Ambiente, EM TODAS CÁTEDRASEM TODAS CÁTEDRAS agropecuáriasagropecuárias de nossas universidades.de nossas universidades. AÇÕES POSSÍVEIS
  • 27.
    VALORAÇÃO • ColetaColeta • IntercâmbioIntercâmbio •QuarentenaQuarentena • IdentificaçãoIdentificação • CaracterizaçãoCaracterização • ConservaçãoConservação • EducaçãoEducação • VALORAÇÃO DE RECURSOS GENÉTICOSVALORAÇÃO DE RECURSOS GENÉTICOS • Doc & InfoDoc & Info • UsoUso ““SignificaSignifica DAR PREÇODAR PREÇO a alguma coisa: valores de mercado, atuais oua alguma coisa: valores de mercado, atuais ou futuros.”futuros.”
  • 28.
    EXEMPLOS 1.Em um ACESSO,numa ESPÉCIE ou GÊNERO mantidos ex situ no BAG, ou in situ na natureza; 2.Na sua RELEVÂNCIA de USO, para os MERCADOS nacional e internacional, presente ou futura; 3.No PREJUÍZO, caso DESAPAREÇA da natureza, ao MEIO AMBIENTE e/ou ao MELHORAMENTO GENÉTICO. EXEMPLOS 1.Em um ACESSO, numa ESPÉCIE ou GÊNERO mantidos ex situ no BAG, ou in situ na natureza; 2.Na sua RELEVÂNCIA de USO, para os MERCADOS nacional e internacional, presente ou futura; 3.No PREJUÍZO, caso DESAPAREÇA da natureza, ao MEIO AMBIENTE e/ou ao MELHORAMENTO GENÉTICO. FOCO DA VALORAÇÃO
  • 29.
    ABORDAGENS DE VALORAÇÃO EXEMPLOSEXEMPLOS 1.1.ECONÔMICA:ECONÔMICA:dar valor em R$ (valor dedar valor em R$ (valor de uso direto, de uso indireto, de uso presente,uso direto, de uso indireto, de uso presente, de uso futuro);de uso futuro); 2.2.ECOLÓGICA:ECOLÓGICA: comparar situaçõescomparar situações (consumo e produção; serviços ambientais,(consumo e produção; serviços ambientais, paisagem, fragilidade do ecossistema, etc.);paisagem, fragilidade do ecossistema, etc.); 3.3.SOCIAL:SOCIAL: avaliar alterações emavaliar alterações em comunidades humanas, em decorrência dacomunidades humanas, em decorrência da perda do germoplasma (uso recreativo,perda do germoplasma (uso recreativo, lúdico, turístico, qualidade de vida,lúdico, turístico, qualidade de vida, preservação de comunidades).preservação de comunidades). EXEMPLOSEXEMPLOS 1.1.ECONÔMICA:ECONÔMICA: dar valor em R$ (valor dedar valor em R$ (valor de uso direto, de uso indireto, de uso presente,uso direto, de uso indireto, de uso presente, de uso futuro);de uso futuro); 2.2.ECOLÓGICA:ECOLÓGICA: comparar situaçõescomparar situações (consumo e produção; serviços ambientais,(consumo e produção; serviços ambientais, paisagem, fragilidade do ecossistema, etc.);paisagem, fragilidade do ecossistema, etc.); 3.3.SOCIAL:SOCIAL: avaliar alterações emavaliar alterações em comunidades humanas, em decorrência dacomunidades humanas, em decorrência da perda do germoplasma (uso recreativo,perda do germoplasma (uso recreativo, lúdico, turístico, qualidade de vida,lúdico, turístico, qualidade de vida, preservação de comunidades).preservação de comunidades).
  • 30.
    II = (=(OO++CC++DD)*)*UU//33 Onde:Onde: II= importância;= importância; OO= origem (= origem (se nativa ouse nativa ou exóticaexótica);); CC= conservação (= conservação (risco derisco de extinção, ...extinção, ...);); DD= frequência de= frequência de distribuição (distribuição (se é rara ouse é rara ou comumcomum);); UU= usos (= usos (alimentício,alimentício, medicinal, industrial,medicinal, industrial, ornamental, melíferoornamental, melífero, ...)., ...). EXEMPLO DE FÓRMULA PARA VALORAR UMA ESPÉCIE NA NATUREZA
  • 31.
    DOCUMENTAÇÃO & INFORMATIZAÇÃODOCUMENTAÇÃO& INFORMATIZAÇÃO • Coleta • Intercâmbio • Quarentena • Identificação • Caracterização • Conservação • Educação • Valoração • DOCUMENTAÇÃO E INFORMATIZAÇÃO • Uso “Um bom sistema de documentação e informatização é o segredo para o uso efetivo dos acessos mantidos pelos bancos de germoplasma.”
  • 32.
    DOCUMENTAÇÃO & INFORMATIZAÇÃO DOCUMENTAÇÃO:é a junção deé a junção de dados dos acessos, sua organização edados dos acessos, sua organização e disponibilização ordenada, em ficháriosdisponibilização ordenada, em fichários ou livros ata.ou livros ata. INFORMATIZAÇÃO: é o registro, classificação, organização e interpretação dos dados da documentação, através do uso de programas de computação. INFORMATIZAÇÃO: é o registro, classificação, organização e interpretação dos dados da documentação, através do uso de programas de computação. ““Todas atividades de RFG são dependentes da D & I.”Todas atividades de RFG são dependentes da D & I.”
  • 33.
    PARA USAR OACESSO TEM QUE TER:PARA USAR O ACESSO TEM QUE TER: Dados de PassaporteDados de Passaporte e dee de CaracterizaçãoCaracterização
  • 34.
    INFORMAÇÃO BÁSICA ““Tudo começacom a INTRODUÇÃO do acesso na instituição, quando se registram osTudo começa com a INTRODUÇÃO do acesso na instituição, quando se registram os dados de origem e procedência (dados de origem e procedência (DADOS DE PASSAPORTEDADOS DE PASSAPORTE))””
  • 35.
    Uso de RFGUsode RFG • ColetaColeta • IntercâmbioIntercâmbio • QuarentenaQuarentena • IdentificaçãoIdentificação • CaracterizaçãoCaracterização • ConservaçãoConservação • EducaçãoEducação • ValoraçãoValoração • Doc & InfDoc & Inf • USO DE RECURSOS GENÉTICOSUSO DE RECURSOS GENÉTICOS • ColetaColeta • IntercâmbioIntercâmbio • QuarentenaQuarentena • IdentificaçãoIdentificação • CaracterizaçãoCaracterização • ConservaçãoConservação • EducaçãoEducação • ValoraçãoValoração • Doc & InfDoc & Inf • USO DE RECURSOS GENÉTICOSUSO DE RECURSOS GENÉTICOS “O USOUSO dos recursos genéticos é o principal objetivo de todas atividades da Gestão dos Recursos Fitogenéticos”
  • 36.
    : Dom Pedro II1861Dom Pedro II 1861 Floresta da Tijuca - RJFloresta da Tijuca - RJ USOS DOS RFG EXEMPLOS a.No PRÉ-MELHORAMENTO: spp. parentes das cultivadas, cultivares em desuso (amendoim, melão,...); b.Como CULTURAS ALTERNATIVAS: novas espécies agrícolas potenciais (Camu-camu, Cagaita,...); c.No MELHORAMENTO: novas cultivares das plantas cultivadas; d.Na INDÚSTRIA: opções de uso alimentício, medicinal, aromático, condimentar, etc.; e.No PAISAGÍSMO: espécies ornamentais de plantas agrícolas (abacaxi, maracujá,...); f.Em ÁREAS DEGRADADAS: espécies nativas de rápido crescimento com raízes profundas. Ex: Amendoim forrageiro, Bambu, Calopogonium...
  • 37.
    1.1. A instituiçãoAinstituição NÃO POSSUINÃO POSSUI Setores de INTERCÂMBIO DESetores de INTERCÂMBIO DE GERMOPLASMA, de BOTÂNICA ECONÔMICA, deGERMOPLASMA, de BOTÂNICA ECONÔMICA, de DOCUMENTAÇÃO & INFORMATIZAÇÃO, de PRÉ-DOCUMENTAÇÃO & INFORMATIZAÇÃO, de PRÉ- MELHORAMENTO, ou SISTEMA DE CURADORIAS deMELHORAMENTO, ou SISTEMA DE CURADORIAS de plantas;plantas; 2.2. A instituição possuiA instituição possui NÚMERO INSUFICIENTENÚMERO INSUFICIENTE de PRÉ-de PRÉ- MELHORISTAS, de MELHORISTAS GENÉTICOS, deMELHORISTAS, de MELHORISTAS GENÉTICOS, de BOTÂNICOS, e de CURADORES;BOTÂNICOS, e de CURADORES; 3.3. Os CURADORES dos BAG não possuem o treinamento necessárioOs CURADORES dos BAG não possuem o treinamento necessário para atender a demanda do setor de melhoramento genético;para atender a demanda do setor de melhoramento genético; 4.4. OsOs DESCRITORESDESCRITORES preparados não atendem aos interesses dospreparados não atendem aos interesses dos melhoristas genéticos, ou inexistemmelhoristas genéticos, ou inexistem DESCRITORESDESCRITORES AGRONÔMICOSAGRONÔMICOS dos acessos;dos acessos; 5.5. Os melhoristas genéticos acreditam que suaOs melhoristas genéticos acreditam que sua COLEÇÃO DECOLEÇÃO DE TRABALHOTRABALHO já possui a representatividade dajá possui a representatividade da VARIABILIDADE GENÉTICA da espécie, ou oVARIABILIDADE GENÉTICA da espécie, ou o BAGBAG aindaainda NÃONÃO POSSUIPOSSUI tal variabilidadetal variabilidade.. CAUSAS DO BAIXO USO DO BAG PELOCAUSAS DO BAIXO USO DO BAG PELO MELHORISTAMELHORISTA
  • 38.
    A Propriedade IntelectualAPropriedade Intelectual 1. Os RFG encontrados na NATUREZA não são criações do homem e, portanto, NÃO podem ser PROTEGIDOS DIRETAMENTE como se fossem propriedade intelectual (PI); 2. Mas, INVENÇÕES (Ex: Métodos de obtenção) baseadas em RFG ou criação de novas CULTIVARES, PODEM ser PATENTEADAS ou ter PROTEÇÃO SUI GENERIS pelos Direitos de Proteção de Cultivares (Lei 9.456/1997, assegurando a produção, venda e comercialização no país). 3. A Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) via Protocolo de Nagoya, assim como o Tratado Fitogenético para Alimentação e Agricultura (TIRFAA) das Nações Unidas, via Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), incluem a possibilidade de REPARTIÇÃO DE BENEFÍCIOS.
  • 39.
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS/ WEBSITES 1.Harlan, J.R. Agricultural Origins: Centers and Noncenters. Science, v.174. 468-473. 1971. 2. Wilkes, G. Current Status of Crop Plant Germplasm. CRC Critical Reviews in Plant Sciences. V.1. N.2. 133-181.1983. 3. Brasil. Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal. Primeiro relatório nacional para a Convenção Biológica: Brasil. Brasília, 1998. 283p. 4. Joly, C.A.& Bicudo, C.E.M. Orgs. Biodiversidade do Estado de São Paulo, Brasil: síntese do conhecimento ao final do século XX, 7: Infra-estrutura para a conservação da biodiversidade/ Maria Cecilia Wey de Brito; Carlos Alfredo Joly – São Paulo: FAPESP, 1999. XXII+150P.. 5. Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Diretoria do Programa Nacional de Conservação da Biodiversidade – DCBio. Segundo relatório nacional para a convenção sobre diversidade biológica: Brasil/Ministério do Meio Ambiente. Brasília:2004.347p. 1. Harlan, J.R. Agricultural Origins: Centers and Noncenters. Science, v.174. 468-473. 1971. 2. Wilkes, G. Current Status of Crop Plant Germplasm. CRC Critical Reviews in Plant Sciences. V.1. N.2. 133-181.1983. 3. Brasil. Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal. Primeiro relatório nacional para a Convenção Biológica: Brasil. Brasília, 1998. 283p. 4. Joly, C.A.& Bicudo, C.E.M. Orgs. Biodiversidade do Estado de São Paulo, Brasil: síntese do conhecimento ao final do século XX, 7: Infra-estrutura para a conservação da biodiversidade/ Maria Cecilia Wey de Brito; Carlos Alfredo Joly – São Paulo: FAPESP, 1999. XXII+150P.. 5. Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Diretoria do Programa Nacional de Conservação da Biodiversidade – DCBio. Segundo relatório nacional para a convenção sobre diversidade biológica: Brasil/Ministério do Meio Ambiente. Brasília:2004.347p. 1. http://www.bgci.org/ 2. https://www.cgiar.org/research/progra m-platform/genebank-platform/ 3. https://www.bioversityinternational.or g/ 4. http://www.recursosgeneticos.org/ 5. http://www.cenargen.embrapa.br/ 6. https://www.wipo.int/tk/en/genetic/ 7. https://www.consilium.europa.eu/pt/pr ess/press- releases/2017/10/09/conclusions-plant- genetic-resources/ 8. http://www.agricultura.gov.br/assunto s/sustentabilidade/tecnologia- agropecuaria/recursos-geneticos/ 9. https://www.ars.usda.gov/southeast- area/griffin-ga/pgrcu/ 10. https://www.ars-grin.gov/ 11. http://www.fao.org/plant-treaty/en/ 12. http://www.environment.gov.au/topics /science-and-research/australias- biological-resources/nagoya-protocol- convention-biological 13. https://blog.ciat.cigiar.org/origin-of- 1. http://www.bgci.org/ 2. https://www.cgiar.org/research/progra m-platform/genebank-platform/ 3. https://www.bioversityinternational.or g/ 4. http://www.recursosgeneticos.org/ 5. http://www.cenargen.embrapa.br/ 6. https://www.wipo.int/tk/en/genetic/ 7. https://www.consilium.europa.eu/pt/pr ess/press- releases/2017/10/09/conclusions-plant- genetic-resources/ 8. http://www.agricultura.gov.br/assunto s/sustentabilidade/tecnologia- agropecuaria/recursos-geneticos/ 9. https://www.ars.usda.gov/southeast- area/griffin-ga/pgrcu/ 10. https://www.ars-grin.gov/ 11. http://www.fao.org/plant-treaty/en/ 12. http://www.environment.gov.au/topics /science-and-research/australias- biological-resources/nagoya-protocol- convention-biological 13. https://blog.ciat.cigiar.org/origin-of- crops/
  • 40.
    OBRIGADO PELA ATENÇÃOOBRIGADOPELA ATENÇÃO ! PERGUNTAS??? Renato Veiga renatofav53@gmail.com