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HIDROTERAPIA
Professor: Cleanto Santos Vieira
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• Crioalongamento:
• Os efeitos da aplicação do frio e
alongamento são combinados.
• Um aerossol refrigerante é utilizado
para reduzir rapidamente a
temperatura da pele e diminuir a
transmissão da dor.
• Isso é combinado com alongamento
passivo simultâneo para aliviar o
espasmo muscular, afim de reduzir
efetivamente a quantidade de dor e
espasmo associados com contraturas e
pontos-gatilho.
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• O crioalongamento é empregado
tradicionalmente com cloreto de
etila, em função da sua capacidade
de evaporação rápida e de resfriar
o tecido superficial.
• O cloreto de etila possui muitos
perigos inerentes:
• - É altamente inflamável;
• - Age como anestésico geral se
inalado;
• - Pode causar lesões de pele por
congelamento.
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• O cloreto de etila vem sendo
substituído por fluormetano
em razão desses riscos.
• O fluorometano é menos
volátil e tem efeito
refrigerador mais seguro.
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• Efeitos sobre o ciclo de resposta à
lesão:
• Restringe-se ao efeito de um contra-
irritante.
• A evaporação do agente refrigerador
sobre a pele provoca o resfriamento
do local, que estimula uma resposta
inflamatória localizada.
• Isso mascara a dor prévia por meio
da redução de intensidade e
velocidade de transmissão da dor.
• Os aerossóis não promovem
respostas celulares e vasculares
associadas com outras aplicações de
frio.
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• O alongamento passivo ajuda a
interromper o ciclo dor-
espasmo-dor, estimulando o
alongamento das fibras
musculares.
• Essa combinação de redução da
dor e alongamentos dos tecidos
moles faz com que esse
tratamento de pontos gatilho
seja um método eficaz.
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• Aplicação:
• 1. posicione o paciente de forma que o grupo muscular submetido ao tto possa ser
facilmente alongado.
• 2. O bocal do frasco deve estar a aproximadamente 30cm da pele, o aerossol deve atingir
a pele em um ângulo de 30° a 45°.
• 3. Vaporize em forma de varredura, o músculo em todo o seu comprimento. O aerossol
deve ser aplicado em apenas uma direção. A varredura deve permitir que o tecido seja
coberto e não congelado.
• 4. Aplique pressão de forma a alongar passivamente o grupo muscular. Deve atingir e não
exceder o ponto da dor.
• 5. Deixe o tecido reaquecer.
• 6. Aplique mais duas ou três varreduras, e ao mesmo tempo aumente o alongamento do
músculo. Deixe o tecido se reaquecer entre cada varredura.
• 7. Repetir até que o grau de alongamento desejado seja alcançado.
• 8. O tto por crioalongamento pode ser seguido por uma aplicação de calor úmido ou
massagem.
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• Duração do tto:
• O tto deve prosseguir até três ou
quatro varreduras, com tempo
suficiente para que o tecido
reaqueça entre as aplicações.
• Pode ser realizado uma vez ao
dia.
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• Precauções:
• As vaporizações podem causar
lesões por congelamento se
aplicadas de forma inadequada.
• Se for utilizado o cloreto de etila
lembrar de seus efeitos e
problemas.
• Está mais baseada na tradição do
que nos fatos, embora alivie
temporariamente a dor, outros
efeitos fisiológicos não são obtidos.
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• Indicações:
• - Pontos gatilho;
• - Espasmo muscular;
• - Redução da A.D.M..
Cap 10: Crioalongamento
HIDROTERAPIA
• Contra-indicações:
• - Alergia ao aerossol;
• - Lesão aguda e/ou pós cirúrgica;
• - Feridas abertas;
• - Contra-indicações relativas a aplicação
de frio;
• - Contra-indicações relativas ao
alongamento com frio;
• - Uso ao redor dos olhos (quando
extremidades superiores forem tratadas,
proteger os olhos do aerossol).
Cap 10: Crioalongamento
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• MARCUCCI, Fernando C. I. Histórico da Eletroterapia e
Eletroacupuntura. O Fisioterapeuta [site]. Disponível em:
http://ofisioterapeuta.blogspot.com/
• Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em
fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001.
• Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In:
Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed. Oxford:
Butterworth-Heinemann; 2000.

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  • 1. HIDROTERAPIA Professor: Cleanto Santos Vieira Cap 10: Crioalongamento
  • 2. HIDROTERAPIA • Crioalongamento: • Os efeitos da aplicação do frio e alongamento são combinados. • Um aerossol refrigerante é utilizado para reduzir rapidamente a temperatura da pele e diminuir a transmissão da dor. • Isso é combinado com alongamento passivo simultâneo para aliviar o espasmo muscular, afim de reduzir efetivamente a quantidade de dor e espasmo associados com contraturas e pontos-gatilho. Cap 10: Crioalongamento
  • 3. HIDROTERAPIA • O crioalongamento é empregado tradicionalmente com cloreto de etila, em função da sua capacidade de evaporação rápida e de resfriar o tecido superficial. • O cloreto de etila possui muitos perigos inerentes: • - É altamente inflamável; • - Age como anestésico geral se inalado; • - Pode causar lesões de pele por congelamento. Cap 10: Crioalongamento
  • 4. HIDROTERAPIA • O cloreto de etila vem sendo substituído por fluormetano em razão desses riscos. • O fluorometano é menos volátil e tem efeito refrigerador mais seguro. Cap 10: Crioalongamento
  • 5. HIDROTERAPIA • Efeitos sobre o ciclo de resposta à lesão: • Restringe-se ao efeito de um contra- irritante. • A evaporação do agente refrigerador sobre a pele provoca o resfriamento do local, que estimula uma resposta inflamatória localizada. • Isso mascara a dor prévia por meio da redução de intensidade e velocidade de transmissão da dor. • Os aerossóis não promovem respostas celulares e vasculares associadas com outras aplicações de frio. Cap 10: Crioalongamento
  • 6. HIDROTERAPIA • O alongamento passivo ajuda a interromper o ciclo dor- espasmo-dor, estimulando o alongamento das fibras musculares. • Essa combinação de redução da dor e alongamentos dos tecidos moles faz com que esse tratamento de pontos gatilho seja um método eficaz. Cap 10: Crioalongamento
  • 7. HIDROTERAPIA • Aplicação: • 1. posicione o paciente de forma que o grupo muscular submetido ao tto possa ser facilmente alongado. • 2. O bocal do frasco deve estar a aproximadamente 30cm da pele, o aerossol deve atingir a pele em um ângulo de 30° a 45°. • 3. Vaporize em forma de varredura, o músculo em todo o seu comprimento. O aerossol deve ser aplicado em apenas uma direção. A varredura deve permitir que o tecido seja coberto e não congelado. • 4. Aplique pressão de forma a alongar passivamente o grupo muscular. Deve atingir e não exceder o ponto da dor. • 5. Deixe o tecido reaquecer. • 6. Aplique mais duas ou três varreduras, e ao mesmo tempo aumente o alongamento do músculo. Deixe o tecido se reaquecer entre cada varredura. • 7. Repetir até que o grau de alongamento desejado seja alcançado. • 8. O tto por crioalongamento pode ser seguido por uma aplicação de calor úmido ou massagem. Cap 10: Crioalongamento
  • 8. HIDROTERAPIA • Duração do tto: • O tto deve prosseguir até três ou quatro varreduras, com tempo suficiente para que o tecido reaqueça entre as aplicações. • Pode ser realizado uma vez ao dia. Cap 10: Crioalongamento
  • 9. HIDROTERAPIA • Precauções: • As vaporizações podem causar lesões por congelamento se aplicadas de forma inadequada. • Se for utilizado o cloreto de etila lembrar de seus efeitos e problemas. • Está mais baseada na tradição do que nos fatos, embora alivie temporariamente a dor, outros efeitos fisiológicos não são obtidos. Cap 10: Crioalongamento
  • 10. HIDROTERAPIA • Indicações: • - Pontos gatilho; • - Espasmo muscular; • - Redução da A.D.M.. Cap 10: Crioalongamento
  • 11. HIDROTERAPIA • Contra-indicações: • - Alergia ao aerossol; • - Lesão aguda e/ou pós cirúrgica; • - Feridas abertas; • - Contra-indicações relativas a aplicação de frio; • - Contra-indicações relativas ao alongamento com frio; • - Uso ao redor dos olhos (quando extremidades superiores forem tratadas, proteger os olhos do aerossol). Cap 10: Crioalongamento
  • 12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • MARCUCCI, Fernando C. I. Histórico da Eletroterapia e Eletroacupuntura. O Fisioterapeuta [site]. Disponível em: http://ofisioterapeuta.blogspot.com/ • Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001. • Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In: Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed. Oxford: Butterworth-Heinemann; 2000.