SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 15
Acidentes com animais
peçonhentos
Professor: Cleanto Santos Vieira
Escorpionismo
ESCORPIONISMO
• Importantes em virtude da grande
freqüência e da potencial gravidade,
principalmente em crianças picadas
pelo Tityus serrulatus. Epidemiologia
Cerca de 8.000 acidentes/ano Minas
Gerais e São Paulo responsáveis por
50% do total, com aumento
significativo de casos na Bahia, Rio
Grande do Norte, Alagoas e Ceará.
Importância médica: T. serrulatus, T.
bahiensis e T. stigmurus. Letalidade em
0,58%, principalmente por T.
serrulatus, mais comumente em
crianças menores de 14 anos.
Tityus serrulatus
Escorpionismo
• São carnívoros: insetos, como grilos ou
baratas.
• Hábitos noturnos.
• Podem sobreviver vários meses sem
alimento e sem água, o que torna seu
combate muito difícil.
• Não são sensíveis a inseticidas e
agrotóxicos, inclusive podem
sobreviver a radiação.
• Geralmente associa-se o tamanho das
garras em relação a peçonha, quanto
maior a garra menor a ação da
peçonha.
Pandinus imperator
Tityus serrulatus
Tityus serrulatus
• Serrilha dorsal nos dois últimos
segmentos (daío nome Tityus
serrulatus) Mede de 6 cm a 7 cm.
Distribuição geográfica: Bahia,
Espírito Santo, Goiás, Minas
Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e
São Paulo.
Tityus Bahiensis
• marrom-escuro, patas e
pedipalpos com manchas
escuras. Mede de 6 cm a 7
cm Distribuição geográfica:
Goiás, São Paulo, Mato
Grosso do Sul, Minas
Gerais, Paraná, Rio Grande
do Sul e Santa Catarina.
Tityus Stigmurus
.Amarelo-escuro, triângulo
negro no cefalotórax, uma
faixa escura longitudinal
mediana e manchas laterais
escuras nos tergitos. Mede de
6 cm a 7 cm
Distribuição geográfica:
Nordeste do Brasil.
Tityus cambridgei
• Tronco e pernas escuros,
quase negros
• Mede cerca de 8,5 cm
• Distribuição geográfica:
região Amazônica.
Tityus metuendus
• Vermelho-escuro, quase negro
com manchas confluentes
alaranjadas; patas com
manchas amareladas; cauda da
mesma cor do tronco
apresentando um
espessamento dos últimos dois
artículos. Mede de 6 cm a 7 cm
• Distribuição geográfica:
Amazonas, Acre e Pará.
Tityus fasciolatus
• Listrado amarelo e preto.
• Mede de 4 cm a 8,5 cm
• Distribuição geográfica: Goiás
e DF.
Escorpionismo
• Preocupante o aumento da dispersão
do Tityus serrulatus. Reprodução por
partenogênese. No estado de
Pernambuco (Recife), há relatos de
óbitos provocados por T. stigmurus,
espécie que também tem sido
capturada em Alagoas.
• Ações da peçonha: Dor local e efeitos
resultantes da ação em canais iônicos
(Na+), levando à liberação de
catecolaminas e acetilcolina.
Manifestações sistêmicas são
decorrentes dos efeitos simpáticos ou
parassimpáticos. óbitos x idade em 2003
Escorpionismo
• Quadro clínico→ Dor local, parestesias.
• Nos acidentes moderados e graves,
principalmente em crianças, após intervalo de
minutos até poucas horas (duas, três horas).
• Podem surgir manifestações sistêmicas:
• Gerais →Hipo ou hipertermia e sudorese
profusa.
• Digestivas →Náuseas, vômitos, sialorréia, dor
abdominal e diarréia.
• Cardiovasculares →Arritmias cardíacas,
hipertensão ou hipotensão arterial,
insuficiência cardíaca congestiva e choque.
• Respiratórias →Taquipnéia, dispnéia e edema
pulmonar agudo.
• Neurológicas →Agitação, sonolência,
confusão mental, hipertonia e tremores.
Escorpionismo
• Os acidentes podem ser classificados
como:
• Leves →apenas dor local e parestesias.
• Moderados →dor intensa no local e
manifestações sistêmicas: sudorese
discreta, náuseas, vômitos ocasionais,
taquicardia, taquipnéia e hipertensão
leve.
• Graves →sudorese profusa, vômitos
incoercíveis, salivação excessiva,
alternância de agitação com prostração,
bradicardia, insuficiência cardíaca, edema
pulmonar, choque, convulsões e coma. Os
óbitos estão relacionados a complicações
como edema pulmonar agudo e choque.
Escorpionismo
• Exames complementares:
• →ECG pode mostrar as disfuncões
cardíacas.
• →Glicose, amilase elevados. Leucocitose
com neutrofilia. Hipopotassemia e
hiponatremia.
• →ELISA para detecção Tityus serrulatus.
• →Nos raros casos de pacientes com
hemiplegia, a tomografia cerebral
computadorizada pode mostrar
alterações compatíveis com infarto
cerebral.
• ->Radiografia de tórax: aumento da área
cardíaca e edema pulmonar agudo.
Escorpionismo
• Tratamento:
• Preventivo: Bater os sapatos e
botinas no chão antes de calçar,
combate as baratas domésticas,
limpeza de terrenos baldios, não
deixar restos de madeiramento e
tijolos empilhados no quintal.
• Sintomático →Consiste no alívio da
dor.
• Específico →Consiste na
administração i.v. de soro
antiescorpiônico (SAEEs)ou
antiaracnídico (SAAr)nos casos
moderados e graves.
• Manutenção das funções vitais
→Controle da função cardíaca e uso
de respiração artificial em casos de
edema pulmonar agudo.
Referências Bibliográficas
• Elisabeth Ferroni Schwartz Laboratório de Toxinologia Departamento de
Ciências Fisiológicas Instituto de Ciências Biológicas –UnB
• CANTER, Henrique M., PUORTO, Giuseppe e FERREIRA SANTOS, Marcos. O
Butantan e as serpentes do Bra tan /Itautec, CD-ROW, 1996.
• FU lo: Folder Série Técnica n"- 4.
• INS z Guia Rural, 1992.
• MI e ofidismo (COBRAL). Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 1991.
• MI acidentes por animais peçonhentos. Brasil .
• SEB Brasília, 1996.
• SEC SAÚDE. Manual de vigilância epidemiológica acidentes por animais
peçonhentos São Paulo: CVE, lnstituto Butantan, 1993. SC avier, 1992.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Biossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúdeBiossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúdeWheverton Teixeira
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Will Nunes
 
XABCDE.pptx
XABCDE.pptxXABCDE.pptx
XABCDE.pptxEnfSampy
 
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6Aline Bandeira
 
Epidemiologia e saúde do trabalhador
Epidemiologia e saúde do trabalhadorEpidemiologia e saúde do trabalhador
Epidemiologia e saúde do trabalhadorMario Gandra
 
3ª aula atendimento inicial no trauma
3ª aula   atendimento inicial no trauma3ª aula   atendimento inicial no trauma
3ª aula atendimento inicial no traumaProf Silvio Rosa
 
Picada animais peçonhentos
Picada animais peçonhentosPicada animais peçonhentos
Picada animais peçonhentosAlexandre Donha
 
Sistema reprodutor - Anatomia veterinária
Sistema reprodutor - Anatomia veterináriaSistema reprodutor - Anatomia veterinária
Sistema reprodutor - Anatomia veterináriaMarília Gomes
 
Patologia do Sistema Respiratório
Patologia do Sistema RespiratórioPatologia do Sistema Respiratório
Patologia do Sistema RespiratórioRaimundo Tostes
 
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas FontesSemiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas FontesLucas Fontes
 
ebook avaliação primária XABCDE
ebook avaliação primária XABCDEebook avaliação primária XABCDE
ebook avaliação primária XABCDEItrianBorges
 
09 00-11-slidesemergenciadia02 (1)
09 00-11-slidesemergenciadia02 (1)09 00-11-slidesemergenciadia02 (1)
09 00-11-slidesemergenciadia02 (1)Vanessa Barreto
 
ENFERMAGEM - MÓDULO I - MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.pptx
ENFERMAGEM - MÓDULO I -  MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.pptxENFERMAGEM - MÓDULO I -  MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.pptx
ENFERMAGEM - MÓDULO I - MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.pptxlucas106085
 
Acidentes por animais peçonhentos
Acidentes por animais peçonhentosAcidentes por animais peçonhentos
Acidentes por animais peçonhentosNathy Oliveira
 
4ª e 5ª aula imobiização
4ª e 5ª aula   imobiização4ª e 5ª aula   imobiização
4ª e 5ª aula imobiizaçãoProf Silvio Rosa
 

Mais procurados (20)

Biossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúdeBiossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúde
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
 
XABCDE.pptx
XABCDE.pptxXABCDE.pptx
XABCDE.pptx
 
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
Instrumentais Cirúrgicos AULA 6
 
Epidemiologia e saúde do trabalhador
Epidemiologia e saúde do trabalhadorEpidemiologia e saúde do trabalhador
Epidemiologia e saúde do trabalhador
 
MIÍASE
MIÍASEMIÍASE
MIÍASE
 
3ª aula atendimento inicial no trauma
3ª aula   atendimento inicial no trauma3ª aula   atendimento inicial no trauma
3ª aula atendimento inicial no trauma
 
Picada animais peçonhentos
Picada animais peçonhentosPicada animais peçonhentos
Picada animais peçonhentos
 
Sistema reprodutor - Anatomia veterinária
Sistema reprodutor - Anatomia veterináriaSistema reprodutor - Anatomia veterinária
Sistema reprodutor - Anatomia veterinária
 
Aula 01 O Hospital
Aula 01 O HospitalAula 01 O Hospital
Aula 01 O Hospital
 
Patologia do Sistema Respiratório
Patologia do Sistema RespiratórioPatologia do Sistema Respiratório
Patologia do Sistema Respiratório
 
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas FontesSemiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Semiologia para Enfermagem No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
 
ebook avaliação primária XABCDE
ebook avaliação primária XABCDEebook avaliação primária XABCDE
ebook avaliação primária XABCDE
 
09 00-11-slidesemergenciadia02 (1)
09 00-11-slidesemergenciadia02 (1)09 00-11-slidesemergenciadia02 (1)
09 00-11-slidesemergenciadia02 (1)
 
Aula acessos venosos
Aula acessos venososAula acessos venosos
Aula acessos venosos
 
Sistema tegumentar
Sistema tegumentarSistema tegumentar
Sistema tegumentar
 
Humanização na assistência de enfermagem
Humanização na assistência de enfermagemHumanização na assistência de enfermagem
Humanização na assistência de enfermagem
 
ENFERMAGEM - MÓDULO I - MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.pptx
ENFERMAGEM - MÓDULO I -  MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.pptxENFERMAGEM - MÓDULO I -  MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.pptx
ENFERMAGEM - MÓDULO I - MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA.pptx
 
Acidentes por animais peçonhentos
Acidentes por animais peçonhentosAcidentes por animais peçonhentos
Acidentes por animais peçonhentos
 
4ª e 5ª aula imobiização
4ª e 5ª aula   imobiização4ª e 5ª aula   imobiização
4ª e 5ª aula imobiização
 

Semelhante a Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismo

Acidentes Ofídicos
Acidentes OfídicosAcidentes Ofídicos
Acidentes OfídicosMateosssx
 
ANAMNESIS - 2018 exame físico grandes animais.pdf
ANAMNESIS - 2018 exame físico grandes animais.pdfANAMNESIS - 2018 exame físico grandes animais.pdf
ANAMNESIS - 2018 exame físico grandes animais.pdfINTA
 
esporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptx
esporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptx
esporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptxItzHannah2
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismoCleanto Santos Vieira
 
Dirofilariose canina
Dirofilariose caninaDirofilariose canina
Dirofilariose caninaMariane Gomes
 
Acidentes com animais peçonhentos.pptx
Acidentes com animais peçonhentos.pptxAcidentes com animais peçonhentos.pptx
Acidentes com animais peçonhentos.pptxAnnaErikaCardosoAlme
 
Slide de biologia pneumonia, sífilis e tétano
Slide de biologia pneumonia, sífilis e tétanoSlide de biologia pneumonia, sífilis e tétano
Slide de biologia pneumonia, sífilis e tétanolucas_12
 
Aula 5 Ancylostomidae E Larva Migrans Cutanea
Aula 5   Ancylostomidae E Larva Migrans CutaneaAula 5   Ancylostomidae E Larva Migrans Cutanea
Aula 5 Ancylostomidae E Larva Migrans CutaneaITPAC PORTO
 
slides Larva migrans
slides Larva migransslides Larva migrans
slides Larva migransNETTO Santtos
 
dirofilariosecanina-210331003057.pptx
dirofilariosecanina-210331003057.pptxdirofilariosecanina-210331003057.pptx
dirofilariosecanina-210331003057.pptxLuisFelipeFerreirada3
 
Aula Helmintoses.ppt para prevenir........
Aula Helmintoses.ppt para prevenir........Aula Helmintoses.ppt para prevenir........
Aula Helmintoses.ppt para prevenir........LedaMariadaSilva1
 
Cardio 3
Cardio 3Cardio 3
Cardio 3UFPEL
 
Acidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentosAcidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentosIsmael Costa
 
Doenças mais comuns em Moluscos
Doenças mais comuns em MoluscosDoenças mais comuns em Moluscos
Doenças mais comuns em MoluscosAna Catarina Reis
 
Seminário sobre Helmintos
Seminário sobre HelmintosSeminário sobre Helmintos
Seminário sobre HelmintosÁgatha Mayara
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismoCleanto Santos Vieira
 

Semelhante a Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismo (20)

Acidentes Ofídicos
Acidentes OfídicosAcidentes Ofídicos
Acidentes Ofídicos
 
ANAMNESIS - 2018 exame físico grandes animais.pdf
ANAMNESIS - 2018 exame físico grandes animais.pdfANAMNESIS - 2018 exame físico grandes animais.pdf
ANAMNESIS - 2018 exame físico grandes animais.pdf
 
esporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptx
esporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptx
esporotricose.pptxesporotricose.pptxesporotricose.pptx
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
 
Dirofilariose canina
Dirofilariose caninaDirofilariose canina
Dirofilariose canina
 
Acidentes com animais peçonhentos.pptx
Acidentes com animais peçonhentos.pptxAcidentes com animais peçonhentos.pptx
Acidentes com animais peçonhentos.pptx
 
Slide de biologia pneumonia, sífilis e tétano
Slide de biologia pneumonia, sífilis e tétanoSlide de biologia pneumonia, sífilis e tétano
Slide de biologia pneumonia, sífilis e tétano
 
Aula 5 Ancylostomidae E Larva Migrans Cutanea
Aula 5   Ancylostomidae E Larva Migrans CutaneaAula 5   Ancylostomidae E Larva Migrans Cutanea
Aula 5 Ancylostomidae E Larva Migrans Cutanea
 
slides Larva migrans
slides Larva migransslides Larva migrans
slides Larva migrans
 
dirofilariosecanina-210331003057.pptx
dirofilariosecanina-210331003057.pptxdirofilariosecanina-210331003057.pptx
dirofilariosecanina-210331003057.pptx
 
Aula Helmintoses.ppt para prevenir........
Aula Helmintoses.ppt para prevenir........Aula Helmintoses.ppt para prevenir........
Aula Helmintoses.ppt para prevenir........
 
Laringe
LaringeLaringe
Laringe
 
Caso clinico plect
Caso clinico  plectCaso clinico  plect
Caso clinico plect
 
Cardio 3
Cardio 3Cardio 3
Cardio 3
 
Acidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentosAcidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentos
 
Doenças mais comuns em Moluscos
Doenças mais comuns em MoluscosDoenças mais comuns em Moluscos
Doenças mais comuns em Moluscos
 
Seminário sobre Helmintos
Seminário sobre HelmintosSeminário sobre Helmintos
Seminário sobre Helmintos
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
 
Aula adrenais
Aula adrenaisAula adrenais
Aula adrenais
 
Parasitoses Intestinais
Parasitoses IntestinaisParasitoses Intestinais
Parasitoses Intestinais
 

Mais de Cleanto Santos Vieira

Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
Hidroterapia - crio tapping - Aula 8Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
Hidroterapia - crio tapping - Aula 8Cleanto Santos Vieira
 
Termoterapia ondas curtas e microondas - cap 7
Termoterapia   ondas curtas e microondas - cap 7Termoterapia   ondas curtas e microondas - cap 7
Termoterapia ondas curtas e microondas - cap 7Cleanto Santos Vieira
 
Termoterapia ultra-som - capítulo 14
Termoterapia   ultra-som - capítulo 14Termoterapia   ultra-som - capítulo 14
Termoterapia ultra-som - capítulo 14Cleanto Santos Vieira
 
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16Cleanto Santos Vieira
 
Fototerapia - infravermelho - cap 13
 Fototerapia - infravermelho - cap 13 Fototerapia - infravermelho - cap 13
Fototerapia - infravermelho - cap 13Cleanto Santos Vieira
 
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12 Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12 Cleanto Santos Vieira
 
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11Cleanto Santos Vieira
 
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10Cleanto Santos Vieira
 
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9Cleanto Santos Vieira
 
Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18
Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18
Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18Cleanto Santos Vieira
 
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17Cleanto Santos Vieira
 
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2 Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2 Cleanto Santos Vieira
 
Sistema Nervoso - fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
Sistema Nervoso -  fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...Sistema Nervoso -  fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
Sistema Nervoso - fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...Cleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizadosPrimeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizadosCleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leitoPrimeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leitoCleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgênciaPrimeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgênciaCleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...Cleanto Santos Vieira
 
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4Cleanto Santos Vieira
 

Mais de Cleanto Santos Vieira (20)

Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
Hidroterapia - crio tapping - Aula 8Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
 
Termoterapia ondas curtas e microondas - cap 7
Termoterapia   ondas curtas e microondas - cap 7Termoterapia   ondas curtas e microondas - cap 7
Termoterapia ondas curtas e microondas - cap 7
 
Termoterapia ultra-som - capítulo 14
Termoterapia   ultra-som - capítulo 14Termoterapia   ultra-som - capítulo 14
Termoterapia ultra-som - capítulo 14
 
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
 
Fototerapia - infravermelho - cap 13
 Fototerapia - infravermelho - cap 13 Fototerapia - infravermelho - cap 13
Fototerapia - infravermelho - cap 13
 
Fototerapia - laser - capítulo 15
 Fototerapia - laser - capítulo 15 Fototerapia - laser - capítulo 15
Fototerapia - laser - capítulo 15
 
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12 Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
 
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
 
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
 
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
 
Hidroterapia introdução - aula 1
Hidroterapia   introdução - aula 1Hidroterapia   introdução - aula 1
Hidroterapia introdução - aula 1
 
Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18
Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18
Eletroterapia - corrente aussie - capitulo 8 aula 18
 
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
 
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2 Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
 
Sistema Nervoso - fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
Sistema Nervoso -  fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...Sistema Nervoso -  fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
Sistema Nervoso - fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
 
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizadosPrimeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
 
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leitoPrimeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
 
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgênciaPrimeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
 
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
 
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
 

Último

relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdfHELLEN CRISTINA
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSProf. Marcus Renato de Carvalho
 
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxAULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxmikashopassos123
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfHELLEN CRISTINA
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfHELLEN CRISTINA
 
Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................paulo222341
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfivana Sobrenome
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfHELLEN CRISTINA
 
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfvejic16888
 

Último (9)

relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
 
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptxAULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
AULA 02 TEMPO CIRURGICO-SEGURANÇA DO PACIENTE.pptx
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
 
Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
 
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdfATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
ATIVIDADE 1 - FSCE - FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL E ÉTICA II - 52_2024.pdf
 

Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismo

  • 1. Acidentes com animais peçonhentos Professor: Cleanto Santos Vieira Escorpionismo
  • 2. ESCORPIONISMO • Importantes em virtude da grande freqüência e da potencial gravidade, principalmente em crianças picadas pelo Tityus serrulatus. Epidemiologia Cerca de 8.000 acidentes/ano Minas Gerais e São Paulo responsáveis por 50% do total, com aumento significativo de casos na Bahia, Rio Grande do Norte, Alagoas e Ceará. Importância médica: T. serrulatus, T. bahiensis e T. stigmurus. Letalidade em 0,58%, principalmente por T. serrulatus, mais comumente em crianças menores de 14 anos. Tityus serrulatus
  • 3. Escorpionismo • São carnívoros: insetos, como grilos ou baratas. • Hábitos noturnos. • Podem sobreviver vários meses sem alimento e sem água, o que torna seu combate muito difícil. • Não são sensíveis a inseticidas e agrotóxicos, inclusive podem sobreviver a radiação. • Geralmente associa-se o tamanho das garras em relação a peçonha, quanto maior a garra menor a ação da peçonha. Pandinus imperator Tityus serrulatus
  • 4. Tityus serrulatus • Serrilha dorsal nos dois últimos segmentos (daío nome Tityus serrulatus) Mede de 6 cm a 7 cm. Distribuição geográfica: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.
  • 5. Tityus Bahiensis • marrom-escuro, patas e pedipalpos com manchas escuras. Mede de 6 cm a 7 cm Distribuição geográfica: Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
  • 6. Tityus Stigmurus .Amarelo-escuro, triângulo negro no cefalotórax, uma faixa escura longitudinal mediana e manchas laterais escuras nos tergitos. Mede de 6 cm a 7 cm Distribuição geográfica: Nordeste do Brasil.
  • 7. Tityus cambridgei • Tronco e pernas escuros, quase negros • Mede cerca de 8,5 cm • Distribuição geográfica: região Amazônica.
  • 8. Tityus metuendus • Vermelho-escuro, quase negro com manchas confluentes alaranjadas; patas com manchas amareladas; cauda da mesma cor do tronco apresentando um espessamento dos últimos dois artículos. Mede de 6 cm a 7 cm • Distribuição geográfica: Amazonas, Acre e Pará.
  • 9. Tityus fasciolatus • Listrado amarelo e preto. • Mede de 4 cm a 8,5 cm • Distribuição geográfica: Goiás e DF.
  • 10. Escorpionismo • Preocupante o aumento da dispersão do Tityus serrulatus. Reprodução por partenogênese. No estado de Pernambuco (Recife), há relatos de óbitos provocados por T. stigmurus, espécie que também tem sido capturada em Alagoas. • Ações da peçonha: Dor local e efeitos resultantes da ação em canais iônicos (Na+), levando à liberação de catecolaminas e acetilcolina. Manifestações sistêmicas são decorrentes dos efeitos simpáticos ou parassimpáticos. óbitos x idade em 2003
  • 11. Escorpionismo • Quadro clínico→ Dor local, parestesias. • Nos acidentes moderados e graves, principalmente em crianças, após intervalo de minutos até poucas horas (duas, três horas). • Podem surgir manifestações sistêmicas: • Gerais →Hipo ou hipertermia e sudorese profusa. • Digestivas →Náuseas, vômitos, sialorréia, dor abdominal e diarréia. • Cardiovasculares →Arritmias cardíacas, hipertensão ou hipotensão arterial, insuficiência cardíaca congestiva e choque. • Respiratórias →Taquipnéia, dispnéia e edema pulmonar agudo. • Neurológicas →Agitação, sonolência, confusão mental, hipertonia e tremores.
  • 12. Escorpionismo • Os acidentes podem ser classificados como: • Leves →apenas dor local e parestesias. • Moderados →dor intensa no local e manifestações sistêmicas: sudorese discreta, náuseas, vômitos ocasionais, taquicardia, taquipnéia e hipertensão leve. • Graves →sudorese profusa, vômitos incoercíveis, salivação excessiva, alternância de agitação com prostração, bradicardia, insuficiência cardíaca, edema pulmonar, choque, convulsões e coma. Os óbitos estão relacionados a complicações como edema pulmonar agudo e choque.
  • 13. Escorpionismo • Exames complementares: • →ECG pode mostrar as disfuncões cardíacas. • →Glicose, amilase elevados. Leucocitose com neutrofilia. Hipopotassemia e hiponatremia. • →ELISA para detecção Tityus serrulatus. • →Nos raros casos de pacientes com hemiplegia, a tomografia cerebral computadorizada pode mostrar alterações compatíveis com infarto cerebral. • ->Radiografia de tórax: aumento da área cardíaca e edema pulmonar agudo.
  • 14. Escorpionismo • Tratamento: • Preventivo: Bater os sapatos e botinas no chão antes de calçar, combate as baratas domésticas, limpeza de terrenos baldios, não deixar restos de madeiramento e tijolos empilhados no quintal. • Sintomático →Consiste no alívio da dor. • Específico →Consiste na administração i.v. de soro antiescorpiônico (SAEEs)ou antiaracnídico (SAAr)nos casos moderados e graves. • Manutenção das funções vitais →Controle da função cardíaca e uso de respiração artificial em casos de edema pulmonar agudo.
  • 15. Referências Bibliográficas • Elisabeth Ferroni Schwartz Laboratório de Toxinologia Departamento de Ciências Fisiológicas Instituto de Ciências Biológicas –UnB • CANTER, Henrique M., PUORTO, Giuseppe e FERREIRA SANTOS, Marcos. O Butantan e as serpentes do Bra tan /Itautec, CD-ROW, 1996. • FU lo: Folder Série Técnica n"- 4. • INS z Guia Rural, 1992. • MI e ofidismo (COBRAL). Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 1991. • MI acidentes por animais peçonhentos. Brasil . • SEB Brasília, 1996. • SEC SAÚDE. Manual de vigilância epidemiológica acidentes por animais peçonhentos São Paulo: CVE, lnstituto Butantan, 1993. SC avier, 1992.