CRIOTERAPIA
PROF. MARCIO RODRIGUES DE MATOS
DEFINIÇÃO
• Aplicação terapêutica de qualquer substância ao corpo que
resulte em remoção do calor corporal, diminuindo, assim a
temperatura dos tecidos.
Knight, 2000.
Knight, 2000.
EXEMPLOS DE CRIOTERAPIA
• Aplicação de gelo ou compressas geladas;
• Massagem com gelo;
• Colocação de uma queimadura sob água fria corrente;
• Crioalongamento;
• Entre outros.
• Entre outros.
EFEITOS FISIOLÓGICOS
• Diminuição da temperatura tecidual;
• Diminuição da demanda metabólica;
• Vasoconstrição;
• Limitação do edema (local);
• Controle do edema;
• Controle do edema;
• Diminuição da dor (analgesia).
EFEITOS FISIOLÓGICOS
• Diminuição do espasmo muscular – ciclo espasmo-isquemia-
dor;
• Diminuição da resposta inflamatória;
• Diminuição do extravasamento sanguíneo com diminuição da
liberação de fibrinas no meio extracelular, promovendo a
liberação de fibrinas no meio extracelular, promovendo a
diminuição da produção de colágeno e consequentemente,
diminuição da formação de aderências.
EFEITOS NEUROLÓGICOS E
NEUROMUSCULARES
• O resfriamento das fibras nervosas causa diminuição da
velocidade de transmissão de impulso;
• O frio parece atuar diretamente sobre os fusos musculares e
OTGs;
OTGs;
DOR E APLICAÇÃO DO FRIO
• Dor profunda e incômoda;
• Sensação de “pontadas e agulhadas” ou “picadas”;
• Anestesia.
REGECEE
• Repouso: Muita atividade pode gerar mais lesões e a inatividade
pode agravar com cicatrização demorada, aderências, atrofia
muscular, perda do condicionamento, perda da confiança e de
habilidades devido à inibição neural (força e amplitude de
movimento diminuídos, por exemplo).
REGECEE
• Gelo: Provoca vasoconstrição e diminuição da permeabilidade
vascular, se aplicado no início, controla o edema proveniente
da fase inflamatória.
• Freqüência de aplicação: intermitente nas primeiras 12 a 24
horas após a lesão.
horas após a lesão.
REGECEE
• Compressão: gera um aumento da pressão exterior da
vasculatura, promovendo reabsorção do líquido, reduzindo
o inchaço, pois reduz a pressão hidrostática capilar.
• Aplicar nos primeiros minutos da lesão e manter por no
• Aplicar nos primeiros minutos da lesão e manter por no
mínimo 24 horas, de preferência até o edema desaparecer.
REGECEE
• Elevação: abaixa a pressão hidrostática capilar (dentro do vaso)
que força o líquido para fora dos capilares (para os tecidos).
• A pressão hidrostática capilar é maior quando a parte do corpo
está em posição inferior do que quando está elevado, porque
está em posição inferior do que quando está elevado, porque
há mais peso de água sobre ela.
• Frequência de aplicação: o máximo possível nas primeiras 24
horas
REGECEE
• Estabilização: A defesa muscular, na qual os músculos ao redor
se contraem ou entram em espasmo na tentativa de imobilizar a
região lesada e protegê-la contra mais agressões.
• A estabilização precoce permite que os músculos relaxem,
• A estabilização precoce permite que os músculos relaxem,
evitando espasmos e dor.
CRIOTERAPIA X INFLAMAÇÃO
• redução da inflamação;
• redução da hipóxia secundária;
• diminuição do edema e hematoma;
• reduzir o limiar de transmissão nervosa da dor e redução do
metabolismo;
metabolismo;
• dar início ao processo de reparação mais rapidamente
CRIOCINÉTICA
• É uma combinação sistemática de aplicações de frio para
causar hipoestesia à área do corpo lesionada e de exercício
ativo, graduado e progressivo.
CRIOCINÉTICA – VANTAGENS
• Realização de exercício muito antes do que o tratamento
convencional;
• Retarda a atrofia muscular e as inibições neurais;
• Reduz o edema por “ação de drenagem” muscular;
• O gelo é relativamente barato e o exercício gratuito (?);
• O gelo é relativamente barato e o exercício gratuito (?);
• É possível progredir de acordo com a velocidade do paciente
CRIOCINÉTICA - DESVANTAGENS
• O gelo é muito doloroso durante a imersão inicial;
• Gelo derretido pode causar sujeira.
– INDICAÇÕES
• Entorses de tornozelo
• Entorses de tornozelo
• Entorses nos dedos
• Entorses no ombro entorses em outras articulações
CRIOCINÉTICA – CONTRA-INDICAÇÃO
• Não realizar qualquer exercício que cause dor;
• Não usar gelo em indivíduos hipersensíveis ao frio.
• PRECAUÇÕES:
• O paciente não deve conscientemente e
• O paciente não deve conscientemente e
intencionalmente superar a dor;
• Evitar claudicação, pois pode provocar lesões por uso
excessivo em outros músculos
• A dor pode aumentar em 4 a 8 horas após o
tratamento.
CRIOCINÉTICA
• PROCEDIMENTOS DE APLICAÇÃO:
• Hipoestesia em geral demora de 12 a 20 minutos;
• Todo exercício deve ser ativo, progressivo, durante 2 a 3
minutos –tempo que dura a hipoestesia;
minutos –tempo que dura a hipoestesia;
• Aplicar frio novamente durante 5 minutos;
• O tempo e o número de repetições não é importante,
na criocinética;
CRIOALONGAMENTO
• É a combinação de três técnicas para redução do espasmo
muscular:
– aplicação de frio;
– alongamento estático;
– alongamento estático;
– técnica de contração-relaxamento da facilitação neuromuscular
proprioceptiva (FNP).
CRIOALONGAMENTO
Vantagens:
– A combinação das três técnicas é, em geral, mais
eficiente do que qualquer delas independentemente;
– O gelo é barato e o exercício gratuito(?);
Desvantagens:
– Doloroso para alguns indivíduos;
– Gelo derretido causa sujeira.
CRIOALONGAMENTO
Indicações:
– Espasmo muscular;
– Redução de amplitude de movimento
Contra-indicações:
– Não realizar exercícios com dor;
– Não usar gelo em indivíduos hipersensíveis ao frio
CRIOALONGAMENTO
Precauções:
– O paciente não deve superar a dor consciente ou
intencionalmente;
– A dor pode aumentar em 4 a 8 horas após o tratamento;
– O músculo pode romper-se ou ficar tracionado se o
exercício estático começar muito rápido ou
O músculo pode romper-se ou ficar tracionado se o
exercício estático começar muito rápido ou
repentinamente. A chegada à contração máxima precisa
ser gradual.
Equipamentos necessários:
– Cubos de gelo (massagem com gelo), compressas de gelo
ou compressas frias e sprays refrigeradores;
– Toalha
CRIOALONGAMENTO
Procedimentos de aplicação:
– Provocar hipoestesia de 10 até 20 minutos no local da lesão;
– Solicitar ao paciente contrair o grupo de músculos
apropriado (treinamento neuromuscular) antes de começar o
apropriado (treinamento neuromuscular) antes de começar o
exercício;
TÉCNICAS E APLICAÇÕES DA CRIOTERAPIA
• COMPRESSA DE GELO
MÉTODO: recomendado o gelo triturado com uso da toalha
úmida limpa ou do saco plástico descartável.
• Tempo de aplicação de 20 a 30 minutos (vide precauções).
TÉCNICAS E APLICAÇÕES DA CRIOTERAPIA
• COMPRESSA DE GEL
• NÃO RECOMENDADA. Pode atingir temperatura abaixo da
terapêutica e troca calor com ambiente rapidamente. O
mesmo vale para MISTURAS ÁLCOOL/ÁGUA.
mesmo vale para MISTURAS ÁLCOOL/ÁGUA.
TÉCNICAS E APLICAÇÕES DA CRIOTERAPIA
• COMPRESSA QUÍMICA
• Consiste em duas substâncias químicas, uma em um pequeno
saco de vinil que fica dentro de um saco maior;
• Apertar o pacote até que o saco menor se rompa e seu líquido
se espalhe na bolsa maior;
TÉCNICAS E APLICAÇÕES DA CRIOTERAPIA
• IMERSÃO EM GELO
Crioimersão local:
• INDICAÇÃO: extremidades.
• INDICAÇÃO: extremidades.
• MÉTODO: temperatura média de 10º a 15ºC controlada por
termômetro, com tempo máximo de 30 minutos, respeitando
a tolerância do indivíduo.
TÉCNICAS E APLICAÇÕES DA CRIOTERAPIA
• CRYO CUFF
• Combinação de frio e dispositivo de compressão
• É utilizado após cirurgia e no atendimento imediato de lesões
• É utilizado após cirurgia e no atendimento imediato de lesões
agudas;
TÉCNICAS E APLICAÇÕES DA CRIOTERAPIA
• POLAR CARE
• É portátil e de fácil operação;
• Consiste em um resfriador, uma bomba e várias almofadas de
• Consiste em um resfriador, uma bomba e várias almofadas de
diferentes tamanhos e formas;
TÉCNICAS E APLICAÇÕES DA CRIOTERAPIA
• MASSAGEM COM GELO
• Massagem com um cubo de gelo (copos de 150 a 300 ml);
• MÉTODO: movimento de vaivém paralelo à fibra muscular;
• MÉTODO: movimento de vaivém paralelo à fibra muscular;
TÉCNICAS E APLICAÇÕES DA CRIOTERAPIA
• SPRAYS REFRIGERANTES
Sem evidências até o momento – não há consenso
O cloreto de etila e o fluorometano líquidos evaporam muito
O cloreto de etila e o fluorometano líquidos evaporam muito
rápido;
INDICAÇÕES
• Indicação geral:
• controle da dor (analgesia) e da inflamação;
• Indicações especificas:
• Indicações especificas:
• Cuidado imediato das lesões musculoesqueléticas agudas;
• Redução do espasmo muscular / ciclo espasmo-dor;
• Controle do edema/derrame
• Reduzir o tempo de imobilização em lesões de tecidos moles;
• Minimizar o tempo de recuperação;
CONTRA-INDICAÇÕES
• Problemas de sensibilidade (síndrome de Raynaud, doença
vascular periférica, diabetes, etc);
• Indivíduos com alergia a gelo;
• Em indivíduos com distúrbios cognitivos, verificar o estado da
pele a cada 5 minutos (contra-indicação relativa).
pele a cada 5 minutos (contra-indicação relativa).
• Dor indefinida, diagnóstico inespecífico ou duvidoso.
• DICA: recomenda-se uso do termômetro de pele com escala
de temperatura a cada 0,1ºC. Avaliar a diferença entre os
membros como evidência de sinal flogístico.
PRECAUÇÕES
• Idosos (?)
• Proteção da pele contra queimaduras (geral). Para tal, deve-se
fazer o uso de proteção dérmica (como a vaselina) nas
imersões em baixa temperatura.
• Proteção das áreas de extremidades (dedos, em caso de
• Proteção das áreas de extremidades (dedos, em caso de
imersão), proeminências ósseas e terminações nervosas.
• Proteger cicatrizes cirúrgicas, escoriações, mantendo-as secas.
• Modificações de tempo de aplicação do frio para
extremidades avaliando o percentual de gordura tecidual local

Aula 5 - CRIOTERAPIA.pdf

  • 1.
  • 2.
    DEFINIÇÃO • Aplicação terapêuticade qualquer substância ao corpo que resulte em remoção do calor corporal, diminuindo, assim a temperatura dos tecidos. Knight, 2000. Knight, 2000.
  • 3.
    EXEMPLOS DE CRIOTERAPIA •Aplicação de gelo ou compressas geladas; • Massagem com gelo; • Colocação de uma queimadura sob água fria corrente; • Crioalongamento; • Entre outros. • Entre outros.
  • 4.
    EFEITOS FISIOLÓGICOS • Diminuiçãoda temperatura tecidual; • Diminuição da demanda metabólica; • Vasoconstrição; • Limitação do edema (local); • Controle do edema; • Controle do edema; • Diminuição da dor (analgesia).
  • 5.
    EFEITOS FISIOLÓGICOS • Diminuiçãodo espasmo muscular – ciclo espasmo-isquemia- dor; • Diminuição da resposta inflamatória; • Diminuição do extravasamento sanguíneo com diminuição da liberação de fibrinas no meio extracelular, promovendo a liberação de fibrinas no meio extracelular, promovendo a diminuição da produção de colágeno e consequentemente, diminuição da formação de aderências.
  • 6.
    EFEITOS NEUROLÓGICOS E NEUROMUSCULARES •O resfriamento das fibras nervosas causa diminuição da velocidade de transmissão de impulso; • O frio parece atuar diretamente sobre os fusos musculares e OTGs; OTGs;
  • 7.
    DOR E APLICAÇÃODO FRIO • Dor profunda e incômoda; • Sensação de “pontadas e agulhadas” ou “picadas”; • Anestesia.
  • 8.
    REGECEE • Repouso: Muitaatividade pode gerar mais lesões e a inatividade pode agravar com cicatrização demorada, aderências, atrofia muscular, perda do condicionamento, perda da confiança e de habilidades devido à inibição neural (força e amplitude de movimento diminuídos, por exemplo).
  • 9.
    REGECEE • Gelo: Provocavasoconstrição e diminuição da permeabilidade vascular, se aplicado no início, controla o edema proveniente da fase inflamatória. • Freqüência de aplicação: intermitente nas primeiras 12 a 24 horas após a lesão. horas após a lesão.
  • 10.
    REGECEE • Compressão: geraum aumento da pressão exterior da vasculatura, promovendo reabsorção do líquido, reduzindo o inchaço, pois reduz a pressão hidrostática capilar. • Aplicar nos primeiros minutos da lesão e manter por no • Aplicar nos primeiros minutos da lesão e manter por no mínimo 24 horas, de preferência até o edema desaparecer.
  • 11.
    REGECEE • Elevação: abaixaa pressão hidrostática capilar (dentro do vaso) que força o líquido para fora dos capilares (para os tecidos). • A pressão hidrostática capilar é maior quando a parte do corpo está em posição inferior do que quando está elevado, porque está em posição inferior do que quando está elevado, porque há mais peso de água sobre ela. • Frequência de aplicação: o máximo possível nas primeiras 24 horas
  • 12.
    REGECEE • Estabilização: Adefesa muscular, na qual os músculos ao redor se contraem ou entram em espasmo na tentativa de imobilizar a região lesada e protegê-la contra mais agressões. • A estabilização precoce permite que os músculos relaxem, • A estabilização precoce permite que os músculos relaxem, evitando espasmos e dor.
  • 13.
    CRIOTERAPIA X INFLAMAÇÃO •redução da inflamação; • redução da hipóxia secundária; • diminuição do edema e hematoma; • reduzir o limiar de transmissão nervosa da dor e redução do metabolismo; metabolismo; • dar início ao processo de reparação mais rapidamente
  • 14.
    CRIOCINÉTICA • É umacombinação sistemática de aplicações de frio para causar hipoestesia à área do corpo lesionada e de exercício ativo, graduado e progressivo.
  • 15.
    CRIOCINÉTICA – VANTAGENS •Realização de exercício muito antes do que o tratamento convencional; • Retarda a atrofia muscular e as inibições neurais; • Reduz o edema por “ação de drenagem” muscular; • O gelo é relativamente barato e o exercício gratuito (?); • O gelo é relativamente barato e o exercício gratuito (?); • É possível progredir de acordo com a velocidade do paciente
  • 16.
    CRIOCINÉTICA - DESVANTAGENS •O gelo é muito doloroso durante a imersão inicial; • Gelo derretido pode causar sujeira. – INDICAÇÕES • Entorses de tornozelo • Entorses de tornozelo • Entorses nos dedos • Entorses no ombro entorses em outras articulações
  • 17.
    CRIOCINÉTICA – CONTRA-INDICAÇÃO •Não realizar qualquer exercício que cause dor; • Não usar gelo em indivíduos hipersensíveis ao frio. • PRECAUÇÕES: • O paciente não deve conscientemente e • O paciente não deve conscientemente e intencionalmente superar a dor; • Evitar claudicação, pois pode provocar lesões por uso excessivo em outros músculos • A dor pode aumentar em 4 a 8 horas após o tratamento.
  • 18.
    CRIOCINÉTICA • PROCEDIMENTOS DEAPLICAÇÃO: • Hipoestesia em geral demora de 12 a 20 minutos; • Todo exercício deve ser ativo, progressivo, durante 2 a 3 minutos –tempo que dura a hipoestesia; minutos –tempo que dura a hipoestesia; • Aplicar frio novamente durante 5 minutos; • O tempo e o número de repetições não é importante, na criocinética;
  • 19.
    CRIOALONGAMENTO • É acombinação de três técnicas para redução do espasmo muscular: – aplicação de frio; – alongamento estático; – alongamento estático; – técnica de contração-relaxamento da facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP).
  • 20.
    CRIOALONGAMENTO Vantagens: – A combinaçãodas três técnicas é, em geral, mais eficiente do que qualquer delas independentemente; – O gelo é barato e o exercício gratuito(?); Desvantagens: – Doloroso para alguns indivíduos; – Gelo derretido causa sujeira.
  • 21.
    CRIOALONGAMENTO Indicações: – Espasmo muscular; –Redução de amplitude de movimento Contra-indicações: – Não realizar exercícios com dor; – Não usar gelo em indivíduos hipersensíveis ao frio
  • 22.
    CRIOALONGAMENTO Precauções: – O pacientenão deve superar a dor consciente ou intencionalmente; – A dor pode aumentar em 4 a 8 horas após o tratamento; – O músculo pode romper-se ou ficar tracionado se o exercício estático começar muito rápido ou O músculo pode romper-se ou ficar tracionado se o exercício estático começar muito rápido ou repentinamente. A chegada à contração máxima precisa ser gradual. Equipamentos necessários: – Cubos de gelo (massagem com gelo), compressas de gelo ou compressas frias e sprays refrigeradores; – Toalha
  • 23.
    CRIOALONGAMENTO Procedimentos de aplicação: –Provocar hipoestesia de 10 até 20 minutos no local da lesão; – Solicitar ao paciente contrair o grupo de músculos apropriado (treinamento neuromuscular) antes de começar o apropriado (treinamento neuromuscular) antes de começar o exercício;
  • 24.
    TÉCNICAS E APLICAÇÕESDA CRIOTERAPIA • COMPRESSA DE GELO MÉTODO: recomendado o gelo triturado com uso da toalha úmida limpa ou do saco plástico descartável. • Tempo de aplicação de 20 a 30 minutos (vide precauções).
  • 25.
    TÉCNICAS E APLICAÇÕESDA CRIOTERAPIA • COMPRESSA DE GEL • NÃO RECOMENDADA. Pode atingir temperatura abaixo da terapêutica e troca calor com ambiente rapidamente. O mesmo vale para MISTURAS ÁLCOOL/ÁGUA. mesmo vale para MISTURAS ÁLCOOL/ÁGUA.
  • 26.
    TÉCNICAS E APLICAÇÕESDA CRIOTERAPIA • COMPRESSA QUÍMICA • Consiste em duas substâncias químicas, uma em um pequeno saco de vinil que fica dentro de um saco maior; • Apertar o pacote até que o saco menor se rompa e seu líquido se espalhe na bolsa maior;
  • 27.
    TÉCNICAS E APLICAÇÕESDA CRIOTERAPIA • IMERSÃO EM GELO Crioimersão local: • INDICAÇÃO: extremidades. • INDICAÇÃO: extremidades. • MÉTODO: temperatura média de 10º a 15ºC controlada por termômetro, com tempo máximo de 30 minutos, respeitando a tolerância do indivíduo.
  • 28.
    TÉCNICAS E APLICAÇÕESDA CRIOTERAPIA • CRYO CUFF • Combinação de frio e dispositivo de compressão • É utilizado após cirurgia e no atendimento imediato de lesões • É utilizado após cirurgia e no atendimento imediato de lesões agudas;
  • 29.
    TÉCNICAS E APLICAÇÕESDA CRIOTERAPIA • POLAR CARE • É portátil e de fácil operação; • Consiste em um resfriador, uma bomba e várias almofadas de • Consiste em um resfriador, uma bomba e várias almofadas de diferentes tamanhos e formas;
  • 30.
    TÉCNICAS E APLICAÇÕESDA CRIOTERAPIA • MASSAGEM COM GELO • Massagem com um cubo de gelo (copos de 150 a 300 ml); • MÉTODO: movimento de vaivém paralelo à fibra muscular; • MÉTODO: movimento de vaivém paralelo à fibra muscular;
  • 31.
    TÉCNICAS E APLICAÇÕESDA CRIOTERAPIA • SPRAYS REFRIGERANTES Sem evidências até o momento – não há consenso O cloreto de etila e o fluorometano líquidos evaporam muito O cloreto de etila e o fluorometano líquidos evaporam muito rápido;
  • 32.
    INDICAÇÕES • Indicação geral: •controle da dor (analgesia) e da inflamação; • Indicações especificas: • Indicações especificas: • Cuidado imediato das lesões musculoesqueléticas agudas; • Redução do espasmo muscular / ciclo espasmo-dor; • Controle do edema/derrame • Reduzir o tempo de imobilização em lesões de tecidos moles; • Minimizar o tempo de recuperação;
  • 33.
    CONTRA-INDICAÇÕES • Problemas desensibilidade (síndrome de Raynaud, doença vascular periférica, diabetes, etc); • Indivíduos com alergia a gelo; • Em indivíduos com distúrbios cognitivos, verificar o estado da pele a cada 5 minutos (contra-indicação relativa). pele a cada 5 minutos (contra-indicação relativa). • Dor indefinida, diagnóstico inespecífico ou duvidoso. • DICA: recomenda-se uso do termômetro de pele com escala de temperatura a cada 0,1ºC. Avaliar a diferença entre os membros como evidência de sinal flogístico.
  • 34.
    PRECAUÇÕES • Idosos (?) •Proteção da pele contra queimaduras (geral). Para tal, deve-se fazer o uso de proteção dérmica (como a vaselina) nas imersões em baixa temperatura. • Proteção das áreas de extremidades (dedos, em caso de • Proteção das áreas de extremidades (dedos, em caso de imersão), proeminências ósseas e terminações nervosas. • Proteger cicatrizes cirúrgicas, escoriações, mantendo-as secas. • Modificações de tempo de aplicação do frio para extremidades avaliando o percentual de gordura tecidual local