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   Os próximos slides fazem parte de uma
    atividade realizada pelos alunos da turma
    SIN-NA4 (4º semestre de Sistemas de
    Informação – 2º semestre de 2012)
Cloud Computing (Computação em Nuvem)
Grupo
 Augusto Camarotto
 Gilvan Junior
 Marcelo Sousa
 Rafael Pétrus
 Rodrigo Pereira
História e Evolução
 A cloud computing começou a se disseminar de forma
  efetiva em 1995, quando a empresa Hotmail,
  disponibilizou para seus usuários, um serviço de e-
  mail online.
 De fato a cloud computing sempre existiu, porém
  começou a ter mais destaque no fim da ultima década
  com uma infinidade de serviço disponibilizados via
  Web.
Estrutura
 O servidor deve aumentar:
 Capacidade de processamento
 Capacidade de armazenamento
 Capacidade de comunicação


 O que é necessário:
 Materiais, espaço, temperatura, refrigeração da sala,
 etc.
Tipos de Computação em Nuvem
 Nuvem Privada


 Nuvem Pública


 Nuvem Comunidade


 Nuvem Híbrida
Estrutura / Segurança
 Não é só começar trabalhar com a cloud computing, e
  está pronto. É preciso investir na segurança para que as
  informações que estão salvas não sejam perdidas, ou
  invadidas por pessoas mal intencionadas.
 É preciso ser feitos levantamentos e controles de
  acesso, para cada usuário ter acesso ao que for
  pertinente ao seu trabalho, para que outras pessoas
  não tenham o acesso desnecessário.
Modelo de Serviços da Computação em Nuvem

 Aplicações como um Serviço (SaaS)



 Plataforma como um Serviço (PaaS)



 Infra-estrutura como um Serviço (IaaS)
Nas empresas ...
 A Cloud Computing faz parte da maioria das empresas
  no mercado de trabalho, diretamente ou
  indiretamente.
 Com a nuvem as empresas conseguem diminuir os
  custos, aumentar a segurança e a produtividade.
 Para entender melhor o beneficio dessa tecnologia,
  basta pensar qual o benefício de poder acessar
  qualquer dado a qualquer hora em qualquer lugar.
Algumas empresas que utilizam
essa tecnologia
Vantagens
 Disponibilidade de arquivos, softwares através da nuvem, sem precisar
  estar instalado na estação de trabalho do usuário.
 Os usuários tem acesso ás informações de qualquer dispositivo com
  conectividades com a internet
Desvantagens
 Os usuários só conseguem acesso as informações somente
  se estiver conectado na internet
 Não ter conhecimento do local que estão salvo os dados
 Falta de segurança das informações (Caso a empresa não
  invista em segurança)
Conclusão
 Tecnologia em Desenvolvimento
Ausência de Definição e Arquitetura únicas
Utilização de técnicas de virtualização
Vantagens de redução de custos e mobilidade
Desvantagens sobre desconfiança dos usuários
Necessidade de incentivos à Computação em Nuvem
Tendência ao uso em larga escala
Bibliografia
 http://www.claudiorodolfo.com/ftc/tid1/computacao_nuvem.pdf
 Hélio Lemes Costa Jr - ciberescola.com.br
 http://webinsider.uol.com.br/2010/01/20/entendendo-a-
computacao-em-nuvem/
 http://computerworld.uol.com.br/blog/opiniao/2010/07/27/revolucao-
nas-nuvens-por-eduardo-schvinger/
 http://werther.desenvolvatec.com/tendencias/computacao-em-
nuvens/
GRUPO:

GUILHERME MACEDO SOARA
JONATAN CRUZ POLINI
LUCAS XAVIER FERREIRA
MARCO AURELIO PEREIRA VALNEIROS
RENAN CASSIMIRO BRITO
BI – Business Intelligence

•   O que é?
•   Estrutura
•   História e Evolução
•   Importância nas Empresas
•   Tendências
•   Vantagens
•   Desvantagens
O que é BI?
Business Intelligence é um conceito baseado em softwares que
auxiliam os gestores na tomada eficaz de decisões usando
apenas os dados e informações que estão inseridos nos bancos
de dados das empresas.
O BI tem como principal objetivo à integração dos aplicativos e
tecnologias para extrair e analisar os dados corporativos de
maneira simples, no formato correto e no tempo certo, para que
a empresa possa tomar decisões melhores e mais rápidas,
auxiliando os executivos em seus negócios. Essa ferramenta tem
como capacidade transformar dados em informação,
informação em conhecimento e propiciar a descoberta de novos
conhecimentos.
Características
• Bancos de dados integrados;
• Possibilita obter informações corporativas;
• Ferramentas de suporte à decisão;
• Usuário não precisa conhecer origem dos
  dados (banco de dados);
• Tecnologia bastante recente;
BI - História
A história do Business Intelligence que conhecemos hoje,
começa na década de 70,quando alguns produtos de BI foram
disponibilizados para os analistas de negócios. O grande
problema era que esses produtos extensa e exaustiva
programação, não disponibilizavam em tempo hábil nem de
forma flexível.
Com o surgimento dos banco de dados relacionais e das
interfaces gráficas como o Windows, aliado ao aumento da
complexidade dos negócios, começaram a surgir os primeiros
produtos realmente direcionados aos analistas de negócios,
que possibilitam rapidez e uma maior flexibilidade de analise.
Arquitetura
• Sistemas Transacionais;
• On-Line Transaction Processing(OLTP);
• Extração, Transformação e Carga;
• Data Warehouse(DW);
• Relatórios Relacionais;
• On-Line analytical Processing(OLAP);
Data Warehouse (DW)
um Data Warehouse é um banco de dados contendo dados
extraídos do ambiente de produção da empresa, que foram
selecionados e
depurados, tendo sido otimizados para processamento de
consulta e não para processamento de transações. Em geral,
um Data Warehouse requer a consolidação de outros
recursos de dados além dos armazenados em banco de dados
relacionais, incluindo informações provenientes de planilhas
eletrônicas, documentos textuais, etc.
Tecnologias do Data Warehouse
• OLAP (Processamento Analítico On -Line): São ferramentas que
possibilitam a exploração dos dados de um DW para fins de análise de
determinadas variáveis para descoberta de cenários e tendências
Objetivo: O objetivo é dar suporte ao processo de tomada de decisões.

• OLTP (Processamento de Transações On Line) : Transações se referem
diretamente as atividades operacionais de ume empresa
Exemplo:
     Realizar pagamento aos empregados
     Realizar pagamento aos fornecedores
     Realizar vendas aos clientes

• Data Mining: é uma ferramenta de extração de dados. O Data Mining
engloba um número de diferentes abordagens técnicas, como clustering
(agrupamento),
sumarização de dados, regras de classificação, detecção de anomalias, etc.
Data Wearhouse – Data Marts
Contém dados extraídos de um Data Warehouse para uso
específico de Warehouse para uso específico de departamento,
focado nas necessidades de departamento, focado nas
necessidades de decisão.
Tendências para o futuro
• Aumento do número de projetos de
consolidação das ferramentas de BI, voltados
ao desenvolvimento de uma estrutura que
atenda a organização de maneira abrangente.
• Umas das principais áreas de crescimento do
Business Intelligence será a aplicação das
ferramentas em dispositivos móveis.
Vantagens
Desvantagens
Dúvidas?
Obrigado!
Referências
• www.imasters.com.br
• www.ibm.com.br
• www.intelligenceit.com.br

•  BARBIERI, Carlos. Business Intelligence: Modelagem e
  Tecnologia. Rio de Janeiro: Axcel Books. 2001.
• INMON, W. H. Como construir o Data Warehouse. Rio de
  Janeiro: Editora Campus, 1997.
• KIMBALL, Ralph. Data Warehouse Toolkit: Técnicas para
  construção de data warehouses dimensionais. São Paulo:
  Makron Books. 1998.
SERVICE ORIENTED ARCHITECTURE
TEORIA DE SISTEMAS DE
    INFORMAÇÃO (SIN-NA4)
Guilherme Alencar – 11100414
Igor Luiz de Sousa – 11100647
Nilton Gonçalves – 11101418
Juliana Lima – 11104270
Iris Melo Santos –
O que é SOA?
   Arquitetura orientada a serviço, corresponde a uma
    metodologia para desenvolvimento de software e
    serviços, representa todos ativos de softwares da
    empresa. Também podemos descrever neste caso
    serviços. Como sendo um componente, uma parte de
    desenvolvimento de um software onde ao fazer a
    junção de todos os ”módulos”, teremos um software
    completo para aquela determinada função para que
    foi desenhado, produto final do escopo do projeto
    onde foi determinado a criação de um serviço.
Serviço
   Um serviço, do ponto de vista da arquitetura SOA, é
    uma função de um sistema computacional que é
    disponibilizado para outro sistema.

   Normalmente, a comunicação entre o sistema cliente e
    aquele que disponibiliza o serviço é realizada
    através de web services.
ESB (Enterprise Service Bus)
   ESB seria uma abstração da interconexão de sistemas
    que usam tecnologias diferentes.
    A maneira mais comum de se implementar um ESB
    hoje é através de Web Services, mas isso não é
    regra, existem outras formas de se realizar a mesma
    atividade. (ESB <> Web Services).
Diferença entre SOA e Web Service

   Soa é a arquitetura abrangente para criar aplicações
    dentro de uma empresa, pense em um projeto
    arquitetônico mas neste caso a arquitetura demanda que
    todos os programas sejam criados com uma metodologia
    de desenvolvimento de software específica, conhecida
    como programação orientada a serviço. Web services
    são um conjunto de mecanismos padrão de comunicação
    criados sobre a World Wide Web. Ou seja, os web
    services são uma metodologia para conectar e comunicar.
    Enquanto Soa é uma estratégia de TI.
Por que SOA?
   Com a evolução dos sistemas de informação e com
    uma grande combinação de linguagens de
    programação em uma mesma aplicação ficou difícil
    realizar a comunicação entre as aplicações e as
    novas tecnologias com isso foi extremamente
    necessário a criação de um conceito para que as
    aplicações pudessem se comunicar.
Vantagens e Desvantagens

                                    Desvantagens
Vantagens
   Redução de custos na               Os custos de integração e
    manutenção das aplicações.          construção de web services nem
                                        sempre são baixos.
   Reutilização de ativos de
    software em novas aplicações.      Performance.


   Flexibilidade na evolução das      Segurança: como os dados
    aplicações e nos processos de       trafegam pela rede, eles podem
    negócio da empresa.                 ser interceptados.
SOA NÃO É UM PRODUTO,
PORTANTO NÃO É POSSÍVEL
COMPRAR SOA.
SOA não é uma tecnologia. SOA é mais baseada em logística e
conceitos e menos em ferramentas
Bibliografia (Sites)
www.guj.com.br


www.wikipedia.org


http://www.oficinadanet.com.br/artigo/desenvolvimento/o_que_e_soa_arquit
etura_orientada_a_servicos
Teoria de Sistemas
   JOSE CARLOS SALATINO ZAGO
   JUAN MANUEL GARCIA
   ROGÉRIO OLIVEIRA
   THIAGO DALL OLMO
   VINICIUS KENDI TAKEUSHI
Conceitos
   O que é real?
     Características físicas, concretas.
   O que é virtual?
     Está associado àquilo que é simulado, abstrato.

   Virtualização pode ser definida como a
    criação de um ambiente virtual que simula
    um ambiente real.
   Permite que múltiplas máquinas virtuais (sistemas
    operacionais) funcione em um mesmo hardware.

   Funciona isoladamente do sistema operacional hospedeiro e
    de outras máquinas virtuais.

   Cada máquina virtual possui o seu próprio hardware virtual
    (como RAM, CPU, Placa de Rede, etc) para que suas
    respectivas aplicações possam funcionar.
Infraestrutura   Infraestrutura
 convencional     virtualizada
   Hypervisor ou Virtual Monitor Machine é a camada
    que fornece um ambiente (através de multiplexação
    de hardware) idêntico ao da máquina física e que
    contra uma ou várias máquinas virtuais.

   Existem 2 tipos de hypervisor:

   Hypervisor do tipo I ou Bareon metal;
   Hypervisor do tipo II ou Hosted.
 A virtualização do tipo I
  geralmente é usada em
  servidores por
  proporcionar um
  desempenho muito
  próximo do desempenho
  nativo de uma máquina.
 Nesse caso o hypervisor
  encontra-se entre o
  hardware e as máquinas
  virtuais.
   VMware ESX
   Xen
   Hyper-V
   A virtualização do tipo II é a
    virtualização mais comum e a
    que usamos normalmente em
    casa devido a facilidade de sua
    instalação e configuração.
   Aqui o hypervisor encontra-se
    entre o Sistema Operacional e
    as máquinas virtuais. O
    Sistema Operacional anfitrião
    é chamado de Host enquanto
    as máquinas virtuais de Guest.
   VMWare Desktop
   Quemu
   VirtualBox
   VirtualPC
   Parallels
   1950: Começa ser utilizado o termo “Virtualização” quando
    pesquisadores da Universidade de Manchester desenvolveram o conceito
    de “Máquina Virtual”.
   1960: IBM sente a necessidade de simplificar a operação nos
    mainframes. A VM surgiu como solução à incompatibilidade dos sistemas
    OS e DOS.
   1988: Pequena companhia chamada Connectix Corporation foi fundada e
    provia soluções para sistemas da Apple Macintosh (MAC). Criaram um
    produto chamado Connectix Virtual PC 1.0 para MAC. “Este exemplo de
    emulação levou a Connectix à tecnologia da virtualização.”
   1990: Conceito VM começou a ser popularizado. Renasce na metade dos
    anos 90 com os Computadores Pessoais “PC”, de plataforma Intel.
    Computadores mais accessíveis.
   1999: VMware introduz a "plataforma Virtual VMware" em 08 de
    fevereiro de 1999. Este produto é considerado como o primeiro produto
    comercial para a virtualização na plataforma x86.
   2003: Surge o projeto Xen. Projeto que possibilitou pesquisas para
    melhorar técnicas para virtualizar recursos tais como CPU, memória,
    discos e redes.
   Microsoft liberara um dos seus primeiros produtos de virtualização, o
    Microsoft PC 2004, no dia 02 de dezembro de 2003.
   2006: A XenSource liberou a primeira versão do XenEnterprise 3.0, um
    produto baseado no Xen v3.0.3.
   2008: Desenvolvimento do Longhorn ou Windows Server 2008, a
    Microsoft iniciou o desenvolvimento da sua própria tecnologia de
    hypervisor, originalmente chamada Viridian e depois chamada Hyper-V
    3.
 Segurança: Usando máquinas virtuais, pode ser definido qual é o melhor
  ambiente para executar cada serviço, com diferentes requerimentos de
  segurança, ferramentas diferentes e o sistema operacional mais adequado para
  cada serviço. Além disso, cada máquina virtual é isolada das demais. Usando uma
  máquina virtual para cada serviço, a vulnerabilidade de um serviço não prejudica
  os demais.
 Confiança e disponibilidade: A falha de um software não prejudica os demais
  serviços.
 Custo: A redução de custos é possível de ser alcançada com a consolidação de
  pequenos servidores em outros mais poderosos. Essa redução pode variar de
  29% a 64% [5].
 Adaptação às diferentes cargas de trabalho: Variações na carga de trabalho
  podem ser tratadas facilmente. Ferramentas autônomas podem realocar
  recursos de uma máquina virtual para a outra.
   Balanceamento de carga: Toda a máquina virtual está encapsulada no
    VMM. Sendo assim é fácil trocar a máquina virtual de plataforma, a fim
    de aumentar o seu desempenho.
   Suporte a aplicações legadas: Quando uma empresa decide migrar para
    um novo Sistema Operacional, é possível manter o sistema operacional
    antigo sendo executado em uma máquina virtual, o que reduz os custos
    com a migração. Vale ainda lembrar que a virtualização pode ser útil para
    aplicações que são executadas em hardware legado, que está sujeito a
    falhas e tem altos custos de manutenção. Com a virtualização desse
    hardware, é possível executar essas aplicações em hardwares mais
    novos, com custo de manutenção mais baixo e maior confiabilidade.
   Segurança:
     Segundo Neil MacDonald, especialista de segurança da Gartner, hoje
      em dia, as máquinas virtuais são menos seguras que as máquinas
      físicas justamente por causa do VMM. Este ponto é interessante, pois
      se o sistema operacional hospedeiro tiver alguma vulnerabilidade,
      todas as máquinas virtuais que estão hospedadas nessa máquina física
      estão vulneráveis, já que o VMM é uma camada de software, portanto,
      como qualquer software, está sujeito a vulnerabilidades.
   Gerenciamento:
     Os ambientes virtuais necessitam ser instanciados, monitorados,
      configurados e salvos. Existem produtos que fornecem essas soluções, mas
      esse é o campo no qual estão os maiores investimentos na área de
      virtualização, justamente por se tratar de um dos maiores contra-tempos na
      implementação da virtualização. Vale lembrar que o VMWare é a plataforma
      mais flexível e fácil de usar, mas ainda apresenta falhas que comprometem a
      segurança, assim como as demais plataformas.
   Desempenho:
     Atualmente, não existem métodos consolidados para medir o desempenho de
      ambientes virtualizados. No entanto, a introdução de uma camada extra
      de software entre o sistema operacional e o hardware, o VMM ou hypervisor,
      gera um custo de processamento superior ao que se teria sem a virtualização.
      Outro ponto importante de ressaltar é que não se sabe exatamente quantas
      máquinas virtuais podem ser executadas por processador, sem que haja o
      prejuízo da qualidade de serviço.
O fim da workstation convencional?
   O coração do Pano System é o Pano
    Zero Client, uma nova classe de
    hardware de desktop. Pano
    Endpoints são referidos como "Zero
    Clients", porque, ao contrário dos
    tradicionais thin clients, eles não
    têm CPU, memória, sistema
    operacional, drivers, software e
    partes móveis.
   Eles simplesmente servem para
    conectar dispositivos periféricos de
    entrada e saída - um teclado,
    mouse, monitores e saída de áudio -
    junto com outros periféricos USB , a
    um desktop Windows
    virtualizado no seu Data Center.
Virtualização cresce 80% em três anos
   Uma pesquisa com 500 executivos de TI, feita pela Associação Brasileira de e-
    business, apontou que serviços de virtualização cresceram 80% no Brasil em
    apenas 3 anos, além de ser usado por 59% dos entrevistados, em suas diversas
    modalidades.
   A pesquisa também descobriu que 44% das empresas buscam a virtualização
    quando há necessidade de redução de custos com energia elétrica, espaço para
    armazenamento e compra de equipamentos. Porém, como em outros serviços e
    até em produtos, os custos da virtualização no Brasil ainda são altos demais - um
    dos principais motivos que levam 67% dos executivos entrevistados a pensar
    duas vezes antes de adotar o serviço.
   O armazenamento é a vertente mais utilizada pelas empresas (65%), seguido de
    aplicações (6%), desktops (3%) e servidores (2%). Na outra ponta, 22% acham
    desnecessária a implantação da virtualização e outros 9% dizem não ter a
    intenção de adotar o serviço.
   http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/virtualizacao/index.html
   http://www.gta.ufrj.br/grad/08_1/virtual/index.html
   http://www.tecmundo.com.br/web/1624-o-que-e-virtualizacao-.htm
   http://olhardigital.uol.com.br/negocios/cloud-virtualizacao/noticias/brasil-
    virtualizacao-cresce-80-em-tres-anos
   http://projetoseti.com.br/sistemas-de-informacao/redes-e-
    infraestrutura/historia-da-virtualizacao/
   http://es.scribd.com/doc/47189969/8/HISTORICO-DA-VIRTUALIZACAO
   http://www.slideshare.net/QuartaEtapa/slide-virtualizao-9589724
   http://www.slideshare.net/EventosImpacta/virtualizao-4316406
   http://www.slideshare.net/antoniocarlosmartinho/virtualizao-3285216
Customer Relationship Management
GRUPO
 Letícia Pereira Barreto 11101415
 Raphael Mendes de Oliveira 11102717


    4º Sem. Sistemas da Informação
O que é o CRM ?
   É um termo usado para o gerenciamento do relacionamento com o cliente ou
    ainda um sistema integrado de gestão com foco no cliente, que reúne vários
    processostarefas de uma forma organizada e integrada.

   É um antigo conceito de marketing direto, agora enriquecido tecnologicamente e
    realmente incorporado na cúpula das organizações.

   É uma estratégia de negócio voltada ao entendimento e antecipação das
    necessidades e potenciais de uma empresa

   É principalmente cultura, pois de nada adianta um ótimo sistema se não existe
    uma cultura na empresa voltada para atender o cliente e obter informações
    úteis.

   O conceito de CRM destaca a importância de captar, não de uma única vez, o
    maior número de informações de cada pessoa que mantém contato com sua
    empresa.
História e Evolução do CRM
   O CRM tem origem anos antes do início do primeiro milénio na Mesopotânea
    quando os agricultores começaram a manter um registro preciso das suas
    operações, para quem foi vendido e quanto foi vendido.

   Nos anos 80 surgiu o conceito Database Marketing, que era simplesmente a
    criação de grupos de serviço ao cliente para falar individualmente com todos os
    clientes da empresa, independentemente do seu grau de importância.

   As empresas começaram então a seguir as informações das bases de dados

   Na década de 1990 as empresas começaram a melhorar o seu CRM, tornando
    esta relação em dois sentidos em vez de um como anteriormente. Não recolhiam
    simplesmente os dados para seu usufruto, mas também começavam a
    personalizar o seu serviço ao cliente e disponibilizavam incentivos para a
    fidelização dos mesmos com a empresa.

   O CRM atual começou realmente a sério nos primeiros anos deste século. As
    empresas de software começaram a criar soluções mais avançadas que
    permitiam utilizar a informação de uma forma dinâmica para as diferentes áreas
    de uma empresa.
Qual o principal objetivo de um CRM ?

           FIDELIZAR CLIENTES
Como ?
   Buscando a satisfação total do cliente

   Antevendo as necessidades e desejos do cliente

   Oferecendo produtos adequados ao cliente.
Outros objetivos do CRM
   Automação de Marketing

   Automação da força de vendas

   Suporte e Serviço ao Cliente

   Gestão da Demanda
Quais são as estratégias do CRM ?
1 - identificar
2 – Diferenciar
3 - Interagir
4 - Personalizar
    É necessário ter flexibilidade no
    negócio para poder adequar-se.

   Mudar seu produto/serviço com base
    no feedback dos clientes

   Criar um ciclo de personalização e
    feedback constantes

   Diferenciar atendimento de acordo
    com “valor” do cliente

   Antecipar a necessidade do cliente

   Promover o encantamento do cliente

   Agregar mais valor que seu
    concorrente
Qual a estrutura de um CRM?
Existem 3 tipos de CRM

   O CRM operacional trata da automação dos
    processos de relacionamento.

   O CRM analítico é a inteligência do processo

   No CRM colaborativo são englobados todos os
    pontos de contato com os clientes, é onde
    ocorrem as interações entre eles e as empresas.
Estrutura do CRM
Qual a importância do CRM para
a empresa ?
   A empresa interage com todos os clientes

   Consegue identificar clientes potencias

   Conhece os hábitos dos seus clientes, criando eventos,
    promoções e campanhas direcionadas

   Torna o atendimento mais personalizado e consegue a
    fidelização do cliente.
Vantagens & Desvantagens do CRM
Vantagens
   Segmentação de clientes por necessidades e interesses

   Definição de potencial de mercado

   o CRM permite às organizações estabelecer relações com os
    clientes mais lucrativas e reduzir os custos operacionais

   Aumentar a produtividade assistência-agente e retenção de
    clientes, diminuindo ao mesmo tempo os custos da assistência,
    tempo de resposta e tempo de pedido-resolução.

   Fidelizar clientes

   Automatização de processos

   Dentre muitas outras
Desvantagens
   Dificuldades para mudar a cultura atual da empresa

   Dificuldades em mudar os processos de negócios existentes

   Dificuldades em adaptar e atualizar os sistemas da empresa

   A existência de um baixo nível de envolvimento por parte da
    direção e administração,o que faz com que o
    tempo necessário para que as decisões de mudança
    estratégica sejam tomadas possa ser elevado
O que vem por ai ?
   Atualmente vem obtendo espantoso crescimento e
    ótimos resultados tanto em grandes como em
    pequenas empresas e em todos os setores da
    economia.

   Duas tendências trouxeram o conceito de volta: o
    crescimento da competitividade global e avanços
    tecnológicos

   Antes: foco no produto | Agora: foco no consumidor
Conclusão
   O CRM, auxilia as empresas a criarem um
    histórico de todos os seus clientes, montando um
    perfil individual e consequentemente fazendo com
    que      empresas     e    clientes  tenham   um
    relacionamento mais próximo e mais duradouro,
    criando-se a partir desse relacionamento uma
    fidelização dos clientes junto às empresas.

   CRM mantém seus clientes, aumenta seu
    faturamento, cria novos clientes e torna sua
    empresa referência no mercado!
E para você que ainda tem dúvidas ..
O link abaixo contém um vídeo explicando
software de CRM da Microsoft Dynamics CRM 2011


http://www.compubusiness.com.br/newsite/?id_conteudo=94
Bibliografia
   http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/crm-o-que-e-crm-e-como-
    funciona/34063/

   http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management

   http://www.mktdireto.com.br/crm.html

   http://www.revista.inf.br/contabeis06/pages/artigos/cc-edic06-anoIII-art05.pdf

   http://www.dataprovider.com.br/telemedicina/conquistando_e_retendo_clientes.htm

   http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-que-e-crm-para-que-serve-quais-
    as-vantagens-e-desvantagens-softwares-etc/49166/

   http://c-r-m.webnode.com/desvantagens-do-crm/

   http://amigonerd.net/trabalho/39066-monografia-estrutura-de-crm-e

   http://pt.grupo2sii.wikia.com/wiki/CRM

   http://marcosgonsales.wordpress.com/

   http://www.dgz.org.br/jun01/Art_05.htm
Realizado por:
 Carlos Eduardo Torres 11101445
 Felipe de Sousa Marques 11104146
 Joice Nazareth Pereira 11100572
PC Era
 1980-1990;
 E-mails;
 PCs;
 FTP;
 USENET.
Web 1.0
 1990 – 2000;
 WWW (World Wide Web);
 Conteúdo estático;
 Conteúdo produzido por poucos;
 Código fechado.
Definição
"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um
entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre
outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os
efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas
pessoas, aproveitando a inteligência coletiva“.
                                                                 Tim O'Reilly
Histórico / Características
●   2004 – O'Reilly Media e Media Live
    International;
●   Total mudança na interação dos
    usuários com páginas na internet;
●   Criação de diversos novos serviços;
●   Usuário participa ativamente;
●   Redes sociais;
●   CGM – Consumer-Generated
    Media;
Programação
●   Beta perpétuo;
●   Modularização da programação;
   Web services, AJAX, etc;
●   Desktops on-line;
●   O software é um serviço;
●   Páginas dinâmicas, interativas e
com muito apelo visual;
●   Cloud Computing.
Web 2.0 para empresas
   Utilização de Tecnologias       Investimento em recursos
    colaborativas;
                                     de relacionamento
   Sites com boa
    navegabilidade;                  interpessoal (Facebook,
   Ferramentas de busca             YouTube, Blog, etc).
    efetivo;                        Aumento de lucro e fatias
   Intranet;                        de mercado (market share).
   Canal eficiente de
    comunicação com o cliente.
Críticas
●   Termo vago e abrangente;
●   Evolução natural da web;
●   Não é uma nova geração de aplicativos;
●   Jogada de marketing;
Vantagens
 Fácil criação de material online;
 Categorização/organização de conteúdos;
 Compartilhamento de conteúdo simplificado;
 Utilizar o mesmo programa em vários computadores sem instalação prévia.
Desvantagens
 Uso de vários logins/perfis
  em sites;
 Exposição / Falta de
  privacidade;
 SPAM;
 Maior tempo online;
 Fácil aliciação de pessoas
  para roubos.
Web 3.0
 2010- 2020;
 Web Semântica;
 Organizar as tarefas;
 Internet Homem x maquina;
 Pode tornar tarefas como pesquisa mais simples;
 Pode agir com assistente pessoal.
Histórico
 O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John
  Markoff, num artigo do New York Times
 O termo Web Semantica surgiu em 2001, quando Tim Berners-Lee, James
  Hendles e Ora Lassila publicaram um artigo na revista Scientific American
  intitulado: “Web Semântica: um novo formato de conteúdo para a Web que
  tem significado para computadores vai iniciar uma revolução de novas
  possibilidades.”
Críticas
 A crítica mais comum é a de que Web 3.0 nada mais é do que a tentativa de
  incutir nos internautas um termo de fácil assimilação para definir algo que
  ainda nem existe.
Exemplo.
Web 3.0 para empresas
 A Web 3.0 sempre vai procurar buscar aquilo que
  se encaixa com o perfil do usuário. Ajudando
  assim as empresas a encontrarem os clientes e
  aumentando suas vendas
Web 4.0
 2020 – 2030;
 Sistemas operacionais na WEB;
 Computação em Nuvens;
 Maior mobilidade.
Bibliografia
   http://www.pletax.com/index.php/2009/02/web-10-web-20-web-30-web-40/ (Acessado
    19/09/2012)
   http://www.oficinadanet.com.br/artigo/840/web_3.0_2.0_1.0_o_que_isso_significa
    (Acessado19/09/2012)
   http://thepaisano.files.wordpress.com/2008/03/webtimeline.jpg (Acessado em
    24.08.2012)
   http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb735306.aspx (Acessado em 28.09.2012 )
   http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0 (Acessado em 05/10/2012)
   http://www.unione.com.br/artigos/imprensa/193-vantagens-de-uma-empresa-20.html
    (Acessado em 05/10/12)
   http://www.significados.com.br/market-share/ (Acessado em 05/10/12)
   http://rutedanoninha.blogspot.com.br/2008/02/vantagens-e-desvantagens-da-web-
    20.html (Acessado em 05/10/12)
   http://www.oficinadanet.com.br/artigo/1831/web_semantica_ou_web_3.0_o_que_e_e_pa
    ra_que_serve (Acessado 05/10/12)
Bibliografia
 http://informatica.hsw.uol.com.br/web-semantica1.html (Acessado em
  05/10/12)
 http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/2006/05/17/o-que-e-a-web-
  semantica/ (Acessado em 05/10/12)
 http://www2.dbd.pucrio.br/pergamum/tesesabertas/0024128_02_cap_
  03.pdf (05/10/12)
E-Business
Usando a tecnologia para melhorar processos
GRUPO

                        Bruno Renato
                       Hélio Trindade
                    Karoline de Sousa
                     Tamires Andrade
                          Thiago Lolo
        Sistemas de Informação – 4º Semestre 2012
Como Vemos :



“Negócios efetuados pela internet”
Mas o que realmente é?
“É uma integração de atividades
empresariais organizacionais que utiliza o sistema de
informação como meio de alcançar objetivos mercadológicos e
comerciais.”



  “E-business é utilizar a tecnologia para melhorar processos.”
E-Business
     X
E-Commerce
Exemplos
•   Contato fornecedor/consumidor.
•   Comércio eletrônico
•   Educação a distância
•   Marketing eletrônico
•   Suporte a clientes
•   Serviços de entretenimento
Vantagens
•   Fonte de ideias para melhorar a competitividade das empresas
•   Fornecimento de soluções inovadoras
•   Permite prazos de produção mais curtos
•   Aumenta os canais de comercialização e distribuição
•   Alarga o mercado alvo e potencial da organização
•   Melhoria de processos
•   Soluções mais rápidas
•   Diminui custos logísticos
•   Reduz estoques
Desvantagens
• Necessidade de domínio das novas tecnologias e de várias
  ferramentas
• Ambientes heterogêneos (Unix, Linux, NT, etc.)
• Confiabilidade e velocidade no tratamento dos dados.
• Insegurança ao nível das transações e pagamentos eletrônicos.
                            • Cultura de mercado avessa às
                              formas comerciais eletrônicas.
MODELOS DE E-BUSINESS
      B2B, B2C, C2B, C2C
B2B - Business to Business
• São negócios realizadas entre empresas por meios eletrônicos.




• Exemplos:
• Um portal que representa uma companhia e mantém relações
  comerciais diretas com outras empresas.
• Um site intermediário entre
os pedidos de clientes e os fornecedores,
é uma espécie de compra indireta.
B2C - Business to Consumer
• Qualquer relação entre uma empresa e seus clientes através de
  meios eletrônicos.




• Exemplos:
C2B - Consumer to Business
• Um tipo de transação em que os consumidores definem todas as
  suas preferências relacionadas à intenção de consumo.




• Exemplos:
C2C - Consumer to Consumer
• Esse é o tipo de transação em que um consumidor negocia bens
  com outros consumidores.




• Exemplos:
M-COMMERCE
 Mobile Commerce
O Que é ?

     “Toda e qualquer operação que envolva a
  transferência de propriedade ou de direitos de
utilização de bens e serviços, que é iniciado e / ou
concluído até o acesso ao computador usando um
dispositivo móvel mediada por redes com a ajuda
           de um dispositivo eletrônico.”
As possibilidades do Mobile-Commerce

 O m-commerce oferece ainda possibilidades únicas
     em relação às demais formas de comércio
    eletrônico. Considerando que seus principais
   veículos são smartphones e tablets o comércio
   eletrônico pode ser feito de duas formas: sites
   digitados ou aplicativos a serem instalados nos
                      aparelhos.
“[...] Em 2011, foram vendidos 4,8 milhões de aparelhos no País,
segundo dados do IDC Brasil, 84% mais do que no ano anterior.
Para 2012, a empresa estima a venda de 15,4 milhões de celulares
do tipo.” (31 de agosto de 2012)




                             Mas o que as pessoas tanto fazem no
                             celular?
Exemplos:
Vantagens e Desvantagens
•   Acessibilidade
•   Personalização
•   Confiabilidade
•   Acesso em tempo real


                 • Recursos limitados.
                 • Heterogeneidade dos
                   dispositivos, sistemas
                   operacionais e tecnologias de
                   rede.
                 • Dispositivos móveis são mais
                   propensos a roubo e destruição.
Referências:
Livros:
• E-Business - Estratégias para alcançar o sucesso: No mundo
  digital (http://books.google.com.br/)

Sites:
• http://www.webprofessores.com/novo/artigos/ver_artigo.php?cod_art=174
• http://dicasgratisnanet.blogspot.com.br/2012/03/site-buscape-
  wwwbuscapecombr.html
• http://teceducsaadonfilho.blogspot.com.br/2012/03/o-que-e-b2b-b2c-c2b-
  c2c.html
• http://www2.dbd.puc-
  rio.br/pergamum/tesesabertas/0024134_02_cap_01.pdf
• http://www.brasilescola.com/informatica/ebusiness.htm
• http://tecnologia.terra.com.br/inovacoes-
  tecnologicas/noticias/0,,OI6117327-EI20539,00-
  Alta+na+venda+de+smartphone+estimula+comercio+movel.html
GRUPO

  GUSTAVO COLARES PEGO
  LUCAS PIMENTEL
  ROSIMERE FELIX DOS SANTOS
  THAÍS VIEIRA LEITE
  WILLIAN FERREIRA FELIX
O QUE É?
  SaaS (Software as a Service), ou
  “Software como um Serviço”, é um
  modelo de distribuição de software que
  disponibiliza serviços oferecidos por
  aplicativos através do acesso pela
  internet.
Estrutura
• Aplicativos distribuidos por um serviço conectado à web
  (one to many)

• Hospedagem em um servidor / Cloud Computing


• Pagamento através de assinatura (Pay as you go/ Pay
  for use) ou mesmo gratuito, com retorno vindo através
  de propaganda
Vantagens
•Acessibilidade: A maior vantagem do SaaS é você poder acessar seus
dados de qualquer lugar do mundo, bastando para isto ter uma conexão com
internet.

•Compatibilidade: O SaaS roda em qualquer plataforma e só necessita
de um navegador para ser utilizado.

•Backup dos seus dados: No SaaS você tem backups diários dos
seus dados

•Atualizações automáticas sem custos: Como o software está
publicado em servidores, as atualizações são disponibizadas em um servidor
para todos usuários.

•Centralização das informações: Todos os dados ficam
centralizados em um unico lugar e pode ser disponibizados para outros
colaboradores
Desvantagens
• Segurança: Ao disponibilizar       a aplicação através da Web ficará
automaticamente sujeita aos mais variados tipos de ataques. A possibilidade de
backups por parte dos utilizadores é um aspecto importante para minorar essas
perdas.

• Balanceamento dos acessos: Um dos grandes problemas do
SaaS pode ser a dificuldade de acesso com o aumento de utilizadores.

• Ligação internet: É sempre necessária uma ligação a internet.

• Perda de controle e customização: Visto que o software é
rodado pelo fornecedor , os clientes têm menos controle sobre a aplicação. As
soluções de monitoramento internas são realmente mais personalizáveis que
as aplicações de monitoramento SaaS. Isso pode representar problema para as
grandes integrações customizadas.
Importância para as Empresas
O SaaS é uma ótima maneira para as empresas reduzirem
os custos de taxas de licenciamento e manutenção de
software. De acordo com uma pesquisa recente e análise
realizada pelo Gartner estudo, 90% das empresas utilizam
plano de SaaS, quer manter o seu nível atual de uso ou
uso aumento no futuro próximo. Enquanto há sentimentos
mistos em relação ao custo-efetividade de SaaS, as
empresas e, especialmente, os executivos estão
reconhecendo a importância de determinar se os
aplicativos on-line são um ajuste certo. SaaS fornece as
mais recentes versões do software, sem a necessidade de
atualização por parte do usuário. Trabalhando em conjunto
com a computação em nuvem, SaaS é um investimento
potencialmente gratificante.
O que vem por aí
• O modelo continuará se disseminando e passará a ser
  dominante no mercado.

• As empresa s passarão a utilizar esse serviço no dia a
  dia para visualização de relatórios corporativos,
  podendo acessá-los a qualquer momento estando
  conectado com a Internet, redes de ensino podem
  divulgar materiais, apresentações para os alunos.
• Redução de custo devido à terceirização de alguns
  serviços de TI da empresa contratante para o
  fornecedor SaaS.
HISTÓRICO E EVOLUÇÃO



                        EXPLORADORES
                       CONSTRUÇÃO VS. COMPRA

                  * RECURSOS INTERNOS ATRELADOS
                   A PROJETOS SEM NÚCLEO OU SEM
                         GERAÇÃO DE RECEITA
                        * ALTO POTENCIAL PARA
                     OPORTUNIDADE E FLUÊNCIA DE
                                CUSTO
                    * SEM COMPROMETIMENTO PARA
                   DESENVOLVIMENTO CONTÍNUO OU
                                 R&D
                 * SEM ROI IMEDIATO OU SUSTENTADO
HISTÓRICO E EVOLUÇÃO




  EARLY ADOPTERS
INSTALAÇÃO TRADICIONAL E
       IMPLANTAR

* GRANDE INVESTIMENTO DE
           CAPITAL
    * IMPLANTAÇÃO LONGA
    * RECURSO INTENSIVO
  * ROI INICIAL E CONTÍNUO
  PROVOU SER UM DESAFIO
   * FALTA DE INTEGRAÇÃO
 ATRAVÉS DE PARCEIROS DA
  CADEIA DE SUPRIMENTOS
HISTÓRICO E EVOLUÇÃO
          SAAS ADOPTERS
            SOFTWARE COMO SERVIÇO

          * INVESTIMENTO DE CAPITAL MÍNIMO
              * IMPLANTAÇÃO MAIS RÁPIDA
  * REQUER RECURSOS DE NEGÓCIOS E TI, MAS MENOS
                       INTENSIVOS
          * ROI INICIAL FÁCIL DE DEMONSTRAR
* VISIBILIDADE AUMENTADA E INTEGRAÇÃO ESTREITA DE
  PARCEIROS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS ATRAVÉS DE
                COMPUTAÇÃO EM NUVEM
* RECURSOS PRECIOSOS AINDA FOCADOS EM OPERAÇÃO
      TÁTICA DE PROJETOS ESTRATÉGICOS VS. TMS
* COMUNIDADE DE "SHIPPER" E "CARRIER" EMERGENTE
                      (VIA NUVEM)
      * LONGO PRAZO ROI E TOTAL UTILIZAÇÃO DE
        CAPACIDADES TMS AINDA QUESTIONÁVEL
HISTÓRICO E EVOLUÇÃO




     MELHORES PRÁTICAS PROFISSIONAIS
              SOFTWARE MAIS SERVIÇOS

             * INVESTIMENTO INICIAL NULO OU BAIXO
          * IMPLEMENTAÇÃO NÃO DISRUPTIVA E FÁCIL
             * AINDA MENOS RECURSOS INTENSIVOS
   * VISIBILIDADE AUMENTADA E INTEGRAÇÃO ESTREITA DE
     PARCEIROS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS ATRAVÉS DE
                     COMPUTAÇÃO EM NUVEM
             * FORTE ROI IMEDIATO E DOCUMENTADO
* RECURSOS PRECIOSOS MUDAM DE PROJETOS TÁTICOS PARA
                         ESTRATÉGICOS
               * CRIAÇÃO DE THINK TANKS VIRTUAIS
          * LONGO PRAZO ROI, ECONOMIAS MANTIDAS
Bibliografia
http://vertisage.com/s-saas.html

http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/aa905332.aspx#XSLTsection127121120120

https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/entry/debat
endo_saas_alguns_questionamentos?lang=en

http://www.kkfreight.com/consignee-notify-party-shipper.html
http://www.infolei.com.br/saas-software-as-a-service/


http://bimeanalytics.com/blog/evolution-saas-softwareasaservice-historical-timeline-
infographic/

http://www.imoport.com/noticia.aspx?ID=77+85+198+37+17+128+32+32+16+155+196
+98+94+253+139+76
E   R   P
GRUPO
CHRISTOPHER SCOTINI ROZÁRIO
EDER WATANABE ROCHA
NICOLE MITIE INOUYE
THIAGO SILVA DE JESUS
VINICIUS SERAFIM PEREIRA DA SILVA
E.R.P.

 Visão Geral


 De onde vem o ERP?


 Aplicabilidade


 Por que utilizar?


 Pontos Negativos


 Erros Comuns


 Previsões
Visão Geral

  Sistema de gestão


  Sistema modulado capaz de integrar diversas partes de uma empresa


  Cliente/Servidor


  Alto custo
Visão Geral
                     Financeiro




                                         Estoque
     Fábrica

                     E.R.P.




               CRM                R.H.
E.R.P.

 Visão Geral


 De onde vem o ERP?


 Aplicabilidade


 Por que utilizar?


 Pontos Negativos


 Erros Comuns


 Previsões
De onde vem o ERP

  Sistemas MRP


  Sistemas MRPII


  Surgimento do ERP
E.R.P.

 Visão Geral


 De onde vem o ERP?


 Aplicabilidade


 Por que utilizar?


 Pontos Negativos


 Erros Comuns


 Previsões
Aplicabilidade

  Geralmente empresas de médio/grande porte



  O ERP resolve problemas localizados?



  Qual a vantagem de utilizar ERP de uma forma global na empresa?


  Como implantar?
E.R.P.

 Visão Geral


 De onde vem o ERP?


 Aplicabilidade


 Por que utilizar?


 Pontos Negativos


 Erros Comuns


 Previsões
Por que utilizar ERP?

  Centralizador de informações



  Trabalhando com just-in-time



  Fluxo de dados


  Alinhamento de processos (BPM? Não)
E.R.P.

 Visão Geral


 De onde vem o ERP?


 Aplicabilidade


 Por que utilizar?


 Pontos Negativos


 Erros Comuns


 Previsões
Pontos negativos

  Alto custo(O investimento vale a pena?)


  Esforço/Tempo exigido para sua implantação


  Tempo de retorno


  Dependência do fornecedor


  Problemas sociais
E.R.P.

 Visão Geral


 De onde vem o ERP?


 Aplicabilidade


 Por que utilizar?


 Pontos Negativos


 Erros Comuns


 Previsões
Erros Comuns


   Gerência                                Escopo
      de
   Projetos
                       Planejamento




                                                     Processos
                                                      Críticos



                                      Envolvimento
              Testes                       Do
                                         Pessoal
E.R.P.

 Visão Geral


 De onde vem o ERP?


 Aplicabilidade


 Por que utilizar?


 Pontos Negativos


 Erros Comuns


 Previsões
Previsões
                    Customer 1



                    Customer 2

            E.R.P
OWNER               Customer 3


                    Customer N
Referências



   • http://www.prodel.com.br/ERP.htm
   • https://sites.google.com/site/sistemadegestaointegradaerp/a-evolucao-
   do-erp
   • http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/12/03/erp-em-2011-as-
   10-tendencias-mais-importantes-do-ano/
   • http://www.rgm.com.br/blogrgm/?p=550
   • http://www.starsoft.com.br/noticia-detalhes.aspx?id=107
   • http://0fx66.com/blog/sistemas/sistemas-erp/
   •http://www.ead.fea.usp.br
FERRAMENTAS PARA

GESTÃO DO CONHECIMENTO
      (KNOWLEDGE MANAGEMENT)




 Seminário de Teoria dos Sistemas da
            Informação
4o Semestre de Sistemas da Informação

      Daiane Sena – 11100408
    João Guilherme – 11104120
Leônidas do Nascimento – 111101904
   Rodolpho Maziero – 11106485
O que é Gestão do Conhecimento (Knowledge Management)?

O que é um Sistema de Gestão do Conhecimento
(Knowledge Management System - KMS)?
O que é Gestão do Conhecimento (Knowledge Management)?

O que é um Sistema de Gestão do Conhecimento
(Knowledge Management System - KMS)?
O que é Gestão do Conhecimento (Knowledge Management)?

O que é um Sistema de Gestão do Conhecimento
(Knowledge Management System - KMS)?
A IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO DO
CONHECIMENTO EM UMA INSTITUIÇÃO DE
             ENSINO
A Proposta

Benefícios


Software sugerido para Gestão do Conhecimento
A Proposta

Benefícios


Software sugerido para Gestão do Conhecimento
A Proposta

Benefícios


Software sugerido para Gestão do Conhecimento
Benefícios




 - Transforma a instituição num ambiente mais agradável e confiante para s e trabalhar;
 - Descentraliza as tarefas e o conhecimento;
 - Permite a rotatividade entre diversas áreas da instituição;
 - Melhora a visão interna dos processos executados;
 - Melhora a organização dos processos existentes;
 - Viabiliza a localização de pontos de melhorias (estimula a criatividade);
 - Viabiliza a analise de novos investimentos em infra estrutura (médio prazo);
 - Reduz os gastos com o treinamento, salas não utilizáveis e máquinas paradas;
 - Melhor a visão externa;
 - Atraí mais alunos e parcerias (aumento substancial da receita);
 - Aumenta a competitividade em relação a outras instituições;
A Proposta

Benefícios


Software sugerido para Gestão do Conhecimento
Fundada em 1996, a Ciatech evoluiu de uma empresa de soluções digitais para
uma companhia especializada em soluções b2b para o treinamento e
desenvolvimento corporativo à distância (Corporate Learning System). Nossa
atuação contempla o desenvolvimento de cursos e-learning sob medida
(softwares personalizados), conteúdos de catálogo, plataforma LMS e Redes
Sociais Corporativas.

Fábrica de Conhecimentos

A solução de Fábrica de Conteúdos é destinada a um modelo de projeto focado
em grandes demandas, com entregas as vezes superiores a dez cursos por
mês.
Software sugerido para Gestão do Conhecimento
UMA APLICAÇÃO DO GERENCIAMENTO DO
    CONHECIMENTO NA VIDA REAL
Bibliografia


[Ciatech – Atena ALMS]
http://www.ciatech.com.br/plataforma-lms-atena/

[Dado, Informação e Conhecimento]
http://www.youtube.com/watch?v=4MwxXtOMEFY&feature=relmfu

[Tipos de Conhecimento - Tácito e Explicito]
http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=bWHonmRAS6M

[Gestão do Conhecimento]
http://www.youtube.com/watch?v=4uewCxZsdmY&feature=relmfu
GRUPO



ALYNE SALGADO ALVES
DENIS ROBERTO MENDES MELO
FELIPE BORGES DE ALMEIDA PEREIRA
RAPHAEL DA SILVA GUIMARÃES
THIAGO PORTO DA SILVA
SCM
         Supply Chain Management


SINA4
Alessandro
Felipe de Sousa
GRUPO
• ALESSANDRO JULIAN MANJON MAZOCA
• FELIPE DE SOUSA FERNANDES
O que é SCM?
Chama-se SCM (Supply Chain Management, ou em português GCS, gestão
da cadeia de suprimentos) trata-se dos metodos de gerenciamento de
controle de logística;

Resumindamente;

É o caminho que um produto percorre desde a sua fabricação até o consumo,
passando pelos distribuidores e revendedores.

O SCM vem para que este caminho seja percorrido de uma maneira mais
rápida e com menor custo.
O que é SCM?
Vídeo
Importância nas empresas
As empresas que fazem uso do Supply Chain bem aplicado, conseguem
alcançar os seguintes pontos;

•   Redução de custos em logística e armazenagem
•   Ampliação dos lucros;
•   Melhoria na cadeia dos ciclos de fornecimento
•   Melhoria no relacionamento com clientes e fornecedores

Trata-se de obter o produto certo, na hora certa, na quantidade certa e
com o menor estoque possível;
T.I aplicado a SCM
Abaixo alguns sistemas corporativos que auxiliam na administração do SCM;
        *o SCM tem como base a automatização dos processos, visando a
agilidade e a resposta rápida de seus fornecedores



•   Pipeline www.gopipeline.com
•   ERP’s (MicrosigaSAP, entre outros) www.totvs.com.br - www.sap.com
•   Palisade (análise de estoque) www.palisade.com.br
•   Oracle ERP www.oracle.comsolutions
Evolução Histórica ?
- O conceito SCM surgiu durante a Revolução Industrial, em 1880.

- Nessa época, o Arsenal de Veneza, de longa tradição na construção de
navios, apresentou o primeiro sistema completo de controle de produção.

- A partir dos anos 70, os consumidores se tornaram mais exigentes,
obrigando as empresas a darem respostas rápidas a questões básicas, como
reduzir o custo dos produtos ou oferecer atendimento rápido com qualidade.

- A evolução tecnológica provocou mudanças drásticas nos padrões de
mercado, com isso as empresas se viram obrigadas a conter gastos e ao
mesmo tempo acompanhar o desenvolvimento da TI. Assim a gestão das
cadeias de suprimentos passou a ser fator determinante na vida das
organizações.
Histórico do SCM ?
O que vem por aí...
• A demanda por Supply Chain, de acordo com o instituto de pesquisas
  norte-americano, continua bastante concentrada no segmento de
  manufatura, porém já se vêem perspectivas de aumento substancial na
  adoção pelo varejo. Projetos modulares, financeiramente justificáveis, com
  prazos de implementação e orçamentos planejados, serão a tônica dos
  empreendimentos dos usuários.
• E-commerce, colaboração entre funcionários, integração de aplicações,
  gerenciamento do conhecimento, segurança, ganhos de eficiência
  operacional e extração de informações relevantes a partir de massas de
  dados armazenados serão importantes agentes aceleradores dos projetos
  de Supply Chain.
O que vem por aí...
• O que vai tornar mais atraente o mundo do Supply Chain serão as
  soluções que permitirem melhor integração e mais colaboração.
  Práticas que possibilitem às empresas estabelecer um processo
  colaborativo com outros componentes da cadeia de suprimento.

• A mobilidade, aliada aos diferentes dispositivos que ajudam a
  trabalhar melhor em um processo colaborativo (como os sistemas
  de radiofrequência) , também será de fundamental importância no
  avanço do gerenciamento integrado da cadeia de suprimentos.
Resultados do SCM ?

•   Satisfação do cliente
•   Redução de custos
•   Aumento da lucratividade
•   Melhoria da colaboração com fornecedores e clientes
•   Controle de estoque
•   Redução de fornecedores
•   Compartilhamentos de informações
•   Soluções coletivas para os problemas
Estrutura do SCM ?
• Harrison e Hoek, propoem uma estrutura dividida em 6 etapas para
  atingir esta forma eficaz de se gerenciar uma cadeia de
  suprimentos:

• 1) Desenvolver uma estratégia para a cadeia de suprimentos

• 2) Coletar informações sobre a cadeia de suprimentos

• 3) Desenvolver parcerias e alianças eficazes na cadeia de
  suprimentos
Estrutura do SCM ?

• 4) Fazer um piloto de novas soluções para a cadeia de suprimentos

• 5) Organizar-se para o melhor desempenho da cadeia de
  suprimentos

• 6) Desenvolver um sistema de medição do desempenho da cadeia
  de suprimentos
Vantagens e Desvantagens
• Vantagens:

• Redução de custo
• Entrega no prazo
• Redução de estoque

• Desvantagens:

• Um SCM mal organizado pode fazer com que setores sejam
  sobrecarregados e com isso atrasa os processos da empresa,
  desde o pedido do cliente até o prazo de entrega.
Vantagens e Desvantagens
Pesquisa Geral
Tempo de Implantação
Importância das Escolhas
Bibliografia

• www.supplychainonline.com.br/
• http://cadeiasupplychain.blogspot.com.br/
• http://www.simpep.feb.unesp.br/anais/anais_13/artigos/1039.pdf
• ftp://ftp.usjt.br/pub/revint/97_37.pdf
• http://www.novomilenio.br/cursos/Artigos/Gestão%20da%20Cadeia%20de%20Sup
  rimentos%20na%20Industria%20da%20Construção%20Civil.pdf
• http://www.slideshare.net/fcitolin/04-cadeia-de-suprimentos
• http://www.axiaconsulting.com.br/down/Pesquisa-SCM.pdf
• http://www.ilos.com.br/web/index.php?option=com_content&task=view&id=1003
  &Itemid=74&lang=us
Governo Digital
  para Todos
   Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
    Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação
GRUPO:

  Douglas Gomes Ferrari
 Raphael Gomes Nishimura
     Vinicius Marani

http://www.governoeletronico.gov.br
Estrutura Organizacional
Comitês Técnicos

1. Inclusão Digital
2. Gestão de Sítios e Serviços Online

3. Integração de Sistemas
4. Sistemas Legados e Licenças
5. Infra-Estrutura de Rede
6. Governo para Governo
7. Implementação do Software Livre
8. Gestão de Conhecimento e
    Informação Estratégica
Diretrizes de Governo Eletrônico

 Promoção da cidadania como prioridade
 Indissociabilidade entre inclusão digital e o governo
eletrônico
 Utilização do software livre como recurso estratégico
 Gestão do Conhecimento como instrumento estratégico
de articulação e gestão das políticas públicas
 Racionalização dos recursos
 Adoção de políticas, normas e padrões comuns
 Integração com outros níveis de governo e com os
demais poderes
Componentes Estratégicos


Programa Nacional de                    Programa Brasileiro de
 Governo Eletrônico                        Inclusão Digital
     (e-serviços)




              e-PING – Padrões de Interoperabilidade
e – PING
Definição

Arquitetura que define um conjunto mínimo de
premissas, políticas e especificações técnicas
que regulamentam a utilização de TIC no Governo
Federal, estabelecendo as condições de
interação com os demais poderes e esferas de
governo e com a sociedade em geral.
e – PING
Segmentação


                           Interconexão

                             Segurança

                          Meios de acesso

              Organização e intercâmbio de informações

                Assuntos para integração de governo
Programa Brasileiro de Inclusão Digital

Ampliar o acesso às TIC entre as classes C,
 DeE
Integrar e coordenar as ações de inclusão
 digital
Induzir e fomentar a criação de espaços
 públicos de acesso comunitário por governos
 municipais, estaduais, iniciativa privada e
 sociedade civil
Estimular política pública de inclusão digital
Programa Brasileiro de Inclusão Digital
Dimensões Prioritárias


   Projeto PC Conectado
   Projeto Casa Brasil
   Escolas Conectadas
   Infra-estrutura Nacional de Inclusão Digital
Programa Brasileiro de Inclusão Digital

Projeto PC Conectado

Tem por objetivo promover a inclusão digital dos domicílios
de menor renda e micro empresas.

    Facilitar a compra de um computador através da
   oferta de preços e condições de financiamento
   especiais
    Disponibilizar o acesso à Internet a baixo custo
Programa Brasileiro de Inclusão Digital
Projeto PC Conectado - Benefícios
Infra-estrutura                     Conteúdo
    Baixo custo com garantia           Acesso à informação geral e
    Financiamento com condições       dados sobre o governo
   especiais                            Acesso aos meios eletrônicos
    Treinamento para uso              (como declaração de IRPF)


Conectividade
    Baixo custo de conectividade
    Instalação de acesso
    Suporte técnico
Programa Brasileiro de Inclusão Digital

Projeto Casa Brasil

   Disseminar espaços de convergência de programas e
    serviços governamentais voltados para a inclusão digital
   Locais de interação social e de desenvolvimento de
    atividades comunitárias geridos com autonomia pelas
    comunidades beneficiadas
   Metas: implantação de 1 mil unidades até junho de 2005
    e de 6 mil até 2007
   Espaço virtual para produção e circulação de informações
    constituindo-se em rede integradora das Casas Brasil
Programa Brasileiro de Inclusão Digital

Projeto Casa Brasil Virtual

    Criar um Portal de apoio às iniciativas de inclusão
     digital, especialmente as Casas Brasil e outros
     telecentros

    Espaço virtual para produção e circulação de
     informações constituindo-se em rede integradora
     das iniciativas de inclusão digital
Programa Brasileiro de Inclusão Digital
Infra-estrutura Nacional de Inclusão Digital


   Prover uma infra-estrutura de comunicação de voz,
   dados e imagem com capilaridade superior a
   existente, com a qualidade necessária, o menor
   custo possível e com grau de segurança adequado,
   para toda a Administração Pública Federal de forma
   a suportar as demandas de serviços dos projetos
   de Governo Eletrônico.
Programa Brasileiro de Inclusão Digital
Infra-estrutura Nacional de Inclusão Digital

Benefícios:
    Disponibilização de serviços de dados, voz e imagem
    Economia com custos de telecomunicações
    Segurança das Informações do Governo Federal
    Alta velocidade e alta performance para as aplicações
   de Governo Eletrônico
    Possibilidade de implantação em etapas
Programa Nacional de Governo Eletrônico

Diretrizes Estratégicas:

    Implantar de forma unificada serviços por meios
   eletrônicos no governo federal;

    Integrar outros níveis de governo na prestação de
   serviços;

    Desenvolver e-serviços orientado por eventos da vida
   de cidadãos e demais setores sociais;
Programa Nacional de Governo Eletrônico

Diretrizes Estratégicas:

    Definir e Implantar padrões de usabilidade e
   acessibilidade para e-Serviços

    Definir canais de entrega para o conjunto da
   população;

    Avaliar e Monitorar a evolução de e-serviços em âmbito
   nacional a partir de melhores práticas;
Programa Nacional de Governo Eletrônico

Ações Estratégicas:

 Estabelecer um Portifólio de e-Serviços relacionadas
a Direitos e Obrigações que incremente a prestação de
serviços por meio eletrônicos, o controle social e a
participação popular;


 Agenda de Serviços Interoperáveis para cidadãos,
empresas integrando governos locais, estaduais e governo
federal
Programa Nacional de Governo Eletrônico
Agenda de Serviços Interoperáveis:
                  1. Social                    Identificação única dos cidadãos
        2. Saúde, Higiene e Nutrição          Identificação Usuário SUS, Acesso a
                                                  Serviços de Saúde, Acesso a
                                                       Informações Clínicas

            3. Segurança Pública                  Infoseg (GT em andamento)

                4. Educação
                                               (ainda não apontados pelo MEC)

    5. Administração e Gestão (Compras     Otimização da Compra de Medicamentos
             Governamentais)                (Compras integradas entre as esferas)


6. Economia e Finanças (Prestação de Contas) Sistema de Transferência de Recursos
                                                    Públicos via Convênio

      7. Desenvolvimento Econômico             Abertura e registro de empresas
Programa Nacional de Governo Eletrônico

Ações Estratégicas:

   Consolidar um Plano Nacional para a
   implantação de Serviços de Governo Eletrônico
   (período 2004-2006)


    Implantar análise de Melhores Práticas de
   Governo Eletrônico em âmbito nacional com
   indicadores públicos de qualidade
Governo Eletrônico entre Países
Agenda:
   Identificar áreas de atuação transfronteiras
  (Serviços): segurança pública, importação e
  exportação, licitações públicas e outros;


   Construir Padrões de Interoperabilidade
  Transfronteiriços;


   Desenvolver estandares de Governo Eletrônico
  que permitam a interação de serviços entre países.
Governo Eletrônico entre Países
Contexto:
   Atuar em consonância com a visão estratégica de
  fortalecer a América Latina e Caribe no contexto
  internacional;


   Fomentar o desenvolvimento econômico na
  América Latina na área de Tecnologia da Informação
  e Comunicação, com cada país destacando a sua
  potencialidade específica.
alessandro.almeida@uol.com.br
www.slideshare.net/alessandroalmeida

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Teoria de Sistemas de Informação - Atividade: Tecnologia e SI

  • 1. Alessandro Almeida | www.alessandroalmeida.com
  • 2. Os próximos slides fazem parte de uma atividade realizada pelos alunos da turma SIN-NA4 (4º semestre de Sistemas de Informação – 2º semestre de 2012)
  • 4. Grupo  Augusto Camarotto  Gilvan Junior  Marcelo Sousa  Rafael Pétrus  Rodrigo Pereira
  • 5. História e Evolução  A cloud computing começou a se disseminar de forma efetiva em 1995, quando a empresa Hotmail, disponibilizou para seus usuários, um serviço de e- mail online.  De fato a cloud computing sempre existiu, porém começou a ter mais destaque no fim da ultima década com uma infinidade de serviço disponibilizados via Web.
  • 6. Estrutura  O servidor deve aumentar:  Capacidade de processamento  Capacidade de armazenamento  Capacidade de comunicação  O que é necessário:  Materiais, espaço, temperatura, refrigeração da sala, etc.
  • 7. Tipos de Computação em Nuvem  Nuvem Privada  Nuvem Pública  Nuvem Comunidade  Nuvem Híbrida
  • 8. Estrutura / Segurança  Não é só começar trabalhar com a cloud computing, e está pronto. É preciso investir na segurança para que as informações que estão salvas não sejam perdidas, ou invadidas por pessoas mal intencionadas.  É preciso ser feitos levantamentos e controles de acesso, para cada usuário ter acesso ao que for pertinente ao seu trabalho, para que outras pessoas não tenham o acesso desnecessário.
  • 9. Modelo de Serviços da Computação em Nuvem  Aplicações como um Serviço (SaaS)  Plataforma como um Serviço (PaaS)  Infra-estrutura como um Serviço (IaaS)
  • 10. Nas empresas ...  A Cloud Computing faz parte da maioria das empresas no mercado de trabalho, diretamente ou indiretamente.  Com a nuvem as empresas conseguem diminuir os custos, aumentar a segurança e a produtividade.  Para entender melhor o beneficio dessa tecnologia, basta pensar qual o benefício de poder acessar qualquer dado a qualquer hora em qualquer lugar.
  • 11. Algumas empresas que utilizam essa tecnologia
  • 12. Vantagens  Disponibilidade de arquivos, softwares através da nuvem, sem precisar estar instalado na estação de trabalho do usuário.  Os usuários tem acesso ás informações de qualquer dispositivo com conectividades com a internet
  • 13. Desvantagens  Os usuários só conseguem acesso as informações somente se estiver conectado na internet  Não ter conhecimento do local que estão salvo os dados  Falta de segurança das informações (Caso a empresa não invista em segurança)
  • 14. Conclusão  Tecnologia em Desenvolvimento Ausência de Definição e Arquitetura únicas Utilização de técnicas de virtualização Vantagens de redução de custos e mobilidade Desvantagens sobre desconfiança dos usuários Necessidade de incentivos à Computação em Nuvem Tendência ao uso em larga escala
  • 15. Bibliografia  http://www.claudiorodolfo.com/ftc/tid1/computacao_nuvem.pdf  Hélio Lemes Costa Jr - ciberescola.com.br  http://webinsider.uol.com.br/2010/01/20/entendendo-a- computacao-em-nuvem/  http://computerworld.uol.com.br/blog/opiniao/2010/07/27/revolucao- nas-nuvens-por-eduardo-schvinger/  http://werther.desenvolvatec.com/tendencias/computacao-em- nuvens/
  • 16.
  • 17. GRUPO: GUILHERME MACEDO SOARA JONATAN CRUZ POLINI LUCAS XAVIER FERREIRA MARCO AURELIO PEREIRA VALNEIROS RENAN CASSIMIRO BRITO
  • 18. BI – Business Intelligence • O que é? • Estrutura • História e Evolução • Importância nas Empresas • Tendências • Vantagens • Desvantagens
  • 19. O que é BI? Business Intelligence é um conceito baseado em softwares que auxiliam os gestores na tomada eficaz de decisões usando apenas os dados e informações que estão inseridos nos bancos de dados das empresas. O BI tem como principal objetivo à integração dos aplicativos e tecnologias para extrair e analisar os dados corporativos de maneira simples, no formato correto e no tempo certo, para que a empresa possa tomar decisões melhores e mais rápidas, auxiliando os executivos em seus negócios. Essa ferramenta tem como capacidade transformar dados em informação, informação em conhecimento e propiciar a descoberta de novos conhecimentos.
  • 20. Características • Bancos de dados integrados; • Possibilita obter informações corporativas; • Ferramentas de suporte à decisão; • Usuário não precisa conhecer origem dos dados (banco de dados); • Tecnologia bastante recente;
  • 21. BI - História A história do Business Intelligence que conhecemos hoje, começa na década de 70,quando alguns produtos de BI foram disponibilizados para os analistas de negócios. O grande problema era que esses produtos extensa e exaustiva programação, não disponibilizavam em tempo hábil nem de forma flexível. Com o surgimento dos banco de dados relacionais e das interfaces gráficas como o Windows, aliado ao aumento da complexidade dos negócios, começaram a surgir os primeiros produtos realmente direcionados aos analistas de negócios, que possibilitam rapidez e uma maior flexibilidade de analise.
  • 22. Arquitetura • Sistemas Transacionais; • On-Line Transaction Processing(OLTP); • Extração, Transformação e Carga; • Data Warehouse(DW); • Relatórios Relacionais; • On-Line analytical Processing(OLAP);
  • 23. Data Warehouse (DW) um Data Warehouse é um banco de dados contendo dados extraídos do ambiente de produção da empresa, que foram selecionados e depurados, tendo sido otimizados para processamento de consulta e não para processamento de transações. Em geral, um Data Warehouse requer a consolidação de outros recursos de dados além dos armazenados em banco de dados relacionais, incluindo informações provenientes de planilhas eletrônicas, documentos textuais, etc.
  • 24. Tecnologias do Data Warehouse • OLAP (Processamento Analítico On -Line): São ferramentas que possibilitam a exploração dos dados de um DW para fins de análise de determinadas variáveis para descoberta de cenários e tendências Objetivo: O objetivo é dar suporte ao processo de tomada de decisões. • OLTP (Processamento de Transações On Line) : Transações se referem diretamente as atividades operacionais de ume empresa Exemplo: Realizar pagamento aos empregados Realizar pagamento aos fornecedores Realizar vendas aos clientes • Data Mining: é uma ferramenta de extração de dados. O Data Mining engloba um número de diferentes abordagens técnicas, como clustering (agrupamento), sumarização de dados, regras de classificação, detecção de anomalias, etc.
  • 25. Data Wearhouse – Data Marts Contém dados extraídos de um Data Warehouse para uso específico de Warehouse para uso específico de departamento, focado nas necessidades de departamento, focado nas necessidades de decisão.
  • 26.
  • 27. Tendências para o futuro • Aumento do número de projetos de consolidação das ferramentas de BI, voltados ao desenvolvimento de uma estrutura que atenda a organização de maneira abrangente. • Umas das principais áreas de crescimento do Business Intelligence será a aplicação das ferramentas em dispositivos móveis.
  • 32. Referências • www.imasters.com.br • www.ibm.com.br • www.intelligenceit.com.br • BARBIERI, Carlos. Business Intelligence: Modelagem e Tecnologia. Rio de Janeiro: Axcel Books. 2001. • INMON, W. H. Como construir o Data Warehouse. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997. • KIMBALL, Ralph. Data Warehouse Toolkit: Técnicas para construção de data warehouses dimensionais. São Paulo: Makron Books. 1998.
  • 34. TEORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (SIN-NA4) Guilherme Alencar – 11100414 Igor Luiz de Sousa – 11100647 Nilton Gonçalves – 11101418 Juliana Lima – 11104270 Iris Melo Santos –
  • 35. O que é SOA?  Arquitetura orientada a serviço, corresponde a uma metodologia para desenvolvimento de software e serviços, representa todos ativos de softwares da empresa. Também podemos descrever neste caso serviços. Como sendo um componente, uma parte de desenvolvimento de um software onde ao fazer a junção de todos os ”módulos”, teremos um software completo para aquela determinada função para que foi desenhado, produto final do escopo do projeto onde foi determinado a criação de um serviço.
  • 36. Serviço  Um serviço, do ponto de vista da arquitetura SOA, é uma função de um sistema computacional que é disponibilizado para outro sistema.  Normalmente, a comunicação entre o sistema cliente e aquele que disponibiliza o serviço é realizada através de web services.
  • 37. ESB (Enterprise Service Bus)  ESB seria uma abstração da interconexão de sistemas que usam tecnologias diferentes. A maneira mais comum de se implementar um ESB hoje é através de Web Services, mas isso não é regra, existem outras formas de se realizar a mesma atividade. (ESB <> Web Services).
  • 38. Diferença entre SOA e Web Service  Soa é a arquitetura abrangente para criar aplicações dentro de uma empresa, pense em um projeto arquitetônico mas neste caso a arquitetura demanda que todos os programas sejam criados com uma metodologia de desenvolvimento de software específica, conhecida como programação orientada a serviço. Web services são um conjunto de mecanismos padrão de comunicação criados sobre a World Wide Web. Ou seja, os web services são uma metodologia para conectar e comunicar. Enquanto Soa é uma estratégia de TI.
  • 39.
  • 40. Por que SOA?  Com a evolução dos sistemas de informação e com uma grande combinação de linguagens de programação em uma mesma aplicação ficou difícil realizar a comunicação entre as aplicações e as novas tecnologias com isso foi extremamente necessário a criação de um conceito para que as aplicações pudessem se comunicar.
  • 41. Vantagens e Desvantagens Desvantagens Vantagens  Redução de custos na  Os custos de integração e manutenção das aplicações. construção de web services nem sempre são baixos.  Reutilização de ativos de software em novas aplicações.  Performance.  Flexibilidade na evolução das  Segurança: como os dados aplicações e nos processos de trafegam pela rede, eles podem negócio da empresa. ser interceptados.
  • 42. SOA NÃO É UM PRODUTO, PORTANTO NÃO É POSSÍVEL COMPRAR SOA. SOA não é uma tecnologia. SOA é mais baseada em logística e conceitos e menos em ferramentas
  • 45. JOSE CARLOS SALATINO ZAGO  JUAN MANUEL GARCIA  ROGÉRIO OLIVEIRA  THIAGO DALL OLMO  VINICIUS KENDI TAKEUSHI
  • 47. O que é real?  Características físicas, concretas.  O que é virtual?  Está associado àquilo que é simulado, abstrato.  Virtualização pode ser definida como a criação de um ambiente virtual que simula um ambiente real.
  • 48. Permite que múltiplas máquinas virtuais (sistemas operacionais) funcione em um mesmo hardware.  Funciona isoladamente do sistema operacional hospedeiro e de outras máquinas virtuais.  Cada máquina virtual possui o seu próprio hardware virtual (como RAM, CPU, Placa de Rede, etc) para que suas respectivas aplicações possam funcionar.
  • 49. Infraestrutura Infraestrutura convencional virtualizada
  • 50. Hypervisor ou Virtual Monitor Machine é a camada que fornece um ambiente (através de multiplexação de hardware) idêntico ao da máquina física e que contra uma ou várias máquinas virtuais.  Existem 2 tipos de hypervisor:  Hypervisor do tipo I ou Bareon metal;  Hypervisor do tipo II ou Hosted.
  • 51.  A virtualização do tipo I geralmente é usada em servidores por proporcionar um desempenho muito próximo do desempenho nativo de uma máquina.  Nesse caso o hypervisor encontra-se entre o hardware e as máquinas virtuais.
  • 52. VMware ESX  Xen  Hyper-V
  • 53. A virtualização do tipo II é a virtualização mais comum e a que usamos normalmente em casa devido a facilidade de sua instalação e configuração.  Aqui o hypervisor encontra-se entre o Sistema Operacional e as máquinas virtuais. O Sistema Operacional anfitrião é chamado de Host enquanto as máquinas virtuais de Guest.
  • 54. VMWare Desktop  Quemu  VirtualBox  VirtualPC  Parallels
  • 55.
  • 56. 1950: Começa ser utilizado o termo “Virtualização” quando pesquisadores da Universidade de Manchester desenvolveram o conceito de “Máquina Virtual”.  1960: IBM sente a necessidade de simplificar a operação nos mainframes. A VM surgiu como solução à incompatibilidade dos sistemas OS e DOS.  1988: Pequena companhia chamada Connectix Corporation foi fundada e provia soluções para sistemas da Apple Macintosh (MAC). Criaram um produto chamado Connectix Virtual PC 1.0 para MAC. “Este exemplo de emulação levou a Connectix à tecnologia da virtualização.”  1990: Conceito VM começou a ser popularizado. Renasce na metade dos anos 90 com os Computadores Pessoais “PC”, de plataforma Intel. Computadores mais accessíveis.
  • 57. 1999: VMware introduz a "plataforma Virtual VMware" em 08 de fevereiro de 1999. Este produto é considerado como o primeiro produto comercial para a virtualização na plataforma x86.  2003: Surge o projeto Xen. Projeto que possibilitou pesquisas para melhorar técnicas para virtualizar recursos tais como CPU, memória, discos e redes.  Microsoft liberara um dos seus primeiros produtos de virtualização, o Microsoft PC 2004, no dia 02 de dezembro de 2003.  2006: A XenSource liberou a primeira versão do XenEnterprise 3.0, um produto baseado no Xen v3.0.3.  2008: Desenvolvimento do Longhorn ou Windows Server 2008, a Microsoft iniciou o desenvolvimento da sua própria tecnologia de hypervisor, originalmente chamada Viridian e depois chamada Hyper-V 3.
  • 58.
  • 59.  Segurança: Usando máquinas virtuais, pode ser definido qual é o melhor ambiente para executar cada serviço, com diferentes requerimentos de segurança, ferramentas diferentes e o sistema operacional mais adequado para cada serviço. Além disso, cada máquina virtual é isolada das demais. Usando uma máquina virtual para cada serviço, a vulnerabilidade de um serviço não prejudica os demais.  Confiança e disponibilidade: A falha de um software não prejudica os demais serviços.  Custo: A redução de custos é possível de ser alcançada com a consolidação de pequenos servidores em outros mais poderosos. Essa redução pode variar de 29% a 64% [5].  Adaptação às diferentes cargas de trabalho: Variações na carga de trabalho podem ser tratadas facilmente. Ferramentas autônomas podem realocar recursos de uma máquina virtual para a outra.
  • 60. Balanceamento de carga: Toda a máquina virtual está encapsulada no VMM. Sendo assim é fácil trocar a máquina virtual de plataforma, a fim de aumentar o seu desempenho.  Suporte a aplicações legadas: Quando uma empresa decide migrar para um novo Sistema Operacional, é possível manter o sistema operacional antigo sendo executado em uma máquina virtual, o que reduz os custos com a migração. Vale ainda lembrar que a virtualização pode ser útil para aplicações que são executadas em hardware legado, que está sujeito a falhas e tem altos custos de manutenção. Com a virtualização desse hardware, é possível executar essas aplicações em hardwares mais novos, com custo de manutenção mais baixo e maior confiabilidade.
  • 61.
  • 62. Segurança:  Segundo Neil MacDonald, especialista de segurança da Gartner, hoje em dia, as máquinas virtuais são menos seguras que as máquinas físicas justamente por causa do VMM. Este ponto é interessante, pois se o sistema operacional hospedeiro tiver alguma vulnerabilidade, todas as máquinas virtuais que estão hospedadas nessa máquina física estão vulneráveis, já que o VMM é uma camada de software, portanto, como qualquer software, está sujeito a vulnerabilidades.
  • 63. Gerenciamento:  Os ambientes virtuais necessitam ser instanciados, monitorados, configurados e salvos. Existem produtos que fornecem essas soluções, mas esse é o campo no qual estão os maiores investimentos na área de virtualização, justamente por se tratar de um dos maiores contra-tempos na implementação da virtualização. Vale lembrar que o VMWare é a plataforma mais flexível e fácil de usar, mas ainda apresenta falhas que comprometem a segurança, assim como as demais plataformas.
  • 64. Desempenho:  Atualmente, não existem métodos consolidados para medir o desempenho de ambientes virtualizados. No entanto, a introdução de uma camada extra de software entre o sistema operacional e o hardware, o VMM ou hypervisor, gera um custo de processamento superior ao que se teria sem a virtualização. Outro ponto importante de ressaltar é que não se sabe exatamente quantas máquinas virtuais podem ser executadas por processador, sem que haja o prejuízo da qualidade de serviço.
  • 65. O fim da workstation convencional?
  • 66. O coração do Pano System é o Pano Zero Client, uma nova classe de hardware de desktop. Pano Endpoints são referidos como "Zero Clients", porque, ao contrário dos tradicionais thin clients, eles não têm CPU, memória, sistema operacional, drivers, software e partes móveis.  Eles simplesmente servem para conectar dispositivos periféricos de entrada e saída - um teclado, mouse, monitores e saída de áudio - junto com outros periféricos USB , a um desktop Windows virtualizado no seu Data Center.
  • 67.
  • 68. Virtualização cresce 80% em três anos
  • 69. Uma pesquisa com 500 executivos de TI, feita pela Associação Brasileira de e- business, apontou que serviços de virtualização cresceram 80% no Brasil em apenas 3 anos, além de ser usado por 59% dos entrevistados, em suas diversas modalidades.  A pesquisa também descobriu que 44% das empresas buscam a virtualização quando há necessidade de redução de custos com energia elétrica, espaço para armazenamento e compra de equipamentos. Porém, como em outros serviços e até em produtos, os custos da virtualização no Brasil ainda são altos demais - um dos principais motivos que levam 67% dos executivos entrevistados a pensar duas vezes antes de adotar o serviço.  O armazenamento é a vertente mais utilizada pelas empresas (65%), seguido de aplicações (6%), desktops (3%) e servidores (2%). Na outra ponta, 22% acham desnecessária a implantação da virtualização e outros 9% dizem não ter a intenção de adotar o serviço.
  • 70. http://www.gta.ufrj.br/grad/09_1/versao-final/virtualizacao/index.html  http://www.gta.ufrj.br/grad/08_1/virtual/index.html  http://www.tecmundo.com.br/web/1624-o-que-e-virtualizacao-.htm  http://olhardigital.uol.com.br/negocios/cloud-virtualizacao/noticias/brasil- virtualizacao-cresce-80-em-tres-anos  http://projetoseti.com.br/sistemas-de-informacao/redes-e- infraestrutura/historia-da-virtualizacao/  http://es.scribd.com/doc/47189969/8/HISTORICO-DA-VIRTUALIZACAO  http://www.slideshare.net/QuartaEtapa/slide-virtualizao-9589724  http://www.slideshare.net/EventosImpacta/virtualizao-4316406  http://www.slideshare.net/antoniocarlosmartinho/virtualizao-3285216
  • 72. GRUPO  Letícia Pereira Barreto 11101415  Raphael Mendes de Oliveira 11102717 4º Sem. Sistemas da Informação
  • 73. O que é o CRM ?  É um termo usado para o gerenciamento do relacionamento com o cliente ou ainda um sistema integrado de gestão com foco no cliente, que reúne vários processostarefas de uma forma organizada e integrada.  É um antigo conceito de marketing direto, agora enriquecido tecnologicamente e realmente incorporado na cúpula das organizações.  É uma estratégia de negócio voltada ao entendimento e antecipação das necessidades e potenciais de uma empresa  É principalmente cultura, pois de nada adianta um ótimo sistema se não existe uma cultura na empresa voltada para atender o cliente e obter informações úteis.  O conceito de CRM destaca a importância de captar, não de uma única vez, o maior número de informações de cada pessoa que mantém contato com sua empresa.
  • 74. História e Evolução do CRM  O CRM tem origem anos antes do início do primeiro milénio na Mesopotânea quando os agricultores começaram a manter um registro preciso das suas operações, para quem foi vendido e quanto foi vendido.  Nos anos 80 surgiu o conceito Database Marketing, que era simplesmente a criação de grupos de serviço ao cliente para falar individualmente com todos os clientes da empresa, independentemente do seu grau de importância.  As empresas começaram então a seguir as informações das bases de dados  Na década de 1990 as empresas começaram a melhorar o seu CRM, tornando esta relação em dois sentidos em vez de um como anteriormente. Não recolhiam simplesmente os dados para seu usufruto, mas também começavam a personalizar o seu serviço ao cliente e disponibilizavam incentivos para a fidelização dos mesmos com a empresa.  O CRM atual começou realmente a sério nos primeiros anos deste século. As empresas de software começaram a criar soluções mais avançadas que permitiam utilizar a informação de uma forma dinâmica para as diferentes áreas de uma empresa.
  • 75. Qual o principal objetivo de um CRM ? FIDELIZAR CLIENTES
  • 76. Como ?  Buscando a satisfação total do cliente  Antevendo as necessidades e desejos do cliente  Oferecendo produtos adequados ao cliente.
  • 77. Outros objetivos do CRM  Automação de Marketing  Automação da força de vendas  Suporte e Serviço ao Cliente  Gestão da Demanda
  • 78. Quais são as estratégias do CRM ?
  • 82. 4 - Personalizar  É necessário ter flexibilidade no negócio para poder adequar-se.  Mudar seu produto/serviço com base no feedback dos clientes  Criar um ciclo de personalização e feedback constantes  Diferenciar atendimento de acordo com “valor” do cliente  Antecipar a necessidade do cliente  Promover o encantamento do cliente  Agregar mais valor que seu concorrente
  • 83. Qual a estrutura de um CRM? Existem 3 tipos de CRM  O CRM operacional trata da automação dos processos de relacionamento.  O CRM analítico é a inteligência do processo  No CRM colaborativo são englobados todos os pontos de contato com os clientes, é onde ocorrem as interações entre eles e as empresas.
  • 85. Qual a importância do CRM para a empresa ?  A empresa interage com todos os clientes  Consegue identificar clientes potencias  Conhece os hábitos dos seus clientes, criando eventos, promoções e campanhas direcionadas  Torna o atendimento mais personalizado e consegue a fidelização do cliente.
  • 87. Vantagens  Segmentação de clientes por necessidades e interesses  Definição de potencial de mercado  o CRM permite às organizações estabelecer relações com os clientes mais lucrativas e reduzir os custos operacionais  Aumentar a produtividade assistência-agente e retenção de clientes, diminuindo ao mesmo tempo os custos da assistência, tempo de resposta e tempo de pedido-resolução.  Fidelizar clientes  Automatização de processos  Dentre muitas outras
  • 88. Desvantagens  Dificuldades para mudar a cultura atual da empresa  Dificuldades em mudar os processos de negócios existentes  Dificuldades em adaptar e atualizar os sistemas da empresa  A existência de um baixo nível de envolvimento por parte da direção e administração,o que faz com que o tempo necessário para que as decisões de mudança estratégica sejam tomadas possa ser elevado
  • 89. O que vem por ai ?  Atualmente vem obtendo espantoso crescimento e ótimos resultados tanto em grandes como em pequenas empresas e em todos os setores da economia.  Duas tendências trouxeram o conceito de volta: o crescimento da competitividade global e avanços tecnológicos  Antes: foco no produto | Agora: foco no consumidor
  • 90. Conclusão  O CRM, auxilia as empresas a criarem um histórico de todos os seus clientes, montando um perfil individual e consequentemente fazendo com que empresas e clientes tenham um relacionamento mais próximo e mais duradouro, criando-se a partir desse relacionamento uma fidelização dos clientes junto às empresas.  CRM mantém seus clientes, aumenta seu faturamento, cria novos clientes e torna sua empresa referência no mercado!
  • 91. E para você que ainda tem dúvidas .. O link abaixo contém um vídeo explicando software de CRM da Microsoft Dynamics CRM 2011 http://www.compubusiness.com.br/newsite/?id_conteudo=94
  • 92. Bibliografia  http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/crm-o-que-e-crm-e-como- funciona/34063/  http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management  http://www.mktdireto.com.br/crm.html  http://www.revista.inf.br/contabeis06/pages/artigos/cc-edic06-anoIII-art05.pdf  http://www.dataprovider.com.br/telemedicina/conquistando_e_retendo_clientes.htm  http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-que-e-crm-para-que-serve-quais- as-vantagens-e-desvantagens-softwares-etc/49166/  http://c-r-m.webnode.com/desvantagens-do-crm/  http://amigonerd.net/trabalho/39066-monografia-estrutura-de-crm-e  http://pt.grupo2sii.wikia.com/wiki/CRM  http://marcosgonsales.wordpress.com/  http://www.dgz.org.br/jun01/Art_05.htm
  • 93.
  • 94. Realizado por:  Carlos Eduardo Torres 11101445  Felipe de Sousa Marques 11104146  Joice Nazareth Pereira 11100572
  • 95.
  • 96. PC Era  1980-1990;  E-mails;  PCs;  FTP;  USENET.
  • 97.
  • 98. Web 1.0  1990 – 2000;  WWW (World Wide Web);  Conteúdo estático;  Conteúdo produzido por poucos;  Código fechado.
  • 99.
  • 100. Definição "Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva“. Tim O'Reilly
  • 101. Histórico / Características ● 2004 – O'Reilly Media e Media Live International; ● Total mudança na interação dos usuários com páginas na internet; ● Criação de diversos novos serviços; ● Usuário participa ativamente; ● Redes sociais; ● CGM – Consumer-Generated Media;
  • 102. Programação ● Beta perpétuo; ● Modularização da programação;  Web services, AJAX, etc; ● Desktops on-line; ● O software é um serviço; ● Páginas dinâmicas, interativas e com muito apelo visual; ● Cloud Computing.
  • 103. Web 2.0 para empresas  Utilização de Tecnologias  Investimento em recursos colaborativas; de relacionamento  Sites com boa navegabilidade; interpessoal (Facebook,  Ferramentas de busca YouTube, Blog, etc). efetivo;  Aumento de lucro e fatias  Intranet; de mercado (market share).  Canal eficiente de comunicação com o cliente.
  • 104. Críticas ● Termo vago e abrangente; ● Evolução natural da web; ● Não é uma nova geração de aplicativos; ● Jogada de marketing;
  • 105. Vantagens  Fácil criação de material online;  Categorização/organização de conteúdos;  Compartilhamento de conteúdo simplificado;  Utilizar o mesmo programa em vários computadores sem instalação prévia.
  • 106. Desvantagens  Uso de vários logins/perfis em sites;  Exposição / Falta de privacidade;  SPAM;  Maior tempo online;  Fácil aliciação de pessoas para roubos.
  • 107.
  • 108. Web 3.0  2010- 2020;  Web Semântica;  Organizar as tarefas;  Internet Homem x maquina;  Pode tornar tarefas como pesquisa mais simples;  Pode agir com assistente pessoal.
  • 109. Histórico  O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John Markoff, num artigo do New York Times  O termo Web Semantica surgiu em 2001, quando Tim Berners-Lee, James Hendles e Ora Lassila publicaram um artigo na revista Scientific American intitulado: “Web Semântica: um novo formato de conteúdo para a Web que tem significado para computadores vai iniciar uma revolução de novas possibilidades.”
  • 110. Críticas  A crítica mais comum é a de que Web 3.0 nada mais é do que a tentativa de incutir nos internautas um termo de fácil assimilação para definir algo que ainda nem existe.
  • 112. Web 3.0 para empresas  A Web 3.0 sempre vai procurar buscar aquilo que se encaixa com o perfil do usuário. Ajudando assim as empresas a encontrarem os clientes e aumentando suas vendas
  • 113.
  • 114. Web 4.0  2020 – 2030;  Sistemas operacionais na WEB;  Computação em Nuvens;  Maior mobilidade.
  • 115.
  • 116. Bibliografia  http://www.pletax.com/index.php/2009/02/web-10-web-20-web-30-web-40/ (Acessado 19/09/2012)  http://www.oficinadanet.com.br/artigo/840/web_3.0_2.0_1.0_o_que_isso_significa (Acessado19/09/2012)  http://thepaisano.files.wordpress.com/2008/03/webtimeline.jpg (Acessado em 24.08.2012)  http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb735306.aspx (Acessado em 28.09.2012 )  http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0 (Acessado em 05/10/2012)  http://www.unione.com.br/artigos/imprensa/193-vantagens-de-uma-empresa-20.html (Acessado em 05/10/12)  http://www.significados.com.br/market-share/ (Acessado em 05/10/12)  http://rutedanoninha.blogspot.com.br/2008/02/vantagens-e-desvantagens-da-web- 20.html (Acessado em 05/10/12)  http://www.oficinadanet.com.br/artigo/1831/web_semantica_ou_web_3.0_o_que_e_e_pa ra_que_serve (Acessado 05/10/12)
  • 117. Bibliografia  http://informatica.hsw.uol.com.br/web-semantica1.html (Acessado em 05/10/12)  http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/2006/05/17/o-que-e-a-web- semantica/ (Acessado em 05/10/12)  http://www2.dbd.pucrio.br/pergamum/tesesabertas/0024128_02_cap_ 03.pdf (05/10/12)
  • 118. E-Business Usando a tecnologia para melhorar processos
  • 119. GRUPO Bruno Renato Hélio Trindade Karoline de Sousa Tamires Andrade Thiago Lolo Sistemas de Informação – 4º Semestre 2012
  • 120. Como Vemos : “Negócios efetuados pela internet”
  • 121. Mas o que realmente é? “É uma integração de atividades empresariais organizacionais que utiliza o sistema de informação como meio de alcançar objetivos mercadológicos e comerciais.” “E-business é utilizar a tecnologia para melhorar processos.”
  • 122. E-Business X E-Commerce
  • 123. Exemplos • Contato fornecedor/consumidor. • Comércio eletrônico • Educação a distância • Marketing eletrônico • Suporte a clientes • Serviços de entretenimento
  • 124. Vantagens • Fonte de ideias para melhorar a competitividade das empresas • Fornecimento de soluções inovadoras • Permite prazos de produção mais curtos • Aumenta os canais de comercialização e distribuição • Alarga o mercado alvo e potencial da organização • Melhoria de processos • Soluções mais rápidas • Diminui custos logísticos • Reduz estoques
  • 125. Desvantagens • Necessidade de domínio das novas tecnologias e de várias ferramentas • Ambientes heterogêneos (Unix, Linux, NT, etc.) • Confiabilidade e velocidade no tratamento dos dados. • Insegurança ao nível das transações e pagamentos eletrônicos. • Cultura de mercado avessa às formas comerciais eletrônicas.
  • 126. MODELOS DE E-BUSINESS B2B, B2C, C2B, C2C
  • 127. B2B - Business to Business • São negócios realizadas entre empresas por meios eletrônicos. • Exemplos: • Um portal que representa uma companhia e mantém relações comerciais diretas com outras empresas. • Um site intermediário entre os pedidos de clientes e os fornecedores, é uma espécie de compra indireta.
  • 128. B2C - Business to Consumer • Qualquer relação entre uma empresa e seus clientes através de meios eletrônicos. • Exemplos:
  • 129. C2B - Consumer to Business • Um tipo de transação em que os consumidores definem todas as suas preferências relacionadas à intenção de consumo. • Exemplos:
  • 130. C2C - Consumer to Consumer • Esse é o tipo de transação em que um consumidor negocia bens com outros consumidores. • Exemplos:
  • 132. O Que é ? “Toda e qualquer operação que envolva a transferência de propriedade ou de direitos de utilização de bens e serviços, que é iniciado e / ou concluído até o acesso ao computador usando um dispositivo móvel mediada por redes com a ajuda de um dispositivo eletrônico.”
  • 133. As possibilidades do Mobile-Commerce O m-commerce oferece ainda possibilidades únicas em relação às demais formas de comércio eletrônico. Considerando que seus principais veículos são smartphones e tablets o comércio eletrônico pode ser feito de duas formas: sites digitados ou aplicativos a serem instalados nos aparelhos.
  • 134. “[...] Em 2011, foram vendidos 4,8 milhões de aparelhos no País, segundo dados do IDC Brasil, 84% mais do que no ano anterior. Para 2012, a empresa estima a venda de 15,4 milhões de celulares do tipo.” (31 de agosto de 2012) Mas o que as pessoas tanto fazem no celular?
  • 136.
  • 137. Vantagens e Desvantagens • Acessibilidade • Personalização • Confiabilidade • Acesso em tempo real • Recursos limitados. • Heterogeneidade dos dispositivos, sistemas operacionais e tecnologias de rede. • Dispositivos móveis são mais propensos a roubo e destruição.
  • 138. Referências: Livros: • E-Business - Estratégias para alcançar o sucesso: No mundo digital (http://books.google.com.br/) Sites: • http://www.webprofessores.com/novo/artigos/ver_artigo.php?cod_art=174 • http://dicasgratisnanet.blogspot.com.br/2012/03/site-buscape- wwwbuscapecombr.html • http://teceducsaadonfilho.blogspot.com.br/2012/03/o-que-e-b2b-b2c-c2b- c2c.html • http://www2.dbd.puc- rio.br/pergamum/tesesabertas/0024134_02_cap_01.pdf • http://www.brasilescola.com/informatica/ebusiness.htm • http://tecnologia.terra.com.br/inovacoes- tecnologicas/noticias/0,,OI6117327-EI20539,00- Alta+na+venda+de+smartphone+estimula+comercio+movel.html
  • 139.
  • 140. GRUPO GUSTAVO COLARES PEGO LUCAS PIMENTEL ROSIMERE FELIX DOS SANTOS THAÍS VIEIRA LEITE WILLIAN FERREIRA FELIX
  • 141. O QUE É? SaaS (Software as a Service), ou “Software como um Serviço”, é um modelo de distribuição de software que disponibiliza serviços oferecidos por aplicativos através do acesso pela internet.
  • 142.
  • 143. Estrutura • Aplicativos distribuidos por um serviço conectado à web (one to many) • Hospedagem em um servidor / Cloud Computing • Pagamento através de assinatura (Pay as you go/ Pay for use) ou mesmo gratuito, com retorno vindo através de propaganda
  • 144.
  • 145. Vantagens •Acessibilidade: A maior vantagem do SaaS é você poder acessar seus dados de qualquer lugar do mundo, bastando para isto ter uma conexão com internet. •Compatibilidade: O SaaS roda em qualquer plataforma e só necessita de um navegador para ser utilizado. •Backup dos seus dados: No SaaS você tem backups diários dos seus dados •Atualizações automáticas sem custos: Como o software está publicado em servidores, as atualizações são disponibizadas em um servidor para todos usuários. •Centralização das informações: Todos os dados ficam centralizados em um unico lugar e pode ser disponibizados para outros colaboradores
  • 146. Desvantagens • Segurança: Ao disponibilizar a aplicação através da Web ficará automaticamente sujeita aos mais variados tipos de ataques. A possibilidade de backups por parte dos utilizadores é um aspecto importante para minorar essas perdas. • Balanceamento dos acessos: Um dos grandes problemas do SaaS pode ser a dificuldade de acesso com o aumento de utilizadores. • Ligação internet: É sempre necessária uma ligação a internet. • Perda de controle e customização: Visto que o software é rodado pelo fornecedor , os clientes têm menos controle sobre a aplicação. As soluções de monitoramento internas são realmente mais personalizáveis que as aplicações de monitoramento SaaS. Isso pode representar problema para as grandes integrações customizadas.
  • 147. Importância para as Empresas O SaaS é uma ótima maneira para as empresas reduzirem os custos de taxas de licenciamento e manutenção de software. De acordo com uma pesquisa recente e análise realizada pelo Gartner estudo, 90% das empresas utilizam plano de SaaS, quer manter o seu nível atual de uso ou uso aumento no futuro próximo. Enquanto há sentimentos mistos em relação ao custo-efetividade de SaaS, as empresas e, especialmente, os executivos estão reconhecendo a importância de determinar se os aplicativos on-line são um ajuste certo. SaaS fornece as mais recentes versões do software, sem a necessidade de atualização por parte do usuário. Trabalhando em conjunto com a computação em nuvem, SaaS é um investimento potencialmente gratificante.
  • 148. O que vem por aí • O modelo continuará se disseminando e passará a ser dominante no mercado. • As empresa s passarão a utilizar esse serviço no dia a dia para visualização de relatórios corporativos, podendo acessá-los a qualquer momento estando conectado com a Internet, redes de ensino podem divulgar materiais, apresentações para os alunos. • Redução de custo devido à terceirização de alguns serviços de TI da empresa contratante para o fornecedor SaaS.
  • 149. HISTÓRICO E EVOLUÇÃO EXPLORADORES CONSTRUÇÃO VS. COMPRA * RECURSOS INTERNOS ATRELADOS A PROJETOS SEM NÚCLEO OU SEM GERAÇÃO DE RECEITA * ALTO POTENCIAL PARA OPORTUNIDADE E FLUÊNCIA DE CUSTO * SEM COMPROMETIMENTO PARA DESENVOLVIMENTO CONTÍNUO OU R&D * SEM ROI IMEDIATO OU SUSTENTADO
  • 150. HISTÓRICO E EVOLUÇÃO EARLY ADOPTERS INSTALAÇÃO TRADICIONAL E IMPLANTAR * GRANDE INVESTIMENTO DE CAPITAL * IMPLANTAÇÃO LONGA * RECURSO INTENSIVO * ROI INICIAL E CONTÍNUO PROVOU SER UM DESAFIO * FALTA DE INTEGRAÇÃO ATRAVÉS DE PARCEIROS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
  • 151. HISTÓRICO E EVOLUÇÃO SAAS ADOPTERS SOFTWARE COMO SERVIÇO * INVESTIMENTO DE CAPITAL MÍNIMO * IMPLANTAÇÃO MAIS RÁPIDA * REQUER RECURSOS DE NEGÓCIOS E TI, MAS MENOS INTENSIVOS * ROI INICIAL FÁCIL DE DEMONSTRAR * VISIBILIDADE AUMENTADA E INTEGRAÇÃO ESTREITA DE PARCEIROS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS ATRAVÉS DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM * RECURSOS PRECIOSOS AINDA FOCADOS EM OPERAÇÃO TÁTICA DE PROJETOS ESTRATÉGICOS VS. TMS * COMUNIDADE DE "SHIPPER" E "CARRIER" EMERGENTE (VIA NUVEM) * LONGO PRAZO ROI E TOTAL UTILIZAÇÃO DE CAPACIDADES TMS AINDA QUESTIONÁVEL
  • 152. HISTÓRICO E EVOLUÇÃO MELHORES PRÁTICAS PROFISSIONAIS SOFTWARE MAIS SERVIÇOS * INVESTIMENTO INICIAL NULO OU BAIXO * IMPLEMENTAÇÃO NÃO DISRUPTIVA E FÁCIL * AINDA MENOS RECURSOS INTENSIVOS * VISIBILIDADE AUMENTADA E INTEGRAÇÃO ESTREITA DE PARCEIROS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS ATRAVÉS DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM * FORTE ROI IMEDIATO E DOCUMENTADO * RECURSOS PRECIOSOS MUDAM DE PROJETOS TÁTICOS PARA ESTRATÉGICOS * CRIAÇÃO DE THINK TANKS VIRTUAIS * LONGO PRAZO ROI, ECONOMIAS MANTIDAS
  • 154. E R P
  • 155. GRUPO CHRISTOPHER SCOTINI ROZÁRIO EDER WATANABE ROCHA NICOLE MITIE INOUYE THIAGO SILVA DE JESUS VINICIUS SERAFIM PEREIRA DA SILVA
  • 156. E.R.P.  Visão Geral  De onde vem o ERP?  Aplicabilidade  Por que utilizar?  Pontos Negativos  Erros Comuns  Previsões
  • 157. Visão Geral  Sistema de gestão  Sistema modulado capaz de integrar diversas partes de uma empresa  Cliente/Servidor  Alto custo
  • 158. Visão Geral Financeiro Estoque Fábrica E.R.P. CRM R.H.
  • 159. E.R.P.  Visão Geral  De onde vem o ERP?  Aplicabilidade  Por que utilizar?  Pontos Negativos  Erros Comuns  Previsões
  • 160. De onde vem o ERP  Sistemas MRP  Sistemas MRPII  Surgimento do ERP
  • 161. E.R.P.  Visão Geral  De onde vem o ERP?  Aplicabilidade  Por que utilizar?  Pontos Negativos  Erros Comuns  Previsões
  • 162. Aplicabilidade  Geralmente empresas de médio/grande porte  O ERP resolve problemas localizados?  Qual a vantagem de utilizar ERP de uma forma global na empresa?  Como implantar?
  • 163. E.R.P.  Visão Geral  De onde vem o ERP?  Aplicabilidade  Por que utilizar?  Pontos Negativos  Erros Comuns  Previsões
  • 164. Por que utilizar ERP?  Centralizador de informações  Trabalhando com just-in-time  Fluxo de dados  Alinhamento de processos (BPM? Não)
  • 165. E.R.P.  Visão Geral  De onde vem o ERP?  Aplicabilidade  Por que utilizar?  Pontos Negativos  Erros Comuns  Previsões
  • 166. Pontos negativos  Alto custo(O investimento vale a pena?)  Esforço/Tempo exigido para sua implantação  Tempo de retorno  Dependência do fornecedor  Problemas sociais
  • 167. E.R.P.  Visão Geral  De onde vem o ERP?  Aplicabilidade  Por que utilizar?  Pontos Negativos  Erros Comuns  Previsões
  • 168. Erros Comuns Gerência Escopo de Projetos Planejamento Processos Críticos Envolvimento Testes Do Pessoal
  • 169. E.R.P.  Visão Geral  De onde vem o ERP?  Aplicabilidade  Por que utilizar?  Pontos Negativos  Erros Comuns  Previsões
  • 170. Previsões Customer 1 Customer 2 E.R.P OWNER Customer 3 Customer N
  • 171. Referências • http://www.prodel.com.br/ERP.htm • https://sites.google.com/site/sistemadegestaointegradaerp/a-evolucao- do-erp • http://computerworld.uol.com.br/negocios/2010/12/03/erp-em-2011-as- 10-tendencias-mais-importantes-do-ano/ • http://www.rgm.com.br/blogrgm/?p=550 • http://www.starsoft.com.br/noticia-detalhes.aspx?id=107 • http://0fx66.com/blog/sistemas/sistemas-erp/ •http://www.ead.fea.usp.br
  • 172. FERRAMENTAS PARA GESTÃO DO CONHECIMENTO (KNOWLEDGE MANAGEMENT) Seminário de Teoria dos Sistemas da Informação
  • 173. 4o Semestre de Sistemas da Informação Daiane Sena – 11100408 João Guilherme – 11104120 Leônidas do Nascimento – 111101904 Rodolpho Maziero – 11106485
  • 174. O que é Gestão do Conhecimento (Knowledge Management)? O que é um Sistema de Gestão do Conhecimento (Knowledge Management System - KMS)?
  • 175. O que é Gestão do Conhecimento (Knowledge Management)? O que é um Sistema de Gestão do Conhecimento (Knowledge Management System - KMS)?
  • 176. O que é Gestão do Conhecimento (Knowledge Management)? O que é um Sistema de Gestão do Conhecimento (Knowledge Management System - KMS)?
  • 177. A IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO DO CONHECIMENTO EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
  • 178. A Proposta Benefícios Software sugerido para Gestão do Conhecimento
  • 179. A Proposta Benefícios Software sugerido para Gestão do Conhecimento
  • 180. A Proposta Benefícios Software sugerido para Gestão do Conhecimento
  • 181. Benefícios - Transforma a instituição num ambiente mais agradável e confiante para s e trabalhar; - Descentraliza as tarefas e o conhecimento; - Permite a rotatividade entre diversas áreas da instituição; - Melhora a visão interna dos processos executados; - Melhora a organização dos processos existentes; - Viabiliza a localização de pontos de melhorias (estimula a criatividade); - Viabiliza a analise de novos investimentos em infra estrutura (médio prazo); - Reduz os gastos com o treinamento, salas não utilizáveis e máquinas paradas; - Melhor a visão externa; - Atraí mais alunos e parcerias (aumento substancial da receita); - Aumenta a competitividade em relação a outras instituições;
  • 182. A Proposta Benefícios Software sugerido para Gestão do Conhecimento
  • 183. Fundada em 1996, a Ciatech evoluiu de uma empresa de soluções digitais para uma companhia especializada em soluções b2b para o treinamento e desenvolvimento corporativo à distância (Corporate Learning System). Nossa atuação contempla o desenvolvimento de cursos e-learning sob medida (softwares personalizados), conteúdos de catálogo, plataforma LMS e Redes Sociais Corporativas. Fábrica de Conhecimentos A solução de Fábrica de Conteúdos é destinada a um modelo de projeto focado em grandes demandas, com entregas as vezes superiores a dez cursos por mês.
  • 184. Software sugerido para Gestão do Conhecimento
  • 185. UMA APLICAÇÃO DO GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO NA VIDA REAL
  • 186.
  • 187. Bibliografia [Ciatech – Atena ALMS] http://www.ciatech.com.br/plataforma-lms-atena/ [Dado, Informação e Conhecimento] http://www.youtube.com/watch?v=4MwxXtOMEFY&feature=relmfu [Tipos de Conhecimento - Tácito e Explicito] http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=bWHonmRAS6M [Gestão do Conhecimento] http://www.youtube.com/watch?v=4uewCxZsdmY&feature=relmfu
  • 188.
  • 189. GRUPO ALYNE SALGADO ALVES DENIS ROBERTO MENDES MELO FELIPE BORGES DE ALMEIDA PEREIRA RAPHAEL DA SILVA GUIMARÃES THIAGO PORTO DA SILVA
  • 190.
  • 191.
  • 192.
  • 193.
  • 194.
  • 195.
  • 196.
  • 197. SCM Supply Chain Management SINA4 Alessandro Felipe de Sousa
  • 198. GRUPO • ALESSANDRO JULIAN MANJON MAZOCA • FELIPE DE SOUSA FERNANDES
  • 199. O que é SCM? Chama-se SCM (Supply Chain Management, ou em português GCS, gestão da cadeia de suprimentos) trata-se dos metodos de gerenciamento de controle de logística; Resumindamente; É o caminho que um produto percorre desde a sua fabricação até o consumo, passando pelos distribuidores e revendedores. O SCM vem para que este caminho seja percorrido de uma maneira mais rápida e com menor custo.
  • 200. O que é SCM?
  • 201. Vídeo
  • 202. Importância nas empresas As empresas que fazem uso do Supply Chain bem aplicado, conseguem alcançar os seguintes pontos; • Redução de custos em logística e armazenagem • Ampliação dos lucros; • Melhoria na cadeia dos ciclos de fornecimento • Melhoria no relacionamento com clientes e fornecedores Trata-se de obter o produto certo, na hora certa, na quantidade certa e com o menor estoque possível;
  • 203. T.I aplicado a SCM Abaixo alguns sistemas corporativos que auxiliam na administração do SCM; *o SCM tem como base a automatização dos processos, visando a agilidade e a resposta rápida de seus fornecedores • Pipeline www.gopipeline.com • ERP’s (MicrosigaSAP, entre outros) www.totvs.com.br - www.sap.com • Palisade (análise de estoque) www.palisade.com.br • Oracle ERP www.oracle.comsolutions
  • 204. Evolução Histórica ? - O conceito SCM surgiu durante a Revolução Industrial, em 1880. - Nessa época, o Arsenal de Veneza, de longa tradição na construção de navios, apresentou o primeiro sistema completo de controle de produção. - A partir dos anos 70, os consumidores se tornaram mais exigentes, obrigando as empresas a darem respostas rápidas a questões básicas, como reduzir o custo dos produtos ou oferecer atendimento rápido com qualidade. - A evolução tecnológica provocou mudanças drásticas nos padrões de mercado, com isso as empresas se viram obrigadas a conter gastos e ao mesmo tempo acompanhar o desenvolvimento da TI. Assim a gestão das cadeias de suprimentos passou a ser fator determinante na vida das organizações.
  • 206. O que vem por aí... • A demanda por Supply Chain, de acordo com o instituto de pesquisas norte-americano, continua bastante concentrada no segmento de manufatura, porém já se vêem perspectivas de aumento substancial na adoção pelo varejo. Projetos modulares, financeiramente justificáveis, com prazos de implementação e orçamentos planejados, serão a tônica dos empreendimentos dos usuários. • E-commerce, colaboração entre funcionários, integração de aplicações, gerenciamento do conhecimento, segurança, ganhos de eficiência operacional e extração de informações relevantes a partir de massas de dados armazenados serão importantes agentes aceleradores dos projetos de Supply Chain.
  • 207. O que vem por aí... • O que vai tornar mais atraente o mundo do Supply Chain serão as soluções que permitirem melhor integração e mais colaboração. Práticas que possibilitem às empresas estabelecer um processo colaborativo com outros componentes da cadeia de suprimento. • A mobilidade, aliada aos diferentes dispositivos que ajudam a trabalhar melhor em um processo colaborativo (como os sistemas de radiofrequência) , também será de fundamental importância no avanço do gerenciamento integrado da cadeia de suprimentos.
  • 208. Resultados do SCM ? • Satisfação do cliente • Redução de custos • Aumento da lucratividade • Melhoria da colaboração com fornecedores e clientes • Controle de estoque • Redução de fornecedores • Compartilhamentos de informações • Soluções coletivas para os problemas
  • 209. Estrutura do SCM ? • Harrison e Hoek, propoem uma estrutura dividida em 6 etapas para atingir esta forma eficaz de se gerenciar uma cadeia de suprimentos: • 1) Desenvolver uma estratégia para a cadeia de suprimentos • 2) Coletar informações sobre a cadeia de suprimentos • 3) Desenvolver parcerias e alianças eficazes na cadeia de suprimentos
  • 210. Estrutura do SCM ? • 4) Fazer um piloto de novas soluções para a cadeia de suprimentos • 5) Organizar-se para o melhor desempenho da cadeia de suprimentos • 6) Desenvolver um sistema de medição do desempenho da cadeia de suprimentos
  • 211. Vantagens e Desvantagens • Vantagens: • Redução de custo • Entrega no prazo • Redução de estoque • Desvantagens: • Um SCM mal organizado pode fazer com que setores sejam sobrecarregados e com isso atrasa os processos da empresa, desde o pedido do cliente até o prazo de entrega.
  • 216. Bibliografia • www.supplychainonline.com.br/ • http://cadeiasupplychain.blogspot.com.br/ • http://www.simpep.feb.unesp.br/anais/anais_13/artigos/1039.pdf • ftp://ftp.usjt.br/pub/revint/97_37.pdf • http://www.novomilenio.br/cursos/Artigos/Gestão%20da%20Cadeia%20de%20Sup rimentos%20na%20Industria%20da%20Construção%20Civil.pdf • http://www.slideshare.net/fcitolin/04-cadeia-de-suprimentos • http://www.axiaconsulting.com.br/down/Pesquisa-SCM.pdf • http://www.ilos.com.br/web/index.php?option=com_content&task=view&id=1003 &Itemid=74&lang=us
  • 217. Governo Digital para Todos Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação
  • 218. GRUPO: Douglas Gomes Ferrari Raphael Gomes Nishimura Vinicius Marani http://www.governoeletronico.gov.br
  • 219. Estrutura Organizacional Comitês Técnicos 1. Inclusão Digital 2. Gestão de Sítios e Serviços Online 3. Integração de Sistemas 4. Sistemas Legados e Licenças 5. Infra-Estrutura de Rede 6. Governo para Governo 7. Implementação do Software Livre 8. Gestão de Conhecimento e Informação Estratégica
  • 220. Diretrizes de Governo Eletrônico  Promoção da cidadania como prioridade  Indissociabilidade entre inclusão digital e o governo eletrônico  Utilização do software livre como recurso estratégico  Gestão do Conhecimento como instrumento estratégico de articulação e gestão das políticas públicas  Racionalização dos recursos  Adoção de políticas, normas e padrões comuns  Integração com outros níveis de governo e com os demais poderes
  • 221. Componentes Estratégicos Programa Nacional de Programa Brasileiro de Governo Eletrônico Inclusão Digital (e-serviços) e-PING – Padrões de Interoperabilidade
  • 222. e – PING Definição Arquitetura que define um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização de TIC no Governo Federal, estabelecendo as condições de interação com os demais poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral.
  • 223. e – PING Segmentação Interconexão Segurança Meios de acesso Organização e intercâmbio de informações Assuntos para integração de governo
  • 224. Programa Brasileiro de Inclusão Digital Ampliar o acesso às TIC entre as classes C, DeE Integrar e coordenar as ações de inclusão digital Induzir e fomentar a criação de espaços públicos de acesso comunitário por governos municipais, estaduais, iniciativa privada e sociedade civil Estimular política pública de inclusão digital
  • 225. Programa Brasileiro de Inclusão Digital Dimensões Prioritárias  Projeto PC Conectado  Projeto Casa Brasil  Escolas Conectadas  Infra-estrutura Nacional de Inclusão Digital
  • 226. Programa Brasileiro de Inclusão Digital Projeto PC Conectado Tem por objetivo promover a inclusão digital dos domicílios de menor renda e micro empresas.  Facilitar a compra de um computador através da oferta de preços e condições de financiamento especiais  Disponibilizar o acesso à Internet a baixo custo
  • 227. Programa Brasileiro de Inclusão Digital Projeto PC Conectado - Benefícios Infra-estrutura Conteúdo  Baixo custo com garantia  Acesso à informação geral e  Financiamento com condições dados sobre o governo especiais  Acesso aos meios eletrônicos  Treinamento para uso (como declaração de IRPF) Conectividade  Baixo custo de conectividade  Instalação de acesso  Suporte técnico
  • 228. Programa Brasileiro de Inclusão Digital Projeto Casa Brasil  Disseminar espaços de convergência de programas e serviços governamentais voltados para a inclusão digital  Locais de interação social e de desenvolvimento de atividades comunitárias geridos com autonomia pelas comunidades beneficiadas  Metas: implantação de 1 mil unidades até junho de 2005 e de 6 mil até 2007  Espaço virtual para produção e circulação de informações constituindo-se em rede integradora das Casas Brasil
  • 229. Programa Brasileiro de Inclusão Digital Projeto Casa Brasil Virtual  Criar um Portal de apoio às iniciativas de inclusão digital, especialmente as Casas Brasil e outros telecentros  Espaço virtual para produção e circulação de informações constituindo-se em rede integradora das iniciativas de inclusão digital
  • 230. Programa Brasileiro de Inclusão Digital Infra-estrutura Nacional de Inclusão Digital Prover uma infra-estrutura de comunicação de voz, dados e imagem com capilaridade superior a existente, com a qualidade necessária, o menor custo possível e com grau de segurança adequado, para toda a Administração Pública Federal de forma a suportar as demandas de serviços dos projetos de Governo Eletrônico.
  • 231. Programa Brasileiro de Inclusão Digital Infra-estrutura Nacional de Inclusão Digital Benefícios:  Disponibilização de serviços de dados, voz e imagem  Economia com custos de telecomunicações  Segurança das Informações do Governo Federal  Alta velocidade e alta performance para as aplicações de Governo Eletrônico  Possibilidade de implantação em etapas
  • 232. Programa Nacional de Governo Eletrônico Diretrizes Estratégicas:  Implantar de forma unificada serviços por meios eletrônicos no governo federal;  Integrar outros níveis de governo na prestação de serviços;  Desenvolver e-serviços orientado por eventos da vida de cidadãos e demais setores sociais;
  • 233. Programa Nacional de Governo Eletrônico Diretrizes Estratégicas:  Definir e Implantar padrões de usabilidade e acessibilidade para e-Serviços  Definir canais de entrega para o conjunto da população;  Avaliar e Monitorar a evolução de e-serviços em âmbito nacional a partir de melhores práticas;
  • 234. Programa Nacional de Governo Eletrônico Ações Estratégicas:  Estabelecer um Portifólio de e-Serviços relacionadas a Direitos e Obrigações que incremente a prestação de serviços por meio eletrônicos, o controle social e a participação popular;  Agenda de Serviços Interoperáveis para cidadãos, empresas integrando governos locais, estaduais e governo federal
  • 235. Programa Nacional de Governo Eletrônico Agenda de Serviços Interoperáveis: 1. Social Identificação única dos cidadãos 2. Saúde, Higiene e Nutrição Identificação Usuário SUS, Acesso a Serviços de Saúde, Acesso a Informações Clínicas 3. Segurança Pública Infoseg (GT em andamento) 4. Educação (ainda não apontados pelo MEC) 5. Administração e Gestão (Compras Otimização da Compra de Medicamentos Governamentais) (Compras integradas entre as esferas) 6. Economia e Finanças (Prestação de Contas) Sistema de Transferência de Recursos Públicos via Convênio 7. Desenvolvimento Econômico Abertura e registro de empresas
  • 236. Programa Nacional de Governo Eletrônico Ações Estratégicas: Consolidar um Plano Nacional para a implantação de Serviços de Governo Eletrônico (período 2004-2006)  Implantar análise de Melhores Práticas de Governo Eletrônico em âmbito nacional com indicadores públicos de qualidade
  • 237. Governo Eletrônico entre Países Agenda:  Identificar áreas de atuação transfronteiras (Serviços): segurança pública, importação e exportação, licitações públicas e outros;  Construir Padrões de Interoperabilidade Transfronteiriços;  Desenvolver estandares de Governo Eletrônico que permitam a interação de serviços entre países.
  • 238. Governo Eletrônico entre Países Contexto:  Atuar em consonância com a visão estratégica de fortalecer a América Latina e Caribe no contexto internacional;  Fomentar o desenvolvimento econômico na América Latina na área de Tecnologia da Informação e Comunicação, com cada país destacando a sua potencialidade específica.