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Artigo cloud computing pdf

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O objetivo deste artigo é conceder uma abordagem que define a tecnologia Cloud Computing (Computação na Nuvem), observada as dimensões onde é aplicada, níveis de abstração e visão organizacional da nuvem como ferramenta estratégica de negócios. Foi realizado um estudo teórico referente ao cloud computing que destaca seus principais serviços e características, como podem ser utilizados e em quais situações sua aplicabilidade dentro das organizações pode trazer benefícios através da otimização de tempo e recursos, agilidade e elasticidade, e também quando o uso desses serviços pode ser uma desvantagem. A metodologia aplicada no presente trabalho utilizou-se de bibliografias em artigos internacionais e nacionais, livros e pesquisas em bases científicas da Internet. Após análise observou-se que o cloud computing tem tudo para tornar-se uma ferramenta estratégica valiosa para as organizações. Pode-se concluir que sua aplicabilidade não se restringe somente à questão tecnológica, mas que também atua no core business (ponto forte de uma empresa), fazendo parte do planejamento estratégico e na tomada de decisão em investimentos e mudanças.

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  1. 1. FACULDADES INTEGRADAS TERESA D´ÁVILA CLOUD COMPUTING: uma visão organizacional Nayara Marques Carneiro Teixeira 1 nayara.marques@gmail.com Prof. Me. André Alves Prado 2 prado@debiq.eel.usp.br Resumo O objetivo deste artigo é conceder uma abordagem que define a tecnologia Cloud Computing (Computação na Nuvem), observada as dimensões onde é aplicada, níveis de abstração e visão organizacional da nuvem como ferramenta estratégica de negócios. Foi realizado um estudo teórico referente ao cloud computing que destaca seus principais serviços e características, como podem ser utilizados e em quais situações sua aplicabilidade dentro das organizações pode trazer benefícios através da otimização de tempo e recursos, agilidade e elasticidade, e também quando o uso desses serviços pode ser uma desvantagem. A metodologia aplicada no presente trabalho utilizou-se de bibliografias em artigos internacionais e nacionais, livros e pesquisas em bases científicas da Internet. Após análise observou-se que o cloud computing tem tudo para tornar-se uma ferramenta estratégica valiosa para as organizações. Pode-se concluir que sua aplicabilidade não se restringe somente à questão tecnológica, mas que também atua no core business (ponto forte de uma empresa), fazendo parte do planejamento estratégico e na tomada de decisão em investimentos e mudanças. Palavras-chave: Computação na Nuvem; Tecnologia da Informação; Gestão Estratégica 1 Graduada do Curso de Administração de Empresas Gestão Estratégica Empresarial das Faculdades Integradas Teresa D’Ávila – FATEA. 2 Mestre em Educação com Menção em Gestão Educativa pela Universidad Politécnica Salesiana Ecuador. Docente Graduação e Pós-Graduação FATEA / Extensão Universitária EEL USP.
  2. 2. Abstract The aim of this article was an approach that defines cloud computing technology, noting the dimensions in which it operates, the levels of abstraction and the cloud's organizational vision as a strategic tool for business. A theoretical study has been carried out about the cloud that highlights its main features and services, how they can be used and in which situations their applicability within the organizations can bring benefits, by optimizing time and resources, flexibility and elasticity, and also when the use of services can be a disadvantage. The methodology applied in this study used the bibliographies of international articles, national books and scientific research on the Internet. After analysis it was observed that the cloud has everything to become a valuable strategic tool for organizations. It can be concluded that its applicability is not restricted only to the technological issue, but also acts on the core business (strength of a company) as part of a strategic planning and decision making in investment and changes. Keywords: Cloud Computing; Strategic Management; Information Technology
  3. 3. INTRODUÇÃO Cloud Computing (Computação na Nuvem) é um conceito que consiste em combinar diversas tecnologias existentes para criar uma solução completa de TI (Tecnologia da Informação), é bastante amplo e envolve tanto entidades quanto usuários domésticos. A ideia básica da computação na nuvem inicia-se com três dimensões: IaaS (Infrastructure as a Service), PaaS (Platform as a Service) e SaaS (Software as a Service). Primeiramente, IaaS trata de recursos de hardware, ou seja, equipamentos necessários para o funcionamento de uma infraestrutura de TI, só que diferente da estrutura padrão são adquiridos somente conforme a necessidade. Já PaaS envolve premissas que dizem respeito a desenvolvimento e gerenciamento de aplicativos, e por último, SaaS que fornece softwares para uso diretamente de um ambiente web, sem a necessidade de instalá-los no computador. Todas estas dimensões podem ser hospedadas e utilizadas diretamente de uma nuvem pública, que é fornecida por provedores terceirizados, tendo como característica principal o acesso público para usuários na internet, em uma nuvem privada, que é construída dentro da entidade, caracterizando-se pelo ambiente exclusivo e hardware interno. Ou em uma nuvem híbrida que envolve os dois conceitos citados. Com a crescente implantação de tecnologia da informação nas organizações, vários temas estão surgindo e novas combinações dessa estrutura que prometem redução de custos, agilidade e outros benefícios. A problemática tratada é: Quais serão os impactos positivos e negativos do cloud computing para o negócio e para a TI das empresas com a adição dessa nova infraestrutura? Este artigo terá seu foco no uso desta tecnologia como solução para as empresas, para que através dela as organizações possam focar seus objetivos nos negócios, sem dispender de tempo e recursos de capital nas estruturas de TI e contribuir para o crescimento e desenvolvimento da organização. Com a exigência atual em excelência, qualidade e agilidade esse é o momento para investir em recursos tecnológicos que possam agregar valor ao negócio, pois as constantes mudanças exigem atualizações, ferramentas e estratégias adequadas para que possam se manter competitivas no mercado.
  4. 4. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 Dimensões de Cloud Computing Para facilitar o entendimento de cloud computing torna-se necessário formalizar alguns conceitos relacionados diretamente ou indiretamente a computação em nuvem. Uma nuvem deve ser vista por dimensões, sendo a primeira pelo seu nível de abstração, que compreende: IaaS (Infrastructure as a Service), PaaS (Platform as a Service) e SaaS (Software as a Service), como pode ser visto na Figura 1: Figura 1 – Nível de abstração Fonte: Leighton (2009, p.1). (Adaptado pelos autores, 2011) E também pelo modo como os serviços podem ser entregues: nuvens públicas, privadas e híbridas. 2.1.1 IaaS (Infrastructure as a Service)
  5. 5. Para Leighton (2009), IaaS (Infrastructure as a Service) descreve a categoria de ofertas de cloud computing que coloca a disposição dos usuários os recursos básicos de informática – armazenamento, espaço em disco, servidores, equipamentos de rede – como serviços on-demand 1 . (tradução nossa) Kepes (2011) cita algumas características predominantes de IaaS, como: (tradução nossa)  recursos são distribuídos como serviço;  permite escalabilidade 2 dinâmica e elástica, ou seja, paga-se mais durante os picos e o custo volta ao normal assim que estes passam;  tem um custo variável;  geralmente inclui multiusuários em um único hardware;  maior adoção entre pequenos e médios provedores independentes (que oferecem serviços de hospedagem, entre outros) e empresas que não possuem capital para investir em infraestrutura. IaaS (Infrastructure as a Service) pode ser utilizado em várias situações que estão intimamente ligadas com os benefícios que cloud computing traz, tais como:  quando a demanda é muito volátil - há picos em termos de necessidade de mais infraestrutura, como exemplifica a Figura 2; Figura 2 – Pico ocasional de demanda Fonte: Virtualization (2011). (Adaptado pelos autores, 2011) 1 On-demand refere-se à habilidade da nuvem de consumir mais recursos automaticamente conforme a necessidade de crescimento; isso acontece sem a participação do desenvolvedor. (comentários do autor) 2 Escalabilidade é a habilidade de um aplicativo de computador ou produto (hardware ou software) de manter suas características quando ele (ou seu contexto) muda de tamanho ou volume para suprir as necessidades de um usuário. (WHATIS, 2003, p.753)
  6. 6.  para novas organizações que não tem capital para investir em hardware;  a organização está crescendo rapidamente e escalonar hardware seria problemático;  onde há pressão na organização para limitar dispêndio de capital e mover despesas operacionais;  para linha específica de negócio, projeto ou necessidades infraestruturais temporárias. (KEPES, 2011) (tradução nossa) Babcock (2010) apud NSK (2010) diz que servidores próprios demandam mais tempo para manutenção. Se configurações de hardware ou software precisam ser alteradas, ou se o servidor cai ou precisa ser reiniciado, o processo pode levar horas ou dias dependendo da situação. Em cloud, que utiliza muito o recurso de virtualização 3 , reconfigurar toma apenas minutos. E também, como os servidores são hospedados na nuvem, se um servidor cair, outro pode ser instantaneamente ativado, reduzindo drasticamente as falhas por queda. O nome desse recurso é conhecido por high availability (alta disponibilidade). (tradução nossa) Apesar das várias vantagens de IaaS (Infrastructure as a Service) há situações onde suas limitações podem ser problemáticas e deve-se ter precaução:  quando o cumprimento de regulamentação torna o offshoring outsourcing 4 de armazenamento de dados e processamento difícil;  quando requerem-se níveis mais altos de desempenho, e on-premise 5 ou a infraestrutura dedicada de armazenamento já supre as necessidades da organização. (KEPES, 2011)  Os dados em cloud tem que existir em servidores físicos em algum lugar no mundo, e é exatamente esta localização que deve ser analisada com 3 Virtualização é a capacidade de criar instâncias de sistemas operacionais virtualmente (máquinas virtuais), ou seja, com pelo menos uma única máquina podemos ter vários sistemas operacionais rodando ao mesmo tempo, simulando vários servidores. (DIAS, 2009) 4 Offshore outsourcing refere-se à migração dos serviços para um fornecedor fora do país. A ideia é buscar as melhores condições de prestação de serviços, independente da localização do fornecedor. (SILVÉRIO, 2009) 5 On-premise é o termo usado para se referir a soluções de TI que são desenvolvidas internamente nas empresas. As organizações absorvem os custos totais de aquisição, instalação, manutenção e atualização da infraestrutura necessária para executar aplicações. (SILANIS, 2008) (tradução nossa)
  7. 7. cuidado, pois a segurança em privacidade e armazenamento de dados depende, na maior parte, das leis dos países de origem. (KYNETIX, 2009) (tradução nossa) Um exemplo de provedor de armazenamento de IaaS é o Amazon S3, que oferece uma interface simples de serviços web que podem ser usados para armazenar e recuperar dados, a qualquer hora e de qualquer lugar. Utiliza a mesma infraestrutura que a Amazon usa para armazenar sua rede e websites. O serviço tem como objetivo maximizar as vantagens de escala e passar esses benefícios para os desenvolvedores. (AMAZON, 2011) (tradução nossa) 2.1.2 PaaS (Platform as a Service) Para Leighton (2009), uma categoria em rápido crescimento entre as ofertas de cloud computing é PaaS (Platform as a Service), que permite um fácil desenvolvimento e criação de aplicações para web sem necessidade de gerir uma estrutura subjacente, em contrapartida de oferecer uma menor flexibilidade e uma dependência potencialmente maior de provedores que IaaS. (tradução nossa) Já Kepes (2011) cita algumas características básicas de PaaS, como:  serviços para desenvolver, testar, distribuir, hospedar e manter aplicativos no mesmo ambiente de desenvolvimento integrado. Todas as variedades de serviço precisam cumprir o processo de desenvolvimento de aplicação;  arquitetura multi-tenant, onde múltiplos usuários compartilham e utilizam simultaneamente a mesma aplicação com segurança e de forma independente;  projetado e desenvolvido para ser escalável, incluindo load balancing 6 e failover 7 , novamente apresentando alta disponibilidade;  algumas soluções de PaaS incluem planejamento de projeto e ferramentas de comunicação. 6 Load balancing (balanceamento de carga) é a divisão da quantidade de tarefas a serem executadas entre dois ou mais computadores para que todos os usuários sejam atendidos mais rapidamente. Esse equilíbrio pode ser implementado via hardware, software ou uma combinação de ambos. (WHATIS, 2003, p.498) 7 Failover é um modo de operação de segurança no qual as funções dos componentes de um sistema (processador, servidor, rede, banco de dados e outros) são assumidas por componentes de sistemas secundários quando o primário se torna indisponível devido a falhas ou tempo de pausa. (WHATIS, 2003, p.317)
  8. 8. PaaS é útil em situações onde múltiplos desenvolvedores estarão trabalhando em um projeto de desenvolvimento ou onde outros eventos externos precisam interagir com o processo de desenvolvimento. (KEPES, 2011) (tradução nossa) Um exemplo de desenvolvimento em equipe é a oferta de PaaS que a Salesforce (empresa do CRM, Customer Relationship Management) oferta. Removendo os itens que são característicos da aplicação de CRM e adicionando ferramentas de configuração, ela oferece aos clientes a capacidade de construir suas próprias aplicações de negócios. Esses aplicativos podem acessar bancos de dados, tem interface para múltiplos usuários e pode ser construído e implantado rapidamente. (BPC, 2011) (tradução nossa) Kepes (2011) disse que há certas situações onde PaaS pode não ser ideal, exemplos incluem:  quando uma aplicação precisa de alta mobilidade no que diz respeito onde ela estará hospedada. Há sérios problemas em relação à portabilidade, as estruturas não são homogêneas;  quando a linguagem nativa possa interferir no processo de implementação e em futuras migrações para outro provedor – quando os interesses de quem vende a solução são colocadas em jogo;  quando o desempenho da aplicação requer uma personalização do hardware ou software que vá além do básico provido. (tradução nossa) Quanto à segurança, segundo Coetzee e Ludwig (2010), deve-se checar se a confidencialidade e integridade dos dados armazenados na nuvem são fornecidos por criptografia e senha de segurança, garantindo que somente usuários autorizados tenham acesso aos dados, principalmente tratando-se de ambientes de desenvolvimento de projetos, que muitas vezes são sigilosos. (tradução nossa) Um exemplo de PaaS (Platform as a Service) é o Google App Engine, que permite que aplicativos da web sejam executados na infraestrutura do Google. Segundo informações do Google (2011), os aplicativos são fáceis de criar, manter e escalar à medida que o tráfego e armazenamento de dados precisa crescer. Então não há necessidade de manter servidores, o usuário apenas envia o aplicativo e ele está pronto para atender a quem for utilizar. 2.1.3 SaaS (Software as a Service)
  9. 9. Para Leighton (2009), a categoria de SaaS (Software as a Service) permite desenvolver, gerir e entregar aplicações completas para o usuário final na web. SaaS elimina os custos de desenvolvimento e tempo de espera, proporcionando às organizações a capacidade de levar os serviços ao mercado com rapidez e liberando a dependência dos ciclos internos de TI. A velocidade e facilidade com que se pode adquirir e consumir aplicativos SaaS tem convertido essa categoria de ofertas de cloud computing na mais adotada da atualidade. (tradução nossa). Kepes (2011) cita algumas características básicas de SaaS, como:  acesso pela web a softwares comerciais;  os softwares são gerenciados de uma central;  os usuários não precisam cuidar das instalações de atualização e de pacotes de correção; Para as organizações que estão considerando adotar SaaS, deve-se considerar alguns pontos:  aplicativos que permitem comunicação entre a organização e o meio externo. Como, por exemplo, um software de envio de newsletter via e-mail;  softwares que necessitam de acesso via web ou por dispositivo móvel. Um exemplo pode ser um software mobile de gerenciamento de vendas;  aplicações que são usadas por um período de tempo, como programas para projetos específicos;  aplicações que tem demanda de forma súbita, como exemplo software de pagamentos de taxas usado somente uma vez ao mês. Há situações em que SaaS (Software as a Service) pode não ser a melhor opção, como:  aplicativos em que processamento extremamente rápido é requerido em tempo real;  softwares em que a legislação ou outra regulamentação não permita que os dados sejam hospedados externamente;  aplicações em que uma solução on-premise existente supre as necessidades da organização. (KEPES, 2011) (tradução nossa) Para os usuários finais as vantagens também são muitas como poderem utilizar um software sem precisar instalá-lo, sem se preocuparem com atualizações,
  10. 10. poder utilizá-lo em qualquer lugar e hora independente da arquitetura e sistema operacional que o computador possui. Isso também implica em não ter de arcar com licenciamento de software para todas as máquinas. (GARCIA, 2009) SaaS é amplamente aceito por ter sido introduzido ao mundo dos negócios pela empresa Salesforce através de seu produto CRM (Customer Relationship Management). Pioneiro, não é surpreendente que o CRM seja a área de SaaS mais popular. No entanto, e-mail (como, por exemplo, os recursos do Gmail, do Google), gerenciamento financeiro, serviços ao cliente e gerenciamento de despesas também tem ganhado destaque via SaaS. 2.1.6 Nuvem Pública Simplicidade, escalabilidade e performance são os mais importantes benefícios de uma nuvem pública. Estas nuvens são oferecidas como serviço, por um provedor terceirizado que hospeda e gerencia o sistema e geralmente por uma conexão de internet. Os usuários se conectam ao sistema via aplicativos web ou serviços. Nuvens públicas normalmente são cobradas mensalmente por cota de uso de gigabyte e taxa de transferência de dados. (NSK, 2010) A Figura 3 mostra de forma simples como é uma nuvem pública: Figura 3 – Nuvem Pública Fonte: NSK (2010, p.5). (Adaptado pelos autores, 2011) Devido ao fato do sistema de nuvem pública ser hospedado fora, segundo
  11. 11. Forgarty (2009) apud NSK (2010), os empregados internos não são responsáveis pela manutenção do sistema e a organização também não precisa de um empregado para monitorar o sistema. O design da nuvem possibilita aos usuários atualizar ou introduzir tecnologias no sistema a uma taxa muito mais rápida do que tudo que é administrado pela companhia de hospedagem. Utilizando recursos que existem na nuvem significa nunca ter que lidar com um servidor físico. Isto tudo por ser mantido de um painel de configuração simples. (tradução nossa) Quando se fala de redundância de dados, hardware e outros recursos podem ser eliminados na nuvem pública. Muitas empresas confiam em redundância de dados para manter seus aplicativos e sistemas mais seguros contra falhas. Uma nuvem pública é uma alternativa mais eficiente e escalável de hospedar um site ao invés dos clássicos HDs em RAID 8 . (NSK, 2010) Em relação à benefício em economia de energia, ou seja, TI Verde, há vários provedores espalhados em diferentes locais do mundo, então o poder computacional ocioso de uma localização geográfica (durante as horas de trabalho) pode ser aproveitado em um local em um fuso horário diferente. Isso reduz não só o consumo de energia, mas também a quantidade de hardware físico necessário. (KYNETIX, 2009) (tradução nossa) Algumas desvantagens da nuvem pública são citadas pela NSK (2010), tais como (tradução nossa):  devido ao fato dos provedores terceirizados serem encarregados de armazenar e manter os sistemas de dados há certa insegurança, como se eles não tivessem o controle suficiente sobre dados pessoais.  as nuvens públicas são baseadas em conexões de internet, significando que a taxa de transferência de dados é limitada pelo provedor de serviços de internet contratado. Se a organização está armazenando e transferindo grande quantidade de dados (vídeos de alta definição, por exemplo), uma nuvem pública poderá não ser boa escolha. 2.1.7 Nuvem Privada 8 RAID (redundant array of independent disk) é um modo de armazenar os mesmos dados em um ou diferentes locais, ou seja, em um ou múltiplos discos rígidos, aumentando a tolerância de falha. (WHATIS, 2003, p.709)
  12. 12. Segundo Ramos (2011), uma nuvem privada é construída exclusivamente para um único usuário (uma empresa, por exemplo). Essa infraestrutura pertence ao usuário, ou seja, ele possui total controle sobre como as aplicações são implementadas na nuvem. Para o autor, uma nuvem privada é, em geral, construída sobre um data center privado, assim, esse tipo de nuvem é como um data center configurado com características de provedor de serviços em nuvem. A infraestrutura da nuvem pode ser gerida por uma empresa terceirizada. Ramos (2011) diz que nesse modelo, muitas vezes é usada a virtualização de servidores para evitar que um único servidor físico fique muito tempo ocioso. Não se deve confundir virtualização como sinônimo de nuvem privada. Sobre algumas características desse tipo de nuvem, a NSK (2010) ressalta que já que o hardware é interno, as organizações tem mais controle sobre os dados e são encarregadas de monitorá-los e mantê-los, como demonstra a figura 4: Figura 4 – Nuvem Privada Fonte: NSK (2010, p.7). (Adaptado pelos autores, 2011) Para Maxey (2010) apud NSK (2010), uma nuvem privada é utilizada dentro do firewall na intranet da organização, significando que as taxas de transferência são altas, 100mbps ou até mais se a empresa já tem uma conexão de rede em gigabit. A capacidade de armazenamento também é maior na nuvem privada, que normalmente começa com alguns terabytes e pode ser ampliada pela adição de discos.
  13. 13. Segundo Maxey (2010) apud NSK (2010), uma das desvantagens da nuvem privada é que são mais caras que as públicas porque requer hardware, equipe para manutenção e administradores de sistemas. E já que esta nuvem é hospedada internamente, a empresa necessita prover energia adequada, refrigeração e manutenções no geral. Ainda há o risco de danos físicos em equipamentos, como por exemplo, por fogo, picos de energia, danos por água, entre outros. (tradução nossa) 2.1.8 Nuvem Híbrida Para a NSK (2010), as nuvens híbridas oferecem as melhores características de ambos os modelos de nuvem, já que elas são uma combinação de ambos: privado e público. Com uma nuvem híbrida, a organização tem sua nuvem privada de serviços rodando internamente dentro de seu firewall, ao mesmo tempo em que permite o acesso a dados que são armazenados fora em uma nuvem pública. A figura 5 mostra de forma didática como funciona uma nuvem híbrida: Figura 5 – Nuvem Híbrida Fonte: NSK (2010, p.9). (Adaptado pelos autores, 2011) Este modelo é benéfico quando a organização quer ter controle de seu armazenamento de dados, mas necessita de espaço adicional para arquivar dados. Nuvens híbridas têm a segurança e supervisão da nuvem privada na rede interna,
  14. 14. mas podem armazenar os dados excedentes em uma nuvem pública escalável e por on-demand. (NSK, 2010) (tradução nossa) 2.3 Uma visão organizacional Segundo Ângelo (2010), com a adesão do cloud computing deve ser o fim dos serviços e provedores de hospedagem compartilhada da forma como estão estruturados atualmente. Muitas empresas já estão investindo e preparando-se para a oferta de serviços de cloud computing. Esta é uma realidade tanto para empresas que pretendem adotar a nuvem, quanto para as que já ofertam outras tecnologias que serão substituídas por essa nova estrutura de armazenamento de dados. Ângelo (2010) cita o empresário Cristian Gallegos, diretor geral da Tecla Serviços de Internet, empresa do Grupo Alog Data Center, que deixou de lado qualquer evolução e comunicação de sua estrutura para hospedagem a fim de oferecer IaaS (Infrastructure as a Service). Para Gallegos, agilidade, flexibilidade e baixo custo são os motivadores da adoção do modelo de computação em nuvem. Um resultado óbvio da adoção de cloud computing, segundo Krill (2011) é que o capital que poderia ir para empregar funcionários de TI acaba indo para os provedores de serviço de nuvem. Os provedores de cloud reconhecem a apreensão que a computação em nuvem provoca na categoria de TI. Quando Mark Symonds, CEO do sistema de ERP Plex Systems baseado na nuvem, foi questionado recentemente se alguns profissionais de TI veem cloud como uma ameaça a seu meio de subsistência, ele não hesitou em responder: "Sem questão." Mas sobre os empregos em TI, Symonds disse que os profissionais estão deixando de serem “babás” de servidores e sistemas operacionais para trabalharem com usuários de negócios utilizando o melhor que a tecnologia pode oferecer. (tradução nossa) Para o vice-presidente da Forrester, Ted Schadler, a computação em nuvem só representa uma ameaça direta àqueles profissionais que simplesmente mantêm a infraestrutura de TI através de atividades manuais. Para sobreviver, estes profissionais precisarão se especializar e se tornarem mais próximos às necessidades do negócio. Outros poderiam considerar procurar um trabalho em um provedor de serviço em nuvem. (KRILL, 2011) Sobre segurança, nos sistemas atuais de hospedagem se uma empresa
  15. 15. provoca uma pane no servidor, ela compromete o desempenho dos sites de todos os que compartilham o mesmo servidor. Existem barreiras lógicas no cloud computing que permitem que o espaço de um cliente não interfira no do outro. (ÂNGELO, 2010). Porém, se até o sistema mais seguro é passível de falhas, cloud computing também pode ter seus problemas. Por isso há certas práticas que podem deixar a negociação mais segura. Para a Convergência Digital (2010) o contratante deve verificar se o país em que está a empresa de computação reúne aspectos como regulamentação sobre privacidade e segurança de dados, regras sobre criptografia, prazo de armazenamento de logs e jurisprudência que assegure os direitos do cliente. Em uma pesquisa realizada pela London School of Economics, em conjunto com a Horses for Sources com milhares de empresários e empresas, revelou que os argumentos em favor da computação em nuvem convencem mais aos executivos de negócios do que aos diretores de departamentos de TI. Na maioria dos casos o benefício os atraiu porque tinha relação com seus negócios, como mostra a figura 6: (CONVERGÊNCIA, 2010) Figura 6 – Grau de Atração para Cloud Computing Fonte: Convergência Digital (2010) Para Linthicum (2011), o que é preciso ver em relação à cloud não é o gasto, mas o valor entregue. O pequeno segredo sujo no mundo de computação em nuvem é que as reduções de custos operacionais não proveem o valor. Este valor surge na
  16. 16. agilidade operacional das aplicações baseadas na nuvem, considerando elasticidade e agilidade. Embora muitos projetos de nuvem sejam vendidos visando a redução de custos, nem sempre é o que ocorre. Precisa-se chegar ao ponto certo, sobre o que a nuvem realmente se trata: investimentos estratégicos. Deve-se entender que o alto gasto inicial conduzirá no fim a um enorme retorno sobre o investimento, conhecido como ROI (Return On Investment). Isso se, pelo menos, estiver utilizando a nuvem da maneira correta. (LINTHICUM 2011) (tradução nossa) 3 METODOLOGIA Com base no método bibliográfico, foi feito um levantamento teórico iniciando- se pelos conceitos básicos do cloud computing, delimitados pelos principais itens que compõem tudo o que a tecnologia é, e tratando ao mesmo tempo de vantagens e desvantagens da nuvem. A proposta teórica para a resolução da problemática é tratada na etapa de visão organizacional, esclarecendo a adesão do sistema por parte das empresas, o que e quem a tecnologia pode afetar e como os gestores de negócios veem a ferramenta como parte da estratégia organizacional. 4 RESULTADOS E DISCUSSÕES A tecnologia nem sempre foi vista como um meio de otimização de processos. Quando começou sua expansão, muitas organizações esperaram até o último momento para implantá-las em seus negócios, porque era vista como despesa e não investimento. E muitas vezes só passavam a utilizá-la motivados pelo concorrente que obteve sucesso ao fazê-lo. Ainda há alguns anos, o conhecimento sobre as mais diversas ferramentas e seus benefícios era pertinente somente aos profissionais da área, que se encarregavam se oferecê-las, implantá-las e treinar pessoas para sua utilização. Porém, atualmente, parte deste quadro tem se revertido. Executivos de negócios, preocupados com as ameaças constantes de concorrentes, mercado cada vez mais exigente, necessidade constante de mudanças e inovação nos processos da organização como um todo, passaram a enxergar a tecnologia como aliada
  17. 17. estratégica nos negócios. É perceptível o aumento de interesse destes profissionais, que passaram a estudar e se interessar por estas ferramentas desejando agregar valor a seus produtos e serviços. Este fenômeno pode ser constatado pela pesquisa já citada anteriormente, da London School of Economics, que revelou que executivos de negócios se interessam mais pelo cloud computing do que os executivos de TI. Hoje é necessário ser ágil para se manter no mercado, e é exatamente isto que os profissionais responsáveis pelas decisões estratégicas de uma organização desejam. Eles querem dinamismo e que as ações sejam executadas rapidamente. Quando questionados se estão satisfeitos com seu departamento de TI atual, respondem que não, e comentam da falta de agilidade nas mudanças e dos diversos problemas com tecnologia defasada e altos custos de manutenção. Eles optariam por terceirizar seu departamento de tecnologia. Esta realidade começa a se tornar possível com o cloud computing, que possui diversos serviços que permitem este tipo de mudança. (informação verbal 9 ) O gráfico 1 mostra uma comparação da estrutura de cloud versus a estrutura padrão interna utilizada nas organizações, colocando em destaque algumas características essenciais que mais tem chamado a atenção de profissionais focados nos negócios: Gráfico 1 – Comparativo cloud e estrutura interna Fonte: Gartner (2011, p.5) (adaptado pelo autor, 2011) 9 Informação obtida com o executivo Cristian Gallegos, diretor geral da Tecla Serviços de Internet, durante a 16ª edição da Edted, conhecida como Encontro de Design e Tecnologia Digital, realizada em São Paulo-SP dia 11 de junho de 2011.
  18. 18. Como ilustra o gráfico 1, em relação à economia, cloud provê benefícios financeiros ao otimizar despesas, uma vez que utiliza o conceito on-demand, além da redução de investimento em infraestrutura. Há também ganho em agilidade, que corresponde à velocidade e flexibilidade ao implementar mudanças nos negócios, bem como a elasticidade e uso de recursos compartilhados. Em questão de criatividade e inovação, a nuvem permite às empresas se focarem mais nos objetivos do negócio e alocar recursos para resolver outros problemas. Sobre a simplicidade, é importante destacar que pequenas e médias empresas podem ter acesso a serviços de TI, que antes só grandes investimentos possibilitavam. Sobre confiança e risco, cloud leva desvantagem pela questão do armazenamento de dados, que na estrutura interna possui anos de desenvolvimento, com protocolos, certificações e ferramentas de segurança. E também pela legislação de segurança de dados vigentes em cada país, que ainda é uma questão a ser discutida em relação à eficiência em caso de vazamento de informações e em como o usuário pode recorrer nestes casos. Já sobre a legislação brasileira, ainda não há uma que assegure os dados, sendo os riscos de armazenamento compartilhados. E por último, o impacto social, que é benéfico com o uso da nuvem, como por exemplo, menos uso de energia, de hardware, o que entra no conceito de TI Verde. Fora outros benefícios como a facilidade de entrega do serviço, que na nuvem não tem limites geográficos, o que caracteriza serviços a nível global. Sobre mercados globais e tendências, em pesquisa realizada pela ferramenta Google Trends 10 (Figura 7), a Índia é o país que mais realiza buscas sobre cloud computing, e logo atrás a China, o que confirma a tendência atual de offshore outsourcing para com estes dois países, que juntos são responsáveis pelas maiores ofertas de produtos e serviços atualmente. 10 Google Trends é uma ferramenta que fornece um gráfico sobre a busca de determinados termos ou frases pelos usuários. Também gera pequenos relatórios especificados por idiomas, países, regiões e períodos. Pode-se ainda fazer a pesquisa de mais de um termo ao mesmo tempo, para comparar suas frequências. (COSTA, 2011)
  19. 19. Figura 7 – Cloud Computing no Google Trends Fonte: Google (2011) (adaptado pelos autores, 2011) E a nova arquitetura também mostra claros sinais de expansão, desde seu surgimento no final do ano de 2007 até os dias atuais, desmitificando-se como mais uma tecnologia e tornando-se uma tendência mundial. Assim como, o fato de as organizações passarem a utilizar a tecnologia como aliada nos negócios, tornando-a parte do planejamento estratégico e ferramenta para agregar valor. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente trabalho teve por objetivo elucidar a tecnologia cloud computing em uma visão organizacional para executivos de negócios. Tal tecnologia deve ser vista e utilizada como uma ferramenta estratégica, agregando valor ao negócio. Foram destacados seus principais serviços e características, como podem ser utilizados e em quais situações sua aplicabilidade dentro das organizações pode trazer benefícios e quando o uso desses serviços pode ser uma desvantagem. Os administradores devem atentar-se às mudanças que vem ocorrendo no mundo da tecnologia, pois esta deixou de ser exclusiva da área de Tecnologia da Informação, transformando-se em um agregador de valor nos negócios. Como revelou a pesquisa da London School of Economics, cloud computing já atrai esses executivos. A tendência é que as novas tecnologias atraiam os responsáveis pelas tomadas de decisão em investimentos e planejamento estratégico, uma vez que estão cada vez mais intimamente ligadas ao core business ao proporcionar aos negócios dinamismo, flexibilidade e desenvolvimento constante.
  20. 20. Conclui-se que o cloud computing deve ser utilizado como uma ferramenta estratégica de negócios, uma vez que quando bem implantado proporciona benefícios notáveis no desempenho da organização como um todo, auxiliando na redução de custos e tornando os processos mais rápidos e flexíveis, além de possuir ferramentas que auxiliam o desenvolvimento de outras áreas e sua integração.
  21. 21. REFERÊNCIAS AMAZON. Amazon Simple Storage Service (Amazon S3). Disponível em: <http://aws.amazon.com/s3/> Acesso em 28 de novembro de 2011. ÂNGELO, Fernanda. Cloud computing pode ser o fim dos serviços de hospedagem. Disponível em: <http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from_info_index=4 1&infoid=23798&sid=97> Acesso em 06 de outubro de 2010. BENNETT, Steve; BHULLER, Mans; COVINGTON, Robert. Architectural Strategies for Cloud Computing. Disponível em: <http://www.oracle.com/technetwork/topics/entarch/architectural-strategies-for-cloud- -128191.pdf> Acesso em 05 de maio de 2011. BPC. A working Pass example. Disponível em: <http://www.bestpricecomputers.co.uk/glossary/platform-as-a-service.htm> Acesso em 28 de novembro de 2011. COETZEE, Serena; LUDWIG Byron. A comparison of Platform as a Service (PAAS) clouds with a detailed reference to security and geoprocessing services. Disponível em: <http://www.isprs.org/proceedings/XXXVIII/4- W13/ID_57.pdf> Acesso em 29 de novembro de 2011. CONVERGÊNCIA Digital. As encruzilhadas legais da tecnologia. Disponível em: <http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from_info_index=6 1&infoid=23590&sid=97> Acesso em 06 de outubro de 2010. CONVERGÊNCIA Digital. Cloud atrai mais aos executivos de negócios do que aos de TI. Disponível em:<http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=24279& sid=97> Acesso em 15 de novembro de 2010. COSTA, Daniel de Araújo. Google Trends e Insights: estatísticas e análises dos termos mais populares da internet. Disponível em: < http://www.danielsolucoes.com.br/2011/03/03/google-trends-e-insights-estatisticas-e- analises-dos-termos-mais-populares-da-internet/> Acesso em 05 de junho de 2011. DIAS, Rodrigo. Virtualização é mais do que softwares virtuais, 2009. Disponível em: <http://blogs.technet.com/b/especialistainfra/archive/2009/05/05/virtualiza-o- mais-do-que-softwares-virtuais.aspx> Acesso em 29 de setembro de 2010. GARCIA, Marco A. B. A. Definição, funcionamento e aplicações da computação em nuvem (cloud computing). 2009. 08f. Artigo. Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), São José do Rio Preto – SP, 2009.
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