O documento discute o desemprego juvenil no Brasil e como a noção de "empregabilidade" é usada para subordinar a educação à lógica do capitalismo. A taxa de desemprego entre jovens é alta e os empregos oferecidos são precários. Isso leva muitos jovens à marginalização. Programas governamentais tentam melhorar a empregabilidade dos jovens, porém criticam-se políticas educacionais que visam apenas adaptar os trabalhadores às necessidades cambiantes do capital.