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Gerenciamento físico e material: com o foco em CME
Daniela CAVALCANTE1
Josiane TAVARES2
Luciane SANTANA3
Maria das Graça COSTA4
Osvaldina De Nazaré SOUZA5
Rosilene FREITAS6
RESUMO
O Planejamento do espaço físico hospitalar traz grandes benefícios para a
instituição, este planejamento é função da enfermagem onde também faz o controle
dos materiais que deve visar evitar gastos desnecessários, auxilia o processo de
cura do paciente e evitar a disseminação de doenças infectocontagiosas.
Palavras-chaves: Planejamento; Espaço físico; Função da enfermagem; Controle
de materiais.
ABSTRACT: The Planning of hospital space brings great benefits to the institution,
this planning is a function of nursing where she also makes the control of materials,
which should aim to avoid unnecessary expenses and helps the healing process of
the patient and prevent the spread of infectious diseases .
Keywords : Planning ; Physical space ; Function of nursing; Control materials.
1 CAVALCANTE, Daniela Cavalcante, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição FAPEN,
Email: daniitess@hotmail.com
2 TAVARES, Josiane Tavares, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição FAPEN,
Email: josianetavares2@hotmail.com
3 SANTANA, Luciane Santana, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição FAPEN,
Email: lucisantt@yahoo.com.br
4 COSTA, Maria das Graças Costa, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição FAPEN,
Email: mdasgraca@hotmail.com
5 SOUZA, Oswaldina de Nazaré Souza, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição
FAPEN,
Email: souzadinaza@gmail.com
6 FREITAS, Rosilene Freitas, Professora e orientadora do curso de enfermagem da instituição
FAPEN, Email: rosijo40@gmail.com
2
INTRODUÇÃO
O cuidar é característica da enfermagem, visa atender as necessidades humanas
básicas, seja individualmente, na família ou na comunidade, de acordo com os
princípios de prevenção de doenças, promoção, recuperação e reabilitação de
saúde.
Assim o profissional de enfermagem não visa só o cuidar, pois ele é circundado de
obrigações como: a observação do setor no qual labora, o levantamento de dados,
o planejamento para uma melhor assistência , a evolução, a avaliação, os
procedimentos técnicos e os de comunicação.
Detectamos que hoje a concepção predominante acerca do gerenciamento em
enfermagem aponta essencialmente para questões de controle, organização,
planejamento e recursos materiais e físicos. Entretanto, outra vertente do
processo de gerenciamento desempenhado pelo profissional é o de gerir
unidades e serviços de saúde, a qual compreende a administração dos recursos
humanos, materiais e físicos a fim de manter o bom funcionamento do serviço,
prevendo e provendo recursos necessários à assistência às necessidades dos
pacientes.
Para prestar cuidado ao usuário, dentre outras, há necessidade de prover materiais
adequados. A administração de recursos materiais e físicos nas instituições de
saúde tem como objetivo coordenar as atividades necessárias para garantir o
suprimento de todas as áreas da organização, ao menor custo possível e de
maneira que a prestação de seus serviços não sofra interrupções prejudiciais aos
usuários
PLANEJAMENTO
Para o planejamento de uma unidade de saúde existem normas das quais devem
ser seguidas para poder prestar um atendimento adequado aos clientes. Essas
normas estão embasadas em leis, por exemplo, a RDC nº 307 de 14/11/2002, que
dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração
e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistências de saúde.
Um exemplo que podemos citar é o planejamento de uma CME (Centro de Material
de Esterilização) de acordo com a legislação da Agência Nacional de Vigilância
3
Sanitária na Resolução – RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, dispõe que em sua
forma de apresentação deve ser de tal maneira (retangular ou quadrada) com fim de
facilitar a supervisão e a visão de conjunto da unidade, permitindo uma maior
produção com um menor gasto de energia, tempo e movimento e permite o fluxo de
trabalho progressivo e unidirecional, desde a área de expurgo ate a de
armazenamento e distribuição, com o proposito de evitar qualquer eventualidade de
contaminação.
Planta física de uma CME
Fonte: www.conteudodeenfermagem.com; acesso: 31/10/14
4
ENFERMEIRO E O GERENCIAMENTO DE RECURSOS FÍSICOS
O conceito de recursos físicos compreende as áreas internas e externas de um
serviço de saúde. Uma unidade, especificamente, compreende ao espaço físico
determinado e especializado para o desenvolvimento de atividades assistenciais,
caracterizados por dimensões e instalações diferenciadas.
O gerenciamento de recursos físicos e ambientais em enfermagem consiste na
participação do enfermeiro na alocação desses recursos, com o objetivo de
organizar ou gerir, cotidianamente, uma unidade de saúde, promovendo segurança,
conforto e privacidade aos pacientes e assegurando condições de trabalho
apropriadas. Para assegurar a viabilidade técnica e compatibilizar a necessidade
com disponibilidade de recursos, observando os parâmetros legais, e fundamental a
participação do enfermeiro na proposição e planejamento da área física, pois a visão
da equipe profissional especializada em construções, engenheiros, e arquitetos não
é suficiente para reconhecer as necessidades assistenciais e as atividades que
devem ser desenvolvidas pela equipe de saúde.
O papel do enfermeiro está voltado para o planejamento do espaço físico das
unidades assistenciais.
Cabe também ao enfermeiro aplicar as medidas de segurança, conhecer a natureza
do material, o tipo de contato com o paciente e o destino, orientar, exigir da equipe
de enfermagem o uso dos equipamentos de segurança.
O Ministério da Saúde e a ANVISA preconizam atender os requisitos estabelecidos
pelas leis municipais e estaduais para construção e ambientação de EAS
(Estabelecimento de assistência à saúde).
As principais orientações sobre o dimensionamento de varias unidades hospitalares
surgiram do MS, pela portaria nº400, que estabelece uma área mínima de 40m²,
para a CME com ate 50 leitos e 66m² para um hospital geral com ate 150 leitos.
Essa área deveria ser distribuída em 18% para a recepção e expurgo, 43% para o
preparo dos artigos, 24% para a esterilização, e 15% para a área de guardar e
distribuição dos artigos esterilizados.
Uma nova portaria do MS nº 1884 e a RDC 50/2002, atualizou os parâmetros,
prevendo as seguintes áreas e dimensões mínima em relação a unidade da CME.
ENFERMEIRO E O GERENCIAMENTO DE RECURSOS MATERIAIS
A aquisição de materiais se faz por solicitação de compra numa instituição, assim
neste processo de aquisição, à tomada de decisão sobre a implantação de novos
materiais e os respectivos testes se dá conforme as necessidades de produtos (ou
5
serviços), conforme os requisitos de qualidade estabelecidos pelo processo
produtivo, no tempo correto, com os melhores preços e condições de pagamento.
O processo de compra é conduzido por setores específicos das instituições de
saúde. A compra é realizada através de um processo formal denominado licitação,
em hospitais públicos e sem esta formalidade em instituições particulares. Conforme
os preceitos legais estabelecidos para tal fim, com o objetivo de atender às
necessidades da organização quanto à compra de produtos ou serviços destinados
ao processo produtivo. As licitações no Brasil estão regulamentadas pela Lei 8.666
de 21 de junho de 1993, atualizada pelas leis 8.883 de 08 de junho de 1994 e 9.648
de 27 de maio de 1998.
No processo de compra, os enfermeiros participam da escolha do material, opinam
em relação à qualidade daqueles que são colocados para teste e dos materiais que
já estão em uso na unidade e ao prestarem a assistência à saúde utilizam recursos
materiais, cabendo a eles a competência e responsabilidade pela administração de
materiais em suas unidades de trabalho através da determinação do material
necessário para a realização da assistência seja no aspecto quantitativo como no
qualitativo, na definição das especificações técnicas, na participação no processo de
compra, na organização, no controle e avaliação desses materiais.
O fato de o enfermeiro participar da implementação de grande parte dos
procedimentos diagnósticos e terapêuticos no hospital, coloca-o na condição de
desempenhar papel importante na administração de materiais. Assim, ele ao
desempenhar essa atividade realiza: a determinação e especificação dos materiais e
equipamentos; o estabelecimento da quantidade de material e equipamento; a
análise da qualidade dos materiais e equipamentos; a determinação dos produtos a
serem adquiridos; o estabelecimento de um sistema de controle e avaliação; o
acompanhamento do esquema de manutenção adotado pela instituição; a adoção
de um programa de orientação da equipe de enfermagem, sobre o manuseio e
conservação de materiais e equipamentos e a atualização de conhecimentos sobre
os produtos utilizados na assistência à saúde e lançados no mercado.
Ao realizar essas atividades os enfermeiros estão desempenhando as funções de
previsão, provisão, organização e controle.
Previsão de materiais em enfermagem é o levantamento das necessidades da
unidade de enfermagem, identificando a quantidade e a especificidade deles para
suprir essas necessidades. A estimativa do quantitativo de material necessário pode
ser obtida através do consumo médio mensal (CMM) que consiste na observação do
consumo por um período de tempo, que geralmente é de três meses, dividido pelo
número de meses mais uma margem de segurança (ES) definindo-se assim uma
cota de material (CM).
Provisão de materiais em enfermagem diz respeito à reposição de materiais na
unidade de enfermagem. Para desempenhar essa função o enfermeiro deve realizar
6
a requisição de materiais em impresso próprio e encaminhar a solicitação aos
serviços competentes.
Organização e Guarda de Material prever e prover os materiais e equipamentos que
são necessários para uma unidade para isso deve-se pensar em que locais e de que
modo estes serão distribuídos, armazenados e estocados.
O Controle deve desenvolver o processo de Administração de Materiais o enfermeiro
deverá desempenhar também a função de controle dos materiais nas unidades de
enfermagem. Esta é uma função é ampla, uma vez que diz respeito a quantidade,
qualidade, conservação, reparos e .proteção dos materiais.
A compra de materiais é uma atuação do enfermeiro no processo de compras de
materiais nas instituições se dá através da atuação em comissões de licitação, ou
informalmente através da opinião sobre o tipo, à quantidade e à qualidade dos
materiais a serem utilizados.
Existem várias modalidades de compra, em instituições privadas é costume haver
uma negociação direta entre o serviço de compras e os fornecedores, já nas
instituições públicas normalmente segue-se um processo de licitação que é um
procedimento onde a administração pública seleciona a proposta mais vantajosa
para o contrato de seu interesse, visando proporcionar oportunidades iguais aos
fornecedores, garantindo o princípio constitucional da isonomia 29. Na licitação
deve-se fazer uma descrição/especificação detalhada do material que se deseja
adquirir sem indicação da marca, a não ser em casos excepcionais.
As atividades do enfermeiro no processo de seleção e compras de materiais nas
instituições, basicamente envolvem o auxílio na determinação do tipo de material a
ser adquirido para as unidades de enfermagem, a padronização dos materiais, a
especificação técnica dos materiais, o controle de qualidade do material a ser
adquirido e a emissão de parecer técnico.
CONCLUSÃO
O bom desempenho das atividades assistenciais de saúde depende de garantir
condições adequadas de trabalho, tanto no atendimento aos usuários, como nas
necessidades dos profissionais de saúde. Estes procedimentos são planejados e
implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais. Os
recursos físicos devem ter espaço determinado e especializado para o
desenvolvimento das atividades assistenciais de saúde e cabe ao enfermeiro o
planejamento da área física, pois é o profissional mais indicado para reconhecer as
necessidades assistenciais e as atividades que serão desenvolvidas pela equipe de
saúde. Revela ainda uma participação já existente da enfermagem na consultoria
hospitalar contribuindo como seu conhecimento sobre o funcionamento dos
ambientes para auxiliar o consultor, mas ao realizar este estudo percebeu-se a
7
escassez de material produzido pela enfermagem sobre este assunto. Observa-se
uma necessidade de realização de mais estudos sobre a atuação do enfermeiro no
planejamento do espaço físico hospitalar, pois este pode ser um novo campo de
trabalho para a enfermagem.
REFERÊNCIAS
 Revista Enfermagem Integrada – Ipatinga: Unileste-MG - V.3 - N.2 - Nov./Dez.
2010.
 BRASIL. ANVISA. Ministério da Saúde. RDC nº50, de 21 de fevereiro de
2002. Dispõe sobre o regulamento técnico para planejamento, programação,
elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais
de saúde. Brasília.
 www.portal.anvisa.gov.br
 www.conteudodeenfermagem.com

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Artigo:Gerenciamento fisico e material

  • 1. 1 Gerenciamento físico e material: com o foco em CME Daniela CAVALCANTE1 Josiane TAVARES2 Luciane SANTANA3 Maria das Graça COSTA4 Osvaldina De Nazaré SOUZA5 Rosilene FREITAS6 RESUMO O Planejamento do espaço físico hospitalar traz grandes benefícios para a instituição, este planejamento é função da enfermagem onde também faz o controle dos materiais que deve visar evitar gastos desnecessários, auxilia o processo de cura do paciente e evitar a disseminação de doenças infectocontagiosas. Palavras-chaves: Planejamento; Espaço físico; Função da enfermagem; Controle de materiais. ABSTRACT: The Planning of hospital space brings great benefits to the institution, this planning is a function of nursing where she also makes the control of materials, which should aim to avoid unnecessary expenses and helps the healing process of the patient and prevent the spread of infectious diseases . Keywords : Planning ; Physical space ; Function of nursing; Control materials. 1 CAVALCANTE, Daniela Cavalcante, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição FAPEN, Email: daniitess@hotmail.com 2 TAVARES, Josiane Tavares, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição FAPEN, Email: josianetavares2@hotmail.com 3 SANTANA, Luciane Santana, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição FAPEN, Email: lucisantt@yahoo.com.br 4 COSTA, Maria das Graças Costa, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição FAPEN, Email: mdasgraca@hotmail.com 5 SOUZA, Oswaldina de Nazaré Souza, Acadêmica do curso de ENFERMAGEM da instituição FAPEN, Email: souzadinaza@gmail.com 6 FREITAS, Rosilene Freitas, Professora e orientadora do curso de enfermagem da instituição FAPEN, Email: rosijo40@gmail.com
  • 2. 2 INTRODUÇÃO O cuidar é característica da enfermagem, visa atender as necessidades humanas básicas, seja individualmente, na família ou na comunidade, de acordo com os princípios de prevenção de doenças, promoção, recuperação e reabilitação de saúde. Assim o profissional de enfermagem não visa só o cuidar, pois ele é circundado de obrigações como: a observação do setor no qual labora, o levantamento de dados, o planejamento para uma melhor assistência , a evolução, a avaliação, os procedimentos técnicos e os de comunicação. Detectamos que hoje a concepção predominante acerca do gerenciamento em enfermagem aponta essencialmente para questões de controle, organização, planejamento e recursos materiais e físicos. Entretanto, outra vertente do processo de gerenciamento desempenhado pelo profissional é o de gerir unidades e serviços de saúde, a qual compreende a administração dos recursos humanos, materiais e físicos a fim de manter o bom funcionamento do serviço, prevendo e provendo recursos necessários à assistência às necessidades dos pacientes. Para prestar cuidado ao usuário, dentre outras, há necessidade de prover materiais adequados. A administração de recursos materiais e físicos nas instituições de saúde tem como objetivo coordenar as atividades necessárias para garantir o suprimento de todas as áreas da organização, ao menor custo possível e de maneira que a prestação de seus serviços não sofra interrupções prejudiciais aos usuários PLANEJAMENTO Para o planejamento de uma unidade de saúde existem normas das quais devem ser seguidas para poder prestar um atendimento adequado aos clientes. Essas normas estão embasadas em leis, por exemplo, a RDC nº 307 de 14/11/2002, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistências de saúde. Um exemplo que podemos citar é o planejamento de uma CME (Centro de Material de Esterilização) de acordo com a legislação da Agência Nacional de Vigilância
  • 3. 3 Sanitária na Resolução – RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, dispõe que em sua forma de apresentação deve ser de tal maneira (retangular ou quadrada) com fim de facilitar a supervisão e a visão de conjunto da unidade, permitindo uma maior produção com um menor gasto de energia, tempo e movimento e permite o fluxo de trabalho progressivo e unidirecional, desde a área de expurgo ate a de armazenamento e distribuição, com o proposito de evitar qualquer eventualidade de contaminação. Planta física de uma CME Fonte: www.conteudodeenfermagem.com; acesso: 31/10/14
  • 4. 4 ENFERMEIRO E O GERENCIAMENTO DE RECURSOS FÍSICOS O conceito de recursos físicos compreende as áreas internas e externas de um serviço de saúde. Uma unidade, especificamente, compreende ao espaço físico determinado e especializado para o desenvolvimento de atividades assistenciais, caracterizados por dimensões e instalações diferenciadas. O gerenciamento de recursos físicos e ambientais em enfermagem consiste na participação do enfermeiro na alocação desses recursos, com o objetivo de organizar ou gerir, cotidianamente, uma unidade de saúde, promovendo segurança, conforto e privacidade aos pacientes e assegurando condições de trabalho apropriadas. Para assegurar a viabilidade técnica e compatibilizar a necessidade com disponibilidade de recursos, observando os parâmetros legais, e fundamental a participação do enfermeiro na proposição e planejamento da área física, pois a visão da equipe profissional especializada em construções, engenheiros, e arquitetos não é suficiente para reconhecer as necessidades assistenciais e as atividades que devem ser desenvolvidas pela equipe de saúde. O papel do enfermeiro está voltado para o planejamento do espaço físico das unidades assistenciais. Cabe também ao enfermeiro aplicar as medidas de segurança, conhecer a natureza do material, o tipo de contato com o paciente e o destino, orientar, exigir da equipe de enfermagem o uso dos equipamentos de segurança. O Ministério da Saúde e a ANVISA preconizam atender os requisitos estabelecidos pelas leis municipais e estaduais para construção e ambientação de EAS (Estabelecimento de assistência à saúde). As principais orientações sobre o dimensionamento de varias unidades hospitalares surgiram do MS, pela portaria nº400, que estabelece uma área mínima de 40m², para a CME com ate 50 leitos e 66m² para um hospital geral com ate 150 leitos. Essa área deveria ser distribuída em 18% para a recepção e expurgo, 43% para o preparo dos artigos, 24% para a esterilização, e 15% para a área de guardar e distribuição dos artigos esterilizados. Uma nova portaria do MS nº 1884 e a RDC 50/2002, atualizou os parâmetros, prevendo as seguintes áreas e dimensões mínima em relação a unidade da CME. ENFERMEIRO E O GERENCIAMENTO DE RECURSOS MATERIAIS A aquisição de materiais se faz por solicitação de compra numa instituição, assim neste processo de aquisição, à tomada de decisão sobre a implantação de novos materiais e os respectivos testes se dá conforme as necessidades de produtos (ou
  • 5. 5 serviços), conforme os requisitos de qualidade estabelecidos pelo processo produtivo, no tempo correto, com os melhores preços e condições de pagamento. O processo de compra é conduzido por setores específicos das instituições de saúde. A compra é realizada através de um processo formal denominado licitação, em hospitais públicos e sem esta formalidade em instituições particulares. Conforme os preceitos legais estabelecidos para tal fim, com o objetivo de atender às necessidades da organização quanto à compra de produtos ou serviços destinados ao processo produtivo. As licitações no Brasil estão regulamentadas pela Lei 8.666 de 21 de junho de 1993, atualizada pelas leis 8.883 de 08 de junho de 1994 e 9.648 de 27 de maio de 1998. No processo de compra, os enfermeiros participam da escolha do material, opinam em relação à qualidade daqueles que são colocados para teste e dos materiais que já estão em uso na unidade e ao prestarem a assistência à saúde utilizam recursos materiais, cabendo a eles a competência e responsabilidade pela administração de materiais em suas unidades de trabalho através da determinação do material necessário para a realização da assistência seja no aspecto quantitativo como no qualitativo, na definição das especificações técnicas, na participação no processo de compra, na organização, no controle e avaliação desses materiais. O fato de o enfermeiro participar da implementação de grande parte dos procedimentos diagnósticos e terapêuticos no hospital, coloca-o na condição de desempenhar papel importante na administração de materiais. Assim, ele ao desempenhar essa atividade realiza: a determinação e especificação dos materiais e equipamentos; o estabelecimento da quantidade de material e equipamento; a análise da qualidade dos materiais e equipamentos; a determinação dos produtos a serem adquiridos; o estabelecimento de um sistema de controle e avaliação; o acompanhamento do esquema de manutenção adotado pela instituição; a adoção de um programa de orientação da equipe de enfermagem, sobre o manuseio e conservação de materiais e equipamentos e a atualização de conhecimentos sobre os produtos utilizados na assistência à saúde e lançados no mercado. Ao realizar essas atividades os enfermeiros estão desempenhando as funções de previsão, provisão, organização e controle. Previsão de materiais em enfermagem é o levantamento das necessidades da unidade de enfermagem, identificando a quantidade e a especificidade deles para suprir essas necessidades. A estimativa do quantitativo de material necessário pode ser obtida através do consumo médio mensal (CMM) que consiste na observação do consumo por um período de tempo, que geralmente é de três meses, dividido pelo número de meses mais uma margem de segurança (ES) definindo-se assim uma cota de material (CM). Provisão de materiais em enfermagem diz respeito à reposição de materiais na unidade de enfermagem. Para desempenhar essa função o enfermeiro deve realizar
  • 6. 6 a requisição de materiais em impresso próprio e encaminhar a solicitação aos serviços competentes. Organização e Guarda de Material prever e prover os materiais e equipamentos que são necessários para uma unidade para isso deve-se pensar em que locais e de que modo estes serão distribuídos, armazenados e estocados. O Controle deve desenvolver o processo de Administração de Materiais o enfermeiro deverá desempenhar também a função de controle dos materiais nas unidades de enfermagem. Esta é uma função é ampla, uma vez que diz respeito a quantidade, qualidade, conservação, reparos e .proteção dos materiais. A compra de materiais é uma atuação do enfermeiro no processo de compras de materiais nas instituições se dá através da atuação em comissões de licitação, ou informalmente através da opinião sobre o tipo, à quantidade e à qualidade dos materiais a serem utilizados. Existem várias modalidades de compra, em instituições privadas é costume haver uma negociação direta entre o serviço de compras e os fornecedores, já nas instituições públicas normalmente segue-se um processo de licitação que é um procedimento onde a administração pública seleciona a proposta mais vantajosa para o contrato de seu interesse, visando proporcionar oportunidades iguais aos fornecedores, garantindo o princípio constitucional da isonomia 29. Na licitação deve-se fazer uma descrição/especificação detalhada do material que se deseja adquirir sem indicação da marca, a não ser em casos excepcionais. As atividades do enfermeiro no processo de seleção e compras de materiais nas instituições, basicamente envolvem o auxílio na determinação do tipo de material a ser adquirido para as unidades de enfermagem, a padronização dos materiais, a especificação técnica dos materiais, o controle de qualidade do material a ser adquirido e a emissão de parecer técnico. CONCLUSÃO O bom desempenho das atividades assistenciais de saúde depende de garantir condições adequadas de trabalho, tanto no atendimento aos usuários, como nas necessidades dos profissionais de saúde. Estes procedimentos são planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais. Os recursos físicos devem ter espaço determinado e especializado para o desenvolvimento das atividades assistenciais de saúde e cabe ao enfermeiro o planejamento da área física, pois é o profissional mais indicado para reconhecer as necessidades assistenciais e as atividades que serão desenvolvidas pela equipe de saúde. Revela ainda uma participação já existente da enfermagem na consultoria hospitalar contribuindo como seu conhecimento sobre o funcionamento dos ambientes para auxiliar o consultor, mas ao realizar este estudo percebeu-se a
  • 7. 7 escassez de material produzido pela enfermagem sobre este assunto. Observa-se uma necessidade de realização de mais estudos sobre a atuação do enfermeiro no planejamento do espaço físico hospitalar, pois este pode ser um novo campo de trabalho para a enfermagem. REFERÊNCIAS  Revista Enfermagem Integrada – Ipatinga: Unileste-MG - V.3 - N.2 - Nov./Dez. 2010.  BRASIL. ANVISA. Ministério da Saúde. RDC nº50, de 21 de fevereiro de 2002. Dispõe sobre o regulamento técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. Brasília.  www.portal.anvisa.gov.br  www.conteudodeenfermagem.com