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PLANEJAMENTO DO AMBIENTE FÍSICO
BLOCO OPERATÓRIO
RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA

1
PLANEJAMENTO DO AMBIENTE FÍSICO
Bloco Operatório e Recuperação Anestésica







Normatização
Definição
Atividades básicas
Planejamento físico
Salas Cirúrgicas







Sala de RA
Equipamentos
Iluminação
Ar Condicionado
Considerações Gerais

2
NORMATIZAÇÃO






Portaria MS nº 400/77
Portaria 1889/94
RDC 50

3
NORMATIZAÇÃO



Portaria MS nº 400/77


06/12/77




Aprova as normas e padrões sobre construções e
instalações de serviços de saúde;

Caráter restritivo e pouco flexível

4
NORMATIZAÇÃO


Portaria MS nº 400/77

5
NORMATIZAÇÃO


Portaria MS nº 400/77

6
NORMATIZAÇÃO


Portaria GM/MS 1889/94

Norma para projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde




11/11/1994
Considera:









Pincipios do SUS;
Globalidade do Projeto;
Multidisciplinaridade;
Orientação sobre Planejamento de redes físicas de saúde;
Normatização de projetos arquitetônicos e de engenharia;
Necessidade dotar Secretarias de Instrumento Norteador
7
NORMATIZAÇÃO


Portaria 1889/94

8
NORMATIZAÇÃO


RDC-50

Norma para projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde


21/02/2002


Adota princípios do SUS (descentralização das decisões);



Concepção em 03 partes interligadas:



1ª. Apresenta metodologia para elaboração de projetos físicos de EAS;



2ª. Apresenta análise de variáveis de programação dos EAS, sua
organização funcional, dimensionamento, quantificação dos ambientes;



3ª. Estabelece critérios para projetos de EAS apresentando variáveis que
orientam e regulam decisões em cada etapa de projeto;
9
NORMATIZAÇÃO


RDC-50

10
BLOCO CIRURGICO


Definição
conforme Ministério da Saúde,


a Unidade de Centro Cirúrgico é o conjunto de
elementos destinados às atividades cirúrgicas,
bem como à recuperação pós-anestésica e pós
operatória imediatas

11
BLOCO CIRURGICO


Definição

LAMB (2000) propõe novo conceito:


“Unidade de Centro Cirúrgico é o conjunto de
ambientes, devidamente localizados,
dimensionados, inter-relacionados e dotados de
instalações e equipamentos, com pessoal
qualificado e treinado para a realização de
procedimentos cirúrgicos, de forma a oferecer o
máximo de segurança aos pacientes e às
melhores condições de trabalho para a equipe
técnica”
12
BLOCO CIRURGICO










Atividades básicas
realização de procedimentos cirúrgicos e endoscópicos
contemplando as atividades de:
recepcionar e transferir pacientes; assegurar a execução de
procedimentos pré-anestésicos e executar procedimentos
anestésicos nos pacientes;
realizar a correta escovação das mãos;
executar cirurgias e endoscopias em regime de rotina ou
em situações de urgência;
realizar relatório médico e de enfermagem e registro das
cirurgias e endoscopias realizadas;
proporcionar cuidados pós-anestésicos;
garantir apoio diagnóstico necessário e retirar órgãos para13
transplantes.
BLOCO CIRURGICO


Planejamento físico
Localização



Fácil acesso para pacientes críticos (emergência, UTI, internação)



Próximo às áreas de suporte (farmácia, almoxarifado, lavanderia
banco de sangue, laboratório, rx, CME...)

14
BLOCO CIRURGICO


Planejamento físico




Setorização
quanto à assepsia, o CC é dividido em três áreas:

15
BLOCO CIRURGICO


Planejamento físico


não restrita: local de acesso dos profissionais que trabalham no
CC: vestiários, secretaria, recepção interna, anatomia patológica,
rx, conforto da equipe;



Semi-restrita: área de atendimento assistencial no pré e pós
operatório: RA, guarda de materiais e equipamentos, corredores;



Restrita: área de atendimento ao paciente no período intra-operatório
e guarda de material estéril: sala cirurgia;
16
BLOCO CIRURGICO


Planejamento físico















Ambientes de apoio
sala de utilidades,
vestiários com banheiros,
sala administrativa,
revelação RX,
sala guarda equipamentos e materiais,
sala de preparo de equipamentos e materiais,
área guarda maca e cadeira de roda,
área de biópsia de congelamento,
copa e conforto para equipe,
sala de espera com sanitários para acompanhantes,
17
BLOCO CIRURGICO


Planejamento físico


Configurações

 aspectos a serem considerados para a definição do conceito de

organização física a utilizar:






espaço
assepsia
salubridade
conforto
18
BLOCO CIRURGICO


Planejamento físico


Centro Cirúrgico em Corredor Único

05

06

19
BLOCO CIRURGICO


Planejamento físico


Centro Cirúrgico em Corredor Duplo

20
BLOCO CIRURGICO


Planejamento físico


Centro Cirúrgico em Corredor Periférico

21
BLOCO CIRURGICO

projeto ampliação bloco cirúrgico corredor único – (SP/20110)

22
BLOCO CIRURGICO

bloco cirúrgico corredor periférico – (SP/2010)

23
SALA CIRÚRGICA

24
SALA CIRÚRGICA



Dimensionamento


pequena:

20m² - dimensão mínima 3,45m



média:

25m² - dimensão mínima 4,65m



grande:

36m² - dimensão mínima 5,00m



5% do total de leitos cirúrgicos ou 1 SC x leito HG
25
SALA CIRÚRGICA


pequena

26
SALA CIRÚRGICA


média

27
SALA CIRÚRGICA


grande

28
SALA CIRÚRGICA


Sala Cirúrgica

29
SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA


é a área destinada à permanência do paciente logo após o
termino do ato anestésico cirúrgico até a recuperação da
consciência, eliminação de anestésicos e estabilização dos
sinais vitais;



deve estar instalada dentro do CC ou nas suas
proximidades, favorecendo o transporte rápido do paciente
anestesiado para este local;

30
SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA






Dimensionamento
Varia de acordo com o porte e complexidade do BC
Mínimo 2 macas
Nº de macas = nº SC+1 (cirurgia alta complexidade a
recuperação pode se dar na UTI)





Distância entre leitos = 0,8m
Distância entre leitos e parede (exceto cabeceira) = 0,6m

31
SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA

32
SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA


Sistemas de Abastecimento, Instalações e
Equipamentos básicos:











Oxigênio c/ fluxômetro
Ar comprimido
Vácuo clínico
Sinalização de enfermagem
Tomadas 110 e 220w
Foco de luz
Monitor cardíaco
Oxímetro de pulso
Esfigmomanômetro
33
SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA


Equipamentos e materiais de suporte respiratório:








Ventiladores mecânicos;
Máscaras e cateteres (Oº2);
Sondas aspiração
Carrinho emergência (com material para intubação e ventilação manual);

Equipamentos e materiais de suporte cardiovascular:



Para soro e transfusão, catereres, seringas e agulhas;
Para medida pressão venosa

34
SALA CIRÚRGICA


Sistemas de abastecimento e Instalações








Oxigênio – 2
Oxido Nitroso – 1
Ar comprimido - 2
Vácuo clínico -1
Tomadas 110 e 220w – 2 conjuntos c/ 4 tomadas (paredes
distintas)
Tomada para aparelho RX portátil
Foco

35
SALA CIRÚRGICA


Equipamentos básicos


Mínimo necessário:



Mesa de operações com base e segmentos articulados;



Mesas auxiliares para colocação instrumental cirúrgico;

36
SALA CIRÚRGICA


Equipamentos

Mesa cirúrgica
Mesa auxiliar
37
SALA CIRÚRGICA


Equipamentos



Carro anestesia + monitores;



Cestos (hampers);



Bacias + suportes;



Bisturi elétrico;

38
SALA CIRÚRGICA


Ar condicionado



De 30.000 a 60.000 microorganismos podem
depositar-se no campo operatório por hora;
39
SALA CIRÚRGICA


Ar condicionado



O ar é uma via de transmissão de bactérias e fonte
de contaminação;



Pessoas na SC são fonte de microorganismos:





Gotículas de ar expirado;
Descamação de células da pele;
Partículas transportadas nos sapatos;

40
SALA CIRÚRGICA


Ar condicionado



Função de exaustão


Remoção de odores, calor e gases anestésicos voláteis;



Controle bacteriológico



Filtragem do ar








Retirar e impedir entrada de partículas contaminantes;
Partículas menores de 5µ;
Troca de ar 15 a 25 x / hora;
Pressão positiva no interior da sala;

Conforto térmico


Controle da temperatura e umidade;

41
BLOCO CIRURGICO


Ar condicionado



Cada sala de operação (SO) deve possuir controle
individual de temperatura;



devem ser utilizados filtros de ar específicos de alta
eficiência, os high efficiency particulate air (HEPA);



é recomendável que haja pressão positiva dentro de cada
SO para prevenir a entrada de ar potencialmente
contaminado por meio de áreas adjacentes;



Para as salas específicas de transplante e para as
ortopédicas, recomenda-se o uso de fluxo laminar;

42
SALA CIRÚRGICA


Ar condicionado



Conforme norma nbr7254/82:

43
SALA CIRÚRGICA


iluminação



Principais Aspectos







Eliminação de sombras: luz de várias direções
Redução do calor: lâmpadas ideais e filtros atérmicos
Intensidade adequada: conforto para a equipe
Eliminação de reflexos: material metálico fosco
Iluminação geral proporcional:diminuir contraste

44
SALA CIRÚRGICA


iluminação

45
SALA CIRÚRGICA


iluminação

Durante uma cirurgia, o campo visual cirúrgico é vermelho (não é à
toa que o isolamento do campo é feito com tecido verde, complementar ao
vermelho).

O vermelho tem uma intensidade de onda que estressa, além
disso, tal campo se encontra sob fonte de altíssima de
luminância e com iluminância entre 10.000 e 20.000 lux.
A uso da tonalidade verde nos tecidos de isolamento do campo
cirúrgico, no revestimento do piso ou de qualquer outra superfície
da SC atua como complementar da tonalidade vermelha,
provocando o descanso visual dos que trabalham alí.
Os ambientes no entorno da sala de cirurgia devem possuir 50% da
luminância do campo cirúrgico e ir, gradativamente, reduzindo para
que o olho se adapte aos poucos e não sofra com aluz tão intensa. 46
SALA CIRÚRGICA


iluminação



focos



Focos de teto



Cúpula com revestimento de espelhos refletores x múltiplas
lâmpadas conjugadas;
Filtro atérmico;
Vareta externa e braços articulados para mobilidade;



Focalização;







Focos auxiliares


Bases sobre rodízios + baterias;
47
SALA CIRÚRGICA


iluminação



focos

48
CONSIDERAÇÕES GERAIS



Os materiais adequados para o revestimento de paredes,
pisos e tetos de ambientes de áreas críticas e semi-críticas
devem ser resistentes à lavagem e ao uso de desinfetantes;



tintas elaboradas à base de epóxi e poliuretano, podem ser
utilizadas nos locais críticos, tanto em paredes e tetos quanto
nos pisos, desde que apresentem resistência à lavagem e ao
uso de desinfetantes e que não sejam aplicadas com pincel;

49
CONSIDERAÇÕES GERAIS


É indicada a utilização de acabamentos que tornem as
superfícies monolíticas, com o menor número possível de
ranhuras ou frestas;

50
CONSIDERAÇÕES GERAIS



Nas áreas restritas e semi-restritas, não deve haver
tubulações aparentes nas paredes e nos tetos;



A junção entre o rodapé e o piso precisa ser feita de forma a
permitir a completa limpeza do canto formado;



O BC deve possuir sistema de emergência com gerador
próprio, capaz de assumir automaticamente o suprimento de
energia em, no máximo, meio segundo e mantê-lo por, no
mínimo, uma hora.
51
CONSIDERAÇÕES GERAIS



As instalações elétricas têm de possuir sistema de
aterramento;



O piso deve ser resistente, não-poroso e de fácil limpeza,
permitindo rápida visualização da sujeira, não conter ralos
nem frestas, ser pouco sonoro e bom condutor de
eletricidade estática, ter uma malha de fios de cobre ligada a
um fio terra, ser autonivelante, não conter emendas e ser
antiderrapante;

52
CONSIDERAÇÕES GERAIS


Paredes de azulejos não são desejáveis no CC pois muitas
linhas de rejunte apresentam porosidade e podem abrigar
microrganismos;

53
CONSIDERAÇÕES GERAIS


Se o teto possuir forro, deve ser contínuo nas salas de
cirurgia. O uso de teto falso e removível pode ocasionar a
queda de poeira ou outro material na ferida cirúrgica;



As janelas devem ser lacradas, com persianas recobertas por
vidros, possibilitando a limpeza e o escurecimento da SO;

54
CONSIDERAÇÕES GERAIS


As portas devem possuir visores de vidro para evitar sua
abertura a qualquer momento e impedir acidentes;

55
CONSIDERAÇÕES GERAIS


É necessário que as portas evitem acúmulo de poeira,
proporcionem facilidade para a limpeza e tenham dimensões
mínimas de 1,20 m X 2,10 m.



Portas de correr são preferíveis nas SO para eliminar a
turbulência de ar provocada pela oscilação de portas comuns.

56
SALA CIRÚRGICA



Iluminação natural c/ controle de luminosidade
Sistemas abastecimento aéreos




Suportes equipamentos em trilho
Revestimento piso/parede monolítico

57


Tonalidades complementares ao vermelho: descanso visual para a equipe
contato

Arq. Célia Bertazzoli
tel. (11)-5584-5277
celia@cabearquitetura.com.br

58


Tonalidades complementares ao vermelho: descanso visual para a equipe

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Aula centro-cirurgico

  • 1. PLANEJAMENTO DO AMBIENTE FÍSICO BLOCO OPERATÓRIO RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA 1
  • 2. PLANEJAMENTO DO AMBIENTE FÍSICO Bloco Operatório e Recuperação Anestésica      Normatização Definição Atividades básicas Planejamento físico Salas Cirúrgicas      Sala de RA Equipamentos Iluminação Ar Condicionado Considerações Gerais 2
  • 3. NORMATIZAÇÃO    Portaria MS nº 400/77 Portaria 1889/94 RDC 50 3
  • 4. NORMATIZAÇÃO  Portaria MS nº 400/77  06/12/77   Aprova as normas e padrões sobre construções e instalações de serviços de saúde; Caráter restritivo e pouco flexível 4
  • 7. NORMATIZAÇÃO  Portaria GM/MS 1889/94 Norma para projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde   11/11/1994 Considera:       Pincipios do SUS; Globalidade do Projeto; Multidisciplinaridade; Orientação sobre Planejamento de redes físicas de saúde; Normatização de projetos arquitetônicos e de engenharia; Necessidade dotar Secretarias de Instrumento Norteador 7
  • 9. NORMATIZAÇÃO  RDC-50 Norma para projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde  21/02/2002  Adota princípios do SUS (descentralização das decisões);  Concepção em 03 partes interligadas:  1ª. Apresenta metodologia para elaboração de projetos físicos de EAS;  2ª. Apresenta análise de variáveis de programação dos EAS, sua organização funcional, dimensionamento, quantificação dos ambientes;  3ª. Estabelece critérios para projetos de EAS apresentando variáveis que orientam e regulam decisões em cada etapa de projeto; 9
  • 11. BLOCO CIRURGICO  Definição conforme Ministério da Saúde,  a Unidade de Centro Cirúrgico é o conjunto de elementos destinados às atividades cirúrgicas, bem como à recuperação pós-anestésica e pós operatória imediatas 11
  • 12. BLOCO CIRURGICO  Definição LAMB (2000) propõe novo conceito:  “Unidade de Centro Cirúrgico é o conjunto de ambientes, devidamente localizados, dimensionados, inter-relacionados e dotados de instalações e equipamentos, com pessoal qualificado e treinado para a realização de procedimentos cirúrgicos, de forma a oferecer o máximo de segurança aos pacientes e às melhores condições de trabalho para a equipe técnica” 12
  • 13. BLOCO CIRURGICO         Atividades básicas realização de procedimentos cirúrgicos e endoscópicos contemplando as atividades de: recepcionar e transferir pacientes; assegurar a execução de procedimentos pré-anestésicos e executar procedimentos anestésicos nos pacientes; realizar a correta escovação das mãos; executar cirurgias e endoscopias em regime de rotina ou em situações de urgência; realizar relatório médico e de enfermagem e registro das cirurgias e endoscopias realizadas; proporcionar cuidados pós-anestésicos; garantir apoio diagnóstico necessário e retirar órgãos para13 transplantes.
  • 14. BLOCO CIRURGICO  Planejamento físico Localização  Fácil acesso para pacientes críticos (emergência, UTI, internação)  Próximo às áreas de suporte (farmácia, almoxarifado, lavanderia banco de sangue, laboratório, rx, CME...) 14
  • 15. BLOCO CIRURGICO  Planejamento físico   Setorização quanto à assepsia, o CC é dividido em três áreas: 15
  • 16. BLOCO CIRURGICO  Planejamento físico  não restrita: local de acesso dos profissionais que trabalham no CC: vestiários, secretaria, recepção interna, anatomia patológica, rx, conforto da equipe;  Semi-restrita: área de atendimento assistencial no pré e pós operatório: RA, guarda de materiais e equipamentos, corredores;  Restrita: área de atendimento ao paciente no período intra-operatório e guarda de material estéril: sala cirurgia; 16
  • 17. BLOCO CIRURGICO  Planejamento físico            Ambientes de apoio sala de utilidades, vestiários com banheiros, sala administrativa, revelação RX, sala guarda equipamentos e materiais, sala de preparo de equipamentos e materiais, área guarda maca e cadeira de roda, área de biópsia de congelamento, copa e conforto para equipe, sala de espera com sanitários para acompanhantes, 17
  • 18. BLOCO CIRURGICO  Planejamento físico  Configurações  aspectos a serem considerados para a definição do conceito de organização física a utilizar:     espaço assepsia salubridade conforto 18
  • 19. BLOCO CIRURGICO  Planejamento físico  Centro Cirúrgico em Corredor Único 05 06 19
  • 20. BLOCO CIRURGICO  Planejamento físico  Centro Cirúrgico em Corredor Duplo 20
  • 21. BLOCO CIRURGICO  Planejamento físico  Centro Cirúrgico em Corredor Periférico 21
  • 22. BLOCO CIRURGICO projeto ampliação bloco cirúrgico corredor único – (SP/20110) 22
  • 23. BLOCO CIRURGICO bloco cirúrgico corredor periférico – (SP/2010) 23
  • 25. SALA CIRÚRGICA  Dimensionamento  pequena: 20m² - dimensão mínima 3,45m  média: 25m² - dimensão mínima 4,65m  grande: 36m² - dimensão mínima 5,00m  5% do total de leitos cirúrgicos ou 1 SC x leito HG 25
  • 30. SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA  é a área destinada à permanência do paciente logo após o termino do ato anestésico cirúrgico até a recuperação da consciência, eliminação de anestésicos e estabilização dos sinais vitais;  deve estar instalada dentro do CC ou nas suas proximidades, favorecendo o transporte rápido do paciente anestesiado para este local; 30
  • 31. SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA     Dimensionamento Varia de acordo com o porte e complexidade do BC Mínimo 2 macas Nº de macas = nº SC+1 (cirurgia alta complexidade a recuperação pode se dar na UTI)   Distância entre leitos = 0,8m Distância entre leitos e parede (exceto cabeceira) = 0,6m 31
  • 32. SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA 32
  • 33. SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA  Sistemas de Abastecimento, Instalações e Equipamentos básicos:          Oxigênio c/ fluxômetro Ar comprimido Vácuo clínico Sinalização de enfermagem Tomadas 110 e 220w Foco de luz Monitor cardíaco Oxímetro de pulso Esfigmomanômetro 33
  • 34. SALA DE RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA  Equipamentos e materiais de suporte respiratório:      Ventiladores mecânicos; Máscaras e cateteres (Oº2); Sondas aspiração Carrinho emergência (com material para intubação e ventilação manual); Equipamentos e materiais de suporte cardiovascular:   Para soro e transfusão, catereres, seringas e agulhas; Para medida pressão venosa 34
  • 35. SALA CIRÚRGICA  Sistemas de abastecimento e Instalações        Oxigênio – 2 Oxido Nitroso – 1 Ar comprimido - 2 Vácuo clínico -1 Tomadas 110 e 220w – 2 conjuntos c/ 4 tomadas (paredes distintas) Tomada para aparelho RX portátil Foco 35
  • 36. SALA CIRÚRGICA  Equipamentos básicos  Mínimo necessário:  Mesa de operações com base e segmentos articulados;  Mesas auxiliares para colocação instrumental cirúrgico; 36
  • 38. SALA CIRÚRGICA  Equipamentos  Carro anestesia + monitores;  Cestos (hampers);  Bacias + suportes;  Bisturi elétrico; 38
  • 39. SALA CIRÚRGICA  Ar condicionado  De 30.000 a 60.000 microorganismos podem depositar-se no campo operatório por hora; 39
  • 40. SALA CIRÚRGICA  Ar condicionado  O ar é uma via de transmissão de bactérias e fonte de contaminação;  Pessoas na SC são fonte de microorganismos:    Gotículas de ar expirado; Descamação de células da pele; Partículas transportadas nos sapatos; 40
  • 41. SALA CIRÚRGICA  Ar condicionado  Função de exaustão  Remoção de odores, calor e gases anestésicos voláteis;  Controle bacteriológico  Filtragem do ar      Retirar e impedir entrada de partículas contaminantes; Partículas menores de 5µ; Troca de ar 15 a 25 x / hora; Pressão positiva no interior da sala; Conforto térmico  Controle da temperatura e umidade; 41
  • 42. BLOCO CIRURGICO  Ar condicionado  Cada sala de operação (SO) deve possuir controle individual de temperatura;  devem ser utilizados filtros de ar específicos de alta eficiência, os high efficiency particulate air (HEPA);  é recomendável que haja pressão positiva dentro de cada SO para prevenir a entrada de ar potencialmente contaminado por meio de áreas adjacentes;  Para as salas específicas de transplante e para as ortopédicas, recomenda-se o uso de fluxo laminar; 42
  • 44. SALA CIRÚRGICA  iluminação  Principais Aspectos      Eliminação de sombras: luz de várias direções Redução do calor: lâmpadas ideais e filtros atérmicos Intensidade adequada: conforto para a equipe Eliminação de reflexos: material metálico fosco Iluminação geral proporcional:diminuir contraste 44
  • 46. SALA CIRÚRGICA  iluminação Durante uma cirurgia, o campo visual cirúrgico é vermelho (não é à toa que o isolamento do campo é feito com tecido verde, complementar ao vermelho). O vermelho tem uma intensidade de onda que estressa, além disso, tal campo se encontra sob fonte de altíssima de luminância e com iluminância entre 10.000 e 20.000 lux. A uso da tonalidade verde nos tecidos de isolamento do campo cirúrgico, no revestimento do piso ou de qualquer outra superfície da SC atua como complementar da tonalidade vermelha, provocando o descanso visual dos que trabalham alí. Os ambientes no entorno da sala de cirurgia devem possuir 50% da luminância do campo cirúrgico e ir, gradativamente, reduzindo para que o olho se adapte aos poucos e não sofra com aluz tão intensa. 46
  • 47. SALA CIRÚRGICA  iluminação  focos  Focos de teto  Cúpula com revestimento de espelhos refletores x múltiplas lâmpadas conjugadas; Filtro atérmico; Vareta externa e braços articulados para mobilidade;  Focalização;    Focos auxiliares  Bases sobre rodízios + baterias; 47
  • 49. CONSIDERAÇÕES GERAIS  Os materiais adequados para o revestimento de paredes, pisos e tetos de ambientes de áreas críticas e semi-críticas devem ser resistentes à lavagem e ao uso de desinfetantes;  tintas elaboradas à base de epóxi e poliuretano, podem ser utilizadas nos locais críticos, tanto em paredes e tetos quanto nos pisos, desde que apresentem resistência à lavagem e ao uso de desinfetantes e que não sejam aplicadas com pincel; 49
  • 50. CONSIDERAÇÕES GERAIS  É indicada a utilização de acabamentos que tornem as superfícies monolíticas, com o menor número possível de ranhuras ou frestas; 50
  • 51. CONSIDERAÇÕES GERAIS  Nas áreas restritas e semi-restritas, não deve haver tubulações aparentes nas paredes e nos tetos;  A junção entre o rodapé e o piso precisa ser feita de forma a permitir a completa limpeza do canto formado;  O BC deve possuir sistema de emergência com gerador próprio, capaz de assumir automaticamente o suprimento de energia em, no máximo, meio segundo e mantê-lo por, no mínimo, uma hora. 51
  • 52. CONSIDERAÇÕES GERAIS  As instalações elétricas têm de possuir sistema de aterramento;  O piso deve ser resistente, não-poroso e de fácil limpeza, permitindo rápida visualização da sujeira, não conter ralos nem frestas, ser pouco sonoro e bom condutor de eletricidade estática, ter uma malha de fios de cobre ligada a um fio terra, ser autonivelante, não conter emendas e ser antiderrapante; 52
  • 53. CONSIDERAÇÕES GERAIS  Paredes de azulejos não são desejáveis no CC pois muitas linhas de rejunte apresentam porosidade e podem abrigar microrganismos; 53
  • 54. CONSIDERAÇÕES GERAIS  Se o teto possuir forro, deve ser contínuo nas salas de cirurgia. O uso de teto falso e removível pode ocasionar a queda de poeira ou outro material na ferida cirúrgica;  As janelas devem ser lacradas, com persianas recobertas por vidros, possibilitando a limpeza e o escurecimento da SO; 54
  • 55. CONSIDERAÇÕES GERAIS  As portas devem possuir visores de vidro para evitar sua abertura a qualquer momento e impedir acidentes; 55
  • 56. CONSIDERAÇÕES GERAIS  É necessário que as portas evitem acúmulo de poeira, proporcionem facilidade para a limpeza e tenham dimensões mínimas de 1,20 m X 2,10 m.  Portas de correr são preferíveis nas SO para eliminar a turbulência de ar provocada pela oscilação de portas comuns. 56
  • 57. SALA CIRÚRGICA   Iluminação natural c/ controle de luminosidade Sistemas abastecimento aéreos   Suportes equipamentos em trilho Revestimento piso/parede monolítico 57  Tonalidades complementares ao vermelho: descanso visual para a equipe
  • 58. contato Arq. Célia Bertazzoli tel. (11)-5584-5277 celia@cabearquitetura.com.br 58  Tonalidades complementares ao vermelho: descanso visual para a equipe