Nas décadas de 1950 e 1960, Portugal manteve-se isolado culturalmente devido à Guerra Colonial e à censura. Apesar disso, surgiram iniciativas que perspetivavam mudanças, como o Salão Artistas Hoje e a Fundação Gulbenkian. Com a democracia em 1974, as artes tornaram-se um veículo de crítica e construção cultural. Nos anos seguintes, proliferaram galerias e museus, e artistas portugueses ganharam projeção internacional.