O documento descreve o plano de recuperação da zona sinistrada do Chiado em Lisboa após um incêndio em 1988, liderado pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira. O plano visava preservar as características históricas e culturais da área, como fachadas e elementos do século XVIII, ao mesmo tempo em que integrava novos espaços públicos e melhorava a ligação ao metrô. Siza Vieira considerou que seu trabalho respeitou a memória do local e permitiu que o Chiado continuasse funcionando